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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:15:56 pm »Com a compra de F-35, face ao seu valor militar, teriam que ser construídos shelters como deve ser para eles.
Para proteger de condições meteorológicas, mas também de vigilância de satélites, como de eventuais ameaças de drones que qualquer pessoal mal intencionada poderia operar a partir das redondezas da base.
Dizer que o F-35 seria "um Ferrari sem shelters", aplica-se a qualquer caça comprado novo, inclusive os 4.5G que custariam praticamente o mesmo.
Isso são mais buzzwords que outra coisa.
Mas mesmo no contexto se "ecossistemas", o F-35 é muito superior ao os restantes, com a sua fusão de sensores.
É também um avião mais versátil, porque tanto tem a opção executar missões numa configuração furtiva (armamento interno), que lhe permite operar em espaço aéreo contestado (e até penetrar espaço aéreo inimigo), e quando o TO for permissivo, pode operar no tal "beast-mode" com armamento interno e externo. Esta vantagem faz com que seja desnecessário operar 2 modelos de caças.
Já a filosofia é simples: executar as missões com o máximo de eficácia possível, e com maior probabilidade de voltar para casa com vida.
Para proteger de condições meteorológicas, mas também de vigilância de satélites, como de eventuais ameaças de drones que qualquer pessoal mal intencionada poderia operar a partir das redondezas da base.
Dizer que o F-35 seria "um Ferrari sem shelters", aplica-se a qualquer caça comprado novo, inclusive os 4.5G que custariam praticamente o mesmo.
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Poderíamos discutir filosofias de sistemas em vez de aviões em particular?
O que estaríamos a comprar ao escolher um avião?
O sistemas futuros serão ecossistemas e não apenas máquinas. Quem tem a filosofia que melhor se adapta a Portugal?
Isso são mais buzzwords que outra coisa.
Mas mesmo no contexto se "ecossistemas", o F-35 é muito superior ao os restantes, com a sua fusão de sensores.
É também um avião mais versátil, porque tanto tem a opção executar missões numa configuração furtiva (armamento interno), que lhe permite operar em espaço aéreo contestado (e até penetrar espaço aéreo inimigo), e quando o TO for permissivo, pode operar no tal "beast-mode" com armamento interno e externo. Esta vantagem faz com que seja desnecessário operar 2 modelos de caças.
Já a filosofia é simples: executar as missões com o máximo de eficácia possível, e com maior probabilidade de voltar para casa com vida.

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