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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:51:41 pm »

Dúvido que seja os misseis que os italianos estejam a pensar para estas Fragatas. Eu diria que será mais a opção "nacional" o Teseo MK2/E.

https://www.mbda-systems.com/products/deep-strike/teseootomat-family/teseo-mk2e

Para as FREMM EVO, Teseo faz sentido.  Mas para fragatas ligeiras também fazem sentido?
Se as FREMM EVO usam Teseo EVO e os FCX30/40 PT usam NSM, não há comunalidade total no míssil antinavio.
Talvez este seja um caso em que a comunalidade é menos importante? O Teseo e o NSM têm capacidades, alcance, furtividade e resistência a ECM diferentes.
A arma certa para cada navio e missão? Se querem comunalidade total, é comprar 5-6 FREMMM EVO.  :G-beer2:
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Marinha do Brasil / Re: Notícias da Marinha do Brasil
« Última mensagem por Vitor Santos em Hoje às 04:42:54 pm »
Marinha do Brasil contratará segundo lote de fragatas classe Tamandaré, elevando frota para oito navios


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BRASÍLIA — Em cerimônia recente, foi anunciado que a Marinha do Brasil contratará um segundo lote de fragatas da “Tamandaré”, elevando o número total de unidades previstas para oito navios. A ampliação do programa já estava prevista e reflete o compromisso da Força com a modernização e o fortalecimento da presença naval brasileira na Amazônia Azul e em áreas de interesse estratégico.

O programa original contratou, em 2020, um primeiro lote de quatro fragatas, com a construção conduzida pelo consórcio Águas Azuis, composto por ThyssenKrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e empresas parceiras brasileiras. As embarcações são baseadas no projeto MEKO A-100, com cerca de 3.500 toneladas de deslocamento, sistemas de combate avançados e capacidade multimissão para patrulha, guerra antissubmarino, guerra antiaérea e guerra de superfície.

A primeira fragata da classe, Tamandaré – F200, foi lançada ao mar em agosto de 2024 e deve iniciar testes de mar antes de sua incorporação ao serviço ativo. A segunda unidade, Jerônimo de Albuquerque – F201 , foi lançada em 2025 e segue em fase de equipagem e provas. Outras duas fragatas já estão em construção, com entregas programadas para os próximos anos.



Com o anúncio do segundo lote de quatro navios adicionais, a Marinha busca ampliar ainda mais sua capacidade de vigilância, de controle de áreas marítimas e de projeção de poder no Atlântico Sul. A expansão do programa está alinhada à Estratégia Nacional Marítima, que prioriza o fortalecimento da presença naval brasileira diante de novos desafios de segurança, de monitoramento e de defesa dos recursos naturais offshore.

A expansão do número de fragatas Tamandaré também deverá impulsionar a indústria de defesa nacional, com a continuidade da transferência tecnológica, a manutenção e a participação de fornecedores brasileiros nos ciclos de construção e de suporte logístico das unidades. A classe Tamandaré é considerada um dos pilares da modernização da frota de superfície da Marinha do Brasil, substituindo embarcações mais antigas como as fragatas da classe “Niterói”, “Greenhalgh” (Type 22) e corvetas da classe Inhaúma, reforçando a capacidade operacional da esquadra nas próximas décadas.■


 :arrow:  https://www.naval.com.br/blog/2026/02/10/marinha-do-brasil-contratara-segundo-lote-de-fragatas-classe-tamandare-elevando-frota-para-oito-navios/
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Mundo / Re: França
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 04:08:47 pm »
Os números são falsos?
Tem melhores para contestar?

Sds

Se ele mentiu no passado, porque diria a verdade no presente. Seria a mesma coisa que esperar ver a verdade no "Folha Nacional".
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 04:06:44 pm »
3 FCX40 seriam uma escolha muito melhor para complemento direto às FREMM EVO e substituir as fragatas antigas restantes.

32 × Sylver A50 
8 × NSM
76/62 SR com Strales
1 × 30mm RWS
MU90
RAM opcional
Hangar para NH90 ou MH‑60R
1–2 UAV VTOL
Tripulação: 100–120

Custo: €500, 600 M ou mais ?

Comunalidade com FREMM EVO muito alta, CMS Leonardo, radar Leonardo (mesma família), VLS Sylver, MU90, NSM, EW Leonardo

Dúvido que seja os misseis que os italianos estejam a pensar para estas Fragatas. Eu diria que será mais a opção "nacional" o Teseo MK2/E.

https://www.mbda-systems.com/products/deep-strike/teseootomat-family/teseo-mk2e
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Mundo / Re: França
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 04:06:02 pm »
Os números são falsos?
Tem melhores para contestar?

Sds
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 04:01:42 pm »
Macron defende eurobonds para financiar investimentos estratégicos na UE e “desafiar” hegemonia do dólar
Lusa

Presidente francês quer recorrer ao endividamento comum para financiar investimentos na transição ecológica, IA e tecnologia quântica, dizendo que seria "um grave erro não aproveitar esta capacidade”.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu o uso de um novo empréstimo conjunto dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), que financiaria investimentos estratégicos e permitiria ao bloco comunitário “desafiar a hegemonia do dólar”.

“Chegou o momento de a União Europeia lançar uma capacidade de endividamento comum, através das eurobonds“, afirmou Macron numa entrevista publicada esta terça-feira por sete jornais europeus, entre eles Le Monde, The Economist e Süddeutsche Zeitung, dois dias antes de uma reunião informal de chefes de Estado e de Governo da UE centrada em como impulsionar a competitividade europeia.


O objetivo dessa emissão conjunta de dívida seria investir em conjunto na transição ecológica, na inteligência artificial e na tecnologia quântica, para que a UE não fique para trás nestes setores.

Na entrevista, que teve lugar na segunda-feira no Palácio do Eliseu, em Paris, Macron apostou na criação de uma capacidade de endividamento comum para estas despesas futuras: “eurobonds com visão de futuro“, sublinhou.

“Esta é uma oportunidade única, que também nos permitiria desafiar a hegemonia do dólar. Na verdade, o mercado global tem cada vez mais medo do dólar americano. Procura alternativas. Ofereçamos-lhe dívida europeia”, propôs Macron, para quem seria “um grave erro não aproveitar esta capacidade de endividamento”.

Macron também exortou a que não se sucumba a uma “sensação covarde de alívio” na crise da Gronelândia, que o Presidente norte-americano quer anexar, porque a diminuição da tensão, na sua opinião, será de curta duração.

Neste contexto, para o Presidente francês, chegou o momento do “despertar” europeu nos domínios económico, financeiro, de defesa e segurança, e democrático.

E é preciso começar, disse ele, pela simplificação e aprofundamento do mercado interno, e continuar com o regime 28 (que visa criar um código europeu de direito comercial), a união dos mercados de capitais e a integração das redes elétricas dos Estados-membros da UE porque “o mercado nativo para as empresas não pode ser vinte e sete mercados diferentes, mas 450 milhões de pessoas”.

O segundo pilar, continuou, é a diversificação, a assinatura de novas alianças comerciais, como a UE acaba de fazer com a Índia, uma vez que esta estratégia oferece uma nova fonte de crescimento e também permite reduzir as dependências, disse.

Questionado sobre o acordo comercial com o Mercosul, ao qual a França se opõe no seu estado atual, Macron afirmou que é “um mau negócio”, que está “desatualizado” e foi “mal negociado”. “De qualquer forma, o Mercosul não terá o impacto drástico na nossa agricultura que alguns temem, nem o impacto positivo no nosso crescimento que outros imaginam”, acrescentou.

Finalmente, o chefe de Estado francês defendeu a proteção da indústria da UE e a não imposição aos produtores europeus de normas que não são exigidas aos importadores não europeus.

No domínio das parcerias industriais europeias, Macron defendeu o projeto do futuro avião de combate europeu (SCAF) como “um bom projeto”, e argumentou que “as coisas devem avançar”, apesar das tensões entre franceses e alemães.

“É um bom projeto e não tive qualquer indicação da parte alemã de que não seja um bom projeto. Quando os industriais tentam criar dissensão, é uma coisa, mas não nos cabe a nós apoiá-los”, afirmou, garantindo que voltaria a discutir o assunto com o chanceler alemão, Friedrich Merz.

https://eco.sapo.pt/2026/02/10/macron-defende-eurobonds-para-financiar-investimentos-estrategicos-na-ue-e-desafiar-hegemonia-do-dolar/

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:00:02 pm »
3 FCX40 seriam uma escolha muito melhor para complemento direto às FREMM EVO e substituir as fragatas antigas restantes.

32 × Sylver A50 
8 × NSM
76/62 SR com Strales
1 × 30mm RWS
MU90
RAM opcional
Hangar para NH90 ou MH‑60R
1–2 UAV VTOL
Tripulação: 100–120

Custo: €500, 600 M ou mais ?

Comunalidade com FREMM EVO muito alta, CMS Leonardo, radar Leonardo (mesma família), VLS Sylver, MU90, NSM, EW Leonardo
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:45:28 pm »
Convinha continuarmos esta discussão em apenas um tópico. Acho que o da substituição dos F-16 é o mais adequado, vamos continuar lá…
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:44:23 pm »
Como é óbvio, este artigo é provavelmente pago pela Dassault, já que convenientemente não analisa o EF, o qual tem todas as vantagens do Rafale e nenhuma das desvantagens de restrições de acesso ao código-fonte e utilização de armamento não compatível com o que temos. A isto chama-se sonsice inteligente…

Tomar decisões que vão decidir a FAP para os próximos 40 anos com base num snapshot histórico é do mais burro que se pode pensar. Como dizem o Ghidra e o Duarte, e se as coisas mudarem na Europa e nos States nos próximos dois anos? O governo Trump está em plena implosão e, com um bocado de sorte, vai perder a maioria na Câmara dos Representantes E no Senado em Novembro (eu cá estarei para votar nisso mesmo), enquanto é previsível/provável/possível que a Frente Nacional ganhe as próximas eleições em França (por exemplo, sem falar na AfP na Alemanha ou no UKIP na Grã-Bretanha) e depois como vai ser? Com a sanidade restaurada nos Estados Unidos e a Europa numa deriva populista ainda nos vamos preocupar com “kill switches”? Ó gentinha de vistas curtas…
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 03:35:29 pm »
Obrigado. 
Não incluir o EF é, no mínimo,  estranho.
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