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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:11:46 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por nelson38899 em Hoje às 05:47:59 pm »
Quando vieram os leopard as criticas foram similares, quando vieram os pandures a mesma coisa, e posso continuar para quase todas as armas que vieram nos últimos anos.
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 05:16:56 pm »
Eu o preço não sei até porque o submarino coreano que se fala ainda não está acabado mas tendo em conta que o cliente de lançamento é o Peru e vai construir lo parcialmente localmente o preço não deve ser muito elevado...
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 05:02:00 pm »
Força Aérea: Os cinco aviões Super Tucano adquiridos à Embraer estão em terra. Um por questão técnica e quatro sem pilotos que estão em formação

https://lidadornoticias.pt/forca-aerea-os-cinco-avioes-super-tucano-adquiridos-a-embraer-estao-em-terra-um-por-questao-tecnica-e-quatro-sem-pilotos/

Notícia completa sem paywall…

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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por Bubas em Hoje às 05:01:09 pm »
Consegue colocar aqui a fonte original do preço dos submarinos coreanos?
Ligações para os valores associados ao 212CD - (https://www.navalnews.com/naval-news/2021/07/tkms-to-build-six-type-212cd-submarines-for-german-and-norwegian-navies/)
e ao A26 - (https://www.reuters.com/business/aerospace-defense/poland-chooses-sweden-supply-it-with-three-submarines-2025-11-26/)



E valerá a pena trocar VLSs por capacidade de sobrevivência?

Mantenho que adoraria ver 3 a 4 KSS-III Batch II ao serviço da MdG. Só perguntaria de antemão se a integração de Teseo Mk2/E nos VLS seria possível.

Estou muito longe de ser um especialista em submarinos.
Dito isto, não conheço razões pelas quais a capacidade VLS anula ou é trocada por capacidade de sobrevivência.

A minha preferência pessoal prende-se com 3 fatores:
- Parceria/tech transfer com a RoK.
- Falta de capacidade de slots para construção de subs europeus nos anos vindouros.
- Flexibilidade operacional/capacidade de disuassão oferecida por submarinos com VLS.

O factor mais importante para preferir subs sul-coreanos a europeus, é essencialmente o preço.

Ainda para mais quando os subs sul-coreanos com VLS, são ainda assim mais baratos que subs europeus mais pequenos e sem VLS.


Agora, a questão dos VLS em submarinos tem que ser debatida com base na globalidade da MGP, isto é, se o ramo vai ter VLS suficientes nas fragatas para AAW e ainda land-attack.

Se as FREMM EVO vierem com 32 VLS, 8 dos quais forem Sylver A70, então deixa de ser estritamente necessário ter submarinos com VLS para land-attack.
Se as FREMM EVO não tiverem capacidade land-attack de longo alcance, nem as supostas EPC, seria necessário usar submarinos para esse fim, com os VLS.

Também é possível que no futuro se arranjem sistemas contentorizados de lançamento dos ditos mísseis, mas é preciso força de vontade e navios com espaço.
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 04:58:15 pm »
Como melhorar a mobilidade militar na UE?

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Para melhorar a mobilidade militar, prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Conheça as principais medidas.

AComissão Europeia aprovou na quarta-feira, 14 de janeiro, o plano para Portugal aceder a 5,8 mil milhões de euros em empréstimos a condições favoráveis para investir em capacidades de defesa, sendo um dos oito países com aval preliminar — em paralelo com a Roménia, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Espanha e Croácia — no âmbito do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE). Mas a aposta na defesa tem sido crescente, tendo em conta os desafios criadas pela guerra na Ucrânia e, mais recentemente, as ameaças do Presidente dos EUA, Donald Trump, dirigidas à Gronelândia e ao Irão.

“No ano passado, ao nível europeu, fizemos mais investimento em defesa do que nas décadas anteriores […] e isso inclui os 150 mil milhões de euros do programa SAFE”, sublinhou a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.

E para permitir a movimentação militar rápida e em grande escala, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Um conjunto de medidas que visam melhorar a mobilidade militar em toda a Europa, a prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças.

O objetivo é criar uma área de mobilidade militar à escala da UE, onde as tropas, o equipamento e os recursos militares poderão deslocar-se de forma rápida e eficiente. Mas, para isso, é necessário eliminar barreiras burocráticas e de infraestrutura, através de um quadro regulamentar, focado na adaptação dos transportes e na digitalização, que deverá estar pronto até 2027.

As principais medidas são:

Mobilidade mais rápida: um procedimento único de autorização para a movimentação de equipamento militar para todos os 27 países da UE, procedimentos acelerados e acesso prioritário às infraestruturas.

Partilha de capacidades de transporte e logística.

Melhorar percursos: modernização dos principais corredores de mobilidade militar da UE para os padrões civis e militares.

Uma autoridade única: designação de um coordenador nacional para o transporte militar em cada Estado-membro e simplificação da governação a nível da UE.

https://eco.sapo.pt/2026/01/18/como-melhorar-a-mobilidade-militar-na-ue/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Portugal / Re: Guerra total NATO-Rússia
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 04:56:04 pm »

Como melhorar a mobilidade militar na UE?

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Para melhorar a mobilidade militar, prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Conheça as principais medidas.

AComissão Europeia aprovou na quarta-feira, 14 de janeiro, o plano para Portugal aceder a 5,8 mil milhões de euros em empréstimos a condições favoráveis para investir em capacidades de defesa, sendo um dos oito países com aval preliminar — em paralelo com a Roménia, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Espanha e Croácia — no âmbito do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE). Mas a aposta na defesa tem sido crescente, tendo em conta os desafios criadas pela guerra na Ucrânia e, mais recentemente, as ameaças do Presidente dos EUA, Donald Trump, dirigidas à Gronelândia e ao Irão.

“No ano passado, ao nível europeu, fizemos mais investimento em defesa do que nas décadas anteriores […] e isso inclui os 150 mil milhões de euros do programa SAFE”, sublinhou a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.

E para permitir a movimentação militar rápida e em grande escala, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Um conjunto de medidas que visam melhorar a mobilidade militar em toda a Europa, a prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças.

O objetivo é criar uma área de mobilidade militar à escala da UE, onde as tropas, o equipamento e os recursos militares poderão deslocar-se de forma rápida e eficiente. Mas, para isso, é necessário eliminar barreiras burocráticas e de infraestrutura, através de um quadro regulamentar, focado na adaptação dos transportes e na digitalização, que deverá estar pronto até 2027.

As principais medidas são:

Mobilidade mais rápida: um procedimento único de autorização para a movimentação de equipamento militar para todos os 27 países da UE, procedimentos acelerados e acesso prioritário às infraestruturas.

Partilha de capacidades de transporte e logística.

Melhorar percursos: modernização dos principais corredores de mobilidade militar da UE para os padrões civis e militares.

Uma autoridade única: designação de um coordenador nacional para o transporte militar em cada Estado-membro e simplificação da governação a nível da UE.

https://eco.sapo.pt/2026/01/18/como-melhorar-a-mobilidade-militar-na-ue/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 03:28:21 pm »
No DN de hoje:

https://www.dn.pt/opiniao/aprovao-em-bruxelas-do-programa-safe-para-portugal-com-incertezas-para-as-indstrias-de-defesa-nacional

Foi notícia esta quinta-feira a aprovação do envelope financeiro do Programa SAFE para que Portugal possa apetrechar de novas capacidades as Forças Armadas Portuguesas, mas vem acompanhada de preocupações.

Dias antes, em audiência na Comissão de Defesa, na Assembleia da República, a direção do AED Cluster dava conta da “falta de envolvimento da indústria” e que Portugal se arrisca a “não criar a Autoeuropa da Defesa”.

Foi com apreensão e estupefação que ouvi, em audiência na Comissão de Defesa Nacional, realizada na passada terça-feira, na Assembleia da República, José Neves.

O Presidente do AED Cluster afirmou que não tinham sido ouvidos, nem envolvidos pelo Governo Português ao longo de todo o processo de candidatura ao SAFE – programa para reforço da Defesa Europeia.

O AED Cluster representa mais de 170 empresas do sector da Defesa, com um volume de negócios superior a 2,1 mil milhões de euros anuais, sendo que 90% são produtos para exportação.

Este facto torna clara a importância do sector para a economia portuguesa. Em causa estão as capacidades de investigação, inovação, de criação de produtos com elevado valor acrescentado, mas também da capacidade de criar empregos altamente qualificados que tornam este sector económico capaz de ampliar a economia nacional no futuro.

O Partido Socialista ouviu com preocupação, na Comissão de Defesa, que Portugal corre o “risco de não criar a Autoeuropa da Defesa neste momento em que investimos 5,8 mil milhões de euros”, ao não envolver a Indústria de Defesa Nacional - IDN.

Sem isso, e sabendo que a adaptação e cooperação industrial leva tempo, considero que será impossível reduzir de 15 para 5 anos o investimento em Defesa em Portugal, bem como impulsionar a Base Tecnológica e Industrial de Defesa.

Não considero que a Indústria de Defesa Nacional deva ser parte ativa nas escolhas das capacidades a adquirir para cada um dos ramos das Forças Armadas, cabendo apenas a cada Ramo essa decisão. No entanto, parece óbvio a todos que se não forem ouvidas e envolvidas as IDN, não será possível contribuir e beneficiar deste envelope financeiro – o maior da nossa história democrática.

O mínimo que o Governo Português deveria ter feito era um levantamento de capacidades produtivas e de inovação das nossas IDN e cruzá-las com as escolhas estratégicas de cada um dos Ramos, sentando todos à mesa.

Por exemplo, o envolvimento das IDN para aquisição das anunciadas novas fragatas da classe EVO, permitiria estabelecer um plano de tudo o que nelas queremos produzido em Portugal, trazendo investimento para o País, gerando emprego e produzindo riqueza. Caso não aconteça, não estamos a falar de investimentos, mas de apenas despesas na Defesa Nacional.

Sabemos (pela imprensa) que Portugal inscreveu no SAFE novas fragatas, drones, satélites, sistemas de defesa e artilharia de longo alcance, blindados e carros de combate. Se optarmos por aquisições a países estrangeiros, em modelo “Chave na mão” limitamos o crescimento das IDN e, desta forma, desperdiçamos o empréstimo de 5,8 mil milhões do SAFE.

Um empréstimo que será pago por outros Governos que não o atual – sendo que falamos de um empréstimo de longo prazo com um período de carência de 10 anos e um pagamento até 45 anos, o que significa que Portugal poderá iniciar o pagamento deste empréstimo a partir de 2036 e até 2069.

Acompanho a preocupação do AED Cluster: num momento em que os indicadores da economia portuguesa parecem estagnar e em que ficaremos sem a alavanca do PRR, a Defesa pode ser um sector estruturante para a nossa Economia. Só integrando e envolvendo o ecossistema das IDN neste processo de Investimentos, poderemos concretizar uma oportunidade histórica de fazer da Defesa um sector de referência para a economia portuguesa. Aí sim…. Teremos investimentos em Defesa e não gastos! Seremos utilizadores finais e não produtores de capacidades!

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