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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Kalil em Fevereiro 24, 2021, 06:14:29 pm »
Segundo o artigo da Revista da Marinha sobre o MLU às VdG, estas vão ter que aguentar até 2035... isso quer dizer que as BD vão ter que aguentar até 2038-2040... esqueçam encomendar o que quer que seja antes da próxima LPM... com os atrasos normais em Portugal (ver o caso do segundo lote de NPO), duvido que seja feita  alguma encomenda/compra de fragatas antes de 2030, para entrarem ao servico entre 2035 e 2040... se fôr assim, então devia-se optar por comprar apenas uma classe de 4/5 fragatas decentes, mas confirmando-se este cenário, está explicado o interesse nas EPC... aposto que em vez de adquirirmos 4/5 fragatas de primeira linha, vamos acabar com 3 EPC para substituir as VdG em 2033-2035 e duas fragatas usadas para substituir as BD... é o descalabro total e absoluto, mas é o país que temos...

Estar à espera da EPC ou de umas fremm em segunda mão. É só esperar mais 10/15 anos.. tudo controlado.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Red Baron em Fevereiro 24, 2021, 05:06:35 pm »
Opções de radares não faltam, desde rotativos, a fixos, com mastros integrados ou não. É só escolher. Uma fragata AAW (pura) precisaria de 2, uma ASW/GP apenas de um. Temos opções high-end, com SPY-6 ou APAR/SMAR-L sobretudo, e opções mais baratas, das quais há milhentas.

Seja como for, antes de me preocupar com os radares, preocupar-me-ia com a quantidade de navios planeados, e as suas datas, definia se a opção por 1 ou 2 classes é mais viável, e depois sim, ia para o "recheio".

Eu pessoalmente ainda acho que ter duas classes seja mais vantajoso, pois permite adquirir uma classe nesta década (3 ASW por exemplo) e outra na próxima (2 AAW) separando os gastos por uma década (e a partir daqui a sua substituição seria sempre com diferença de 10 anos). Neste caso, escolhia 3 Meko A200 (ou A300) ASW, menos barulhentas, e depois 2 AH-140 (AAW, podia ser outro modelo, desde que houvesse dinheiro para). Mas a validade desta ideia de duas classes, assenta inteiramente na substituição da frota actual em duas décadas distintas.

Caso contrário, que seja apenas uma classe, preferencialmente de 5 navios, já que é para substituir tudo de uma vez. O meu receio neste caso continua a ser o mesmo: haverá dinheiro para gastar 2500/3000 milhões em 4/5 fragatas + outros tantos para uns 20 F-35 + 2500 milhões para substituir os P-3, + upgrade dos Tridente, dos Merlin, dos C-295, e tantos outros programas de pequena e média dimensão? Eu acho que não. Depois o outro problema, são as datas. Receberíamos o primeiro navio em 2030 (concluindo a classe em 2035) ou em 2035, obrigando a continuar a operar algumas VdG e/ou BD até 2040?

Desculpa dc, mas ter uma é não ter nenhuma.

Uma classe, não uma só fragata.
És dos poucos que não sabe mas não inverta. Não que seja esperto, até sou bem burro




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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Fevereiro 24, 2021, 04:59:05 pm »
Segundo o artigo da Revista da Marinha sobre o MLU às VdG, estas vão ter que aguentar até 2035... isso quer dizer que as BD vão ter que aguentar até 2038-2040... esqueçam encomendar o que quer que seja antes da próxima LPM... com os atrasos normais em Portugal (ver o caso do segundo lote de NPO), duvido que seja feita  alguma encomenda/compra de fragatas antes de 2030, para entrarem ao servico entre 2035 e 2040... se fôr assim, então devia-se optar por comprar apenas uma classe de 4/5 fragatas decentes, mas confirmando-se este cenário, está explicado o interesse nas EPC... aposto que em vez de adquirirmos 4/5 fragatas de primeira linha, vamos acabar com 3 EPC para substituir as VdG em 2033-2035 e duas fragatas usadas para substituir as BD... é o descalabro total e absoluto, mas é o país que temos...
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Exército Português / Re: Missão militar portuguesa na RCA
« Última mensagem por LM em Fevereiro 24, 2021, 04:12:33 pm »
imagens da Força de Reação Rápida Portuguesa na RCA - 23.02.2021

Citar
Depois de um mês de empenhamento numa operação de paz, a 8ª Força Nacional Destacada na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização da República Centro-Africana (MINUSCA), regressou à Base na capital Bangui, onde realizou um período de regeneração.

Deixamos-lhe algumas imagens das atividades diárias da Força Portuguesa.

Este contingente é composto por 180 militares, maioritariamente tropas especiais Comandos do Exército Português, integrando ainda militares de outras unidades do Exército e Controladores Aéreos Avançados da Força Aérea.​

“MAMA SUMAE”
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército de Angola
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 24, 2021, 03:52:27 pm »
Visita do Coordenador da Cooperação no Domínio da Defesa e Diretor Técnico do Projeto n.º 1 às Forças Especiais em Cabo Ledo – Luanda

O Coronel Tirocinado Soares Ferreira visitou também a Escola de Formação de Forças Especiais e a Brigada de Forças Especiais.

O Coordenador da Cooperação no Domínio da Defesa e Diretor Técnico do “Projeto n.º 1 - Estrutura Superior da Defesa e das Forças Armadas Angolanas", Coronel Tirocinado Soares Ferreira, visitou a Assessoria do Exército às Forças Especiais, em Cabo Ledo (Angola), a decorrer no âmbito do objetivo específico n.º 5 do referido projeto.

O programa da visita incluiu a passagem pela Escola de Formação de Forças Especiais e pela Brigada de Forças Especiais, onde decorrem as atividades de formação e de treino operacional.





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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Coronavirus
« Última mensagem por Daniel em Fevereiro 24, 2021, 03:19:23 pm »
COVID-19: Regulador dos EUA afirma que vacina de dose única da Johnson & Johnson é eficaz
https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/alerta-regulador-dos-eua-afirma-que-vacina-anticovid-da-jj-e-eficaz-com-dose-unica
Citar
A vacina de dose única da Johnson & Johnson contra a COVID-19 foi considerada eficaz pela Agência Americana dos Medicamentos, segundo documentos divulgados dois dias antes da reunião do comité consultivo para examinar a utilização de emergência nos EUA.A vacina da Johnson & Johnson, administrada em apenas uma dose, é eficaz contra casos graves da COVID-19, inclusivamente contra as variantes brasileira e sul-africana, de acordo com os novos documentos divulgados pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos esta quarta-feira.

De acordo com a FDA, nos testes clínicos a eficácia da vacina contra casos graves da doenças foi de 85,9% nos Estados Unidos, 81,7% na África do Sul e 87,6% no Brasil.A gigante farmacêutica divulgou este mês os primeiros resultados dos testes clínicos que foram conduzidos em 44.000 pacientes em oito países.

A vacina mostrou eficácia de 66% com uma taxa de 85% na prevenção de quadros graves da doença. Porém, os dados mostraram que os testes foram mais eficazes nos Estados Unidos (72%) do que na África do Sul (57%), onde predomina uma estirpe diferente do vírus.

Ao contrário das vacinas da Pfizer e da Moderna, que são baseadas numa técnica inovadora de RNA mensageiro, a vacina da Johnson & Johnson usa um vetor viral enfraquecido para criar imunidade. Este é o mesmo processo usado pelas vacinas Sputnik e da AstraZeneca.

Mais uma a caminho, e esta é só de uma picada. :P
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Coronavirus
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 24, 2021, 02:30:11 pm »


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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Coronavirus
« Última mensagem por tenente em Fevereiro 24, 2021, 02:22:11 pm »
Portugal está a administrar 70 mil vacinas por dia. Objetivo é chegar às 100 mil

Segundo o coordenador, é necessário estender essa capacidade em 100 mil vacinas por dia num prazo relativamente curto através de postos de vacinação rápidos e às farmácias comunitárias.

Segundo a calendarização do Infarmed, datada até 19 de fevereiro, Portugal deverá receber no primeiro trimestre 2,4 milhões de doses, 9 milhões de doses no segundo trimestre, 14,8 milhões de doses no terceiro e 9,5 milhões no último semestre do ano.

O coordenador da ‘task force’, afirmou quarta-feira, numa audição na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença Covid-19 e do processo de recuperação económica e social que “se se concretizar, e é um “se” muito grande) a imunidade de grupo será atingida no inicio de agosto, de acordo com os nossos cálculos”. No entanto, o vice-almirante nota que, neste momento, Portugal tem administrado 70 mil vacinas em esforço.

Segundo o Gouveia e Melo, é necessário estender essa capacidade em 100 mil vacinas por dia num prazo relativamente curto, o que se espera ser possível a partir de abril. Como? Através de postos de vacinação rápidas, que já estão a ser preparados, e que vão acrescentar entre 30 a 40 mil vacinações por dia, e se for necessário, recorrendo às farmácias comunitárias.

“O sistema de saúde comportará entre 40 a 70 mil vacinas por dia, em esforço e portanto temos que estender para 100 mil vacinas dias num prazo curto se as previsões se confirmarem”, disse, antecipando que esse plano de reforço na vacinação arranque já em abril.

Quanto à iliteracia digital e às dificuldades de contactar os utentes mais idosos, o vice almirante reiterou que o processo de melhoria de contacto com estes utentes está a ser equacionado com as autarquias.

“É um problema. Pedimos que os centros de saúde que conheçam e tenham o contacto das pessoas, são cerca de 950 centros de saúde, fizessem esse trabalho de encontrar, em associação com as autarquias, e trazer essas pessoas idosas  ao processo de vacinação”, acrescentando que aquelas que foi pedido às respetivas Administrações Regionais de Saúde (ARS) que relativamente às pessoas que não se puderem deslocar “que encontrassem metodologias que levassem as vacinas até elas”.

“Isto não só um processo de quantidade, tem que ser um processo de qualidade”, frisou. “Não podemos deixar pessoas para trás”.

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/portugal-esta-a-administrar-70-mil-vacinas-por-dia-objetivo-e-chegar-as-100-mil-frisa-coordenador-da-task-force-705058

Mas que mentira mais mal amanhada......entao os Responsaveis afirmam que ate ao final de Setembro sete milhoes de Portugueses estariam vacinados....fazendo contas FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO E SET  são oito meses em numero de dias equivalem a 240 dias a 70.000 vacinas/dia são 16,8 milhoes de vacinados e agora o responsável afirma que só em 2022 e que estaremos com esse numero, sete milhoes, vacinados ?
Mas alguem acredita que se andam a vacinar 70.000/dia ?
 
Ninguém se entende nem sabe a quantas anda.
Mais do mesmo.

Abraços
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Coronavirus
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Fevereiro 24, 2021, 02:20:52 pm »
Vacinação:



Novos casos:



Mortes por milhão:



E agora um gráfico que eu considero muito relevante, o número de testes positivos:

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Fevereiro 24, 2021, 02:17:38 pm »
Opções de radares não faltam, desde rotativos, a fixos, com mastros integrados ou não. É só escolher. Uma fragata AAW (pura) precisaria de 2, uma ASW/GP apenas de um. Temos opções high-end, com SPY-6 ou APAR/SMAR-L sobretudo, e opções mais baratas, das quais há milhentas.

Seja como for, antes de me preocupar com os radares, preocupar-me-ia com a quantidade de navios planeados, e as suas datas, definia se a opção por 1 ou 2 classes é mais viável, e depois sim, ia para o "recheio".

Eu pessoalmente ainda acho que ter duas classes seja mais vantajoso, pois permite adquirir uma classe nesta década (3 ASW por exemplo) e outra na próxima (2 AAW) separando os gastos por uma década (e a partir daqui a sua substituição seria sempre com diferença de 10 anos). Neste caso, escolhia 3 Meko A200 (ou A300) ASW, menos barulhentas, e depois 2 AH-140 (AAW, podia ser outro modelo, desde que houvesse dinheiro para). Mas a validade desta ideia de duas classes, assenta inteiramente na substituição da frota actual em duas décadas distintas.

Caso contrário, que seja apenas uma classe, preferencialmente de 5 navios, já que é para substituir tudo de uma vez. O meu receio neste caso continua a ser o mesmo: haverá dinheiro para gastar 2500/3000 milhões em 4/5 fragatas + outros tantos para uns 20 F-35 + 2500 milhões para substituir os P-3, + upgrade dos Tridente, dos Merlin, dos C-295, e tantos outros programas de pequena e média dimensão? Eu acho que não. Depois o outro problema, são as datas. Receberíamos o primeiro navio em 2030 (concluindo a classe em 2035) ou em 2035, obrigando a continuar a operar algumas VdG e/ou BD até 2040?

Desculpa dc, mas ter uma é não ter nenhuma.

Uma classe, não uma só fragata.
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