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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 07:23:55 pm »
E quando se lê "excepto a França por orgulho da sua indústria", além de orgulho deve ler-se por independência estratégica, por preservação do saber-fazer e por fomento da capacidade de inovação própria. Tivesse a Europa tido um bocado deste "orgulho" e não andávamos todos agora tão apertadinhos.

Não tenho tanta certeza que essa visão vai de encontro à realidade. Tendo em conta o artigo abaixo bem como o estado bem documentado do programa FCAS, parece-me seguro dizer que esse orgulho é mais protecionista do que vanguardista e que tem atirado a França para trás, ao contrário de outros congéneres europeus envolvidos no GCAP que parece estar a correr muito melhor, simplesmente por terem uma abordagem de cooperação industrial mais correcta, realista e mais condizente com a necessidade real de proteção da Europa (em vez de tentarem individualmente monopolizar trabalho e proteger postos de trabalho exclusivamente dentro das suas fronteiras).

Citação de: French Institute of International Relations (IFRI)
In a stark and unsettling assessment, a recent report by the French Institute of International Relations (IFRI) has laid bare the alarming reality of France’s air combat capabilities. Compiled by military experts, including former French Air Force officers, the findings paint a dire picture of a nation struggling to keep pace with the rapidly evolving landscape of modern aerial warfare. France, once a pillar of Western air superiority, now faces a growing risk of strategic irrelevance unless urgent action is taken.


https://theasialive.com/frances-rafale-jets-face-grim-prospects-in-simulated-russian-air-war-strategists-call-for-urgent-upgrades/2025/04/29/?utm_source=chatgpt.com
https://www.ifri.org/fr/etudes/lavenir-de-la-superiorite-aerienne-maitriser-le-ciel-en-haute-intensite?utm_source=chatgpt.com

Artigo original em PDF aqui: https://www.ifri.org/sites/default/files/2025-01/ifri_gorremans_avenir_superiorite_aerienne_2025.pdf

Citação de: French Institute of International Relations (IFRI)
Les raisons du refus d’obstacle français sur la technologie VLO sont
multiples. Les armées françaises et l’industrie de défense française des
années 1990 ont été surprises par l’apparition de la technologie VLO
américaine, et, ayant déjà fait le choix du Rafale, ont minimisé son
importance dans le contexte géopolitique des dividendes de la paix et des
opérations limitées de la période. Cette technologie était également une
vulnérabilité commerciale pour l’export du Rafale, pour laquelle aucune
alternative furtive n’était développable sous court préavis en France. Ce
choix s’est ensuite trouvé conforté par les conflits limités de la période
1995-2022, dans lesquels les capacités du Rafale dépassaient les impératifs
opérationnels des théâtres afghan, libyen et sahélien.
L’asymétrie technologique est désormais franche : les pilotes français
affrontant régulièrement des chasseurs de 5e génération en exercice
interalliés constatent que « la mission de combat contre des chasseurs
furtifs sur Rafale est très difficile à gagner en l’état actuel des capteurs ».
La furtivité radar n’est certes pas suffisante pour obtenir la supériorité
aérienne, mais elle est un atout indéniable, en particulier dans les scénarios
les plus durs, à moins d’accepter des missions de pénétration en basse
altitude, avec un niveau de risque élevé. Elle pourrait aussi devenir un ticket
d’entrée des missions en première ligne


Tradução à cão:
As razões para a recusa da França em abordar a tecnologia VLO são múltiplas. As Forças Armadas e a indústria de defesa francesas, na década de 1990, ficaram surpresas com o surgimento da tecnologia VLO americana e, tendo já optado pelo Rafale, minimizaram sua importância no contexto geopolítico do dividendo da paz e das operações limitadas do período. Essa tecnologia também representava uma vulnerabilidade comercial para a exportação do Rafale, para a qual nenhuma alternativa furtiva poderia ser desenvolvida em curto prazo na França. Essa escolha foi então reforçada pelos conflitos limitados do período de 1995 a 2022, nos quais as capacidades do Rafale excederam os imperativos operacionais dos teatros de operações do Afeganistão, Líbia e Sahel. A assimetria tecnológica agora é clara: pilotos franceses que enfrentam regularmente caças de quinta geração em exercícios combinados consideram que "a missão de combate contra caças furtivos em Rafales é muito difícil de vencer com o estado atual dos sensores".
A furtividade por radar certamente não é suficiente para alcançar a superioridade aérea, mas é um trunfo inegável, especialmente nos cenários mais difíceis, a menos que missões de penetração em baixa altitude, com alto nível de risco, sejam aceitas. Também pode se tornar um passaporte para missões de linha de frente.

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Livros-Revistas-Filmes-Documentários / Re: Bibliotecas Virtuais
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 07:12:31 pm »
A digitalização da Biblioteca Joanina em Coimbra: 8 milhões de euros para 30 mil livros


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Portugal / Re: Sector Ferroviário
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 06:19:17 pm »
Críticas à estação de Leça do Balio: falta de condições preocupa passageiros


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Exército Português / Re: Rangers, Comandos, Paras, etc
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 05:08:23 pm »
Curso de Patrulhas de Reconhecimento e Combate em Profundidade 2025 do 𝐂𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐫𝐨𝐩𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐎𝐩𝐞𝐫𝐚çõ𝐞𝐬 𝐄𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐢𝐬.



Os "Boinas Azuis" serão PA? Não parecem-me Fuzos, já que a tonalidade não é "ferrete".

https://x.com/Exercito_pt/status/2008260191352172940

Também vê-se quatro militares brasileiros.
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 05:06:10 pm »
bom os estados unidos também desceram bastante o seu investimento, estando a cerca de metade do que era na guerra fria em termos percentuais
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Conflitos do Presente / Re: Venezuela
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 05:04:42 pm »
Petróleo desliza com EUA a prepararem-se para receber até 50 milhões de barris venezuelanos



 O barril de petróleo está a negociar em território negativo esta quarta-feira, num dia em que os investidores estão a digerir as mais recentes declarações do Presidente dos EUA, Donald Trump, que diz ter chegado a um acordo para importar crude venezuelano na ordem dos 2,8 mil milhões de dólares. Caso se confirme, o mercado petrolífero pode enfrentar um excedente maior do que já se antecipa.

A esta hora, o West Texas Intermediate - de referência para os EUA – recua 1,09%, para os 56,51 dólares por barril, enquanto o Brent – de referência para o continente europeu – segue a desvalorizar 0,54% para os 60,38 dólares por barril. Durante a sessão desta quarta-feira, o "benchmark" europeu chegou a cair abaixo do nível dos 60 dólares, atingindo os 59,88 dólares. 

 “Tenho o prazer de anunciar que as Autoridades Interinas na Venezuela irão entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade, sujeito a sanções, aos Estados Unidos da América”, escreveu Trump numa publicação nas redes sociais. “Este petróleo será vendido a preço de mercado, e esse dinheiro será controlado por mim, como Presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que é usado para beneficiar o povo da Venezuela e dos Estados Unidos”, acrescentou.

Em causa, de acordo com a Reuters, estão cargas que estavam destinadas para a China. A Venezuela tem milhões de barris em inventário que não tem conseguido esvaziar, devido às sanções impostas pelos EUA em meados de dezembro, que têm impedido a exportação de crude para vários países. Este bloqueio foi uma das formas que Trump encontrou para pressionar o regime de Nicolás Maduro, mas a resitência do Presidente venezuelano acabou por culminar na sua captura por parte das forças norte-americanas no fim de semana. 

No entanto, os analistas antecipam que este volume adicional de petróleo no mercado acabe por ter um efeito diminuto no abastecimento global. "Os volumes são bastante pequenos num contexto mais amplo", explica Ole Hvalbye, analista de commodities do SEB, à Reuters. "Se olharmos para o total das reservas estratégicas de petróleo dos EUA, encontramos 413 milhões de barris. Portanto, comparando isso com 30 ou 50 milhões de barris, os volumes não são muito substanciais", remata. 

https://www.jornaldenegocios.pt/mercados/mercados-num-minuto/detalhe/tensoes-entre-pequim-e-toquio-tiram-gas-as-bolsas-asiaticas
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Conflitos do Presente / Re: Venezuela
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 05:00:45 pm »
Chevron tem frota de 11 navios a caminho da Venezuela para ir buscar petróleo

A petrolífera americana é a única com permissão do Governo dos EUA para operar no país sul-americano. Deverá chegar aos portos de José e Bajo Grande ainda este mês.



 A Chevron, a única petrolífera norte-americana com licença (concedida pelo Tesouro dos EUA) para operar na Venezuela, já está a caminho do país para carregar petróleo bruto de volta para os EUA. A empresa tem uma frota composta por 11 navios, que ruma em direção aos portos de José e Bajo Grande, controlados pelo Governo venezuelano, agora nas mãos de Delcy Rodríguez.

"A Chevron continua focada na segurança e no bem-estar dos nossos funcionários, bem como na integridade dos nossos ativos. Continuamos a operar em total conformidade com todas as leis e regulamentações relevantes", afirmou a petrolífera com sede em Houston, no estado do Texas, em comunicado esta terça-feira, que adiantou esperar chegar aos destinos ainda este mês.

A intervenção militar dos EUA na Venezuela, que culminou com a captura do Presidente Nicolás Maduro, abriu a porta à entrada das petrolíferas norte-americanas no país da América Latina que detém as maiores reservas de crude do mundo. A Chevron beneficia de ser a única empresa do setor no Ocidente que não é alvo das sanções da Casa Branca a quem produza e exporte "ouro negro" de Caracas e, só esta segunda-feira, saltou quase 4% em bolsa, angariando mais de 13 mil milhões de dólares em capitalização bolsista.

 De acordo com os dados recolhidos pela Bloomberg, dos 11 navios a caminho da Venezuela, um já carregou crude e outros dois estão atracados neste momento. Todo o petróleo terá como destino refinarias norte-americanas, incluindo a Valero Energy, a Phillips 66 e a Marathon Petroleum. Enquanto a Chevron continua a carregar petróleo venezuelano, pelo menos outros 12 navios com destino aos mesmos dois portos foram impedidos de atracar devido à forte presença militar dos EUA no mar das Caraíbas.

O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, diz querer reunir esta semana com os grandes executivos da indústria petrolífera para definir os planos futuros do setor, com a entrada de uma nova onde de crude venezuelano.

Na Venezuela, as exportações de petróleo são a maior fonte de rendimento do país. Em dezembro, o volume carregado nos navios para o exterior caiu para o nível mais baixo em 17 meses, devido ao bloqueio implementado pelos EUA, para reprimir o alegado comércio ilegal de petróleo.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/chevron-tem-frota-de-11-navios-a-caminho-da-venezuela-para-ir-buscar-petroleo#loadComments

A vida da Presidente Interina está facilitada, só tem de receber, atestar e devolver os petroleiros cheios. Pode continuar a distribuir a fome pelo povo à vontade!  ::)
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por howlett em Hoje às 04:18:15 pm »
parece que o 01 tá grounded no PXO https://globe.adsbexchange.com/?icao=497cdc , 03 a caminho do PXO https://globe.adsbexchange.com/?icao=497cde
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 04:05:52 pm »
Trump continua "on fire"...
Analisando as últimas declarações relativamente aos países NATO e ao investimento de cada um deles, percebemos que os EUA têm estratégia, desde há muito tempo,  coisa que por aqui (Europa) não existiu.
Deram-nos a corda, e nós fizemos o resto.
Enquanto eles investiam na sua indústria de defesa,  nós seguíamos no sentido oposto.
Com isso, capacitavam também as suas FA's, e nós novamente contrariavamos essa tendência.
Foram-nos tornando comodistas, dependentes, e nós aceitamos armados em espertos,  como se os estivéssemos a "enganar", desviando verbas para outras fantasias.
Agora foi simples,  apenas arranjar alguém no momento certo para puxar o tapete.
Nisso não os crítico.  Nós é que falhamos.
Temo sobretudo pelos meus filhos,  gerações que vão herdar esta triste realidade.
Que se desperte rapidamente.
Deixemo-nos de hipocrisias,  há que reconquistar a soberania que praticamente já não temos e o momento é este.
Para mim este tópico perdeu o sentido no que diz respeito à possibilidade de adquirir o F-35.
Se fico contente? Até certo ponto,  mas preferia que fossem outros os motivos.
Que venha algo europeu rapidamente para substituir os F16.
Insistir no erro é que não nos trará nada.
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