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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 08:43:27 am »
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: A música que vos vai no coração
« Última mensagem por P44 em Hoje às 07:36:05 am »
Engraçado que até o dia chegar o tempo não passa, e depois o tempo voa

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Exército Espanhol / Re: Fotos e Vídeos do Exército Espanhol
« Última mensagem por goldfinger em Hoje às 06:20:16 am »




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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:34:19 am »
Discurso de vitória de Seguro: "Não será por mim que a legislatura será interrompida"
Seguro foi eleito Presidente com 67,12% dos votos. Ventura que obteve 32,88%. Faltam ainda realizar as eleições nas 20 freguesias adiadas devido ao mau tempo e conhecer o resultado de sete consulados.

https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/portugal-escolhe-hoje-novo-presidente
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 12:22:56 am »
Parece que o sistema derrotou o Ventura!!!! 2/3 dos votos!!!!!

"Serei um Presidente de todos, todos, todos os portugueses”, garante Seguro

A segunda volta das presidenciais vai determinar quem será o próximo inquilino do Palácio de Belém: António José Seguro ou André Ventura. Acompanhe os principais desenvolvimentos do dia eleitoral.



https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/mais-de-11-milhoes-de-eleitores-decidem-quem-sera-o-proximo-presidente-da-republica-acompanhe-ao-minuto
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Brasil / Re: Petrobras
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 12:16:48 am »
Namíbia questiona acordo da Petrobras e TotalEnergies para explorarem petróleo

A Namíbia anunciou este domingo que não foi informada, como exige a lei, e, portanto, não autorizou a participação conjunta dos gigantes petrolíferos francês TotalEnergies e brasileiro Petrobras numa licença de exploração ao largo das suas costas.



 A TotalEnergies e a Petrobras anunciaram na sexta-feira terem concluído um acordo para adquirir cada uma 42,5% da licença de exploração PEL104, com uma área de 11.000 quilómetros quadrados na bacia de Lüderitz.

"De acordo com a lei, qualquer transferência, cessão ou aquisição de participações em licenças petrolíferas na Namíbia deve obter a aprovação prévia" das autoridades, recorda o Ministério das Minas da Namíbia num comunicado.

No entanto, "o Governo da Namíbia não foi notificado sobre estes desenvolvimentos, como a lei exige", salienta o ministério. "Na realidade, o ministério soube da existência de um comunicado de imprensa apenas alguns minutos antes da sua publicação" pelas duas empresas petrolíferas, acrescenta.

Segundo o comunicado da TotalEnergies e da Petrobras, a companhia petrolífera nacional namibiana Namcor deterá 10% das ações da licença juntamente com os dois gigantes. A conclusão da transação, referiam as petroliferas, ainda depende da autorização dos órgãos reguladores.

 O interesse pela exploração de depósitos de petróleo e gás ao largo das costas da África Austral disparou nos últimos anos, alimentado em particular por importantes descobertas ao largo da Namíbia.

A TotalEnergies anunciou em dezembro ter concluído um acordo com a companhia portuguesa Galp para a exploração, com uma participação de 40% cada, de uma área que inclui o cobiçado depósito de Mopane, descoberto em 2024 ao largo da Namíbia.

A Galp estimou em abril de 2024 que esta jazida de Mopane tinha um potencial de "pelo menos 10 mil milhões de barris de petróleo".

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/namibia-questiona-acordo-da-petrobras-e-totalenergies-para-explorarem-petroleo
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 11:58:59 pm »
Já vais ter 3 fragatas "high-end" (ideal eram 4, mas...); as ECV estão previstas para quando as BD/VdG já têm de estar substituídas; as EPC/MMPC são "substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica" e nós temos que arranjar dinheiro para mais SSK e, pelos vistos, LPD e "F-35"... em quais apostas?  :mrgreen:

Então para quê Meko A200?

As FREMM EVO substituirão as duas BD e uma VdG.. 2029-2031..?

As ECV substituirão as últimas duas VdG em 2040? Já com 55+ anos?  ??? :o.  As EPC/MMPC serão para substituir os primeiros NPOs em 2041-2043?

Onde cabem as hipotéticas A200?   ??? :conf:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 11:19:15 pm »
Já vais ter 3 fragatas "high-end" (ideal eram 4, mas...); as ECV estão previstas para quando as BD/VdG já têm de estar substituídas; as EPC/MMPC são "substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica" e nós temos que arranjar dinheiro para mais SSK e, pelos vistos, LPD e "F-35"... em quais apostas?  :mrgreen:

Se for mesmo para cumprir os 3,5%...   Puxa aí o livro de cheques e o cartão VISA SAFE sem limites e carência de 10 anos  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LM em Fevereiro 08, 2026, 11:07:37 pm »
Já vais ter 3 fragatas "high-end" (ideal eram 4, mas...); as ECV estão previstas para quando as BD/VdG já têm de estar substituídas; as EPC/MMPC são "substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica" e nós temos que arranjar dinheiro para mais SSK e, pelos vistos, LPD e "F-35"... em quais apostas?  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 08, 2026, 10:50:38 pm »
:arrow: https://x.com/i/status/2012092699260965181

Desconhecia este projeto!  Mas já somos mirones observadores em tanto projetos, que já perdi a conta...  :mrgreen:

Estes ECV vão substituir que navios? As 2 BD? VdG? Não há nada a substituir em 2040-2045.

Este projeto parece que não compete com os EPC/MMPC. Eles são programas diferentes, com objetivos diferentes, para navios de classes completamente distintas. Na verdade, eles são complementares dentro da estratégia naval europeia.

ECV Fragata de 5.000–7.000 toneladas (high‑end combat/ alta intensidade)
Focado em: AAW, ASW, ASuW, C‑UAS, EW, integração de drones, operações de combate de alta intensidade
Entrada em serviço prevista para 2040–2045

A EPC (European Patrol Corvette) ou MMPC é: um navio médio, 2.500–3.500 t, focado em patrulha oceânica, segurança marítima, ASuW ligeiro, presença naval
Capaz de alguma guerra anti‑superfície e anti‑submarina, mas não é um “high‑end frigate”
Entrada em serviço prevista para 2030–2035
É o substituto natural de: NPOs armados, corvetas, fragatas ligeiras antigas, navios de presença oceânica

https://eda.europa.eu/news-and-events/news/2026/01/15/eda-hosts-shipbuilders--signatory-countries-for-new-family-of-warships

https://eda.europa.eu/docs/default-source/eda-factsheets/ecv-hlr-factsheet-1.pdf

Citar
Europe’s most ambitious naval collaboration in decades, the European Combat Vessel (ECV) is a modular, multipurpose
warship designed to safeguard Europe’s maritime security and global sea lines of communication.
Built on a systemsto-the hull approach, it strengthens EU defence cohesion, standardisation and defragmentation,  while remaining fully coherent with NATO targets.
Following the 2024 CARD cycle and the November 2024 Ministerial Steering Board, seven EU Member States—Belgium, Cyprus, Greece, Italy, the Netherlands, Portugal and Spain—signed a Letter of Intent to develop a new ECV class for the 2040 horizon, with the ambition to become a future EU flagship capability. Work is progressing rapidly under the EDA framework, with the harmonised High-Level Requirements already under national endorsement.
Why it matters
• Catalyst for EU naval defragmentation, standardisation and communality
• Reinforces pan-European collective strength and economies of scale
• Bridges future naval missions while modernising European fleets
• Strong European footprint, leveraging state-of-the-art technologies and PESCO initiatives

A multi-domain capable vessel
The ECV will differ significantly from traditional vessels. Prioritizing an open, system(s)-of-systems modular design, it can meet varied operational needs, from protecting critical infrastructure to countering advanced undersea threats, and addressing global challenges at all domains, wherever EU interests call.
Economies of scale, standardisation, industrial cooperation.
A joint procurement approach will enable us to reduce the costs of equipment, training and logistics. It will also enable the development of shared naval schools across Europe, fostering a new generation of crews trained to common standards.
The establishment of common logistics chains will generate synergies, optimize resource allocation and reduce redundancies, thereby strengthening both sustainability and resilience across the European defence ecosystem.
Industrial dimension and economic benefits
By leveraging the combined capabilities of Europe’s leading shipyard consortia and supporting industries, the project will create thousands of jobs, drive innovation and strengthen Europe’s industrial and technological base
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