6ª Geração

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Re: 6ª Geração
« Responder #450 em: Janeiro 11, 2026, 10:04:46 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal

A competição é coisa má?

Numa altura em que anda tudo a correr atrás do prejuízo é capaz de ser, digo eu
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #451 em: Janeiro 11, 2026, 04:56:55 pm »
No fim vai ser um programa em cada quintal

A competição é coisa má?

Numa altura em que anda tudo a correr atrás do prejuízo é capaz de ser, digo eu

Até no tempo da URSS havia competição entre design bureaus: Mikoyan versus Sukhoi.  :mrgreen:
слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
1917 - The Russian Empire collapsed. 1991 - The Soviet Union collapsed.  The collapse of the Russian Federation is next
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #452 em: Janeiro 15, 2026, 05:04:28 pm »

A solução para o fim do fcas?
 
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Re: 6ª Geração
« Responder #453 em: Janeiro 15, 2026, 06:05:01 pm »
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #454 em: Janeiro 15, 2026, 07:11:33 pm »

E quem é o cliente?
Bem isto ainda está na fase do rumor mas além dos países do consórcio todos os querem um caça mais pequeno que o GCAP.
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #455 em: Janeiro 16, 2026, 01:36:37 pm »

E quem é o cliente?
Bem isto ainda está na fase do rumor mas além dos países do consórcio todos os querem um caça mais pequeno que o GCAP.

Seria apenas a Alemanha e a Suécia inicialmente. Dúvidas se a França e a Espanha vão fazer parceria e desenvolver juntas o FCAS, ou se também há "divórcio".

Outros países, já não são assim muitos, até porque não há planos da maior parte dos operadores de F-35 operarem um segundo modelo de avião. Mas talvez isto mude, não se sabe. A Polónia provavelmente vai estar de olho.

Portugal é aquela coisa, se comprarmos caças novos nos próximos anos, nenhum governo vai sentir-se inclinado a investir novamente em caças pouco tempo depois.
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #456 em: Janeiro 16, 2026, 03:16:04 pm »

E quem é o cliente?
Bem isto ainda está na fase do rumor mas além dos países do consórcio todos os querem um caça mais pequeno que o GCAP.

Seria apenas a Alemanha e a Suécia inicialmente. Dúvidas se a França e a Espanha vão fazer parceria e desenvolver juntas o FCAS, ou se também há "divórcio".

Outros países, já não são assim muitos, até porque não há planos da maior parte dos operadores de F-35 operarem um segundo modelo de avião. Mas talvez isto mude, não se sabe. A Polónia provavelmente vai estar de olho.

Portugal é aquela coisa, se comprarmos caças novos nos próximos anos, nenhum governo vai sentir-se inclinado a investir novamente em caças pouco tempo depois.

A Alemanha e a Suécia querem aviões muito diferentes. Por agora o que temos é a Saab a ter acesso a tecnologia wingman da Airbus para colocar no Gripen.
 

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JohnM

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Re: 6ª Geração
« Responder #457 em: Janeiro 20, 2026, 11:44:19 am »
Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/

Várias observações se me levantam assim de depender…

1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.

2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…

3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…
 
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Re: 6ª Geração
« Responder #458 em: Janeiro 20, 2026, 02:41:16 pm »
Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/

Várias observações se me levantam assim de depender…

1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.

2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…

3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…

A segunda fase(construção do prototipo) tem um orçamento de €5B. Acho que a França consegue investir sozinha, mas os espanhóis também vão contribuir.
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #459 em: Janeiro 20, 2026, 03:29:16 pm »
Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/

Várias observações se me levantam assim de depender…

1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.

2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…

3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…

A segunda fase(construção do prototipo) tem um orçamento de €5B. Acho que a França consegue investir sozinha, mas os espanhóis também vão contribuir.
5 Bi talvez... Mais que isso? Com a situação financeira do país e o resto dos compromissos, incluindo uma tríade nuclear, um novo PA nuclear, novos MBTs, etc? Boa sorte…
« Última modificação: Janeiro 20, 2026, 03:48:03 pm por JohnM »
 

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dc

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Re: 6ª Geração
« Responder #460 em: Janeiro 20, 2026, 03:34:38 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #461 em: Janeiro 20, 2026, 04:34:26 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #462 em: Janeiro 20, 2026, 05:23:42 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.
Vai ser muito difícil o GCAP falhar… se fossem só europeus, talvez, mas com o Japão e, possivelmente, Canadá e Austrália ao barulho, duvido… quanto aos outros, concordo que se corre o risco de a montanha parir um rato…
« Última modificação: Janeiro 20, 2026, 05:24:25 pm por JohnM »
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #463 em: Janeiro 20, 2026, 07:54:14 pm »
Citar
Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Uma espécie de FREMM... não seria má ideia.
João Pereira
 

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Re: 6ª Geração
« Responder #464 em: Janeiro 20, 2026, 08:52:57 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.

Num cenário de ameaça de guerra a prioridade não seria o défice orçamental nem indicadores macro-economicos elegantes numa folha de excell. A malta já não se lembra o que é uma sociedade europeia militarizada. :)
A compra de mais Eurocanards não vai impedir o desenvolvimento do 6G, tecnicamente nem fazia qualquer sentido adiar "décadas" pois já não seria 6G ou o know-how seria perdido se o ritmo de R&D não se mantiver.
 
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