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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 11:31:25 pm »
Uma invasão da Gronelândia tem de passar no congresso, e com base legal, que não existe. Uma das maneiras de bloquear é não aprovar os fundos para a a operação mas existem outras vias:

Tem outra forma, como fez na Venezuela, encontrar um terrorista qualquer na Gronelãndia para permitir atacar sem autorização do congresso, como fez na Venezuela!!!!! E..... os americanos já têem lá tropas........

Para que dúvidas houvessem, a aliança com os EUA acabou!!!!!
Mas não acabou a NATO, todos os outros países estão interessados em cooperar!

Concordo que um SAFE 2.0 vem aí e vai ser muito maior e abarcar mais países (que até podem permitir cimentar uma NATO sem os EUA).

Nós portugueses deveríamos estar já a pensar em reforçar as nossas ilhas!!!!!!

E acho que a Europa deve ponderar despejar no mercado os quase 2,5 triliões de dólares de dívida americana, para além do bloqueio de compras americanas (não só militares, refiro-me a ao mercado de cinema, Sistemas Operativos, Tecnológicas americanas, viaturas........

Isto no caso de haver de facto uma invasão da Gronelãndia!
Mas ao contrário do que referem que é um regresso ao pós-II GM, podemos é estar na iminência de uma IIIª GM!

Sobre as eleições americanas..... acham mesmo que se o Trump saír de cena, o JD Vance é melhor? Ou o Stephen Miller?
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 11:28:40 pm »
Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"

"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump

https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por miguelbud em Hoje às 11:23:49 pm »
Parece que será amanhã que teremos a confirmação oficial das 3 EVO para a nossa MdG.
Espero bem que sim, pois já chega de rebarba e benfiquices. A última parte então, ninguém merece. 
:mrgreen:

Curioso para perceber os mísseis e remanescentes munições que se irão adquirir.
Que o ciclo desastroso de comprar (nem) os mínimos olímpicos se quebre de vez.


e ..? já se sabe algo? procurei e nada vi!
Vao ser 3 FDIs e a empresa onde o sogro do Trump trabalha vai financiar o benfica district com a condiçao de ter uma torre dourada a dizer Trump Lisbon Hotel.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 11:12:32 pm »
Uma invasão da Gronelândia tem de passar no congresso, e com base legal, que não existe. Uma das maneiras de bloquear é não aprovar os fundos para a a operação mas existem outras vias:

Citação de: IA
Your Question
How can a US invasion of Greenland be blocked by US Congress?   


   Answer
Congress has several mechanisms to prevent or halt such an action:

1. Refusing Authorization for Use of Military Force (AUMF) — Congress can decline to authorize any military action, leaving the President without legal authority for a sustained invasion.

2. Cutting Off Funding — Congress controls the budget and can prohibit the use of funds for military operations involving Greenland or Denmark. Without funding, the operation cannot continue.

3. Enforcing the War Powers Resolution — Without congressional approval, U.S. forces must be withdrawn after 60 days. Congress can refuse authorization and force withdrawal.

4. Passing Binding Legislation — Congress can pass laws explicitly banning military action against Greenland or Denmark. A presidential veto can be overridden with a two‑thirds vote.

5. Oversight and Political Pressure — Hearings, subpoenas, and public scrutiny can make an unauthorized war politically unsustainable.

6. Litigation — Members of Congress can challenge unauthorized military action in court, slowing or delegitimizing the operation.

7. NATO Treaty Obligations — Greenland is part of Denmark, a NATO ally. Congress can argue that attacking a NATO member violates treaty commitments and is therefore illegal without congressional approval.


A operação da Venezuela não foi de invadir o país (para evitar todos os pontos 1 a 7 da tabela acima)  nem mudar o regime, não passou de uma enorme palhaçada e deram aos locais uma falsa espectativa que ia ser libertados. Mas a impressa dizia que sim a isto tudo. O que se passou na Venezuela não tem forma de se aplicar à Gronelândia de forma análoga.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Patrao em Hoje às 10:38:28 pm »
Parece que a Ursula & companhia acordaram para a vida...
O SAFE 2 é inevitável e deverá estar para breve.
E o tom dos EUA mantém-se...
Que a FAP tenha inteligência e pragmatismo e prepare o necessário rapidamente,  senão a Marinha volta a levar a maioria do bolo.
Vamos lá ver se não anunciam já hoje...

Agora que a framework (SAFE) está implementada, torna-se muito mais fácil e rápido alargar a um SAFE 2.0. A Europa precisa de um SAFE 2.0 e um especialmente alargado a outras nações como a Coreia do Sul, Japão, Austrália, Turquia e  Reino Unido. A Europa precisa de se rearmar e necessita de fornecedores para atingir níveis mínimos de capacidade o mais rapidamente possível. Apenas com empresas europeias não vamos lá, pelo menos não à velocidade de que precisamos.

A mensagem tem de ser clara, os fabricantes americanos têm de sentir, de forma concreta, que estão a ficar de fora, para que a pressão interna aumente. Só assim se cria um verdadeiro incentivo à mudança de comportamento. Se bem nas ultimas Semanas a pressão têm sido ao contrario a administração a pressionar a industria, mas isso na minha opinião só cria mais clivagens.

Entretanto, vamos ver como evolui a situação no Irão e qual será o grau de envolvimento americano. Se os Estados Unidos voltarem a bombardear o Irão, creio que desta vez a resposta iraniana será mais enérgica e, dependendo dos resultados, poderá distrair a administração americana e arrefecer algumas das ambições imprealistas, pelo menos junto de parte da base MAGA. Entre Venezuela, Irão e a própria contestação interna, já é “fruta” a mais, o que espero que acabe por criar algum espaço para respirar e alinhar estratégias desntro da Europa.

Confesso, no entanto, que face ao que se passa nos estados Unidos, tenho sérias dúvidas de que as Midterms se venham a realizar ou que sejam verdadeiramente livres. O ICE é uma força paramilitar pessoal que claramente não tem problemas em seguir ordens sejam elas qual forem. O orçamento do ICE são 11 biliões de dolares e estão armados até aos dentes! Esta proteção absuluto aos agentes do ICE só vai aumentar o sentido de impunidade e a lealdade ao Trump por isso estou tão pessimista.

No entanto em Abril há eleições muito importantes na Europa e que podem dar alguma força animica aos europeus, e são as eleições na Hungria, em abril. O Orbán tem sido mais do que uma pedra no sapato da UE mas se perder as eleições, seria uma grande vitória para a Europa e abriria caminho a mudanças potencialmente mais profundas.

Sinceramente, considero que a reunião de hoje sobre a Gronelândia foi um ponto de inflexão para a Europa. Assisti à conferência de imprensa dos Dinamarqueses depois da reunião e, apesar de afirmarem que a reunião foi positiva, a linguagem corporal dizia exatamente o contrário. Estavam claramente frustrados e, mais do que isso, estavam nervosos e desconfortáveis com toda a situação. Os Dinamarqueses são geralmente muito frontais; estes rodeios são típicos de quem se sente impotente para fazer seja o que for. Não existe nexo por trás desta posição americana e tentar esgrimir argumentos lógicos é complectamente inutil. A única solução é a tentar arrastar o processo o máximo de tempo possível, na esperança de um milagre (i.e. um AVC). O actual movimento Europeu de colocar tropas na Gronelandia é uma boa táctica porque retira argumentos ao Trump de que a Gronelândia só têm dois trenós de cães e mostra empenho por parte da Europa na defesa do Arctico.
Enfim tudo isto para dizer venha o SAFE 2.0 mas esqueçam o material americano. 
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:21:39 pm »
Denmark and allies boost Greenland military footprint as Trump ramps up pressure
The deployment comes as U.S. President Donald Trump intensifies talk of taking over the Arctic island.

https://www.politico.eu/article/denmark-allies-boost-greenland-military-presence-donald-trump-ramps-up-pressure/
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:20:32 pm »
Está visto que vamos só lá nós os 2... que "muitos daqui" dizem que está velha; é o que digo - exigentes nos candidatos à Presidência da Republica, com os CEMA e... com as "italianas"!  :mrgreen:

Os arqueólogos da casa... sempre em busca de relíquias  :mrgreen:



Notícias dos projetos SAFE e das FREMM, nada?
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Brasil / Re: Notícias Geoestratégicas do Brasil
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:17:26 pm »
The challenges facing the Brazilian Armed Forces and Defense systems in light of the US intervention in Venezuela and the risk of instability at the border.
Unprecedented military intervention in South America increases geopolitical risks, puts pressure on Brazil's northern border, and imposes new strategic challenges on the Armed Forces amidst migration, regional instability, and the actions of armed groups.

https://en.sociedademilitar.com.br/2026/01/The-challenges-facing-the-Brazilian-armed-forces-and-defense-systems-in-the-face-of-US-intervention-in-Venezuela-and-the-risk-of-instability-on-the-border..html
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 08:21:47 pm »
O mundo da diplomacia e da lei terminou. Voltou a lei do mais forte e mais países irão seguir-se (afinal, se os EUA podem, porque os outros não haverão de poder)?

Ou a Europa faz uma corrida às armas ou vai ser comida de cebolada
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