Substituição dos M113

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Re: Substituição dos M113
« Responder #870 em: Janeiro 25, 2026, 01:59:47 pm »
Mas existe alguma confirmação oficial de que serão IFV e APC, ao invés de apenas IFV que já possuem alguma capacidade de transporte de pessoal (6-7 militares)?

A maior parte das notícias tratam o IFV e APC como o mesmo veículo, e pelo que vi, a capacidade de transporte de pessoal da variante APC é de 8, não representando um grande incremento face ao IFV.

Na volta são mesmo 90 RCT30.

A dúvida que permaneceria neste caso, é o que é feito daqueles rumores que falavam numa potencial compra de Skyranger 30.
 

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Ghidra

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Re: Substituição dos M113
« Responder #871 em: Janeiro 25, 2026, 02:42:16 pm »
Mas existe alguma confirmação oficial de que serão IFV e APC, ao invés de apenas IFV que já possuem alguma capacidade de transporte de pessoal (6-7 militares)?

A maior parte das notícias tratam o IFV e APC como o mesmo veículo, e pelo que vi, a capacidade de transporte de pessoal da variante APC é de 8, não representando um grande incremento face ao IFV.

Na volta são mesmo 90 RCT30.

A dúvida que permaneceria neste caso, é o que é feito daqueles rumores que falavam numa potencial compra de Skyranger 30.
Quero acreditar que os 90 são a base e venham mais módulos até porque é uma das vantagens de se ter os boxers.
 

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Duarte

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Re: Substituição dos M113
« Responder #872 em: Janeiro 25, 2026, 03:02:41 pm »
Confirmação oficial não há, apenas a notícia da Shepherd Media, que baseia-se em afirmações dum oficial general Português, comandante da BrigInt e não em afirmações de um qualquer bloguista de defesa. Estes devem saber a diferença entre um APC e um IFV julgo eu... Se não fosse uma empresa média do ramo da defesa talvez eu acreditasses na hipótese de haver equívoco na terminologia APC vs IFV. Neste caso acho pouco provável ser o caso.
Duvido que um oficial general Português foi a um evento no estrangeiro dizer mentiras.

Citar
Portugal plans to buy 90 ARTEC Boxer 8x8 armoured personnel carrier (APC)/infantry fighting vehicle (IFV) platforms through the EU’s Security Action for Europe (SAFE) initiative as part of a wider transformation of army equipment.

The Portuguese Army’s Commander of the Intervention Brigade, Maj Gen Miguel Freire, announced the planned procurement at Defence IQ’s International Armoured Vehicles conference in Farnborough, UK on 20 January.


Isto para mim implica que o BIMec Pesado/ Agrup. Mec. terá a versão Boxer VCI com RCT30 e outras versões de apoio. Porquê?

- requisitos e uniformização NATO.

- financiamento e regras SAFE, vamos comprar o mesmo que outros países.

- não faz qualquer sentido virem apenas VCI RCT30. Só faria sentido se fosse para usar as Pandur nas versões de apoio... mas isto é muito improvável: os BI Mec Pandur ficavam sem esta viaturas,  ficávamos com estes BI ainda mais incompletos do que já estão. O programa MLU Pandur refere: sistemas de armas, blindagem, eletrónica/ C2, etc.. não em reconversão de APCs Pandur em outras versões.

- É para formarmos uma brigada média completa para a NATO. Não uma mistura de unidades sem viaturas em versões necessárias. Isto já temos.  ::)

- O número de 90 Boxer segue os padrões de um BI de brigada média da NATO

A distribuição mais realista mantém-se:

VCI (RCT30 IFV) pelo menos 42-45. 13-14 por CAtMec. + alguns reserva/ extra
Veículo Blindado Boxer em outras versões: logística, morteiros, C2, ambulância, recuperação, comando, etc.
É exactamente assim que a Lituânia, a Alemanha e o Reino Unido estruturam os seus batalhões equipados com Boxer.

As versões para outras subunidades da brigada devem ser para mais tarde:  Skynex, engenharia, C2, e mais Boxer logística, ambulância, recuperação, etc.
« Última modificação: Janeiro 25, 2026, 03:36:41 pm por Duarte »
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Re: Substituição dos M113
« Responder #873 em: Janeiro 25, 2026, 03:55:44 pm »
Quando a versão APC e IFV fazem praticamente o mesmo em termos de transporte de pessoal, não é de todo impossível que se use a terminologia APC/IFV para descrever exactamente o mesmo veículo, caso a mesma variante faça as 2 funções.

A realidade é que não sabemos.

Depois supões que vêm em versões APC e IFV, com base numa notícia com base em afirmações de um oficial general.

Mas depois fazes a suposição de quê vêm todas as aquelas versões, ignorando a dita notícia que não faz qualquer menção a elas? O tal oficial general esqueceu-se?

Depois, a Lituânia comprou inicialmente 91 Boxer, 2 dos quais na variante de treino de condutor e os restantes 89 IFVs.

A Holanda tem encomendados 72 IFV com RCT30, e outros 10 na versão EW knifefish, que se juntarão a outros 200 Boxer já em serviço.

Ou seja, a nossa encomenda pode ser tal e qual à da Lituânia.

Naquele powerpoint colocado há 2 páginas atrás, vê-se claramente o plano "2045" em que num programa temos a compra da versão IFV (estritamente o IFV), e depois a compra das restantes variantes como um programa à parte.

Se a ideia fosse obter todas as variantes com o SAFE, não teriam dividido no powerpoint sequer.


Com base nas provas que temos, só está confirmada a variante RCT30.
 

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Duarte

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Re: Substituição dos M113
« Responder #874 em: Janeiro 25, 2026, 05:25:09 pm »
Quando a versão APC e IFV fazem praticamente o mesmo em termos de transporte de pessoal, não é de todo impossível que se use a terminologia APC/IFV para descrever exactamente o mesmo veículo, caso a mesma variante faça as 2 funções.

A realidade é que não sabemos.

Depois supões que vêm em versões APC e IFV, com base numa notícia com base em afirmações de um oficial general.

Mas depois fazes a suposição de quê vêm todas as aquelas versões, ignorando a dita notícia que não faz qualquer menção a elas? O tal oficial general esqueceu-se?

Depois, a Lituânia comprou inicialmente 91 Boxer, 2 dos quais na variante de treino de condutor e os restantes 89 IFVs.

A Holanda tem encomendados 72 IFV com RCT30, e outros 10 na versão EW knifefish, que se juntarão a outros 200 Boxer já em serviço.

Ou seja, a nossa encomenda pode ser tal e qual à da Lituânia.

Naquele powerpoint colocado há 2 páginas atrás, vê-se claramente o plano "2045" em que num programa temos a compra da versão IFV (estritamente o IFV), e depois a compra das restantes variantes como um programa à parte.

Se a ideia fosse obter todas as variantes com o SAFE, não teriam dividido no powerpoint sequer.


Com base nas provas que temos, só está confirmada a variante RCT30.

Pois não sabemos, por isto uma afirmação destas, numa publicação do ramo é algo a ter em conta, é um indício, uma dica..

A "versão APC e IFV fazem praticamente o mesmo em termos de transporte de pessoal" é verdade, mas em termos de poder de fogo e função no campo de batalha, não fazem o mesmo papel. A minha interpretação do termo APC neste caso, usado no artigo, é esta:  são a versões de apoio do BI e não APCs em si para equipar as sec. atiradores mec. Posso estar errado, mas para quê usar ambos os termos no artigo se não há diferença (como dizes) no sentido entendido pelo autor? Podiam usar apenas VCI ou IFV se assim fosse. Porquê ambos os termos?

A Lituânia tem dois BI Mec com 89 Boxer RCT30 + 2 Boxer instrução  (portanto 42-44 Boxer +- cada BI) e usa outras viaturas nas funções de apoio na atualidade e vão também comprar mais 27 Boxer, imagino para equipar os BI com mais versões da mesma viatura com certeza.

A Holanda encomendou Boxer VCI porque os seus dois BIMec Boxer da sua brigada média usam ainda viaturas Boxer de engenharia na função de APC. Uma medida de desenrascanço do passado.  Os Boxer Schakal RCT30 são para os substituir.

Eu penso (e posso estar errado) que as viaturas de apoio num slide separado a que te referes são as viaturas de apoio da brigada (VB lança-pontes, recuperação, engenharia, ambulância, C2 etc. para equipar o Bat. Logístico, BEngComb, CTrms, e Skynex parar a Btr AAA, etc. e não as versões de apoio orgânico do BIMecPes .

Não faz qualquer sentido comprar 90 IFV Boxer para equipar um BIMec. 90 Boxer RCT30 dá IFVs suficientes para equipar dois BI (faltando as versões de apoio). Já temos 2 BIMec Pandur,  duvido que é para criar 2 BIMec Pesados.  A Brigada média terá 4 BI Mec? Acho que não.

90 Boxer (RCT30 mais as versões de apoio) dá para equipar um BIMec. É a solução mais lógica e a mais provável. A NATO requere unidades completas, não com falta de versões essenciais em qualquer BIMec.

« Última modificação: Janeiro 25, 2026, 08:05:50 pm por Duarte »
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Re: Substituição dos M113
« Responder #875 em: Janeiro 25, 2026, 05:48:13 pm »
Outra possibilidade que me ocorreu baseado nesta discussão:

A brigada lituana "Iron Wolf" tem 4 BI. Dois com Boxer e vão equipar os outro dois com CV90.

Será que são mesmo 90 Boxer RCT30 como referes, para equipar dois BIMec, e usamos Pandur para as complementar nas versões de apoio? O tal Agrup. Mec. terá também CV90 ou outra VCI lagartas? num BIMec (-) para operar com os Leopard A6 ?  Bastavam 29-30 CV90 nest caso. c56x1

A tendência parece ser dotar as brigadas NATO com 4 UEB de manobra, ficando as brigadas cada vez maiores e mais pesadas.

A Brigada Ligeira fica com 2 BIParas, 1 BI Aeromóvel, e 1 BCmds. Para quê o tesão todo por BlackHawk e Chinook no exército afinal?  :mrgreen:

« Última modificação: Janeiro 25, 2026, 08:04:52 pm por Duarte »
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Re: Substituição dos M113
« Responder #876 em: Hoje às 12:46:42 am »
Pois não sabemos, por isto uma afirmação destas, numa publicação do ramo é algo a ter em conta, é um indício, uma dica..

Que publicação do ramo?

Citar
A "versão APC e IFV fazem praticamente o mesmo em termos de transporte de pessoal" é verdade, mas em termos de poder de fogo e função no campo de batalha, não fazem o mesmo papel. A minha interpretação do termo APC neste caso, usado no artigo, é esta:  são a versões de apoio do BI e não APCs em si para equipar as sec. atiradores mec. Posso estar errado, mas para quê usar ambos os termos no artigo se não há diferença (como dizes) no sentido entendido pelo autor? Podiam usar apenas VCI ou IFV se assim fosse. Porquê ambos os termos?

Então na tua interpretação, o termo APC teve uma razão de ser mencionado.
Mas na verdade o APC não representa a versão APC, mas sim as outras?  ???

A utilização dos termos IFV/APC, podem simplesmente indiciar que a versão IFV vai fazer as 2 tarefas. Principalmente quando não fala na compra de "variantes IFV e APC". Mas isto é apenas interpretação do que foi escrito, podes ter razão.

Citar
Não faz qualquer sentido comprar 90 IFV Boxer para equipar um BIMec. 90 Boxer RCT30 dá IFVs suficientes para equipar dois BI (faltando as versões de apoio). Já temos 2 BIMec Pandur,  duvido que é para criar 2 BIMec Pesados.  A Brigada média terá 4 BI Mec? Acho que não.

Com base em quê ao certo? Não existe uma "medida" padronizada para a dimensão de um BIMec. Uns países com mais viaturas, outros com menos.

Se o Boxer RCT30 vier com ATGM, então vai absorver funções de APC, de IFV e ACar com uma só plataforma.

Cada Boxer RCT30 transporta 6/7 militares, que multiplicado por 90 viaturas dá 540-630.

Cada M-113 tipicamente transporta 11, ou seja para transportar um numero equivalente de militares, precisas entre 49 e 57 viaturas.

Cada Pandur APC transportar até 12, ou seja, com 105 APC consegues transportar 1260 soldados - isto sem contar com as 7 RWS e os 30 IFV.

Isto para dizer que precisas de uns 90 Boxer RCT30 num BIMec, para transportar o mesmo volume de infantaria que transportavas com 40-60 M-113 ou Pandur II.

Não estou a dizer que vai ser assim, mas estou a dizer que o número de 90 Boxer IFV, pode ser muito se contarmos o número de veículos, mas pode ser o certo se contarmos a quantidade de soldados que pretendes transportar em cada BIMec.

E nós não sabemos como vai ficar o ERec da Brigada Média, como vai ficar o GCC, etc.

A compra até pode incluir outras versões. Ou pode não incluir nenhuma, ou pode incluir só mais 1 ou 2 variantes (ex. VSHORAD e PM).

Podemos ver este BIMec de 90 Boxer IFV simplesmente apoiado por variantes do M-113 ainda em uso.

Não sabemos.

Parece-me é prematuro dizer coisas como "o mais provável", quando até agora nada indica qual vai ser a composição inicial da frota. Apenas sabemos que o powerpoint do EP, trata este batalhão Boxer como Batalhão (-).
 

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Duarte

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Re: Substituição dos M113 Novo
« Responder #877 em: Hoje às 02:46:46 am »
Eu devia ter dito publicação do ramo da área da defesa para evitar confusão.  Referia-me ao artigo na Shepherd Media e não a um artigo duma publicação do exército.

https://www.shephardmedia.com/news/landwarfareintl/portugal-set-to-join-boxer-team/

Outra fonte da mesma notícia, esta francesa, mas não acrescenta nada de novo:   https://blablachars.blogspot.com/2026/01/lisbonne-dit-oui-au-boxer.html?

Pois eu não sei como vão ser atribuídas as VB Boxer, nem quais as versões, apenas podemos especular até sabermos mais. Eu esperava que alguém com mais informação se pronunciasse.

Sim, para mim a menção de APCs vs IFV no artigo distingue as versões sem torre RCT30, as Boxer que têm apenas RWS 12,7mm, sejam VBTP, posto comando, ambulância, recuperação, etc. Para quê mencionar os dois tipos na mesma frase?

Vejo duas possibilidades quanto aos Boxer no exército.

1-  90 Boxer em várias versões (RCT30, posto comando, morteiro, recuperação, etc) que irão equipar um BI (-) do proposto Agrupamento Mec. da brigada média.
Como se refere que os Boxer são parar substituir os M-113 pensamos logo no BIMec Pesado da Brigada Mecanizada, mas esta vai desaparecer. Passa a existir apenas um Agrupamento Mecanizado em seu lugar, este parte da brigada média. Mas, podemos estar a olhar no lugar errado... siga:

2-  90 Boxer, todos na versão RCT30para equipar os 2 BIMec da atual Brigada Intervenção, afinal foi o comandante desta a fazer a declaração que vamos comprar 90 Boxer!
45 por cada BI (14 por CAtMec e 3 no comando do BIMec). Neste caso vamos supor que serão todas RCT30 ou talvez 80 RCT30, 4 Posto Comando e 6 Ambulância.

As Pandur ficam para um só BIMec rodas Pandur, fora  da Brig Média . Talvez para defesa do TN ou missões de paz, reserva do exército, etc..
As restantes Pandur ficam nas subunidades de apoio da brigada média: engenharia, transmissões, logística, etc. O mesmo pode suceder na brigada ligeira, algumas Pandur passam para as subunidades de apoio da brigada ligeira Eng. Trms, Logística e um pool de VB Pandur para missões de paz. Outras Pandur poderão ir para as forças de apoio geral: Bat. ISTAR, BEng, PE, BTrms., etc..

Espero que não se continuem a usar versões de M-113 com os Boxer, nem mesmo que seja por pouco tempo. Ou usam as Pandur ou outras viaturas rodas ligeiras, mais ST5, etc.. para as versões em falta.

Começo a achar esta segunda possibilidade a mais lógica. Tem mais factos a suportar esta hipótese. A brigada NATO com 2 BIMec Boxer. As Pandur MLU serão redistribuídas por outras unidades do exército. O Agrupamento Mec. fica com os Leopard 2 A6 MLU e talvez mais 28 Boxer 14 RCT30 para Uma CAtMec, 14 num ERec Boxer Shackal,  mais tarde ou alguma VCI lagartas ainda por determinar? Não foi por nada que andaram a testar ASCOD e veio uma Lynx ao Dia do Exército 2024...

Será?  :conf:

Citar
Com base em quê ao certo? Não existe uma "medida" padronizada para a dimensão de um BIMec. Uns países com mais viaturas, outros com menos.
Existir, existe. Nós é que não sabemos ao certo o que são. A NATO define os requisitos de capacidade de unidades através de duas estruturas classificadas:

NATO Minimum Capability Requirements (MCR) e NATO Capability Targets (CTs) para cada país. Por razões óbvias, não é informação pública.
« Última modificação: Hoje às 04:16:23 am por Duarte »
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