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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Japão
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 10:50:02 pm »
10milKM Regresso Japao S1 E007 - Vocabulário e Luís de Fróis


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Indústrias de Defesa / Re: Programa Espacial Brasileiro
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 10:36:33 pm »
INPE anuncia contrato de lançamento para missão Amazonia-1B
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o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) assinou  contrato com a empresa norte-americana SpaceLaunch para os serviços de lançamento do satélite Amazonia-1B, previsto para 2027.

O lançamento será realizado a bordo do veículo Vega-C, da Avio, a partir do Centro Espacial Europeu em Kourou, na Guiana Francesa.

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https://www.gov.br/inpe/pt-br/assuntos/ultimas-noticias/inpe-anuncia-contrato-de-lancamento-para-missao-amazonia-1b

Sds
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 10:31:15 pm »
Não se trata de separação,  mas sim de independência.
E isso implica autonomia.
E para lá chegarmos é necessário união dentro da Europa e opções fora dela.  Não apenas uma.
E se o nosso principal aliado não aceita isso,  já começamos mal.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Espaço
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 10:27:14 pm »
Agnibaan: o PRIMEIRO MOTOR de foguete MONOLÍTICO impresso em 3D (a revolução espacial)


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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:22:23 pm »
Portugal to procure 90 Boxer 8x8 APCs via European SAFE program to form new medium brigade.

https://www.armyrecognition.com/news/army-news/2026/portugal-to-procure-90-boxer-8x8-apcs-via-european-safe-program-to-form-new-medium-brigade

Citar
Within the Portuguese Army, the Boxer is intended to form the backbone of a medium brigade that will operate alongside Pandur II 8x8 armored vehicles and Leopard 2A6 main battle tanks. Initial planning foresees the introduction of Boxer vehicles between 2026 and 2030, covering battalion headquarters, infantry companies, formations operating alongside Leopard tanks, and air defense batteries. A second phase between 2030 and 2040 is expected to extend Boxer use into combat support and service support roles, further broadening its presence across brigades. From 2045 onward, the Boxer is planned to become the primary vehicle of the medium brigade, marking a long-term shift toward a standardized wheeled armored fleet. Parallel to the Boxer introduction, Portugal plans to upgrade its Leopard 2A6 tanks to the Leopard A7+ standard to address obsolescence affecting the hull, turret, and powerpack.

@DC segundo este artigo, parece que os 90 Boxer iniciais serão para equipar:
Até 2032
1 BIMec -/+ 50? O atual BIMec pesado?
1 ou mais? Btr AAA 12 -16? Skyranger, RapidRanger em Boxer?
? unidades para "operar ao lado dos Leopard 2"  (ERec? CAtMec? ambos?)

Enter 2030 e 2040 Equipará o BEngCombate da Brigada Média, BApAvcs
Ate 2045 os 3 BI

Citar
Planned air defense includes short-range Thales RapidRanger batteries, initially contracted in 2024 with options for additional Ground Master 200 radars and launchers, complemented by a Land Force 2045 objective to acquire three additional short-range batteries and a medium-range air defense battery under the European Sky Shield Initiative, with the IRIS-T SLM identified as the reference solution. Indirect fire capabilities are set to expand through the acquisition of 120 mm heavy mortars, 12 URO VAMTAC ST5 4x4 armored mortar carriers, and 36 CAESAr Mk2 155 mm self-propelled howitzers, with deliveries split evenly between 2029 and 2030.

Ground maneuver and support assets include about 230 new 4x4 armored vehicles to replace the cancelled JLTV program, two Bergepanzer BPz3 Büffel recovery vehicles, and two Panzerschnellbrücke 2 bridge layers. Additional assets include military bridges, MineWolf demining systems, and light mobility vehicles for rapid reaction units. Aviation and unmanned capabilities cover three UH-60 Black Hawk helicopters with an option for a fourth airframe, Hero 30 loitering munitions, multiple surveillance drones, portable anti-drone guns, and new ground surveillance radars. Logistics and sustainment investments include medium tactical trucks with armored cabins, island-deployed trucks, a 6x6 tank truck, inflatable diesel storage tanks, and a Role 2B military field hospital planned for delivery by 2026
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 10:21:06 pm »
Bom trabalho!
É o meu desejo.
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: O melhor caça da Luftwaffe em 1944?
« Última mensagem por Apone em Hoje às 10:12:14 pm »
Do Junkers Jumo 211 ao Jumo 213 (Episódio 2)

A Junkers Flugzeug und Motorenwerke AG (Junkers Aviões e Motores SA) não necessita de apresentações, sendo um dos grandes pioneiros da aviação com um extenso currículo na produção de aviões e tecnologias de sucesso mundial.  Nos anos 30 desenvolveu e constituiu a espinha dorsal da força de transporte (o eterno Junkers Ju 52) e de bombardeiros da Luftwaffe (o Junkers Ju 87 Stuka e o polivalente Ju 88, um dos aviões mais versáteis da história).  Mas outra particularidade da empresa Junkers residia na capacidade de desenhar e produzir os seus próprios motores (coisa rara), a família Jumo.  Sem nos estendermos em demasia, vamos relembrar o motor Jumo 211, simplesmente o motor alemão de maior produção (quase 70000 exemplares), que equipou não só o Stuka e o Junkers Ju 88 mas também outro bombardeiro médio de grande sucesso, o Heinkel He 111. 

Outro Fw 190D-9 acabado de sair da linha de produção, neste caso não das fábricas da Focke-Wulf mas da Fieseler em Kassel-Wildau.  De realçar o eficaz padrão de camuflagem em tons de cinza que se viria a tornar comum nas décadas seguintes (e até os dias de hoje) nos caças de superioridade aérea.  Este exemplar está também equipado com um tanque de combustível ventral de 300 litros. 


O Jumo 211 era um V12 invertido de 35 litros e 1100-1200cv de desenho convencional com compressor (supercharger) de duas velocidades e taxa de compressão relativamente baixa.  Curiosamente tinha apenas 3 válvulas por cilindro, duas de admissão e uma de escape – ao contrário de quase todos os seus concorrentes.  Muito fiável e robusto, era o motor ideal para toda uma geração de bombardeiros.  Enquanto isso, o motor DB 601 da Daimler-Benz, ligeiramente mais avançado, ficava reservado para os caças Bf 109 e Bf 110.  Até aqui, tudo normal.  Mas os engenheiros os Junkers – como todos os engenheiros – continuaram a aperfeiçoar e a testar pequenas evoluções e melhoramentos no Jumo.  O enorme volume de produção do motor permitia á Luftwaffe aceitar (e financiar) de bom grado essas melhorias.  O grande “salto” ocorreu com a introdução do sistema de arrefecimento líquido pressurizado (tal como o DB 601), que aumentava a eficiência e, por consequência, a potência (mais rotações sem sobreaquecimento) ao mesmo tempo que permitia reduzir o volume do radiador.  Com mais umas alterações no compressor, para acompanhar o aumento das rotações, a potência subiu para uns respeitáveis 1340cv.  Mas, mesmo assim, os técnicos da Junkers não estavam satisfeitos…     


Se a eficiência do arrefecimento era tão substancial porque não redesenhar e diminuir as dimensões do bloco?  E assim foi.  Mantendo as mesmas dimensões dos cilindros e pistões (os mesmos 35 litros) foi possível diminuir as dimensões externas (melhorando ainda mais a eficiência volumétrica e energética) e com o reforço da cambota e aumento da pressão do compressor a potência subiu, com fiabilidade, para uns impressionantes 1750cv!  Estava revelado o Jumo 213.  Nada mau para um motor com compressor simples (uma etapa), 3 válvulas por cilindro e taxa de compressão de 6.5 para 1.

O Junkers Jumo 213, o principal responsável pela óptima prestação do “Dora”.  A Luftwaffe planeava usar este motor em toda uma série de projectos avançados, desde o bombardeiro Ju 388 até ao caça nocturno Focke-Wulf Fw 154 Moskito.  Mas a necessidade de continuar a produção do Jumo 211 e o desenvolvimento demasiado prolongado atrasaram estes planos.  Quando finalmente a produção do Jumo 213 arrancou em força, em meados de 1944, a guerra estava completamente perdida. 


Na Focke-Wulf, o engenheiro-chefe Kurt Tank, o “pai” do Fw 190, rapidamente apreciou o potencial deste motor e não perdeu tempo em o adaptar, com o mínimo de alterações, ao seu Fw 190.  Podíamos preencher vários episódios com o interessante percurso técnico de testes e desenvolvimento que levou á criação do Fw 190D-9, geralmente conhecido como “Dora” ou “Dora-9”, mas vamos apenas nos focar no papel do “cliente”, ou seja, da Luftwaffe.  O Verão de 1944 estava a ser traumático para o terceiro gruppe da JG 54, comandado pelo Capitão Robert Weiss.  Depois de vários meses em 1943 e 1944 a patrulhar a zona costeira no Norte da Alemanha e da Holanda, a invasão da Normandia obrigou a unidade a deslocar-se de emergência para França onde, durante Julho e Agosto, os pilotos da JG 54, equipados com Fw 190A-8, sofreram pesadas baixas, tanto no ar como em terra.  A pressão dos ataques aliados era completamente asfixiante.  Em meados de Agosto os poucos pilotos restantes receberam ordens para retirar para Oldenburg na Saxónia para descansar e recuperar.  Podemos imaginar que o “clima” e o moral entre pilotos e pessoal da JG 54 não era o melhor.

Apesar das baixas, os pilotos da Jagdwaffe adoravam o compacto Fw 190A-8; rápido, manobrável, muito bem armado e fácil de lidar.  E quando a 20 de Setembro chegaram os primeiros quatro Fw 190D-9, com aquele “nariz” alongado, proporções estranhas e equipado com um “motor de bombardeiro Jumo”, a recepção foi, para dizer o mínimo, pouco entusiástica!  No entanto, nessa mesma tarde Weiss e quatro dos seus pilotos experimentaram os “langnasen” e rapidamente mudaram de opinião.  O “Dora” era mais rápido em todas as situações, incluindo na subida, e era capaz de manter curvas mais apertadas em potência.  Poucos dias depois, Weiss abateu um Spitfire PR XI de reconhecimento a grande altitude, a primeira vitória atribuída ao “Dora”.  A excelente velocidade do Fw 190D face ao 190A não se devia apenas ao motor Jumo 213 (a baixa altitude o BMW 801 era quase igual em potência); o perfil mais estreito (e longo) do Jumo reduzia o volume frontal do avião e diminuía substancialmente o arrasto aerodinâmico.

Esta expressão do Capitão Robert Weiss, comandante do terceiro gruppe da JG 54 e primeira unidade a receber o “Dora”, poderia retratar bem o espanto e desconfiança perante o aspecto pouco convincente do novo caça da Luftwaffe.  O avião rapidamente ganhou a alcunha de “langnasen”, ou narigudo…   


Agora o OKL (Oberkommando der Luftwaffe) ou Estado-Maior da Força Aérea, exigia prioridade á produção do “Dora” para equipar as unidades de caça o mais rápido possível.  Três factores contribuíram para acelerar a produção; o “Dora” era uma versão de um avião já existente com linhas de produção bem estruturadas, o Jumo 213 era também uma evolução do Jumo 211 e, por último, a eficiência da industria aeronáutica alemã.  Ás fábricas da Focke-Wulf em Cottbus e Sorau juntaram-se a Weser Flugzeugbau em Nordenham, a Fieseler Werke em Kassel e a Mitteldeutsche Metallwerke (Mimetall ou MME) em Erfurt-Nord.  Outra empresa parceira de longa data da Junkers, a ATG em Leipzig e também a Siebel em Halle juntaram-se a este comité, o Sonderausschuss F4.  Assim, aos 40 “Dora” produzidos em Sorau em Setembro, seguiram-se 70 em Outubro e 142 em Novembro.  A Fieseler começou a produzir em Outubro, com 41 unidades entregues até ao fim do mês.  No total, 336 Focke-Wulf Fw 190D-9 chegaram á Luftwaffe até ao fim de Novembro e 716 até ao fim do ano.  A produção atingiu o pico em Janeiro de 1945, com 1030 aviões entregues (já com a participação da MME). 

As coisas pareciam bem encaminhadas, pelo menos do ponto de vista da produção.  Seria suficiente?...

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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:09:41 pm »
Boxer 8X8 para Portugal

https://tecnodefesa.com.br/boxer-8x8-para-portugal/

Citar
alguns dos M113 mais antigos não serão sucateados, pois está previsto que sejam convertidos em veículos robóticos controlados remotamente para uso como plataformas de apoio logístico e evacuação médica.

Isto bate certo com o plano FT2045 e o que sabemos... e fica explicado, pelo menos parcialmente, quais a versões de apoio do Boxer. Serão M-113 robotizados.  :mrgreen:
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Portugal / Re: Guerra total NATO-Rússia
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 10:03:52 pm »
Um artigo num site russo. Os comentários são interessantes c56x1

"Our mission is to be an eastern sentry": Portugal is creating a brigade against Russia.

https://en.topwar.ru/277064-nasha-missija-vostochnyj-chasovoj-portugalija-sozdaet-brigadu-protiv-rossii.html
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