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« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:44:45 am »


Today is a good day to remember that the reward was doubled to 50 million dollars in August 2025 by the Trump administration...

E daí? Se os democratas são maus pelos 25M, os MAGAtrasados são o quê com 50M? 
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Fireforce: One Man's War in The Rhodesian Light Infantry



Citar
FIREFORCE - ONE MAN'S WAR IN THE
RHODESIAN LIGHT INFANTRY
Chris Cocks
Covos Books, Roodepoort: 1998
ISBN 0-620-21573-9

"They have the faces of boys but they fight like lions"
The history of the Rhodesian Light Infantry is an illustrious one. The
RLI produced many of the senior brass who led the Rhodesian Army
including Gen Peter Walls. It was arguably Rhodesia's premier fighting
unit (if one excludes Rhodesia's two special forces outfits, the Special Air
Service and the Selous Scouts). The spirit of the RLI runs deep in
Rhodesian military lore, it was to all intents and purposes a unique
Regiment. The RLI was a regular unit, which absorbed many young
conscripts. It was also one of the Rhodesian Army's premier frontline
regiments alongside the Rhodesian African Rifles, the Scouts and the
SAS. The fundamental difference between the RLI and these other units
was that the RLI was a mixture of conscripts and regulars whereas the
remaining three units made use of regular volunteers and territorials.
The author of this book, Chris Cocks, was a teenage conscript in the RLI
and this is his story. This book is a challenge to the straightforward
writing of Military History, where so many historians choose to focus on
prominent personalities and battlefield tactics. This is the story of a
soldier's war - it is a gripping and bittersweet look at Army life. Cocks
brings the constant thread of death to the forefront of this book. At no
time does he attempt to disguise the brutality of the Bush War or hide the
atrocities, which were committed by troops and guerillas alike. The
writer's own sense of doubt as to whether this was a just cause adds a
further dimension to the book. Many of the young Rhodesian conscripts
accepted the status quo without question, others, like Cocks were
constantly plagued by the morality of a war that ultimately witnessed a
society feeding upon itself.

For the military enthusiast, Fireforce is loaded with vivid descriptions of
tense contacts, detailed description of weaponry and discussion on the
tactics favoured by the Rhodesian Infantry at that time. If you enjoyed
Ron Reid Daly's ''''Selous Scouts or Barbara Cole's "The Elite"" then
you will find that Fireforce completes the trilogy. The RLI Fireforce
teams were usually summoned into action by the Selous Scouts pseudo
sticks. However, whereas the Scouts were seasoned professionals, the
average RLI Commando was an inexperienced and very young soldier.
The author does well in conveying the sense of mounting anticipation,
apprehension and nausea, which must accompany any greenhorn on
operations. The mental and physical nervous exhaustion of fighting a hot
war is a recurring and strong theme throughout the book.
There are many different characters in Fireforce, but to his credit Chris
Cocks has employed really effective character formulation, to the extent
that he brings the book to life. Sadly as the story unfolds, the characters
begin to diminish, one by one as they are killed in battle, wounded or
eventually desert the Army and Rhodesia. It is desperate stuff, and it
brings home the saddest truth about war, that it normally claims the
young as its first victims. To a large extent this is the essence of this
work, the loneliness and fear that one feels in war and the long term
effects of a war, especially a civil war. Most of those who fought
alongside Cocks and survived the Bush War died later, either by suicide,
alcohol abuse or in car accidents.
Fireforce has its lighter moments too. Chris Cocks has an excellent tum
of phrase and a quick, dry sense of humour. The tales of the various
troopies exploits are brought vividly to life. He successfully manages to
recreate the atmosphere of the time and combines this well with the trials
and tribulations of passing from adolescence into adulthood.
Fireforce is a hardcover book in an attractive dustcover. The book
contains three sections of colour photographs, mainly taken from Chris
Cocks' private collection'. The author has also commendable attention to
detail and has included rather definitive technical appendixes. To many
readers this technical jargon is rather meaningless but no doubt certain
'nuts and bolts" junkies will appreciate the information. The inclusion of
the regiments' roll of honour and decoration citations provides an
extremely useful research tool reflects the ravages of the War on the RLI.
This is the first account that I have read of the Rhodesian War that was
written by an ordinary soldier. Many other excellent books on the war or
the history of certain units exist, but Fireforce is unique given the
perspective that it offers. Fireforce has also been hailed in certain
quarters as the definitive work on counter-insurgency warfare in Africa.
It is certainly worthy of the widespread critical acclaim, which has been
heaped upon it.

Scientia Militaria - 28( 1) 1998
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 02:25:42 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal
Os Estados Unidos vão ter dois e a Europa dois (GCAP e FCAS puramente francês, ou junto Espanha por causa da versão naval) ou três (se a Alemanha e Suécia juntarem forças). Se a Austrália, o Canadá e a Arábia Saudita entrarem no GCAP, vai-se tornar o caça 6G padrão e, provavelmente o mais capaz e barato, por virtude dos números de produção.

Padrão do quê?
Pelo número de utilizadores potenciais e números envolvidos, especialmente se Austrália, Canadá e Arábia Saudita entrarem.

NATO esta nas ultimas. GCAP provavelmente nem num programa do tipo SAFE pode entrar.

Então é padrão de 3 países aleatórios?
“Padrão” pode ser um termo demasiado forte, aceito, mas dos quatro (potencialmente cinco) caças 6G  ocidentais atualmente em desenvolvimento, é de longe o que tem maior potencial de exportação, senão vejamos:

F-47 e F/A-XX: Não ao ser exportados em configuração full. Limita automaticamente o número de países que os vão querer.

FCAS: Vai ser um 5.5G, especialmente se a Alemanha sair, porque se a vaca leiteira sai, a França não tem arcaboiço financeiro para o desenvolver sozinha ou com a Espanha. Vai ter como clientes algumas petro-economias menores… a sua melhor esperança é convencer a Índia a entrar como parceiro secundário…

Sueco-Germânico: Ainda não saiu do papel e, se algum dia sair, só vai estar pronto 10 anos depois dos outros… além disso, vai ser um caça tático, à semelhança do Gripen. Será o ideal para países da Europa de Leste na década de 50, para enfrentarem a Rússia. Fora da Europa tem poucas chances porque a Alemanha tem a mania de se armar em donzela e já vai chegar tarde ao mercado.

Quanto ao GCAP, está a progredir bem e vai ser o primeiro caça 6G não-americano. Primeiro voo estimado para 2030, primeiras entregas aos esquadrões de treino em 2035-37 e aos esquadrões de combate em 2040 (o Japão tem urgência e não vai deixar os Europeus arrastarem-se). É um caça pesado, de muito longo alcance, que é exatamente o que países como a Austrália e Canadá precisam (ambos países sujeitos à “ditadura” da distância no Pacífico e Ártico e maioritariamente anglófonos, o que não é dispiciendo). Quanto à Arábia Saudita, só faz praticamente negócio como os EUA e o RU e já manifestaram vontade de entrar. Os números potenciais desses seis países, por si só, vão ser superiores aos de qualquer outro avião 6G.

Concordas com esta análise?

Quanto a Portugal, já defendi aqui várias vezes que o GCAP é exatamente aquilo que precisamos operacionalmente para defender o Atlântico, não uma caça tático com raio de combate de 500 milhas…

F-47 e F/A-XX + F-35+: Vão ter uma base de desenvolvimento comum. Se a atual administração continuar, podem vir a fazer más decisões. Mas dinheiro Árabe vai sempre ser bem vindo,

FCAS: F-35 europeu, com financiamento indiano. Vai ser mais do mesmo da Dassaut, bom mas caro.

Sueco-Germânico: Querem coisas diferentes. Se conseguirem fazer um 5/6 º barato podem ser os vencedores da corrida.

GCAP: Meio de nicho, mas muito promissor.

Americanos: Duvido que a versão Full alguma vez seja exportada, independentemente da Administração, tal como não exportaram o F-22 e a havia muito quem quisesse. Versões limitadas não vão ser tão apelativas para potenciais clientes.

FCAS: Concordo que a única possibilidade de alguma vez vir a ser um caça minimamente decente é se conseguirem convencer os Indianos a entrar no programa, com produção local.

Sueco-Alemão: primeiro têm que se juntar e depois têm que começar basicamente do zero… pode ser que aconteça ou podem acabar por se juntar ao GCAP. E a isso tens que juntar as proibições de exportação alemãs. Mas se conseguirem fazer uma espécie de Gripen 6G, concordo que vai ser um avião apelativo para muita gente.

Podes elaborar porque achas que os requisitos operacionais dos dois países são diferentes? Ambos querem um avião tático capaz de enfrentar e derrotar opositores russos. 500 milhas de raio de combate chegam. Talvez os Suecos continuem a querer operar do meio de lado nenhum, mas não sei se vai ser fácil, devido às complexidades de operar aviões 5G e 6G de pistas austeras e com apoio logístico mínimo. Acho que os que os une é mais que o que os separa e são parceiros naturais.


GCAP: Não acho que seja de nicho. Vai ser o caça de superioridade aérea, com capacidade de alcance sub-estratégica tal como o F-47 e o F/A-XX. O F-15 do Século XXI, se quiseres… não vai ser para todos, porque não é essa a necessidade de muitos países, obviamente.

A Saab quer algo barato que possa vender mais fácil.
A Airbus quer um bom produto para concorrer com os outros.
6G barato é uma quimera… quando a Saab acordar para esse facto, vai ver que vai ter que assumir compromissos com an Airbus ou admitir que vai produzir algo inferior. Ao contrário dos Franceses, os Suecos são pragmáticos. Os requisitos operacionais dos dois países são tão próximos que deve have lugar para compromissos, como em qualquer programa multinacional.

A Saab já vai produzir o sistema do EW dos EF T5. A ideia que a 6º é uma coisa mística é apenas publicidade.

Estás mesmo a comparar produzir a suíte EW de um 4.5G com o conjunto de competências necessário para desenvolver um 6G? A sério? Uau…  os números disponíveis publicamente para desenvolver caças 6G variam entre os 60 e os 100 Bi (escolhe a moeda…). Desculpa, só podes estar a brincar…
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 02:15:22 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal
Os Estados Unidos vão ter dois e a Europa dois (GCAP e FCAS puramente francês, ou junto Espanha por causa da versão naval) ou três (se a Alemanha e Suécia juntarem forças). Se a Austrália, o Canadá e a Arábia Saudita entrarem no GCAP, vai-se tornar o caça 6G padrão e, provavelmente o mais capaz e barato, por virtude dos números de produção.

Padrão do quê?
Pelo número de utilizadores potenciais e números envolvidos, especialmente se Austrália, Canadá e Arábia Saudita entrarem.

NATO esta nas ultimas. GCAP provavelmente nem num programa do tipo SAFE pode entrar.

Então é padrão de 3 países aleatórios?
“Padrão” pode ser um termo demasiado forte, aceito, mas dos quatro (potencialmente cinco) caças 6G  ocidentais atualmente em desenvolvimento, é de longe o que tem maior potencial de exportação, senão vejamos:

F-47 e F/A-XX: Não ao ser exportados em configuração full. Limita automaticamente o número de países que os vão querer.

FCAS: Vai ser um 5.5G, especialmente se a Alemanha sair, porque se a vaca leiteira sai, a França não tem arcaboiço financeiro para o desenvolver sozinha ou com a Espanha. Vai ter como clientes algumas petro-economias menores… a sua melhor esperança é convencer a Índia a entrar como parceiro secundário…

Sueco-Germânico: Ainda não saiu do papel e, se algum dia sair, só vai estar pronto 10 anos depois dos outros… além disso, vai ser um caça tático, à semelhança do Gripen. Será o ideal para países da Europa de Leste na década de 50, para enfrentarem a Rússia. Fora da Europa tem poucas chances porque a Alemanha tem a mania de se armar em donzela e já vai chegar tarde ao mercado.

Quanto ao GCAP, está a progredir bem e vai ser o primeiro caça 6G não-americano. Primeiro voo estimado para 2030, primeiras entregas aos esquadrões de treino em 2035-37 e aos esquadrões de combate em 2040 (o Japão tem urgência e não vai deixar os Europeus arrastarem-se). É um caça pesado, de muito longo alcance, que é exatamente o que países como a Austrália e Canadá precisam (ambos países sujeitos à “ditadura” da distância no Pacífico e Ártico e maioritariamente anglófonos, o que não é dispiciendo). Quanto à Arábia Saudita, só faz praticamente negócio como os EUA e o RU e já manifestaram vontade de entrar. Os números potenciais desses seis países, por si só, vão ser superiores aos de qualquer outro avião 6G.

Concordas com esta análise?

Quanto a Portugal, já defendi aqui várias vezes que o GCAP é exatamente aquilo que precisamos operacionalmente para defender o Atlântico, não uma caça tático com raio de combate de 500 milhas…

F-47 e F/A-XX + F-35+: Vão ter uma base de desenvolvimento comum. Se a atual administração continuar, podem vir a fazer más decisões. Mas dinheiro Árabe vai sempre ser bem vindo,

FCAS: F-35 europeu, com financiamento indiano. Vai ser mais do mesmo da Dassaut, bom mas caro.

Sueco-Germânico: Querem coisas diferentes. Se conseguirem fazer um 5/6 º barato podem ser os vencedores da corrida.

GCAP: Meio de nicho, mas muito promissor.

Americanos: Duvido que a versão Full alguma vez seja exportada, independentemente da Administração, tal como não exportaram o F-22 e a havia muito quem quisesse. Versões limitadas não vão ser tão apelativas para potenciais clientes.

FCAS: Concordo que a única possibilidade de alguma vez vir a ser um caça minimamente decente é se conseguirem convencer os Indianos a entrar no programa, com produção local.

Sueco-Alemão: primeiro têm que se juntar e depois têm que começar basicamente do zero… pode ser que aconteça ou podem acabar por se juntar ao GCAP. E a isso tens que juntar as proibições de exportação alemãs. Mas se conseguirem fazer uma espécie de Gripen 6G, concordo que vai ser um avião apelativo para muita gente.

Podes elaborar porque achas que os requisitos operacionais dos dois países são diferentes? Ambos querem um avião tático capaz de enfrentar e derrotar opositores russos. 500 milhas de raio de combate chegam. Talvez os Suecos continuem a querer operar do meio de lado nenhum, mas não sei se vai ser fácil, devido às complexidades de operar aviões 5G e 6G de pistas austeras e com apoio logístico mínimo. Acho que os que os une é mais que o que os separa e são parceiros naturais.


GCAP: Não acho que seja de nicho. Vai ser o caça de superioridade aérea, com capacidade de alcance sub-estratégica tal como o F-47 e o F/A-XX. O F-15 do Século XXI, se quiseres… não vai ser para todos, porque não é essa a necessidade de muitos países, obviamente.

A Saab quer algo barato que possa vender mais fácil.
A Airbus quer um bom produto para concorrer com os outros.
6G barato é uma quimera… quando a Saab acordar para esse facto, vai ver que vai ter que assumir compromissos com an Airbus ou admitir que vai produzir algo inferior. Ao contrário dos Franceses, os Suecos são pragmáticos. Os requisitos operacionais dos dois países são tão próximos que deve have lugar para compromissos, como em qualquer programa multinacional.

A Saab já vai produzir o sistema do EW dos EF T5. A ideia que a 6º é uma coisa mística é apenas publicidade.
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Mundo / Re: Itália
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 01:47:56 am »
Giorgia Meloni:

But I think Macron is right about this: I believe the time has come for Europe to talk to Russia, too.

If Europe decides to participate in this phase of negotiations by speaking only with one of the two sides, I fear it will ultimately see, let's say, the positive contribution it can make is limited.
...


https://x.com/i/web/status/2009628274406678707

Sds
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 01:43:38 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal
Os Estados Unidos vão ter dois e a Europa dois (GCAP e FCAS puramente francês, ou junto Espanha por causa da versão naval) ou três (se a Alemanha e Suécia juntarem forças). Se a Austrália, o Canadá e a Arábia Saudita entrarem no GCAP, vai-se tornar o caça 6G padrão e, provavelmente o mais capaz e barato, por virtude dos números de produção.

Padrão do quê?
Pelo número de utilizadores potenciais e números envolvidos, especialmente se Austrália, Canadá e Arábia Saudita entrarem.

NATO esta nas ultimas. GCAP provavelmente nem num programa do tipo SAFE pode entrar.

Então é padrão de 3 países aleatórios?
“Padrão” pode ser um termo demasiado forte, aceito, mas dos quatro (potencialmente cinco) caças 6G  ocidentais atualmente em desenvolvimento, é de longe o que tem maior potencial de exportação, senão vejamos:

F-47 e F/A-XX: Não ao ser exportados em configuração full. Limita automaticamente o número de países que os vão querer.

FCAS: Vai ser um 5.5G, especialmente se a Alemanha sair, porque se a vaca leiteira sai, a França não tem arcaboiço financeiro para o desenvolver sozinha ou com a Espanha. Vai ter como clientes algumas petro-economias menores… a sua melhor esperança é convencer a Índia a entrar como parceiro secundário…

Sueco-Germânico: Ainda não saiu do papel e, se algum dia sair, só vai estar pronto 10 anos depois dos outros… além disso, vai ser um caça tático, à semelhança do Gripen. Será o ideal para países da Europa de Leste na década de 50, para enfrentarem a Rússia. Fora da Europa tem poucas chances porque a Alemanha tem a mania de se armar em donzela e já vai chegar tarde ao mercado.

Quanto ao GCAP, está a progredir bem e vai ser o primeiro caça 6G não-americano. Primeiro voo estimado para 2030, primeiras entregas aos esquadrões de treino em 2035-37 e aos esquadrões de combate em 2040 (o Japão tem urgência e não vai deixar os Europeus arrastarem-se). É um caça pesado, de muito longo alcance, que é exatamente o que países como a Austrália e Canadá precisam (ambos países sujeitos à “ditadura” da distância no Pacífico e Ártico e maioritariamente anglófonos, o que não é dispiciendo). Quanto à Arábia Saudita, só faz praticamente negócio como os EUA e o RU e já manifestaram vontade de entrar. Os números potenciais desses seis países, por si só, vão ser superiores aos de qualquer outro avião 6G.

Concordas com esta análise?

Quanto a Portugal, já defendi aqui várias vezes que o GCAP é exatamente aquilo que precisamos operacionalmente para defender o Atlântico, não uma caça tático com raio de combate de 500 milhas…

F-47 e F/A-XX + F-35+: Vão ter uma base de desenvolvimento comum. Se a atual administração continuar, podem vir a fazer más decisões. Mas dinheiro Árabe vai sempre ser bem vindo,

FCAS: F-35 europeu, com financiamento indiano. Vai ser mais do mesmo da Dassaut, bom mas caro.

Sueco-Germânico: Querem coisas diferentes. Se conseguirem fazer um 5/6 º barato podem ser os vencedores da corrida.

GCAP: Meio de nicho, mas muito promissor.

Americanos: Duvido que a versão Full alguma vez seja exportada, independentemente da Administração, tal como não exportaram o F-22 e a havia muito quem quisesse. Versões limitadas não vão ser tão apelativas para potenciais clientes.

FCAS: Concordo que a única possibilidade de alguma vez vir a ser um caça minimamente decente é se conseguirem convencer os Indianos a entrar no programa, com produção local.

Sueco-Alemão: primeiro têm que se juntar e depois têm que começar basicamente do zero… pode ser que aconteça ou podem acabar por se juntar ao GCAP. E a isso tens que juntar as proibições de exportação alemãs. Mas se conseguirem fazer uma espécie de Gripen 6G, concordo que vai ser um avião apelativo para muita gente.

Podes elaborar porque achas que os requisitos operacionais dos dois países são diferentes? Ambos querem um avião tático capaz de enfrentar e derrotar opositores russos. 500 milhas de raio de combate chegam. Talvez os Suecos continuem a querer operar do meio de lado nenhum, mas não sei se vai ser fácil, devido às complexidades de operar aviões 5G e 6G de pistas austeras e com apoio logístico mínimo. Acho que os que os une é mais que o que os separa e são parceiros naturais.


GCAP: Não acho que seja de nicho. Vai ser o caça de superioridade aérea, com capacidade de alcance sub-estratégica tal como o F-47 e o F/A-XX. O F-15 do Século XXI, se quiseres… não vai ser para todos, porque não é essa a necessidade de muitos países, obviamente.

A Saab quer algo barato que possa vender mais fácil.
A Airbus quer um bom produto para concorrer com os outros.
6G barato é uma quimera… quando a Saab acordar para esse facto, vai ver que vai ter que assumir compromissos com an Airbus ou admitir que vai produzir algo inferior. Ao contrário dos Franceses, os Suecos são pragmáticos. Os requisitos operacionais dos dois países são tão próximos que deve have lugar para compromissos, como em qualquer programa multinacional.
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