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« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 04, 2026, 11:19:39 pm »
Tenho a certeza que os dinamarqueses estão particularmente felizes hoje, afinal porquê tantos receios de amigos tão confiáveis?
É encomendar mais uns MM, ou B€ a eles e assobiar para o lado, afinal não se passa nada...
A Europa, aquela que criamos, encolhidinha à mercê dos interesses de outros, a rezar para que não passem de ameaças.
Está aqui, neste tópico, porque para mim é impensável ainda não existir uma condenação conjunta dos países europeus a esta ameaça a um dos seus membros, infundada, injustificável... acompanhada da suspensão de todas as aquisições de equipamentos militares americanos.
Da nossa parte, e por muito que isso possa até penalizar-nos, o processo dos F-35 parava de imediato, se é que existe, o mesmo se passando com as restantes aquisições em curso.
Um daqueles casos em que o político tem obrigatoriamente de se impor ao técnico.
São "pequenos" sinais que demonstram aquilo que somos.
No caso, apenas cobardes e totalmente submissos.
Andamos preocupados com aquisições que permitam "ataques em profundidade", mas se calhar o melhor é pensarmos em como nos defendermos.
Já pensaram nos precedentes que se estão a abrir? Quem nos garante que Espanha não fará mais tarde o mesmo com as Selvagens? Porque não, para "acautelar os seus interesses"?
Ainda vamos ter de pedir ajuda a leste...
Mas isso é o Lampuka, que é anti-americano.
Onde estão aqueles que ponham em causa a aquisição do KC-390 pelas declarações do Lula sobre a Ucrânia?
Ou que defendiam arrasar a Rússia por ter invadido a Crimeia?
Bem vistas as coisas, esses ao menos alegam a história e a defesa dos seus cidadãos, razões discutíveis, para isso.
Voltando ao tópico, é urgente definir se o F-35 é elegível ou não. Sem rodeios e assumindo qualquer das decisões. Porque caso não o seja, é necessário trabalhar de imediato nas soluções alternativas.
Para mim, neste momento, politicamente, está no mesmo patamar dos caças russos ou chineses. Não nos interessam.
Provêm de países que põem em causa a soberania e segurança dos nossos aliados europeus e da NATO. Ou não é?