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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Efemérides
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 11:10:44 am »
14 de janeiro - ECATERINA TEODOROIU


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Typhoon



Saudações
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Mundo / Re: Irão
« Última mensagem por LM em Hoje às 10:27:21 am »
Operacionais da Força Especial Contra-Terrorismo ("نیروی ویژه پاد وحشت") do Comando da Polícia da República Islâmica do Irão, na sua capital, Teerão, na Praça Enqelab ("میدان انقلاب", Praça da Revolução), geo-ref 35.70112, 51.39166, 12Jan2026. Mais info https://espada-e-escudo.blogspot.com/2026/01/forca-especial-da-policia-iraniana-em.html


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Força Aérea Portuguesa / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 10:23:39 am »







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Força Aérea Portuguesa 2025...um ano em cheio de missões! ✈️
A Força Aérea voltou a estar dedicada ao país, garantindo transportes médicos, resgates em terra e no mar, transporte de órgãos, patrulhamento, vigilância e reconhecimento, policiamento do espaço aéreo e outras missões de apoio à população. 🤝 🇵🇹
Todos os dias, em terra, no mar e no ar, as mulheres e os homens da Força Aérea colocaram as capacidades e meios ao serviço da vida e do bem-estar das populações.
A voar, protegemos, na garantia que, em 2026 a Força Aérea vai voar mais longe, mais alto e mais rápido do que nunca… 🛫🫡

https://www.facebook.com/PortugueseAirForce/posts/pfbid02C2FVVMcR1kJoEktBBRsVoj1XcZDzwBSeRTTKpSqk4BzV8erSZxHAAEw8HySQGrdbl
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por ricardonunes em Hoje às 09:28:37 am »
As muitas incógnitas sobre os 5,8 mil milhões para a Defesa

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O Governo já revelou em traços gerais alguns contornos do novo investimento para a Defesa, mas ainda há muito por saber sobre os quase 6 mil milhões de euros deste pacote, que está integrado no Safe (Instrumento de Ação para a Segurança da Europa) – desde logo, o impacto económico previsto para Portugal.

O ministro da Defesa, Nuno Melo, revelou no início de dezembro que a Marinha seria brindada com novas fragatas, o exército receberia veículos de combate e a Força Aérea satélites e drones, estando ainda prevista a compra de munições e sistemas antiaé­reos, entre outros. Esse material, adiantou o ministro, vai ser encomendado a empresas de seis estados-membros (Alemanha, Bélgica, Espanha, Finlândia, França e Itália), mas ainda estão por conhecer as empresas que vão fornecer esse material até 2030. E não é claro se haverá alguma empresa portuguesa envolvida no fornecimento desse material.

Por outro lado, o Governo garante que as escolhas feitas tiveram em conta contrapartidas que pudessem significar um “retorno para a economia e o envolvimento da indústria nacional”. E deu como exemplo o investimento previsto para o Arsenal do Alfeite, que vai garantir a manutenção das novas fragatas. Só que não há ainda qualquer indicação sobre o dinheiro previsto para este projeto ou quanto emprego vai ser criado, por exemplo.

Nuno Melo sinalizou ainda a criação de uma fábrica de munições, uma unidade para produzir e manter veículos blindados; e outra para construir satélites. Para já, porém, ainda não é conhecido o montante previsto para esses projetos. Também não se sabe se essas novas fábricas vão pertencer ao Estado ou a empresas, se haverá envolvimento de empresas nacionais e qual é o calendário para essas obras.

Quem escolheu os projetos? E quem os vai acompanhar?

Para lá do dinheiro envolvido, há ainda outras questões por responder. Primeiro, uma equipa técnica ficou responsável por preparar a candidatura de Portugal ao pedido de financiamento do Safe, tendo escolhido os projetos, mas não se sabe a composição dessa equipa. Para já, no entanto, conhecem-se as entidades que estiveram representadas, incluindo os diferentes ramos das Forças Armadas, direções-gerais do Ministério da Defesa e o idD Portugal Defense – sociedade de capitais públicos com tutela conjunta dos Ministérios da Defesa e das Finanças.

Depois, o Governo anunciou uma estrutura de missão para acompanhar a execução deste investimento, mas ainda não se sabe como vai funcionar nem, mais uma vez, quem vai a vai integrar. O Partido Socialista tinha proposto uma subcomissão para este efeito na Comissão Parlamentar de Defesa, mas a proposta foi rejeitada pelos partidos que suportam o Governo e com a abstenção do Chega.

Em dezembro, de acordo com o Expresso, Marcelo Rebelo de Sousa pediu mais transparência nas compras da Defesa durante uma reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional.

Facilidades nos empréstimos e tolerância na despesa pública

Portugal é um de oito países que têm os planos de investimento na Defesa aprovados por Bruxelas esta quarta-feira (a par de Bélgica, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Espanha e Roménia), e as primeiras verbas podem chegar nas próximas semanas ou meses, disse o comissário europeu para a Defesa e o Espaço, Andrius Kubilius, em entrevista ao Eco.

Os empréstimos têm prazos até 45 anos, com períodos de carência que podem ir até aos primeiros 10, sendo que os países podem tirar partido de pré-financiamento (até 15%) e contam com isenção de IVA nos contratos.

O dinheiro envolvido terá uma tolerância especial na hora de contabilizar a despesa pública, uma vez que está ao abrigo da cláusula de derrogação nacional, no âmbito do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC). A Comissão Europeia aprovou essa cláusula para 15 Estados-Membros com o objetivo de aumentar o peso que a despesa com Defesa tem no conjunto da economia.

A cláusula é válida durante quatro anos, permitindo aos estados-membros terem uma flexibilidade máxima correspondente a 1,5 % do PIB. Desta forma, esses países podem escapar à abertura de procedimentos por défices excessivos se os limites da despesa líquida – indicador de referência para Bruxelas – forem ultrapassadas devido a este tipo de despesa.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Política em Portugal
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:15:57 am »
Pior que o Marcelo não é fácil
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Mundo / Re: Irão
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:14:39 am »
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Política em Portugal
« Última mensagem por LM em Hoje às 08:57:47 am »
Será que, no final, vai haver um socialista na Presidência...? não da pior "facção " de lá, pelo menos.


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Armada Espanhola / Re: Notícias da Armada Espanhola
« Última mensagem por goldfinger em Hoje às 06:27:54 am »
Defensa ha firmado ya la orden de ejecución para inyectar 3.200 millones en las fragatas F-100



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El pasado 20 de diciembre el Ministerio de Defensa aprobó la orden de ejecución del contrato de 3.200 millones de euros para modernizar las cinco fragatas F-100 clase 'Álvaro de Bazán', según ha podido saber elEconomista.es. En la práctica, esto supone el inicio de los trabajos, que se irán efectuando de manera paulatina a lo largo de los próximos 10 años con el objetivo de alargar la vida operativa de los buques hasta 2045.

Previamente, el pasado 26 de noviembre, Navantia ya informó de que el contrato había recibido el visto bueno del Consejo de Ministros, pero faltaba rubricar la orden de ejecución. La modernización de las F-100 era una de las prioridades de la Armada, y se trata de uno de los proyectos estrella de los 31 Programas Especiales (PEM) impulsados por el Gobierno para elevar el gasto en Defensa hasta el 2% del PIB, tal y como se comprometió Moncloa con la OTAN. De hecho, por cuantía es el segundo más importante, solo superado por el del sistema de artillería autopropulsada por cadenas, adjudicado por 4.553 millones de euros a Indra y Escribano Mechanical & Engineering.

Fuentes de la Armada explican que su visión es disponer de una "combinación ganadora" entre las F-100 modernizadas y las futuras F-110, que comenzarán a entrar en servicio a partir de 2028. De esta forma, las F-100, que consideran que son la "mejor fragata antiaérea de Europa", se unirán a las cinco nuevas F-110, que aunque serán buques muy "polivalentes" estarán más especializados en la lucha antisubmarina. Según Navantia, estos futuros barcos serán los "más digitalizados y automatizados" de los que han construido hasta ahora.

Otras fuentes consultadas hablan incluso de que las F-110 en realidad están concebidas como una especie de complemento para las F-100, que seguirán siendo las que aglutinen "más capacidades". Además, la modernización de estos barcos servirá para que incorporen tecnologías nuevas que sus sucesoras ya llevarán implementadas de serie, como los gemelos digitales, que Navantia define como una "réplica virtual avanzada" que permitirá gestionar, analizar y optimizar su rendimiento y mantenimiento en tiempo real para, por ejemplo, predecir averías, entrenar a las dotaciones en entornos simulados o planificar mantenimientos.

En general, los trabajos que ahora se iniciarán con las F-100 buscan "eliminar las obsolescencias identificadas en ellas, dotar de comunalidad a los sistemas actualizados, mejorar su eficiencia y su operatividad, y adaptarlas a la normativa medioambiental". Un lavado de cara que conllevará la actualización de todo tipo de equipos, y que tendrá como otro de los grandes objetivos integrar nuevas capacidades antimisil en las naves.

El astillero publico ya detalló que las obras de las F-100 se ejecutarán en sus instalaciones de Ferrol, servirán para crear 3.500 empleos (entre puestos directos, indirectos e inducidos) y tendrán un impacto anual medio de 215 millones de euros en el PIB.

Más allá de este contrato, Navantia se adjudicó otros cuatro programas de los PEM: el buque de aprovisionamiento en combate (por 703 millones), el buque de inteligencia (14 millones), la modernización de los buques anfibios y el buque hidrográfico oceánico. Estos dos últimos programas se encuentran en fase de definición, por lo que aún no ha trascendido cuál será su importe total. En cualquier caso, Navantia fue una de las grandes beneficiadas de los PEM (junto a Indra y Airbus), que repartieron unos 34.000 millones.

Uno de los grandes éxitos de Navantia
La primera de las F-100 entró en servicio en 2002 y la última en 2012, pero Navantia considera que los buques están aún a "mitad" de su ciclo de vida. Si bien no hay cifras oficiales, en su momento España invirtió aproximadamente 1.800 millones de euros en la construcción de estos barcos, aunque el coste de cada unidad se fue incrementando por la inflación o las mejoras técnicas. Solo el último de estos buques, la F-105 Cristóbal Colón, costó más de 800 millones de euros.

Lo cierto es que las F-100, al contrario que otros grandes proyectos como el del submarino S-80, sí han conseguido encontrar clientes en el exterior. Y es que Navantia vendió a Noruega y a Australia barcos inspirados en estas fragatas, que incluyeron algunos cambios para adaptarse a las necesidades de cada país y que cristalizaron en las fragatas Fridtjof Nansen y los destructores Hobart-class.

https://www.eleconomista.es/industria/noticias/13723389/01/26/defensa-ha-firmado-ya-la-orden-de-ejecucion-para-inyectar-3200-millones-en-las-fragatas-f100.html
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:58:49 am »
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