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Indústrias de Defesa / Re: Leonardo
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:58:40 am »
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Forças de Segurança / Re: Notícias (Forças de Segurança)
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:04:15 am »
Maior sindicato da PSP abandona negociações com Governo e admite protestos
Na próxima semana a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia vai reunir a direção do sindicato para decidir ações de protesto.

https://www.dn.pt/sociedade/maior-sindicato-da-psp-abandona-negociaes-com-governo-e-admite-protestos
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Duarte em Novembro 29, 2025, 11:48:17 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Ghidra em Novembro 29, 2025, 11:41:17 pm »
Essa conversa do VLS é estéril a única coisa importante é capacidade de produção/ compra de mísseis o resto até o d João II pode lançar VLS em contentores... Na guerra actual o que interessa é deteção e comunicação entre unidades. O lançamento de mísseis tanto pode ser de fragatas, submarinos, aviões, navios auxiliares ou sistemas autónomos... Quanto custa encher dois ou três sistemas de VLS? Até podia levar 200 mísseis se só tens capacidade de comprar 32 é um não assunto...

Errado.

O número de VLS numa fragata é importante, pois é o que permite que esta fique em combate durante mais tempo. Se estás a comprar fragatas de 1000M (ou 1500M), não optar por 32 VLS para poupar uns trocos (para depois compensar gastando mais dinheiro em VLS montados em contentores), é só burrice.

Se é para comprar fragatas com apenas 16 VLS, mais valia então optar por modelos mais baratos, tipo Meko A200, e ter nelas 16 Mk-41. Por 3000M, compravas no mínimo 4.

A ideia dos sistemas contentorizados, é reforçar as capacidades existentes. Não é para servir de pretexto para não se investir em navios com mais capacidade.

Usar a desculpa de que vamos comprar poucos mísseis, para dizer que o número de VLS nas fragatas não importa, para depois dizer que se podem usar VLS contentorizados noutros navios (para lançar mísseis que não vão ser adquiridas), é o pico das contradições.

Falar de preços, quando instalar mais 16 VLS quando a fragata está a ser construída sai mais barato do que comprar o mesmo VLS num contentor, não faz sentido nenhum.

Se não temos dinheiro para encher 32 VLS Sylver em fragatas, também não temos para adquirir contentores VLS + mísseis para espetar noutros navios.

Já os USVs, até hoje não vimos nenhum plano para a MGP construir USVs capazes de receber contentores de mísseis. Por outras palavras, poderão não ser uma realidade nos próximos 30 anos.

No fim, preferem uma MGP com fragatas fraquinhas e caras, cuja defesa aérea está dependente de um monte de navios civis? É isso?
Eu não falei que marinha deve adquire fragatas com 16 vls. Mas sim a quantidade de vls não vai contar toda a historia,  contratar fragatas pensando no futuro duas fremm melhor armadas agora e no futuro conseguíramos algumas fremm semi novas mesmo com 16 vls  era fantástico tanto nível de armamento como salto tecnologico dado o preço que Grécia pagou... Quantos  mais armamento vais ter no navio menos navios vais ter o dinheiro não estica... quero ver uma Meko200 totalmente equipada quanto custa? É ver quanto os polacos pagaram por um fragata dita tier 2 já algum tempo. Na minha opinião é necessário ter no mínimo uns 8 navios combatentes dado a nossa zona exclusiva e deixar pensar em ter 2 ou 3 fragatas quase destroyers  que depois pouco conseguem...
se conseguimos ter 2 fremm evo novas + 3 fremm semi novas + algumas EPC era muito bom e totalmente racional com dinheiro disponível não esquecer que existe mais 2 ramos com muito para gastar

VLS em contentores sai mais barato devido que podem trocar de navio é uma vantagens ter em conta.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por saabGripen em Novembro 29, 2025, 11:32:51 pm »
Nem você nem eu.
Deixe lá já somos dois, a não acertar uma. A minha discussão é simples, conforme vê no boneco  (exatamente o que está no boneco) aviões a hélice podem fazer todos os passos de treino exceto o último.
Simples.

P.S. quanto custa um ST a mais que um PC-21? Num contrato recente…

Deve ter sido isso mesmo. Esta a ver os bonecos... vê os dois jatos de treino antes da conversão? É isso...
É ir la atrás ver...

É que não apanhas uma.

Nunca, em lado nenhum, foi dito que a FAP devia ter 2 modelos a jacto para treino.

O que foi dito é que o ST não substitui um modelo a jacto, é demasiado caro para a função do TB-30 (havendo opções muito mais baratas de adquirir, manter e operar), e é suicídio usá-lo em missões de combate real só para poupar uns trocos das horas de voo de F-16, ou para não adquirir UCAVs.

Se querias uma aeronave a hélice que fizesse a função dos TB-30 e Alpha Jet, e que deixasse a conversão operacional para ser feita lá fora, a opção acertada seria o PC-21, que é superior nessa função, mais barato e tem uma logística assente na Europa e interoperabilidade com aliados.

Se querias um modelo a hélice + um a jacto, para ter o treino todo em casa, então o modelo a hélice devia ser mais barato que o ST e PC-21, deixando as etapas mais avançadas do treino para o jacto.

No meio destas 2 opções, escolhemos uma terceira, comprando STs com o pretexto de que é para ir combater em África, e em que a sobrevivabilidade dos pilotos não importa para nada.

Os maluquinhos do PC-21 têm sorte.

Até hoje ninguem perguntou a um deles o porquê de pensarem que um PC-21 é melhor que um A-29.
Será do motor?
Da hélice?
É o quê?
O dc que bote faladura sobre esta questão.
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por MMaria em Novembro 29, 2025, 11:29:25 pm »
P.S. quanto custa um ST a mais que um PC-21? Num contrato recente…

O ST custa MUITO car, basta ver que sua compra (e a do KC) implicou na paralisação de quase todos programas de defesa do país (segundo muitos por aqui).
Sorte que veio o SAFE pra salvar...

  ::)
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Conflitos do Futuro / Re: China/Taiwan
« Última mensagem por Duarte em Novembro 29, 2025, 10:48:37 pm »
Citar
Possiveis impactos em PT:
- queda das exportações (e possivel recessão)
- menor investimento estrangeiro
- redução do turismo (e do qual a economia portuguesa está altamente dependente)
- inflação da energia e bens

Todos estes impactos seriam multiplicados x mil vezes na China, até no turismo. Eles têm dezenas de milhões de turistas todos os anos e o turismo é uma fonte de recitas importante.
10
Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Bubas em Novembro 29, 2025, 10:41:42 pm »
Nem você nem eu.
Deixe lá já somos dois, a não acertar uma. A minha discussão é simples, conforme vê no boneco  (exatamente o que está no boneco) aviões a hélice podem fazer todos os passos de treino exceto o último.
Simples.

P.S. quanto custa um ST a mais que um PC-21? Num contrato recente…

Deve ter sido isso mesmo. Esta a ver os bonecos... vê os dois jatos de treino antes da conversão? É isso...
É ir la atrás ver...

É que não apanhas uma.

Nunca, em lado nenhum, foi dito que a FAP devia ter 2 modelos a jacto para treino.

O que foi dito é que o ST não substitui um modelo a jacto, é demasiado caro para a função do TB-30 (havendo opções muito mais baratas de adquirir, manter e operar), e é suicídio usá-lo em missões de combate real só para poupar uns trocos das horas de voo de F-16, ou para não adquirir UCAVs.

Se querias uma aeronave a hélice que fizesse a função dos TB-30 e Alpha Jet, e que deixasse a conversão operacional para ser feita lá fora, a opção acertada seria o PC-21, que é superior nessa função, mais barato e tem uma logística assente na Europa e interoperabilidade com aliados.

Se querias um modelo a hélice + um a jacto, para ter o treino todo em casa, então o modelo a hélice devia ser mais barato que o ST e PC-21, deixando as etapas mais avançadas do treino para o jacto.

No meio destas 2 opções, escolhemos uma terceira, comprando STs com o pretexto de que é para ir combater em África, e em que a sobrevivabilidade dos pilotos não importa para nada.
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