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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 01:20:48 am »Pelo que tenho lido, os F-35 eram para ser baseados na BA8, em Maceda, com HAS.
Então ninguém diz nada sobre os quatro F-16 danificados que estavam debaixo daquele barraco lá em Monte Real?
Será que algum daqueles voltará a voar, devido aos custos e tempo de reparação? Uma coisa é 100% certa. Aquilo podia ter sido evitado. Não me venham dizer o contrário.
O que me parece pelas imagens é que, estruturalmente, os hangares são fraquinhos.
Tudo muito ligeiro, típico de concursos onde o único critério é "o preço mais baixo ".
Representantes do governo Trump se reuniram com grupo que defende a independência de Alberta em relação ao Canadá
https://www.forte.jor.br/2026/01/29/representantes-do-governo-trump-se-reuniram-com-grupo-que-defende-a-independencia-de-alberta-em-relacao-ao-canada/
Sds
Neste capítulo, não vale a pena inventar. Seria o JLTV e estava o assunto resolvido. Não vale a pena os do "buy european" virem com as tangas enviesadas do costume.
Só alegria para nós acionistas da empresa.
Petrobras aumenta Reservas Provadas
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta quarta-feira, 28, que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), resultaram em 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2025. Deste total, 84% são de óleo e condensado e 16% de gás natural.
https://financenews.com.br/2026/01/petrobras-aumenta-reservas-provadas/
Resposta curta: **Sim — em princípio, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do *NRP D. João II*… *mas* existem limitações práticas significativas em comparação com a sua plataforma de lançamento atual.** ([Army Recognition][1])
Eis porquê:
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## 🚁 1. Para que foi concebido o Bayraktar TB3
O **Bayraktar TB3** é um *UAV MALE de asa fixa navalizado* desenvolvido com **asas dobráveis** e reforço estrutural para que possa operar a partir de pavimentos curtos sem catapulta ou sistema de travagem — *i.e.* capacidade de descolagem e aterragem curtas (STOL). Já foi demonstrado o seu funcionamento a descolar e a aterrar do **navio anfíbio TCG Anadolu da Marinha Turca**, utilizando a **pista curta em formato de rampa de salto** do navio, sem ajuda externa de lançamento. ([Reconhecimento do Exército][1])
* Envergadura de aproximadamente 14 m (dobrada para armazenamento)
* Peso máximo à descolagem (MTOW) de aproximadamente 1.450 kg
* Concebida para operar numa pista de aterragem de aproximadamente 200 m ou mais (como o convés de voo do Anadolu) ([Naval News][2])
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## ⚓ 2. Dimensões do convés do *NRP D. João II*
O **D. João II (PNM)** de Portugal é uma **plataforma naval multifunções** com um convés para helicópteros em vez de um convés de voo completo para aeronaves de asa fixa. Os esboços e discussões públicas sobre o projeto mostram:
* O convés não é um convés de voo completo como um *LHD* — tem dimensões aproximadas para pequenos helicópteros e UAV.
* Os comentários dos analistas sugerem que a *largura livre disponível do convés pode ser de aproximadamente 10 a 12 m* de espaço desobstruído para operações de descolagem/aterragem. ([Segurança Global][3])
Contexto:
* A envergadura do TB3 é de aproximadamente 14 m — **superior ao espaço livre estimado no convés do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
* A descolagem de aeronaves de asa fixa requer um **comprimento de pista adequado aos requisitos STOL do TB3** — algo que o *D. João II* não foi, aparentemente, concebido para oferecer.
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## 🛩️ 3. *Será que* ele poderia levantar voo?
**Teoricamente**:
* Se o VANT tivesse um convés **com comprimento suficiente (e idealmente uma rampa de salto suave)**, o projeto STOL do TB3 **permite a descolagem e a aterragem** sem catapultas. Isso já foi comprovado no TCG Anadolu. ([Reconhecimento do Exército][1])
Mas no *D. João II*:
* Não existe rampa ou convés estendido nos projetos públicos.
* A área útil do convés de voo é **muito menor do que a envergadura do TB3 e a provável distância de descolagem necessária**.
* Não foi construído como um porta-aviões de convés curto.
Assim, a resposta prática é:
### ❌ **Não, não sem grandes modificações.**
Para *operar realisticamente* um TB3 a partir do *D. João II*, necessitaria de:
* **Convés de voo prolongado/modificado** — uma rampa de lançamento ou catapulta
* **Sistemas de recuperação/lançamento** (equipamento de travagem ou rede)
* Espaço no convés **suficientemente amplo para acomodar 14 m de envergadura**
* Espaço para armazenamento/hangar e instalações de suporte para UAV
Nenhum destes itens parece estar presente na configuração atual do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
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## 🧠 Resumo
* ✅ **O TB3 possui capacidade STOL naval comprovada**, incluindo descolagens e aterragens num convés de rampa curta (TCG Anadolu). ([Reconhecimento do Exército][1])
* ❌ **O convés de helicópteros do D. João II é demasiado pequeno/inadequado** para suportar as operações do TB3 sem uma reformulação substancial (comprimento do convés, envergadura, equipamento de lançamento/recuperação). ([Segurança Global][3])
* 💡 Pode transportar **VANT/VTOL mais pequenos** (drones de asa rotativa ou pequenas aeronaves de asa fixa com equipamento de lançamento), mas não uma aeronave de asa fixa MALE completa como o TB3 no seu projeto atual.
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Se desejar, posso detalhar **quais os VANT de asa fixa que *poderiam* operar realisticamente a partir do convés do D. João II**, incluindo drones VTOL ou tipos STOL adequados para decks pequenos — basta perguntar! [1]: https://armyrecognition.com/news/navy-news/2025/flash-info-tuerkiye-to-start-operational-deployment-of-bayraktar-tb3-drone-from-tcg-anadolu-amphibious-assault-ship?utm_source=chatgpt.com "Informação Rápida: Turquia iniciará o destacamento operacional do drone Bayraktar TB3 a partir do navio de assalto anfíbio TCG Anadolu"
[2]: https://www.navalnews.com/naval-news/2024/06/bayraktar-tb3-uav-performs-first-flight-test-using-ski-jump/?utm_source=chatgpt.com "UAV Bayraktar TB3 realiza primeiro teste de voo utilizando rampa de salto - Notícias Navais"
[3]: https://www.globalsecurity.org/military/world/europe/nrp-pnm.htm?utm_source=chatgpt.com "D. João II - PNM - Plataforma Naval Multifuncional - Plataforma Naval Multifuncional"

O TB3 consegue operar no D. João II?
FWIWCitar**Sim — com base em tudo o que se sabe hoje, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do D. João II, e o navio foi explicitamente concebido com essa capacidade em mente.** O TB3 já demonstrou descolagens bem-sucedidas em rampas de lançamento/ski-jump de navios de convés curto, e o convés de 94 metros para UAVs/helicópteros do D. João II é mais do que suficiente para a sua corrida de descolagem necessária.
## Porque é que o TB3 é compatível com o D. João II
### 1. **O TB3 foi concebido especificamente para operações navais em navios de convés curto**
- O TB3 é um UAV MALE *capaz de operar em porta-aviões*, concebido para navios sem catapultas ou sistema de travagem.
- Já **levantou voo e aterrou no TCG Anadolu da Marinha Turca**, um LHD de convés curto com rampa de lançamento.
- Foram também concluídos **testes de descolagem em rampa terrestre** utilizando uma rampa de salto de 12° idêntica à do Anadolu.
### 2. **O convés do D. João II é suficientemente comprido**
- O D. João II possui um **convés de voo de 94 metros** concebido para helicópteros *e UAV*.
- A corrida de descolagem demonstrada do TB3 a partir do Anadolu está bem dentro deste comprimento.
- Ao contrário das aeronaves tripuladas de asa fixa, o TB3 não requer alta aceleração ou assistência à catapulta.
### 3. **Alinhamento com o perfil da missão**
- O D. João II é explicitamente descrito como **o primeiro porta-drones dedicado da Europa**, destinado a operar sistemas aéreos, de superfície e subaquáticos não tripulados.
- O TB3 enquadra-se exatamente na categoria de UAV de média altitude e longa duração que o navio se destina a operar.
## Considerações práticas
- **Aterragem:** O TB3 já demonstrou aterragens com gancho de paragem em convés curto no navio Anadolu. O layout do convés do D. João II ainda não é totalmente público, mas o seu projeto preparado para UAV sugere fortemente a compatibilidade.
- **Rampa:** Se o D. João II incluir uma rampa de lançamento (ainda não confirmado publicamente), o desempenho do TB3 será ainda melhor. Caso contrário, o TB3 pode ainda realizar descolagens em convés plano com uma distância maior.
- **Integração:** A única barreira real seriam as decisões da Marinha Portuguesa sobre as ligações de dados, as estações de controlo e os sistemas de manuseamento de convés — não a viabilidade física.
## Conclusão
**Tecnicamente e operacionalmente, o TB3 pode descolar do D. João II.** O navio foi concebido para operações com UAV e o TB3 já provou que pode operar mesmo em pavimentos mais curtos.
Sim — tecnicamente o TB3 pode aterrar no D. João II, mas com uma nuance importante: a aterragem é possível, mas depende de o navio integrar um sistema de retenção/arreagem compatível, tal como o TCG Anadolu usa.
A boa notícia é que nada no design do TB3 impede a aterragem num convés como o do D. João II. O desafio é apenas de integração naval, não de performance da aeronave.
🛬 Porque o TB3 pode aterrar no D. João II
1. O TB3 já provou que consegue aterrar em navios sem catapultas
O TB3 realizou aterragens reais no TCG Anadolu.
O Anadolu não tem catapulta nem cabos de arresto tradicionais — usa um sistema de travagem assistida para UAVs.
Isto demonstra que o TB3 não precisa de um convés de porta‑aviões clássico.
2. O TB3 tem trem reforçado e velocidade de aterragem baixa
Velocidade de aproximação baixa → reduz distância necessária.
Trem de aterragem navalizado → absorve impacto em convés rígido.
Capacidade STOL (Short Take-Off and Landing) → ideal para navios com convés curto.
3. O D. João II foi concebido para operar UAVs de asa fixa
O conceito oficial do navio inclui operações de UAVs de asa fixa e rotativa.
O convés de 94 m é mais do que suficiente para a corrida de aterragem do TB3 com um sistema de retenção adequado.
⚠️ A condição crítica: o sistema de travagem
Para aterrar com segurança, o TB3 precisa de um dos seguintes:
Opção A — Cabos de arresto leves (como no Anadolu)
O TB3 tem gancho de retenção.
Bastaria instalar 1–2 cabos de baixa tensão, próprios para UAVs.
Opção B — Rede de retenção (menos ideal, mas possível)
Usada em alguns navios para UAVs.
Funciona, mas aumenta desgaste e limita cadência de operações.
Opção C — Aterragem autónoma com travagem assistida no convés
Requer integração de sensores e software.
É a solução mais moderna, mas depende da Marinha.
Sem um destes sistemas, a aterragem seria tecnicamente possível mas operacionalmente insegura.