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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:28:27 pm »
Tecnicamente errado pode não estar. Mas também não sabemos se houve ou não movimentação de aeronaves para outros lados, ou se se achou arriscado mover as aeronaves para outras BA por falta de shelters.

Se havia essa possibilidade, de por exemplo mover para Beja alguns aviões, para arranjar espaço nos shelters para os 3 F-16 ds foto, e não se fez, aí também não se entende o porquê.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:20:27 pm »
Entretanto, a caravana passa.. fica bem…

Como diz o outro: "Contra factos, não há argumentos!"
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:19:34 pm »
Adoro discutir com gente inteligente. Aprende-se tanto...
Eu não pesco nada do assunto. Só quero entender se os ST são úteis, para alem do treino.
Obviamente o ST não serve para nada na FAP pois como se sabe elas não fazem missões de policiamento.
Tb não servem para a defesa contra drones, Portugal não tem necessidade de tal, nem os parceiros NATO...
Tb não podem voar integrados noutras forças.
Tb não temos pilotos... etc...
Sei lá.

Muito do que você diz é acertado, dá para perceber que percebe do assunto. Mas tem um problema adorável. De vez em quando engana-se... normal, quem não. Mas ai algo interno o impede de reconhecer o erro, aceitar e seguir em frente.
Vou deixar de escrever textos sarcásticos sobre o ST, eles estão ai, já não voltam e vão certamente ter uma função dentro da FAP quer você queira quer não.
É por demais evidente que este tipo de aviões têm múltiplas utilidades nos dias de hoje. E ainda bem.

Tu baralhas tudo.

A ideia deste tipo de aeronave numa FA, é que seja barata de operar e cumpra a sua função de treino, ponto.

O objectivo, tal como vimos com a frota TB-30 ao longo dos anos de serviço na FAP, e com outras frotas semelhantes por esse mundo fora (T-6 na USAF, PC-21 em França, Espanha, e por aí fora), a ideia é manter os custos no mínimo, para canalizar o grosso do dinheiro para a componente operacional.

Existe uma grande diferença entre operar 8 a 12 STs com armamento simples, apenas para treino, e operar 12 STs com o objectivo de enviar para destacamentos, numa configuração mais cara, introduzir armamento guiado relativamente caro e certificar pessoal para o usar (incl. muitas h/voo), e com o número acrescido de missões, obrigará o ramo a reforçar os números.

Uma esquadra que é suposto ser barata, passa a absorver recursos excessivos do ramo.

Isto ainda seria aceitável, se a FAP estivesse na sua plenitude de capacidades. Mas não está.

Todos os outros programas têm sido feitos com bases minimalistas. Até os contratos de manutenção das esquadras mais críticas da FAP, têm sido afectados pela falta de investimento.

Mas é numa esquadra de STs que vamos ser maximalistas? Na mesma FAP que só comprou 18 AIM-9X para os seus F-16, e tarda em comprar mais armamento relevante para eles?

Obviamente que isto não faz sentido. E quanto mais dinheiro se investir nesta esquadra, menos dinheiro sobra para o resto.

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Só quero entender se os ST são úteis, para alem do treino.

Com base na realidade da FAP, não são. Como dito acima, usar os ST para mais do que treino tem custos. Numa FA com falta de orçamento para diversas esquadras, não dá para esbanjar nesta.

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Obviamente o ST não serve para nada na FAP pois como se sabe elas não fazem missões de policiamento.

Qualquer aeronave faz missão de policiamento. Novamente, uma esquadra de treino não tem QRA. Policiamento, se não for num caso esporádico para um evento ou exercício, obriga a um estado de prontidão da esquadra que até agora não era suposto ter. Novamento, isto tem custos.

Queres policiamento, usa UAV/UCAV, que podem cumprir a missão durante largas horas.

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Tb não servem para a defesa contra drones, Portugal não tem necessidade de tal, nem os parceiros NATO...

Servir, serve. Mas muita coisa serve contra drones, e não é por isso que vais gastar vários milhões na sua aquisição. Existem meios muito melhores, que não implicam colocar pilotos em alerta nesse tipo de funções. Podes usar UCAVs, capazes de interceptar drones, e que podem ficar no ar durante 24h ou mais, e que possuem um pacote de sensores superior ao ST.

Os pilotos da 101 têm que se preocupar é com a formação de pilotos, não com a possibilidade de serem destacados para caçar drones, ou para andar a fazer serviço de urgência num QRA de STs.

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Tb não podem voar integrados noutras forças.

Qualquer meio pode ser integrado noutra força. A questão é que a sua utilidade para a força é no mínimo duvidosa.

Mesmo do ponto de vista do comandante da força, um UCAV oferece-lhe muito mais soluções de emprego do que uma aeronave tripulada a hélice.

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Tb não temos pilotos...

Pois não. E ter que canalizar parte deles para operar os ST, pode ter consequências para as outras esquadras.

Eu antes prefiro uma FAP que mantém o número de pilotos na 101/ST apenas ao nível necessário para treino, e reforça o número de pilotos de F-16/futuro caça, do que canalizar mais pilotos para a esquadra 101/ST e ter menos pilotos de caça.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 04:41:41 pm »
Sou só eu que acho que este nosso amigo se está a perder um pouco em considerações e alegações estranhas? 
Pode questionar muita coisa,  e desde logo a qualidade/resistência dos pavilhões.
Mudar aviões? Era previsível a intensidade da tempestade?
Vejo-o a críticar muito o NM, sempre com insinuações e acusações, no meu entender muitas vezes injustificadas.
Até parece alinhamento... cartilha.

https://x.com/i/status/2016905925043331305
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 04:31:32 pm »
 :arrow: https://x.com/i/status/2016565271469728182

Não sei quem é, mas concordo e é uma fofinha...  :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: UH-60A Black Hawk na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 04:23:29 pm »
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🚁 Concluída a aceitação provisória do 6.º UH-60 Black Hawk

A Força Aérea concluiu hoje a aceitação provisória do sexto helicóptero UH-60, o segundo na versão Lima. Nos próximos dias, a aeronave seguirá para a Base Aérea N.º 8, em Maceda, reforçando a Esquadra 551 – “Panteras”.

Com financiamento do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), foram adquiridos nove UH-60, correspondendo seis à versão Lima que se destaca por integrar  motores avançados, guincho externo e radar meteorológico.

Estes helicópteros destinam-se a fortalecer a capacidade do Estado no combate aos incêndios rurais, que começa a ser implementada de forma faseada ainda este ano.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Bubas em Hoje às 04:13:47 pm »
Uma opinião sobre as novas FREMM EVO.

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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 04:12:57 pm »
Why Poland Is Looking at Super Tucano After Russian Drones Breached Its Airspace

https://united24media.com/latest-news/why-poland-is-looking-at-super-tucano-after-russian-drones-breached-its-airspace-15360

Don't shoot the messenger...  :-P
Só a equipa anti-ST do costume é que poderia fazer isso, não te preocupes… qualquer pessoa com dois dedos de testa, percebe que este é um dos caminho anti-drone do futuro. Esta notícia aprece para surpresa de absolutamente ninguém que olhe para o assunto de forma profissional e desapaixonada.

Qualquer pessoa com 2 dedos de testa, via que de meios aéreos para C-UAS, apenas precisas de 3:
-caças a jacto, usados no QRA, para lidar com ameaças esporádicas
-UCAVs para lidar com ameaças persistentes
-helicópteros quando não há acesso a pistas

Agora no alto da tua desonestidade intelectual, diz-nos lá que nicho é que o ST iria preencher no meio destes? Que vantagens teria aqui?

Diz-nos lá também, porque é que no Mar Vermelho, andavam MQ-9 a interceptar drones? Porque é que essa, uma operação real, não serve de exemplo?

Diz-nos porque é que uma FA com falta de pilotos, haveria de alocar estes valiosos recursos humanos para uma aeronave limitada, que só cumpre um nicho reduzido de missões de combate, que deviam ser cumpridas por um UCAV?

Já agora, como é que o ST se compara a UCAVs tipo Akinci, que têm planeados a inclusão de radares AESA, que lhes dão vantagens gritantes na detecção de drones?


E só para completar, um eventual negócio da Polónia por STs, envolve a necessidade de substituir os seus Orlik, e será sempre como parte de um grande negócio entre o país e a Embraer, daí nem sequer haver concurso para nada. Não é por mérito da aeronave, ou porque é "ideal para C-UAS".


Mas já que estamos a fazer paralelismos com os polacos... vamos falar da sua Força Aérea, que possui 3 modelos de caças (4 se contarmos com os Mig-29 que lhes restam)? Ou do seu Exército com 4 modelos de carro de combate? E que tal olharmos para os mais de 800 MLRS que eles têm em 4 modelos diferentes?

Ou só fazemos comparações no que é conveniente para a narrativa? Se calhar os polacos não são o melhor exemplo do que fazer quando se tem poucos recursos financeiros e/ou humanos...
Entretanto, a caravana passa.. fica bem…
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:10:22 pm »
Why Poland Is Looking at Super Tucano After Russian Drones Breached Its Airspace

https://united24media.com/latest-news/why-poland-is-looking-at-super-tucano-after-russian-drones-breached-its-airspace-15360

Don't shoot the messenger...  :-P
Só a equipa anti-ST do costume é que poderia fazer isso, não te preocupes… qualquer pessoa com dois dedos de testa, percebe que este é um dos caminho anti-drone do futuro. Esta notícia aprece para surpresa de absolutamente ninguém que olhe para o assunto de forma profissional e desapaixonada.

Qualquer pessoa com 2 dedos de testa, via que de meios aéreos para C-UAS, apenas precisas de 3:
-caças a jacto, usados no QRA, para lidar com ameaças esporádicas
-UCAVs para lidar com ameaças persistentes
-helicópteros quando não há acesso a pistas

Agora no alto da tua desonestidade intelectual, diz-nos lá que nicho é que o ST iria preencher no meio destes? Que vantagens teria aqui?

Diz-nos lá também, porque é que no Mar Vermelho, andavam MQ-9 a interceptar drones? Porque é que essa, uma operação real, não serve de exemplo?

Diz-nos porque é que uma FA com falta de pilotos, haveria de alocar estes valiosos recursos humanos para uma aeronave limitada, que só cumpre um nicho reduzido de missões de combate, que deviam ser cumpridas por um UCAV?

Já agora, como é que o ST se compara a UCAVs tipo Akinci, que têm planeados a inclusão de radares AESA, que lhes dão vantagens gritantes na detecção de drones?


E só para completar, um eventual negócio da Polónia por STs, envolve a necessidade de substituir os seus Orlik, e será sempre como parte de um grande negócio entre o país e a Embraer, daí nem sequer haver concurso para nada. Não é por mérito da aeronave, ou porque é "ideal para C-UAS".


Mas já que estamos a fazer paralelismos com os polacos... vamos falar da sua Força Aérea, que possui 3 modelos de caças (4 se contarmos com os Mig-29 que lhes restam)? Ou do seu Exército com 4 modelos de carro de combate? E que tal olharmos para os mais de 800 MLRS que eles têm em 4 modelos diferentes?

Ou só fazemos comparações no que é conveniente para a narrativa? Se calhar os polacos não são o melhor exemplo do que fazer quando se tem poucos recursos financeiros e/ou humanos...
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:31:35 pm »
Tens toda a razão.

O plano C parece-me ser:

Descartar, para já, o F-35.

Avançar por um Eurocanard usado de imediato, EF, pela urgência devido às limitações do F16.

Avançar com o KIZILELMA de imediato como complemento e primeiro UCAV da FAP, com a possibilidade de poder eventualmente realizar algumas das funções do F-35 no que diz respeito a missões de ataque, ainda que limitadas.

Esperar por um "SAFE 2" para adquirir um Eurocanard novo

Em caso de não existir esse ou outro mecanismo de financiamento, lá para 2030, e dependendo da situação política nos EUA, voltar ao F-35 ou avaliar a possibilidade do G5 turco

O que me parece também é que, novo e europeu, só se for através de um SAFE, daí os turcos, pelo preço e rapidez de entrega.

O CEMFA não parece muito convencido,  mas poderá ter sido da comida...

Eu também não estou,  mais pela (ainda) falta de integração nos meios turcos de armamento europeu do que pelo resto.

A possibilidade de colhermos daqui alguma coisa substancial em termos económicos e tecnológico pode alterar esse meu estado.

Neste contexto penso que a capacidade AEW&C se torna ainda mais pertinente e urgente.

Essa necessidade pode trazer da SAAB um pacote tentador com o GRIPEN, que não vejo com bons olhos como caça principal da FAP.

Tens aqui uma mistura das minhas percepções com opiniões. Não propriamente as minhas preferências...

Abraço

Esse já deve ser o plano Z.

Ir à Turquia e depreender a compra de Eurocanards usados, não faz qualquer sentido. Mais depressa seria para modernizar os F-16 com material turco.

Eurocanards em segunda-mão teriam essencialmente as mesmas limitações que os F-16, e precisariam de modernização. Esta solução custaria o dobro de modernizar F-16 para V, para ter fundamentalmente os mesmos resultados.

Se a FAP já não considerava viável modernizar os F-16 porque o custo não justificava face às necessidades operacionais, esta retórica mantém-se para os Eurocanard, tanto usados + modernização, como novos, por serem ainda mais caros.

O Kizilelma é interessante. Mas este encaixa muito melhor como complemente de KF-21 ou Kaan, formando unidades coesas "low-observable".

Os AEW não me parecem prováveis neste momento. O número de aeronaves da FAP, e de esquadras, parece que vai continuar a aumentar, enquanto a falta de pessoal continua a ser uma realidade.

Tem que haver trade-offs para conseguir operar um AWACS tripulado. Ou seja, tens que cortar noutra esquadra. Ou então rezar por um dilúvio de pessoal na FAP.

Também não faz sentido ter a capacidade AEW dependente da compra de um modelo específico de caça. Podem e devem ser programas separados.

E, tendo em conta o custo dos AWACS, que dependendo do modelo, 3 aeronaves podem ir de 500 a 1500M, compensa mais comprar UAVs para essa função, em maior número, com maior disponibilidade e com requisitos de pessoal menos exigentes.
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