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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:16:15 pm »
Ideias de programas:

-novos submarinos - caso o Governo não tenha coragem de incluir na LPM a compra dos subs sul-coreanos;

-mais fragatas - caso a LPM não contemple a substituição das restantes fragatas em serviço por EPC ou mais fragatas;

-aeronave de treino a jacto;

-defesas AA de longo-alcance e/ou reforço das baterias IRIS-T SLM;

-mais sistemas VSHORAD e C-UAS;

-continuidade ao programa Boxer - depende dos detalhes do que vai acontecer com o SAFE original;

-MLRS/capacidade stand-off do Exército;

-navio/s anfíbio/s - MPSS, LST 100, LPD, LHD, ...

-MRTT, A-400 ou ambos;

-capacidade EW, SIGINT, COMINT, ELINT;

-sistemas não tripulados - UAV/UCAV, USV, UGV, UUV.


Óbviamente que o SAFE 2.0 não daria para tudo, e ainda faltarão coisas que não me ocorreram, mas é um complemento à LPM, portanto nem tudo tem estar incluído no programa.
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Brown-water navy
« Última mensagem por mafets em Hoje às 02:11:41 pm »
https://en.wikipedia.org/wiki/Tonkin_Flotilla

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The Tonkin Flotilla (French: flottille de Tonkin) of 1883 was a flotilla of French Imperial gunboats and despatch vessels used to enforce French Colonial rule on the waterways of Tonkin (modern-day northern Vietnam). It was organized during an episode of the French Conquest of Vietnam known as the Tonkin campaign (1883–1886), in which the French were to fight against—variously—the Vietnamese, Liu Yongfu's Black Flag Army and the Chinese Guangxi and Yunnan armies with the objective of occupying Tonkin and entrenching a French protectorate there.


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Gunboat Yatagan


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Gunboat Éclair
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Portugal / O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:58:29 pm »
Como o título indica, abre-se este tópico para debater especificamente o que deve ou não ser incluído num hipotético SAFE 2.0, cujo valor fosse aproximadamente o mesmo do primeiro SAFE - 5800M.

Dica: após ser tornada pública a revisão da LPM deste ano, era aconselhável a inclusão de programas que nela não estejam incluídos.


Veto para a compra de Eurocanards - com o SAFE éramos obrigados a comprar novos de fábrica, que não é o que a FAP precisa, e tal programa absorveria a quase totalidade da verba.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:49:14 pm »
Vocês estão a esquecer-se que, com a modernização das VdG a avançar, a MGP deve chegar a 2035 com 7 fragatas. As 3 FREMM EVO, as 2 BD e as 2 VdG modernizadas (e suposição de que a 3ª VdG foi encostada de vez ou já só conta como OPV).

Este número, poderá representar as metas NATO, o que explicaria o porquê de avançarmos com a modernização das VdG em simultâneo à construção das EVO, com entregas de ambas com 1 ou 2 anos de diferença.

Se isto se confirmar, a Marinha teria que substituir 4 fragatas a partir de 2035, e não apenas 2.

E é provavelmente aqui que podem entrar as EPC, com 3/4 unidades na versão Full, se a intenção for ter 6/7 combatentes de superfície.

Também não é impossível a Marinha optar por uma 4ª FREMM EVO, através de um hipotético SAFE 2.0, e comprar 3 EPC Full + 3 LRM.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 12:06:17 pm »
Mesmo que haja um SAFE 2.0, ou que a próxima LPM aumente brutalmente os gastos em Defesa, não estou a ver, com muita pena minha, que sejam disponibilizados mais 3000 Milhões para fragatas novas.

Um cenário realista, que não custaria mais de 2000 milhões,  e que resultaria numa frota de superfície equilibrada seria:

1. Irmos buscar duas FREMM usadas e com MLU feito para substituirmos as BD. A Grécia vai pagar 300 milhões por fragata em 2029, sem MLU, por isso 250-300 milhões por navio em 2035, já com MLU, seria realista.

2. Substituirmos os NPO 1S e 2S por 4 EPC LRM, com a possibilidade de adicionar módulos ASW (USVs e TAS contentorizado, por exemplo) e com propulsão elétrica até aos 15-20 nós. O custo seria provavelmente de 1200 a 1600 milhões pelos quatro navios, dependendo do equipamento.
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Brasil / Re: Economia do Brasil
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 11:54:43 am »
Brasil entra no top 5 global de uso de stablecoins; mercado movimenta US$ 4 trilhões
...O país consolidou sua posição entre os cinco mercados com maior adoção do mundo, ao lado de potências e emergentes como Índia, Estados Unidos, Paquistão e Filipinas...

o atual crescimento é impulsionado por casos de uso prático: pagamentos internacionais, remessas e proteção contra a inflação.


https://www.infomoney.com.br/onde-investir/brasil-entra-no-top-5-global-de-uso-de-stablecoins-mercado-movimenta-us-4-trilhoes/

Sds
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 11:52:11 am »
Uma coisa é certa... estão confirmadas. 😉

"11:10 – The construction of the new Portuguese Navy frigates as an opportunity for cooperation, Mario Mattioli, President, Federazione del Mare"
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por miguelbud em Hoje às 11:50:46 am »
É vender os npo series 1 e 2 e substituir por 4 EPCs long range patrol.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 11:50:02 am »
Será que por aqui vai "transpirar" alguma coisa do estado do processo?

https://x.com/search?q=portuguese%20navy
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 11:44:19 am »
Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/

Várias observações se me levantam assim de depender…

1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.

2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…

3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…
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