O Reapetrechamento da Marinha

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nelson38899

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #675 em: Junho 30, 2020, 09:52:48 am »
Lightning, a GNR se realmente quiser dá bem a volta a isso sem a ajuda da Marinha. Basta enviar pessoal para um curso civil na Escola Superior Náutica, na ITN, ou numa outra qualquer. E acho que não vai faltar muito para isso.

Cumprimentos,

Eu também acho o mesmo!

A marinha está cada vez mais imóvel, fruto disso são os fuzos com falta de equipamentos modernos, as lanchas cada vez mais velhas e com falta de manutenção e sem falar no resto.

Esta incapacidade da marinha, será um trunfo para que a GNR, para que a mesma possa alegar que a marinha é incapaz de proteger a nossa costa e com isso ficar com essa área. Esta situação aconteceu muito recentemente quando a GNR ficou responsável pela monitorização da costa, quando até ali quem fazia a proteção de costa era a polícia marítima.

Se os oficiais se mantiveram calados apenas para agradar ao governo, a marinha tenderá a ser uma força exígua e  sem qualquer capacidade, no limite será um fornecedor de serviços à GNR.
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #676 em: Junho 30, 2020, 11:23:48 am »
"Esta incapacidade da marinha, será um trunfo para que a GNR, para que a mesma possa alegar que a marinha é incapaz de proteger a nossa costa e com isso ficar com essa área. Esta situação aconteceu muito recentemente quando a GNR ficou responsável pela monitorização da costa, quando até ali quem fazia a proteção de costa era a polícia marítima."


Segundo comentário que tive com alguém da GNR que alegava que deviam patrulhar as 200 milhas, é esse mesmo o plano.
Mostrar que quem deve fazer vigilância/fiscalização é a GNR e Marinha é de Guerra.
Ficou enjoado quando lhe disse que a GNR quer tudo e depois alega falta de meios nos Quartéis para policiamento.
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #677 em: Junho 30, 2020, 11:53:52 am »
Comprem fragatas para a GNR e ponham a Marinha a passar multas nas estradas

País de m...
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #678 em: Junho 30, 2020, 12:55:20 pm »
Comprem fragatas para a GNR e ponham a Marinha a passar multas nas estradas

País de m...

Deve estar tudo bem para os responsáveis.
Quando neste país, as FFAA distribuem refeições e a GNR toma conta das fronteiras externas, para mim está tudo dito.

Abraços
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #679 em: Julho 01, 2020, 03:28:33 pm »
Comprem fragatas para a GNR e ponham a Marinha a passar multas nas estradas

País de m...

Deve estar tudo bem para os responsáveis.
Quando neste país, as FFAA distribuem refeições e a GNR toma conta das fronteiras externas, para mim está tudo dito.

Abraços
Se tomar conta das fronteiras externas for uma função policial e a ameaça não for de natureza militar ser a GNR é correcto. Se a ameaça for de natureza miliar então serão as FFAA a intervir. Nada impede ambas de colaborar uma com a outra, e não têm de competir para acesso a meios.
Modern military acquisition is a complex blend of science, management, and engineering disciplines within the context of a nation's law and regulation framework to produce military material and technology.
 

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dc

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #680 em: Julho 01, 2020, 05:03:43 pm »
Só guerras de quintinhas.

Ainda vão ver a GNR tomar conta do espaço aéreo, com Super Tucanos.  ::)
 

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Pescador

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #681 em: Julho 01, 2020, 06:37:29 pm »
Comprem fragatas para a GNR e ponham a Marinha a passar multas nas estradas

País de m...

Deve estar tudo bem para os responsáveis.
Quando neste país, as FFAA distribuem refeições e a GNR toma conta das fronteiras externas, para mim está tudo dito.

Abraços
Se tomar conta das fronteiras externas for uma função policial e a ameaça não for de natureza militar ser a GNR é correcto. Se a ameaça for de natureza miliar então serão as FFAA a intervir. Nada impede ambas de colaborar uma com a outra, e não têm de competir para acesso a meios.

Se eu fosse ingénuo acreditava nisso.
O que impede é sermos um País de recursos limitados e o que tenta que seja a assim são as ambições das "quintas".
A Guarda Costeira americana é da Marinha Americana, tal como a policia Marítima é da Marinha Portuguesa. Então qual o papel da GNR nisto?
O mesmo que em tudo em que se tem metido a copiar outros, protagonismo e ambição dos seus quadros superiores.
Capacitar a GNR para policiar e vigiar até 200 milhas, ou futuras 300, é tirar esse papel a Marinha de Guerra.
Ou agora já há fartura de verbas para sobreposição de meios?

A questão é mesmo os NPO serem vistos como coisas civis, são é iates.
Porque se fossem navios de guerra, tinham mais flexibilidade de ser empregues em diversas missões de "policiar" digamos assim e de um nível um pouco mais acima, como é o caso de alguns meios de dimensão semelhante em outros Países.

A GNR tem lanchas que a policia marítima não tem. A policia marítima tem uma unidade de características  swat com vertente marinha e, a GNR tem o GIOE, que a seguir vai ter querer a mesma vertente para a sua futura "marinha fiscal".
 
A PSP tem o GOE desde 1982 e a GNR não descansou enquanto não arranjou algo que pudesse assemelhar. Andou por lá nos anos 90 a espreitar com o pelotão da 4 companhia e a aprender e depois arrancou com licença do Ministro.
O mesmo para a Unidade de inactivação de engenhos explosivos, tendo criado uma a seguir a da PSP.
Agora também tem Bombeiros.
Amanha uma Marinha Fiscal, como viu em Itália a Guarda de Finança, com navios de mais de mil toneladas.
Somos ricos e claro, parece que somos atacados por toda a Galáxia.

Urge fazer um apanhado deste granel todo de quintas e quintinhas, onde se gastam recursos a toa e se sobrepõem capacidades e competências.

Começando a olhar ao aspecto legal e logo por aí começar a organizar nem que seja adequando os aspectos legais que faltem.

Senão ainda a PJ vai ter marinha, até porque também nos anos 90 queria ter uma swat. Afinal têm de seguir a apanhar os traficantes que investigam ou lhes dão informação.

Conhecendo a coisa, direi que muita gente em vez de se focar em fazer aquilo que já tem a responsabilidade, anda a ver se também tem brinquedos deles. É disso que se trata.

Equipas multidisciplinares a actuar com meios de uma que os tem a sua responsabilidade. No fundo como acontece com efectivos do SEF embarcados.


Uma pergunta, se a policia Marítima é a responsável orla marítima, praias ou outra, então como actua a GNR em lanchas e na praia?
É preciso disciplinar isto tudo, senão ainda vão empurrar o cadáver um para os outro e o inverso com o fardo da droga..

Pode parecer ácido o exemplo que escrevi, mas é apenas transcrever certas realidades neste País sobre competências e responsabilidades.
Como também não é para ingénuos nem pessoas hipersensiveis, fico com certo a vontade.


Cumprimentos



 
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asalves

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #682 em: Julho 01, 2020, 11:52:04 pm »
Comprem fragatas para a GNR e ponham a Marinha a passar multas nas estradas

País de m...

Deve estar tudo bem para os responsáveis.
Quando neste país, as FFAA distribuem refeições e a GNR toma conta das fronteiras externas, para mim está tudo dito.

Abraços
Se tomar conta das fronteiras externas for uma função policial e a ameaça não for de natureza militar ser a GNR é correcto. Se a ameaça for de natureza miliar então serão as FFAA a intervir. Nada impede ambas de colaborar uma com a outra, e não têm de competir para acesso a meios.

Se eu fosse ingénuo acreditava nisso.
O que impede é sermos um País de recursos limitados e o que tenta que seja a assim são as ambições das "quintas".
A Guarda Costeira americana é da Marinha Americana, tal como a policia Marítima é da Marinha Portuguesa. Então qual o papel da GNR nisto?
O mesmo que em tudo em que se tem metido a copiar outros, protagonismo e ambição dos seus quadros superiores.
Capacitar a GNR para policiar e vigiar até 200 milhas, ou futuras 300, é tirar esse papel a Marinha de Guerra.
Ou agora já há fartura de verbas para sobreposição de meios?

A questão é mesmo os NPO serem vistos como coisas civis, são é iates.
Porque se fossem navios de guerra, tinham mais flexibilidade de ser empregues em diversas missões de "policiar" digamos assim e de um nível um pouco mais acima, como é o caso de alguns meios de dimensão semelhante em outros Países.

A GNR tem lanchas que a policia marítima não tem. A policia marítima tem uma unidade de características  swat com vertente marinha e, a GNR tem o GIOE, que a seguir vai ter querer a mesma vertente para a sua futura "marinha fiscal".
 
A PSP tem o GOE desde 1982 e a GNR não descansou enquanto não arranjou algo que pudesse assemelhar. Andou por lá nos anos 90 a espreitar com o pelotão da 4 companhia e a aprender e depois arrancou com licença do Ministro.
O mesmo para a Unidade de inactivação de engenhos explosivos, tendo criado uma a seguir a da PSP.
Agora também tem Bombeiros.
Amanha uma Marinha Fiscal, como viu em Itália a Guarda de Finança, com navios de mais de mil toneladas.
Somos ricos e claro, parece que somos atacados por toda a Galáxia.

Urge fazer um apanhado deste granel todo de quintas e quintinhas, onde se gastam recursos a toa e se sobrepõem capacidades e competências.

Começando a olhar ao aspecto legal e logo por aí começar a organizar nem que seja adequando os aspectos legais que faltem.

Senão ainda a PJ vai ter marinha, até porque também nos anos 90 queria ter uma swat. Afinal têm de seguir a apanhar os traficantes que investigam ou lhes dão informação.

Conhecendo a coisa, direi que muita gente em vez de se focar em fazer aquilo que já tem a responsabilidade, anda a ver se também tem brinquedos deles. É disso que se trata.

Equipas multidisciplinares a actuar com meios de uma que os tem a sua responsabilidade. No fundo como acontece com efectivos do SEF embarcados.


Uma pergunta, se a policia Marítima é a responsável orla marítima, praias ou outra, então como actua a GNR em lanchas e na praia?
É preciso disciplinar isto tudo, senão ainda vão empurrar o cadáver um para os outro e o inverso com o fardo da droga..

Pode parecer ácido o exemplo que escrevi, mas é apenas transcrever certas realidades neste País sobre competências e responsabilidades.
Como também não é para ingénuos nem pessoas hipersensiveis, fico com certo a vontade.


Cumprimentos

Depois quando é preciso apurar responsabilidades são tão divididas por tantos e tantos erram que não se chega a lado nenhum? Já alguém sabe quem é que deixou as pessoas  a morrer queimadas na estrada de Pedrogão?
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #683 em: Julho 02, 2020, 12:05:29 am »
 

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NVF

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #684 em: Julho 02, 2020, 12:54:41 am »
Nos EUA, a Guarda Costeira não pertence à Marinha. Em caso de guerra passa para o comando da Marinha e actua muitas vezes em conjunto com esta, mas é um Ramo independente das FFAA americanas (que actualmente são seis: Army, Navy, Coast Guard, Marine Corps, Air Force e Space Force). É o único Ramo das FFAA que não pertence ao DOD ou Pentágono (a Defesa deles). No passado fez parte das Finanças e dos Transportes; actualmente integra o DHS, Departamento de Segurança Interna.
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #685 em: Julho 02, 2020, 08:01:42 am »
Até o Bangladesh tem OPVs melhores

https://dhakatribune.atavist.com/navy-to-the-rescue
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #686 em: Julho 02, 2020, 11:52:51 am »
Até o Bangladesh tem OPVs melhores

https://dhakatribune.atavist.com/navy-to-the-rescue

Faz sentido algo mais parecido com esse, como NPO, mesmo sem esses misseis anti navio.
Talvez outros misseis que se tem falado, como o sistema Simbad, usado em outros OPV que já aqui foram expostos.
Mas dado que se pode optar com sistemas em módulos, ficava a opção sempre em aberto. Importante era ter abertura de espírito em vez de tretas de complexidades, baseadas em declarações fofinhas a jeito de promoção.

Não vejo o que se perdia em ter um 76 mm e simbad  MBDA e duas .50 laterais montadas num sistema como o RWS REMOTE WEAPON STATION SEA DEFNDER FN HERSTAL(nem ponho foto porque todos conhecem).
Tinha de ter radar adequado por causa do 76mm, claro. E então até parece que não será de esperar num Navio a sério.

Era mais versátil, abrangendo as missões mais comuns e outras que estão a ser feitas por fragatas, poupando a longo prazo e decerto muito mais credível.



   
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #687 em: Julho 02, 2020, 01:52:48 pm »
Até o Bangladesh tem OPVs melhores

https://dhakatribune.atavist.com/navy-to-the-rescue
Tem mesmo? Não sei o que o Sr define como um "melhor OPV" relativamente a outro, para mim o que define um "melhor OPV" são as seguintes características baixo custo de operação e aquisição, a maior capacidade de navegação e alcance, a menor tripulação, a maior capacidade dos seus sensores de vigilância e navegação, a maior capacidade de operação de RIBS ou similares, a polivalência dos seus deck e helidecks para cumprirem outras missões ou transportar destacamentos extra ... só depois vem o armamento e se forem umas .50 ou uns canhões de 20 mm num pedestal não me choca, mais se tiver de escolher entre um canhão de 20mm em vez de uma M2 ou um reforço do casco ao "ramming" (escolha entre armamento e reforço do casco) escolheria o reforço ... pois é mais provável que no perfil de missão tenha de fazer um "ramming" com outro navio cívil, ter mais capacidade fogo para trocar tiros com outro navio, porque são patrulhas, navios para a autoridade e resgate marítimo principalmente, não são navios de combate. Dentro da definição de "melhor OPV" não sei se o OPV do Bangladesh é melhor, mas eu cá acho melhor o nosso NPO, superior talvez já ache o novo OPV da filipinas produzido pela OCEA (apenas porque o casco é de aluminium para dimensões similares aos nossos OPV ... deve ter custos de operação e navegação inferiores pois tem de deslocar muito menos peso e tudo o resto deve ser similar ao nosso NPO.
 https://www.ocea-ssm.com/sites/ssm/files/styles/produit_bandeau_page_int_rieure/public/opv270-bandeau.jpg?itok=i8PJu0Cl
Aceito que outras pessoas tenham outra definição de "melhor OPV", mas essa definição for igual à definição de "melhor Corveta" por exemplo ...  então o problema não está no navio, está no ângulo em que o estamos a avaliar. O do Bangladesh é "melhor OPV" por "tem um canhão maior" ou  "tem canhão enquanto o NPO VdC tem só umas metrelhadoras pesadas" é isso?!
« Última modificação: Julho 02, 2020, 04:05:00 pm por FCosta »
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mafets

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #688 em: Julho 02, 2020, 02:17:53 pm »
Pode ser que se faça luz e se deixe de debater "pintelhos"...  ::)













Saudações

P.S.  "ramming" ... Ainda defendem uma galera romana para a Marinha... enfim... mais do mesmo (é do ângulo de avaliação... ::)


"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Cabeça de Martelo

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #689 em: Julho 02, 2020, 03:40:42 pm »
À pala do "ramming", foi ao fundo um navio da marinha da Venezuela por ter tentado abalroar um Paquete que foi feito para operar em zonas com gelo. Os nossos NPO como são feito com aço "militar", tem propulsão diesel-eléctrica e alguma automação já é bem bom, melhor ainda se tivessem um radar táctico e não comercial, fossem todos armados de igual forma, tivessem hangar e respectivo helicóptero para SAR e outros tantos.
« Última modificação: Julho 02, 2020, 03:41:54 pm por Cabeça de Martelo »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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