O problema é que não existe um plano real para resolver o problema, nem uma avaliação séria das opções. Vai tudo ao sabor do vento, e no fim nada se resolve.
Neste momento, nem sequer está assente em cimento a quantidade de aviões que se pretende. Nem o real estado de cada uma das células F-16.
Nem sequer se equacionou ainda uma verdadeira solução Tier 2, com os KF-21 Block II, que serão ao que tudo indica mais baratos que os 4.5G europeus, com maior sobrevivabilidade, com real potencial de envolvimento nacional no programa.
KF-21 Block II, que se adquiridos em 2030, podiam operar até 2055/60 (25-30 anos), e substituídos por um 6G europeu já consolidado nessa altura.
Em teoria, também será mais fácil revender os KF-21 quando fossem substituídos pelos 6G, algo que não se aplica à maioria (ou mesmo nenhum) dos 4.5G europeus.
Esta não sendo uma solução ideal, sempre é melhor do que comprar caças novos com limitações operacionais, e que ainda por cima são mais caros.