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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 11:19:15 pm »
Já vais ter 3 fragatas "high-end" (ideal eram 4, mas...); as ECV estão previstas para quando as BD/VdG já têm de estar substituídas; as EPC/MMPC são "substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica" e nós temos que arranjar dinheiro para mais SSK e, pelos vistos, LPD e "F-35"... em quais apostas?  :mrgreen:

Se for mesmo para cumprir os 3,5%...   Puxa aí o livro de cheques e o cartão VISA SAFE sem limites e carência de 10 anos  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LM em Hoje às 11:07:37 pm »
Já vais ter 3 fragatas "high-end" (ideal eram 4, mas...); as ECV estão previstas para quando as BD/VdG já têm de estar substituídas; as EPC/MMPC são "substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica" e nós temos que arranjar dinheiro para mais SSK e, pelos vistos, LPD e "F-35"... em quais apostas?  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:50:38 pm »
:arrow: https://x.com/i/status/2012092699260965181

Desconhecia este projeto!  Mas já somos mirones observadores em tanto projetos, que já perdi a conta...  :mrgreen:

Estes ECV vão substituir que navios? As 2 BD? VdG? Não há nada a substituir em 2040-2045.

Este projeto parece que não compete com os EPC/MMPC. Eles são programas diferentes, com objetivos diferentes, para navios de classes completamente distintas. Na verdade, eles são complementares dentro da estratégia naval europeia.

ECV Fragata de 5.000–7.000 toneladas (high‑end combat/ alta intensidade)
Focado em: AAW, ASW, ASuW, C‑UAS, EW, integração de drones, operações de combate de alta intensidade
Entrada em serviço prevista para 2040–2045

A EPC (European Patrol Corvette) ou MMPC é: um navio médio, 2.500–3.500 t, focado em patrulha oceânica, segurança marítima, ASuW ligeiro, presença naval
Capaz de alguma guerra anti‑superfície e anti‑submarina, mas não é um “high‑end frigate”
Entrada em serviço prevista para 2030–2035
É o substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica

https://eda.europa.eu/news-and-events/news/2026/01/15/eda-hosts-shipbuilders--signatory-countries-for-new-family-of-warships

https://eda.europa.eu/docs/default-source/eda-factsheets/ecv-hlr-factsheet-1.pdf

Citar
Europe’s most ambitious naval collaboration in decades, the European Combat Vessel (ECV) is a modular, multipurpose
warship designed to safeguard Europe’s maritime security and global sea lines of communication.
Built on a systemsto-the hull approach, it strengthens EU defence cohesion, standardisation and defragmentation,  while remaining fully coherent with NATO targets.
Following the 2024 CARD cycle and the November 2024 Ministerial Steering Board, seven EU Member States—Belgium, Cyprus, Greece, Italy, the Netherlands, Portugal and Spain—signed a Letter of Intent to develop a new ECV class for the 2040 horizon, with the ambition to become a future EU flagship capability. Work is progressing rapidly under the EDA framework, with the harmonised High-Level Requirements already under national endorsement.
Why it matters
• Catalyst for EU naval defragmentation, standardisation and communality
• Reinforces pan-European collective strength and economies of scale
• Bridges future naval missions while modernising European fleets
• Strong European footprint, leveraging state-of-the-art technologies and PESCO initiatives

A multi-domain capable vessel
The ECV will differ significantly from traditional vessels. Prioritizing an open, system(s)-of-systems modular design, it can meet varied operational needs, from protecting critical infrastructure to countering advanced undersea threats, and addressing global challenges at all domains, wherever EU interests call.
Economies of scale, standardisation, industrial cooperation.
A joint procurement approach will enable us to reduce the costs of equipment, training and logistics. It will also enable the development of shared naval schools across Europe, fostering a new generation of crews trained to common standards.
The establishment of common logistics chains will generate synergies, optimize resource allocation and reduce redundancies, thereby strengthening both sustainability and resilience across the European defence ecosystem.
Industrial dimension and economic benefits
By leveraging the combined capabilities of Europe’s leading shipyard consortia and supporting industries, the project will create thousands of jobs, drive innovation and strengthen Europe’s industrial and technological base
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LM em Hoje às 10:48:37 pm »
Thales com fartura...

Confirmar as FREEM-Evo, ver o que vai sair das EPC (e o que há nesse momento); antes perceber o que a Marinha planeia com 2x BD + 2xVdG... estas ultimas com radares novos mas intervenção menos profunda que as BD tiveram (e sem VLS).
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 09:49:26 pm »
A versão 1500 toneladas é tudo menos costeira.

Citar
The platform will be optimized for long-range patrols, deep-sea operations, and sustained undersea presence across Peru’s extensive Pacific maritime domain.
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Armada Espanhola / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por Barlovento em Hoje às 09:44:52 pm »
All of the F-100 class AEGIS frigates are currently deployed.
According to the UK Defense Journal:

"The frigate Álvaro de Bazán (F-101) is integrated into the French aircraft carrier strike group centred on Charles de Gaulle and is taking part in the Orion 26 exercise. The frigate Almirante Juan de Borbón (F-102) is serving as flagship of NATO’s Standing Naval Maritime Group One (SNMG1), while Blas de Lezo (F-103) is operating in the United States as part of the U.S. Navy’s COMPTUEX certification exercise. Meanwhile, Méndez Núñez (F-104) is supporting the joint activation Eagle Eye as part of Spain’s National Air Defence System, and Cristóbal Colón (F-105) is participating in NATO’s Steadfast Dart 26 exercise in the Baltic Sea."



Y de seis F-80 estaban estos días cinco en la mar. Dos implicadas en la Operación  Atalanta y tres de maniobras en el Mar de Alborán.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 09:42:33 pm »
Isso já foi abordado aqui, mas tal como as EPC é um projecto no papel. A dica que a MGP estava a analisar a MEKO 200 tem o seu mérito por ser uma fragata pronta a ser adquirida, e é mais capaz.

Com a encomenda das 3 FREMM a receber até 2030, e o MLU das VdG a avançar, haverá ainda necessidade e pressa em encomendar fragatas off-the-shelf tão depressa? Não se pode esperarar até 2029/30?

Só se for para aproveitar um SAFE 2.0 e fazer a compra em conjunto com a Alemanha? É de supor que uma eventual compra de A200 tivesse muitos elementos em comum com a FREMM, sensores, CMS, sonar?, armas em comum, etc. Na medida do possível...?
Quais elementos que poderiam ser standardizados entre a as duas classes? Estou a imaginar que em termos de comunicações, Link‑11/16/22, radar de navegação, e peças de 76mm, RWS, torpedos.

Se Portugal adquirir as fragatas FREMM EVO e mais tarde as MEKO A-200:

O resultado seria a utilização de dois CMS, conjuntos de sensores, sistemas de propulsão e famílias de mísseis antiaéreos completamente diferentes.
As únicas semelhanças significativas seriam: torpedos MU90, canhão 127/64 LW ?, mísseis Exocet, Teseo ou NSM, canhão 76/62 STRALES, sistemas de comunicação NATO, RWS comuns.
Todos os outros componentes seriam diferentes?
É exatamente por isso que acho que seria um erro. Numa marinha que terá apenas 6 fragatas (com sorte) ter duas classes tão divergentes é um erro, sai caro e é ineficiente. No mínimo, havendo duas classes, deveriam compartilhar muito mais componentes.

Eu não percebo porque, para equipamento novo surge sempre a questão das linhas logísticas quando isso não foi obstáculo no passado para as BD VS VDG. Corrijam-me se não estou enganado mas geralmente as VDG até continuaram a ter maior prontidão que as BD? (no sentido se a TKMS é um bom fabricante deveríamos continuar a ter meios desse fabricante, não?)

As VdG e as BD têm muito mais coisas em comum do que as Freem e as A200 ( que não têm nada em comum). Isso facilitou imenso a integração das BD quando elas vieram.

Mísseis anti-navio Harpoon
Mísseis superfície-ar Sea Sparrow
Os lança torpedos...
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Força Aérea Portuguesa / Re: Notícias da FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 08:52:18 pm »
Veja o resgate em condições extremas da Força Aérea

https://app.24horas.pt/news/post/45353
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