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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:15:56 pm »
Com a compra de F-35, face ao seu valor militar, teriam que ser construídos shelters como deve ser para eles.

Para proteger de condições meteorológicas, mas também de vigilância de satélites, como de eventuais ameaças de drones que qualquer pessoal mal intencionada poderia operar a partir das redondezas da base.

Dizer que o F-35 seria "um Ferrari sem shelters", aplica-se a qualquer caça comprado novo, inclusive os 4.5G que custariam praticamente o mesmo.

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Poderíamos discutir filosofias de sistemas em vez de aviões em particular?
O que estaríamos a comprar ao escolher um avião?
O sistemas futuros serão ecossistemas e não apenas máquinas. Quem tem a filosofia que melhor se adapta a Portugal?

Isso são mais buzzwords que outra coisa.

Mas mesmo no contexto se "ecossistemas", o F-35 é muito superior ao os restantes, com a sua fusão de sensores.

É também um avião mais versátil, porque tanto tem a opção executar missões numa configuração furtiva (armamento interno), que lhe permite operar em espaço aéreo contestado (e até penetrar espaço aéreo inimigo), e quando o TO for permissivo, pode operar no tal "beast-mode" com armamento interno e externo. Esta vantagem faz com que seja desnecessário operar 2 modelos de caças.

Já a filosofia é simples: executar as missões com o máximo de eficácia possível, e com maior probabilidade de voltar para casa com vida.
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Marinha Portuguesa / Re: Novo Reabastecador da Marinha Portuguesa
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:13:40 pm »
Eu bem digo que o pior de Portugal são os portugueses...
Então agora com as redes sociais, não há quem os ature.

É que só escrevem m....

Gente estúpida e burra que dói  :bang:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 03:13:11 pm »
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sugeriu ao Governo português o desenvolvimento de um projeto de vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico, ideia que será analisada “com muita atenção”.

A porta está escancarada... é só saber aproveitar.

Só isso justificaria meio programa de NPC's. O Algarve precisaria de 3, baseados em VR Sto António, Faro e Lagos ou Sagres (assumindo que um NPO ficaria em Portimão). Não percebo como esse concurso parece ter-se extinto....

https://www.jn.pt/pais/artigo/marinha-deixa-esperanca-de-construir-em-viana-oito-navios-de-patrulha-costeira/17758317

Saudações

P.S. Interessante o NPA 500 BR

https://www.naval.com.br/blog/2023/08/03/enquanto-se-aguarda-o-npa500br-o-tempo-passa-os-atuais-navios-patrulha-da-mb/#google_vignette



Mas a MP tinha aquele projecto de NPC com convés de vôo que ficou deserto... depois disso nada foi feito, pelo menos tanto quanto sei..
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Mentat em Hoje às 03:05:07 pm »
Cada drone da FAP precisa de 3 pilotos para cada missão e são pilotos mesmo não é operadores como noutros países.

É mais que tempo de mudar esse paradigma.
A falta de Pilav é um problema bem real na FAP e este cenário só se agravará com a chegada de novos drones.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por mafets em Hoje às 03:04:40 pm »
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sugeriu ao Governo português o desenvolvimento de um projeto de vigilância do flanco Mediterrâneo-Atlântico, ideia que será analisada “com muita atenção”.

A porta está escancarada... é só saber aproveitar.

Só isso justificaria meio programa de NPC's. O Algarve precisaria de 3, baseados em VR Sto António, Faro e Lagos ou Sagres (assumindo que um NPO ficaria em Portimão). Não percebo como esse concurso parece ter-se extinto....

https://www.jn.pt/pais/artigo/marinha-deixa-esperanca-de-construir-em-viana-oito-navios-de-patrulha-costeira/17758317

Saudações

P.S. Interessante o NPA 500 BR

https://www.naval.com.br/blog/2023/08/03/enquanto-se-aguarda-o-npa500br-o-tempo-passa-os-atuais-navios-patrulha-da-mb/#google_vignette

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 03:03:11 pm »
Meus amigos,  janeiro fora e nada de novidades...
Nem por cá,  nem de Itália, não transpira nada das negociações.
É obra.

O Melo declarou na Turquia que a primeira fragata chegará em 2029

E uma outra em 2030, creio...
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:00:23 pm »
Meus amigos,  janeiro fora e nada de novidades...
Nem por cá,  nem de Itália, não transpira nada das negociações.
É obra.

O Melo declarou na Turquia que a primeira fragata chegará em 2029
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 02:58:49 pm »
Discutir contigo é como falar com uma parede… não interessa quantas vezes as pessoas te apresentem argumentos, que tu não mudas nada. Neste caso, eu tenho mas que fazer que estar novamente a entrar nesta discussão. Não te preocupes que ainda vais engolir muitos sapos e eu cá estarei para me rir.. é tudo, fica bem.

As coisas que tu escreves não são argumentos, são invenções da tua cabeça facilmente refutadas com a mínima variável do mundo real.

No fim, tu dizes que o ST é o meio ideal para C-UAS, mas basta colocar a questão de qual o meio mais adequado para fazer C-UAS (e podes substituir C-UAS por ISR) de forma propongada, por exemplo 24h seguidas, que o teu argumento cai por água abaixo.

Spoiler alert:
Para cumprir uma missão de 24h seguidas, ISR num TO estrangeiro ou C-UAS numa área crítica, um UCAV serve, com operadores confortavelmente em terra. Com Super Tucanos, precisas de 3 aeronaves diferentes, e 3 pilotos diferentes, cada um a ter que voar pelo menos 8h.

Felizmente não temos falta de pilotos! Oh wait.

Se o plano é incentivar ainda mais a saída de pilotos da FAP, o ST é o caminho.

Cada drone da FAP precisa de 3 pilotos para cada missão e são pilotos mesmo não é operadores como noutros países. Os drones estão limitados as torres de comunicação.

O A29 segundo a empresa ainda estão a tentar passar os alvos do Eletro-óptico para os sistemas do avião. Vamos ver quanto tempo vão demorar a receber alvos via Link16. depois falta ainda integrar as armas.

O sistema antidrone que neste momento temos é uma caçadeira.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:57:26 pm »
Não era o ChatGPT, mas o Copilot.

O ChatGPT diz:

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Resposta curta: **Sim — em princípio, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do *NRP D. João II*… *mas* existem limitações práticas significativas em comparação com a sua plataforma de lançamento atual.** ([Army Recognition][1])

Eis porquê:

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## 🚁 1. Para que foi concebido o Bayraktar TB3

O **Bayraktar TB3** é um *UAV MALE de asa fixa navalizado* desenvolvido com **asas dobráveis** e reforço estrutural para que possa operar a partir de pavimentos curtos sem catapulta ou sistema de travagem — *i.e.* capacidade de descolagem e aterragem curtas (STOL). Já foi demonstrado o seu funcionamento a descolar e a aterrar do **navio anfíbio TCG Anadolu da Marinha Turca**, utilizando a **pista curta em formato de rampa de salto** do navio, sem ajuda externa de lançamento. ([Reconhecimento do Exército][1])

* Envergadura de aproximadamente 14 m (dobrada para armazenamento)
* Peso máximo à descolagem (MTOW) de aproximadamente 1.450 kg
* Concebida para operar numa pista de aterragem de aproximadamente 200 m ou mais (como o convés de voo do Anadolu) ([Naval News][2])

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## ⚓ 2. Dimensões do convés do *NRP D. João II*

O **D. João II (PNM)** de Portugal é uma **plataforma naval multifunções** com um convés para helicópteros em vez de um convés de voo completo para aeronaves de asa fixa. Os esboços e discussões públicas sobre o projeto mostram:

* O convés não é um convés de voo completo como um *LHD* — tem dimensões aproximadas para pequenos helicópteros e UAV.

* Os comentários dos analistas sugerem que a *largura livre disponível do convés pode ser de aproximadamente 10 a 12 m* de espaço desobstruído para operações de descolagem/aterragem. ([Segurança Global][3])

Contexto:

* A envergadura do TB3 é de aproximadamente 14 m — **superior ao espaço livre estimado no convés do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
* A descolagem de aeronaves de asa fixa requer um **comprimento de pista adequado aos requisitos STOL do TB3** — algo que o *D. João II* não foi, aparentemente, concebido para oferecer.

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## 🛩️ 3. *Será que* ele poderia levantar voo?

**Teoricamente**:

* Se o VANT tivesse um convés **com comprimento suficiente (e idealmente uma rampa de salto suave)**, o projeto STOL do TB3 **permite a descolagem e a aterragem** sem catapultas. Isso já foi comprovado no TCG Anadolu. ([Reconhecimento do Exército][1])

Mas no *D. João II*:

* Não existe rampa ou convés estendido nos projetos públicos.

* A área útil do convés de voo é **muito menor do que a envergadura do TB3 e a provável distância de descolagem necessária**.

* Não foi construído como um porta-aviões de convés curto.

Assim, a resposta prática é:

### ❌ **Não, não sem grandes modificações.**

Para *operar realisticamente* um TB3 a partir do *D. João II*, necessitaria de:

* **Convés de voo prolongado/modificado** — uma rampa de lançamento ou catapulta
* **Sistemas de recuperação/lançamento** (equipamento de travagem ou rede)
* Espaço no convés **suficientemente amplo para acomodar 14 m de envergadura**
* Espaço para armazenamento/hangar e instalações de suporte para UAV

Nenhum destes itens parece estar presente na configuração atual do *D. João II*. ([Segurança Global][3])

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## 🧠 Resumo

* ✅ **O TB3 possui capacidade STOL naval comprovada**, incluindo descolagens e aterragens num convés de rampa curta (TCG Anadolu). ([Reconhecimento do Exército][1])
* ❌ **O convés de helicópteros do D. João II é demasiado pequeno/inadequado** para suportar as operações do TB3 sem uma reformulação substancial (comprimento do convés, envergadura, equipamento de lançamento/recuperação). ([Segurança Global][3])
* 💡 Pode transportar **VANT/VTOL mais pequenos** (drones de asa rotativa ou pequenas aeronaves de asa fixa com equipamento de lançamento), mas não uma aeronave de asa fixa MALE completa como o TB3 no seu projeto atual.

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Se desejar, posso detalhar **quais os VANT de asa fixa que *poderiam* operar realisticamente a partir do convés do D. João II**, incluindo drones VTOL ou tipos STOL adequados para decks pequenos — basta perguntar! [1]: https://armyrecognition.com/news/navy-news/2025/flash-info-tuerkiye-to-start-operational-deployment-of-bayraktar-tb3-drone-from-tcg-anadolu-amphibious-assault-ship?utm_source=chatgpt.com "Informação Rápida: Turquia iniciará o destacamento operacional do drone Bayraktar TB3 a partir do navio de assalto anfíbio TCG Anadolu"
[2]: https://www.navalnews.com/naval-news/2024/06/bayraktar-tb3-uav-performs-first-flight-test-using-ski-jump/?utm_source=chatgpt.com "UAV Bayraktar TB3 realiza primeiro teste de voo utilizando rampa de salto - Notícias Navais"
[3]: https://www.globalsecurity.org/military/world/europe/nrp-pnm.htm?utm_source=chatgpt.com "D. João II - PNM - Plataforma Naval Multifuncional - Plataforma Naval Multifuncional"

Mas, como o DJ2 é um navio científico e oceanográfico, nada dista interessa. Futuras versões armadas e maiores serão outra história.  c56x1

Ao menos aí já fala da largura do TB3 e do convés do navio.

É que mesmo que o convés de voo tenha 12m de largura, continua a precisar de uma margem de erro face à ilha para operar em segurança. O TB3 consegue ser mais largo que o convés de voo, cerca de metade da asa esquerda ficaria de fora.

Já relativamente à distância de descolagem e aterragem, esta não vai ser igual à que teria com base em terra, pois a velocidade do navio, e o vento por ela causado, permitem reduzir ambas as distâncias.

Agora se será o suficiente ou não, não sei, nem se isso afectaria o payload.

A não ser que o plano passe por comprar um LHD tipo Anadolu frito na Turquia.
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Brown-water navy
« Última mensagem por mafets em Hoje às 02:53:40 pm »
President Masaryk in chez service (1932)



With the German (1941-1945)





Saudações

P.S. Monitor SMS Szamos (1907,1917 e 1921)







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