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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 07:23:48 pm »
De longe o meu favorito...

Já me dava por contente com 12 a 14 T2 actualizados usados, de imediato, para complementar os F16, que seriam "esticados" até 2035.

E uma esquadra de T5 novos nessa altura.

Já daria alguma margem de manobra para "poupar" os F16, aumentando significativamente as capacidades da FAP no curto prazo.

Em 2035 teríamos um Top europeu.

E entretanto decidiamos o que fazer relativamente ao F-35 e ao G6.

Como sempre defendi,  não concordo com uma frota única de F35's, por isso considero que o EF T5 seria o ideal para o complementar ou, em caso de não virem,  levar-nos até ao G6.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por LightningBolt em Hoje às 07:03:50 pm »
Nada de novo apenas acrescentar se a trupe circense da le pen e companhia chegam ao poder em 2027 se aliam com os seus financiadores? Pois é... Ou rafale não faz actualizações de software? O f 35 é um risco grande mas é preciso pensar em todas as variáveis.

O mesmo pode acontecer coma Alemanha e o AfP. Como disse o CdM não há solução perfeita. Terá que ser a menos má.

E a menos má será o EF. penso eu de que...
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 07:03:19 pm »
Continuo aguardar as MMPC/EPC, versão "FCM" italiana , preferencialmente.

As EPC/MMPC parecem o FCAS... nunca mais chegam. Só estará disponível na década de 2030 + ?,  e mesmo isso depende de vários fatores políticos, industriais e orçamentais.
As FCX40 podem ser construídas já, e sabemos que serão mais compatíveis com as FREMM EVO.  MMPC FCM para substituir NPO1/2S. FCX40 para substituir fragatas.  8)
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por howlett em Hoje às 06:43:15 pm »
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/avioes-p-3-orion/ curioso de ser ver a opinião há 39 anos
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 06:38:32 pm »
A França nunca aceitará essa realidade.
E não tendo um G5, das duas uma.
Ou desenvolve uma plataforma não tripulada para complementar o RAFALE 5 que considere minimamente capaz.
Ou parte para um G6 em que será líder de projecto.
Aliás,  esse último requisito deve ser o problema recorrente dos projetos em que participa.
As próprias FREMM  só vingaram porque permitiam configurações completamente independentes em muitas áreas.
E a solução do G6 europeu poderá passar por aí.
Uma plataforma comum em algumas características,  como fuselagem,  motores, trens... permitindo redução de custos no desenvolvimento e a criação de alguma "escala" nesses componentes.
E depois a configuração final personalizada pelos participantes do projecto.  Radares, armas, EW...

Alguns requisitos franceses são completamente díspares dos restantes países.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LM em Hoje às 06:38:15 pm »
Continuo aguardar as MMPC/EPC, versão "FCM" italiana , preferencialmente.
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 06:05:26 pm »
Já tinha visto a mudança.  Só cá vim agradecer :G-beer2:
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Mundo / Re: França
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 06:05:13 pm »
Agora são números 'aleatórios', lá seja o que isso signifique.

Talvez para os franceses façam sentido.
Mesmo que tu não goste.

 ::)



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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:00:08 pm »

Uma Fragata de 4300 toneladas não é uma Fragata Ligeira e tem mais do que espaço para ter os misseis em questão. Penso eu de que...

Talvez, eu não sei ao certo. Eu sou da geração de corvetas de 1,300 t  :mrgreen: Mas agora corvetas têm 3000 t ou mais, e as fragatas ligeiras têm 4000 t p'ra cima   :mrgreen:

O meu argumento é que os NSM são mais baratos, mais leves, e com capacidades diferentes. Se vale a pena ter dois tipos de SSM deixo ao critério de quem percebe mais do que eu. Mas parece-me um compromisso útil em termos de armamento e comunalidade, especialmente se o NSM acabar por equipar outros navios mais ligeiros e até outros ramos, ie: NSM Coastal Defense System no Exército e JSM na FAP?
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