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Portugal / Re: Sector Rodoviário
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 04:35:03 pm »
T3 E01 Plataforma portuguesa resolve maior dor dos motoristas Uber e Bolt em Portugal


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Mundo / Re: Mobilidade
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 04:06:08 pm »
Metro de Viena: raves, encontros e o coração subterrâneo da cidade 🚇


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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:04:39 pm »
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New renders of Italy's upcoming FREMM-EVO project.





Oxalá venham mesmo nesta configuração com 32 VLS de origem!!!
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Marinha Portuguesa / Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:57:30 pm »
Meios anfíbios novos neste momento parece-me que só fazem sentido depois de se ter contratada a construção de algum tipo de navio anfíbio.

Até lá, existem mais prioridades de reequipamento nos Fuzileiros.
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:55:18 pm »
E valerá a pena trocar VLSs por capacidade de sobrevivência?

Mantenho que adoraria ver 3 a 4 KSS-III Batch II ao serviço da MdG. Só perguntaria de antemão se a integração de Teseo Mk2/E nos VLS seria possível.

Estou muito longe de ser um especialista em submarinos.
Dito isto, não conheço razões pelas quais a capacidade VLS anula ou é trocada por capacidade de sobrevivência.

A minha preferência pessoal prende-se com 3 fatores:
- Parceria/tech transfer com a RoK.
- Falta de capacidade de slots para construção de subs europeus nos anos vindouros.
- Flexibilidade operacional/capacidade de disuassão oferecida por submarinos com VLS.

O factor mais importante para preferir subs sul-coreanos a europeus, é essencialmente o preço.

Ainda para mais quando os subs sul-coreanos com VLS, são ainda assim mais baratos que subs europeus mais pequenos e sem VLS.


Agora, a questão dos VLS em submarinos tem que ser debatida com base na globalidade da MGP, isto é, se o ramo vai ter VLS suficientes nas fragatas para AAW e ainda land-attack.

Se as FREMM EVO vierem com 32 VLS, 8 dos quais forem Sylver A70, então deixa de ser estritamente necessário ter submarinos com VLS para land-attack.
Se as FREMM EVO não tiverem capacidade land-attack de longo alcance, nem as supostas EPC, seria necessário usar submarinos para esse fim, com os VLS.

Também é possível que no futuro se arranjem sistemas contentorizados de lançamento dos ditos mísseis, mas é preciso força de vontade e navios com espaço.
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Marinha Portuguesa / Re: Mísseis anti-navio futuros na Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:35:15 pm »
Este é um tema mais complexo do que parece.

Envolve mísseis lançados pelos combatentes de superfície, possíveis mísseis lançados de módulos contentorizados, mísseis lançados de submarinos, mísseis lançados de helicópteros embarcados, e ainda opção ou não por um binómio de mísseis subsónicos e supersónicos.

Depois no caso dos combatentes de superfície, temos a questão dos lançadores. As FREMM EVO vindo equipadas com Teseo Mk2E, e limitadas aos lançadores Sylver, não têm espaço para lançar mísseis maiores.

Já se sabe o lançador que é suposto ser usado para o Stratus nas duas versões? Se alguma das variantes puder ser lançada do Sylver A70, pode mudar alguma coisa.

O Stratus LO está pensado para ser lançado do Mk-41 na Royal Navy.

Hipoteticamente falando, a médio/longo prazo, se as nossas FREMM EVO vierem com 32 VLS, 8 deles Sylver A70, e o Stratus LO puder ser lançado destes, podemos ver um MLU às ditas fragatas em que os Teseo Mk2E são substituídos por 8 Stratus RS, e no VLS os navios equipados com 8 Stratus LO.

Neste contexto, as supostas EPC absorviam a totalidade dos Teseo, implicando que este seria o míssil usado inicialmente pelas duas classes.

Em termos de mísseis lançados por submarinos, provavelmente apostava no JSM-SL, como parte do pacote de JSM para caças e UCAVs.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 03:30:23 pm »

Citação de: I.A.
The KF-21 Boramae — South Korea’s newest indigenous 4.5-generation fighter aircraft — uses several key American-origin components and technologies as part of its systems and subsystems, even though most avionics, radar, and mission systems are domestically developed.

🇺🇸 Major American Components in the KF-21

1. Engines – General Electric F414-GE-400K

The KF-21 is powered by two GE Aerospace F414-GE-400K turbofan engines, a U.S.-designed engine also used on the Boeing F/A-18E/F Super Hornet.

These engines are being built under license in South Korea by Hanwha Aerospace, but the base design and technology are American.

2. On-Board Inert Gas Generation System (OBIGGS)

Supplied by Collins Aerospace (RTX/United States). This system fills fuel tanks with inert gas to reduce fire/explosion risk.

3. Life Support & Environmental Systems

Life Support System (LSS) and Environmental Control Unit (ECU) from Collins Aerospace — critical for cockpit pressurization, pilot survivability, climate control, and avionics cooling.

4. Canopy Assembly

The aircraft’s transparent canopy is provided by Textron (Textar) in the U.S., designed for ballistic resistance and optical clarity.

5. Data Acquisition & Flight Test Systems

Curtiss-Wright / Axon KAM-500 data acquisition system for flight testing and instrumentation.

6. Aerial Refueling Receptacle (ARR)

The refueling receptacle system (compatibility with boom refueling, e.g., KC-46) is supplied by PTI Technologies (U.S.).

7. Weapon Integration (Potential/Optional)

The airframe is designed to be compatible with U.S.-origin weapons like AIM-120 AMRAAM and AIM-9X Sidewinder missiles, although political and export-license issues have affected integration timelines.

8. Support & Miscellaneous U.S. Contributions

Engine start systems and more-electric power generators (variable speed constant frequency units) from U.S. suppliers.

🇰🇷 What’s Indigenous vs. Imported

While American systems are critical for propulsion, safety, and support subsystems, the bulk of avionics, radar (AESA), mission computers, flight control systems, and many sensors are developed by South Korean firms such as Hanwha Systems and LIG Nex1.

📌 Summary of Key U.S. Components
System   American Supplier
Engines (F414-GE-400K)   GE Aerospace
On-board inert gas system   Collins Aerospace
Life support & environmental systems   Collins Aerospace
Canopy   Textron (Textar)
Flight data acquisition   Curtiss-Wright / Axon
Aerial refueling system   PTI Technologies
Weapon integration (planned)   U.S. missiles (AIM-120/AIM-9X) pending export approvals
Engine start & power generation   U.S. suppliers
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 02:59:15 pm »
Que pilotos é que eram? Instrutores provenientes da 101 ou antiga 103? Pilotos que transitaram de outras esquadras (ex. F-16) para se tornarem formadores na esquadra ST? Ou pilotos novos?

E há quanto tempo é o "há algum tempo"? Dependendo disto, poderá ter-se sucedido que os pilotos (se forem novos) tenham transitado para outras esquadras onde exista falta deles.

Pilotos novos (vindos da academia) eles não deixaram concorrer para o ST, portanto seriam pilotos de outras esquadras, de qual não sei
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:50:20 pm »
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2-Passamos para de 1 plano que incluía 17 navies e os substitutos das fragatas seriam vários "porta drones " desarmados 

Só discordo disto.

Essa foi a leitura enviezada de alguns aqui do fórum.

O PNM nunca quis ser uma fragata.
O anterior CEMAH nunca disse que não queria fragatas,  mas sim que as fragatas nos moldes actuais iam deixar de existir.  Se reparares, uma das principais características das novas fragatas (todas) é poderem operar com qualquer tipo de drone...

O antigo CEMA deixou bem explícito que na sua perspectiva, as fragatas iam dar lugar a navios como o PNM. E deixou bem explícito que acreditava que este novo conceito ia oferecer navios muito mais baratos que fragatas.

Ele chegou até a mencionar que o futuro da MGP passava por apenas 3 tipos de navio.

Com o tempo, ele viu-se obrigado a mudar o raciocínio. Chegámos até a ter uma entrevista de um contra-almirante, que falava do PNM, e que falava que o futuro da MGP devia passar por ter navios combatentes de 100M em vez de de fragatas de 1000M.


O CEMA na altura, não queria dizer que as fragatas iam evoluir para operar drones.
Até porque drones a partir de navios combatentes, é algo que já acontece há mais de 30 anos, como por exemplo o USS Iowa a operar os RQ-2 no início dos anos 90.

Antes do GeM ser CEMA, já os turcos falavam em UAVs no Anadolu. Já os EUA tinham MQ-8 a operar embarcados.

No fim, o conceito de fragata pouco mudou. O que mudou sim, é o conceito de LPD/LHD, em que se começa a tirar proveito do convés de voo maior para operar drones.

Mudou particularmente nos LPDs, em que construir um LPD estilo Rotterdam faz cada vez menos sentido, quando por um preço idêntico, constróis um navio com convés corrido que consegue operar UAVs/UCAVs de asa fixa maiores.
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