Mensagens recentes

Páginas: [1] 2 3 4 5 6 ... 10
1
Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por ICE 1A+ em Hoje às 12:49:22 pm »
44 meses após entrada em vigor do contrato para entregar o 1º? Sendo que antes foi a elaboração do Projeto de Detalhe, que foi depois da revisão do Projeto Básico (e conta após ter sido aprovado o contrato pelo tribunal de Contas)? Pouco deve para se ver ainda.

Excepto provas cabais do avanço da construção... uma fotucha, 2 linhas de informação, será pedir muito??

Isto é pedir muito  c56x1
Nenhuma foto pública dos navios ou blocos do casco foi ainda divulgada.
Isto está de acordo com a prática típica da West Sea: raramente divulgam fotos da construção até às cerimónias de assentamento da quilha.
A West Sea leva 2 – 2,5 anos por NPO tipicamente..


 O calendário  planeado da construção já saiu por aqui..
2
Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 12:31:36 pm »
Mas esse 'problema' de operar perto da linha não seria com quaisquer aeronaves do tipo?

Ademais, por que um reabastecedor com os pods instalados estaria lançando pqds a baixa altitude? São missões -e configurações, diferentes...

Além dos pods de autodefesa electrónicas ele também lança seus fogos e retalhos...



 ::)
3
Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por mafets em Hoje às 12:12:57 pm »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?

O primeiro é stealth, o segundo continua a não ser.

Saudações
4
Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por LM em Hoje às 11:23:37 am »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?
5
Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 10:48:07 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?
6
Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 10:42:41 am »
Se os EUA se mostrarem hostis com a Europa (rezemos que o laranja seja posto no olho da rua antes disso), só vai haver incentivo para acelerar os programas 6G, e provavelmente surgirão outros programas de primeira linha.

Os Eurocanards são inconsequentes. Produzir mais uns quantos não vai mudar nada no equilíbrio de forças. Adiar o desenvolvimento dos 6G para produzir mais eurocanards, seria um erro tremendo.

Até acho mais provável que dê aos países europeus uma de "a necessidade aguça o engenho", e se comece a acelerar o desenvolvimento de novos caças.
Mesmo que não surja logo um 6G, pode surgir um 5G, com tecnologia conhecida, que usa motores já em uso (os EJ200 dos Typhoon por exemplo), e que saísse dali um rival bimotor do F-35, usando know-how absorvido pelas nações/empresas que participaram no desenvolvimento deste último.

O desenvolvimento vai continuar, mas ninguém vai fechar linhas de produção neste momento ainda por cima com encomendas feitas.
7
Marinha Portuguesa / Re: Fotos de Navios de Guerra Portugueses
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:41:16 am »

Citar
Construída no Arsenal da Ribeira das Naus, a canhoneira Pátria foi aumentada ao efetivo dos navios da Armada em 27 de dezembro de 1903. Motivada pelo Ultimato Inglês de 1890, a sua construção foi financiada pelo dinheiro oriundo da Subscrição Nacional da comunidade portuguesa presente no Brasil.


Saudações

P.S.


Citar
A canhoneira Beira a largar de São Vicente, durante a Grande Guerra (Biblioteca Central de Marinha)
8
Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Chinês
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:30:39 am »
https://www.msn.com/pt-pt/noticias/ultimas/china-testa-zbd-04-com-torre-n%C3%A3o-tripulada-e-abandona-canh%C3%A3o-de-100-mm/ar-AA1UxiTM?ocid=msedgntp&pc=LCTS&cvid=6970a892634b462b9120c6a701688330&ei=29

~

Citar
As imagens indicam uma mudança significativa em relação ao modelo tradicional, que utilizava uma torre tripulada equipada com um canhão de 100 mm.

O ZBD-04 original, também conhecido como Type 04 ou WZ502, possui armamento semelhante ao do BMP-3 russo, combinando um canhão de 100 mm com outro automático de 30 mm. No entanto, essa configuração exige o armazenamento de munições de grande calibre dentro do veículo, o que aumenta consideravelmente o risco de destruição total em caso de impacto por drones, armas antitanque ou foguetes.

Saudações
9
Tu126 e Tu128



Saudações

10
Conflitos do Passado e História Militar / Re: LAS MALVINAS SON ARGENTINAS
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:16:14 am »
https://www.aereo.jor.br/2019/04/22/malvinas-37-anos-interceptadores-sovieticos-tu-128-fiddler-quase-assumiram-a-defesa-aerea-argentina/

Citar
Entretanto, conforme as hostilidades progrediam, a junta militar portenha comandada pelo General Leopoldo Galtieri (1926-2003) também recebeu por parte do governo soviético então liderada pelo Secretário Geral do Partido Comunista da União Soviética Yuri Andropov (1914-1984) uma oferta de defesa mais incisiva, na forma de nada mais nada menos que caças interceptadores que seriam baseados no continente argentino, a partir de onde se pretendia que decolassem em alertas de defesa aérea ou em patrulhas contra os caças British Aerospace Harrier GR.3 da Força Aérea Real e Sea Harrier FRS.1 da Arma Aérea da Frota, a aviação aeronaval do Reino Unido, bem como neutralizar os bombardeiros Avro Vulcan B.Mk2 em missões “Black Buck” de supressão da defesa aérea argentina.

De acordo com informações obtidas através de contatos deste autor com ex-pilotos da IA-PVO (a Aviação de Caça da Força de Defesa Aérea da Força Aérea soviética, subdivisão que deixou de existir em 1998), dentre as opções avaliadas estavam os modelos Mikoyan Gurevich MiG-21 “Fishbed”, MiG-23 “Flogger”, MiG-25 “Foxbat” e Tupolev Tu-128 “Fiddler”.



Saudações
Páginas: [1] 2 3 4 5 6 ... 10