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Indústrias de Defesa / Re: Indústria de Defesa do Brasil
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 01:00:23 am »
A 🇧🇷 @marmilbr e a 🇧🇷 SIATT - Engenharia, Indústria e Comércio irão realizar o lançamento do primeiro míssil anti-navio de alcance extendido MANSUP-ER nas próximas semanas. Isto significa que o míssil já foi desenvolvido e está pronto.

https://x.com/Defence360/status/2020131585350066291

Sds

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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:31:30 am »
Bem, durante décadas os 4, e mais tarde 3 Albacora serviram, sem queixas...
Um SSK de dimensões parecidas mas com capacidades e tecnologia mais modernas seria mau?

Para mim, seria este o caminho:

2-3 HDS-800P encomendados em 2027:

em 2036 encomendam-se 2-3 KS-III para substituir os U 209PN a partir de 2039/2040.

KSS‑III   10 VLS   3.700–4.000 t   Ataque estratégico + oceânico
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Brasil / Re: Brasil Nuclear?!!
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 12:17:20 am »
Microrreatores nucleares: INB começa testes de varetas
...


“Esses testes permitem antecipar ajustes antes do início da produção, programada para 2027”, afirma o engenheiro metalúrgico da INB Franklin Palheiros.

Essa previsão é para o abastecimento do protótipo onde serão feitos os experimentos da tecnologia.

As varetas são componentes fundamentais do elemento combustível, uma vez que abrigam o urânio responsável por gerar o calor que, nos reatores, é convertido em energia elétrica.






https://www.inb.gov.br/pt-br/Detalhe/Conteudo/microrreatores-nucleares-inb-comeca-testes-de-varetas/Origem/adler32

Sds


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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:03:26 am »
Eu vou continuar a bater no ceguinho, a partir do momento em que comprarmos as Fremm Evo, só faz sentido que o que vier for também da Fincantieri. Já coloquei aqui a Fragata equivalente às Meko A200, também temos a versão FC das EPC que prometem ser extremamente silenciosas, armadas e equipadas qb com equipamentos europeus.

As Meko A200 era criar confusão a todos os níveis. Ter o Zé Marinheiro a trabalhar com armamentos e equipamentos totalmente diferentes, de classe para classe para mim não faz sentido.

Acho que a Fincantieri será capaz de desenvolver um modelo "light" ou "low" para complementar as FREMM EVO, com propulsão, sensores e, armamento e logística similar?
Mini-FREMM?   c56x1 Talvez algo que possa ser construído em Portugal?

algo assim?

Citar
“Como seria uma fragata ligeira, versão low‑cost da FREMM EVO, construída em Portugal?”


🇵🇹 FREMM EVO Light – Fragata Ligeira Portuguesa (Construída em Portugal)
Deslocamento: 3.500–4.500 t
Comprimento: 105–118 m
Velocidade: 27–29 nós
Autonomia: 5.000–6.000 nm
Tripulação: 90–120 + destacamentos
Construção: Arsenal do Alfeite + WestSea

A ideia é simples:
➡️ Manter o ADN FREMM EVO, mas numa plataforma mais pequena, modular e barata, com 60–70% da capacidade de combate de uma fragata média.

1. Arquitetura e Filosofia
A FREMM EVO Light seria:

Uma fragata de média intensidade, não um OPV armado

Compatível com o CMS, sensores e armas da FREMM EVO

Construída localmente, com módulos fornecidos por Fincantieri/Leonardo

Focada em ASW, defesa aérea local e ASuW

Com forte capacidade de drones, como o MPSS

É o equivalente português a uma MEKO A200 “low‑end”, uma F110 reduzida, ou uma FREMM “cut‑down”.

2. Armamento (realista, integrável e dentro do envelope)
🔹 Canhão principal
1× 76 mm

Comum à FREMM EVO

Ideal para AA, superfície e apoio a terra

Leve, compacto, fácil de integrar

🔹 VLS – Defesa aérea
16 células CAMM / CAMM‑ER

Defesa aérea local e de ponto

Alcance 25–45 km

Lançamento frio → ideal para navios mais pequenos

Integração simples com radar AESA médio

Opcional (versão “alta”):
24 células.

🔹 Mísseis antinavio
4–8× NSM

Leves, furtivos, ideais para navios médios

Portugal provavelmente irá nesta direção

🔹 ASW
Sonar de casco

VDS/TASS leve (Thales CAPTAS‑2 ou equivalente)

2× lançadores triplos de torpedos

Helicóptero ASW (S‑70 ou NH90)

UUV/USV ASW (modular)

Isto dá‑lhe ASW credível, mas não ao nível da FREMM EVO (que usa CAPTAS‑4).

🔹 CIWS / Defesa de ponto
1× 35 mm Millennium ou 30 mm CIWS

Montado sobre o hangar

Defesa antimíssil e anti‑drone

🔹 Armas secundárias
2–4× 30 mm RCWS

Para assimétricos e escoltas

3. Sensores e CMS
🔹 Radar principal
AESA de médio alcance 
Exemplos realistas:

Leonardo Kronos

Thales NS100

Hensoldt TRS‑4D

Não precisa do radar dual‑band da FREMM EVO.

🔹 CMS
CMS comum com a FREMM EVO (versão reduzida)

Reduz custos de treino

Simplifica logística

Permite operações em rede com as FREMM EVO

🔹 ESM/ECM
ESM completo

Soft‑kill MASS

ECM ativo opcional

4. Aeronaves e drones
1× helicóptero médio (hangar + convés)

2–4 UAV VTOL

UUV/USV modulares

Pequeno mission bay para drones e módulos ASW/MCM

5. Capacidades operacionais
✔️ ASW forte para o Atlântico
Com CAPTAS‑2 + helicóptero + UUV, é excelente para patrulha oceânica ASW.

✔️ Defesa aérea local
CAMM dá proteção ao navio e a unidades próximas.

✔️ ASuW credível
NSM + UAV → capacidade de combate naval real.

✔️ Operações de soberania
Ideal para Madeira, Açores, Golfo da Guiné.

✔️ Custo muito inferior à FREMM EVO
Estimativa: €350–450 milhões por navio, dependendo dos sensores.

6. Construção em Portugal – é realista?
Sim, desde que:

Casco e integração feitos em Portugal (Alfeite + WestSea)

Sistemas de combate, radar, VLS e armas fornecidos por Itália/França/Holanda

Supervisão técnica de Fincantieri/Leonardo

Treino e certificação alinhados com FREMM EVO

Navios logísticos

Navios de investigação

Lanchas rápidas

Construir uma fragata média é um salto, mas perfeitamente possível com apoio externo.

7. Resumo rápido
FREMM EVO                                     FREMM EVO Light
Deslocamento   7.000–8.000 t       3.500–4.500 t
Radar   Dual-band avançado          AESA médio
VLS   32 células                                  16–24 células
ASW   CAPTAS‑4                                CAPTAS‑2
SSM   8                                                4–8
Helicóptero   1                                  1
Custo   €1.0–1.2 B                            €350–450 M
Construção   Itália                            Portugal + módulos
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Força Aérea Portuguesa / Re: Força Aérea Portuguesa: Album de Fotografias
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 12:03:11 am »
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 07, 2026, 11:50:42 pm »
Uma versão militar do MPSS 9000 ton:

Citar

 **Damen MPSS ~9000 t** O MPSS é um navio grande, modular, com missão primária de **apoio, drones, operações anfíbias leves e comando**. A pergunta é: *pode ser configurado como um navio de combate multi‑propósito (crossover) para Portugal?* 

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# 🇵🇹 MPSS 9000 “Combat Crossover” — Configuração Realista para Portugal

## 1. Filosofia do navio
O MPSS não é um “frigate replacement”. É um:

- **navio de apoio + navio de drones + navio de comando + navio de combate de média intensidade** 
- com enorme flexibilidade modular (X‑Deck, mission bay, contentorização)

A versão “combat crossover” mantém a capacidade logística e de drones, mas ganha:

- defesa aérea local credível 
- capacidade ASuW real 
- ASW modular 
- proteção própria suficiente para operar em cenários de ameaça média

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# 2. Armamento recomendado (realista, integrável e dentro do envelope do casco)

## 🔹 2.1 Arma principal
**1× 76 mm Super Rapid / Sovraponte** 
- Ideal para defesa AA, superfície e apoio a terra 
- Compatível com doutrina NATO e com o espaço disponível no MPSS 
- Melhor que 57 mm para um navio deste porte

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## 🔹 2.2 Defesa de ponto / CIWS
**1× CIWS a ré (em cima do hangar)** 
Opções realistas:

- Rheinmetall **Millennium 35 mm** 
- 30 mm CIWS 
- SeaRAM (mais caro, menos provável para Portugal)

Função: defesa antimíssil e anti‑drone.

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## 🔹 2.3 Armas secundárias
**2–4× 30 mm RCWS** (Marlin, Seahawk, etc.) 
- Para assimétricos, escoltas, proteção em porto, HADR, etc.

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## 🔹 2.4 Mísseis superfície‑ar (VLS)
Aqui está o salto qualitativo.

**16–24 células CAMM / CAMM‑ER (Sea Ceptor)** 
- Defesa aérea local e de ponto para o próprio navio e escoltas 
- Lançamento frio → ideal para integração em navios não‑militares de raiz 
- Baixo risco de integração

Localização: 
- **à frente da ponte** (entre o canhão e o castelo) 
ou 
- **num bloco VLS central** integrado na superestrutura

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## 🔹 2.5 Mísseis antinavio
**4–8× NSM** (ou Exocet MM40 Block 3C) 
- Montados em sponsons laterais 
- Dá ao MPSS capacidade de combate naval real

Para Portugal, **NSM** é a escolha mais lógica (NATO, peso, integração, alcance).

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## 🔹 2.6 ASW (anti‑submarina)
O MPSS não é um “ASW frigate”, mas pode ser um **nó ASW baseado em drones**.

- **Sonar de casco** (básico) 
- **VDS/TASS modular** em contentor (no mission bay) 
- **2× lançadores triplos de torpedos leves** 
- **Helicóptero ASW** (NH90/S‑70) 
- **UUV/USV ASW** (grande vantagem do MPSS)

Isto dá-lhe **ASW credível**, mas não de alta intensidade.

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# 3. Sensores e sistemas

## 🔹 3.1 Radar principal
**Radar 3D AESA** (Thales NS100/200, Hensoldt TRS‑4D, etc.) 
- Vigilância aérea e de superfície 
- Direção de tiro para CAMM e 76 mm

## 🔹 3.2 EO/IR
**2× diretores EO/IR** 
- Um para o canhão 
- Outro para vigilância e redundância

## 🔹 3.3 ESM/ECM
- **ESM completo** (deteção de emissores) 
- **Soft‑kill**: MASS ou equivalente 
- **ECM ativo** opcional (custo elevado)

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# 4. Aviação e drones — o verdadeiro trunfo

## 🔹 4.1 Helicóptero
**1× NH90 ou S‑70** 
- ASW, ASuW, SAR, evacuação médica, transporte

## 🔹 4.2 UAV / USV / UUV
O MPSS foi literalmente desenhado para isto.

- **VTOL UAVs** (ISR, targeting, relé de comunicações) 
- **USVs** (MCM, ASW picket, vigilância) 
- **UUVs** (MCM, ISR submarino, inspeção de cabos) 
- **Drones de superfície armados** (opcional)

O mission bay + X‑Deck permite operar **vários sistemas simultaneamente**.

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# 5. Capacidades operacionais para Portugal

## ✔️ Defesa aérea local 
CAMM dá proteção a si próprio e a navios próximos.

## ✔️ Guerra de superfície 
NSM + 76 mm + UAVs → capacidade de combate naval séria.

## ✔️ ASW modular 
Helicóptero + UUV/USV + sonar → excelente para o Atlântico.

## ✔️ Comando e controlo 
O MPSS é um **navio‑quartel‑general** natural.

## ✔️ Apoio anfíbio e HADR 
- Veículos 
- Contentores 
- Equipas de mergulho 
- Equipamento de salvamento 
- Hospital modular

## ✔️ Operações de soberania no Atlântico 
Perfeito para Açores, Madeira, Golfo da Guiné, cooperação com PALOP.

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# 6. Conclusão — vale a pena para Portugal?

Sim — **um MPSS 9000 “Combat Crossover” seria um multiplicador de força brutal**:

- Não substitui fragatas 
- Mas complementa-as com:
  - drones 
  - comando 
  - logística 
  - ASW modular 
  - defesa aérea local 
  - capacidade anfíbia 
  - presença prolongada no Atlântico

É um navio que **faz 10 missões diferentes** e ainda consegue lutar.

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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 07, 2026, 11:23:28 pm »



 :Soldado2:
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Força Aérea Portuguesa / Re: UH-60A Black Hawk na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Fevereiro 07, 2026, 09:59:48 pm »
Citar
Rich Enderle CEO, Ace Aeronautics I could not be more proud to announce that Ace Aeronautics has been selected by the Portuguese Air Force to build an additional four UH60L Black Hawks, growing their fleet size to a total of 13 aircraft. These aircraft demonstrates the true flexibility and dependability of this airframe, as well as its ability to transition rapidly from one mission to another. It also demonstrates that Ace is there to deliver not only quality airframes equipped with the state of the art Garmin G5000 cockpit, but full spectrum support for for many many years to come. “We are Ace, how can we help?”

https://www.linkedin.com/posts/rich-enderle-6157006_i-could-not-be-more-proud-to-announce-that-activity-7425954447979290624-IGmo/
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 07, 2026, 09:58:39 pm »
Não faria mais sentido refinar o projecto do D.João II?

O que estás a pensar é na versão de 9000 toneladas, que tem outras capacidades e seria armada e equipada devidamente.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 07, 2026, 09:56:03 pm »
Eu vou continuar a bater no ceguinho, a partir do momento em que comprarmos as Fremm Evo, só faz sentido que o que vier for também da Fincantieri. Já coloquei aqui a Fragata equivalente às Meko A200, também temos a versão FC das EPC que prometem ser extremamente silenciosas, armadas e equipadas qb com equipamentos europeus.

As Meko A200 era criar confusão a todos os níveis. Ter o Zé Marinheiro a trabalhar com armamentos e equipamentos totalmente diferentes, de classe para classe para mim não faz sentido.
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