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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 03:50:21 pm »Portugal investe menos de metade do necessário em Prevenção
Os M-901 ITV já são mais que obsoletos e não são utilizados por qualquer país NATO que eu saiba. Espero que virão em breve Boxer equipados com Spike LR2 para os substituir.

Com a visita do Mistral, o sonho molhado da MGP voltou ao de cima...Não era mau BHP 140...
Seguiram do Alfeite 2 autocarros cheios para ir espreitar o bicho à Rocha do Conde d'Óbidos.
2 autocarros cheios de pessoal do estado-maior e dos GT da "força anfíbia 2035"
Sonho molhado é verdade, por mais que seria do meu agrado termos um LHD destes. Mas Portugal não tem nenhuma missão que exija um navio de assalto anfíbio de 21.000 toneladas.
O Mistral foi concebido para países que necessitam de: desembarcar uma força do tamanho de um batalhão, realizar assaltos anfíbios com apoio de helis, destacar helicópteros médios e pesados em grande número, executar grandes operações humanitárias, comandar forças-tarefa multinacionais
Portugal não realiza nenhuma destas operações em grande escala. A capacidade expedicionária de Portugal é atualmente no máximo uma ou duas unidades de escalão de uma companhia, de infantaria ligeira. Um Mistral é simplesmente demasiado grande para as missões que Portugal de facto realiza.
A Marinha Portuguesa tem capacidade para tripular um Mistral, mais 2 fragatas BD, 2 submarinos, 4 (10 eventualmente) navios de patrulha oceânica (NPO)
2 (3) fragatas da classe VdG, 3 FREMM EVO, etc?
A verdadeira necessidade de Portugal são os NPOS e fragatas, e não um LHD
A lista de prioridades da Marinha é: SSKs, Fragatas (FREMM EVO), NPO3S, Navios auxiliares NRE+, Contramedidas de minas, Vigilância marítima, NPC e LF
Portugal precisa de presença, patrulha, busca e salvamento, apoio a submarinos, integração com a NATO e não de um LHD
A capacidade anfíbia já está corretamente dimensionada, a força anfíbia de Portugal (Fuzileiros) é: um grupo de batalhão de infantaria ligeira, otimizada para a operar em ambiente fluvial e costeiro e não concebida para assaltos anfíbios em larga escala a longa distância.
O nosso requisito de navio anfíbio é 1 navio da dimensão de um LPD (8.000 a 12.000 toneladas), não um LHD de 21.000 toneladas
Um LPD de pequena dimensão (como a classe italiana improved San Giorgio class/BDSL/ Al Fulk ou um Damen Enforcer 11.000) é uma opção muito mais adequada.
O Mistral está otimizado para o transporte de helicópteros e Portugal não dispõe de helis que chegue. Não se justifica um porta-helicópteros sem helicópteros. Só se for para operar drones, mas mesmo assim há soluções mais adequadas..
O LHD da classe Mistral é grande demais, demasiado caro, requer uma tripulação além dos nossos recursos humanos, inadequado para as missões, incompatível com o orçamento da Marinha, e desnecessário para a escala dos Fuzileiros. Um LPD mais pequeno (8.000 a 12.000 toneladas) é a opção mais adequada para Portugal.

Se vos oferecessem buffet vocês também não iam não 😈