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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 08:33:31 pm »4 semanas... tic-tac, tic-tac...
Que sofrimento 🤣🤣🤣
Que sofrimento 🤣🤣🤣
Uma invasão da Gronelândia tem de passar no congresso, e com base legal, que não existe. Uma das maneiras de bloquear é não aprovar os fundos para a a operação mas existem outras vias:
Tem outra forma, como fez na Venezuela, encontrar um terrorista qualquer na Gronelãndia para permitir atacar sem autorização do congresso, como fez na Venezuela!!!!! E..... os americanos já têem lá tropas........
Para que dúvidas houvessem, a aliança com os EUA acabou!!!!!
Mas não acabou a NATO, todos os outros países estão interessados em cooperar!
Concordo que um SAFE 2.0 vem aí e vai ser muito maior e abarcar mais países (que até podem permitir cimentar uma NATO sem os EUA).
Nós portugueses deveríamos estar já a pensar em reforçar as nossas ilhas!!!!!!
E acho que a Europa deve ponderar despejar no mercado os quase 2,5 triliões de dólares de dívida americana, para além do bloqueio de compras americanas (não só militares, refiro-me a ao mercado de cinema, Sistemas Operativos, Tecnológicas americanas, viaturas........
Isto no caso de haver de facto uma invasão da Gronelãndia!
Mas ao contrário do que referem que é um regresso ao pós-II GM, podemos é estar na iminência de uma IIIª GM!
Sobre as eleições americanas..... acham mesmo que se o Trump saír de cena, o JD Vance é melhor? Ou o Stephen Miller?
Robert Reich
Friends,
At the same time agents from Immigration and Customs Enforcement and Customs and Border Patrol are swarming into Minnesota and other states and cities, Trump is planning bombing raids on other countries.
Domestically and internationally, he is putting America on a war footing.
ICE is reportedly investing $100 million on what it calls “wartime recruitment” of 10,000 new agents, in addition to the 20,000 already employed. Its recruitment is targeting gun and military enthusiasts, people who listen to right-wing radio, who have gone to Ultimate Fighting Championship fights or shopped for guns and tactical gear, live near military bases, and attend NASCAR races. It’s calling for recruits willing to perform their “sacred duty” and “defend the homeland” by repelling “foreign invaders.”
Meanwhile, Trump has announced that he’ll ask Congress for a $1.5 trillion defense budget for the next fiscal year — a 66 percent increase over the 2026 defense budget Congress just authorized.
There’s coming to be no difference between Trump’s foreign and domestic policies.
Both are based on the same eight maniacal ideas: (1) Might makes right. (2) Law is irrelevant. (3) America is at war with the world’s “radical left,” who are defined chiefly by their opposition to Trump. (4) Fear and force are better weapons in this war than hope and compromise. (5) The U.S. stock market is the best measure of Trump’s success. (6) Personal enrichment by Trump and other officials is justified in pursuit of victory. (7) So are lies, cover-ups, and the illegal use of force. (Trump is invincible and omnipotent.
These ideas are at such fundamental odds with the norms most of us share about what America is all about and how a president should think and behave that it’s difficult to accept that Trump believes them or that his White House thugs eagerly endorse them. But he does, and they do.
Rather than some “doctrine” or set of principles, they’re more like guttural discharges. Trump is not rational, and the people around him trying to give him a patina of rationality — his White House assistants and spokespeople — surely know it.
The media tries to confer on Trump a coherence that evaporates almost as soon as it’s stated. The New York Times’s breathless coverage of its recent Oval Office interview with Trump — describing his “many faces” — is a model of such a vapidity.
According to the Times, Trump “took unpredictable turns” during the interview. But instead of seeing this unpredictability as a symptom of Trump’s diminishing capacities and ever-shorter attention span, the Times reported it as “a tactic he embraces as president, particularly on the world stage. If no one knows what you might do, they often do what you want them to do.”
Attempts to show inconsistencies or hypocrisies in Trump’s domestic or foreign policies are fruitless because they have no consistency or truthfulness to begin with.
Nor is it possible for the media to describe a “big picture” of America and the world under Trump because there is nothing to picture other than his malignant, impulsive, unbridled grandiosity all the way up and all the way down.
Trump has unleashed violence on America’s streets for much the same reason he has unleashed violence on Latin America and is planning to unleash it elsewhere: to display his own strength. His motive is to gain more power and, along the way, more wealth. (On Sunday, he even posted an image referring to himself as the “Acting President of Venezuela.”)
“Policy” implies thought. But under Trump, there is no domestic or foreign policy because it is all thoughtless. It is not even improvised. It is just Trump’s ego — as interpreted by the toadies around him (Miller, Vought, Vance, Kennedy, Rubio, Noem) trying to guess what his ego craves or detests, or fulfilling their own fanatical goals by manipulating it.
We must stop trying to make rational sense out of what Trump is doing. He is a ruthless dictator, plan and simple.
All analyses of what is happening — all reporting, all efforts to understand, all attempts at strategizing — are doomed. The only reality is that an increasingly dangerous and irrational sociopath is now exercising brutal and unconstrained power over America and, hence, the world.
Trump is putting America on a war footing because war is good for him as it is for all dictators. War confers emergency powers. It justifies ignoring the niceties of elections. It allows dictators to imprison and intimidate opponents and enemies. It enables them to create their own personal slush funds. It distracts the public from other things (remember Jeffrey Epstein?).
War gives dictators like Trump more power and more wealth. Period.
Europeus pagam até quatro mil milhões por ano por maior empréstimo de sempre a Kiev
A União Europeia garante 90 mil milhões de euros à Ucrânia sem juros até 2027, que só serão reembolsados caso a Rússia pague reparações. Até lá, os europeus pagarão até 4 milhões por ano em juros.CitarComissão Europeia apresentou esta quarta-feira o pacote de apoio financeiro à Ucrânia que vai marcar os próximos dois anos da guerra. São 90 mil milhões de euros em forma de empréstimo sem juros para Kiev, mas com um custo anual estimado entre 3 mil milhões e 4 mil milhões de euros para os contribuintes europeus a partir de 2028, como se previa.
Este envelope financeiro virá da emissão de dívida conjunta nos mercados internacionais, garantida pelo orçamento comunitário, numa operação que junta 24 dos 27 Estados-membros – Hungria, Chéquia e Eslováquia ficaram de fora.
O pacote chega numa altura crítica para a Ucrânia, que verá esgotar os seus recursos em abril e enfrenta necessidades de financiamento de 135,7 mil milhões de euros até final de 2027, segundo as estimativas da própria Comissão Europeia.
E depois é ver as elites Ucranianas a desfilar por essa Europa fora a esbanjar as esmolas que lhes dão.
CitarMarcelo quer mais transparência nas compras da Defesa
O Presidente disse que tem de haver maior equilíbrio entre escrutínio e agilidade de contratação
18 dezembro 2025 - 22:57
Vítor Matos
Jornalista
O Conselho Superior de Defesa Nacional, presidido pelo Presidente da República, decorreu esta terça-feira, dia 16, num ambiente de tensão política pouco habitual neste órgão. O principal tema foi a transparência da candidatura de Portugal ao empréstimo de €5,8 mil milhões do SAFE, o programa de financiamento da Comissão Europeia para o rearmamento dos Estados-membros. Depois da discussão que se gerou à mesa que junta primeiro-ministro, ministro da Defesa e outros membros do Governo, chefes militares, deputados e presidentes de Governos Regionais, Marcelo Rebelo de Sousa disse querer maior equilíbrio entre a transparência e a urgência necessária para a aquisição de equipamentos para as Forças Armadas, apurou o Expresso.
O ministro da Defesa fez uma intervenção “no seu estilo pessoal”, mais “partidarizada” do que o habitual naquelas reuniões. Nuno Melo explicou não haver margem para procedimentos de contratação pública, considerando as regras europeias de acesso ao SAFE (sigla inglesa do Instrumento de Ação para a Segurança para a Europa), que obrigam a parcerias e a negociações Estado a Estado. Era uma oportunidade única de financiamento favorável, com impacto na indústria nacional. O governante terá contestado a manchete do Expresso da semana passada — de que as maiores aquisições militares portuguesas dos últimos 50 anos foram decididas em segredo e sem concursos públicos — e criticado a iniciativa do PS, que levou à Comissão Parlamentar de Defesa uma proposta para se criar uma subcomissão para acompanhar estes procedimentos. A iniciativa foi chumbada com votos contra do PSD e do CDS e a abstenção do Chega.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, fez uma intervenção no mesmo sentido, mas num tom mais institucional. O deputado do PS Francisco César terá reconhecido a urgência do processo, dadas as características específicas da área militar, mas defendeu a necessidade de haver critérios de transparência.
Gouveia e Melo diz que as compras militares estão ligadas a “vontades alheias” e ao lóbi de fabricantes político-industrial
Quando interveio, o Presidente, que ainda não se pronunciou em público sobre este assunto, disse que tem de haver um maior equilíbrio entre a transparência e a agilidade da contratação, apurou o Expresso. O Governo enviou para Bruxelas o pedido de assistência financeira para a compra de equipamento militar, no âmbito do SAFE, a 30 de novembro, acompanhado do Programa da Indústria de Defesa Europeia, mas o documento continua secreto. O ministro da Defesa divulgou que as Forças Armadas vão adquirir fragatas, artilharia de campanha, veículos médios de combate, viaturas táticas, munições e sistemas antiaéreos, satélites de alta definição e drones. E anunciou os países parceiros: Itália, França, Finlândia, Alemanha, Espanha e Bélgica.
Apesar de referir a Lei de Programação Militar e os “objetivos capacitários da NATO” como guias, não houve mais justificações em relação aos critérios de escolha do maior pacote de investimento militar dos últimos 50 anos e que corresponde a 2% do PIB. Também se desconhece a opção pelos fabricantes que constam no documento, a formação dos preços ou as condições das contrapartidas industriais. Não foram apresentados mais detalhes durante a reunião. O PSD e o CDS aprovaram a ida do ministro da Defesa e dos chefes militares ao Parlamento para explicarem o programa, depois de aprovado em Bruxelas, no fim de fevereiro.
“Um erro”, diz Gouveia e Melo
O ex-chefe do Estado-Maior da Armada e candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo acha “um erro muito grande o que está a acontecer”, por as compras estarem a ser decididas sem instrumentos de planeamento militar aprovados, antes de haver um novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (desatualizado desde 2013 e na gaveta há dois anos), que originaria um Conceito Estratégico Militar e um Sistema de Forças. Na entrevista que deu esta semana ao Expresso, o almirante na reserva admitiu haver “muitas maneiras de garantir a transparência” sem “um processo de tal forma burocrático que demoramos cinco anos a resolver um programa” de reequipamento.
E considera que Portugal se está a mover por “vontades alheias”, que estão “essencialmente ligadas a um lóbi de fabricantes político-industrial”. “Isso preocupa-me”, assume. O candidato independente reconhece a “iminência de uma emergência em termos de investimento”, por causa “dos riscos que corremos” durante os três anos que faltam ao mandato de Donald Trump, que a Rússia pode considerar uma “janela de oportunidade” para atacar outros países.
Um dos maiores investimentos de sempre da Defesa Nacional será efetuado através do SAFE, com a compra de três fragatas, que vão custar mais de €3 mil milhões. Mesmo antes de ser chefe da Marinha, Gouveia e Melo chegou a escrever que as fragatas eram navios datados, porque se tornavam vulneráveis com o desenvolvimento da guerra de drones. Questionado pelo Expresso, apenas respondeu: “Não quero pronunciar-me sobre isso.”
https://expresso.pt/politica/2025-12-18-marcelo-quer-mais-transparencia-nas-compras-da-defesa-7a078e06
Não são considerações estapafúrdias de Gouveia e Melo, que sabe alguma coisa sobre isto e certamente terá dedicado tempo ao tema. Ainda para mais isto foi escrito há muito, não é uma reação de agora por alguma inveja. E a realidade tem vindo a comprovar essa tese, o que se tem visto é uma vulnerabilidade crescente dos meios de superfície a ataques com drones (os drones não são apenas aéreos), se bem que isso tem ocorrido sobretudo num mar fechado, o que é bastante diferente da situação oceânica de Portugal.
Espero que as novas fragatas venham, temos uma vasta área para proteger e meios muito antigos.
Ainda assim, com a situação internacional que temos, que não será passageira, daria grande prioridade ao reforço da capacidade submarina (oceânica, não litoral), conjugada com sensores e drones navais, além da defesa área baseada em terra. Isto à frente de muitos programas engraçados com meios mais vistosos. Infelizmente estamos confrontados com a possibilidade de ter que lidar com ameaças diretas ao nosso território e ao território europeu, onde nos integramos. Além das alianças, da diplomacia e do direito, temos que ter alguma capacidade credível de vender cara qualquer tentativa, para tentar dissuadir aventuras. E para isso os meios convencionais de pouco ou nada servirão.
O gajo do metro é a prova que o sistema de saúde americano é um dos piores do mundo. Deixam pessoas com graves perturbações mentais sem tratamento e internamento e depois a culpa não é deles 🤣. Claro que se vão aproveitar politicamente.
Bem isto ainda está na fase do rumor mas além dos países do consórcio todos os querem um caça mais pequeno que o GCAP.
E quem é o cliente?