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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:31:35 pm »
Tens toda a razão.

O plano C parece-me ser:

Descartar, para já, o F-35.

Avançar por um Eurocanard usado de imediato, EF, pela urgência devido às limitações do F16.

Avançar com o KIZILELMA de imediato como complemento e primeiro UCAV da FAP, com a possibilidade de poder eventualmente realizar algumas das funções do F-35 no que diz respeito a missões de ataque, ainda que limitadas.

Esperar por um "SAFE 2" para adquirir um Eurocanard novo

Em caso de não existir esse ou outro mecanismo de financiamento, lá para 2030, e dependendo da situação política nos EUA, voltar ao F-35 ou avaliar a possibilidade do G5 turco

O que me parece também é que, novo e europeu, só se for através de um SAFE, daí os turcos, pelo preço e rapidez de entrega.

O CEMFA não parece muito convencido,  mas poderá ter sido da comida...

Eu também não estou,  mais pela (ainda) falta de integração nos meios turcos de armamento europeu do que pelo resto.

A possibilidade de colhermos daqui alguma coisa substancial em termos económicos e tecnológico pode alterar esse meu estado.

Neste contexto penso que a capacidade AEW&C se torna ainda mais pertinente e urgente.

Essa necessidade pode trazer da SAAB um pacote tentador com o GRIPEN, que não vejo com bons olhos como caça principal da FAP.

Tens aqui uma mistura das minhas percepções com opiniões. Não propriamente as minhas preferências...

Abraço

Esse já deve ser o plano Z.

Ir à Turquia e depreender a compra de Eurocanards usados, não faz qualquer sentido. Mais depressa seria para modernizar os F-16 com material turco.

Eurocanards em segunda-mão teriam essencialmente as mesmas limitações que os F-16, e precisariam de modernização. Esta solução custaria o dobro de modernizar F-16 para V, para ter fundamentalmente os mesmos resultados.

Se a FAP já não considerava viável modernizar os F-16 porque o custo não justificava face às necessidades operacionais, esta retórica mantém-se para os Eurocanard, tanto usados + modernização, como novos, por serem ainda mais caros.

O Kizilelma é interessante. Mas este encaixa muito melhor como complemente de KF-21 ou Kaan, formando unidades coesas "low-observable".

Os AEW não me parecem prováveis neste momento. O número de aeronaves da FAP, e de esquadras, parece que vai continuar a aumentar, enquanto a falta de pessoal continua a ser uma realidade.

Tem que haver trade-offs para conseguir operar um AWACS tripulado. Ou seja, tens que cortar noutra esquadra. Ou então rezar por um dilúvio de pessoal na FAP.

Também não faz sentido ter a capacidade AEW dependente da compra de um modelo específico de caça. Podem e devem ser programas separados.

E, tendo em conta o custo dos AWACS, que dependendo do modelo, 3 aeronaves podem ir de 500 a 1500M, compensa mais comprar UAVs para essa função, em maior número, com maior disponibilidade e com requisitos de pessoal menos exigentes.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Notícias da FAP
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 03:22:01 pm »
A Depressão Kristin fez mais uma vítima: o bimotor Beechcraft C-45 Expeditor, anteriormente pertencente à FAP, que se encontrava exposto num parque em Leiria desde 1977 e entretanto tinha sido recuperado, ficou esmagado em virtude da queda de uma árvore.  :'( :'( :'(







Tantas tardes cheias de memórias passadas nesse parque  :'( :'( :'(
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Exército Português / Re: Força terrestre de próxima geração 2045 FT45
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 03:21:33 pm »
Eh, não aparecer nos slides não quer dizer nada

as apresentações são todas os mais genéricas possíveis concentrando-se só em alguns aspetos mais importantes
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por mafets em Hoje às 03:13:37 pm »
 Bt 5



Saudações
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Wasp dispara um Missil AS12 contra o ARA Santa Fé



Saudações

P.S.

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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Hoje às 02:47:14 pm »
Citar
Nuno Melo: “As Forças Armadas estão empenhadas no apoio à população”
Nuno Melo cancelou a visita à Polónia para regressar a Portugal após a declaração do estado de calamidade. O ministro confirmou danos em equipamentos das Forças Armadas.

(...) O ministro revelou ainda que a intempérie provocou danos em infraestruturas militares, em particular na Base Aérea de Monte Real, onde há equipamentos destruídos ou danificados. “Na Base de Monte Real há equipamentos militares destruídos em parte ou com danos.” Nuno Melo adiantou que, após o regresso, terá reuniões dedicadas à resposta à tempestade, sublinhando que os prejuízos são elevados e exigirão um esforço de reposição de meios. “Os danos registados são muito avultados e temos obviamente que repor aquilo que é destruído ou que está danificado", garantiu.

https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/nuno-melo-as-foras-armadas-esto-empenhadas-no-apoio-populao
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:45:09 pm »
Há 10 anos já tinhas um conflito na Europa,  no mesmo local,  só não tinha a dimensão/proporções de agora.
E ouve uma corrida ao armazenamento de ambas as partes, Rússia e Ucrânia.
Nós, europeus,  é que estivemos a dormir, no conforto típico de quem vê os conflitos à distância e sem sentir grandes efeitos dos mesmos.
Só que este, entretanto, evolui num sentido em que nos está a doer, para já,  na carteira.
Além de que "abanou" com muitas outras coisas. Um banho de realidade...

A ida à Turquia também pode ter outra leitura.

A de mostrar aos europeus que existe mais vida para lá dos Eurocanards... tal como no caso do F-35.

Com as encomendas recentes e o potencial existente no rearme da Europa, não faz sentido a inexistência (que se saiba) de ajustes nos preços dos caças europeus, tornando-os mais competitivos.

Pois a dimensão do conflito conta. Se em 2014 era visto como uma "escaramuça regional", em 2022 foi uma invasão plena.
Em 2014 muitos líderes europeus achavam preferível manter os laços económicos com a Rússia, em 2022 já não deu para o fazer.

Não esquecer já em 2016 o Obama criticava a falta de investimento na Defesa da Europa. Não faltaram avisos.

Essa falta de investimento levou a que não fosse desenvolvido um 5G europeu.
Os países europeus que entraram no programa JSF, fizeram-no com toda a razão, porque precisavam de substituir os seus caças mais cedo que os que compraram Eurocanards. E para esses países, substituir F-16 por um Eurocanard não fazia qualquer sentodo tecnologicamente.

E hoje em Portugal não é diferente. Não podemos comprar um Eurocanard só porque sim, para não ficarmos atrasados tecnologicamente por décadas.

Se queres uma alternativa ao F-35, e estás com pressa em decidir/a FAP estiver a ser pressionada a comprar alguma coisa que não o F-35, então a escolha é óbvia: KF-21 Block II complementados por Kizilelma - com participação em ambos.
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Exército Português / Re: Notícias do Exército Português
« Última mensagem por CanivetePort em Hoje às 02:36:28 pm »
O que é feito do Regimento de Apoio Militar de Emergência, criado há 10 anos?

Não era para situações como a que estamos a viver?
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