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Força Aérea Portuguesa / Re: C-295 M na FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 12:15:10 pm »
2 anos e meio de espera para aprovação do Contrato de recuperação... Adicionado o tempo da recuperação propriamente dita!  :-\ :-\ :-\

Cronograma:

10/06/2021 - Acidente no AM3, trem cedeu aquando da aterragem (conclusão do inquérito: tripulação fez a manobra sem o trem de aterragem estar trancado em baixo, portanto falha humana);

10/07/2023 - Despacho n.º 7262/2023 autorizando a FAP a realizar a despesa com a aquisição do serviço de reparação da aeronave 16702, até ao montante máximo de 2,87M€;

03/01/2024 - Tribunal de Contas dá o seu parecer positivo ao contrato de recuperação do referido aparelho.

Segundo me adiantaram, o C-295M 16702 encontra-se em Sevilha desde o início de 2023. Foi colocado em "condições de voo" em Porto Santo depois de outro aparelho da Esq. 502 ter trazido peças do Montijo, e após avaliação por parte de técnicos da Airbus e FAP foi então dada luz verde para voar diretamente para Sevilha. Encontrava-se nas instalações da Airbus à espera de autorização do Estado Português para a sua reparação.

07/01/2026 - 4 anos e 7 meses depois do incidente, continua "desaparecido"?
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Espaço
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 12:01:20 pm »

A Timelapse of Satellite Launches: 1957–2025
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 11:25:19 am »
Pena este estilo de publicidade ter desaparecido
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 11:05:44 am »
País / Detalhes sobre a expressão de interesse
Canadá - Candidatou-se a condições aprimoradas; acordo anunciado em 1 de dezembro de 2025.
Coreia do Sul - Candidatou-se a condições aprimoradas; processo em curso.
Turquia - Candidatou-se a condições aprimoradas; detalhes limitados sobre o progresso.
Reino Unido - Candidatou-se a condições aprimoradas, mas enfrentou obstáculos devido a termos pouco atrativos e prazos curtos para negociações.

Outros países com SDP, como o Japão ou a Austrália (esta última em negociações para SDP), podem ter interesse implícito em cooperações de defesa, mas não há registo explícito de candidaturas específicas ao SAFE até o momento. Note-se que apenas os Estados-membros da UE podem receber os empréstimos diretos; os não-UE participam principalmente via aquisições conjuntas.

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Mundo / Re: Irão
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 10:46:56 am »
https://www.bbc.com/news/articles/cre28d2j2zxo



Protests have broken out in at least 17 of Iran's 31 provinces, presenting the largest challenge to the country's clerical establishment since 2022, a BBC Verify and BBC Persian analysis has found.

The BBC's analysis of protests includes only those for which we have verified video footage - the true number is almost certainly far higher. There are reports of protests in a further 11 provinces.

The wave of protests has spread rapidly across Iran since 28 December, when anger initially broke out in the capital Tehran following a fresh and sharp devaluation of the country's currency against the dollar and other major foreign currencies.

Verified footage from the last 10 days shows evidence of anti-government demonstrations and gatherings in more than 50 towns and cities across the country, including in several regions previously perceived as being highly loyal to the state.

More than 100 videos which we geolocated and checked for publication date paint a picture of the scale of the unrest, with people taking to the streets in many major cities in Iran and presenting the largest challenge to the state since the Women, Life and Freedom protests in 2022.

Footage has also shown protests in Qom in central Iran and Mashhad in the north-east, both of which have traditionally hosted populations extremely loyal to the Islamic Republic.

Prof Sina Azodi, Director of Middle East Studies Program at George Washington University, said that unrest in those cities was "very telling" and amounted to evidence that the government's "base of support is also suffering under the economic hardship".



Authorities have traditionally used violence to crush unrest. During the 2022 protests - sparked by the death in custody of Mahsa Amini, a young woman who had been detained in Tehran for wearing "improper hijab" - more than 550 people were allegedly killed by security forces, according to human rights groups.

While the latest response by police and security forces initially appeared to be more restrained, verified footage has shown officers ramping up the use of force since Saturday. This change in approach coincided with Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei's first public reaction to the protests on that day, in which he said that "rioters must be put in their place".

Since the supreme leader's remarks, Iran's judiciary chief, Gholamhossein Mohseni Ejei, said authorities would "listen to protesters and critics who legitimately and rightly have concerns about their livelihood and social and economic welfare".

But he added that they would "deal firmly with those who seek to exploit the situation, incite riots, and undermine the security of the country and the people". The powerful Islamic Revolutionary Guards Corps (IRGC) has also issued warnings to protesters in Lorestan province that they will no longer tolerate street gatherings.

BBC Persian has so far confirmed the identities of at least 11 people reported dead since 28 December using a combination of verified funeral videos and interviews with family members and friends.

Foreign-based human rights group HRANA says at least 35 people have so far been killed in the unrest, including two affiliated with security forces.



One of the most violent crackdowns happened in Malekshahi, a small town in the western province of Ilam, on Saturday. Verified footage showed a small demonstration taking place at Commandery Boulevard, where the officers of several state institutions are located, before gunfire appeared to break out. Human rights groups said four people were killed in the incident, with the semi-official Mehr and Tasnim news agencies putting the figure at three dead.

Later footage showed a number of people being transported to hospital. It was unclear from the footage what condition those seen in the footage were in.

Multiple verified videos filmed in the nearby Ilam city show security forces firing shots towards Imam Khomeini Hospital in the centre of the city later on Saturday. Iran's president has ordered an investigation into the incident.

Security forces have also been firing on protestors in other cities. In Fasa in the south-western Fars province, forces wearing military and riot gear were seen firing towards demonstrators.

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Marinha Portuguesa / Re: Ingresso na Marinha
« Última mensagem por PereiraMarques em Hoje às 10:37:06 am »
Aviso n.º 404/2026/2
Defesa Nacional - Marinha - Superintendência do Pessoal
Concurso de admissão de voluntários para prestação de serviço em regime de contrato (RC) na categoria de Praças para a classe de Fuzileiro (FZ) a decorrer no primeiro trimestre de 2026.

https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/aviso/404-2026-996320836


Aviso n.º 405/2026/2
Defesa Nacional - Marinha - Superintendência do Pessoal
Concurso de admissão de voluntários para prestação de serviço em regime de contrato (RC) na categoria de oficial na classe de Técnico Superior Naval (TSN) e Técnico Naval (TN) a decorrer no primeiro trimestre de 2026.

https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/aviso/405-2026-996320837


Aviso n.º 406/2026/2
Defesa Nacional - Marinha - Superintendência do Pessoal
Concurso de admissão de voluntários para prestação de serviço em regime de voluntariado (RV) na categoria de Praças para a classe de Serviço Naval (SN) a decorrer no primeiro trimestre de 2026.

https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/aviso/406-2026-996320838
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Indústrias de Defesa / Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 10:31:07 am »
https://eco.sapo.pt/2026/01/07/inovacao-nacional-voa-mais-alto-na-defesa-com-drones-satelites-e-avioes/

Inovação nacional voa mais alto na defesa com drones, satélites e aviões

Setor da Defesa desperta o interesse das empresas portuguesas, que encaram o mercado como uma oportunidade estratégica. Conheça alguns dos projetos made in Portugal.

Osetor da Defesa saltou para os holofotes e é hoje uma das áreas de investimento estratégicas a nível europeu e nacional num momento em que o país está a fazer, com os 5,8 mil milhões de euros do programa de empréstimos europeu SAFE, o “maior investimento de uma só vez” nas Forças Armadas. As empresas portuguesas estão a olhar para o setor como uma “oportunidade” de negócio, sejam drones, aviões militares, satélites, veículos anti-motim, placas de proteção balística ou têxtil.

Drones made in Portugal nos céus da Europa
A Tekever é um exemplo de uma empresa portuguesa que desenvolveu sistemas e tecnologias avançadas de defesa, atualmente utilizados por organizações, governos e agências de segurança em todo o mundo. Desbravou terreno até chegar ao estatuto de unicórnio, na mesma altura que anunciou um investimento de mais de 400 milhões de euros no Reino Unido e, mais tarde, de que iria construir neste mercado a sua quarta unidade de produção. França é igualmente um mercado aposta da empresa, com a unidade de Cahors a ter abertura prevista no “último trimestre” de 2026, projeto que “concentra parte muito substancial do plano de investimento de 100 milhões de euros em França até 2030”.

Em Portugal, a empresa tem vários escritórios, tendo recentemente, apostado em Leiria, onde instalou um hub.

A empresa liderada por Ricardo Mendes, que através do seu acordo com as Forças Armadas britânicas tem drones a voar os céus da Ucrânia, fechou recentemente um contrato no valor de 30 milhões com Agência Europeia de Segurança Marítima (EMSA) para vigiar as águas europeias através de drones.

No âmbito deste contrato-quadro com a ESMA, a unicórnio nacional vai fornecer dois sistemas aéreos não tripulados (UAS) AR5, cada um composto por duas aeronaves não tripuladas, para apoiar operações multirregionais simultâneas em águas europeias.

Na área de drones está igualmente a Beyond Vision. A startup, cofundada por Dário Pedro, está entre as 50 startups de maior crescimento, e vai construir uma fábrica de 50 milhões de euros nos EUA, depois de ter fechado um contrato de “no mínimo” 15 milhões de euros nos EUA para fornecer 300 drones de emergência.

Para além dos EUA, tem ainda na mira de expansão o Brasil, Médio Oriente e Europa, avançou ao ECO/eRadar o líder da empresa, apontando a Polónia como um mercado aposta da companhia que, está a expandir a sua unidade de produção em Alverca, dos atuais 2.000 metros quadrados, para 4.000 metros quadrados, num investimento na ordem dos 5 milhões.



Ainda neste setor, atua a Connect Robotics quer desenvolver e dar maior robustez na área de logística de defesa através do uso de drones. A startup é uma das duas nacionais selecionadas para o mais recente cohort do acelerador da NATO, o DIANA.

“O nosso propósito principal é levar a tecnologia que já provamos ser um sucesso e uma necessidade na área civil, nomeadamente nas entregas médicas e logísticas e mais recentemente numa nova vertical de inspeção e provar que é indispensável no setor da Defesa. No fundo, queremos provar que a complexidade logística pode ser superada com recurso à tecnologia. A tecnologia serve para isso, para melhorar a vida das pessoas e a segurança das nossas nações”, explicou Ana Manuel Martins, chief operating officer (COO) da Connect Robotics, ao ECO/eRadar.

“A nossa solução é drone agnostic, o que significa que qualquer drone no mercado pode ser utilizado, adicionando o nosso computador de bordo e os nossos sistemas de gestão de drones transformando drones industriais numa plataforma logística”, explica. Isso faz com que, quando há substituição de drones, não seja necessário formação adicional dos operadores, bastando transferir os sistemas da Connect Robotics para o novo equipamento. Algo “fundamental para a soberania nacional”. Ana Manuel Martins explica porquê. “Significa que não nos prendemos a um único sistema proprietário e em vez disso, permitimos que se integre rapidamente a melhor e mais atual tecnologia de drones pronta a usar. Isto assegura que cada Estado-membro pode construir as suas próprias capacidades logísticas resilientes e adaptáveis, reforçando a sua postura individual de Defesa e, por extensão, toda a Aliança”, explica.

Na mesma lógica de tecnologia de uso dual, destaque para a NeuroSpace. A startup do setor aeroespacial também foi uma das escolhidas para fazer parte do DIANA vai, no âmbito da sua participação no acelerador da NATO, “evoluir o NeuraspaceDEF, a nossa plataforma de defesa de Consciência Situacional do Domínio Espacial/Gestão do Tráfego Espacial, baseada em IA explicável, fusão de sensores e autonomia de comunicação a bordo dos satélites, demonstrando impacto operacional real e adoção pela NATO e Nações Aliadas”, detalha Chiara Manfletti, CEO da Neuraspace, ao ECO/eRadar.

Outro dos exemplos no setor aeroespacial é a Spotlite. A startup levantou 3,5 milhões de euros para escalar a sua plataforma de monitorização de risco em infraestruturas por satélite e a sua presença internacional. Presente em Europa, Estados Unidos e América do Sul, com esta injeção de capital, a empresa quer expandir para “novos mercados estratégicos, incluindo a América do Norte”.

“A Spotlite está atualmente a operar com clientes em vários mercados na Europa, Estados Unidos e América do Sul, incluindo Portugal, Colômbia e Brasil. Com o novo investimento, vamos acelerar a nossa presença comercial nestas regiões e expandir para novos mercados estratégicos, incluindo a América do Norte e outras geografias com grandes redes de infraestrutura crítica. O plano de expansão está em curso e será executado de forma faseada ao longo dos próximos 12 a 18 meses”, adianta Ricardo Cabral, CEO da Spotlite, ao ECO/eRadar.

Primeiro avião militar português
E também no setor do espaço, realce para o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela Geosat no âmbito da “Constelação do Atlântico”, para criar uma constelação de satélites de observação da Terra de alta resolução (VHR/HR), focada em defesa, segurança, proteção ambiental e gestão de recursos, visando uma presença europeia mais soberana no espaço, colaboração de entidades como o Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA) e a Força Aérea Portuguesa.

Estas três entidades — Geosat, CEiiA e Força Aérea Portuguesa — estão igualmente envolvidas no desenvolvimento do primeiro avião civil militar projetado e fabricado em Portugal, que deverá realizar o primeiro voo em 2028. Batizada de LUS-222 é um bimotor de asa alta com porta de carga traseira. O projeto poderá criar até 300 empregos diretos e os últimos números apontam para um investimento total de 220 milhões de euros. Só para a fábrica são mais de 30 milhões.

O avião terá a capacidade de transportar 19 passageiros ou até duas toneladas de carga, podendo atuar em missões militares, missões de busca e salvamento e também na aviação comercial regional. A aeronave terá um alcance de até 2.100 quilómetros e poderá atingir velocidade de até 370 quilómetros por hora.



Na áreas dos materiais e têxtil, a indústria nacional também tem vindo a apresentar projetos. É o caso da Beyond Composite. Com sede em Canelas, Vila Nova de Gaia, a empresa desenvolve produtos para o setor da Defesa, nomeadamente placas de proteção balística para serem inseridos em coletes balísticos, capacetes e escudos com proteção balística para os soldados.

A empresa, fundada por investigadores da Universidade do Minho e adquirida pela Sonae Capital Industrials, continua empenhada no negócio da defesa. Estão a “desenvolver e implementar uma estratégia de investigação e desenvolvimento a curto, médio e longo prazo que passará por desenvolver produtos mais leves, com melhor performance e com novas funcionalidades, tais como monitorização do impacto balístico e proteção eletromagnética”, conta Fernando Cunha, CEO da Beyond Composite.

Veículos anti-motim e defesa militar
Fundada há 71 anos pelo bombeiro voluntário Jacinto Marques de Oliveira, a Jacinto começou a produzir, na década de 80, em parceria com a Salvador Caetano, veículos de combate a incêndio, até que no final de 2016 começaram a olhar para a Defesa com outros olhos. Iniciaram o percurso no setor com a produção de um veículo anti-motim para a GNR, um contentor para o exército português e no final do ano passado cinco veículos anti-motim para a República Dominicana.

A empresa de Esmoriz, que emprega 170 pessoas e fatura 50 milhões de euros, quer estar na linha da frente da Defesa e lançou em abril do ano passado uma linha de produtos direcionados à defesa e segurança nas áreas militares e polícia.



“Esperamos que esta aposta possa alavancar a entrada de uma empresa portuguesa na produção de veículos de defesa militar que muito elevaria esta indústria em Portugal”, diz o diretor-geral, Jacinto Reis, que pertence à quarta geração da família.
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