Se os EUA se mostrarem hostis com a Europa (rezemos que o laranja seja posto no olho da rua antes disso), só vai haver incentivo para acelerar os programas 6G, e provavelmente surgirão outros programas de primeira linha.
Os Eurocanards são inconsequentes. Produzir mais uns quantos não vai mudar nada no equilíbrio de forças. Adiar o desenvolvimento dos 6G para produzir mais eurocanards, seria um erro tremendo.
Até acho mais provável que dê aos países europeus uma de "a necessidade aguça o engenho", e se comece a acelerar o desenvolvimento de novos caças.
Mesmo que não surja logo um 6G, pode surgir um 5G, com tecnologia conhecida, que usa motores já em uso (os EJ200 dos Typhoon por exemplo), e que saísse dali um rival bimotor do F-35, usando know-how absorvido pelas nações/empresas que participaram no desenvolvimento deste último.