Unir os Pontos

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Re: Unir os Pontos
« Responder #840 em: Janeiro 04, 2020, 09:05:49 pm »
 
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Re: Unir os Pontos
« Responder #841 em: Janeiro 06, 2020, 10:13:40 am »
Enorme Ricky Gervais, arrasou completamente com as elites de Hollywood!!!!!!



https://blogs.spectator.co.uk/2020/01/full-text-ricky-gervais-golden-globes-speech/

"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Re: Unir os Pontos
« Responder #843 em: Janeiro 08, 2020, 08:28:01 am »
Uma crítica muito "politicamente incorrecta" da invasão imigratória da Europa a partir da esquerda dissidente. Vão-se juntando as peças do puzzle em todos os lados do espectro político…

«(…)O governo germânico promoveu recentemente, em Berlim, uma conferência chamada “Diálogos e Visões para a Alemanha em 2050”. Nessa conferência previu-se que muitos dos termos sociológicos hoje utilizados tornar-se-ão brevemente obsoletos. Um desses termos é “imigrante” ou “de origem imigrante”. A brochura da conferência explica as razões para o obsoletismo do termo: todos estarão de tal modo misturados e todos terão ascendência imigrante.

Isto significa que a noção de pertença a uma nação, de ser capaz de traçar a sua ancestralidade através dos séculos na pátria em que se nasce, esta noção será obsoleta. Noutras palavras, ninguém terá qualquer identidade, para além da que é definida em função daquilo que se consome. O fetichismo dos bens e mercadorias constituirá a identidade dos alemães do futuro (NdT: e dos europeus). O documento também descreve este futuro como uma “utopia global”…só se for uma utopia para a elite dominante e um pesadelo para os milhões de desenraizados, “desaculturados”, nómadas pós-modernos. Embora ser cosmopolita possa ser uma vantagem para alguns, o cosmopolitismo como forma de engenharia social em função da classe é outro assunto. O cosmopolitismo como forma de engenharia social não é apenas luta de classe, constitui uma nova forma de colonialismo.

A colonização branca dos Estados Unidos levou ao fim brutal de séculos de culturas e civilizações nativas. Os nativos que sobreviveram à invasão colonial e genocídio estão hoje reduzidos à pobreza, exclusão social e miséria. Aquilo a que estamos a assistir na Europa é uma forma de colonialismo invertido em que as vítimas da globalização nos países do hemisfério sul estão a ser artificialmente transferidas para os Estados do hemisfério norte. Debaixo das condições do capitalismo isto conduzirá à guerra civil e ao caos.(…)

É muito politicamente incorrecto salientar estes aspectos da utopia multicultural da Alemanha e, como já mostrámos, o politicamente correcto constitui a atitude psicológica daquela classe social vacilante a que nos referimos como burguesia mesquinha. É uma forma de policiamento do pensamento baseada em injunções morais. Não podemos ser anti-semitas, não podemos ser racistas, não podemos ser islamófobos, não podemos ser homofóbicos, etc., etc. É a isto que Jean Bricmont se referiu, apropriadamente, como a “esquerda moral”. Na Europa, são melhor representados por grupos como os “antifa” que desempenham, ao nível da guerrilha social e psicológica, o papel  levado a cabo pelos fantoches da NATO no campo de batalha; estes últimos a constante e infatigável promoção do sionismo como “anti-racismo” e dos interesses do sionismo sob a forma de “guerras humanitárias”.(…)»

Gearóid Ó Colmáin  , 24 de janeiro de 2016

https://www.mondialisation.ca/imperialisms-migration-agenda-who-is-funding-the-refugees-transport-into-europe/5504056

Gearóid Ó Colmáin , jornalista e analista político sedeado em Paris. O seu trabalho incide sobre a globalização, geopolítica e luta de classes. É colaborador regular nos sites Dissident Voice, Global Reserach, Russia Today International, Press TV, Sputnik Radio France, Sputnik English, Al Etijah TV, Sahar TV, e também já apareceu na Al Jazeera and Al Mayadeen
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Re: Unir os Pontos
« Responder #844 em: Janeiro 08, 2020, 02:01:05 pm »
Uma crítica muito "politicamente incorrecta" da invasão imigratória da Europa a partir da esquerda dissidente. Vão-se juntando as peças do puzzle em todos os lados do espectro político…

«(…)O governo germânico promoveu recentemente, em Berlim, uma conferência chamada “Diálogos e Visões para a Alemanha em 2050”. Nessa conferência previu-se que muitos dos termos sociológicos hoje utilizados tornar-se-ão brevemente obsoletos. Um desses termos é “imigrante” ou “de origem imigrante”. A brochura da conferência explica as razões para o obsoletismo do termo: todos estarão de tal modo misturados e todos terão ascendência imigrante.

Isto significa que a noção de pertença a uma nação, de ser capaz de traçar a sua ancestralidade através dos séculos na pátria em que se nasce, esta noção será obsoleta. Noutras palavras, ninguém terá qualquer identidade, para além da que é definida em função daquilo que se consome. O fetichismo dos bens e mercadorias constituirá a identidade dos alemães do futuro (NdT: e dos europeus). O documento também descreve este futuro como uma “utopia global”…só se for uma utopia para a elite dominante e um pesadelo para os milhões de desenraizados, “desaculturados”, nómadas pós-modernos. Embora ser cosmopolita possa ser uma vantagem para alguns, o cosmopolitismo como forma de engenharia social em função da classe é outro assunto. O cosmopolitismo como forma de engenharia social não é apenas luta de classe, constitui uma nova forma de colonialismo.

A colonização branca dos Estados Unidos levou ao fim brutal de séculos de culturas e civilizações nativas. Os nativos que sobreviveram à invasão colonial e genocídio estão hoje reduzidos à pobreza, exclusão social e miséria. Aquilo a que estamos a assistir na Europa é uma forma de colonialismo invertido em que as vítimas da globalização nos países do hemisfério sul estão a ser artificialmente transferidas para os Estados do hemisfério norte. Debaixo das condições do capitalismo isto conduzirá à guerra civil e ao caos.(…)

É muito politicamente incorrecto salientar estes aspectos da utopia multicultural da Alemanha e, como já mostrámos, o politicamente correcto constitui a atitude psicológica daquela classe social vacilante a que nos referimos como burguesia mesquinha. É uma forma de policiamento do pensamento baseada em injunções morais. Não podemos ser anti-semitas, não podemos ser racistas, não podemos ser islamófobos, não podemos ser homofóbicos, etc., etc. É a isto que Jean Bricmont se referiu, apropriadamente, como a “esquerda moral”. Na Europa, são melhor representados por grupos como os “antifa” que desempenham, ao nível da guerrilha social e psicológica, o papel  levado a cabo pelos fantoches da NATO no campo de batalha; estes últimos a constante e infatigável promoção do sionismo como “anti-racismo” e dos interesses do sionismo sob a forma de “guerras humanitárias”.(…)»

Gearóid Ó Colmáin  , 24 de janeiro de 2016

https://www.mondialisation.ca/imperialisms-migration-agenda-who-is-funding-the-refugees-transport-into-europe/5504056

Gearóid Ó Colmáin , jornalista e analista político sedeado em Paris. O seu trabalho incide sobre a globalização, geopolítica e luta de classes. É colaborador regular nos sites Dissident Voice, Global Reserach, Russia Today International, Press TV, Sputnik Radio France, Sputnik English, Al Etijah TV, Sahar TV, e também já apareceu na Al Jazeera and Al Mayadeen

A sério? Pegas num site de propaganda russa e achas que estás a "unir os pontos"?

https://rationalwiki.org/wiki/Globalresearch
 

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Re: Unir os Pontos
« Responder #845 em: Janeiro 10, 2020, 01:09:46 pm »
Peço desculpa, procurarei no futuro colocar também um texto de um site de propaganda americana, para equilibrar  :-[
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Re: Unir os Pontos
« Responder #846 em: Janeiro 23, 2020, 06:35:27 am »
Ela está a chegar, depois não digam que não foram avisados








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Re: Unir os Pontos
« Responder #847 em: Janeiro 23, 2020, 09:33:09 am »
Ela está a chegar, depois não digam que não foram avisados

É verdade. Quem investe em acções, sabe que o colapso das bolsas está para breve.
Há muitos investidores a desinvestirem em acções, enquanto a arraia miúda fica fascinada pela subida constante das acções!
Só quem investe a muito longo prazo (dividendos), é que não se importa com as cotações.

Mas atenção, um abalo das bolsas globais, não quer dizer que os estados vão feitos tolinhos a correr salvá-las, como fez a UE em 2007.
A economia mundial está a crescer à 10 anos, é normal que neste momento haja uma grande bolha nas empresas (acções caríssimas e sem reflexo no negócio das empresas).
Se reparar em Portugal, até os Bancos já quase que só emprestam para compras de casas (por mais que o governo critique esse facto, como se costuma dizer, gato escaldado de água fria tem medo!!!).

Para quem está mais atento à informação, é altura de se prevenir e deixar passar a borrasca..... que pode muito bem ser uma tempestade!!!!!
« Última modificação: Janeiro 23, 2020, 09:35:22 am por Viajante »
 
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Re: Unir os Pontos
« Responder #848 em: Janeiro 23, 2020, 10:19:07 am »
O balão não pode encher para sempre , vai ter de rebentar...os mercados vão ter de se "autoreajustar"

Só que me cheira que comparada com a crise que aí vem , a crise do subprime de 2008 vai parecer uma brincadeira de crianças...

oxalá eu me engane, porque quem vai sofrer vão ser (NOVAMENTE) os mesmos.
« Última modificação: Janeiro 23, 2020, 10:19:21 am por P44 »
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Re: Unir os Pontos
« Responder #849 em: Janeiro 23, 2020, 10:34:13 am »
E, já agora - está na altura de procurar "refugio" em fundos com poucas / nenhumas acções? Obrigações AA ou estados? Pouco tenho mas há um fundo de acções de empresas de saúde que tem sido bom, mas talvez esteja na altura de nos separarmos. 
Quidquid latine dictum sit, altum videtur
 

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Re: Unir os Pontos
« Responder #850 em: Janeiro 23, 2020, 11:23:05 am »
Tenho lido pessoal que está a investir em ouro e Bitcoin, ouro acho que é sempre seguro, agora Bitcoin não faço a mínima ideia
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Re: Unir os Pontos
« Responder #851 em: Janeiro 23, 2020, 12:02:18 pm »
E, já agora - está na altura de procurar "refugio" em fundos com poucas / nenhumas acções? Obrigações AA ou estados? Pouco tenho mas há um fundo de acções de empresas de saúde que tem sido bom, mas talvez esteja na altura de nos separarmos.

O sector da saúde, para mal dos nossos pecados, será sempre um sector que é quase impossível correr mal. Cada vez precisamos de mais cuidados médicos, ainda para mais o sector público está a caír de podre!!!!!!

O problema está no seguinte, uma crise na bolsa, arrasta todas as cotações, mesmo da saúde por melhor que se porte!

Não vejo como o problema possa ser mais grave do que o ocorrido na década passada. Houve muitos esqueletos que saíram dos armários. Por exemplo o sector público deixou de utilizar as alcavalas das empresas públicas para pedirem empréstimos, agora tudo conta para o endividamento dos Municípios/instituições públicas, Estado........
Os bancos não podem emprestar sem garantias, para terem acesso a dinheiro de "borla" do BCE.
Sei por fontes internas do próprio BCP, que o banco tem mais de 7 mil milhões de euros no BCE a ganhar pó e ainda têem de pagar ao BCE para o "arrumarem" (taxas de juro negativas), porque agora só emprestam em quem confiam!!!!!!
 

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Re: Unir os Pontos
« Responder #852 em: Janeiro 23, 2020, 12:44:12 pm »
Eu só considero fundos internacionais, por exemplo o de saúde "Fidelity F Global Health Care E", e com cobertura de risco cambial... que invistam só em PT não.

Sempre quis um fundo "índice" de ouro físico, mas há sempre - em caso de "armagedão"  ::) - o risco de custodia, etc... se não for de ouro físico há perigo das minas (que são empresas), etc.
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Re: Unir os Pontos
« Responder #853 em: Janeiro 23, 2020, 01:17:22 pm »
Uma das regras de ouro dos investidores (que movimentam muito dinheiro), é diversificarem a sua carteira o mais que puderem (cuidado com as comissões de manutenção de uma carteira muito grande.....);

Outra regra é a de diversificarem o investimento contrapondo um Beta diferente (riscos diferentes). Por exemplo, se eu invisto numa empresa de guarda-chuvas, devo investir noutra que a contraponha, como por exemplo no turismo. Porque ou corre mal para o turismo (chover muito) ou mal para a empresa de guarda-chuvas, dificilmente corre mal para as 2.

Quando um investidor desconfia que vem aí uma tempestade, transforma tudo em dinheiro e deixa-o quietinho nos bancos/plataformas que utiliza, ou então aplica a curto-prazo e sem risco.

E quando é que sabemos que começa a derrocada?
Vou dar-lhe o meu exemplo em 2007. Tinha acções da Brisa, EDP, Galp e REN. Eu comprava e vendia regularmente, vi que perdia dinheiro nos 4 investimentos que fiz, desfiz-me de tudo!!!!!
Em Agosto já tinha vendido as acções todas e mesmo assim perdi 2.000€.

Esteja atento às cotações, 1 semana a caír, 2, 3....... vai afundar!!!!
 
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Re: Unir os Pontos
« Responder #854 em: Janeiro 23, 2020, 01:27:08 pm »
Uma das regras de ouro dos investidores (que movimentam muito dinheiro), é diversificarem a sua carteira o mais que puderem (cuidado com as comissões de manutenção de uma carteira muito grande.....);

Outra regra é a de diversificarem o investimento contrapondo um Beta diferente (riscos diferentes). Por exemplo, se eu invisto numa empresa de guarda-chuvas, devo investir noutra que a contraponha, como por exemplo no turismo. Porque ou corre mal para o turismo (chover muito) ou mal para a empresa de guarda-chuvas, dificilmente corre mal para as 2.

Quando um investidor desconfia que vem aí uma tempestade, transforma tudo em dinheiro e deixa-o quietinho nos bancos/plataformas que utiliza, ou então aplica a curto-prazo e sem risco.

E quando é que sabemos que começa a derrocada?
Vou dar-lhe o meu exemplo em 2007. Tinha acções da Brisa, EDP, Galp e REN. Eu comprava e vendia regularmente, vi que perdia dinheiro nos 4 investimentos que fiz, desfiz-me de tudo!!!!!
Em Agosto já tinha vendido as acções todas e mesmo assim perdi 2.000€.

Esteja atento às cotações, 1 semana a caír, 2, 3....... vai afundar!!!!

A minha bisavó, cujo pai perdeu tudo em jogo e bolsa, sempre disse que ter um bom pedaço de terra para poder cultivar comida é sempre uma segurança. Ela que passou de ter perceptoras francesas para ir servir em casa de outras pessoas, lá tinha a sua razão. Passou muita fominha mas conseguiu guardar dinheiro para comprar uns terrenos com o marido dela e mandar os filhos para a escola. Mas com essa quinta conseguiu reerguer aos poucos a família da situação total de penúria. O dinheiro desvaloriza com as crises, mas a comida não...
 
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