Para o SAFE 3.0

1. Exército — Força de Combate Blindada Pesada (1,8–1,9 mil milhões de euros)
Carros de combate de última geração (MBTs)
Frota de Leopard 2A8 (44 ) a única opção realista da UE.
Substitui a frota de Leopard 2A6 e dá a Portugal um GCC (batalhão blindado pesado) com credibilidade na NATO a partir de 2035
Veículos de Combate 8×8 adicionais
Artec Boxer (60–90 unidades)
Expande a brigada pesada e uniformiza as plataformas.
Combinação de variantes de VCI, comando, ambulância e morteiro.
Apoio de fogos de longo alcance
+ 2-3 baterias K239 Chunmoo (adicionais)
O SAFE 2.0 inicia o programa; o SAFE 3.0 amplia-o.
Dá a Portugal um regimento de apoio fogo de longo alcance com um alcance de 80–150 km.
Engenharia pesada e sistemas de pontes
Sistemas de pontes Leguan ou M3
Necessários para a mobilidade dos carros de combate e operações da NATO.
2. Força Aérea — Poder aéreo e mísseis estratégicos ( 2,0–2,6 mil milhões de euros)
Acesso à 6ª Geração de Caças
Compra antecipada do FCAS ou GCAP
Portugal ainda não tem condições para adquirir aeronaves completas, mas o SAFE 3.0 pode financiar:
Participação industrial
Formação de pessoal
Infraestrutura inicial
Componentes de longo prazo
Isto garante a Portugal um sistema de armas de caças para a década de 2040 e além.
Aperfeiçoamento Intermédio de caças: EF ou outro
Uma capacidade de transição até à chegada dos caças de 6ª geração. Além de caças 4,5G usados (fora dos programas SAFE) alguns 4,5G novos para complementar.
Defesa Aérea e Antimíssil Integrada
Bateria(s) SAMP/T NG (1–2 baterias)
Defesa aérea de médio alcance + defesa antimíssil balístico.
Complementa o módulo de controlo espacial IRIS-T do SAFE 2.0.
Expansão de UAV MALE
Eurodrone ou Falco Xplorer (2 a 3 sistemas adicionais)
O SAFE 2.0 inicia o programa; o SAFE 3.0 alarga-o para uma esquadra completa.
3. Marinha — Complementos de Alta Tecnologia 800 milhões de euros a 1,2 mil milhões de euros)
O SAFE 1.0 e o 2.0 já financiam consideravelmente a Marinha, pelo que o SAFE 3.0 concentra-se em recursos complementares, e não em navios
Melhorias de Guerra Antissubmarina e Ataque
Stock de torpedos pesados + novos sensores antissubmarino
Stock de mísseis de ataque naval (NSM, JSM, TESEO Mk2/E, etc.)
Sistemas Marítimos Não Tripulados
UAVs + USVs para guerra anti-submarina e submarina
4. Transversal/Estratégico (500–700 milhões de euros)
Rede Nacional de Defesa Aérea e Antimíssil
Integração C4I para IRIS-T, SAMP/T, radares e caças
Soberania e auto-suficiência munições e armamento:
Alargamento das linhas de produção de munições de 155 mm, 120 mm, etc. e mísseis, SCAR, etc.
Espaço e ISR
Aumentar a constelação de satélites para reconhecimento do domínio marítimo
SAFE 3.0 Total: 5,5–5,8 mil milhões de euros