A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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FCosta

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #825 em: Novembro 21, 2020, 02:25:03 am »
Um forista fez uma comparação entre submarinos e fragatas... não a subscrevi no racional.... mas há um ângulo, outro onde faço a comparação entre "submarinos" e "fragatas":

Cá vai o meu delirio: para um pais como portugal com a armada da dimensão como a portuguesa, o que projecta a capacidade de dissuasão? Para mim são os submarinos na AP ... que são apenas 2 ... oceânicos ... que permitem todo os expectro das missões de submarinos:
"
Surveillance and information gathering
Communication of data
Landing of special operations forces
Attack of land targets (with e.g Harpoon/SLAM)
Protection of task forces and merchant shipping
Denial of sea areas to an enemy
"
E em termos de sobrevivência quando comparados com as fragatas? São superiores num cenário de inferioridade númerica e de qualidade duma armada oponente ou de uma força aérea oponente , são a opção habitual low cost das armadas? Não, quando se pretende responder a uma ameaça naval ASuW de forma assimétrica , o mais habitual são fast attack crafts com misseis anti navio.... mas esses tirando o factor surpresa, os fast  attack crafts .... têm uma sobrevivência similar ou inferior às fragatas!!! 
Os navios de combate principais da armada portuguesa são 7 = 2 submarinos + 5 fragatas (2 classes).... não existe paridade entre o nr de submarino e o nr de fragatas .... mas isso fosse possível sem os custos astronómicos associado a cada submarino.... digamos uma paridade nr submarinos / nr fragatas como navios de combate principais 8 = 4 submarinos (2 classes) + 4 fragatas (2 classes) ....
 Então cá vai a minha sugestão para a 2º Classe de submarinos DRASS DG160:

DRASS DG160 - made in italy - os submarinos tier 2 da armada portuguesa:
https://www.edrmagazine.eu/midget-submarines-made-in-italy-tailored-to-the-gulf-needs
As caracteristicas principais relevantes de submarino "compacto"... 2019
"
DG160 has a complement of only nine compared to the 40 people usually manning a standard diesel-electric submarine(...)
The acquisition cost is also lower, with a 1:6 ratio being suggested by Drass (quer dizer...aprox +80M Eur vs +60M eur da VdC). Submarines like the DG160 can be used for different missions, special forces infiltration – the DG160 can carry six of them – mine release, intelligence, as well as, of course, deterrence.(...)
(...) can be armed with up to four 533 mm wire guided heavy torpedoes (...)
(...) Drass considers that in nowadays warfare scenarios, a submarine might not always need to destroy its targets, therefore it is studying the installation of a launch tube for 324 mm light torpedoes that might be used to incapacitate rather than sinking the target ship.(...)
(...)It is 35.15 meters long, 6.45 meters high and 4.12 meters wide, the hull diameter being 2.50 meters; the Drass DG160 has a dry displacement of 141 tonnes and a ready to dive displacement of 169 tonnes. The propulsion system is made of four battery banks, two diesel generators, one electric motor and one snorkel system.
It can reach a maximum submerged speed of 10 knots, while the cruising speed (snorting and submerged) is 5 knots, with an endurance of 2.000 nautical miles, the range on batteries only propulsion being of 160 NM. The maximum operational depth is 150 meters.(...)
(...)launch and the potential delivery of the DG160 first of class, while it is unclear when the DG450, a 40 meters long boat with a 3 meters hull diameter carrying a crew of nine plus 12 Special Forces operators, will eventually step from computer drawings to reality, the company probably waiting for a launch customer.
"
Nota: talvez a Fragatas... ou os pares Submarino / Fragata tivessem de ter capacidade de reabastecer esse submarino compacto se não em munições, em combustivel e outros ou até rebocar para aumentar o alcance...?!
- Podia adquirir alvos para para os misseis ASu do navio;
- Funcionar com um par ASW com as fragatas quase um Sonar de profundidade variável (não apenas rebocado);
- Fazer a infiltracção/extracção de SF que vão na fragata;
- Aumentar o aviso antecipado com sensores  posicionando-se de forma avançada entre a fragata e a origem mais previsivel da ameaça.
...
- Quase como um complemento submarino da fragata, da mesma maneira que os Lynx são o complementos aéreo da fragata.
*****
Outro angulo de doutrina ou possibilidade era funcionar a pares com os tridente... em se complementavam e protegiam mutuamente.
   
Do fabricante:
https://www.drass.tech/projects/drass-dg160/

FOREWORD
With the DG160 Drass continues the legacy of our Italian-made Midget Submarines, based on the traditional design which was a huge success worldwide. The Midget’s success is due to the geniality of design, its simple hull construction, the reliability of the on-board equipment, as well as its ease of operability and maintainability. Furthermore, the majority of Midget Submarines manufactured in the second half of the nineties have made the end user self-sufficient in the operation and maintenance of a craft dedicated to covert operations, including disassembly and reassembly for over-land transportation.

DRASS DG160 COMPACT DESIGN PRINCIPLE
The design of the Drass DG160 is based on an operational concept which makes this craft more similar to that of an aircraft than a naval vessel; due to its limited size, when not in operation, the Midget can be stored dry in a hangar and launched for mission only. This feature facilitates maintenance, increases the longevity of the craft, and, more importantly, makes it less detectable by air recognition.
Like an aircraft, the Drass DG160 is fitted with all the weapons and equipment required for mission, assuming the most appropriate configuration.
Typical Drass DG160 configuration:
• Patrol and attack mission consists of the standard payload 2 bow heavy-weight torpedoes + optional additional payload of 2 flank torpedoes
• In case of Special Forces deployment, standard payload consists of 2 bow heavy-weight torpedoes + additional payload of 2 SDVs (Swimmer Delivery Vehicles) or 1 inflatable boat
• Other configurations available include 20/70 mm machine guns and minor accessories
The Midget Submarine hull is composed of a main pressure hull divided in four parts with separate battery containers; these vessels are bolted together and can be disassembled for maintenance, testing and road transportation.

DRASS DG160 MIDGET OPERATIONAL TASKS
Despite displacing around one tenth of a conventional diesel electric submarine, Drass DG160 Midget provides similar attack potential, able to load and launch up to 4 latest generation wire-guided light torpedoes. It has been specifically designed for the following operational tasks:
• Attack of strategic targets in open sea by commandos (oil platforms and terminals, sea lines)
• Anti-ship and anti-submarine attacks with up to 4 wire-guided heavy-weight torpedoes (50 km range)
• Patrol of coastal areas as a deterrent against enemy ships approaching own coastal targets
• Intelligence gathering of acoustic, electronic and communication information
• SDV and inflatable boat deployment for commandos and intelligence missions.
• Deployment of mines in shallow waters / harbor mouths
"
O fabricante tem submarinos dos 85 tons as 550 tons... porque não uma classe menor de submarinos, para instrução de submarino e ASW com fragatas e para um tier 2 relativamente ao tridente e ou como par orgânico de fragata ?!

Alguém já avaliou uma abordagem destas?
« Última modificação: Novembro 21, 2020, 12:10:02 pm por FCosta »
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

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Pescador

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #826 em: Novembro 21, 2020, 10:49:46 am »
Um forista fez uma comparação entre submarinos e fragatas... não a subscrevi no racional.... mas há um ângulo, outro onde faço a comparação entre "submarinos" e "fragatas":

Cá vai o meu delirio: para um pais como portugal com a armada da dimensão como a portuguesa, o que projecta a capacidade de dissuasão? Para mim são os submarinos na AP ... que são apenas 2 ... oceânicos ... que permitem todo os expectro das missões de submarinos:
"
Surveillance and information gathering
Communication of data
Landing of special operations forces
Attack of land targets (with e.g Harpoon/SLAM)
Protection of task forces and merchant shipping
Denial of sea areas to an enemy
"
E em termos de sobrevivência quando comparados com as fragatas? São superiores num cenário de inferioridade númerica e de qualidade duma armada oponente ou de uma força aérea oponente , são a opção habitual low cost das armadas? Não, quando se pretende responder a uma ameaça naval ASuW de forma assimétrica , o mais habitual são fast attack crafts com misseis anti navio.... mas esses tirando o factor surpresa, os fast  attack crafts .... têm uma sobrevivência similar ou inferior às fragatas!!! 
Os navios de combate principais da armada portuguesa são 7 = 2 submarinos + 5 fragatas (2 classes).... não existe paridade entre o nr de submarino e o nr de fragatas .... mas isso fosse possível sem os custos astronómicos associado a cada submarino.... digamos uma paridade nr submarinos / nr fragatas como navios de combate principais 8 = 4 submarinos (2 classes) + 4 fragatas (2 classes) ....
 Então cá vai a minha sugestão para a 2º Classe de submarinos DRASS DG160:

DRASS DG160 - made in italy - os submarinos tier 2 da armada portuguesa:
https://www.edrmagazine.eu/midget-submarines-made-in-italy-tailored-to-the-gulf-needs
As caracteristicas principais relevantes de mini submarino... 2019
"
DG160 has a complement of only nine compared to the 40 people usually manning a standard diesel-electric submarine(...)
The acquisition cost is also lower, with a 1:6 ratio being suggested by Drass (quer dizer...aprox +80M Eur vs +60M eur da VdC). Submarines like the DG160 can be used for different missions, special forces infiltration – the DG160 can carry six of them – mine release, intelligence, as well as, of course, deterrence.(...)
(...) can be armed with up to four 533 mm wire guided heavy torpedoes (...)
(...) Drass considers that in nowadays warfare scenarios, a submarine might not always need to destroy its targets, therefore it is studying the installation of a launch tube for 324 mm light torpedoes that might be used to incapacitate rather than sinking the target ship.(...)
(...)It is 35.15 meters long, 6.45 meters high and 4.12 meters wide, the hull diameter being 2.50 meters; the Drass DG160 has a dry displacement of 141 tonnes and a ready to dive displacement of 169 tonnes. The propulsion system is made of four battery banks, two diesel generators, one electric motor and one snorkel system.
It can reach a maximum submerged speed of 10 knots, while the cruising speed (snorting and submerged) is 5 knots, with an endurance of 2.000 nautical miles, the range on batteries only propulsion being of 160 NM. The maximum operational depth is 150 meters.(...)
(...)launch and the potential delivery of the DG160 first of class, while it is unclear when the DG450, a 40 meters long boat with a 3 meters hull diameter carrying a crew of nine plus 12 Special Forces operators, will eventually step from computer drawings to reality, the company probably waiting for a launch customer.
"
Nota: talvez a Fragatas... ou os pares Submarino / Fragata tivessem de ter capacidade de reabastecer esse submarino compacto se não em munições, em combustivel e outros ou até rebocar para aumentar o alcance...?!
- Podia adquirir alvos para para os misseis ASu do navio;
- Funcionar com um par ASW com as fragatas quase um Sonar de profundidade variável (não apenas rebocado);
- Fazer a infiltracção/extracção de SF que vão na fragata;
- Aumentar o aviso antecipado com sensores  posicionando-se de forma avançada entre a fragata e a origem mais previsivel da ameaça.
...
- Quase como um complemento submarino da fragata, da mesma maneira que os Lynx são o complementos aéreo da fragata.
*****
Outro angulo de doutrina ou possibilidade era funcionar a pares com os tridente... em se complementavam e protegiam mutuamente.
   
Do fabricante:
https://www.drass.tech/projects/drass-dg160/

FOREWORD
With the DG160 Drass continues the legacy of our Italian-made Midget Submarines, based on the traditional design which was a huge success worldwide. The Midget’s success is due to the geniality of design, its simple hull construction, the reliability of the on-board equipment, as well as its ease of operability and maintainability. Furthermore, the majority of Midget Submarines manufactured in the second half of the nineties have made the end user self-sufficient in the operation and maintenance of a craft dedicated to covert operations, including disassembly and reassembly for over-land transportation.

DRASS DG160 COMPACT DESIGN PRINCIPLE
The design of the Drass DG160 is based on an operational concept which makes this craft more similar to that of an aircraft than a naval vessel; due to its limited size, when not in operation, the Midget can be stored dry in a hangar and launched for mission only. This feature facilitates maintenance, increases the longevity of the craft, and, more importantly, makes it less detectable by air recognition.
Like an aircraft, the Drass DG160 is fitted with all the weapons and equipment required for mission, assuming the most appropriate configuration.
Typical Drass DG160 configuration:
• Patrol and attack mission consists of the standard payload 2 bow heavy-weight torpedoes + optional additional payload of 2 flank torpedoes
• In case of Special Forces deployment, standard payload consists of 2 bow heavy-weight torpedoes + additional payload of 2 SDVs (Swimmer Delivery Vehicles) or 1 inflatable boat
• Other configurations available include 20/70 mm machine guns and minor accessories
The Midget Submarine hull is composed of a main pressure hull divided in four parts with separate battery containers; these vessels are bolted together and can be disassembled for maintenance, testing and road transportation.

DRASS DG160 MIDGET OPERATIONAL TASKS
Despite displacing around one tenth of a conventional diesel electric submarine, Drass DG160 Midget provides similar attack potential, able to load and launch up to 4 latest generation wire-guided light torpedoes. It has been specifically designed for the following operational tasks:
• Attack of strategic targets in open sea by commandos (oil platforms and terminals, sea lines)
• Anti-ship and anti-submarine attacks with up to 4 wire-guided heavy-weight torpedoes (50 km range)
• Patrol of coastal areas as a deterrent against enemy ships approaching own coastal targets
• Intelligence gathering of acoustic, electronic and communication information
• SDV and inflatable boat deployment for commandos and intelligence missions.
• Deployment of mines in shallow waters / harbor mouths
"
O fabricante tem submarinos dos 85 tons as 550 tons... porque não uma classe menor de submarinos, para instrução de submarino e ASW com fragatas e para um tier 2 relativamente ao tridente e ou como par orgânico de fragata ?!

Alguém já avaliou uma abordagem destas?

Não vou discutir que não sei o suficiente, nem questionar o valor intrinseco da plataforma, mas reparo que até 150 metros profundidade e velocidade 10 knots submerso, parecem algo mais para mares confinados e junto de zonas sensiveis como o mediterranio e menos para o Atlântico, apesar de termos também uma plataforma que vai até aos 200 metros, ainda assim ficaria limitado. Resta saber se estrategicamente em termos de investimento monetário, dado o panorama actual e dado as necessidades minimas de superficie valia pena.

A solução que gira à volta de 3 fragatas mais ligeiras, e duas mais pesadas, mesmo com alguns dos equipamentos comuns e outros de destaque nas maiores, parece fazer mais sentido, no ambito nacional e Nato.
E então no entendimento politico mais aversão trazia a solução de submarinos.

Meter radares de jeito e outro equipamento de vigilância de jeito, como EO avançados e nomeadamente equipamentos de controle alargado do espectro de comunicações e descodificação avançada nos NPO, (até eventualmente um tipo de sonar rebocavél que pudesse ser montado consoante as missões), fazia mais sentido e decerto melhor aceite se bem explicado naquela Assembleia. Com armas para defesa à altura de uma plataforma assim equipada e com essa versatalidade.
Isso no meio do Atlântico, em particular Atlântico sul da nossa ZEE e em missões externas de pirataria e tráfico é que fazia falta.

« Última modificação: Novembro 21, 2020, 11:21:17 am por Pescador »
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #827 em: Novembro 21, 2020, 01:12:17 pm »
Um forista fez uma comparação entre submarinos e fragatas... não a subscrevi no racional.... mas há um ângulo, outro onde faço a comparação entre "submarinos" e "fragatas":

Cá vai o meu delirio: para um pais como portugal com a armada da dimensão como a portuguesa, o que projecta a capacidade de dissuasão? Para mim são os submarinos na AP ... que são apenas 2 ... oceânicos ... que permitem todo os expectro das missões de submarinos:
"
Surveillance and information gathering
Communication of data
Landing of special operations forces
Attack of land targets (with e.g Harpoon/SLAM)
Protection of task forces and merchant shipping
Denial of sea areas to an enemy
"
E em termos de sobrevivência quando comparados com as fragatas? São superiores num cenário de inferioridade númerica e de qualidade duma armada oponente ou de uma força aérea oponente , são a opção habitual low cost das armadas? Não, quando se pretende responder a uma ameaça naval ASuW de forma assimétrica , o mais habitual são fast attack crafts com misseis anti navio.... mas esses tirando o factor surpresa, os fast  attack crafts .... têm uma sobrevivência similar ou inferior às fragatas!!! 
Os navios de combate principais da armada portuguesa são 7 = 2 submarinos + 5 fragatas (2 classes).... não existe paridade entre o nr de submarino e o nr de fragatas .... mas isso fosse possível sem os custos astronómicos associado a cada submarino.... digamos uma paridade nr submarinos / nr fragatas como navios de combate principais 8 = 4 submarinos (2 classes) + 4 fragatas (2 classes) ....
 Então cá vai a minha sugestão para a 2º Classe de submarinos DRASS DG160:

DRASS DG160 - made in italy - os submarinos tier 2 da armada portuguesa:
https://www.edrmagazine.eu/midget-submarines-made-in-italy-tailored-to-the-gulf-needs
As caracteristicas principais relevantes de mini submarino... 2019
"
DG160 has a complement of only nine compared to the 40 people usually manning a standard diesel-electric submarine(...)
The acquisition cost is also lower, with a 1:6 ratio being suggested by Drass (quer dizer...aprox +80M Eur vs +60M eur da VdC). Submarines like the DG160 can be used for different missions, special forces infiltration – the DG160 can carry six of them – mine release, intelligence, as well as, of course, deterrence.(...)
(...) can be armed with up to four 533 mm wire guided heavy torpedoes (...)
(...) Drass considers that in nowadays warfare scenarios, a submarine might not always need to destroy its targets, therefore it is studying the installation of a launch tube for 324 mm light torpedoes that might be used to incapacitate rather than sinking the target ship.(...)
(...)It is 35.15 meters long, 6.45 meters high and 4.12 meters wide, the hull diameter being 2.50 meters; the Drass DG160 has a dry displacement of 141 tonnes and a ready to dive displacement of 169 tonnes. The propulsion system is made of four battery banks, two diesel generators, one electric motor and one snorkel system.
It can reach a maximum submerged speed of 10 knots, while the cruising speed (snorting and submerged) is 5 knots, with an endurance of 2.000 nautical miles, the range on batteries only propulsion being of 160 NM. The maximum operational depth is 150 meters.(...)
(...)launch and the potential delivery of the DG160 first of class, while it is unclear when the DG450, a 40 meters long boat with a 3 meters hull diameter carrying a crew of nine plus 12 Special Forces operators, will eventually step from computer drawings to reality, the company probably waiting for a launch customer.
"
Nota: talvez a Fragatas... ou os pares Submarino / Fragata tivessem de ter capacidade de reabastecer esse submarino compacto se não em munições, em combustivel e outros ou até rebocar para aumentar o alcance...?!
- Podia adquirir alvos para para os misseis ASu do navio;
- Funcionar com um par ASW com as fragatas quase um Sonar de profundidade variável (não apenas rebocado);
- Fazer a infiltracção/extracção de SF que vão na fragata;
- Aumentar o aviso antecipado com sensores  posicionando-se de forma avançada entre a fragata e a origem mais previsivel da ameaça.
...
- Quase como um complemento submarino da fragata, da mesma maneira que os Lynx são o complementos aéreo da fragata.
*****
Outro angulo de doutrina ou possibilidade era funcionar a pares com os tridente... em se complementavam e protegiam mutuamente.
   
Do fabricante:
https://www.drass.tech/projects/drass-dg160/

FOREWORD
With the DG160 Drass continues the legacy of our Italian-made Midget Submarines, based on the traditional design which was a huge success worldwide. The Midget’s success is due to the geniality of design, its simple hull construction, the reliability of the on-board equipment, as well as its ease of operability and maintainability. Furthermore, the majority of Midget Submarines manufactured in the second half of the nineties have made the end user self-sufficient in the operation and maintenance of a craft dedicated to covert operations, including disassembly and reassembly for over-land transportation.

DRASS DG160 COMPACT DESIGN PRINCIPLE
The design of the Drass DG160 is based on an operational concept which makes this craft more similar to that of an aircraft than a naval vessel; due to its limited size, when not in operation, the Midget can be stored dry in a hangar and launched for mission only. This feature facilitates maintenance, increases the longevity of the craft, and, more importantly, makes it less detectable by air recognition.
Like an aircraft, the Drass DG160 is fitted with all the weapons and equipment required for mission, assuming the most appropriate configuration.
Typical Drass DG160 configuration:
• Patrol and attack mission consists of the standard payload 2 bow heavy-weight torpedoes + optional additional payload of 2 flank torpedoes
• In case of Special Forces deployment, standard payload consists of 2 bow heavy-weight torpedoes + additional payload of 2 SDVs (Swimmer Delivery Vehicles) or 1 inflatable boat
• Other configurations available include 20/70 mm machine guns and minor accessories
The Midget Submarine hull is composed of a main pressure hull divided in four parts with separate battery containers; these vessels are bolted together and can be disassembled for maintenance, testing and road transportation.

DRASS DG160 MIDGET OPERATIONAL TASKS
Despite displacing around one tenth of a conventional diesel electric submarine, Drass DG160 Midget provides similar attack potential, able to load and launch up to 4 latest generation wire-guided light torpedoes. It has been specifically designed for the following operational tasks:
• Attack of strategic targets in open sea by commandos (oil platforms and terminals, sea lines)
• Anti-ship and anti-submarine attacks with up to 4 wire-guided heavy-weight torpedoes (50 km range)
• Patrol of coastal areas as a deterrent against enemy ships approaching own coastal targets
• Intelligence gathering of acoustic, electronic and communication information
• SDV and inflatable boat deployment for commandos and intelligence missions.
• Deployment of mines in shallow waters / harbor mouths
"
O fabricante tem submarinos dos 85 tons as 550 tons... porque não uma classe menor de submarinos, para instrução de submarino e ASW com fragatas e para um tier 2 relativamente ao tridente e ou como par orgânico de fragata ?!

Alguém já avaliou uma abordagem destas?

Não vou discutir que não sei o suficiente, nem questionar o valor intrinseco da plataforma, mas reparo que até 150 metros profundidade e velocidade 10 knots submerso, parecem algo mais para mares confinados e junto de zonas sensiveis como o mediterranio e menos para o Atlântico, apesar de termos também uma plataforma que vai até aos 200 metros, ainda assim ficaria limitado. Resta saber se estrategicamente em termos de investimento monetário, dado o panorama actual e dado as necessidades minimas de superficie valia pena.

A solução que gira à volta de 3 fragatas mais ligeiras, e duas mais pesadas, mesmo com alguns dos equipamentos comuns e outros de destaque nas maiores, parece fazer mais sentido, no ambito nacional e Nato.
E então no entendimento politico mais aversão trazia a solução de submarinos.

Meter radares de jeito e outro equipamento de vigilância de jeito, como EO avançados e nomeadamente equipamentos de controle alargado do espectro de comunicações e descodificação avançada nos NPO, (até eventualmente um tipo de sonar rebocavél que pudesse ser montado consoante as missões), fazia mais sentido e decerto melhor aceite se bem explicado naquela Assembleia. Com armas para defesa à altura de uma plataforma assim equipada e com essa versatalidade.
Isso no meio do Atlântico, em particular Atlântico sul da nossa ZEE e em missões externas de pirataria e tráfico é que fazia falta.

Obrigado pela resposta, respondeu com o contexto e racional corrente da armada, como é e como sempre foi, mas não respondeu às limitações de capacidade militar também decorrentes desse "racional corrente da armada", se me permite comento porque entendeu pelo menos as caracteristicas/objectivos da platanforma... não sei é se conseguiu fazer a ligação aos desafios estratégicos e de defesa nacional (nomeadamente "defesa nacional" para além da cobertura do "chapeu" NATO), enumero pois:
******************
1) "parecem algo mais para mares confinados e junto de zonas sensiveis".... entendeu, isso não é uma limitação, é uma caracteristica.... a existência dum submarino desses, se usado de forma isolada (sem fazer parte de um task group qualquer ou oceânico, onde para isso dependendo dos parãmetros da missão os tridente seriam a melhor escolha, ou a escolha com maior capacidade) ... em missões de defesa (por exemplo portos, os arquipelagos) ou de interdicção de rotas... sim seriam principalmente submarinos com um perfil de "defesa" mais do que submarinos com um perfil de "projecção de força" .... não são para compara caracteristica a caracteristica com submarionos "oceânicos" ,,,, são sim, num contexto de revisão de parâmetros e doutrina de defesa nacional, qual a melhor plataforma "assimétrica" em termos de efectors e sobrevivêm de mobilidades: estes submarinos "compactos" não são para comparar com submarinos "oceâniocos" isto é a comparação errada, a comparação certa é com o envelope de missão PRINCIPAL ASuW costeiro de defesa "mais nacional/soberania nacional" do que obrigações de contribuições NATO, logo a comparação avaliação seria com sistemas de outra natureza como por exemplo: Comparar com sistemas:
- Land  Based ASu missiles / loitering munitions ASuW (e.g. https://www.defenseworld.net/news/20569/IAI_Unveils_New_Loitering_Munition_Solution_For_Naval_Applications#.X7kKnNL7Qy4 )
- Mine warefare : Mines and Mine laying solutions, ou kamikaze ROVs ou
AUV for autonomous underwater vehicle ..
- ASW / ASuW fast attack crafts: exemplos: CB90 com minas ASW & NLOS ASu missiles or ASu missiles

******************
2) "A solução que gira à volta de 3 fragatas mais ligeiras, e duas mais pesadas, mesmo com alguns dos equipamentos comuns e outros de destaque nas maiores, parece fazer mais sentido, no ambito nacional e Nato. " ... Sim mas, as fragatas nacionais, fora de um task group multinacional, num cenário de ASuW moderno, tem uma capacidade de sobrevivência muito limitado.... ok como contribuição NATO sim ... mas o "ambito nacional" como se factoriza de modo realista capacidade autonoma de defesa nacional em termos de marinha ? ... Serão com as  fragatas...sim, mas será a capacidade submarina da armada que iria prevalecer ... num cenario de inferioridade .... quero dizer ira prevalecer como "capacidade de defesa autonoma" ... é foi aumentar e factorizar a capacidade de defesa naval / com capacidade submarina ... as fragatas tem o seu papel também ....mas é diferente... nos conflicto modernos recentes entre oponentes desiguais a componente naval de superficie é quase toda eliminada na primeira "onda" de ataques navais/aereos... ver georgia,..etc 

******************
3) "E então no entendimento politico mais aversão trazia a solução de submarinos. "... mas a escolha de um sistema de armas/tipo não tem nada a ver com critérios politicos...com a designação "submarino" é um estigma político?!  Tem a ver
 sim com critérios militares.... essa do argumento dos  "Submarinos do Portas" não pode durar eternamente ... então vendam-se os Tridentes caba-se com esse argumento de vez?! ...

******************
4) "(...)NPO(...)"... mas o NPO não são uma plataforma de defesa militar, num paradigma ASuW moderno, é nesse envelope de missão que me refiro nesta sugestão ... o valor militar dos NPO é nulo ou quase nulo , nesse contexto mesmo com melhorias... é no máximo um plataforma de "Autoridade maritima" e "other than war" não acrescentam quase nada em termos de sistema de armas de defesa e tem termos de sobrevivência (em ASuW moderno) ?!! ... nem deviam aparecer listados como navios de combate mas como navios auxiliares ... mas entendo os NPO , os "NPO melhorados"... são a voz corrente da arma .... e quase como aquelas mentiras que repetidas 1000 vezes passam a verdades. 

Obrigado por debater comigo. Abraços  :G-beer2:
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #828 em: Novembro 21, 2020, 01:52:25 pm »
O FCosta é lento. A única comparação que foi feita, foi que um SSK e uma fragata têm custos diferentes, por serem tipos de navios diferentes e muito pouco comparáveis, logo de nada adianta estar aqui a comparar relações "custo benefício" de meios com funções e capacidades diferentes. Entretanto vem com um testamento a explicar algo que não precisa de ser explicado, apenas para desviar a conversa.

Se houvesse intenção de adquirir mais submarinos (que devia ser feito), compensava adquirir mais U-214.
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: tenente

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typhonman

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #829 em: Novembro 21, 2020, 03:10:08 pm »
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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tenente

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #830 em: Novembro 21, 2020, 03:40:07 pm »
O FCosta é lento. A única comparação que foi feita, foi que um SSK e uma fragata têm custos diferentes, por serem tipos de navios diferentes e muito pouco comparáveis, logo de nada adianta estar aqui a comparar relações "custo benefício" de meios com funções e capacidades diferentes. Entretanto vem com um testamento a explicar algo que não precisa de ser explicado, apenas para desviar a conversa.

Se houvesse intenção de adquirir mais submarinos (que devia ser feito), compensava adquirir mais U-214.

Compensava e de que maneira.
Os custos de operação de uma fragata das nossas com uma guarnição de 180 almas são só cinco vezes superior ao custo de operação de um 214.
Os nossos dois 214 ao fim de dez anos de serviço foram tão consumidores dos dinheiros públicos, como uma das fragatas num periodo de dois anos !
Se a marinha possuisse quatro 214, o efeito dissuador projectado era muito superior a uma frota de oito Fragatas ! ;)

Os testamentos que mencionastes fazem parte do modus operandi de quem tem de recorrer á wikiQQcoisa para dar a entender que percebe da poda e, justificar o seu, dele, RACIONAL, os delirios fazem parte do seu histórico assim como as respostas que invariavelmente oferece aos que lhe respondem e questionam um ou outro ponto abordado, mas, se reparares, no meio do testamento lá vem as contradições e o dispersar com comparações que não são chamadas ao tópico ou sequer ao que está em debate.

Como o outro dizia, muita parra e pouca uva, e como nós na aviação dizemos, as msgs são curtas e explicitas/grossas.

Abraço e BFS
« Última modificação: Novembro 21, 2020, 03:44:14 pm por tenente »
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #831 em: Novembro 21, 2020, 10:24:22 pm »
O FCosta é lento. A única comparação que foi feita, foi que um SSK e uma fragata têm custos diferentes, por serem tipos de navios diferentes e muito pouco comparáveis, logo de nada adianta estar aqui a comparar relações "custo benefício" de meios com funções e capacidades diferentes. Entretanto vem com um testamento a explicar algo que não precisa de ser explicado, apenas para desviar a conversa.

Se houvesse intenção de adquirir mais submarinos (que devia ser feito), compensava adquirir mais U-214.

dc é ainda mais lento... nem com desenhos lá chega, não conseguem entender a diferença entre sistemas, mas lá escreve uma tretas com uma pseudo arrogância mas que mais não é que uma real ignorância... a dizer amen as ideias que lhe dizem para repetir... mas por favor antes de as repetir, pelo menos entenda o que anda a repetir.

O Delirante é que o Sr fazer uma comparação/racional onde demonstra que unidades diferentes podem cumprir perfis de missão similares...num post anterior... mas umas não substituem as outras.... mas depois há minha sugestão de um submarino compacto / costeiro .... responde com um submarino oceanico ..... O sr é um campeão da incoerência... é  daqueles que não tem ideias... define apenas um opositor e é do contra... hilariante.... continue. Visto que eu o faço rir e o sr me faz rir a mim.
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #832 em: Novembro 21, 2020, 10:27:19 pm »
:mrgreen: :mrgreen:



 :arrow: https://www.dn.pt/edicao-do-dia/21-nov-2020/o-duplo-uso-nas-forcas-armadas-o-caso-da-marinha-portuguesa-13055151.html

+ 6 NPO, e mais duplo uso !


Esqueçam as TYPE 31, AOR etc... :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang:

Eu por principio evito o DN como fonte de noticias sobre defesa... seria o mesmo que sobre o tema de literatura clássica fosse ler o jornal "A bola" ....
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #833 em: Novembro 21, 2020, 10:31:08 pm »
O FCosta é lento. A única comparação que foi feita, foi que um SSK e uma fragata têm custos diferentes, por serem tipos de navios diferentes e muito pouco comparáveis, logo de nada adianta estar aqui a comparar relações "custo benefício" de meios com funções e capacidades diferentes. Entretanto vem com um testamento a explicar algo que não precisa de ser explicado, apenas para desviar a conversa.

Se houvesse intenção de adquirir mais submarinos (que devia ser feito), compensava adquirir mais U-214.

Compensava e de que maneira.
Os custos de operação de uma fragata das nossas com uma guarnição de 180 almas são só cinco vezes superior ao custo de operação de um 214.
Os nossos dois 214 ao fim de dez anos de serviço foram tão consumidores dos dinheiros públicos, como uma das fragatas num periodo de dois anos !
Se a marinha possuisse quatro 214, o efeito dissuador projectado era muito superior a uma frota de oito Fragatas ! ;)

Os testamentos que mencionastes fazem parte do modus operandi de quem tem de recorrer á wikiQQcoisa para dar a entender que percebe da poda e, justificar o seu, dele, RACIONAL, os delirios fazem parte do seu histórico assim como as respostas que invariavelmente oferece aos que lhe respondem e questionam um ou outro ponto abordado, mas, se reparares, no meio do testamento lá vem as contradições e o dispersar com comparações que não são chamadas ao tópico ou sequer ao que está em debate.

Como o outro dizia, muita parra e pouca uva, e como nós na aviação dizemos, as msgs são curtas e explicitas/grossas.

Abraço e BFS

Outro comentário de "Zero Naval" de conteudo ... como se diz na aviação ... os pilotos  not the sharpest tool in the box ... mas pensam que são ... dedique-se à pilotagem ...
« Última modificação: Novembro 21, 2020, 11:50:20 pm por FCosta »
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #834 em: Novembro 21, 2020, 10:38:17 pm »
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+ 6 NPO, e mais duplo uso !


Esqueçam as TYPE 31, AOR etc... :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang:

Eu por principio evito o DN como fonte de noticias sobre defesa... seria o mesmo que sobre o tema de literatura clássica fosse ler o jornal "A bola" ....

Se pelo menos tivesse aberto o link não fazia essa figura ao dizer tamanho disparate...
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #835 em: Novembro 21, 2020, 10:42:22 pm »
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+ 6 NPO, e mais duplo uso !


Esqueçam as TYPE 31, AOR etc... :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang: :bang:

Eu por principio evito o DN como fonte de noticias sobre defesa... seria o mesmo que sobre o tema de literatura clássica fosse ler o jornal "A bola" ....

Se pelo menos tivesse aberto o link não fazia essa figura ao dizer tamanho disparate...

já é normal, vindo desse senhor, o rapaz sabe tudo, também percebe de aviação e pilotagem, e ainda diz sobre o dc, mas lá escreve uma tretas com uma pseudo arrogância mas que mais não é que uma real ignorância..., o tipo não se deve ver ao espelho, nem deve reler o que escreve........deve ser o melhor da rua dele e arredores.

Se algum dos foristas escrevesse isso sobre ele, iria logo fazer queixinhas que o estavam a insultar, é tal a sua sensibilidade.
Já agora já se descobriu quem é o duplo do RABN ?????
É que seria bom saber-se o resultado da investigação para não restarem dúvidas de quem anda aqui a baralhar e dar de novo, mas que o resultado seja suave, não vá o Mr Sabedoria, fazer mais uma queixinha, sobre bullying ou afins.



Abraços
« Última modificação: Novembro 21, 2020, 10:54:29 pm por tenente »
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #836 em: Novembro 21, 2020, 11:07:24 pm »
Longe de mim andar aqui a "fragatada", talochada, só falei dentro de um contexto que me parece realista para o  momento e a politica.
Quer queiramos ou não a politica e o momento mexem com isto.

Os "submarinos do Portas" que aprecem muito no Face com critica de ignorantes apontando como razão da falência do País, tenho respondido logo a esses cromos mais do que algum iluminado com responsabilidade já veio a publico responder/esclarecer.
Logo lhes digo que 24 mil milhões enterrados nos Bancos davam para mais de 40 submarinos e se calam. Até o caso dos 209PN que são 214, que isso foi para dar a volta ao concurso e custou dinheiro extra.

Já para não falar nos gastos pornográficos dos deputados, e das vaidades da Assembleia, incluindo as mentiras de moradas que por ano pagavam muitos EO/ Flir em navio e helicópteros.
Não houvesse  o "está-se bem assim sem ondas", já isso era explicado aos grunhos que passam a vida nessa conversa.

Indo ao caso dos NPO, eu já outras vezes disse que devia era arrepiar caminho e deitar os desenhos na fogueira. Ou...tentar fazer daquilo algo que realmente seja adequado às missões que fazem. Não é transformar numa corveta que aquilo não tem ponta por se pegue para isso, mas sim dar credibilidade a plataforma.
E para isso armar adequadamente e colocar os sensores como existem em outros exemplos(cá na Terra, não em Marte) e sem entrar em despistes monetários, mas como digo dar credibilidade.
Agora se é para andar por cá a ver gaivotas e fazer turismo nos palop para agrado de alguns é outro assunto. Eu conheço bem essa mentalidade e os factos associados a esse parceirismo ao jeito de alguns, militares, politicos e empresáris amigos.
Adiante.....

Eu não vejo, dada as falhas graves na Marinha, que dois ou três submarinos desses, embora não discuta o seu valor militar,  façam muita falta junto à Costa Portuguesa na sua plataforma. Só se Marrocos quiser invadir. Mas isso eles até vem de bote que aquilo lá em baixo está com grandes buracos.

Se calhar vejo mal, mas via uns Navios Patrulha Oceânica com mais versatilidade e não quero dizer combatentes como corvetas lança misseis, mas sim equipamentos de vigilância a sério e claro estarem protegidos com seriedade e, não aquilo que alguns acham ser suficiente dentro do seu gabinete com ar condicionado ou até alguém que por lá passe para progressão da carreira e nem queira a coisa complicada.
Pois, que a verdadeira complexidade trás responsabilidades acrescidas (Espero estar a seu mauzinho suficiente)
Imagino um capitão de fragata de um nosso NPO e o mesmo posto numa Fragata a sério lá fora. Cá uma fragata a sério tinha de ser um contra almirante ou até dois a fazerem binómio.

Custam cinquenta e tal milhões, mas e qual o problema de custarem 80 ou 90 e serem algo credível?
Faziam menos, cortem em dois ou três,...ou quatro. Com sorte isso era uma felicidade, para daqui menos de 10 anos se pensar num modelo adequado, já até numa linha modelar. Assim como assim os próximos dois está difícil de começarem e pelo andar da coisa quatro só daqui a dez anos..

E como o assunto não é tanto NPO, os Navios de superfície tipo fragatas fazem falta, basta olhar aos que existem.
Também em termos de submarinos, se fosse o caso, me faz mais sentido então a opção de três iguais, para rotação em vez de diferentes modelos e complicar logística.
« Última modificação: Novembro 21, 2020, 11:25:33 pm por Pescador »
 
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #837 em: Novembro 21, 2020, 11:30:01 pm »
Se fossemos uma nação séria, com gente a altura, políticos e chefias militares, não se teria deixado chegar a Marinha ao quase zero naval, o único que nos afasta são os 2 SSG.


O ministro, orgulhoso, fala em mais 6 OPV, como se isso nos fosse tirar do atraso, mas o duplo uso fala mais forte.


Se fosse inteligente, usava portanto a compra de novas fragatas com esse mesmo duplo uso, SAR, apoio catástrofes, combate ao tráfico de droga etc, mas para isso já não existe o duplo uso.




 :bang:
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #838 em: Novembro 22, 2020, 12:39:41 am »
Indo ao caso dos NPO, eu já outras vezes disse que devia era arrepiar caminho e deitar os desenhos na fogueira. Ou...tentar fazer daquilo algo que realmente seja adequado às missões que fazem. Não é transformar numa corveta que aquilo não tem ponta por se pegue para isso, mas sim dar credibilidade a plataforma.
E para isso armar adequadamente e colocar os sensores como existem em outros exemplos(cá na Terra, não em Marte) e sem entrar em despistes monetários, mas como digo dar credibilidade.
Agora se é para andar por cá a ver gaivotas e fazer turismo nos palop para agrado de alguns é outro assunto. Eu conheço bem essa mentalidade e os factos associados a esse parceirismo ao jeito de alguns, militares, politicos e empresáris amigos.
Adiante.....

Eu não vejo, dada as falhas graves na Marinha, que dois ou três submarinos desses, embora não discuta o seu valor militar,  façam muita falta junto à Costa Portuguesa na sua plataforma. Só se Marrocos quiser invadir. Mas isso eles até vem de bote que aquilo lá em baixo está com grandes buracos.

Se calhar vejo mal, mas via uns Navios Patrulha Oceânica com mais versatilidade e não quero dizer combatentes como corvetas lança misseis, mas sim equipamentos de vigilância a sério e claro estarem protegidos com seriedade e, não aquilo que alguns acham ser suficiente dentro do seu gabinete com ar condicionado ou até alguém que por lá passe para progressão da carreira e nem queira a coisa complicada.
Pois, que a verdadeira complexidade trás responsabilidades acrescidas (Espero estar a seu mauzinho suficiente)
Imagino um capitão de fragata de um nosso NPO e o mesmo posto numa Fragata a sério lá fora. Cá uma fragata a sério tinha de ser um contra almirante ou até dois a fazerem binómio.

Custam cinquenta e tal milhões, mas e qual o problema de custarem 80 ou 90 e serem algo credível?
Faziam menos, cortem em dois ou três,...ou quatro. Com sorte isso era uma felicidade, para daqui menos de 10 anos se pensar num modelo adequado, já até numa linha modelar. Assim como assim os próximos dois está difícil de começarem e pelo andar da coisa quatro só daqui a dez anos..

E como o assunto não é tanto NPO, os Navios de superfície tipo fragatas fazem falta, basta olhar aos que existem.
Também em termos de submarinos, se fosse o caso, me faz mais sentido então a opção de três iguais, para rotação em vez de diferentes modelos e complicar logística.

Quanto aos NPO, é basicamente isso. Equipá-los com o suficiente para que possam desempenhar as suas missões em segurança e de forma eficiente. Não há que inventar muito, até porque os sistemas que fazem falta, são de fácil instalação.

Quanto aos submarinos extra, de facto comprar mais agora, não seria uma prioridade (tendo em conta o estado de tudo o resto). Mas num mundo ideal, teríamos sim 4. Também não vejo a lógica de terem sido mencionados os submarinos "costeiros", já que a grande maioria da nossa área marítima é, precisamente, alto mar.

Depois as fragatas, é um problema que se arrasta e pelo andar da carruagem vai continuar a arrastar por mais 10 anos, em que querem manter as actuais a navegar com remendos, em vez de optar, ou por um MLU a sério, ou desde logo pela sua substituição.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #839 em: Novembro 22, 2020, 02:42:01 pm »
Faz o que digo, não faças o que eu faço, ou o mais puro exercício de cinismo deste governo

O duplo uso nas Forças Armadas: o caso da Marinha portuguesa
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/21-nov-2020/o-duplo-uso-nas-forcas-armadas-o-caso-da-marinha-portuguesa-13055151.html

Estes meses de pandemia trouxeram múltiplos novos desafios às Forças Armadas. Desafios imponderáveis, porque não se podia imaginar os contornos exatos daquilo que nos trouxe o ano de 2020. Contudo, por maior que fosse o grau de imprevisibilidade da covid-19, não seria inconcebível que Portugal (ou, neste caso, o mundo inteiro) sofresse uma emergência civil de algum tipo, e para isso as Forças Armadas estão permanentemente atentas e preparadas. O duplo uso - civil e militar - das Forças Armadas representa assim uma forma de darmos eficácia à resposta pública a crises civis e eficiência ao necessário investimento nos nossos meios de defesa. É um serviço público que se manifesta de formas diferentes consoante as necessidades.

Como sempre, entram aqui em jogo duas componentes: os meios humanos e os equipamentos. Comecemos pelo mais importante ativo para o duplo uso das Forças Armadas: os meios humanos. Treinados, organizados e preparados para o mais complexo dos cenários, que é a guerra, os militares facilmente se adaptam a outros cenários de atuação, como por exemplo catástrofes naturais ou outras emergências, de forma sempre devidamente enquadrada.

É nesse enquadramento que reside uma outra capacidade de duplo uso comum aos três ramos das Forças Armadas: o comando e controlo. Capazes de planear para a resolução de problemas complexos, as Forças Armadas desenvolveram processos de raciocínio padronizados que aceleram as respostas aos problemas que lhes são colocados, fazendo uso de equipamentos de comunicações e sistemas de informação adaptados de cenários de guerra, e que por essa razão são altamente resilientes.

Quando se aprovou em 2019 a Lei de Programação Militar (LPM), com a mais ampla maioria parlamentar de sempre, consagrou-se o princípio de procurar, sempre que possível, equipamentos com potencial de duplo uso, militar e civil. Deste modo, a par do compromisso com a utilização da LPM para o investimento na economia nacional, assegura-se que os indispensáveis meios militares sirvam para numerosos objetivos de natureza civil. Importa referir que os navios da Marinha são concebidos, desde o início, com o objetivo de potenciar uma utilização dual, possibilitando respostas militares e não militares, alargando, assim, o respetivo leque de opções de emprego.

O quotidiano das nossas Forças Armadas passa, desde há muito, pelo apoio a outras instituições. No mar, próximo e mais longínquo, a Marinha, para além das suas missões militares, patrulha os espaços marítimos e executa anualmente inúmeras missões de busca e salvamento, em estreita colaboração com a Força Aérea. Está sempre atenta a questões de natureza ambiental ou criminal, desde derrames de combustíveis à pesca ilegal ou ao tráfico de estupefacientes. A Marinha dispõe ainda de uma impressionante tecnologia embarcada nos seus submarinos que permite uma grande capacidade de conhecimento situacional em espaços muito amplos, o que naturalmente amplia o seu campo de intervenção, não se limitando apenas a questões de natureza militar. O trabalho hidrográfico da Marinha é igualmente polivalente e representa um ativo nacional de enorme valor económico para o país.

O exercício da autoridade do Estado no mar exige que as capacidades do Estado sejam devidamente articuladas, entre si e entre instituições, algo que acontece com grande regularidade e naturalidade. A título de exemplo, a coordenação com a Polícia Judiciária é necessariamente discreta, mas intensa e profícua: desde 2018 a Marinha desenvolveu 18 ações no mar com a PJ, que resultaram na apreensão de mais de 16 toneladas de haxixe e de cocaína, com um valor de mercado de várias centenas de milhões de euros.

Convém notar que o duplo uso dos meios da Marinha é fortemente potenciado pela interoperabilidade dos meios e pela coordenação operacional e estratégica que existe através da cadeia de comando. Ou seja, não é apenas a existência de um determinado equipamento, que pode ser utilizado para fins não militares, que dá relevância de duplo uso às Forças Armadas. Essa relevância resulta sobretudo da aplicação desses equipamentos num quadro em que estão relacionados com outros meios, e em que há um comando coerente, dotado de uma doutrina clara em termos estratégicos e operacionais.

Subjacente ao duplo uso dos meios estão diversas sinergias. Na formação dos recursos humanos, por exemplo, o mais importante dos recursos das Forças Armadas. E naturalmente também em toda a cadeia logística, incluindo nos processos de aquisição e construção, na manutenção e no abastecimento. Destas sinergias resultam diversas economias de escala e alicerces profundos, estabelecidos ao longo de muitos anos.

Exemplo paradigmático da importância do duplo uso e das sinergias por este permitidas é a Autoridade Marítima. A utilização dos recursos humanos e materiais da Marinha por esta Autoridade permite-lhe aproveitar sinergias, que na sua raiz têm o princípio do duplo uso. Sabendo que as Marinhas não se improvisam, os séculos de experiência e sabedoria acumulada da Marinha oferecem confiança e criam as condições para que a autoridade do Estado português se possa exercer em todos os espaços marítimos nacionais (quando apropriado, em conjugação com a Força Aérea e com outras entidades do Estado em função da matéria) e também no alto-mar.

Neste momento está em curso um importante processo de reforço das capacidades da Marinha, nomeadamente com a aquisição de seis navios patrulha oceânicos (NPOs) conforme previsto na Lei de Programação Militar. Estes seis NPOs, que se juntarão aos quatro que nesta última década saíram dos estaleiros de Viana do Castelo, darão ao país uma capacidade para defender e promover os seus múltiplos interesses no mar, combinando valências militares e não militares. Simultaneamente, este projeto permitirá ainda potenciar a inovação e o desenvolvimento, sem os quais não é possível aproveitar todas as potencialidades que o mar nos oferece.

É sem dúvida dispendioso ter uma Marinha, mas através da sua adequação para missões tanto de caráter militar como não militar tira-se pleno proveito das suas capacidades e transforma-se todos os anos o investimento em retorno para o país.
Ministro da Defesa Nacional

---------------------------
Depois deste arrazoado todo aonde está o NPL para dar resposta a catástrofes nos pontos mais distantes do território nacional. Lembro que o território do País é descontínuo.  É só parra e nada de uvas.

Cito:
"O exercício da autoridade do Estado no mar exige que as capacidades do Estado sejam devidamente articuladas, entre si e entre instituições"
"Exemplo paradigmático da importância do duplo uso e das sinergias por este permitidas é a Autoridade Marítima. A utilização dos recursos humanos e materiais da Marinha por esta Autoridade permite-lhe aproveitar sinergias, que na sua raiz têm o princípio do duplo uso".

É isso que não  está a ser feito com a compra pela GNR de uma lancha oceânica e a consequente duplicação da formação dos tripulantes no estrangeiro. Chamo a isto esbanjar dinheiro.

Cumprimentos

Vamos a ver se chego aos 400 até ao fim do ano. Vou fazer por isso.
« Última modificação: Novembro 22, 2020, 02:43:37 pm por zawevo »
 
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