O Reapetrechamento da Marinha

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O Reapetrechamento da Marinha
« em: Setembro 17, 2018, 12:46:30 pm »
O Reapetrechamento da Marinha, ou o Reapetrechamento da marinha que não foi efectuado.
Este documento é de Março 2010 !

https://pt.scribd.com/document/166466213/Reapetrechamento-Naval-Novos-Projectos

Quantos Novos projectos estão aqui mencionados ?
Quantos é que se concretizaram?
Quantos é que se estão a concretizar?
E quantos é que já foram cancelados ??

Os Únicos projectos totalmente concretizados foram os da aquisição dos Tridente, e das Fragatas Bartolomeu Dias.
O flagrante falhanço da execução ou melhor da não execução dos MLU's para as cinco fragatas, que, conforme no documento é referido, deveriam ser IDÊNTICOS !

O enorme atraso nas construções dos NPO's de oito unidades previstas, apenas tem três, bem quase três, operacionais, oito anos depois, deste documento ter sido parido.

LFC projecto adiado  " Sine Die ".

Viaturas Blindadas Anfíbias Pandur, projecto cancelado.

NPL projecto adiado " Sine Die ", aguardemos a concretização da promessa do Sr Costa de o construir.

Acredite quem quiser mas essas promessas não passam disso, promessas nada mais.
A ver vamos quantos NPO's vamos ter no final, e no final refiro 2026, ou seja, dezasseis anos após a data deste documento, coisa pouca.

Total de projectos,  Sete.
Projectos Concretizados, dois.
Taxa de execução = 28,6% !!

PS : Claro que, segundo os nossos padrões de longevidade para os Navios da MdG, em 2010, era cedo para se equacionar a substituição do NRP Bérrio.

Abraços
« Última modificação: Setembro 17, 2018, 01:55:15 pm por tenente »
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #1 em: Setembro 18, 2018, 07:52:50 pm »
Somos um país de bananas, a somar aos políticos e certas chefias dos Estados Maiores...

Ainda se lembram que em 1997 estavam previstas 2 fragatas AAW?

Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

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tenente

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #2 em: Setembro 18, 2018, 08:53:03 pm »
« Última modificação: Setembro 18, 2018, 09:00:50 pm por tenente »
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #3 em: Setembro 18, 2018, 09:19:51 pm »
Não vale a pena estarmos aqui a preocupar-nos com o apetrechamento da Marinha (e não só), o que é preciso é 300 milhões de € em ciclovias, isso é que é importante.....
 :-\
 

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asalves

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #4 em: Setembro 19, 2018, 09:40:28 am »
300 milhões € em ciclovias dá depois para dizer que é o maior projeto europeu em ciclovias desde o inicio do milénio ou que graças ao governo Portugal tem a maior rede de ciclovias do mundo.

300 milhões € por 1 ou 2 navios não nos torna especiais em nada.  ;D ;D
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #5 em: Dezembro 30, 2018, 02:59:50 pm »
Estive a agora a ler a notícia do CM enquanto tomava o meu café, e fala na "perda da capacidade de fogo da Marinha, devido a decisão do governo em apostar no duplo uso".


Pontos a reter do artigo do CM :


-O governo ainda não deu aval ao grupo de trabalho da Marinha para proceder ao estudo da substituição das Vasco da Gama;


-A marinha, devido a não modernização das VdG já pensa em alternativas, nomeadamente, construção de fragatas de raíz, " já deveria estar em marcha" com custo unitário de 600 milhões ( FREEM ? ) ... Mas o mais certo é a inclusão do país num consórcio para dividir custos, (Bélgica e Holanda ? );


-Fragatas em 2º mão;


- Agora, fala-se no artigo em " para poupar e canalizar verbas para outros programas, o LPD poderá ser em 2º mão.




Agora pergunto eu:


-Quais os LPD disponíveis no mercado e que nos sirvam ? ;


-Quais as fragatas em 2º mão ASW ?, que nos podem ser úteis?;


-O consórcio Belga e Holandes contempla que tipo de fragata ?




https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/marinha-portuguesa-envelhecida-perde-poder-de-fogo
« Última modificação: Dezembro 30, 2018, 03:07:27 pm por typhonman »
Artigo 308º

Traição à Pátria

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #6 em: Dezembro 30, 2018, 04:37:15 pm »
Quanto ao nosso futuro NPL ser adquirido, em 2ª mão, lá vamos cometer mais uma argolada e possivelmente adquirir, mais um navio com quase trinta anos, a hipótese mais plausível e viável será, se olharmos para as últimas páginas do white paper das FFAA Holandesas, a data da substituição do Rotterdam, que se dará, por volta de 2029.
   
https://english.defensie.nl/organisation/navy/downloads/policy-notes/2018/03/26/defence-white-paper

Os Kiwis, também pensam em substituir o seu Canterbury, por um navio tipo Mistral, não sei onde irão arranjar guarnição, lá para finais da próxima década, e, sem ser estas duas supostas opções não estou a descortinar mais nenhuma hipótese de compra em 2ª mão. 

Não sei porque, antes de se pensar em adquirir um NPL, não se avança mas é para a construção do substituto do NRP Bérrio, esse navio sim, faz muitíssima falta á Marinha !
Não nos podemos esquecer do filme que está a decorrer sobre as pseudos modernizações dos Classe Tejo, que está a demorar bem mais tempo a concretizar que as construções de novos NPO's, o que é uma vergonha, e, que devia ajudar a decidir, quem tem o poder de decisão, por adquirir sempre navios Novos ao invés de perdermos tempo e dinheiro quando compramos a sucata que outros não querem !

Temos de aprender com os erros cometidos quanto ás aquisições de navios em 2ª mão, e começar de uma vez por todas, a investir na indústria de construção Naval Militar, de duplo ou até triplo uso, mas de uma vez por todas !

O problema está no investimento que só acontece esporadicamente, quando tem de ser anual, e, nas "comissões/luvas" que alguns ganham com estas aquisições espontâneas, tais são as necessidades que a MdG tem de novos meios Navais, quando digo Novos é mesmo novos, a estrear, nada de carcaças já com vinte e mais anos.

Quanto ás supostas novas Fragatas, partindo do pressuposto que vamos continuar a comprar no mercado em 2ª Mão, e continuando no WP da Marinha Holandesa, até porque não só somos clientes antigos, mas, como, juntamente com a Bélgica, a Holanda planeia não só substituir as "M", que diga-se, pela sua já avançada idade, não servem os interesses da MdG, a partir de 2024, mas e, principalmente porque a data para substituição das Defense and Command frigates, vai acontecer , daqui a dez anos  2029, e, não, sem antes, a partir do ano que vem, estar planeado iniciar um MLU ás ditas de Zeven Provincien, e, que, graças a Deus que nada terá a ver com as "Lipoaspirações " efectuadas ás fragatas Lusas Classe Bartolomeu Dias.

Estas duas hipóteses, bem, na realidade apenas a última teria algum interesse para nós, estarão, quanto a mim, desadequadas ás necessidades da MDG no que diz respeito aos meios de combate de superfície, por uma questão de idade, classe M, e por uma questão de guarnições, e, outros candidatos, caso do Chile, para a compra das de Zeven Provincien.

Se pensarmos em unidades novas, o consórcio Belgo/Holandês para a construção das novas " M" , que será a o tipo/modelo de fragata a adquirir, por Portugal, visto os nossos recursos serem tão parcos, oferece um tipo de navio com uma guarnição reduzida, comparada com as das actuais "M", mas, no entanto, o seu custo revela-se algo dispendioso, por volta dos 700 milhões/unidade:

https://www.janes.com/article/80368/belgium-approves-m-frigate-replacement

https://marineschepen.nl/schepen/nieuwe-fregatten-2023.html




Temos, como mencionaste a opção FREMM, por cerca de 600 milhões/unidade, mas, como somos uns pelintras penso que, a comprar novo, iremos escolher, a fragata tipo 31, que irá equipar, PARCIALMENTE, a RN, a RCN e, a RAN, e cujo custo/unidade andará á volta dos 250 milhões £ cerca de 300 milhões euros.

https://en.wikipedia.org/wiki/FREMM_multipurpose_frigate



 https://en.wikipedia.org/wiki/Type_31_frigate

https://www.savetheroyalnavy.org/type-31e-frigate-competition-restarted/



NO caso de optarmos por unidades novas, a opção que eu prefiro, dever-se-ia negociar a sua construção em Estaleiros Nacionais !

Abraços

« Última modificação: Dezembro 30, 2018, 04:56:27 pm por tenente »
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #7 em: Dezembro 30, 2018, 04:50:02 pm »
Quanto ao nosso futuro NPL ser adquirido, em 2ª mão, lá vamos cometer mais uma argolada e possivelmente adquirir, mais um navio com quase trinta anos, a hipótese mais plausível e viável será, se olharmos para as últimas páginas do white paper das FFAA Holandesas, a data da substituição do Rotterdam, que se dará, por volta de 2029.
   
https://english.defensie.nl/organisation/navy/downloads/policy-notes/2018/03/26/defence-white-paper

Os Kiwis, também pensam em substituir o seu Canterbury, por um navio tipo Mistral, não sei onde irão arranjar guarnição, lá para finais da próxima década, e, sem ser estas duas supostas opções não estou a descortinar mais nenhuma hipótese de compra em 2ª mão. 

Não sei porque, antes de se pensar em adquirir um NPL, não se avança mas é para a construção do substituto do NRP Bérrio, esse navio sim, faz muitíssima falta á Marinha !
Não nos podemos esquecer do filme que está a decorrer sobre as pseudos modernizações dos Classe Tejo, que está a demorar bem mais tempo a concretizar que as construções de novos NPO's, o que é uma vergonha!

Temos de aprender com os erros cometidos quanto ás aquisições de navios em 2ª mão, e começar de uma vez por todas, a investir na indústria de construção Naval Militar, de duplo ou até triplo uso de uma vez por todas, o problema está no investimento que tem de ser anual, e, nas "comissões/luvas" que alguns ganham com estas aquisições espontâneas, tais são as necessidades que a MdG tem novos meios Navais, quando digo Novos é mesmo novos, a estrear, nada de carcaças já com vinte e mais anos.

Quanto ás supostas novas Fragatas, partindo do pressuposto que vamos continuar a comprar no mercado em 2ª Mão, e continuando no WP da Marinha Holandesa, até porque não só somos clientes antigos, mas, juntamente com a Bélgica, a Holanda planeia não só substituir as "M", que não servem os interesses da MdG,  a partir de 2024, mas e, principalmente porque a data para substituição das Defense and Command frigates, vai acontecer daqui a dez anos, 2029, e, não sem antes, a partir do ano que vem, estar planeado um MLU ás de Zeven Provincien, e, que, graças a Deus que nada tem a ver com as "Lipoaspirações " efectuadas ás fragatas Lusas Classe Bartolomeu Dias.
Estes duas hipóteses, na realidade apenas a última terá algum interesse, estarão quanto a mim, desadequadas ás necessidades da MDG no que diz respeito aos meis de combate de superficie.

Se pensarmos em unidades novas, o consórcio Belgo/Holandês para a construção das novas " M" , que será a o tipo/modelo de fragata a adquirir, por Portugal, visto os nossos recursos serem tão parcos, oferece um tipo de navio com uma guarnição reduzida, comparada com as das actuais "M", no entanto, o seu custo revela-se algo dispendioso, por vota dos 700 milhões/unidade:

https://www.janes.com/article/80368/belgium-approves-m-frigate-replacement

https://marineschepen.nl/schepen/nieuwe-fregatten-2023.html

Temos, como mencionaste a opção FREMM, por cerca de 600 milhões/unidade, mas, como somos uns pelintras penso que iremos tombar, a comprar novo, pela fragata tipo 31, que irá equipar a RN, a RCN e, a RAN, e cujo custo/unidade andará á volta dos 250 milhões £ cerca de 300 milhões euros.

 https://en.wikipedia.org/wiki/Type_31_frigate

https://www.savetheroyalnavy.org/type-31e-frigate-competition-restarted/

NO caso de optarmos por unidades novas, a opção que eu prefiro, dever-se-ia negociar a sua construção em Estaleiros Nacionais !

Abraços




Concordo com a sua opinião,

Quanto aos LPD, os Foudre já "foram", o HMS Ocean, também já assim como os 2 Mistral, que foram parar ao Egipto.

As hipóteses que vejo é o Rotterdam e que a RN, queira vender um Albion ( tripulação na ordem dos 300 elementos).

Relativamente as fragatas "novas", tempos as TYPE 26, as TYPE 31 (mais fracas) as FREEM e temos ainda as MEKO A-200, agora é uma questão de discutir capacidades e sobretudo preços...

Ainda relativamente a notícia, parece que não há dinheiro para o simulador do Lynx...


Um projeto que poderia ser feito por cá em conjunto com a DCNS BPC 140.


http://bpcmistral.free.fr/bpceuronaval2008c.JPG

« Última modificação: Dezembro 30, 2018, 05:05:00 pm por typhonman »
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #8 em: Dezembro 30, 2018, 08:13:27 pm »
Essa do "elevado poder de fogo" concentrado apenas nas duas fragatas da classe BD dá-me vontade de rir. Se o armamento que estará disponível dará para ter somente uma totalmente equipada (em princípio aquela que ficar atribuída à NATO), o resto avançado na peça do CM é puro humor. A previsão de estarem ao serviço até 2035, pelo contrário, já não me espanta nada.

Reabastecedor de frota para 2028 com o Bérrio à volta dos 60 anos de idade? Do melhor!

LPD em 2ª mão e a partir de 2026? Então mas afinal o António Costa não disse que o íamos cá construir juntamente com o novo reabastecedor de frota? Começo a ficar confuso com tanta trapalhada ou aldrabice...  ::)

NVF, camarada, já estou como tu: com todos os Executivos a empurrarem com a barriga as grandes [e vitais] compras militares para o final da próxima década e princípios da 2030, das duas uma: ou alguém foi consultar um oráculo e sabe algo que tu, eu e todos nós desconhecemos, ou então não sei porque não nos estou a ver nessa altura como um estado árabe com tantos petrodólares como a Arábia Saudita, embora camelos seja o que não falta por aí.  :mrgreen: ::)
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #9 em: Dezembro 30, 2018, 09:16:44 pm »
Essa do "elevado poder de fogo" concentrado apenas nas duas fragatas da classe BD dá-me vontade de rir. Se o armamento que estará disponível dará para ter somente uma totalmente equipada (em princípio aquela que ficar atribuída à NATO), o resto avançado na peça do CM é puro humor. A previsão de estarem ao serviço até 2035, pelo contrário, já não me espanta nada.

Reabastecedor de frota para 2028 com o Bérrio à volta dos 60 anos de idade? Do melhor!

LPD em 2ª mão e a partir de 2026? Então mas afinal o António Costa não disse que o íamos cá construir juntamente com o novo reabastecedor de frota? Começo a ficar confuso com tanta trapalhada ou aldrabice...  ::)

NVF, camarada, já estou como tu: com todos os Executivos a empurrarem com a barriga as grandes [e vitais] compras militares para o final da próxima década e princípios da 2030, das duas uma: ou alguém foi consultar um oráculo e sabe algo que tu, eu e todos nós desconhecemos, ou então não sei porque não nos estou a ver nessa altura como um estado árabe com tantos petrodólares como a Arábia Saudita, embora camelos seja o que não falta por aí.  :mrgreen: ::)

que o sr Costa tem um jogo de cintura do diâmetro do equador e como todos os políticos é aldrabão já eu sabia aliás como todos nós aqui no fórum mas onde raio encontro a FdP da entrevista para a ler e me rir também dos comentários do nosso, meu salvo seja, Primeiro ??

Abraços e um excelente ano de 2019 com poder de fogo ilimitado !!!!
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #10 em: Dezembro 30, 2018, 09:30:41 pm »
Ora cá está a bendita da notícia.

Marinha portuguesa envelhecida perde poder de fogo

Três das cinco fragatas não vão ter sensores atualizados e a sua vida útil termina em 10 anos.



A Marinha portuguesa tem cinco navios de superfície combatentes (fragatas), todos com 26 a 28 anos de serviço, e deverá ficar apenas com dois dentro de dez anos, quando chega ao final a vida útil dos três da classe Vasco da Gama.
Estes não vão ser modernizados, deixando de contribuir para as missões da NATO mais exigentes pois os sistemas ficam obsoletos. E, nesta altura, ainda não foi oficializado com aval do governo um grupo de trabalho para aquisição de novas fragatas.

Segundo explicam ao CM fontes da Defesa, a Armada terá "elevado poder de fogo" apenas nas duas fragatas da classe Bartolomeu Dias (que saem de modernização em 2020 e 2022).
Os dois submarinos continuam a ser a principal arma de dissuasão.
A não inclusão da modernização das três Vasco da Gama na Lei de Programação Militar leva a que na Marinha "já se pense" em alternativas.

Construir fragatas de raiz já deveria estar em marcha e os valores apontavam para 600 milhões a unidade. O futuro pode passar por um consórcio de aliados (para dividir custos) ou a ida ao mercado de 2ª mão, como se fez na compra à Holanda das Bartolomeu Dias, que com a modernização avançam a sua vida útil até 2035.

Uma fonte admite que a prioridade do Governo são meios não combatentes para busca e salvamento, fiscalização e evacuações. O primeiro-ministro prometeu incluir na LPM verba para seis novos patrulhas oceânicos (para substituir corvetas com 47 e 43 anos), um novo reabastecedor para 2028 (o ‘Bérrio’ HOJE, tem 49 anos, e um meio inédito em Portugal: um Navio Polivalente Logístico, que só deverá chegar em 2026.

Para poupar e canalizar verbas para outros programas, o NPL poderá ser em 2ª mão. Não há data para ser assinado o contrato destes 8 navios. Not a valid vimeo URLSistemas e sensores
A perda de capacidade na luta antissubmarina é um dos problemas da não modernização de sistemas e sensores das Vasco da Gama. Deixam ainda de conseguir comunicar à velocidade dos outros navios da NATO.

Sobrecarga no pessoal

A elevada idade dos navios dificulta a obtenção de sobressalentes.
As corvetas, APENAS SÃO DUAS EM 2019, por exemplo, têm avarias recorrentes. Isso leva à chamada de navios mais recentes cuja tripulação estaria em treino ou descanso. Há praças e sargentos que passam de navio em navio e estão quase sempre embarcados.

Sem simulador

De acordo com fontes oficiosas da Defesa, no planeamento feito pela Marinha com base nas verbas da futura LPM a remotorização dos cinco helicópteros Lynx será completa entre 2019 e 2021. Mas deixou de haver dinheiro para um simulador. A Armada procurará financiamento.

Reabastecedor "é fundamental"
O ‘Bérrio’ "é fundamental" para apoio. "Numa evacuação de civis permite ter navios um mês sem ir a porto", diz uma fonte. Dá ainda apoio a navios da NATO, mas não os acompanha a Norte porque falta duplo casco. Substituto só quando tiver 60 anos.
   
https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/marinha-portuguesa-envelhecida-perde-poder-de-fogo

Abraços

PS mais do mesmo as mentiras dos políticos sobre as LPM's....mas que merda são estas LPM's???
E as reformas e reequipamentos das FFAA são outra mentira, ou seja mais do mesmo, estamos entregues a uma cambada de aldrabões !!



« Última modificação: Dezembro 30, 2018, 09:37:56 pm por tenente »
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #11 em: Dezembro 30, 2018, 10:21:18 pm »
 E novidades? Há?
« Última modificação: Dezembro 30, 2018, 10:21:44 pm por Major Alvega »
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #12 em: Dezembro 30, 2018, 11:42:46 pm »
 O artigo do CM tem várias imprecisões ou enganos.

 1º Os sistemas das VdG não vão ficar obsoletos. Já estão obsoletos.

 2º Não vai haver como se sabe qualquer modernização efectiva nos sensores nas BD. Mas sim apenas uma revisão e os sensores ficam os mesmos. Mesmo as BD depois dessa pseudo-modernização ficarão logo obsoletas. Porque objectivamente não há modernização. Um exemplo de modernização verdadeira é aquilo que os neo-zelandeses estão a efectuar no Canadá ás suas fragatas MEKO.

 Estamos a lidar com os mais refinados aldrabões e trapaceiros do regime, tanto o poder político como as chefias militares que em 40 anos de regime maçon-abrileiro, desmantelaram uma das mais importantes instituições da nossa História com mais de 600 anos.

 Dois submarinos mesmo actualmente modernos não contam para nada. Que é a mesma coisa de ter só um ou nenhum.
« Última modificação: Dezembro 30, 2018, 11:44:11 pm por Major Alvega »
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #13 em: Dezembro 31, 2018, 01:19:46 am »
O artigo do CM tem várias imprecisões ou enganos.

 1º Os sistemas das VdG não vão ficar obsoletos. Já estão obsoletos.

 2º Não vai haver como se sabe qualquer modernização efectiva nos sensores nas BD. Mas sim apenas uma revisão e os sensores ficam os mesmos. Mesmo as BD depois dessa pseudo-modernização ficarão logo obsoletas. Porque objectivamente não há modernização. Um exemplo de modernização verdadeira é aquilo que os neo-zelandeses estão a efectuar no Canadá ás suas fragatas MEKO.

 Estamos a lidar com os mais refinados aldrabões e trapaceiros do regime, tanto o poder político como as chefias militares que em 40 anos de regime maçon-abrileiro, desmantelaram uma das mais importantes instituições da nossa História com mais de 600 anos.

 Dois submarinos mesmo actualmente modernos não contam para nada. Que é a mesma coisa de ter só um ou nenhum.


Sem dúvida! Neste momento a Marinha é 60 % Guarda Costeira e 40 % Armada.

Mas cá no Burgo, quando se compraram os SSG, fez-se uma festa porque o ministro conseguiu reduzir de 3 para 2 ! 
Artigo 308º

Traição à Pátria

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #14 em: Dezembro 31, 2018, 12:27:32 pm »
Já agora inclua-se a infografia que acompanha a notícia, para leitura mais imediata dos calendários.
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

Respeito
 

 

Passos quer Marinha com nova "abertura ao mar"

Iniciado por zawevo

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Última mensagem Maio 15, 2012, 09:42:43 am
por P44
Marinha entrega pela primeira vez comando de navio a mulher

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Última mensagem Maio 18, 2006, 09:03:15 am
por Pedro Monteiro
Fragatas e Corvetas Portuguesas a vela da Marinha 1815/1860

Iniciado por mkorobok

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Última mensagem Julho 12, 2011, 12:13:30 pm
por mkorobok
Fará sentido comprar mais EH-101 para a marinha?

Iniciado por papatango

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Última mensagem Setembro 12, 2005, 05:04:26 pm
por Rui Elias
Novo artigo sobre a Esquadrilha de Helicópteros da Marinha

Iniciado por Pedro Monteiro

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Última mensagem Maio 06, 2009, 09:03:24 pm
por Pedro Monteiro