A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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typhonman

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #840 em: Novembro 28, 2020, 04:55:23 pm »
Vejam o vídeo que postei do Guterres em 2001..


Nota-se perfeitamente que os políticos não estão a vontade quando se fala em gastar dinheiro com as FA, o reequipamento não dá votos.


A única maneira de termos LPD, AOR e fragatas modernas, é serem construídos em Viana, com um parceiro, Euronaval, ThyssenKrup etc.


O paradigma é este e mesmo assim difícil de alcançar.
Talent de rien fair
 

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Red Baron

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #841 em: Novembro 28, 2020, 05:20:03 pm »
Só palavras ocas.

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Há uma unanimidade em Portugal sobre a importância do mar para o nosso desenvolvimento sustentado. Além disso, a nossa posição arquipelágica é uma plataforma muito valiosa em termos securitários.

Unanimidade teórica, já que olhando para o estado da Marinha e também da construção naval nacional, percebe-se que não dão assim tanta importância ao mar. A vontade de assegurar a defesa desse mar então, nota-se que é mínima.

Nos últimos anos tem sido um grande esforço para equipar a Marinha, a maior parte dos valores das LPM vai sempre para a Marinha.

O problema é o que foi feito depois do 25 Abril e o desinvestimento que ouve, reequipar uma Marinha é muito caro. Ainda mais uma que quer fazer tudo e tem uma pirâmide invertida(pessoal) insustentável.
 

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zawevo

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #842 em: Novembro 28, 2020, 06:17:31 pm »
Continuando com as lanchas para a GNR. O direito ao contraditório.

Novas lanchas da GNR: polémica em tons de Guerra-Fria
Major-General Agostinho Costa Ex-Segundo Comandante da GNR

https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/novas-lanchas-da-gnr-polemica-em-tons-de-guerra-fria-13070425.html

Poucos temas despertam tanta emoção em Portugal como a nossa relação com o mar. Somos um país da frente marítima da Europa e foi através dos oceanos que edificamos um império, tendo as navegações dos portugueses sido determinantes para a afirmação do continente europeu no mundo. Fomos pioneiros da globalização, centrada no comércio de especiarias do extremo oriente, escravos do continente africano e açúcar do Brasil. A superioridade tecnológica na construção naval e o controlo dos estreitos de Malaca, Ormuz e Bab-el-Mandeb garantiram-nos o domínio do oceano Índico durante um século e definimos as bases da estratégia marítima. Fomos precursores e defensores do mare clausum e do direito de passagem inofensiva de embarcações num mar que dividimos com a Espanha em partes iguais no Tratado de Tordesilhas, legitimados pela autoridade internacional da época - o Vaticano.

Se o ambiente marítimo continua determinante no nosso imaginário, moldando a nossa identidade como povo e sendo um elemento consensual na nossa perspetiva para o futuro, representa igualmente um papel importante no presente, em domínios que vão da economia ao ambiente e à segurança nacional. É no prisma da segurança nacional que iremos reter a nossa atenção, relativamente aos desafios que se colocam no mar e ao papel reservado aos diferentes atores, atenta a natureza das ameaças e riscos colocados pelo ambiente de segurança deste primeiro quartel do século XXI. Portugal e a União Europeia confrontam-se com um ambiente de segurança complexo. Das ameaças à segurança interna identificadas na Agenda Europeia sobre Segurança, respetivamente, o terrorismo, o crime organizado transnacional e o cibercrime, as duas primeiras tiram partido do ambiente marítimo como meio para atingirem os seus desígnios.

O tráfico de seres humanos, com os dramas que lhe estão associados, que as redes de imigração ilegal exploram e os grupos de terrorismo ligados ao Daesh procuraram tirar partido para levarem a cabo a sua estratégia de confrontação global. As redes de tráfico de estupefacientes, com origens no continente sul-americano e na Ásia Central, ou que operam a partir de pontos de apoio no continente africano, bem como as redes de produtos contrafeitos e outras formas de tráfico que tiram partido da liberdade de circulação permitida pela economia globalizada, todos, em maior ou menor grau, empregam rotas marítimas para acesso à União Europeia.

Portugal, pela sua posição geográfica, apresenta condições para se constituir num hub para este tipo de tráfico. O volume de droga apreendida, quer ao largo do território nacional, quer nas águas territoriais como na própria costa, em particular no Sul do território nacional, são disso prova evidente. Por outro lado, os recentes episódios de embarcações que têm dado à costa algarvia com migrantes a bordo, indiciam o embrião de uma rota dirigida para o território português que, a par da atual situação na vizinha Espanha, nomeadamente no arquipélago das Canárias, é uma questão a ponderar.

São diversificadas e preocupantes as questões de segurança que envolvem a fronteira marítima do nosso país, com a particularidade de ser também fronteira externa da União Europeia. Um dos efeitos emergentes da crise migratória de 2015 e dos graves incidentes de segurança que ocorreram por toda a UE durante esse período, foi a decisão de transformar a Agência Europeia Frontex numa Guarda Europeia de Fronteiras e Costeira. A prioridade que lhe foi conferida está bem espalhada no respetivo orçamento, que em 2005 foi de €19M, em 2015 de €141M, em 2016 de €254M e sempre em crescendo até ao corrente ano de 2020, com um orçamento de €460M.

Vai ser dotada de um corpo permanente que contará com cerca de 10.000 operacionais em 2027. Será composto por elementos da Frontex e por pessoal destacado pelos Estados-Membros por períodos de curta e de longa duração, para além de uma reserva de reação rápida. Integra também o Sistema Europeu de Vigilância das Fronteiras (EUROSUR), que assegura uma perceção integrada da situação na fronteira externa da UE.

Em Portugal o controlo de fronteiras é da responsabilidade do Ministério da Administração Interna, contando para o efeito com um serviço especializado para controlo de pessoas, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), dirigido para a gestão dos pontos de entrada em território nacional e das bases de dados relativas a estrangeiros. Outro para a vigilância de fronteiras, a Guarda Nacional Republicana (GNR), incumbida de alojar e operar o Centro Nacional de Coordenação do EUROSUR, bem como de gerir e operar o Sistema Integrado de Vigilância, Comando e Controlo (SIVICC).

A Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR assegura missões no mar desde os tempos em que era Serviço Marítimo da Guarda Fiscal. Esta polícia foi criada em 1886 na sequência de uma reforma dos serviços alfandegários, tendo sido posicionada ao longo da costa e da fronteira com Espanha. Foi ainda criado um corpo de investigação fiscal dedicado às tarefas de investigação da fraude alfandegária e fiscal. A UCC e a Unidade de Ação Fiscal consubstanciam assim a herança destas capacidades policiais, integradas na GNR após a fusão com a Guarda Fiscal. Já então a GF dispunha de embarcações com capacidade oceânica, para o cumprimento da sua missão.

Não constitui assim facto inédito a UCC ser equipada com um Coastal Patrol Vessel e três Coastal Patrol Boats, o primeiro (o Bojador) a realizar presentemente provas de mar. Irão reforçar a capacidade existente das 12 lanças de vigilância e interceção, 8 lanchas de fiscalização de águas interiores e todo o sistema SIVICC, com os seus 20 radares fixos e oito móveis posicionados ao longo da costa e interoperáveis com um sistema idêntico do país vizinho.

O Bojador da GNR vai integrar-se, através do SIVICC e do EUROSUR, num sistema de sistemas da UE, algo não permitido a um navio de guerra com um elemento da PJ ou do SEF embarcado.

Acresce que este facto não é motivo de acrimónia entre a GNR e a Marinha, mais empenhadas em articular esforços do que em fomentar guerrilhas institucionais.

O ruído que se fez sentir sobre este assunto, tem origem em putativos opinion makers e argumentos próprios da realidade securitária da guerra fria, numa visão do sistema de segurança nacional a preto e branco e de soma zero. Ignoram, ou omitem, que a aquisição destes meios só é possível através do Fundo de Segurança Interna, para o qual as forças armadas não são elegíveis.

Existem presentemente outras janelas de oportunidade para financiamento de capacidades militares no quadro da UE, através do Fundo Europeu de Defesa e da Cooperação Estruturada Permanente, entre outros, dos quais as Forças Armadas em geral e a Marinha em particular, saberão tirar partido com idêntico propósito. Portugal precisa de uma Marinha capaz de dar resposta às inúmeras missões de soberania que lhe estão cometidas.

Aqueles que bradam contra a capacidade marítima da GNR, sabem também que uma vulnerabilidade neste domínio é fator de alarme social e de quebra de prestígio de Portugal junto dos seus pares da UE, para além de uma porta aberta para soluções onde poderemos deixar de ser os sujeitos principais. Como lenitivo, parece pertinente lembrar a estrofe de Fernando Pessoa, do poema mar Português da Mensagem: "Quem quer passar além do Bojador, tem que passar além da dor".

Comentário no FB de Carlos Teixeira Moreira sobre este texto:
A ‘visão’ de quem pretende justificar o injustificável, recorrendo até aos argumentos que reificam a corrupção: “esta fonte de financiamento é para nós, esperem que a fonte de financiamento para a Marinha, já aí vem”.
Nada nesta opinião apresenta dados objetivos que justifiquem a eficiência do sistema de autoridade do Estado, no mar territorial. Nada explica onde vai buscar o dinheiro, eficiência pública, sobre os 2/3 de custos que o ciclo de vida dos meios vão custar a tod@s nós. Nem uma linha sobre onde será realizada a manutenção planeada, nem em quais cais ficarão aportadas. Nem um pequeno esboço sobre a sustentabilidade no emprego operacional de três ou quatro meios na costa portuguesa, regiões autónomas e fronteiras europeias.
Num momento em que ouvimos falar de esquadras fechadas, em que as FA são chamadas a apoiar a ANEPC e ECNF (pandemia, fogos e defesa da floresta), temos uma GNR com mais efetivos globais que essas FA. Uma GNR que, no quadro de novo dispositivo de segurança interna, deixou os grandes centros urbanos para a PSP, possui mais efetivos em Lisboa que o Comando Metrepolitano de Lisboa (PSP).
Eficiência é a palavra que se exige seja cumprida pelo Estado.
« Última modificação: Novembro 28, 2020, 06:23:39 pm por zawevo »
 

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LM

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #843 em: Novembro 28, 2020, 11:09:52 pm »
Repito, a MGP (guerra) que se deixe se preocupar com "navios de deslocamento inferior a 200 toneladas e comprimento inferior a 35 metros" que tem bastante que se preocupar com os maiores que estes... apoie a GNR se ela ficar com as lanchas, em caso de guerra que fique com o comando operacional; de resto tem muito que fazer com patrulhas, fragatas, etc - até tentar que estejam armados e não confiar apenas na sua pintura de "navio militar".
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #844 em: Novembro 29, 2020, 11:47:18 am »
Só palavras ocas.

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Há uma unanimidade em Portugal sobre a importância do mar para o nosso desenvolvimento sustentado. Além disso, a nossa posição arquipelágica é uma plataforma muito valiosa em termos securitários.

Unanimidade teórica, já que olhando para o estado da Marinha e também da construção naval nacional, percebe-se que não dão assim tanta importância ao mar. A vontade de assegurar a defesa desse mar então, nota-se que é mínima.

Nos últimos anos tem sido um grande esforço para equipar a Marinha, a maior parte dos valores das LPM vai sempre para a Marinha.

O problema é o que foi feito depois do 25 Abril e o desinvestimento que ouve, reequipar uma Marinha é muito caro. Ainda mais uma que quer fazer tudo e tem uma pirâmide invertida(pessoal) insustentável.

Valores esses na LPM que nunca foram cumpridos, porque se tivessem sido, neste momento não haveria debate nenhum sobre lanchas da GNR porque não só não haveria navios da Armada sem manutenção à 10 anos, e já tinhas todos os NPO em serviço, mais uma parte das LFC (e não os Tejo), tinha o MLU (a sério) das fragatas concluído, um LPD e um AOR. A verba até podia estar na LPM, mas se não foi aplicada, não se pode dizer que a Marinha foi alvo desse investimento.
 

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Luso

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #845 em: Novembro 29, 2020, 02:49:34 pm »
FCosta:
- chô!
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 
Os seguintes utilizadores agradeceram esta mensagem: typhonman, NVF, tenente

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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #846 em: Novembro 29, 2020, 04:41:08 pm »
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Portugal (M Euros) 2,457 2,263 2,384 2,364 2,424 2,750 2,946 3,191

Esses números batem mesmo certo com a realidade. 16,6% daqueles 3191 milhões do ano de 2020, para equipamento, dava 529 milhões! E agora pergunto, e afirmo já que era um luxo termos 500 milhões anuais em equipamento para gastar, onde é que em 2020 se gastou esse dinheiro? Claro está, não se gastou. A própria LPM previa para 2020 uma despesa de 315 milhões (agora é pensar quantos programas foram adiados devido ao Covid). O dinheiro foi todo para máscaras só pode.
 

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typhonman

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #847 em: Novembro 29, 2020, 04:52:07 pm »
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tenente

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mafets

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #849 em: Novembro 29, 2020, 07:59:12 pm »
Só palavras ocas.

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Há uma unanimidade em Portugal sobre a importância do mar para o nosso desenvolvimento sustentado. Além disso, a nossa posição arquipelágica é uma plataforma muito valiosa em termos securitários.

Unanimidade teórica, já que olhando para o estado da Marinha e também da construção naval nacional, percebe-se que não dão assim tanta importância ao mar. A vontade de assegurar a defesa desse mar então, nota-se que é mínima.

Nos últimos anos tem sido um grande esforço para equipar a Marinha, a maior parte dos valores das LPM vai sempre para a Marinha.

Onde? Tirando 4 NPO e 2 M foi comprado o que? (sf300 foi uma piada).  ??? ???

Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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tenente

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #850 em: Novembro 29, 2020, 08:02:52 pm »
Só palavras ocas.

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Há uma unanimidade em Portugal sobre a importância do mar para o nosso desenvolvimento sustentado. Além disso, a nossa posição arquipelágica é uma plataforma muito valiosa em termos securitários.

Unanimidade teórica, já que olhando para o estado da Marinha e também da construção naval nacional, percebe-se que não dão assim tanta importância ao mar. A vontade de assegurar a defesa desse mar então, nota-se que é mínima.

Nos últimos anos tem sido um grande esforço para equipar a Marinha, a maior parte dos valores das LPM vai sempre para a Marinha.

Onde? Tirando 4 NPO e 2 M foi comprado o que? (sf300 foi uma piada).  ??? ???

Cumprimentos

e há quantos anos foram os Tejo comprados ???
Há cinco !

Abraços
 

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nelson38899

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #851 em: Novembro 29, 2020, 08:58:07 pm »
Só palavras ocas.

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Há uma unanimidade em Portugal sobre a importância do mar para o nosso desenvolvimento sustentado. Além disso, a nossa posição arquipelágica é uma plataforma muito valiosa em termos securitários.

Unanimidade teórica, já que olhando para o estado da Marinha e também da construção naval nacional, percebe-se que não dão assim tanta importância ao mar. A vontade de assegurar a defesa desse mar então, nota-se que é mínima.

Nos últimos anos tem sido um grande esforço para equipar a Marinha, a maior parte dos valores das LPM vai sempre para a Marinha.

Onde? Tirando 4 NPO e 2 M foi comprado o que? (sf300 foi uma piada).  ??? ???

Cumprimentos

e há quantos anos foram os Tejo comprados ???
Há cinco !

Abraços

Tenente só podes estar a gozar comigo e as inúmeras medalhas, não contam?
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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tenente

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #852 em: Novembro 29, 2020, 09:17:09 pm »
Só palavras ocas.

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Há uma unanimidade em Portugal sobre a importância do mar para o nosso desenvolvimento sustentado. Além disso, a nossa posição arquipelágica é uma plataforma muito valiosa em termos securitários.

Unanimidade teórica, já que olhando para o estado da Marinha e também da construção naval nacional, percebe-se que não dão assim tanta importância ao mar. A vontade de assegurar a defesa desse mar então, nota-se que é mínima.

Nos últimos anos tem sido um grande esforço para equipar a Marinha, a maior parte dos valores das LPM vai sempre para a Marinha.

Onde? Tirando 4 NPO e 2 M foi comprado o que? (sf300 foi uma piada).  ??? ???

Cumprimentos

e há quantos anos foram os Tejo comprados ???
Há cinco !

Abraços

Tenente só podes estar a gozar comigo e as inúmeras medalhas, não contam?

Se calhar, foram adquiridas com as verbas das LPM's durante estes anos todos.... :mrgreen:

 

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PereiraMarques

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #853 em: Dezembro 03, 2020, 02:47:05 am »
Citar
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 4 de novembro de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 29 de maio de 2020, pelo 22286 Capitão-de-mar-e-guerra FZ ROGÉRIO PAULO FIGUEIRA MARTINS DE BRITO, Comandante da Escola de Fuzileiros, ao 304898 Cabo FZ LUÍS ANTÓNIO VENTURA JAMBAS, o qual se publica:
Ao entregar o cargo de Comandante da Escola de Fuzileiros (EF), cumpre-me reconhecer publicamente o incansável trabalho que o 304898 Cabo FZ LUÍS ANTÓNIO VENTURA JAMBAS vem realizando na área da conservação e restauro, enquanto elemento da Seção de Manutenção Geral, do qual tem resultado uma excelente imagem da Unidade e um grande prestígio para a Marinha.
A limpeza diária da Unidade, a conservação dos espaços verdes e as várias obras de intervenção de 1.º escalão, são operações contínuas e infindáveis, atendendo à extensão de área que a EF ocupa (65 ha) e à degradação geral do seu edificado (com algumas infraestruturas que datam do século XIX), facto que obriga a uma permanente disponibilidade e elevada dedicação a quem tem responsabilidades pela manutenção. O Cabo Jambas, pela sua condição de asilante mas, também, por ser um militar muito
responsável, voluntarioso, disciplinado e com elevado espírito de cooperação, forte determinação e zelo pelo serviço, vem garantindo que este esforço por manter a Unidade em bom estado de apresentação e funcionamento, pareça uma ação natural e simples, sem o ser.
Entre as várias intervenções em que esteve envolvido, devo destacar a sua contribuição para a modernização constante do Museu do Fuzileiro, incluindo a preparação do espaço onde foi instalada a loja; a limpeza e manutenção ao Monumento do Fuzileiro, a reorganização do Mural e a preparação do local onde foi colocado o Monumento aos Mais Jovens Combatentes, numa das áreas mais nobres desta Unidade; a remodelação da coberta n.º 1 do Batalhão de Instrução; a reparação das redes danificadas por ação da tempestade ANA, em dezembro de 2017; a pintura de vários edifícios e do muro da Unidade.
Foi, igualmente, um elemento fulcral na preparação e aprontamento da Unidade, em vários momentos e dias importantes para esta Escola, designadamente nas cerimónias de Juramento de Bandeira, Imposição de Boinas, Dia do Fuzileiro e nas visitas de altas
entidades, realçando-se com particular incidência, a sua prestimosa ação na manutenção e no cuidado dos espaços verdes, mas, também, no reforço da segurança e das equipas de protocolo em outras tantas efemérides e eventos, a maioria ocorrendo durante os períodos de fim-de-semana. O seu desempenho, eficaz e persistente, teve igualmente relevância no apoio que prestou à ANEPC, integrando várias equipas de Fuzileiros na vigilância, prevenção e rescaldo de incêndios florestais, no âmbito do Plano HEFESTO.
Assim, ao abrigo do n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, é com enorme satisfação e sentido de justiça que louvo o 304898 Cabo FZ Luís António Ventura Jambas, pelo seu excecional e incansável desempenho que teve durante a minha ação de
comando na Escola de Fuzileiros, contribuindo significativamente para o prestígio e cumprimento da missão do Corpo de Fuzileiros, do Comando Naval e, consequentemente, da Marinha.

[...]

Medalha Militar da Cruz Naval – 4.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 6 de novembro de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea d) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 4.ª Classe, aos seguintes militares:
[...]
304898 Cabo FZ LUÍS ANTÓNIO VENTURA JAMBAS




------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 4 de novembro de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 7 de agosto de 2020, pelo 20485 Capitão-de-mar-e-guerra ANTÓNIO PEDRO FERREIRA MOREIRA,
Comandante da Escola de Tecnologias Navais, à 9300599 Cabo TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO, o qual se publica:
Após cumprir cerca de nove anos de serviço, vai destacar da Escola de Tecnologias Navais (ETNA), a 9300599 CAB TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO, onde desempenhou funções nas salas de refeições de sargentos, de praças, de paioleiro, de encarregada da messe de oficiais e, durante os últimos anos, de TFD às ordens do Comandante.
No desempenho das várias funções que ocupou durante a sua comissão, a CAB TFD Pacheco evidenciou ser possuidora de elevados conhecimentos técnico-profissionais, exemplar dedicação e um notável sentido de responsabilidades, qualidades essas que lhe
permitiram alcançar um desempenho meritório no controlo e gestão dos paióis de géneros, no serviço de mesa e no apoio aos inúmeros eventos protocolares oferecidos pelo Comandante da ETNA a entidades civis e militares com ligação à Marinha, destacando-se a visita de SEXA o Ministro da Defesa Nacional.
Militar dotada de extraordinária capacidade de trabalho, grande espírito de sacrifício e de bem servir, demonstrou, com solidez, uma grande disponibilidade e uma permanente vontade de bem-fazer, contribuindo decisivamente para o incremento e sustentação do
nível de desempenho das equipas que integrou.
De forma muito responsável e dedicada, a CAB TFD Pacheco, como impedida do Comandante da ETNA, demonstrou um excecional espírito de lealdade e de entrega, uma enorme disponibilidade, empenho, brio e competência no desempenho das tarefas que lhe
foram incumbidas, granjeando a confiança do seu Comandante.
A par das qualidades evidenciadas revelou ainda elevado espírito de cooperação, permanente boa disposição, disponibilidade para o trabalho, sentido de responsabilidade e de disciplina, qualidades que a referenciam como uma colaboradora merecedora da estima e consideração quer dos seus pares, quer de todos os elementos da guarnição.
Assim, é de inteira justiça e com especial agrado, que fazendo uso da competência que me é conferida pelo n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, louvo a 9300599 CAB TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO, pelo seu relevante desempenho e
pela forma como se dedicou ao serviço que, aliado às suas qualidades profissionais, técnicas e pessoais, contribuíram de forma significativa e relevante para o prestígio e cumprimento da missão da ETNA e, consequentemente, da Marinha.


Medalha Militar da Cruz Naval – 4.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 6 de novembro de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea d) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 4.ª Classe, aos seguintes militares:
[...]
9300599 Cabo TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #854 em: Dezembro 03, 2020, 09:17:24 am »
Citar
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 4 de novembro de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 29 de maio de 2020, pelo 22286 Capitão-de-mar-e-guerra FZ ROGÉRIO PAULO FIGUEIRA MARTINS DE BRITO, Comandante da Escola de Fuzileiros, ao 304898 Cabo FZ LUÍS ANTÓNIO VENTURA JAMBAS, o qual se publica:
Ao entregar o cargo de Comandante da Escola de Fuzileiros (EF), cumpre-me reconhecer publicamente o incansável trabalho que o 304898 Cabo FZ LUÍS ANTÓNIO VENTURA JAMBAS vem realizando na área da conservação e restauro, enquanto elemento da Seção de Manutenção Geral, do qual tem resultado uma excelente imagem da Unidade e um grande prestígio para a Marinha.
A limpeza diária da Unidade, a conservação dos espaços verdes e as várias obras de intervenção de 1.º escalão, são operações contínuas e infindáveis, atendendo à extensão de área que a EF ocupa (65 ha) e à degradação geral do seu edificado (com algumas infraestruturas que datam do século XIX), facto que obriga a uma permanente disponibilidade e elevada dedicação a quem tem responsabilidades pela manutenção. O Cabo Jambas, pela sua condição de asilante mas, também, por ser um militar muito
responsável, voluntarioso, disciplinado e com elevado espírito de cooperação, forte determinação e zelo pelo serviço, vem garantindo que este esforço por manter a Unidade em bom estado de apresentação e funcionamento, pareça uma ação natural e simples, sem o ser.
Entre as várias intervenções em que esteve envolvido, devo destacar a sua contribuição para a modernização constante do Museu do Fuzileiro, incluindo a preparação do espaço onde foi instalada a loja; a limpeza e manutenção ao Monumento do Fuzileiro, a reorganização do Mural e a preparação do local onde foi colocado o Monumento aos Mais Jovens Combatentes, numa das áreas mais nobres desta Unidade; a remodelação da coberta n.º 1 do Batalhão de Instrução; a reparação das redes danificadas por ação da tempestade ANA, em dezembro de 2017; a pintura de vários edifícios e do muro da Unidade.
Foi, igualmente, um elemento fulcral na preparação e aprontamento da Unidade, em vários momentos e dias importantes para esta Escola, designadamente nas cerimónias de Juramento de Bandeira, Imposição de Boinas, Dia do Fuzileiro e nas visitas de altas
entidades, realçando-se com particular incidência, a sua prestimosa ação na manutenção e no cuidado dos espaços verdes, mas, também, no reforço da segurança e das equipas de protocolo em outras tantas efemérides e eventos, a maioria ocorrendo durante os períodos de fim-de-semana. O seu desempenho, eficaz e persistente, teve igualmente relevância no apoio que prestou à ANEPC, integrando várias equipas de Fuzileiros na vigilância, prevenção e rescaldo de incêndios florestais, no âmbito do Plano HEFESTO.
Assim, ao abrigo do n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, é com enorme satisfação e sentido de justiça que louvo o 304898 Cabo FZ Luís António Ventura Jambas, pelo seu excecional e incansável desempenho que teve durante a minha ação de
comando na Escola de Fuzileiros, contribuindo significativamente para o prestígio e cumprimento da missão do Corpo de Fuzileiros, do Comando Naval e, consequentemente, da Marinha.

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Medalha Militar da Cruz Naval – 4.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 6 de novembro de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea d) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 4.ª Classe, aos seguintes militares:
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304898 Cabo FZ LUÍS ANTÓNIO VENTURA JAMBAS




------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 4 de novembro de 2020, foi considerado como dado por si próprio o louvor concedido, em 7 de agosto de 2020, pelo 20485 Capitão-de-mar-e-guerra ANTÓNIO PEDRO FERREIRA MOREIRA,
Comandante da Escola de Tecnologias Navais, à 9300599 Cabo TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO, o qual se publica:
Após cumprir cerca de nove anos de serviço, vai destacar da Escola de Tecnologias Navais (ETNA), a 9300599 CAB TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO, onde desempenhou funções nas salas de refeições de sargentos, de praças, de paioleiro, de encarregada da messe de oficiais e, durante os últimos anos, de TFD às ordens do Comandante.
No desempenho das várias funções que ocupou durante a sua comissão, a CAB TFD Pacheco evidenciou ser possuidora de elevados conhecimentos técnico-profissionais, exemplar dedicação e um notável sentido de responsabilidades, qualidades essas que lhe
permitiram alcançar um desempenho meritório no controlo e gestão dos paióis de géneros, no serviço de mesa e no apoio aos inúmeros eventos protocolares oferecidos pelo Comandante da ETNA a entidades civis e militares com ligação à Marinha, destacando-se a visita de SEXA o Ministro da Defesa Nacional.
Militar dotada de extraordinária capacidade de trabalho, grande espírito de sacrifício e de bem servir, demonstrou, com solidez, uma grande disponibilidade e uma permanente vontade de bem-fazer, contribuindo decisivamente para o incremento e sustentação do
nível de desempenho das equipas que integrou.
De forma muito responsável e dedicada, a CAB TFD Pacheco, como impedida do Comandante da ETNA, demonstrou um excecional espírito de lealdade e de entrega, uma enorme disponibilidade, empenho, brio e competência no desempenho das tarefas que lhe
foram incumbidas, granjeando a confiança do seu Comandante.
A par das qualidades evidenciadas revelou ainda elevado espírito de cooperação, permanente boa disposição, disponibilidade para o trabalho, sentido de responsabilidade e de disciplina, qualidades que a referenciam como uma colaboradora merecedora da estima e consideração quer dos seus pares, quer de todos os elementos da guarnição.
Assim, é de inteira justiça e com especial agrado, que fazendo uso da competência que me é conferida pelo n.º 2 do artigo 64.º do Regulamento de Disciplina Militar, louvo a 9300599 CAB TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO, pelo seu relevante desempenho e
pela forma como se dedicou ao serviço que, aliado às suas qualidades profissionais, técnicas e pessoais, contribuíram de forma significativa e relevante para o prestígio e cumprimento da missão da ETNA e, consequentemente, da Marinha.


Medalha Militar da Cruz Naval – 4.ª Classe
------- Por despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, de 6 de novembro de 2020:
O Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada faz saber que, nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 26.º, da alínea d) do n.º 1 do artigo 27.º e do n.º 3 do artigo 34.º, todos do Regulamento da Medalha Militar e das Medalhas Comemorativas das Forças Armadas,
aprovado pelo Decreto-Lei n.º 316/2002, de 27 de dezembro, concede a Medalha Militar da Cruz Naval de 4.ª Classe, aos seguintes militares:
[...]
9300599 Cabo TFD CARLA SOFIA RODRIGUES PACHECO

LINDO !|
Talent de rien fair