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Portugal / Re: Relações Externas de Portugal
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 02:04:01 pm »
Volto a publicar e aguardo respostas inteligentes. Digam que é tudo mentira, ou que é verdade, ou que não sabem...mas digam algo de sério.


Quem fez o video podia escrever um bom livro com base nesta narrativa. Nem deve andar muito longe da verdade do que se passa/irá acontecer.
Mas não tomem isto como a verdade.

PS: Não sabia que o Richard Wolff falava tão bem Português e aqui e ali com um sotaque brasileiro  :mrgreen:
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 01:58:38 pm »
Mas quais são afinal as defesas do Porta Drones do Gouveia e Melo? Se as fragatas são o que são...  ::)



Saudações

P.S. E ainda bem que no Porta Drones e os Abastecedores não têm lobbys.  :mrgreen:



O D. JOão II é um navio civil, nos fins e na construção. Logo, teoricamente falando, em caso de conflito ficará muito sossegadinho  no Alafeite. E se sair do porto de abrigo terá como defesas apenas aquelas que tiverem os escoltas que o acompanharem. 
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Exército Brasileiro / Re: Projeto Combatente Brasileiro (COBRA)
« Última mensagem por Vitor Santos em Hoje às 01:47:50 pm »
Projeto COBRA: A evolução da capacidade operacional do Exército Brasileiro


Citar
Com o objetivo de elevar a capacidade operacional do soldado brasileiro, o Projeto COBRA (Sistema Combatente Brasileiro) promove maior operacionalidade e poder de dissuasão. Ao integrar novas doutrinas e tecnologias, a Força garante que o combatente opere como um sistema modular, flexível e altamente eficaz.


A evolução dos uniformes e equipamentos de proteção, desenvolvidos com tecnologia têxtil avançada e proteção balística de nível III-A, potencializa a sobrevivência. Novos coturnos e o sistema “Molle” garantem a ergonomia necessária para operações em biomas diversos.


No campo do armamento, a substituição por plataformas como o fuzil IA2 e a pistola P320 reflete a busca por letalidade e precisão. O emprego de monóculos térmicos e sistemas C2 permite a integração total do combatente ao campo de batalha digital.

FONTE: EB
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por mafets em Hoje às 01:39:56 pm »

Não valia a pena porque? Se por acaso estivessem em estado mais avançado fazia todo o sentido, até porque não se sabe quando vão ser usadas. Além disso, com o upgrade dos ST da Fab, bem como com a carteira de encomendas de JSC, a lógica seria adiantar as entregas com o uso, pelo menos de parte, da linha de montagem de Sierra Nevada.

Saudações
É simples fazer os cálculos de re-importação pelo Brasil. 50% de taxas além das outras. É mais fácil produzir do que exportar. Digo isso pois tenho conhecimento de causa!

São fuselagens novas assim como você pode comprovar nas entregues anteriormente.

 

Estamos a falar de coisas diferentes. Claro que fica mais barato produzir, além de ser novo. Agora temos de contar com o tempo de produção (diferente do tempo de adaptação), além de que mesmo fuselagens que não sejam novas desde que estejam estruturalmente a 100% são tão usadas e capazes como as fabricadas no momento. Temos o caso da Força Aérea Russa que durante os anos 90 e na primeira década do século XXI, usou muitas fuselagens já fabricadas em aviões novos que colocou em serviço.

https://www.historyofwar.org/articles/weapons_russianarmy1990.html#google_vignette



Saudações

Sim mas as de Portugal não são usadas nem são as estocadas. È o tempo de produção normal do A-29.

Saudações

Certo. Mas o tempo de produção de um A29 pode ser menor se forem usadas fuselagens de países que não concluíram as encomendas, caso do Afeganistão. E até mais barato, se  as ditas fuselagens já estiverem sido pagas.  ;)

Saudações
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:36:37 pm »

E quem é o cliente?
Bem isto ainda está na fase do rumor mas além dos países do consórcio todos os querem um caça mais pequeno que o GCAP.

Seria apenas a Alemanha e a Suécia inicialmente. Dúvidas se a França e a Espanha vão fazer parceria e desenvolver juntas o FCAS, ou se também há "divórcio".

Outros países, já não são assim muitos, até porque não há planos da maior parte dos operadores de F-35 operarem um segundo modelo de avião. Mas talvez isto mude, não se sabe. A Polónia provavelmente vai estar de olho.

Portugal é aquela coisa, se comprarmos caças novos nos próximos anos, nenhum governo vai sentir-se inclinado a investir novamente em caças pouco tempo depois.
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 01:34:01 pm »
Uma frase do filme Nuremberg (que recomendo):

Citar
Hermann Göring: Just because someone is your ally, does not mean they are on your side.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por mafets em Hoje às 01:33:47 pm »
Têm sempre o Kaan.  :mrgreen:



Saudações  :mrgreen:

P.S. A questão são sempre valores e logística. Mesmo que opte por esticar a corda e modernizar os F16, isto nunca ficará barato, mesmo para aviões com 30 anos. Comprar um caça novo seja de geração 4,5 ou 5, será sempre caro e sem grande diferença de  custos, de aquisição e operação. DEpois temos a tal diferença tecnológica e a maior dependência ou não dos EUA. Portanto.  ;)



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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituição dos Alpha-jet
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:31:17 pm »
Situação Atual:

12 Alpha Jet A (de 50 originais)
Treino avançado desde 1982 (43 anos!)
Baseados em Beja (BA11)
Esquadra 103 "Caracóis"
URGENTE substituição

Opção Recomendada: Leonardo M-346 Master ou KAI T-50 Golden Eagle
Opção A: Leonardo M-346 Master (RECOMENDADA)
Justificação:

Melhor trainer avançado do mercado
Custo: €20-25M unitário
Sistema treino integrado (ITS)
Simula caças 4ª/5ª geração
Usado por: Itália, Israel, Polónia, Grécia, Singapura
Pode preparar pilotos F-35

Especificações:

2x turbofan Honeywell F124
Mach 1.15
9G
HUD, HOTAS, cockpit glass
Radar opcional
7 pontos de carga (treino armamento)

Plano:

Quantidade: 8-10 M-346
Custo: €200-250M (com simuladores)

Opção B: KAI T-50 Golden Eagle
Justificação:

Supersónico (Mach 1.5)
Versão ligeira combate (FA-50)
Custo: €25-30M
Menos sofisticado que M-346
Usado por Coreia, Tailândia, Filipinas, Polónia

Alternativa Económica: TAI Hürjet

Turco, €15-20M
Em desenvolvimento
Risco técnico
Parcerias industriais possíveis

Recomendação Final: 10x M-346 Master (€250M) - entrega 2026-2028

Tudo errado.

Na situação actual, existem 0 Alpha Jet operacionais.

O T-50 é consideravelmente mais barato que o M-346. O TA-50, versão armada e com radar do T-50, custa aproximadamente o mesmo que a versão base do M-346 (desarmado e sem radar).

O Hurjet é uma incógnita, mas pelo menos já voa e vai ser operado pelos espanhóis, com facilidades logísticas associadas.

Falta ainda o M-345, igualmente da Leonardo, e mais barato que o M-346.

https://www.leonardo.com/en/press-release-detail/-/detail/leonardo-awarded-300-million-euro-contract-to-supply-13-m-345s-to-the-italian-air-force-2

Esses valores que apresentas, seriam quanto muito o custo unitário de cada avião, e mais nada (e mesmo assim parecem algo desactualizados). O valor de 10 M-346 seria muito superior, nunca menos de 500M.
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