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Forças de Segurança / Re: Notícias (Forças de Segurança)
« Última mensagem por Trafaria em Hoje às 03:02:53 am »
Aquele brevet é civil, não há duvida.

Penso que se trata de um homem que andou na rua, que entrou na PSP como agente, que subiu a pulso, portanto a probabilidade de ter cumprido o SMO existe pois no tempo dele cerca e metade do pessoal era chamado a cumpri-lo. Onde? Também nao sei.

Para ai cerca de metade do pessoal do 1º curso do GOE, aquele que foi ministrado totalmente pelos ingleses, tinha sido para-quedista. Mais uns dois ou três comandos, fuzileiros havia um, mais uns quantos de variadas unidades e até havia para ai uns 20% que nem militares tinham sido, entre eles o primeiro classificado.

Dizem, mas mitos há muitos, que no inicio se dava uma certa preferência pelos páras, que se chegou a pensar em dar um curso de para-quedismo militar a todos, porque ao tempo havia ilhas nos Açores sem pista e outras onde seria dificil chegar se um avião ficasse imobilizado a meio.
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 02:34:19 am »
Estes são os países que ganham mais com o Fundo de Recuperação. Portugal é o oitavo

Tanto no valor nominal como em percentagem do PIB, Portugal é o oitavo mais beneficiado pela proposta da Comissão Europeia para o Fundo de Recuperação.

Itália e Espanha, dois dos países europeus mais afetados pela pandemia, recebem o maior envelope de dinheiro na proposta da Comissão Europeia para o Fundo de Recuperação de 750 mil milhões de euros, mas a conclusão muda quando se compara com a dimensão da economia. Portugal fica em oitavo lugar tanto nas duas óticas, de acordo com a análise feita pelo ECO aos números de Bruxelas, os quais ainda podem ser alterados no futuro.

A Comissão Europeia apresentou ontem a sua proposta para o próximo Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2021-2027 que alberga um Fundo de Recuperação por causa da pandemia. Além dos habituais 1,1 biliões de euros do QFP, Bruxelas propõe 500 mil milhões de euros de subvenção a fundo perdido, sob critérios definidos, e 250 mil milhões de euros de empréstimos para os Estados-membros. Esta proposta vai ser debatida no Conselho Europeu, o qual tem de rejeitar, modificar ou aprovar.

Mas quem recebe mais ou menos dinheiro? A Comissão elaborou uma chave de distribuição com base na população, no PIB per capita e na taxa de desemprego. A orientação é simples: “A chave de distribuição irá beneficiar particularmente os países mais afetados pela crise, especialmente aqueles com um rendimento per capita baixo e elevado desemprego“. A fórmula é explicada em detalhe pelos técnicos num documento divulgado esta quinta-feira (de referir que a tabela está em preços de 2018 e os valores aqui referidos em preços correntes) e resume-se na relação entre a população, o PIB per capita e a taxa de desemprego dos últimos 5 anos.

No caso dos empréstimos, existe um volume máximo de 4,7% do RNB (rendimento nacional bruto) de cada Estado-membro, ainda que o valor possa ser superado em “circunstâncias excecionais” consoante os recursos disponíveis.

Assim, Portugal deverá receber um total de 26,3 mil milhões de euros: 15,5 mil milhões de euros em transferências a fundo perdido e 10,8 mil milhões de euros em empréstimos. Contudo, é de notar que os 15,5 mil milhões de euros em subvenções não são diretamente comparáveis com os 500 mil milhões anunciados. Os 15,5 mil milhões dividem-se entre 12,9 mil milhões de euros do Instrumento para a Recuperação e Resiliência (4,2% dos 310 mil milhões totais deste instrumento) e o restante pelo REACT EU, Fundo da Transição Justa e Desenvolvimento Rural.

Os 26,3 mil milhões de euros colocam Portugal em oitavo lugar no ranking dos países que mais recebem tanto em termos nominais como em percentagem do PIB. Itália é o país que mais recebe em termos nominais (172,7 mil milhões de euros), seguindo-se Espanha (140,4 mil milhões) e a Polónia (63,8 mil milhões). Até chegar a Portugal há ainda França (38,7 mil milhões), Grécia (32 mil milhões), Roménia (31,2 mil milhões) e a Alemanha (28,8 mil milhões).


Valor máximo que cada país pode receber em subvenções mais empréstimos do Fundo de Recuperação de 750 mil milhões de euros com base na chave de distribuição estimada pela Comissão Europeia.

Contudo, esta ordem muda significativamente caso se coloque estes valores em percentagem do PIB (dados do Eurostat para 2019), apesar de no caso de Portugal (ajuda de cerca de 12,4% do PIB de 2019), por coincidência, o lugar relativo seja o mesmo. Nesta ótica, a Bulgária destaca-se ao receber 20,4% do PIB de 2019 em ajuda europeia, seguindo-se a Croácia (18,5%) e a Grécia (17%). Já Itália (9,7%) é o 15º mais beneficiado nesta comparação e em 12.º lugar aparece Espanha (11,3%).

Nos menos beneficiados, em percentagem do PIB, por este desenho dos apoios encontram-se o grupo dos quatro países “frugais”: Dinamarca, Holanda, Suécia e Áustria recebem no máximo 1% do seu PIB. É o caso da Alemanha também, mas o Governo alemão está alinhado com a maioria dos Estados-membros na defesa por um envelope maior e na forma de subvenções. O Luxemburgo e a Irlanda ocupam os dois últimos lugares, mas esta comparação é dificultada pela inflação do PIB destes dois países por causa do registo de patentes e multinacionais maioritariamente para efeitos fiscais.



Porém, para avaliar quem ganha mais (ou perde) é preciso também olhar para a proposta do QFP 21-27, o qual tem o dinheiro que habitualmente é distribuído aos Estados-membros através do orçamento comunitário durante sete anos. Ontem, na RTP3, o eurodeputado do PSD, José Manuel Fernandes, disse que serão 33 mil milhões de euros do QFP para Portugal: “Nunca recebemos tanto dinheiro. É uma enorme pipa de massa”, disse, pedindo para que a discussão passe a ser sobre onde investir esse dinheiro.

No mesmo espaço, a eurodeputado do PS, Margarida Marques, garantiu que os valores do Fundo de Recuperação vão “na prática compensar a perda que [a proposta de 2018 da Comissão Europeia para o QFP 21-27] tinha nos valores da coesão e na PAC (segundo pilar)”. Ambos (que estão envolvidos nas negociações do orçamento comunitário) elogiaram a proposta de Bruxelas, pedindo ao Conselho Europeu que trabalhe num acordo que também agrade ao Parlamento Europeu. É preciso o aval dos eurodeputados para que o QFP veja a luz do dia.

https://eco.sapo.pt/2020/05/28/estes-sao-os-paises-que-ganham-mais-com-o-fundo-de-recuperacao-portugal-e-o-oitavo/
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Queda de Constantinopla
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 01:37:22 am »
O império Romano do Oriente passou a ser a Rússia  :mrgreen:.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:33:53 am »
E onde se falou especificamente no helicóptero médio?  ???
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 12:38:16 am »
E que tem isso a ver com o que escrevi?

Porque não é verdade que não foi oficial o interesse por um helicóptero médio, o CEME afirmou que se o helicóptero não entrasse na LPM o exercito vetava a LPM.

Agora o valor é um problema da FAP.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por dc em Hoje às 12:15:29 am »
E que tem isso a ver com o que escrevi?
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 12:10:33 am »
Mas a empresa é a mesma, apesar das diferentes vertentes. Se uma parte estiver virada para os americanos, e a outra para russos e/ou chineses, estamos a falar de um caso sério de "baixar as calças".

Mas também com a instabilidade política e social no Brasil, acho que a menor das nossas preocupações no que diz respeito ao KC e restantes negócios com a Embraer, será o capital da empresa.

O importante é o governo brasileiro pagar o que deve a Embraer.
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por dc em Hoje às 12:08:48 am »
Mas a empresa é a mesma, apesar das diferentes vertentes. Se uma parte estiver virada para os americanos, e a outra para russos e/ou chineses, estamos a falar de um caso sério de "baixar as calças".

Mas também com a instabilidade política e social no Brasil, acho que a menor das nossas preocupações no que diz respeito ao KC e restantes negócios com a Embraer, será o capital da empresa.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 12:07:10 am »
O GALE/UALE já eram inúteis, independentemente do que fosse feito pela FAP. Uma unidade aérea sem meios aéreos, não tem razão de existir.
Outro aspecto importante, nunca foi dado como oficial o interesse num heli médio, isto é, nunca foi especificado isto como requisito. Meteram um orçamento de 53 milhões e viram o que se arranjava com isso, o resto é conversa.

O exercito vetava a LPM se não viessem os helicopteros.
Mas:"Entendemos que, mais do que gerir os helicópteros ou ter na nossa posse, [o importante] é dispor dos mesmos no momento e quantidade necessária", destacou o general Nunes da Fonseca.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6 Helicópteros de Evacuação - LPM 2030
« Última mensagem por dc em Maio 29, 2020, 11:59:01 pm »
O GALE/UALE já eram inúteis, independentemente do que fosse feito pela FAP. Uma unidade aérea sem meios aéreos, não tem razão de existir.
Outro aspecto importante, nunca foi dado como oficial o interesse num heli médio, isto é, nunca foi especificado isto como requisito. Meteram um orçamento de 53 milhões e viram o que se arranjava com isso, o resto é conversa.
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