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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LightningBolt em Hoje às 03:10:45 am »Podem estranhar ter concordado com uns e com outros. Concordo com a personalidade polémica com sentido de humor polémico, e por vezes agitadora e diferenciadora... não disse para melhor atenção.
Concordo com os que afirmam que ele era por vezes criança, sobranceiro e mal-educado.
Mas de volta ao tópico.
Concordo com os que afirmam que ele era por vezes criança, sobranceiro e mal-educado.
Mas de volta ao tópico.

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 02:19:18 am »Para bens ao senhor 12%, que um pinheiro lhe cresça no sitio apropriado.
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Dinamarquês
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:49:44 am »"Ingen knoglesporer her"
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por Bubas em Hoje às 12:35:59 am »Os submarinos coreanos não vão ter de ser adaptados a standards NATO?
KSS-III Batch II:
https://www.navalnews.com/naval-news/2021/09/south-koreas-dsme-wins-contract-for-2nd-kss-iii-batch-ii-submarine/
844M de dólares em 2021.
Em comparação, cada U-212CD, também em 2021, custava 916M de euros, o que fazia mais de 1000M de dólares.
Os submarinos polacos, que são muito mais pequenos que os KSS-III Batch II, também se ficam pelos 900M de dólares.
Os novos submarinos holandeses, cujas dimensões se aproximam mais dos KSS-III, supostamente vão custar bem acima dos 1000M de euros, o mesmo deve aplicar-se aos Barracuda com propulsão convencional da Naval Group.
Podemos até arredondar os valores, e dizer que o KSS-III Batch II custam o mesmo que os U-212CD.
Que no fim de contas, facilmente percebemos que um submarino sul-coreano de 2300-2500t à superfície, vai ser consideravelmente mais barato que o equivalente europeu.
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 12:18:24 am »No DN de hoje:
https://www.dn.pt/opiniao/aprovao-em-bruxelas-do-programa-safe-para-portugal-com-incertezas-para-as-indstrias-de-defesa-nacional
Foi notícia esta quinta-feira a aprovação do envelope financeiro do Programa SAFE para que Portugal possa apetrechar de novas capacidades as Forças Armadas Portuguesas, mas vem acompanhada de preocupações.
Dias antes, em audiência na Comissão de Defesa, na Assembleia da República, a direção do AED Cluster dava conta da “falta de envolvimento da indústria” e que Portugal se arrisca a “não criar a Autoeuropa da Defesa”.
Foi com apreensão e estupefação que ouvi, em audiência na Comissão de Defesa Nacional, realizada na passada terça-feira, na Assembleia da República, José Neves.
O Presidente do AED Cluster afirmou que não tinham sido ouvidos, nem envolvidos pelo Governo Português ao longo de todo o processo de candidatura ao SAFE – programa para reforço da Defesa Europeia.
O AED Cluster representa mais de 170 empresas do sector da Defesa, com um volume de negócios superior a 2,1 mil milhões de euros anuais, sendo que 90% são produtos para exportação.
Este facto torna clara a importância do sector para a economia portuguesa. Em causa estão as capacidades de investigação, inovação, de criação de produtos com elevado valor acrescentado, mas também da capacidade de criar empregos altamente qualificados que tornam este sector económico capaz de ampliar a economia nacional no futuro.
O Partido Socialista ouviu com preocupação, na Comissão de Defesa, que Portugal corre o “risco de não criar a Autoeuropa da Defesa neste momento em que investimos 5,8 mil milhões de euros”, ao não envolver a Indústria de Defesa Nacional - IDN.
Sem isso, e sabendo que a adaptação e cooperação industrial leva tempo, considero que será impossível reduzir de 15 para 5 anos o investimento em Defesa em Portugal, bem como impulsionar a Base Tecnológica e Industrial de Defesa.
Não considero que a Indústria de Defesa Nacional deva ser parte ativa nas escolhas das capacidades a adquirir para cada um dos ramos das Forças Armadas, cabendo apenas a cada Ramo essa decisão. No entanto, parece óbvio a todos que se não forem ouvidas e envolvidas as IDN, não será possível contribuir e beneficiar deste envelope financeiro – o maior da nossa história democrática.
O mínimo que o Governo Português deveria ter feito era um levantamento de capacidades produtivas e de inovação das nossas IDN e cruzá-las com as escolhas estratégicas de cada um dos Ramos, sentando todos à mesa.
Por exemplo, o envolvimento das IDN para aquisição das anunciadas novas fragatas da classe EVO, permitiria estabelecer um plano de tudo o que nelas queremos produzido em Portugal, trazendo investimento para o País, gerando emprego e produzindo riqueza. Caso não aconteça, não estamos a falar de investimentos, mas de apenas despesas na Defesa Nacional.
Sabemos (pela imprensa) que Portugal inscreveu no SAFE novas fragatas, drones, satélites, sistemas de defesa e artilharia de longo alcance, blindados e carros de combate. Se optarmos por aquisições a países estrangeiros, em modelo “Chave na mão” limitamos o crescimento das IDN e, desta forma, desperdiçamos o empréstimo de 5,8 mil milhões do SAFE.
Um empréstimo que será pago por outros Governos que não o atual – sendo que falamos de um empréstimo de longo prazo com um período de carência de 10 anos e um pagamento até 45 anos, o que significa que Portugal poderá iniciar o pagamento deste empréstimo a partir de 2036 e até 2069.
Acompanho a preocupação do AED Cluster: num momento em que os indicadores da economia portuguesa parecem estagnar e em que ficaremos sem a alavanca do PRR, a Defesa pode ser um sector estruturante para a nossa Economia. Só integrando e envolvendo o ecossistema das IDN neste processo de Investimentos, poderemos concretizar uma oportunidade histórica de fazer da Defesa um sector de referência para a economia portuguesa. Aí sim…. Teremos investimentos em Defesa e não gastos! Seremos utilizadores finais e não produtores de capacidades!
Mas o SAFE não foi criado com o objectivo de investir nas Indústrias de Defesa locais. Foi feito para começar a tapar os buracos na Defesa de diversos países, de forma rápida e pragmática, e com recurso a produtos provenientes dos países elegíveis.
O investimento na indústria nacional, tem de vir é dos tais 3.5% que dissemos que íamos investir na Defesa, onde uma parte desse investimento pode e deve ser feito com envolvimento da nossa indústria.
Convém é que a indústria de defesa nacional produza material que as FA precisem, e não produzir tralha que depois as FA vão comprar só por comprar, sem reais ganhos operacionais.
O erro até agora, tem sido a falta de clarividência face aos sectores onde realisticamente queremos envolver a nossa indústria.
Mas o PS está ressabiado por não ter posto a mão no ...... errrrrr..... por não ter acompanhado o processo desde o início.
Claro que se isto tivesse passado pelas fases habituais da tugalândia ainda agora estaríamos a discutir a composição da comissão de instalação do grupo de acompanhamento da execução do draft da legislação pertinente para o processo em si, bem como da definição do quadro de pessoal auxiliar a equipa de apoio.
Foram - e muito bem! - postos fora do processo, é uma coisa de âmbito europeu. Além de que a Comissão de Defesa devia conhecer muito bem as lacunas, prioridades e a situação do dispositivo militar nacional. Porventura acham desajustadas as escolhas feitas?
Já não há pachorra!!!
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por dc em Hoje às 12:06:22 am »Quando vieram os leopard as criticas foram similares, quando vieram os pandures a mesma coisa, e posso continuar para quase todas as armas que vieram nos últimos anos.
Huh?
Quando vieram os Leopard, as críticas iam desde "são poucos, deviam ter comprado mais" ao "não devíamos ter Carros de Combate porque nunca os vamos usar e mais valia usar o dinheiro noutras prioridades". Que revelam duas filosofias completamente diferentes.
De notar que os Leopard foram uma compra de oportunidade, por um preço bastante reduzido para um meio que era na altura praticamente topo de gama.
As críticas aos Pandur eram por ser considerado o modelo mais fraco a concurso, tendo sido escolhido sobretudo pelo factor preço. Depois vieram as críticas às falhas de execução do contrato, e ao cancelamento considerado por muitos prematuro.
As críticas ao C-295 eram referentes à capacidade de transporte inferior ao C-27J, e por o C-27J ter os motores em comum com o C-130J, que se fosse escolhido na altura, facilitava a logística. No entanto o C-295 tinha a vantagem da versão VIMAR.
Os EH-101 eram praticamente unânimes. As críticas iam para o contrato de manutenção... ou falta dele.
Os F-16MLU receberam críticas fruto dos atrasos do programas de modernização, e fruto da não aquisição de munições adequadas e em quantidade suficiente que tirassem partido do dito MLU.
Os Tridente levaram críticas pelo escândalo de corrupção envolvido, fora isso todos queriam pelo menos o 3⁰ submarino de opção.
As BD só foram criticadas porque a malta queria era fragatas novas, num altura em que andavam todos a construir fragatas AAW (Alvaro de Bazan, Zeven Provincien e Sachsen). Fora isso, as críticas a sério vieram do MLU incompleto.
Nos Koala, a crítica foi para a verba ridícula (20M + IVA), e por serem helis civis monomotor, quando a necessidade era por um modelo bimotor.
Nada a ver com as críticas feitas à compra dos ST.
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:05:04 am »9
Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 18, 2026, 11:48:14 pm »E essas manifestações pela Gronelândia, só me fazem lembrar das manifestações pela Ucrânia, não serviram de nada, e aqui vai ser parecido.
Nem o Putin, nem o Trump dão importância à lei, eles só respeitam a força.
Por isso enquanto a Europa não tiver força vai continuar a ser "violada", depois ou gosta e continua ou faz alguma coisa contra isso.
Porque os americanos nem vão levar a mal os países europeus estarem melhor armados, é o que o Trump exigiu e podemos sempre dizer: "Somos capazes de assegurar isto ou aquilo, não tem de ser sempre os americanos a safar isto!", e eles vão ver países capazes e não os tais aliados submissos lambe-botas que vão à boleia.
Simultaneamente, melhorar a capacidade industrial europeia para não estarmos dependentes deles e termos, independência estratégica como os franceses.
O ideal seria no fim a Europa estar no nível "near-pear", certas coisas nunca vamos ter que é uma super Marinha ou bombardeiros estratégicos, os EUA vão sempre ser uma potência militar global, mas se criarmos uma bolha de segurança á volta da Europa, com capacidade anti-aerea forte e anti-navio, um "muro" de forças mecanizadas e anti-drone na frente leste com a Rússia e alguma capacidade expedicionária para o Mediterrâneo e África ocidental para situações de crise, podíamos ser uma potência regional que os EUA não olhariam com o desprezo que olham actualmente.
Nem o Putin, nem o Trump dão importância à lei, eles só respeitam a força.
Por isso enquanto a Europa não tiver força vai continuar a ser "violada", depois ou gosta e continua ou faz alguma coisa contra isso.
Porque os americanos nem vão levar a mal os países europeus estarem melhor armados, é o que o Trump exigiu e podemos sempre dizer: "Somos capazes de assegurar isto ou aquilo, não tem de ser sempre os americanos a safar isto!", e eles vão ver países capazes e não os tais aliados submissos lambe-botas que vão à boleia.
Simultaneamente, melhorar a capacidade industrial europeia para não estarmos dependentes deles e termos, independência estratégica como os franceses.
O ideal seria no fim a Europa estar no nível "near-pear", certas coisas nunca vamos ter que é uma super Marinha ou bombardeiros estratégicos, os EUA vão sempre ser uma potência militar global, mas se criarmos uma bolha de segurança á volta da Europa, com capacidade anti-aerea forte e anti-navio, um "muro" de forças mecanizadas e anti-drone na frente leste com a Rússia e alguma capacidade expedicionária para o Mediterrâneo e África ocidental para situações de crise, podíamos ser uma potência regional que os EUA não olhariam com o desprezo que olham actualmente.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Janeiro 18, 2026, 11:37:16 pm »O Typhoon também demorou a ter um Multirole. O ao que tudo indica, o KF-21 terá maior sobrevivabilidade que o Typhoon.
Esses 112M por avião, certamente incluem mais do que apenas a aeronave. Os próprios artigos dizem que fica mais barato que os 5G (F-35), que como todos sabemos custa o mesmo (ou até menos) que os 4.5G actuais.
As contas que andam a fazer, não são comparáveis, já que o custo unitário de cada F-35A, é bem menor que esses 112M, mas é bem maior quando olhamos para os contratos completos com manutenção, treino, sobressalentes, munições, etc.
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while undercutting fifth-generation alternatives by a substantial margin.
Esses 112M por avião, certamente incluem mais do que apenas a aeronave. Os próprios artigos dizem que fica mais barato que os 5G (F-35), que como todos sabemos custa o mesmo (ou até menos) que os 4.5G actuais.
As contas que andam a fazer, não são comparáveis, já que o custo unitário de cada F-35A, é bem menor que esses 112M, mas é bem maior quando olhamos para os contratos completos com manutenção, treino, sobressalentes, munições, etc.

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