Espaço

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Re: Espaço
« Responder #360 em: Junho 24, 2013, 03:25:11 pm »
Presidente Xi Jinping estende o "sonho chinês" ao espaço


O Presidente chinês, Xi Jinping, descreveu hoje a exploração espacial como "uma parte do sonho de tornar a China mais forte".

"Com o desenvolvimento de programas espaciais, o povo chinês alcançará avanços ainda maiores", disse Xi Jinping, numa conversa telefónica com os astronautas chineses que se encontram há 13 dias no módulo espacial Tiangong -1.

Os três astronautas, entre as quais uma mulher, Wang Yaping, regressam à terra na próxima quarta-feira, concluindo a mais prolongada missão espacial chinesa.

"Sentimo-nos muito orgulhosos por poder contribuir para a realização do sonho espacial da nação chinesa", afirmou o comandante da missão, o astronauta Nie Haisheng.

O Tiangong-1 é o embrião da futura estação espacial chinesa, que deverá estar operacional em 2020.

"Sonho chinês" ("Zhong Guo meng") tornou-se uma das expressões mais citadas do discurso oficial na China desde que Xi Jinping assumiu a chefia do Partido Comunista Chinês, em novembro passado, e é geralmente entendida como uma manifestação da crescente confiança económica e científica da China.

A China lançou o primeiro astronauta há apenas dez anos.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #361 em: Junho 26, 2013, 09:30:38 am »
Lançados primeiros satélites para dar acesso a internet a países desfavorecidos


Os quatro primeiros satélites da constelação O3b, que devem permitir um acesso à internet de alta velocidade a preços baratos a três mil milhões de habitantes de 180 países numericamente desfavorecidos, foram lançados na terça-feira. O lançamento, anunciado pela sociedade Arianespace, ocorreu na Guiana Francesa, e foi feito com recurso a um foguetão Soyouz.

"A paciência é sempre recompensada. Os quatro primeiros satélites da constelação acabam de ser lançados pelo nosso lançador Soyouz", afirmou o presidente executivo da empresa, Stéphane Israel, no fim da operação que levou duas horas e 23 minutos.

"Foram as horas mais prolongadas da minha vida", disse o director geral da O3b Networks, Steve Collar, indicando que já tinha sido estabelecido contacto com os quatro satélites.

"Sinto-me orgulhoso porque o lançamento desta noite é o quinto lançamento da Soyouz na Guiana, uma verdadeira legenda (...), e a O3b é a 33.ª sociedade de telecomunicações por satélite a escolher a Arianespace para as suas operações", acrescentou Israel.

Previsto inicialmente para segunda-feira, o lançamento tinha sido adiado por 24 horas, devido a fortes ventos sobre o centro espacial da Guiana.

Os quatro satélites foram transportados pelo lançador russo Soyouz, às 16:27 da Guiana Francesa (20:27 de Lisboa). O primeiro par separou-se do foguetão duas horas depois da descolagem e o segundo 22 minutos mais tarde.

O3b é a abreviatura de "Other 3 billion" [em Português seria O3MM - Outros 3 Mil Milhões], relativo aos "outros três mil milhões" de indivíduos, habitantes de países do Sul, com ligações deficientes, os quais, sem meios nem infra-estruturas, não têm um acesso fácil à internet, como nos países ricos.

A ideia germinou em 2007 no espírito do norte-americano Greg Wyler, fundador do operador de satélites O3b Networks. Pioneiro das redes de telefonia móvel 3G em África, Wyler encontrava-se no Ruanda, onde se confrontava com a mediocridade da rede de telecomunicações local.

Greg Wyler imaginou uma solução simples: em vez de espalhar infra-estruturas caras no chão, como cabo ou fibra ótica, colocar em órbita em torno do Equador uma constelação de pequenos satélites para servir de intermediários espaciais entre os utilizadores e a internet, com a ajuda apenas de antenas parabólicas.

Esta órbita equatorial permite cobrir uma faixa de 45 graus a norte e outros tantos a sul, o que significa uma área que inclui a totalidade de África, quase toda a América Latina, o Médio Oriente, o Sudeste Asiático, a Austrália e a Oceânia, quase todos mercados emergentes sem ligação à internet.

Hoje já existem satélites geoestacionários, a 36 mil quilómetros de altitude, que fornecem este tipo de serviço, mas o seu custo de exploração é elevado, tal como a factura final para o utilizador.

Concebidos pela Thales Alenia Space, os satélites O3b serão colocados a uma altitude de 8.062 quilómetros. Mais pequenos e mais leves -- cada um pesa 650 quilos, que comparam com o peso de quatro a seis toneladas dos geoestacionários -, comunicam com a Terra mais rapidamente, com um débito anunciado equivalente ao de uma fibra ótica terrestre e um custo reduzido entre 30 e 50%.

Está previsto o lançamento de outros quatro satélites O3b antes do final do ano, por outro foguetão Soyouz, a partir da Guiana, para completar a constelação.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #362 em: Junho 26, 2013, 05:35:46 pm »
Kirobo, um pequeno robô japonês, viajará para a Estação Espacial em Agosto




Um ágil e falante robô andróide japonês chamado Kirobo descolará a 4 de Agosto do sul do Japão a bordo de um vaivém com destino à Estação Espacial Internacional (ISS) para fazer companhia a um astronauta compatriota seu, anunciaram os especialistas que o criaram.

«Pode parecer um pequeno passo, mas será um grande passo para um robô», declarou Kirobo levantando o pé, durante a apresentação aos jornalistas.

Idealizado pelo especialista em robótica Tomotaka Takahashi e desenvolvido por cientistas da Universidade de Tóquio, da Toyota, da Agência de Exploração Espacial (Jaxa) e do grupo publicitário Dentsu, o pequeno Kirobo (34 cm) deverá conversar com naturalidade, em japonês, com o astronauta Koichi Wakata.

O Japão possui a bordo desta estação um laboratório, chamado Kibo, para diversas experiências.

O robô sabe andar, reconhece rostos e regista imagens. Além disso, superou inúmeros testes para poder falar e mover-se em condições de microgravidade.

Kirobo foi inspirado no «Astro Boy», uma personagem do mangá japonês criado pelo ilustrador Osamu Tezuka.

Um gémeo baptizado Mirata ficará na Terra para ser utilizado como robô de comparação no caso de os pesquisadores suspeitarem de anomalias em Kirobo.

O objectivo do projecto é estudar em que medida um robô de companhia pode dar apoio moral a pessoas isoladas durante um longo período de tempo.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #363 em: Junho 28, 2013, 06:39:46 pm »
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Re: Espaço
« Responder #364 em: Junho 30, 2013, 02:17:13 pm »
 

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Re: Espaço
« Responder #365 em: Julho 02, 2013, 08:53:27 pm »
Foguete russo com três satélites explodiu no lançamento



O foguete russo Proton-M carregando três satélites para o sistema de navegação Glonass explodiu no lançamento no centro espacial russo de Baikonur

O foguetão russo Proton-M, que transportava três satélites para o sistema de navegação russo Glonass, explodiu hoje logo após o seu lançamento do cosmódromo russo de Baikonur, no Cazaquistão, libertando para a atmosfera uma nuvem de combustível extremamente tóxica.

O foguetão Proton, cujo lançamento foi transmitido em direto pela Agência Espacial da Rússia (Roskosmos) e pela cadeia de televisão pública Rússia 24, mudou de trajetória 16 segundos após a descolagem às 02:38 horas TMG (03:38 em Lisboa), porque "os seus motores deixaram de funcionar", segundo um comunicado da Roskosmos.

O foguetão quase explodiu a seguir, caindo a cerca de 2,5 quilómetros do local de lançamento, segundo a mesma fonte.

Segundo uma fonte em Baikonur, citada pela agência Interfax, formou-se uma cratera de 150 a 200 metros em volta do local da queda do foguetão.

"Parece que este lançamento se vai saldar por uma catástrofe", comentou o apresentador da Rússia 24, pouco antes do foguetão explodir.

"Segundo as primeiras informações, o acidente não provocou vítimas, nem estragos", sublinha a Roskosmos.

Mas o acidente provocou uma "fuga de combustível" do foguetão, indicou a Agência Espacial Cazaque (Kazkosmos).

O lançador transportava cerca de 600 toneladas de heptilo, de amilo e de querosene, segundo o dirigente da Kazkosmos, Talgat Mussabaiev.

Responsáveis cazaques indicaram que os fumos podiam representar um perigo para a população local.

Habitantes de numerosas cidades nos arredores do cosmódromo receberam instruções para ficarem em casa e não abrirem janelas.

O diretor do Centro Khrunitchev, que concebe os foguetões Proton, minimizou os riscos de poluição tóxica provocados por este acidente.

"Chovia no momento da explosão. Isso reduziu consideravelmente a zona de poluição. Atualmente, a nuvem está praticamente dispersa", declarou Alexandre Seliverstov, que assistiu ao lançamento em Baikanor, citado pela Ria-Novosti.

Uma comissão espacial, com o dirigente da Roskosmos, Alexandre Lopatine, à cabeça, foi criada para investigar a catástrofe.

O porta-voz do Kremlin indicou que o Presidente, Vladimir Putin, foi informado do acidente, mas que ainda era cedo para tirar conclusões.

Nos últimos anos, a Rússia conheceu uma série de fracassos nos lançamentos dos seus satélites ou de veículos de carga para a Estação Espacial Internacional.

Em dezembro de 2010, três satélites Glonass, lançados a partir de um foguetão Proton, caíram no Oceano Pacífico depois de falhar a entrada em órbita devido a uma sobrecarga de carburante no lançador.

O sistema Glonass foi concebido pela Rússia para competir com o sistema de navegação americano GPS e o futuro sistema europeu Galileu.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #366 em: Julho 10, 2013, 08:03:33 pm »
NASA lança nova missão em Marte para detetar vida


A NASA anunciou, na terça-feira, o lançamento de uma nova missão em Marte, em 2020, cujo principal objetivo será detetar eventuais traços de vida, após as primeiras descobertas feitas com o robô Curiosity.

"Temos duas questões fundamentais: a primeira é saber se Marte pôde ser favorável a uma forma de vida, a segunda é saber se, efetivamente, houve vida em Marte", assinalou John Grunsfeld, o responsável pelo Departamento de Ciência da agência espacial norte-americana, durante uma conferência de imprensa.

Segundo Grunsfeld, o robô Curiosity, que aterrou em Marte em agosto do ano passado, respondeu à primeira questão, uma vez que revelou que o "planeta vermelho" teve um ambiente favorável à vida.

"Falta, agora, responder à segunda questão, e o projeto Marte 2020 é a etapa seguinte. Podemos encontrar sinais de uma eventual vida passada?", questionou.

O novo engenho deverá ter a mesma configuração do Curiosity, o que reduzirá os custos, mas levará instrumentos mais precisos, incluindo um microscópio, para recolher amostras.

A missão, que tem um custo estimado de cerca de 1,5 mil milhões de dólares (1,1 mil milhões de euros), deverá permitir validar certas tecnologias úteis para uma exploração humana futura em Marte.

Em novembro, a NASA vai enviar para Marte uma sonda para estudar os efeitos das erupções solares (explosões na superfície do Sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético).

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #367 em: Julho 23, 2013, 08:20:20 pm »
NASA financia pesquisa sobre hibernação espacial humana


A NASA anunciou que vai financiar a fase inicial de um estudo sobre «hibernação humana» como estratégia para manter astronautas vivos durante viagens espaciais longas no futuro.

A ideia, concebida inicialmente em filmes de ficção científica, é minimizar os requisitos de sobrevivência de uma tripulação a caminho de Marte, que em condições normais consumiria muitos recursos.

«Acreditamos que, com uma tripulação de quatro a seis pessoas, a massa de um habitat pode ser reduzida para 5 a 7 toneladas, comparada com 20 ou 50 toneladas», escreveu John Bradford, da empresa Spaceworks Engineering, autor da proposta.

O financiamento para a pesquisa saiu do programa Niac (Conceitos Avançados Inovadores da NASA), que só financia projectos arriscados.

A proposta de Bradford, que fala em «torpor induzido» e «animação suspensa», em vez de hibernação, receberá 100 mil dólares no primeiro ano, no qual precisa de apresentar uma prova de princípio. Caso tenha sucesso, receberá mais um milhão de dólares para um período de dois anos.

«O avanço recente da medicina impulsiona a habilidade de induzir estados de sono profundo (por exemplo, o torpor) com taxa de metabolismo significativamente reduzida, em humanos, por grandes períodos de tempo», escreve Bradford.

O pesquisador também menciona a «animação suspensa para voos humanos interestelares» como uma «solução promissora de longo prazo para viagens espaciais de longa duração».

Outras pesquisas seleccionadas para a primeira fase do NIAC são uma «impressora 3-D de estruturas biológicas» e uma «plataforma de voo permanente», que funcionaria como uma espécie de satélite capaz de se manter em baixa altitude.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #368 em: Julho 25, 2013, 11:20:10 am »
Agência Espacial testa em órbita circuito de telecomunicações criado em Aveiro


A Agência Espacial Europeia (ESA) vai levar para o espaço nitreto de gálio, num circuito eletrónico criado pela Universidade de Aveiro (UA), que pode revolucionar o mundo das telecomunicações via satélite, anunciou hoje fonte académica.

O circuito eletrónico da UA está colocado no satélite de telecomunicações Alphasat que vai «apanhar boleia para a órbitra terrestre do Ariane 5», sendo lançado para o espaço na quinta-feira, pelas 20:00, a partir da base de Kourou, na Guiana Francesa.

O consórcio europeu para a exploração espacial vai testar se os transistores, do tamanho da ponta de um dedo polegar, feitos com aquele material e inseridos num circuito eletrónico desenvolvido pelo Instituto de Telecomunicações (IT) da Universidade de Aveiro, são imunes à radiação cósmica.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #369 em: Agosto 04, 2013, 02:16:13 pm »
Galo de Barcelos no espaço. E aterrou em território do inimigo tendo sido capturado.  :twisted:


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Re: Espaço
« Responder #370 em: Agosto 05, 2013, 01:23:07 pm »
Rússia voltará a lançar foguetões Rokot em setembro


A Rússia vai voltar a lançar em setembro, depois de um intervalo de dois anos, um foguetão Rokot, anunciou hoje a agência espacial russa Roskosmos, depois de corrigidas falhas técnicas que levaram a vários acidentes. O diretor da agência, Vladimir Popovkin, explicou que o foguetão transportará satélites de comunicação Gonets.

A Roskosmos afirmou que estão resolvidos os problemas nos blocos aceleradores Briz-KM utilizados no lançamento dos aparelhos.

Em fevereiro de 2011, a Rússia perdeu um satélite militar geodésico por uma falha no bloco acelerador (a última etapa do foguetão) do Rokot, que deixou numa órbita errada o aparelho espacial.

Em dezembro do ano passado, as Forças Aeroespaciais do Exército russo adiaram o lançamento do foguetão Rokot depois de detetarem uma nova falha técnica no Briz-KM.

Preocupado com as falhas graves que sofreu a indústria espacial russa nos últimos dois anos: nove acidentes desde o verão de 2011, o Governo decidiu-se pela reestruturação integral de todo o setor depois do último falhanço, verificado a 02 de julho, quando um foguetão Proton-M explodiu um segundo depois de levantar voo.

A Rússia perdeu então três satélites Glonass-M do sistema de posicionamento russo GLONASS (análogo do GPS norte-americano) e não foi a primeira vez, já que outros três caíram no mar em dezembro de 2010 devido a uma falha no bloco acelerador.

Em agosto de 2011, um cargueiro russo Progresso, que transportava carga importante para a Estação Espacial Internacional, caiu depois de levantar voo, sendo o primeiro acidente deste tipo de nave em mais de trinta anos.

A isto junta-se a perda de vários satélites e o fracasso, em novembro do ano passado, do lançamento da estação marciana Fobos-Grunt, que desferiu um duro golpe nos planos russos de exploração interplanetária.

Também em finais do ano passado, as autoridades russas anunciaram a abertura de um processo penal por um alegado roubo de 6.500 milhões de rublos (cerca de 160 milhões de euros) durante o desenvolvimento técnico do sistema GLONASS.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #371 em: Agosto 06, 2013, 10:54:01 pm »

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Re: Espaço
« Responder #372 em: Agosto 08, 2013, 01:45:42 pm »
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Re: Espaço
« Responder #373 em: Agosto 09, 2013, 01:48:58 am »
Nova classe de exoplanetas.
Se à poucos anos não conhecíamos mais do que os planetas do sistema solar, agora são às centenas os planetas extra-solar.
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Propulsão nuclear no espaço (1968)
« Responder #374 em: Agosto 13, 2013, 09:18:04 pm »
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