Iberismo e a dissolução de Portugal: ameaça real

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Nadie

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« Responder #120 em: Maio 09, 2006, 09:33:28 pm »
No metais esas lenguas primitivas con tal de decir q son mas importantes q el español por favor, las letras chinas por ej se escriben de arriba para abajo y pegate un buen rato para hacer una.., lo oriental no tiene nada q ver con lo occidental, prefieren ustedes aprender chino antes q español o ingles? :shock:
 

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papatango

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« Responder #121 em: Maio 09, 2006, 10:01:26 pm »
Nadie :

Entenda uma coisa:

A lingua castelhana, não é nem nunca foi uma lingua com prestigio em Portugal. Os sons guturais, lembram a fala dos muçulmanos, e por isso a lingua castelhana sempre foi vista como "grosseira" e pouco educada. É um pouco desagradavel ao ouvido.

Já Afonso X o dizia, quando afirmou que utilizava o Galaico-português para a poesia e o castelhano para fazer contas, porque o castelhano não tinha a mesma "doçura".

Muito dificilmente os portugueses serão obrigados a aprender castelhano à força, e a lingua castelhana em Portugual  para os negocios só se for para os negocios do sexo ao longo da fronteira, de resto não estou a ver nada que valha a pena.

Cada vez mais se afirmam as linguas próprias dos vários países da peninsula ibérica. O Catalão será a lingua oficial na Catalunha, e mais tarde ou mais cedo o Castelhano passará a ficar restringido a Castela. É um processo irreversível.

O que não quer dizer que não se deva estudar a lingua.
Pessoalmente penso que é extremamente importante conhecer linguas, mas é um pouco tonto e arrogante, vir explicar-nos que seremos obrigados a aprender castelhano.

Aprenderemos o que for mais conveniuente, e evidentemente a lingua castelhana é importante por causa da américa, mas num país em que a própria lingua castelhana é atacada por razões politicas, eu diria que o futuro não é assim tão brilhante.

Na Europa, as lingua simportantes do meu ponto de vista são:

Inglês: por razões óbvias
Alemão: Que tende a transformar-se numa lingua franca no centro da Europa.
O Francês, tenho dúvidas.

Quem precisar de ter qualquer tipo de envolvimento com a América Latina, então é evidentemente importante aprender Castelhano, mas mesmo na américa latina, por causa do Brasil, é muito grande o interesse pelo português, pelo que em muitos lugares do Uruguai e do Paraguai e mesmo da Argentina, é perfeitamente possível falar português, que os autoctones entendem.

No Paraguai, por exemplo, até há preocupações por causa da presença massiva das TV's rádios e jornais brasileiros que se vêem por todo o país, porque principalmente na parte ocidental, já se houve mais português que castelhano.

Há centenas se não já milhares de escolas a ensinar português em todos os países do Mercosul (este é um tema em que normalmente em Espanha nem sequer se toca) :mrgreen: ... porque será...?
O ensino de português na Argentina tem sofrido aumentos exponenciais.

O saber não ocupa lugar.
O castelhano será sem dúvida uma lingua importante, mas de todas as linguas que podem ser "ameaçadas" pelo castelhano, o português é aquela que está melhor protegida e que tem menos razões para preocupação.

Cumprimentos



PS:

Nadie:
Estude um pouco como funciona um Browser.
O Google, identifica a lingua do SEU Browser e apresenta-lhe noticias em castelhano quando você consulta "Portugal" da mesma maneira que eu vejo coisas em Português quando consulto as noticias em castelhano.
« Última modificação: Maio 09, 2006, 10:03:44 pm por papatango »
 

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ricardonunes

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« Responder #122 em: Maio 09, 2006, 10:02:36 pm »
Nadie, é isso mesmo vou aprender "chino", pois os senhores (chinos)sempre se esforçam mais em aprender o português do que os espanhois.
Conheço alguns, espanhois, que vivem à mais de 10 anos em portugal, e não conseguem articular correctamente uma frase em português.
Potius mori quam foedari
 

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Azraael

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« Responder #123 em: Maio 09, 2006, 11:01:37 pm »
Citação de: "Nadie"
las letras chinas por ej se escriben de arriba para abajo y pegate un buen rato para hacer una..,
Por acaso, os ideogramas (ja que nao sao letras) propriamente ditos sao escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo. As frases escritas com esses ideogramas podem ser escritas tanto vertical como horizontalmente.


Citar
lo oriental no tiene nada q ver con lo occidental, prefieren ustedes aprender chino antes q español o ingles? :shock:

Citação de: "emarques"
Se for pela escrita, o "Chinês" até tem mais que o Mandarim, porque a escrita chinesa é igual para todas as línguas do país...

E tambem no Japao. Os japoneses "roubaram" a escrita da china (e depois complicaram-na ainda mais!).
 

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Miguel Sá

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« Responder #124 em: Maio 10, 2006, 10:57:08 pm »
Quanto ao ministro in vino veritas

Quanto à união ibérica, não me parece realizável de um ponto de vista politico-militar. Economicamente já existe talvez à uma década quando algumas multinacionais passaram a considerar Portugal e Espanha um único mercado e instalaram as sedes em Madrid ou Barcelona.

É mais preocupante o projecto europeu, seja ele qual for, porque procurará anular os países e as nações (Espanha, Bélgica, França são países e Portugal é uma Nação) e promover as regiões. Neste contexto, uma fragmentação de Portugal em Regiões (derrotada pelos votos dos Portugueses e imposta pelo centro-esquerda europeísta) reduz ainda mais os pontos de diferença numa Península Ibérica com uma Espanha já regionalizada. Algumas das nossas regiões aproximar-se-ão mais de regiões espanholas.

Tenho diariamente muito contacto com muita gente. Pessoas normais deste País. O tema principal, depois do futebol e do próximo treinador do Glorioso, é a crise. Esse bicho que não nos larga. Surgem as comparções com o que passa e conhece de Espanha, uma economia saudável, as empresas espanholas que de instalam ou compram as nacionais, tudo o que se compra ou come é espanhol, etc. E a conversa acaba quase sempre do mesmo modo, com um certo ironismo: "que se pode esperar de um País que nasceu por um filho ter batido na mãe?"

Falta cumprir Portugal
 

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AugustoBizarro

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« Responder #125 em: Maio 11, 2006, 10:07:02 am »
Citação de: "Azraael"
E tambem no Japao. Os japoneses "roubaram" a escrita da china (e depois complicaram-na ainda mais!).


Isso é falso.

 A escrita Japonesa é mais simples que a escrita do Chinês (Mandarim ou Cantonês), em termos de quantidade de símbolos.

A diferença é que no Japonês cada símbolo pode ter várias leituras, e a existência de 2 alfabetos silabários que complementa outros.

No Chinês leitura é mais ou menos directa, caso o leitor conheça o significado de uma quantidade verdadeiramente industrial de símbolos.
 

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Azraael

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« Responder #126 em: Maio 11, 2006, 01:02:29 pm »
Citação de: "AugustoBizarro"
Citação de: "Azraael"
E tambem no Japao. Os japoneses "roubaram" a escrita da china (e depois complicaram-na ainda mais!).

Isso é falso.

 A escrita Japonesa é mais simples que a escrita do Chinês (Mandarim ou Cantonês), em termos de quantidade de símbolos.
Um pouco... Apesar que agora com o "Chines simplificado" a comparacao ser mais dificil. Tambem nao nos podemos esquecer que o japones importou os caracteres chineses a centenas de anos e que entretanto houve novos caracteres a serem desenvolvidos em ambos os lados do mar do Japao.

Citação de: "AugustoBizarro"
A diferença é que no Japonês cada símbolo pode ter várias leituras, e a existência de 2 alfabetos silabários que complementa outros.
A "complicacao" referia-se precisamente a isso...e a "mania" dos Japonesesde conjugarem adjectivos como se fossem verbos! :D

Citação de: "AugustoBizarro"
No Chinês leitura é mais ou menos directa, caso o leitor conheça o significado de uma quantidade verdadeiramente industrial de símbolos.
No Japones cada ideograma tem varias leituras, incluindo, normalmente a leitura chinesa, especialmente no caso de palavras compostas por dois ou mais ideogramas.
 

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sierra002

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« Responder #127 em: Maio 12, 2006, 01:25:20 pm »
Nadie dijo:

Citar
Los portugueses tendran q aprender el español quieran o no quieran, es la lengua de los negocios, portugal esta rodeada por españa y un idioma q es el español quizas en un futuro sea obligatorio, los idiomas mas importantes del mundo son el ingles y español, en EE.UU el segundo idioma mas importante es el español, en Brasil enseñan español en el colegio etc.., lo q hacemos en la vida tiene su eco en la eternidad, el español es una lengua imperial  



Esto y dicho de esta manera parece escrito por Papatango para meter cizaña.

La lengua del imperio es el inglés. El español es la lengua de la resistencia.

Por otra parte ¿Que está haciendo Portugal  por promover el portugués en España? Hasta donde yo se, NADA.

Es hora de que se intente remediar y no me refiero a estupideces como los repartimientos de cintas en  portugues de los "Amigos de Olivenza" que solo dan verguenza ajena.  Hay que fomentar que haya plazas de profesores de portugues en los Institutos de Enseñanza Secundaria en España y fomentar que se enseñe como tercera lengua, en vez del frances.
 

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Luso

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« Responder #128 em: Maio 12, 2006, 11:43:05 pm »
Entretanto, no Cabalas...

http://cabalas.blogspot.com/2006/05/imp ... -lino.html

A importância da blogosfera, Mário Lino deverá ir ao Parlamento
Depois de uma semana na blogosfera e com fracos reflexos na Comunicação Social, as delarações iberistas de Mário Lino chegaram ao Parlamento.
Ontem o CDS considerou que Tal posição ofende a Constituição da República Portuguesa, põe em causa a soberania do Estado, ofende a nossa História e deprecia a nossa língua e a nossa identidade e vai apresentar um requerimento para que Mário Lino vá explicar-se perante a Primeira Comissão Parlamentar (assuntos constitucionais).
Segundo parece já no Congresso do CDS/PP que decorreu no passado fim-de-semana, Pires de Lima, Telmo Correia, Nuno Melo e Ribeiro e Castro tinham criticado as declarações de Mário Lino.

De realçar que até à data estas parece serem as primeiras reacções de lideres politicos às calinadas do Senhor Mário Lino. Continua a estranhar-se o silêncio do Presidente da República...

Entretanto Mário Lino, em declarações à TSF, fez uma confusão enorme para explicar porque é que tinha dito que Portugal e Espanha têm uma língua comum. Chegou mesmo a dizer que o espanhol era a língua da Ibéria. É de crer que Mário Lino pensa que o castelhanho é o antepassado das diversas linguas da Península Ibérica (será que também incluíu o basco neste pacote?), o que só serviu para mostar o seu profundo desconhecimento sobre temas linguísticos. O que não seria grave pois não é essa a sua especialidade. O que é grave é estar a lançar para o ar uma data de disparates como se de um perito se tratasse.

De qualquer forma é de sublinhar a importância que começa a ter a blogosfera nestas andanças pois, se os blogs não tivessem mantido este tema vivo o mais provavel seria ele ter caído rapidamente no esquecimento.


Também estou a estranhar muito o silêncio do Sr. Presidente da República.
Sei que ele não se deixa levar com facilidade por agendas mediáticas - e fará bem - mas...
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Luso

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« Responder #129 em: Maio 12, 2006, 11:49:37 pm »
Meus amigos, não sei que mais vos dizer. Apenas acrescento que começo a ter que poderar MUITO BEM as minhas futuras intervenções, não ande por aí mercenários e controleiros a soldo da máfia plebiscitada.
"Plebiscitada": ora aí está uma palavra que diz muito...
Mas basta de conversa fiada: leiam este texto retirado do http://doportugalprofundo.blogspot.com/

António Fernando Correia de Campos, ministro da Saúde, terá perguntado ontem, dia 10-5-2006, no Parlamento, em resposta à oposição, o seguinte:

"Qual a finalidade desse nacionalismo bacoco?"

De acordo com o Diário Digital, o ministro do Governo português prosseguiu:

"«Hoje em dia, já há 80 mulheres por ano que vão a Badajoz ter os seus filhos, as que têm uma condição socio-económica elevada», frisou Correia de Campos, sublinhando que «o Governo só irá aplicar aqui o princípio da equidade».
«Não há nenhuma razão para que as mulheres ricas possam ir a Badajoz e as mulheres pobres não», afirmou Correia de Campos."

Por que razão não emigramos todos?!... Porque não içamos bandeiras espanholas nas janelas?... Porque mantemos a independência do País? Porque não vamos todos comprar produtos, receber serviços, trabalhar, residir e passar férias, em Espanha?... Será por causa do "nacionalismo bacoco"?!... Ou será que quem é "bacoco" são os governantes portugueses que servem os interesses de Espanha contra os interesses portugueses?... Ou será que somos mesmo "bacocos": porque aceitamos continuar desgovernados por dirigentes que não servem Portugal?...

Nas aulas de Geopolítica do velhinho ISCPS aprendi que uma coisa é o limite e outra a fronteira, que o limite é estático (quando é...) e a fronteira dinâmica; que o limite é geográfico e administrativo e a fronteira política. O limite está traçado na carta militar1:25000 e passa no Caia, mas a fronteira portuguesa recuou.

Podemos considerar além da fronteira política, outras fronteiras: económica, mediática, cultural e artística, desportiva, etc. A fronteira económica portuguesa recuou bastante da raia para o interior nos últimos anos, na exportação de bens e prestação de serviços, na aquisição de empresas e na tomada dos grandes contratos - na verdade, chega... a Lisboa!... A fronteira mediática é-nos dada pela progressão da TVE e canais espanhóis nas zonas de fronteira; a fronteira cultural e artística está na atracção de intelectuais e escritores (por exemplo, o prémio Nobel Saramago) e artistas portugueses; a fronteira desportiva na contratação de jogadores e até no acompanhamento preferencial do campeonato espanhol do que o português; a fronteira política é visível na perigosíssima pedagogia do iberismo levada a cabo sistematicamente pelos governantes que sinalizam ao povo que a anexação do nosso País pela Espanha é natural e desejável.

Ainda por cima, perante o riso dos dirigentes e população espanhola face ao servilismo e declarações do governo português.

Desde José España-España-y-España Sócrates, a Mário Soy-Iberista-Confeso Lino até Correia Bacoco de Campos, se vê que este é o governo mais espanholista da III República portuguesa. E esta, sem licença de Camões (Lusíadas, III, 21), tem sido a desditosa Pátria minha amada.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Luso

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« Responder #130 em: Maio 13, 2006, 12:03:58 am »
Da caixa de comentários do texto anterior...

Temos que nos queixar?
A população em geral já clama pelos espanhóis, embora se mantenha de facto a maioria silenciosa e mais ou menos esclarecida. Mas a verdade é que não tem tradução em votos, portanto é um problema de regime.
Não tenho dívidas que este e outros governos anteriores servem os interesses de grupos económicos de Espanha, veja-se o caso de Ferreira leite e de Barroso.
Estas não são piores ou melhores, são a mesma podridão e corrupção.
Pode ver-se pelo IVA, foi devido ao aumento de receitas ou porque de facto beneficia tudo o que é espanhol.
Porque se opta pela destruição desde Abril dos caminhos de ferro e agora pelo TGV? É que já não há opções em termos de transportes rodoviários porque as empresas só utilizal as carreiras que lhes vão dando lucro.
Como já aqui disse, estes são como Cortesão e Afonso Costa que se venderam a Espanha assim que foram corridos no 28 de Maio, Salazar tinha razão, a pátria não se vende e se for necessário a prisão e o exílio deve ser o caminho, noutros sítios seriam tratados de forma bem mais violenta.
Estas opções não acontecem por acaso.
Toupeira | 11.05.06 - 4:30 pm |

____________


Caro António

Nascer em Espanha significa também que os filhos dos que nasceram em Espanha pode depois apenas provar que o pai nasceu em Espanha, para obterem a nacionalidade espanhola. Artº 17º do Código Civil Espanhol.

Ou seja, todos os filhos dos que nascerem em Badajoz podem ser espanhóis.

Correia de Campos nãom sabe do que fala, ou melhor sabe mais que diz!!!
José Maria Martins | 11.05.06 - 10:53 pm | #


Pede-se ao Sr. Presidente da República que pondere sobre este assunto e que AJA!
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emarques

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« Responder #131 em: Maio 13, 2006, 02:32:20 am »
A solução óbvia para tudo isto é fechar na mesma a maternidade de Elvas, mas cancelar o convénio com o hospital de Badajoz. Que vão ter os filhos a Portalegre. Garante-se na mesma a segurança da mãe e da criança (que supostamente estará comprometida devido aos níveis de actividade baixos e pessoal reduzido da maternidade de Elvas) e não há portugueses a nascer em Espanha.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Marauder

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« Responder #132 em: Maio 13, 2006, 09:14:43 am »
Que eu saiba a maternidade de Elvas esteve fechada entre 1991 e 1997 e ninguém se queixava sobre ir a Badajoz nessa altura..
 
   Claro que não convém os deputados do PSD se lembrarem deste facto ...lalalalla....

   Que eu saiba nascer em Espanha não nos torna automaticamente espanhóis...mas se realmente são nacionalistas ao ponto de querer o filho nascer em solo português, com um pouco mais de gasolina já o metem noutra maternidade tuga..
 

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carlovich

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« Responder #133 em: Maio 13, 2006, 06:16:52 pm »
En cuanto al idioma español solo puedo contar mi propia experiencia; cuando he estado en USA, concretamente en Nueva York, solo he hablado español, no he usado el inglés porque no me ha hecho falta (hasta la policia o en Inmigración hablan español...).Cualquier persona se puede mover desde Argentina a Canada hablando español ya que el 70% de los paises tiene el español como lengua oficial y en el resto hay muchos inmigrantes de origen hispano. Respecto al portugues de Portugal tiene menos futuro que el Brasileño ya que es bastante pequeño y no tiene importancia económica suficiente; eso sí, la introducción del español en Brasil es superior a la del portugues en Argentina o Uruguay.

Respecto a Europa, cuando viajo me sorprendo del número elevadísimo de personas que saben español y hay un estudio de la UE donde coloca al español como la 4ª lengua más hablada de la UE dentro de unos años (nativos más estudiantes).

Eso es lo que hay, y seguramente se vaya a más.... :P
 

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Marauder

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« Responder #134 em: Maio 13, 2006, 06:33:58 pm »
Citação de: "carlovich"
En cuanto al idioma español solo puedo contar mi propia experiencia; cuando he estado en USA, concretamente en Nueva York, solo he hablado español, no he usado el inglés porque no me ha hecho falta (hasta la policia o en Inmigración hablan español...).Cualquier persona se puede mover desde Argentina a Canada hablando español ya que el 70% de los paises tiene el español como lengua oficial y en el resto hay muchos inmigrantes de origen hispano. Respecto al portugues de Portugal tiene menos futuro que el Brasileño ya que es bastante pequeño y no tiene importancia económica suficiente; eso sí, la introducción del español en Brasil es superior a la del portugues en Argentina o Uruguay.

Respecto a Europa, cuando viajo me sorprendo del número elevadísimo de personas que saben español y hay un estudio de la UE donde coloca al español como la 4ª lengua más hablada de la UE dentro de unos años (nativos más estudiantes).

Eso es lo que hay, y seguramente se vaya a más.... :lol:  :lol:

Mas pronto...são factos da vida  c34x
 

 

Portugal "sem fronteiras"

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