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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 03:16:04 pm »

E quem é o cliente?
Bem isto ainda está na fase do rumor mas além dos países do consórcio todos os querem um caça mais pequeno que o GCAP.

Seria apenas a Alemanha e a Suécia inicialmente. Dúvidas se a França e a Espanha vão fazer parceria e desenvolver juntas o FCAS, ou se também há "divórcio".

Outros países, já não são assim muitos, até porque não há planos da maior parte dos operadores de F-35 operarem um segundo modelo de avião. Mas talvez isto mude, não se sabe. A Polónia provavelmente vai estar de olho.

Portugal é aquela coisa, se comprarmos caças novos nos próximos anos, nenhum governo vai sentir-se inclinado a investir novamente em caças pouco tempo depois.

A Alemanha e a Suécia querem aviões muito diferentes. Por agora o que temos é a Saab a ter acesso a tecnologia wingman da Airbus para colocar no Gripen.
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Exército Português / Re: Drones no Exército
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 03:08:12 pm »
Foi um curso para pilotos do Exército. Faz sentido que o Exército tenha adquirido alguns, apesar de não ter a certeza disso. Na verdade foi com surpresa que li a noticia, porque da última vez que li algo sobre o assunto, falava-se em adquirir os Elanus nacionais.
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Exército Português / Re: Panhards ULTRAV M11 no Exército substituir ou upgrade ?
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:01:28 pm »
Se a capacidade anfíbia for considerada essencial, existem 2 grandes opções:

-O Otokar Cobra é uma opção 4x4 com capacidade anfíbia. Cumpre.

-O BvS10 é de lagartas, mas também é anfíbio e apresenta vantagens em termos de configurações e maior adaptabilidade à futuro da missão de reconhecimento.

Se a capacidade anfíbia não for necessária, mais ST5 deve bastar.

Eu apostaria nos BvS. São amplamente usados por vários países aliados, têm uma logística assente e provas dadas, e muito boa capacidade todo o terreno.

O facto de ser um veículo articulado em que a secção rebocada é altamente configurável, permite receber sensores de vigilância do campo de batalha, equipamento de guerra electrónica, lançador de drones de reconhecimento ou lançamento de loitering munitions, oferecendo a qualquer EREC capacidades mais robustas.

A missão de reconhecimento mudou, portanto os veículos usados para esse fim também devem mudar.
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Exército Português / Re: Drones no Exército
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:48:14 pm »
Uso de plataforma de lançamento e sistema de armas HERO-30 no decurso do Primeiro Curso de Operador Avançado de "loitering munitions" realizado pelo Regimento de Artilharia N.º 5 (RA5) do Exército Português, em Dezembro de 2025. Mais info e fotos https://espada-e-escudo.blogspot.com/2026/01/exercito-portugues-realiza-primeiro.html






Modelização digital HERO-30 via UVision

Foram adquiridos Hero-30? Ou foi a Uvision que os trouxe num exercício?

Não me recordo de ver nada acerca de tal aquisição.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:44:23 pm »
A mim parece-me que os Leopard vão ser para a Brigada Média, uma espécie de substituto espiritual dos V-150. Basicamente absorve funções de "direct fire support", e não tanto a função de CC clássico, que segundo muitas opiniões, vai tornar-se menos usual.

O Exército talvez tenha percebido que não haviam grandes chances de voltar aumentar o número de CCs, e como tal achou que não fazia sentido adquirir um blindado dedicado ao apoio de um número tão reduzido de CC.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:30:08 pm »
O problema é que não existe um plano real para resolver o problema, nem uma avaliação séria das opções. Vai tudo ao sabor do vento, e no fim nada se resolve.

Neste momento, nem sequer está assente em cimento a quantidade de aviões que se pretende. Nem o real estado de cada uma das células F-16.

Nem sequer se equacionou ainda uma verdadeira solução Tier 2, com os KF-21 Block II, que serão ao que tudo indica mais baratos que os 4.5G europeus, com maior sobrevivabilidade, com real potencial de envolvimento nacional no programa.

KF-21 Block II, que se adquiridos em 2030, podiam operar até 2055/60 (25-30 anos), e substituídos por um 6G europeu já consolidado nessa altura.

Em teoria, também será mais fácil revender os KF-21 quando fossem substituídos pelos 6G, algo que não se aplica à maioria (ou mesmo nenhum) dos 4.5G europeus.

Esta não sendo uma solução ideal, sempre é melhor do que comprar caças novos com limitações operacionais, e que ainda por cima são mais caros.
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 02:24:50 pm »
O Moskva foi afundado por um míssil Neptune

Certo. Mas isso só depois de o seu radar ter sido atacado por drones, ficando 'vesgo'....

Não, quanto muito terá estado um TB-2 por perto para ISR
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 02:16:38 pm »
Citar
Em resposta à forte pressão feita pelo presidente Trump, não apenas em termos econômicos (tarifas), mas também em termos territoriais, com Trump querendo anexar o Canadá, o primeiro-ministro canadense fez aquilo que já era esperado: se aproximou da China.

 :arrow: https://x.com/hoje_no/status/2012133139599311334
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Portugal / Re: Relações Externas de Portugal
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 02:04:01 pm »
Volto a publicar e aguardo respostas inteligentes. Digam que é tudo mentira, ou que é verdade, ou que não sabem...mas digam algo de sério.


Quem fez o video podia escrever um bom livro com base nesta narrativa. Nem deve andar muito longe da verdade do que se passa/irá acontecer.
Mas não tomem isto como a verdade.

PS: Não sabia que o Richard Wolff falava tão bem Português e aqui e ali com um sotaque brasileiro  :mrgreen:
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Portugal / Re: Reformar e Modernizar as Forças Armadas
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 01:58:38 pm »
Mas quais são afinal as defesas do Porta Drones do Gouveia e Melo? Se as fragatas são o que são...  ::)



Saudações

P.S. E ainda bem que no Porta Drones e os Abastecedores não têm lobbys.  :mrgreen:



O D. JOão II é um navio civil, nos fins e na construção. Logo, teoricamente falando, em caso de conflito ficará muito sossegadinho  no Alafeite. E se sair do porto de abrigo terá como defesas apenas aquelas que tiverem os escoltas que o acompanharem. 
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