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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por saabGripen em Hoje às 03:19:44 pm »
A constelação de satélites foi notícia recentemente.
Vai haver dois tipos de satélites diferentes. Um com sensores EO e outro com radar SAR.
O artigo dizia que o intervalo de varrimento será de uma-em-uma hora.

Parece-me pouco para dirigir o ataque a um navio.
Teria que haver uma rede de satélites + P-3/8 + drones + Tratores do mar + SAAB Gripen + Fragatas + EPC + NPO.

Mas estamos a chegar lá.
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 02:56:38 pm »
Os ópticos supostamente têm resolução de 50cm.

A questão é que passam de hora a hora...
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:54:58 pm »
Se é para virem 3 FDI, também se exigem 32 VLS em cada. Se não for assim, será uma classe de fragatas que é medíocre em tudo, face ao preço delas.

A esperança é que tenha havido um lapso, e realmente sejam 3 FREMM EVO c/32, e não apenas 2. Mas duvido.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:49:55 pm »
Deve ter sido isso mesmo. Esta a ver os bonecos... vê os dois jatos de treino antes da conversão? É isso...
É ir la atrás ver...

É que não apanhas uma.

Nunca, em lado nenhum, foi dito que a FAP devia ter 2 modelos a jacto para treino.

O que foi dito é que o ST não substitui um modelo a jacto, é demasiado caro para a função do TB-30 (havendo opções muito mais baratas de adquirir, manter e operar), e é suicídio usá-lo em missões de combate real só para poupar uns trocos das horas de voo de F-16, ou para não adquirir UCAVs.

Se querias uma aeronave a hélice que fizesse a função dos TB-30 e Alpha Jet, e que deixasse a conversão operacional para ser feita lá fora, a opção acertada seria o PC-21, que é superior nessa função, mais barato e tem uma logística assente na Europa e interoperabilidade com aliados.

Se querias um modelo a hélice + um a jacto, para ter o treino todo em casa, então o modelo a hélice devia ser mais barato que o ST e PC-21, deixando as etapas mais avançadas do treino para o jacto.

No meio destas 2 opções, escolhemos uma terceira, comprando STs com o pretexto de que é para ir combater em África, e em que a sobrevivabilidade dos pilotos não importa para nada.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por P44 em Hoje às 02:38:34 pm »
Por esse preço e a serem apenas 2 é bom que tenham VLS por tudo o que é lado  :mrgreen:

O secretismo neste país é ridículo
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:37:05 pm »
2 esquadras de F-35 seria o plano normal. Até começarem a inventar, com 2 modelos diferentes, que mais depressa levam a FAP a ter que gramar com 2 esquadras de euro-doritos e mai nada.
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:31:56 pm »
Faz sentido fazer o mesmo com as tripulações do C295 versão maritime patrol para os P3?

Penso que não, os C295 de vigilância marítima não vão acabar...

E no caso dos pilotos, eles podem voar nos C295 tácticos, não existem pilotos só de C295 vigilância marítima.

Na minha opinião, uma modernização dos VIMAR para padrão MPA podia ter as suas vantagens.

Particularmente na medida em que ao terem custos de operação e tripulação muito mais reduzida que um P-3, permitiria criar mais facilmente um destacamento nos Açores.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:21:15 pm »
Não confundir o serviço prestado pela Tekever, com uma venda típica.

A Tekever tanto oferece os serviços, como oferece os produtos em si.

Imaginem se a Tekever crescesse ao ponto de ter largas dezenas de clientes, vários deles com 3/4/5 sistemas? A empresa precisava de um autêntico exército para conseguir operar os drones de toda a gente.

Numa missão militar, por exemplo uma FND, em que queiras usar o AR5, não vais enviar para o TO pessoal civil da Tekever.

O core deles é serviços e não vender drones.

Citar
TEKEVER offers a surveillance-as-a-service solution, delivering actionable real-time intelligence to make oceans safer and save more lives.

Provavelmente é onde eles fazem mais dinheiro, pois representam os contratos mais consistentes.

Mas também vendem drones.
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:18:28 pm »
A nova rede de satélites PT pode contribuir para designar tais alvos para os submarinos?

Não sei quais são as capacidades dos satélites. Mas não era suposto terem capacidade de vigiar as nossas águas? Se sim, terão capacidade de detectar a presença de navios adversários, e em teoria deveriam ter capacidade de indicar as coordenadas da frota ao submarino (ou a combatentes de superfície ou baterias costeiras), para que este lance os mísseis (com radar activo) para a área onde foram detectados.

Não sei é até que ponto haveria capacidade de actualizar a localização dos alvos para os mísseis já em voo, usando informação dos ditos satélites.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:09:38 pm »
Essa conversa do VLS é estéril a única coisa importante é capacidade de produção/ compra de mísseis o resto até o d João II pode lançar VLS em contentores... Na guerra actual o que interessa é deteção e comunicação entre unidades. O lançamento de mísseis tanto pode ser de fragatas, submarinos, aviões, navios auxiliares ou sistemas autónomos... Quanto custa encher dois ou três sistemas de VLS? Até podia levar 200 mísseis se só tens capacidade de comprar 32 é um não assunto...

Errado.

O número de VLS numa fragata é importante, pois é o que permite que esta fique em combate durante mais tempo. Se estás a comprar fragatas de 1000M (ou 1500M), não optar por 32 VLS para poupar uns trocos (para depois compensar gastando mais dinheiro em VLS montados em contentores), é só burrice.

Se é para comprar fragatas com apenas 16 VLS, mais valia então optar por modelos mais baratos, tipo Meko A200, e ter nelas 16 Mk-41. Por 3000M, compravas no mínimo 4.

A ideia dos sistemas contentorizados, é reforçar as capacidades existentes. Não é para servir de pretexto para não se investir em navios com mais capacidade.

Usar a desculpa de que vamos comprar poucos mísseis, para dizer que o número de VLS nas fragatas não importa, para depois dizer que se podem usar VLS contentorizados noutros navios (para lançar mísseis que não vão ser adquiridas), é o pico das contradições.

Falar de preços, quando instalar mais 16 VLS quando a fragata está a ser construída sai mais barato do que comprar o mesmo VLS num contentor, não faz sentido nenhum.

Se não temos dinheiro para encher 32 VLS Sylver em fragatas, também não temos para adquirir contentores VLS + mísseis para espetar noutros navios.

Já os USVs, até hoje não vimos nenhum plano para a MGP construir USVs capazes de receber contentores de mísseis. Por outras palavras, poderão não ser uma realidade nos próximos 30 anos.

No fim, preferem uma MGP com fragatas fraquinhas e caras, cuja defesa aérea está dependente de um monte de navios civis? É isso?
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