Nada como quem tem, " as maos na massa " estah em missao num TO, saiba avaliar as limitacoes dos equipamentos/armamentos, propor modificacoes ou alteracoes, e em caso de urgencia, devido a necessidade de utilizacao, como na RCA, proceder ah execucao das ditas mesmo que de modo expedito e provisorio!
Algumas delas tais como, a da escotilha, das molas, das proteccoes das montagens veicular, da seguranca do apontador da torre e o foco de iluminacao, deveriam ser efectuadas em toda a frota de modo a melhorar o jah excelente desempenho desta VBL.
Estas propostas revelam que os Militares destas unidades estao perfeitamente conscientes da utilidade dos Vamtac ST5, ao ponto de exigir, e muito bem, a bem da sua seguranca e maior eficacia quando em combate, estas, " Pequenas/Grandes " modificacoes.
Abraco
Mas desempenho excelente em quê?!
Isto é o mesmo que dizer a alguém que percebe de aviação

, que o ATR-72 é uma excelente aeronave. Porque? Porque vi uns artigos e uns vídeos a dizer que era.
O TO da RCA mostrou claramente as limitações desta (e de todas) viatura.
Uma viatura medíocre, que faz o que tem a fazer em Espanha e nos teatros europeus, mas como era fraca no geral, decidimos corrigir o problema da falta de proteção.
Para isso tivemos de aumentar a potência e substituir o motor e a caixa. Dois conjuntos da Cummins e Allison que posso dizer que são excelentes.
Material americano e de qualidade, em que se nota que foi criado e testado por empresas que sabem o que fazem.
O que não é bem o caso das pequenas empresas de defesa europeias como a URO.
E isso nota-se imediatamente na caixa de transferência eixos e diferenciais, marca URO TT, que quando são sobrecarregados num cenário como as estradas de lama e buracos da RCA, partem. Obrigando a viatura a ser rebocada por uma Pandur.
Assim como em radiadores mal colocados, acessos difíceis, problemas crónicos no sistema pneumático e hidráulico, sobreaquecimento e componentes críticos colocados no compartimento do motor que está completamente desprotegido!
Até na Panhard e na Chaimite, o motor está dentro de um compartimento blindado.
Quanto ao trabalho em si, não podemos esquecer que é um trabalho de cadete de ultimo ano, daqueles que não são para criar muito alarido e receber uma nota boa para acabar o curso.
Por isso mesmo os entrevistados são todos de CAV e INF, pessoal que pode até ter a mão na massa (€€€€) mas não a mão na massa, nem consistente, nem na grafitada...