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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Hoje às 07:12:22 am »Inspirado numa história real
Uma invasão da Gronelândia tem de passar no congresso, e com base legal, que não existe. Uma das maneiras de bloquear é não aprovar os fundos para a a operação mas existem outras vias:
Tem outra forma, como fez na Venezuela, encontrar um terrorista qualquer na Gronelãndia para permitir atacar sem autorização do congresso, como fez na Venezuela!!!!! E..... os americanos já têem lá tropas........
Para que dúvidas houvessem, a aliança com os EUA acabou!!!!!
Mas não acabou a NATO, todos os outros países estão interessados em cooperar!
Concordo que um SAFE 2.0 vem aí e vai ser muito maior e abarcar mais países (que até podem permitir cimentar uma NATO sem os EUA).
Nós portugueses deveríamos estar já a pensar em reforçar as nossas ilhas!!!!!!
E acho que a Europa deve ponderar despejar no mercado os quase 2,5 triliões de dólares de dívida americana, para além do bloqueio de compras americanas (não só militares, refiro-me a ao mercado de cinema, Sistemas Operativos, Tecnológicas americanas, viaturas........
Isto no caso de haver de facto uma invasão da Gronelãndia!
Mas ao contrário do que referem que é um regresso ao pós-II GM, podemos é estar na iminência de uma IIIª GM!
Sobre as eleições americanas..... acham mesmo que se o Trump saír de cena, o JD Vance é melhor? Ou o Stephen Miller?
"El objetivo del gobierno de Trump es imponer un mundo dividido en 3 partes: una para EE.UU., otra para China y otra para Rusia"
https://www.bbc.com/mundo/articles/c8x9gd1k5r8o?utm_sf_cserv_ref=10012122&utm_sf_post_ref=650999921&at_bbc_team=editorial&xtor=AL-71-%5Bpartner%5D-%5Bbbc.news.twitter%5D-%5Bheadline%5D-%5Bmundo%5D-%5Bbizdev%5D-%5Bisapi%5D&at_format=link

CitarMarcelo quer mais transparência nas compras da Defesa
O Presidente disse que tem de haver maior equilíbrio entre escrutínio e agilidade de contratação
18 dezembro 2025 - 22:57
Vítor Matos
Jornalista
O Conselho Superior de Defesa Nacional, presidido pelo Presidente da República, decorreu esta terça-feira, dia 16, num ambiente de tensão política pouco habitual neste órgão. O principal tema foi a transparência da candidatura de Portugal ao empréstimo de €5,8 mil milhões do SAFE, o programa de financiamento da Comissão Europeia para o rearmamento dos Estados-membros. Depois da discussão que se gerou à mesa que junta primeiro-ministro, ministro da Defesa e outros membros do Governo, chefes militares, deputados e presidentes de Governos Regionais, Marcelo Rebelo de Sousa disse querer maior equilíbrio entre a transparência e a urgência necessária para a aquisição de equipamentos para as Forças Armadas, apurou o Expresso.
O ministro da Defesa fez uma intervenção “no seu estilo pessoal”, mais “partidarizada” do que o habitual naquelas reuniões. Nuno Melo explicou não haver margem para procedimentos de contratação pública, considerando as regras europeias de acesso ao SAFE (sigla inglesa do Instrumento de Ação para a Segurança para a Europa), que obrigam a parcerias e a negociações Estado a Estado. Era uma oportunidade única de financiamento favorável, com impacto na indústria nacional. O governante terá contestado a manchete do Expresso da semana passada — de que as maiores aquisições militares portuguesas dos últimos 50 anos foram decididas em segredo e sem concursos públicos — e criticado a iniciativa do PS, que levou à Comissão Parlamentar de Defesa uma proposta para se criar uma subcomissão para acompanhar estes procedimentos. A iniciativa foi chumbada com votos contra do PSD e do CDS e a abstenção do Chega.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, fez uma intervenção no mesmo sentido, mas num tom mais institucional. O deputado do PS Francisco César terá reconhecido a urgência do processo, dadas as características específicas da área militar, mas defendeu a necessidade de haver critérios de transparência.
Gouveia e Melo diz que as compras militares estão ligadas a “vontades alheias” e ao lóbi de fabricantes político-industrial
Quando interveio, o Presidente, que ainda não se pronunciou em público sobre este assunto, disse que tem de haver um maior equilíbrio entre a transparência e a agilidade da contratação, apurou o Expresso. O Governo enviou para Bruxelas o pedido de assistência financeira para a compra de equipamento militar, no âmbito do SAFE, a 30 de novembro, acompanhado do Programa da Indústria de Defesa Europeia, mas o documento continua secreto. O ministro da Defesa divulgou que as Forças Armadas vão adquirir fragatas, artilharia de campanha, veículos médios de combate, viaturas táticas, munições e sistemas antiaéreos, satélites de alta definição e drones. E anunciou os países parceiros: Itália, França, Finlândia, Alemanha, Espanha e Bélgica.
Apesar de referir a Lei de Programação Militar e os “objetivos capacitários da NATO” como guias, não houve mais justificações em relação aos critérios de escolha do maior pacote de investimento militar dos últimos 50 anos e que corresponde a 2% do PIB. Também se desconhece a opção pelos fabricantes que constam no documento, a formação dos preços ou as condições das contrapartidas industriais. Não foram apresentados mais detalhes durante a reunião. O PSD e o CDS aprovaram a ida do ministro da Defesa e dos chefes militares ao Parlamento para explicarem o programa, depois de aprovado em Bruxelas, no fim de fevereiro.
“Um erro”, diz Gouveia e Melo
O ex-chefe do Estado-Maior da Armada e candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo acha “um erro muito grande o que está a acontecer”, por as compras estarem a ser decididas sem instrumentos de planeamento militar aprovados, antes de haver um novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional (desatualizado desde 2013 e na gaveta há dois anos), que originaria um Conceito Estratégico Militar e um Sistema de Forças. Na entrevista que deu esta semana ao Expresso, o almirante na reserva admitiu haver “muitas maneiras de garantir a transparência” sem “um processo de tal forma burocrático que demoramos cinco anos a resolver um programa” de reequipamento.
E considera que Portugal se está a mover por “vontades alheias”, que estão “essencialmente ligadas a um lóbi de fabricantes político-industrial”. “Isso preocupa-me”, assume. O candidato independente reconhece a “iminência de uma emergência em termos de investimento”, por causa “dos riscos que corremos” durante os três anos que faltam ao mandato de Donald Trump, que a Rússia pode considerar uma “janela de oportunidade” para atacar outros países.
Um dos maiores investimentos de sempre da Defesa Nacional será efetuado através do SAFE, com a compra de três fragatas, que vão custar mais de €3 mil milhões. Mesmo antes de ser chefe da Marinha, Gouveia e Melo chegou a escrever que as fragatas eram navios datados, porque se tornavam vulneráveis com o desenvolvimento da guerra de drones. Questionado pelo Expresso, apenas respondeu: “Não quero pronunciar-me sobre isso.”
https://expresso.pt/politica/2025-12-18-marcelo-quer-mais-transparencia-nas-compras-da-defesa-7a078e06
Uma invasão da Gronelândia tem de passar no congresso, e com base legal, que não existe. Uma das maneiras de bloquear é não aprovar os fundos para a a operação mas existem outras vias:

Vao ser 3 FDIs e a empresa onde o sogro do Trump trabalha vai financiar o benfica district com a condiçao de ter uma torre dourada a dizer Trump Lisbon Hotel.Parece que será amanhã que teremos a confirmação oficial das 3 EVO para a nossa MdG.
Espero bem que sim, pois já chega de rebarba e benfiquices. A última parte então, ninguém merece.
Curioso para perceber os mísseis e remanescentes munições que se irão adquirir.
Que o ciclo desastroso de comprar (nem) os mínimos olímpicos se quebre de vez.
e ..? já se sabe algo? procurei e nada vi!
Your Question
How can a US invasion of Greenland be blocked by US Congress?
Answer
Congress has several mechanisms to prevent or halt such an action:
1. Refusing Authorization for Use of Military Force (AUMF) — Congress can decline to authorize any military action, leaving the President without legal authority for a sustained invasion.
2. Cutting Off Funding — Congress controls the budget and can prohibit the use of funds for military operations involving Greenland or Denmark. Without funding, the operation cannot continue.
3. Enforcing the War Powers Resolution — Without congressional approval, U.S. forces must be withdrawn after 60 days. Congress can refuse authorization and force withdrawal.
4. Passing Binding Legislation — Congress can pass laws explicitly banning military action against Greenland or Denmark. A presidential veto can be overridden with a two‑thirds vote.
5. Oversight and Political Pressure — Hearings, subpoenas, and public scrutiny can make an unauthorized war politically unsustainable.
6. Litigation — Members of Congress can challenge unauthorized military action in court, slowing or delegitimizing the operation.
7. NATO Treaty Obligations — Greenland is part of Denmark, a NATO ally. Congress can argue that attacking a NATO member violates treaty commitments and is therefore illegal without congressional approval.
Parece que a Ursula & companhia acordaram para a vida...
O SAFE 2 é inevitável e deverá estar para breve.
E o tom dos EUA mantém-se...
Que a FAP tenha inteligência e pragmatismo e prepare o necessário rapidamente, senão a Marinha volta a levar a maioria do bolo.
Vamos lá ver se não anunciam já hoje...