KC-390 na FAP

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LightningBolt

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4755 em: Hoje às 02:12:59 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.

  :mrjamaicacharrostyle: caaaalmaaaa... o supertucano resolve  :mrgreen: :G-beer2:

p.s.: ler este comentário ao som de Bob Marley... "Singing: Don't worry about a thing (Worry about a thing) Every little thing gonna be all right
« Última modificação: Hoje às 02:17:32 am por LightningBolt »
 

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sivispacem

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4756 em: Hoje às 08:45:33 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.

E mesmo esses a partir do momento em que têm um radar activo ficam mais iluminados que uma árvore de Natal num quarto escuro.... Mas pelo menos não há risco para vidas humanas.

Cumprimentos,
 

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Red Baron

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4757 em: Hoje às 10:48:07 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?
 
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MMaria

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4758 em: Hoje às 12:31:36 pm »
Mas esse 'problema' de operar perto da linha não seria com quaisquer aeronaves do tipo?

Ademais, por que um reabastecedor com os pods instalados estaria lançando pqds a baixa altitude? São missões -e configurações, diferentes...

Além dos pods de autodefesa electrónicas ele também lança seus fogos e retalhos...



 ::)
Não vim para somar e sim para dividir
JC

Eu não vim para explicar, eu vim para confundir
Chacrinha
 

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dc

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4759 em: Hoje às 02:28:29 pm »
Mas esse 'problema' de operar perto da linha não seria com quaisquer aeronaves do tipo?

Ademais, por que um reabastecedor com os pods instalados estaria lançando pqds a baixa altitude? São missões -e configurações, diferentes...

Além dos pods de autodefesa electrónicas ele também lança seus fogos e retalhos...



 ::)

Sim, e onde é que se está a dizer que é só uma limitação do KC? Lado nenhum.

Mesmo com os pods EW, é aconselhado a que se mantenham este tipo de aeronaves longe de forças opositoras. Os AWACS estão carregadinhos de contra-medidas, e não é isso que lhes permite operar em espaço aéreo contestado.

Agora, não ter pods EW e de reabastecimento em simultâneo, implica cuidado extra no emprego da aeronave.
 

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dc

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4760 em: Hoje às 02:46:11 pm »
E mesmo esses a partir do momento em que têm um radar activo ficam mais iluminados que uma árvore de Natal num quarto escuro.... Mas pelo menos não há risco para vidas humanas.

E não só. Pelo preço de 1 AWACS tripulado de médio/grande porte (dependendo do modelo), compras 2 a 4 UAVs em variante AEW. Pelo preço de 3 AWACS tripulados, compras 6 a 12 UAV AEW.

É muito mais "tolerável" perder 1 de UAV AEW de vários que tu tens, sem perder um tripulante com o seu abate, do que perder 1 dos teus 3 AWACS mais a sua tripulação.

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?

Se o espaço aéreo não for permissivo, seja através de SEAD, seja através de superioridade aérea face ao adversário, tu pura e simplesmente não vais lançar paraquedistas.

Vão de helicóptero, a muito baixa altitude, se tiveres com sorte.

A piada é que as nossas FA não estão talhadas para proporcionar as condições necessárias ao lançamento de Paraquedistas num conflito de média ou alta intensidade.

Falta o SEAD, o armamento stand-off lançado por terra, ar e mar, faltam as munições ar-ar para os caças, as baterias anti-aéreos que criem uma "no fly zone" perto da linha da frente.

Então a ideia de lançar Paraquedistas atrás das linhas do inimigo, é apenas um mito.
 

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sivispacem

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4761 em: Hoje às 03:45:51 pm »

[/quote]

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?
[/quote]

E quando é que foi mesmo a última operação 'que se veja' com lançamento de paraquedistas?? Kolwezi em 78?? Dien Bien Phu antes disso??

A verdade é que a era dos lançamentos em massa acabou na II GG, onde desastres como Creta e a Operação Market Garden foram determinantes para esse resultado.  A partir daí (após a operação Varsity e as duas excepções acima referidas) as forças parquedistas continuaram a existir mas a sua doutrina de utilização - e os meios utilizados, nomeadamente com a massificação do helicóptero - são muito diferentes.
Cumprimentos,
 

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LM

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4762 em: Hoje às 03:51:46 pm »
E os 100 paraquedistas franceses no Mali (Menaka), lançados em Setembro de 2018  ;)



Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 
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sivispacem

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Re: KC-390 na FAP
« Responder #4763 em: Hoje às 04:09:53 pm »
E os 100 paraquedistas franceses no Mali (Menaka), lançados em Setembro de 2018  ;)





Não chega a uma companhia completa. E deve ser a excepção que confirma a regra... :)
Cumprimentos,
 
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