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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 01:20:48 am »
Pelo que tenho lido, os F-35 eram para ser baseados na BA8, em Maceda, com HAS.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 01:17:26 am »
A notícia vista de "lá fora"

Storm Kristin Rips Roof Off Portuguese F-16 Hangar, Up to 14% of Fighter Fleet Damaged
https://en.defence-ua.com/news/storm_kristin_rips_roof_off_portuguese_f_16_hangar_up_to_14_of_fighter_fleet_damaged-17324.html

The damage caused by Storm Kristin to four F-16 fighters in Monte Real, Portugal
The damaged aircraft were parked in a maintenance hangar
https://www.outono.net/elentir/2026/01/29/the-damage-caused-by-storm-kristin-to-four-f-16-fighters-in-monte-real-portugal/

Portugal’s Air Force F-16 jets damaged as Storm Kristin hits Monte Real Air Base
https://www.aerotime.aero/articles/portugal-f-16-damaged-storm-kristin-monte-real

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Força Aérea Portuguesa / Re: Os 28 F16A/B MLU da FAP
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 01:09:31 am »
Então ninguém diz nada sobre os quatro F-16 danificados que estavam debaixo daquele barraco lá em Monte Real?
 Será que algum daqueles voltará a voar, devido aos custos e tempo de reparação? Uma coisa é 100% certa. Aquilo podia ter sido evitado. Não me venham dizer o contrário.

O debate centrou-se aqui:  :arrow: https://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=5206.msg496589#msg496589
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 01:08:18 am »
O que me parece pelas imagens é que, estruturalmente,  os hangares são fraquinhos.

Tudo muito ligeiro, típico de concursos onde o único critério é "o preço mais baixo ".

Era nestes hangares que queriam guardar os F-35??

Seria o típico comprar Ferraris, sem ter garagem para os guardar...
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Mundo / Re: Canadá
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 01:05:09 am »
Representantes do governo Trump se reuniram com grupo que defende a independência de Alberta em relação ao Canadá

https://www.forte.jor.br/2026/01/29/representantes-do-governo-trump-se-reuniram-com-grupo-que-defende-a-independencia-de-alberta-em-relacao-ao-canada/

Sds

A seguir o regime Trump vai olhar as Bacias de Campos, Pelotas, do Espírito Santo, de Santos, e a Margem Equatorial. Não faltarão "separatistas" traidores dispostos a conspirar e a trair a sua pátria.
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Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 01:01:55 am »
Neste capítulo, não vale a pena inventar. Seria o JLTV e estava o assunto resolvido. Não vale a pena os do "buy european"  virem com as tangas enviesadas do costume.

Até pode ser material europeu, mas tem de ser de empresas com viaturas maduras e testadas.

Não material sem provas dadas de pequenas/médias empresas espanholas, turcas, romenas...
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Brasil / Re: Petrobras
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:55:30 am »
Só alegria para nós acionistas da empresa.

Petrobras aumenta Reservas Provadas

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta quarta-feira, 28, que suas estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), resultaram em 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), em 31 de dezembro de 2025. Deste total, 84% são de óleo e condensado e 16% de gás natural.

https://financenews.com.br/2026/01/petrobras-aumenta-reservas-provadas/

 c56x1

Com a Ucrânia a destruir sistematicamente a capacidade de refinação russa, é uma oportunidade de ouro para o Brasil!
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:47:37 am »
Não era o ChatGPT, mas o Copilot.

O ChatGPT diz:

Citar
Resposta curta: **Sim — em princípio, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do *NRP D. João II*… *mas* existem limitações práticas significativas em comparação com a sua plataforma de lançamento atual.** ([Army Recognition][1])

Eis porquê:

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## 🚁 1. Para que foi concebido o Bayraktar TB3

O **Bayraktar TB3** é um *UAV MALE de asa fixa navalizado* desenvolvido com **asas dobráveis** e reforço estrutural para que possa operar a partir de pavimentos curtos sem catapulta ou sistema de travagem — *i.e.* capacidade de descolagem e aterragem curtas (STOL). Já foi demonstrado o seu funcionamento a descolar e a aterrar do **navio anfíbio TCG Anadolu da Marinha Turca**, utilizando a **pista curta em formato de rampa de salto** do navio, sem ajuda externa de lançamento. ([Reconhecimento do Exército][1])

* Envergadura de aproximadamente 14 m (dobrada para armazenamento)
* Peso máximo à descolagem (MTOW) de aproximadamente 1.450 kg
* Concebida para operar numa pista de aterragem de aproximadamente 200 m ou mais (como o convés de voo do Anadolu) ([Naval News][2])

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## ⚓ 2. Dimensões do convés do *NRP D. João II*

O **D. João II (PNM)** de Portugal é uma **plataforma naval multifunções** com um convés para helicópteros em vez de um convés de voo completo para aeronaves de asa fixa. Os esboços e discussões públicas sobre o projeto mostram:

* O convés não é um convés de voo completo como um *LHD* — tem dimensões aproximadas para pequenos helicópteros e UAV.

* Os comentários dos analistas sugerem que a *largura livre disponível do convés pode ser de aproximadamente 10 a 12 m* de espaço desobstruído para operações de descolagem/aterragem. ([Segurança Global][3])

Contexto:

* A envergadura do TB3 é de aproximadamente 14 m — **superior ao espaço livre estimado no convés do *D. João II*. ([Segurança Global][3])
* A descolagem de aeronaves de asa fixa requer um **comprimento de pista adequado aos requisitos STOL do TB3** — algo que o *D. João II* não foi, aparentemente, concebido para oferecer.

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## 🛩️ 3. *Será que* ele poderia levantar voo?

**Teoricamente**:

* Se o VANT tivesse um convés **com comprimento suficiente (e idealmente uma rampa de salto suave)**, o projeto STOL do TB3 **permite a descolagem e a aterragem** sem catapultas. Isso já foi comprovado no TCG Anadolu. ([Reconhecimento do Exército][1])

Mas no *D. João II*:

* Não existe rampa ou convés estendido nos projetos públicos.

* A área útil do convés de voo é **muito menor do que a envergadura do TB3 e a provável distância de descolagem necessária**.

* Não foi construído como um porta-aviões de convés curto.

Assim, a resposta prática é:

### ❌ **Não, não sem grandes modificações.**

Para *operar realisticamente* um TB3 a partir do *D. João II*, necessitaria de:

* **Convés de voo prolongado/modificado** — uma rampa de lançamento ou catapulta
* **Sistemas de recuperação/lançamento** (equipamento de travagem ou rede)
* Espaço no convés **suficientemente amplo para acomodar 14 m de envergadura**
* Espaço para armazenamento/hangar e instalações de suporte para UAV

Nenhum destes itens parece estar presente na configuração atual do *D. João II*. ([Segurança Global][3])

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## 🧠 Resumo

* ✅ **O TB3 possui capacidade STOL naval comprovada**, incluindo descolagens e aterragens num convés de rampa curta (TCG Anadolu). ([Reconhecimento do Exército][1])
* ❌ **O convés de helicópteros do D. João II é demasiado pequeno/inadequado** para suportar as operações do TB3 sem uma reformulação substancial (comprimento do convés, envergadura, equipamento de lançamento/recuperação). ([Segurança Global][3])
* 💡 Pode transportar **VANT/VTOL mais pequenos** (drones de asa rotativa ou pequenas aeronaves de asa fixa com equipamento de lançamento), mas não uma aeronave de asa fixa MALE completa como o TB3 no seu projeto atual.

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Se desejar, posso detalhar **quais os VANT de asa fixa que *poderiam* operar realisticamente a partir do convés do D. João II**, incluindo drones VTOL ou tipos STOL adequados para decks pequenos — basta perguntar! [1]: https://armyrecognition.com/news/navy-news/2025/flash-info-tuerkiye-to-start-operational-deployment-of-bayraktar-tb3-drone-from-tcg-anadolu-amphibious-assault-ship?utm_source=chatgpt.com "Informação Rápida: Turquia iniciará o destacamento operacional do drone Bayraktar TB3 a partir do navio de assalto anfíbio TCG Anadolu"
[2]: https://www.navalnews.com/naval-news/2024/06/bayraktar-tb3-uav-performs-first-flight-test-using-ski-jump/?utm_source=chatgpt.com "UAV Bayraktar TB3 realiza primeiro teste de voo utilizando rampa de salto - Notícias Navais"
[3]: https://www.globalsecurity.org/military/world/europe/nrp-pnm.htm?utm_source=chatgpt.com "D. João II - PNM - Plataforma Naval Multifuncional - Plataforma Naval Multifuncional"

Mas, como o DJ2 é um navio científico e oceanográfico, nada dista interessa. Futuras versões armadas e maiores serão outra história.  c56x1

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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Major Alvega em Hoje às 12:37:32 am »
O TB3 consegue operar no D. João II?

FWIW

Citar
**Sim — com base em tudo o que se sabe hoje, um Bayraktar TB3 *poderia* descolar do convés do D. João II, e o navio foi explicitamente concebido com essa capacidade em mente.** O TB3 já demonstrou descolagens bem-sucedidas em rampas de lançamento/ski-jump de navios de convés curto, e o convés de 94 metros para UAVs/helicópteros do D. João II é mais do que suficiente para a sua corrida de descolagem necessária.

## Porque é que o TB3 é compatível com o D. João II
### 1. **O TB3 foi concebido especificamente para operações navais em navios de convés curto**
- O TB3 é um UAV MALE *capaz de operar em porta-aviões*, concebido para navios sem catapultas ou sistema de travagem.

- Já **levantou voo e aterrou no TCG Anadolu da Marinha Turca**, um LHD de convés curto com rampa de lançamento.

- Foram também concluídos **testes de descolagem em rampa terrestre** utilizando uma rampa de salto de 12° idêntica à do Anadolu.

### 2. **O convés do D. João II é suficientemente comprido**
- O D. João II possui um **convés de voo de 94 metros** concebido para helicópteros *e UAV*.

- A corrida de descolagem demonstrada do TB3 a partir do Anadolu está bem dentro deste comprimento.

- Ao contrário das aeronaves tripuladas de asa fixa, o TB3 não requer alta aceleração ou assistência à catapulta.

### 3. **Alinhamento com o perfil da missão**
- O D. João II é explicitamente descrito como **o primeiro porta-drones dedicado da Europa**, destinado a operar sistemas aéreos, de superfície e subaquáticos não tripulados.

- O TB3 enquadra-se exatamente na categoria de UAV de média altitude e longa duração que o navio se destina a operar.

## Considerações práticas
- **Aterragem:** O TB3 já demonstrou aterragens com gancho de paragem em convés curto no navio Anadolu. O layout do convés do D. João II ainda não é totalmente público, mas o seu projeto preparado para UAV sugere fortemente a compatibilidade.

- **Rampa:** Se o D. João II incluir uma rampa de lançamento (ainda não confirmado publicamente), o desempenho do TB3 será ainda melhor. Caso contrário, o TB3 pode ainda realizar descolagens em convés plano com uma distância maior.

- **Integração:** A única barreira real seriam as decisões da Marinha Portuguesa sobre as ligações de dados, as estações de controlo e os sistemas de manuseamento de convés — não a viabilidade física.

## Conclusão

**Tecnicamente e operacionalmente, o TB3 pode descolar do D. João II.** O navio foi concebido para operações com UAV e o TB3 já provou que pode operar mesmo em pavimentos mais curtos.

Sim — tecnicamente o TB3 pode aterrar no D. João II, mas com uma nuance importante: a aterragem é possível, mas depende de o navio integrar um sistema de retenção/arreagem compatível, tal como o TCG Anadolu usa.

A boa notícia é que nada no design do TB3 impede a aterragem num convés como o do D. João II. O desafio é apenas de integração naval, não de performance da aeronave.

🛬 Porque o TB3 pode aterrar no D. João II
1. O TB3 já provou que consegue aterrar em navios sem catapultas
O TB3 realizou aterragens reais no TCG Anadolu.

O Anadolu não tem catapulta nem cabos de arresto tradicionais — usa um sistema de travagem assistida para UAVs.

Isto demonstra que o TB3 não precisa de um convés de porta‑aviões clássico.

2. O TB3 tem trem reforçado e velocidade de aterragem baixa
Velocidade de aproximação baixa → reduz distância necessária.

Trem de aterragem navalizado → absorve impacto em convés rígido.

Capacidade STOL (Short Take-Off and Landing) → ideal para navios com convés curto.

3. O D. João II foi concebido para operar UAVs de asa fixa
O conceito oficial do navio inclui operações de UAVs de asa fixa e rotativa.

O convés de 94 m é mais do que suficiente para a corrida de aterragem do TB3 com um sistema de retenção adequado.

⚠️ A condição crítica: o sistema de travagem
Para aterrar com segurança, o TB3 precisa de um dos seguintes:

Opção A — Cabos de arresto leves (como no Anadolu)
O TB3 tem gancho de retenção.

Bastaria instalar 1–2 cabos de baixa tensão, próprios para UAVs.

Opção B — Rede de retenção (menos ideal, mas possível)
Usada em alguns navios para UAVs.

Funciona, mas aumenta desgaste e limita cadência de operações.

Opção C — Aterragem autónoma com travagem assistida no convés
Requer integração de sensores e software.

É a solução mais moderna, mas depende da Marinha.

Sem um destes sistemas, a aterragem seria tecnicamente possível mas operacionalmente insegura.

Não se fiem sempre no chat gpt. Se o TB3 necessita do mínimo de 150 metros de pista para aterrar e descolar. Como é que pode operar num navio que tem um convés com 94 metros de comprimento?

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