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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por LightningBolt em Hoje às 02:12:59 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.

  :mrjamaicacharrostyle: caaaalmaaaa... o supertucano resolve  :mrgreen: :G-beer2:

p.s.: ler este comentário ao som de Bob Marley... "Singing: Don't worry about a thing (Worry about a thing) Every little thing gonna be all right
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 12:49:06 am »
Não me parece.

Pois, também me parece que não há estações para tal. O que é uma vulnerabilidade em operações próximas da linha da frente
O que consideras "próximo da linha da frente"?
É comum o reabastecimento nessa proximidade?
Abraço

"Próximo da linha da frente" refere-se à possibilidade de ter de actuar dentro do raio de acção dos meios AA das forças opositoras, sejam eles disparados a partir de meios terrestres, navais ou aéreos.. Não esquecer o crescente aumento do alcance dos mísseis ar-ar...

Exacto. Com mísseis ar-ar a terem cada vez mais alcance, ainda mais quando consideramos bestas como o AIM-174B, um avião desta dimensão nunca poderia estar perto da linha da frente.

Isto aplica-se especialmente a uma possível variante AEW do C-390, cuja sobrevivabilidade está em causa contra adversários com caças que possuam mísseis de longo alcance.
Se uma aeronave AAR ainda pode operar a 500+ km da linha da frente, um AWACS a esta distância perde a utilidade.

Daí defender MQ-9 ou Eurodrone em variante AEW como alternativa.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 12:36:57 am »
Se os EUA se mostrarem hostis com a Europa (rezemos que o laranja seja posto no olho da rua antes disso), só vai haver incentivo para acelerar os programas 6G, e provavelmente surgirão outros programas de primeira linha.

Os Eurocanards são inconsequentes. Produzir mais uns quantos não vai mudar nada no equilíbrio de forças. Adiar o desenvolvimento dos 6G para produzir mais eurocanards, seria um erro tremendo.

Até acho mais provável que dê aos países europeus uma de "a necessidade aguça o engenho", e se comece a acelerar o desenvolvimento de novos caças.
Mesmo que não surja logo um 6G, pode surgir um 5G, com tecnologia conhecida, que usa motores já em uso (os EJ200 dos Typhoon por exemplo), e que saísse dali um rival bimotor do F-35, usando know-how absorvido pelas nações/empresas que participaram no desenvolvimento deste último.
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 12:20:01 am »
Para os que creem na tal "Ordem Mundial Baseada em Regras", um poco de realidade fora da bolha.
Um sincericidio por um de seus actores, agora que a coisa não lhes vai tão bem assim:

Never thought we would hear this level of honesty from a Western leader, and certainly not Canada, given the direction of Canada in the past 25 years.

Canada's shift towards multialignment is quite clear - and this level of honesty from Carney on Western "fiction" about the old order will be warmly welcomed in much of the Global South:

"We knew that the story about the rules-based order was partially false...

We knew that international law applied with varying rigour depending on the identity of the accused and the victim.

This fiction was useful... So we placed the sign in the window. We participated in the rituals.

And we largely avoided calling out the gaps between rhetoric and reality.

This bargain no longer works. Let me be direct. We are in the midst of a rupture, not a transition...

You cannot live within the lie of mutual benefit through integration when integration becomes the source of your subordination."


Está o vídeo: https://x.com/tparsi/status/2013677260956402059

Claro, os inocentes sempre podem argumentar "Ah... isso é IA..."

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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por dc em Hoje às 12:10:46 am »
Assim por alto:

- Reforço dos meios do corpo de Fuzileiros, a todos os níveis
- Reforço dos meios da Engenharia de Combate
- Renovação profunda dos meios de comunicações do Exército
- Artilharia de campanha: 36 Caeser adicionais
- Viaturas especiais lança-pontes, de recuperação, logísticas de diversos tipos
- Equipamentos de visão noturna em quantidades que se vejam


Por agora é só....

Só discordo dos CAESAR. Era dinheiro melhor gasto em MLRS.

1. Marinha — 3,55 mil milhões de euros

2 fragatas (classe FREMM EVO)
Custo: 1,8–2,0 mil milhões de euros

3 MMPCs (família EPC) *   ou possivelmente SAMP/T para a FAP
Custo: 750–900 milhões de euros

1 novo submarino (SSK) totalmente financiado + 1 opção
Custo: 900 milhões de euros

Candidatos: Type 214/212CD, Scorpène, HDS-1500

Pacote USV/UAV
Custo: 80–120 milhões de euros

Subtotal da Marinha: 3,55 mil milhões de euros

2. Exército — 1,15 mil milhões de euros

1-2 baterias MLRS (K239 Chunmoo)
Custo: 225M a 450M de euros
6-8 ou 12–16 lançadores
Apoio de fogo profundo apoiando ambas as brigadas FT2045


Sistema de defesa antiaérea em camadas (IRIS-T SLM + Stinger ou Mistral/Skynex)
Custo: 400–500 milhões de euros
Médio alcance + SHORAD/C-RAM
Função: defender Lisboa, bases-chave e brigadas destacadas

Contra-UAS + Guerra Electrónica
Custo: 150–200 milhões de euros
Sistemas de proteção de brigada e de base

Mobilidade Protegida (Boxer)
Custo: 150–200 milhões de euros
mais Artec Boxer
Função: colmatar as restantes lacunas de mobilidade na frota Boxer

Subtotal do Exército: 1,15 mil milhões de euros

3. Força Aérea — 800 M€
Aeronaves de Patrulha Marítima (MPA)
Custo: 250–350 milhões de euros
ATR-72 MPA ou Airbus A320 MPA

UAVs MALE
Custo: 200–300 milhões de euros
Eurodrone ou Falco Xplorer


Entrada no programa de caças
Custo: 200–250 milhões de euros
Rafale / Eurofighter / Gripen E / KF-21

SAMP/T. 800-900M. *. em lugar dos MMPC da Marinha

Subtotal Força Aérea: 800 M€. (ou 1,7MM)

EMGFA, projetos transversais aos ramos, uso comum — 300 M€

Produção de munições
Custo: 100–150 milhões de euros
155 mm, 120 mm, 40 mm, armas ligeiras

Modernização da MRO naval e aérea
Custo: 120–150 milhões de euros
Manutenção para fragatas, MMPCs, SSKs, MPA

Infraestrutura conjunta C4ISR
Custo: 50–80 milhões de euros
Rede de comando segura e interoperável com a NATO

Subtotal Transversal: 300 M€

Total do SAFE 2.0: 5,80 mil milhões de euros

Muitos desses valores não são realistas. Muitos nivelados por baixo, outros muito longe da realidade.

Por exemplo os MPA, com 800M compras no máximo 3 A321 MPA, quando a FAP precisaria entre 5 e 11.

O ATR-72MPA é fraquinho e não oferece muito mais do que o C-295 MPA.

Entrada num programa de caças por 200-250M paga 1 avião/avião e meio.

Já na proposta do SAFE 3.0, não faz sentido nenhum ter comprado 4.5G usados + modernização, e depois ir comprar 4.5G novos, vá-se lá saber porquê, e ainda entrar num programa 6G.

Parece que a cada 5 anos estamos a comprar caças.  :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 12:01:00 am »
Vamos vender a Angola?
https://www.facebook.com/share/r/1Bpf5ELfWT/

Vender????? Muito me espantaria.....mais uma linha de crédito que passados uns anos é esquecida!
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 20, 2026, 11:47:47 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Janeiro 20, 2026, 11:45:52 pm »
Existem várias composições a ter em conta:

-4 FREMM EVO
-3 FREMM EVO + 2 FREMM ASW usadas
-5 FREMM EVO (segundo lote com possíveis variações nos VLS)
-3 FREMM EVO + 3 ASW usadas
-3 FREMM EVO + 4 FREMM usadas (2 GP e 2 ASW)
-3 FREMM EVO + 2 PPA EVO AAW
Nestes casos complementadas por 3/4 EPC LRM, substitutas dos NPO 1S e 2S.

Ou:
-3 FREMM EVO + 3 EPC FCM + 4 EPC LRM
-3 FREMM EVO + 4 EPC FCM + 3 EPC LRM
-3 FREMM EVO + 5 EPC FCM
-4 FREMM EVO + 4 EPC FCM
-4 FREMM EVO + 5/6 EPC intermédias

Vai depender de orçamentos, ambição e que haja pessoal suficiente.

As EPC intermédias estariam em termos de equipamento entre as FCM e as LRM. Radar mais barato, metade dos VLS, trocavam o CIWS de mísseis por CIWS de canhão, SSM opcional/FFBNW ou SSM mais barato, sonar rebocado mais barato.


As hipóteses em segunda-mão ganham força se resolvermos avançar com a substituição definitiva dos F-16 na década de 30 por F-35 com uma frota única. Caso a opção seja por caças 6G na décadade 40, é aconselhável a compra de navios novos na década de 30, para evitar uma situação em que teria que se pagar pelos 6G mais a substituição das FREMM usadas.

Agora escolham o vosso veneno.
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Exército Português / Re: Notícias do Exército Português
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 20, 2026, 11:25:37 pm »
Não tenho qualquer dúvida de que capoto com xps é uma má ideia,  mas não foi isso que eu escrevi. O meu conhecido não colocou capoto para não desqueratizar o edifício. Ele só colocou no telhado as placas de xps de 10 cm e mlr nos tetos falsos.

Xps - placa de chão e telhado.

Eps - paredes

Cortiça - o meu sonho de consumo, mas não há dinheiro para isso.
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