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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Kalil em Fevereiro 27, 2021, 11:35:19 pm »
O radar Sea Giraffe 4A da Saab não será suficiente para os nossos requisitos?

Para uma ideia de valores, o contracto da Saab para fornecer as 4 corvetas finlandesas foi de 412M Eur.
Inclui os radares Sea Giraffe 4A (AESA banda S, com deteção tb de alvos hipersonicos), o Sea Giraffe 1X e o CMS da Saab 9LV bem como o sistema de comunicações. 

https://www.edrmagazine.eu/saab-receives-finnish-squadron-2020-order

Cumprimentos

412 milhões, coisa pouca para nós .
Achas mesmo que se iria gastar essa verba em quatro sistemas desses ??
Com esses 412 os especialistas pensam que podem comprar pelo menos três fragatas, assim tipo as duas M holandesas que nos ficaram por 240 milhões, se tivessem sido três seriam 360 milhões. :mrgreen:
A mentalidade tosquinha desta gente nunca abriria mão de uma quantia dessas para equipar quatro fragatas nossas.

Abraços

Estes valores publicados valem o que valem, como no caso das recentes corvetas israelitas construídas na Alemanha supostamente por 430M, as 4. Ficaram ao preço de um submarino dos nossos. Acredita quem quer.

Esta conversa toda para concluir que, provavelmente, era mesmo possível construir 4 fragatas capazes com menos de 500M por navio.
Mesmo contando com 50M para o projecto, outros tantos para a capacitação dos estaleiros, mais algum extra para integração de sistemas (que seriam novidade nas nossas paragens) e outro extra para olear o programa (vulgo putas e vinho verde) de forma a que este não atrase demasiado, daria para investir 200M por casco (o que já dá para um excelente navio), 100M em sensores e ainda sobravam +/- 150M para o fogo de artifício.
No papel, já dava para desenrascar a tropa.

Abraço
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Marinha Portuguesa / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por LM em Fevereiro 27, 2021, 10:33:01 pm »
Enfim, sem peça principal e sem radar, mas com um comando digno...

Confesso que, por fracos e irresponsáveis que os políticos sejam, faz-me alguma confusão a MGP ao fim de tanto tempo não conseguir colocar 2x Marlin 30mm...
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Última mensagem por LM em Fevereiro 27, 2021, 10:17:01 pm »
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Portugal / Re: Sector Aeroportuario/Aeronautica
« Última mensagem por tenente em Fevereiro 27, 2021, 10:03:21 pm »
Como eu venho afirmando lá para o fim de 2024 meados 2025 teremos os valores de trafegode 2019.

https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/iata-agrava-previsoes-para-a-aviacao-comercial-em-2021-706738

Abraços
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Marinha Portuguesa / Re: Actividade Operacional/Exercícios
« Última mensagem por PereiraMarques em Fevereiro 27, 2021, 09:51:21 pm »
Mais uma vez enviar um navio desarmado para o Golfo da Guiné. Vê-se que para "presença naval", basta o navio ser cinzento e está a andar.

Mas é comandado por um Capitão de Fragata, logo tem mais "cagança" e "impressiona" piratas, chineses e outros que tais  ::)
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Apetece-me gritar bem alto, FO...
« Última mensagem por dc em Fevereiro 27, 2021, 09:25:27 pm »
Mwazulu Diyabanza, o ativista que quer reaver o património africano dos museus da Europa: “Em breve, estarei em Portugal
https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2021-02-27-mwazulu-diyabanza-o-ativista-que-quer-reaver-o-patrimonio-africano-dos-museus-da-europa-em-breve-estarei-em-portugal/

Citar
O ativista congolês captou a atenção dos jornais internacionais ao entrar em museus de toda a Europa e remover objetos africanos dos seus locais de exposição. Em declarações à VISÃO, Mwazulu Diyabanza diz que Portugal “foi o país europeu pioneiro do crime de escravatura e colonização”, prometendo uma visita ao País em breve.

o verão do ano passado, Mwazulu Diyabanza e outros ativistas entraram no Museu do Quai Branly, em Paris, que alberga mais de 90 mil objetos da África subsariana. Enquanto gritavam “vamos levá-la para casa!”, arrancaram do seu local de disposição uma peça africana do século XIX pertencente ao povo Bari, do Chade. A polícia recuperou o objeto e prendeu Diyabanza durante três dias. Mais tarde, um juiz multou-o em mil euros por “tentativa de roubo.” Ainda assim, o ativista africano não desistiu da sua demanda: um mês mais tarde, em Marselha, Diyabanza tentou retirar uma lança de marfim do Museu de Arte Africana da cidade. Foi novamente a tribunal, onde o deixaram sair sem qualquer sanção. Já no outono, Diyabanza foi até à Holanda para tentar remover uma estátua do Congo, no Museu de África de Berg en Dal. Desta vez, recebeu uma pena suspensa de dois meses e uma multa de 250 euros.

A “missão” de Diyabanza já dura há muito. Quando tinha apenas 12 anos, a sua mãe contou-lhe como os homens de Portugal e da Holanda invadiram a aldeia do seu trisavô, governador do rei no antigo Zaire, atual República Democrática do Congo, no século XIX. Segundo a sua mãe, quando os europeus entraram na aldeia, tiraram as pulseiras dos braços do seu trisavô, roubaram o seu cetro cerimonial e o couro de um leopardo oferecido pelo próprio rei. Foi a partir desse dia que Diyabanza se apercebeu que queria trazer de volta os artefactos pertencentes aos seus antepassados, levados pelas forças coloniais do passado.
A luta pela restituição do património africano nos museus europeus não é nova. Para além dos 90 mil objetos africanos no Museu do Quai Branly, também o Museu Britânico, em Londres, veio admitir que alguns artefactos das suas coleções de África tinham “histórias difíceis, pela forma como foram obtidas, em particular através de ação militar”, comprometendo-se a “reexaminar estas histórias e dar-lhes o respeito que merecem, em diálogo com parceiros africanos.” Em causa estão 900 objetos do Reino do Benim, atual Nigéria, roubados da sua capital em 1897 por forças militares britânicas. Em Portugal, a questão da restituição do património às ex-colónias já foi levantada pela deputada Joacine Katar Moreira em janeiro de 2020, propondo uma “estratégia nacional para a descolonização do conhecimento”. Contudo, em 2018, António Pinto Ribeiro, ex-curador da Fundação Gulbenkian, realçava que o país tinha um “problema gravíssimo”, uma vez que “não há listagens das peças de arte vindas das antigas colónias.” Esta “deverá ser uma tarefa prioritária dos próximos governos”, disse o investigador à Agência Lusa na altura.

Não pedimos autorização a um ladrão para recuperar o que ele roubou
Nascido no Congo, uma antiga colónia da Bélgica, Mwazulu Diyabanza considera que o património levado de África para as colónias entre 1880 e 1960 foi uma “vasta operação de rouba e pilhagem, que se deu após África sofrer um dos maiores crimes contra a humanidade: a escravatura.” O ativista de 42 anos não se opõe a que objetos de África sejam exibidos em museus da Europa – mas quer que o património seja devolvido antes, de forma a poder ser emprestado mais tarde nos termos estabelecidos pelos donos.

Líder do grupo pan-africano Unité, Dignité, Courage, uma organização que luta pela “libertação e transformação de África”, Diyabanza defende o direito às restituições dos países europeus pelos crimes cometidos contra os africanos durante a era colonial. No futuro próximo, pretende continuar a reclamar o património africano de diferentes países, para além de França e Holanda. Na sua lista de espera, estão países como Espanha, Alemanha, Reino Unido, o Vaticano e… Portugal. A VISÃO conversou com o ativista congolês.

Que esse FDP venha fazer uma visita, não tem problema algum.. ::) mais um imbecil com escola em algures na África, têm de ler a entrevista toda, quando ele diz que, a ocupação colonial deixou-nos estradas de betão poluídas e poucos hospitais que nem são acessíveis à maioria do nosso povo.  ;D

Se ao menos fosse inteligente e tentasse reaver as ditas peças, através de diálogo bilateral, ao invés de pura e simplesmente tentar roubar, teria mais sucesso. Pena que as penas em causa sejam tão diminutas, se fosse outra pessoa, provavelmente não teriam tanta sorte. Certamente será um bom exemplo, nomeadamente para os jovens. Tentar roubar algo que poderá ter um valor enorme (nomeadamente no mercado negro), e ser multado em apenas 250 euros, é um absurdo. O risco é mínimo para quem quer roubar.
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por dc em Fevereiro 27, 2021, 09:08:30 pm »
Agora fiquei um pouco confuso. Afinal os "good guys" são o Trump (o que ordenou a morte do Soleimani no ano passado, e tantos outros desaires ao longo da sua presidência), a Rússia (que invadiu a Crimeia, que mandou prender o único opositor de Putin), o Irão (que financia grupos terroristas, e no ano passado abateu uma aeronave civil por engano, por estarem "trigger happy" de tão borradinhos que estavam de uma retaliação americana, os mesmos que dizem abertamente querer erradicar Israel do mapa)? Daqui a bocado vêm dizer que as intenções chinesas são puras. E porque não dizer que o Hitler era um gajo porreiraço?

Neste mundo não há santos, se é para condenar uns, condenem todos. É como a história dos crimes de guerra cometidos por Israel. Só os destes é que importam, os outros "no pasa nada".  ::)

Ah, é a máquina de guerra americana a querer "facturar". É impressão minha ou uma "guerra fria" com a China beneficia mais as indústrias de defesa dos países envolvidos, do que uma guerra destas, e sem que seja sequer necessário que haja conflito armado real? Não fará mais sentido que a Síria com um regime pró-americano, beneficie os americanos na medida em que ganham acesso directo ao Iraque, e consequentemente ao Irão, a partir do Mediterrâneo?
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Marinha Portuguesa / Re: Arsenal do Alfeite
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 27, 2021, 08:50:51 pm »
Eles querem lá saber da empresa.

Interessa é manter os sindicatos a mamar e garantir os votos para as pórximas eleições legislativas.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 27, 2021, 08:46:34 pm »
NÃO VEM PORRA NENHUMA!!

Não enquanto esta corja estiver no poder.
Não enquanto o Costa puder estoirar a bazuca com os amigos e negociatas do costume.
Não enquanto a esquerda e extrema-esquerda que o apoia, que tem nojo às forças armadas e ao que elas representam, puder indoctinar uma geração inteira nas escolas.

Até parece que com o PS(D) seria muito diferente

PSD é apenas o PS mais um D.
Muito menos com o Rui Rio à frente... Sinceramente esperava mais de um gajo do norte... Ele estava bem era no PS...

Os submarinos, Pandur, Leopard, as BD, foram em que governos?
 

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição dos Lynx
« Última mensagem por dc em Fevereiro 27, 2021, 08:19:52 pm »
Era uma excelente compra, ficávamos logo com o problema da substituição dos Lynx resolvido. Menos um programa para a década de 30. Mas não creio que tal se sucedesse. Estamos no mesmo país que não quis desembolsar a quantia necessária para o Wave Ruler, e substituir o Bérrio, assunto este extremamente urgente. A substituição dos Lynx, será aos olhos dos especialistas, ainda menos prioritário.
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