Confirmação oficial não há, apenas a notícia da Shepherd Media, que baseia-se em afirmações dum oficial general Português, comandante da BrigInt e não em afirmações de um qualquer bloguista de defesa. Estes devem saber a diferença entre um APC e um IFV julgo eu... Se não fosse uma empresa média do ramo da defesa talvez eu acreditasses na hipótese de haver equívoco na terminologia APCvs IFV. Neste caso acho pouco provável ser o caso.
Portugal plans to buy 90 ARTEC Boxer 8x8 armoured personnel carrier (APC)/infantry fighting vehicle (IFV) platforms through the EU’s Security Action for Europe (SAFE) initiative as part of a wider transformation of army equipment.
isto para mim implica que o BIMec Pesado/ Agrup. Mec. terá a versão Boxer VCI com RCT30 e outras versões de apoio. Porquê?
- requisitos e uniformização NATO.
- financiamento e regras SAFE, vamos comprar o mesmo que outros países.
- não faz qualquer sentido virem apenas VCI RCT30. Só faria sentido se fosse para usar as Pandur nestas versões... mas isto é muito improvável: os BI Mec Pandur ficavam sem esta viaturas, ficávamos com estes BI ainda mais incompletos do que já estão. O programa MLU Pandur refere: sistemas de armas, blindagem, eletrónica/ C2, etc.. não em reconversão de APCs Pandur em outras versões.
- É para formarmos uma brigada média completa para a NATO. Não uma mistura de unidades sem viaturas em versões necessárias. Isto já temos.

- O número de 90 Boxer segue os padrões de um BI de brigada média da NATO
A distribuição mais realista mantém-se:
VCI (RCT30 IFV) pelo menos 42-45. 13-14 por CAtMec.
Veículo Blindado Boxer em outras versões: logística, morteiros, C2, ambulância, recuperação, comando, etc.
É exactamente assim que a Lituânia, a Alemanha e o Reino Unido estruturam os seus batalhões equipados com Boxer.