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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 08:09:15 pm »
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Estar sempre a mencionar que o F-35 ser americano é um problema e depois apontar alternativas que para além de possuir motores e equipamentos americanos são de 1 geração abaixo não encaixa no conceito de pragmatismo...  ::)

Onde viste isso?
Eurofighter, RAFALE, americanos?

E achas que o próprio GRIPEN tem a mesma dependência do que o F35?

E que tem o meu pragmatismo relativamente à política deles a ver com os aviões em si?

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Brasil / Re: Economia do Brasil
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 08:02:42 pm »
Populismo de Trump catapulta o Brasil na visão de investidores globais
...
Segundo o Bradesco BBI, encontros recentes com investidores nos EUA reforçaram essa visão: “Os EUA estão cada vez mais sendo percebidos como um ‘mercado emergente populista’. Essa comparação, que antes era anedótica, agora se tornou mais disseminada entre os investidores”.

...a Bolsa brasileira é vista como o único mercado da América Latina capaz de absorver volumes relevantes de capital estrangeiro, o que reforça seu papel como porta de entrada regional. “O Brasil é o mercado âncora da América Latina e o único com liquidez verdadeiramente escalável na região”, dizem os analistas.

https://www.infomoney.com.br/mercados/populismo-de-trump-catapulta-o-brasil-na-visao-de-investidores-globais/

Sds
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Mundo / Re: Alemanha
« Última mensagem por yuwanko em Hoje às 07:57:06 pm »
‘Repatriate the gold’: German economists advise withdrawal from US vaults
Shift in relations and unpredictability of Donald Trump make it ‘risky to store so much gold in the US’, say experts

https://www.theguardian.com/world/2026/jan/24/repatriate-the-gold-german-economists-advise-withdrawal-from-us-vaults

O nosso também não está lá?

Sim algum, menos de 25 toneladas, a maior parte está em Portugal e no Uk.

25 toneladas são cerca de $4 MM aos preços correntes. Podem financiar um segundo programa SAFE  :mrgreen:

É verdade, ainda é dinheiro, mas são uns 6% das reservas de ouro de Portugal.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 07:42:22 pm »
Falando de requisitos NATO, esta informação é de 2016 e se calhar já desatualizada, mas dá uma ideia:



Mais aqui:
https://www.scribd.com/document/382349178/Capability-Codes-and-Capability-Statements-2016-Bi-sc-Nu0083

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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 07:18:39 pm »
Como o CEMFA disse e bem , já devíamos ter iniciado a substituição dos F-16 há 20 anos . Depois de assinado o contrato do novo caça teremos ainda de esperar mais 7 anos com toda a degradação dos F-16 que irá avançar até lá.
Como também não modernizamos para o padrão viper neste momento enviar esses aviões na configuração em que estão para o combate seria arriscar a vida dos pilotos para além do irresponsável. Se há oportunidade de investimento está plenamente justificado. Só peca por já ser muito tarde.

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Se a situação nos EUA volta a mudar nos próximos 4/5 anos, terias feito figura de urso a comprar caças 4.5G novos para nada.
Figura de ursos, pinguins ou parvos estão a fazer neste momento dinamarqueses,    canadianos, holandeses ( esses nem piam), belgas... com a base das suas forças aéreas em causa.
Como explicarão esses cérebros iluminados, grandes estrategas, a posição em que se colocaram? O que vale é que na Europa não é necessário explicar nada, meia dúzia de retóricas chegam para enganar tolos.

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Se os EUA virarem uma ditadura, eu sei que o teu anti-americanismo vai fazer-te vir aqui dizer que devíamos ser aliados da Rússia e China, como se fossem melhor solução, porque tanto o Xi como o Putin são ditadores de bem.
O que tu chamas de "anti-americanismo" é,  na realidade,  pragmatismo,  cautela, experiência... de quem anda por cá há tempo suficiente para perceber que para eles não há amigos, aliados, regras... tudo se resume aos seus interesses diretos e nada mais.
Hipocrisia,  incoerência, mentira, desrespeito pelas entidades e países... já os vi fazer de tudo um pouco.  Não me contaram, vi. Assim como os vi "trairem" grandes amigos (e clientes) quando lhes deu jeito.
Se eu me fio nos russos ou chineses? Nunca, mas pôr-me numa posição de total dependência dos teus amigos como a cúpula (leia-se corja) europeia fez, é totalmente estúpido.  Os resultados estão à vista.
Mas, diga-se de passagem, se todos pensarem como tu,  desvalorizando o maior ataque das últimas décadas à Europa,  europeus e inclusivamente à tua NATO, que também sabes a minha opinião sobre ela, provavelmente merecemos mesmo fazer o papel de palhaços a que nos estão a submeter,  marionetas nas mãos de todos os que realmente têm poder.
Não te preocupes comigo, com o Trump ou com o Putin.  Não somos nós o perigo.  Não fazemos falta.
Para isso estão cá tu e outros que se prestam a qualquer figura em prol de quem nos ofende e ataca.
Manda vir F35's com ou sem interruptor,  paletes. E faz de conta que não se passou nada.
"Vai ficar tudo bem" 🌈🌈🌈

Até pões em causa a FAP para defenderes o indefensável. Se calhar são eles os mentirosos, os F16 não têm nada, é só tanga.
Devias antes questionar-te sobre a qualidade daquilo que nos venderam, porque já referi no tópico certo, fadiga precoce do material em condições de utilização longe de serem "extremas" tem que se lhe diga.  E não é a manutenção que interfere no processo...

Estar sempre a mencionar que o F-35 ser americano é um problema e depois apontar alternativas que para além de possuir motores e equipamentos americanos são de 1 geração abaixo não encaixa no conceito de pragmatismo...  ::)
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 07:15:15 pm »
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Se a situação nos EUA volta a mudar nos próximos 4/5 anos, terias feito figura de urso a comprar caças 4.5G novos para nada.
Figura de ursos, pinguins ou parvos estão a fazer neste momento dinamarqueses,    canadianos, holandeses ( esses nem piam), belgas... com a base das suas forças aéreas em causa.
Como explicarão esses cérebros iluminados, grandes estrategas, a posição em que se colocaram? O que vale é que na Europa não é necessário explicar nada, meia dúzia de retóricas chegam para enganar tolos.

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Se os EUA virarem uma ditadura, eu sei que o teu anti-americanismo vai fazer-te vir aqui dizer que devíamos ser aliados da Rússia e China, como se fossem melhor solução, porque tanto o Xi como o Putin são ditadores de bem.
O que tu chamas de "anti-americanismo" é,  na realidade,  pragmatismo,  cautela, experiência... de quem anda por cá há tempo suficiente para perceber que para eles não há amigos, aliados, regras... tudo se resume aos seus interesses diretos e nada mais.
Hipocrisia,  incoerência, mentira, desrespeito pelas entidades e países... já os vi fazer de tudo um pouco.  Não me contaram, vi. Assim como os vi "trairem" grandes amigos (e clientes) quando lhes deu jeito.
Se eu me fio nos russos ou chineses? Nunca, mas pôr-me numa posição de total dependência dos teus amigos como a cúpula (leia-se corja) europeia fez, é totalmente estúpido.  Os resultados estão à vista.
Mas, diga-se de passagem, se todos pensarem como tu,  desvalorizando o maior ataque das últimas décadas à Europa,  europeus e inclusivamente à tua NATO, que também sabes a minha opinião sobre ela, provavelmente merecemos mesmo fazer o papel de palhaços a que nos estão a submeter,  marionetas nas mãos de todos os que realmente têm poder.
Não te preocupes comigo, com o Trump ou com o Putin.  Não somos nós o perigo.  Não fazemos falta.
Para isso estão cá tu e outros que se prestam a qualquer figura em prol de quem nos ofende e ataca.
Manda vir F35's com ou sem interruptor,  paletes. E faz de conta que não se passou nada.
"Vai ficar tudo bem" 🌈🌈🌈

Até pões em causa a FAP para defenderes o indefensável. Se calhar são eles os mentirosos, os F16 não têm nada, é só tanga.
Devias antes questionar-te sobre a qualidade daquilo que nos venderam, porque já referi no tópico certo, fadiga precoce do material em condições de utilização longe de serem "extremas" tem que se lhe diga.  E não é a manutenção que interfere no processo...
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha Norueguesa
« Última mensagem por P44 em Hoje às 06:26:52 pm »


The Norwegian Defence Materiel Agency has announced a national competition for vessel design and concept development covering up to 28 standardised vessels for the Royal Norwegian Navy.

https://www.navaltoday.com/2026/01/26/kongsberg-joins-competition-for-norwegian-navys-new-standardized-vessels/
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 06:19:28 pm »
Desde a Gronelândia acredito que a vontade de novos projectos com misseis ESSM e (ou) SM-2 / SM-6 tenha... esmorecido. Sendo que alterar é complicado e sem um equivalente europeu Mk 41 VLS pior.

E não é só isso, o SM-2 é um míssil já bastante antigo com o ASTER 30 especialmente na versão b1NT mais capaz na fase terminal e ter sensor melhor apesar de no papel ter menos alcance. Alcance não é tudo.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:13:10 pm »
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Sim, para mim a menção de APCs vs IFV no artigo distingue as versões sem torre RCT30, as Boxer que têm apenas RWS 12,7mm, sejam VBTP, posto comando, ambulância, recuperação, etc. Para quê mencionar os dois tipos na mesma frase?

Isso não faz sentido nenhum.

Faz tanto sentido como um oficial general e uma publicação da defesa confundirem IFV e APC. Se fosse a CNN ou SIC ou um jornal qualquer talvez...

A versão IFV tem mais em comum com a APC (ambas transportam pessoal), do que a APC teria em comum com as restantes versões (que não servem para transportar pessoal) que executam tarefas específicas.

Continua a ser mais provável que os termos APC/IFV tenham sido usados por lapso (exemplo trocar o termo AFV por APC/IFV), ou do próprio jornalista, ou para denotar que são intercambiáveis no contexto do EP, em que a versão IFV vai cumprir as 2 funções, ou que seriam literalmente comprados  APC e IFV.

Saltar para "APC = todas as outras versões" é o menos provável.

Pois pode ser uma ou outra a intenção do general e jornalista. Ambos fazerem o mesmo erro/ lapso é o menos provável acho eu.. O tempo dirá quem tem razão.
O segundo artigo parece ampliar o erro, ou confirma a minha tese. Comprarmos APC e IFV ao mesmo tempo não faz muito sentido. Os Pel.At. Mec terão 1 APC e 3 IFV? ou 2 IFV e 2 APC? Acho muito improvável. Talvez a viatura do comando do Pel. At. Mec seja um APC e as 3 restantes IFV? Só mesmo para poupar uns tostões? Parece cosia plausível cá no burgo.  ::)

Ter um BIMec equipado exclusivamente com 90 Boxer na versão RCT30 também é improvável, e coisa inédita na NATO. Mas o preço unitário a ser igual `a compra alemã e holandesa confirmaria a tua tese, mas estes países estão a comprar a versão mais cara do RCT30, Schakal, €4,5MM por 222 boxer são €20M por viatura, um pouco mais caro. https://www.rheinmetall.com/en/media/news-watch/news/2025/10/2025-10-20-infantry-fighting-vehicle-222-jackals-schakal-for-germany-and-the-netherlands

Se vierem 14 na versão Schakal para o ERec seria ideal.
Teremos que aguardar, é só. Eu prefiro que todos os Boxer para as Sec. At. Mec. sejam RCT30, claro.
Sendo mesmo 90 Boxer RCT30, só pode ser para equipar 2 BIMec, 2 com 45 Boxer cada, completando-se as versões de apoio mais tarde e usando Pandur até lá.

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1-  90 Boxer em várias versões (RCT30, posto comando, morteiro, recuperação, etc) que irão equipar um BI (-) do proposto Agrupamento Mec. da brigada média.
Como se refere que os Boxer são parar substituir os M-113 pensamos logo no BIMec Pesado da Brigada Mecanizada, mas esta vai desaparecer. Passa a existir apenas um Agrupamento Mecanizado em seu lugar, este parte da brigada média. Mas, podemos estar a olhar no lugar errado... siga:

A dúvida nesta hipótese, é perceber se estes iriam substituir apenas os M-113, ou também as restantes variantes cujos nomes são diferentes (M577, M901, M106, etc).

De notar que um BIMec com uns 40-50 M-113, transporta praticamente tantos soldados como ~90 Boxer RCT30. A organização deste BIMec com Boxer nunca seria igual ao que era com M-113, a não ser que prefiram reduzir na Infantaria (em número) para acomodar viaturas com mais poder de fogo.

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2-  90 Boxer, todos na versão RCT30 para equipar os 2 BIMec da atual Brigada Intervenção, afinal foi o comandante desta a fazer a declaração que vamos comprar 90 Boxer!
45 por cada BI (14 por CAtMec e 3 no comando do BIMec). Neste caso vamos supor que serão todas RCT30 ou talvez 80 RCT30, 4 Posto Comando e 6 Ambulância.

Até agora tudo apontava para 1 BIMec, não 2.
Tendo em conta a capacidade de transporte dos RCT30, precisas de 90 RCT30 num BIMec para transportar o mesmo pessoal que um BIMec Pandur transporta (no papel).

Sem dúvida que as sec. de atiradores terão outra organização e o QO dos BIMec Boxer será diferente. Basta vermos a organização alemã, lituana ou holandesa para comparar. A secção Boxer nas versões de combate (APC, IFV, JFST,etc) tem 3 de tripulação (condutor, apontador e comandante), mas o pessoal que desembarca será talvez apenas 7 ou 8 elementos?
As M-113 levam tripulação de 2 e geralmente 11 "dismounts"- a Esquadra de atiradores que transporta.

Os únicos Pandur que tens em grande número são os APC. O resto mal dão para apoiar 2 BIMec da BrigInt, quanto mais para distribuir por 2 brigadas.

O mais provável é manterem 2 BIMec Pandur + 1 BIMec Boxer na Brigada Média, e quanto muito "oferecerem" alguns Pandur APC para a Brigada Ligeira.
Os ST5 pura e simplesmente não se adequam a acompanhar/apoiar blindados 8x8 ou de lagartas. E para o fazer, era preciso ir comprar ST5 a pontapé, em todas aquelas versões, não só para a Brigada Ligeira como para a Média. Isto apenas ia assegurar que nunca irias comprar as versões 8x8 em falta.

Por exemplo, se comprasses ST5 Porta-morteiro para as duas brigadas, a quantidade necessária era muito maior (mínimo 24 creio). Com 24 ou mais, depois não havia apetite para comprar os PM montados em Boxer.

Aplicar o mesmo raciocínio para outras versões, nomeadamente ambulância, VSHORAD, etc.

Ao ter variantes de M-113 em operação na Brigada, mantém-se a porta aberta para a sua substituição (neste caso por mais Boxer).

Depois tens ainda a falta de uma viatura lança-pontes moderna. Provavelmente vais ter que usar as actuais da BrigMec (se alguma funcionar) em chassis de M-60, até arranjarem substituto.

Misturar viaturas de vários tipos é comum, mas acho que para certificação NATO todas a viaturas devem ter o mesmo nível de proteção, mobilidade, poder de fogo, etc. Ao menos as viaturas de combate. De qualquer forma, se os M-113 estão obsoletos, as versões de posto de comando, ambulância, porta-morteiro, etc. também são. Não faz muito sentido manter estas a operar com os Boxer, a não ser que seja durante muito curto tempo durante o período de substituição destas. Gastar 1,35 MM para substituir M-113 e continuar as variantes de apoio com a mesma idade, e vulnerabilidades conhecidas, não faz sentido nenhum!  Daí eu insistir em pensar que os 90 Boxer inclui as variantes de apoio e a referência a APCs é um lapso ou melhor talvez, uma generalização simplista para referirem estas versões de apoio sem a torre RCT30.

Acho que na LPM atual já existe verba para comprar 2 VBLPontes e 2 VB recuperação para substituir os M-88 e as M-60AVLB.


Factos não há ainda, tirando a versão RCT30. Dados é que já há, e entre eles a menção a 1 Batalhão Boxer e não 2.

A parte a negrito destaquei, para dizer que isso já podes fazer com 90 Boxer RCT30. Por exemplo:
-46 RCT30 para BIMec
-28 AgrMec Leo
-14 ERec
-2 variantes de treino de condutor

Facilmente se explica a compra de 90 RCT30.

Um modelo de lagartas neste momento parece não estar em equação. O plano do Exército para 2045 não mencionava nada disso.

Quanto muito, poderia suceder-se na Brigada Média ainda uma outra reestruturação, em que os 2 BIMec Pandur + 1 BIMec Boxer, passavam a 2 BIMec Boxer + 1 BIMec Boxer de lagartas.

Mas isto é só teoria, com menor probabilidade de ser executada.

Ainda por cima quando esta Brigada Média vai precisar de investimento sério para adquirir mais Boxer para substituir os Pandur, e todas as variantes necessárias para apoiar os 3 hipotéticos BIMecs.

Requisitos de capacidades não apontam os números máximos de veículos que um Batalhão de Infantaria Mecanizada pode ter.

As doutrinas evoluem, com a evolução do equipamento e dos TOs, logo nunca terás uma base fixa.

Esta, para mim, é a questão mais crucial. Os Boxer equiparão inicialmente o BIMec Pesado ou os dois BIMec rodas da BrigInt? Ou outra coisa?
Eu lancei a pergunta a quem deve saber, mas poderei não receber resposta, ou uma resposta ambígua.. ::)
Não sabemos o número mínimo de viaturas blindadas de um BIMec rodas medium NATO... mas podemos concluir pela observação e informações disponíveis de vários exércitos NATO, especialmente os que utilizam Boxer. O número de Boxer por companhia de atiradores é entre 12 e 16 Boxer, e 14 em geral. 4 Por Pel. Atiradores e entre 0 a 4 no comando da companhia, com 2 o mais comum no comando.

Factos existem:

1- Vamos comprar 90 Boxer em mais do que uma versão: APC e IFV. Se isto significa mesmo as versões APC e IFV, ou IFV e outras versões de apoio, "that remains to be seen"  8);

2- O anúncio foi feito pelo comandante da Brigada de Intervenção, e não pelo comandante da Brigada Mecanizada. Se isto tem algum significado especial ou não, deixo ao vosso critério;

3- O custo unitário médio das Boxer será €15M;

4- As Boxer são para substituir os M-113 (e variantes?) e eventualmente as Pandur II;

5- Vão ser produzidas/ montadas em Portugal;

6- 90 Boxer é apenas a encomenda inicial. Mais serão encomendadas mais tarde. Esperemos sentados e tranquilos.  Inch Allah!  :mrgreen::mrgreen:

7- A compra Boxer tem que obedecer `as regras SAFE, a organização da brigada média NATO tem que obedecer aos requisitos e prazos da NATO- 2032. Nada de meias medidas e shortcuts e trafulhices orçamentais e cativações do costume.  8)


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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:13:40 pm »
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É o que diz o dc, adia-se a decisão sobre a escolha do substituto do F-16 durante uns tempos.
Ou seja, no mínimo até 2029... a correr bem.
Até lá voam os F16?
"E se perdermos algum piloto por acidentes originados pelo estado das células"?
Ninguém questiona agora?
Mesmo que decidas em 2029, quando integras o novo modelo da FAP? 2035?
E se voltar a ganhar Trump ou um dos seus discípulos? Voltamos a adiar?
Afinal o que interessa é a defesa de Portugal e dos seus aliados, ou comprar "made in USA"?
Adiar o quê? Decidam-se mas é pela integração "imediata" de um modelo europeu capaz e depois pelo comboio a apanhar no G6.
Os turcos já receberão os primeiros EF em Fevereiro.
É um meio muitíssimo superior ao atual F16 português.
Não há que inventar e muito menos adiar, sobretudo porque as ameaças (reais) aumentaram a ocidente.

Sim, até lá voam F-16, foi sempre esse o plano.
O plano até era voarem até 2035.

Mas de repente "descobriram" que afinal já não aguentam voar tanto tempo, apesar de terem voado menos que os F-16 dos aliados, que aguentaram mais anos.

Nesta "descoberta", não foram capazes de fazer uma contagem de quantas células estão em bom estado e quantas em mau estado? Vão dizer que estão todas iguais, apesar de não terem todas o mesmo nível de uso, entre os originais comprados novos, e os usados que foram entrando ao serviço a conta-gotas? E ainda foram cancelar a modernização dos tais 3 F-16 adicionais que a FAP anda à espera há anos, e que permitia distribuir melhor as h/voo pelas aeronaves?

Continua a cheirar a tusa do mijo, de querer comprar já um caça novo, e descartar prematuramente os F-16.
Até porque ainda existia a opção de ir buscar mais uns quantos para modernizar, ou simplesmente comprar uns em segunda-mão, para aguentar as esquadras com uma solução de baixo custo e de rápida integração.

Assim, se voltasse a ganhar o MAGA, tinhas aeronaves em condições de uso, e entravas num programa 6G, sem estourar 5000M em eurocanards pelo meio.
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