Portugal comecerá a recuperar?

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #555 em: Maio 11, 2013, 10:55:02 am »
Nesta deixou-o sem resposta. São estas perguntas que eles não querem ouvir.
 

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Cabecinhas

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #556 em: Maio 13, 2013, 03:34:50 am »
As  perguntas não costumam ser combinadas?  :snipersmile:
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #557 em: Maio 13, 2013, 11:16:40 am »
Não necessariamente. Quando são ministros e assim até acredito que sejam. Mas neste caso até pela forma como ele responde às mesmas não me parece estar preparado, senão tentaria dar uma melhor imagem dele próprio.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #558 em: Junho 14, 2013, 04:51:34 pm »
Portas anuncia investimento de 280 milhões na indústria

Paulo Portas anunciou esta sexta-feira um investimento em Portugal de 280 milhões de euros.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros sublinha que o investimento será nacional e estrangeiro, e que é necessário para gerar riqueza e criar emprego no país.

O dinheiro que o Estado investe traduz-se em incentivos fiscais e como contrapartida deve resultar na criação de 700 novos postos de trabalho e manutenção de mais de 4.300 trabalhadores.

O ministro anunciou que a aposta vai para a área industrial e enumerou os sectores: “Este foco na indústria, geração de riqueza na área industrial, e geração de emprego por via de indústrias reforçadas ou novas tem um conjunto de aplicações no terreno. Estes investimentos são nos seguintes sectores, aeronáutica, produtos médicos, indústria de embalagens, vidro, mineração, componentes automóveis e têxteis”.

O ministro adiantou também que o montante máximo dos incentivos fiscais será de 34 milhões de euros.

Sete dos 11 investimentos aprovados pelo Governo são de empresas estrangeiras, oriundas do Brasil, Canadá, Espanha, Alemanha e Estados Unidos, entre outros.

Estes novos investimentos também já têm destino, em termos do território nacional, os concelhos elegíveis são os de Campo Maior, Paredes, Santo Tirso, Aljustrel, Marinha Grande, Vila Nova de Gaia, Figueiró dos Vinhos, Vila Franca de Xira, Castro Verde e Famalicão.

Paulo Portas referiu ainda que foi reduzido o prazo para 60 dias, para dar resposta aos pedidos de investimento em Portugal.

 :arrow: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.as ... did=111048
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #559 em: Março 14, 2014, 12:59:17 pm »
Os Alemães não produzem quatro vezes mais do que os Portugueses



No eixo das abcissas, encontra-se a produtividade dos países da OCDE em 2012, medida em Produto Interno Bruto (dólares americanos a preços correntes) por hora de trabalho realizado.

No eixo das ordenadas, encontra-se o salário médio dos países da OCDE em 2012, medido em paridade de poder de compra (dólares americanos a preços constantes de 2012) por hora de trabalho realizado.

Na sequência das declarações de Belmiro de Azevedo, o gráfico mostra que, em 2012, o salário médio na Alemanha era de $30,24/h, enquanto o salário médio em Portugal era $13,66/h; e que a produtividade alemã era de $58,30/h, enquanto a produtividade portuguesa era de $34,00/h. Em média, os Alemães produziam por hora 1,7 vezes mais e ganhavam por hora 2,2 vezes mais do que os Portugueses. Destes dados resulta que, para estarem, proporcionalmente, ao nível salarial dos Alemães, os Portugueses deveriam ganhar, em média, mais 29%, sem precisarem de aumentar a sua produtividade.

Os dados utilizados na construção deste gráfico provêm da base da OCDE.

 :arrow: http://ruadaconstituicao.wordpress.com/ ... rtugueses/
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Barlovento

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #560 em: Abril 13, 2014, 04:49:52 pm »
Antonio Pires de Lima: «En España y Portugal nos hemos ganado el respeto del mundo»

Da por concluida la era de la austeridad y confirma la vuelta al crecimiento
M. Sío Dopeso
Redacción / La Voz  13 de abril de 2014  05:00

El próximo 19 de mayo, Portugal dejará de ser un país intervenido por el FMI, el BCE y la UE, la troika que supervisa el préstamo de 78.000 millones de euros que lo salvó del abismo. Recién cumplidos los tres años del rescate, el ministro de Economía del Gobierno de coalición de centro derecha, Antonio Pires de Lima, analiza en un perfecto español (estudió y vivió en Barcelona) las políticas de ajuste obligadas para reducir el déficit, las coincidencias con las reformas hechas en España y el futuro postroika del país.

-¿Portugal está mejor que hace tres años?

-Cuando pedimos el rescate habíamos perdido toda la credibilidad. Estamos en un punto muy distinto a hace tres años, cuando nos encontramos con las arcas de la Administración vacías y dinero para pagar 10 días de sueldo. Se ha hecho un trabajo muy fuerte para que Portugal sea un país respetado en el que se puede invertir. Las exportaciones han crecido del 27 al 41 % del PIB, eso supone una capacidad de competir grande. Estamos mejor porque hemos recuperado nuestra reputación.

-A costa de sacrificios...

-Es verdad que la gente ha hecho sacrificios tremendos para que no haya un segundo rescate. Es un esfuerzo que merece mucho respeto. La gente ha sufrido y está sufriendo mucho para que Portugal pueda cumplir.

-¿Cuáles han sido las medidas más dolorosas de aprobar?

-El aumento de los impuestos sobre el trabajo ha sido muy fuerte, pero ha supuesto un incremento de la recaudación del 30 % en el 2013. Las bajadas de los sueldos en la Administración publica y de las pensiones han tenido un papel muy importante para el ajuste financiero pero han sido, y son dolorosas en la vida de las personas.

-¿Quedan ajustes por hacer?

-A nivel de sueldos y pensiones los ajustes que hemos tenido que hacer están hechos. Los futuros ajustes ya no pasan por los salarios, sino por encontrar otra forma de dar servicio a los ciudadanos de una manera más racional.

-Portugal y España han tenido que hacer reformas duras, en el caso de España porque se ha vivido por encima de las posibilidades. Pero Portugal no, siempre ha estado en crisis.

-En el 2010, el déficit publico en Portugal era casi del 10 %. No me gusta la expresión «vivimos por encima o por debajo de las posibilidades», pero el déficit era el que era.

-¿Cómo ve a España ahora?

-España y Portugal son los países de moda en Europa. Están cambiando la percepción injusta que había de la Europa del sur. Eso lo he sentido en Londres, Davos, Berlín y EE. UU. Son mercados muy interesantes para la inversión extranjera. Se han ganado el respeto del mundo por las reformas que han hecho. La evolución de las bolsas y el coste de la deuda pública confirman que son los países que más han crecido en reputación y credibilidad en el último año. Veo a Portugal y a España como dos países unidos en la recuperación, la península ibérica está de moda ahora mismo.

http://www.lavozdegalicia.es/noticia/ec ... P37991.htm
 

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Lusitano89

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #561 em: Dezembro 14, 2014, 12:37:15 pm »
“Velha ordem” perdeu o domínio sobre Portugal, diz o Financial Times


O colapso do Grupo Espírito Santo e as detenções do antigo primeiro-ministro José Sócrates e de altos responsáveis ligados ao caso dos “Vistos Gold” são, acredita o Financial Times, sinais claros de que Portugal está a regenerar-se e que a “velha ordem” perdeu o domínio do país. O Financial Times dedica esta sexta-feira uma edição especial de quatro páginas sobre “Investir em Portugal”, em que é elogiada a estabilidade política e as reformas que foram feitas. Mas onde se alerta, por outro lado, para o crescimento baixo e para os receios sobre a sustentabilidade da dívida.

O texto principal do trabalho especial do Financial Times começa com uma pergunta, que possivelmente terá passado pela cabeça de muitos dos investidores que lêem diariamente o jornal britânico:

"Se um programa rigoroso de reformas e consolidação orçamental supervisionado pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) não conseguiu detetar o colapso iminente de um dos maiores bancos do país, que confiança pode Portugal ter de que os seus problemas estruturais enraizados estão a ser solucionados de forma adequada?"

É neste contexto que o Financial Times (FT) enquadra a situação política atual, a menos de um ano das eleições legislativas: uma disputa entre a “oposição anti-austeridade socialista”, que está à frente nas sondagens dos partidos da “coligação de governo de centro-direita, conservadora do ponto de vista orçamental”. É uma disputa entre António Costa, que “descreve o resgate como um falhanço”, e Pedro Passos Coelho, “que avisa que Portugal necessitará de muitos mais anos de controlo orçamental rígido para assegurar um futuro próspero”.

Os jornalistas do FT contam aos seus leitores que o país assistiu “boquiaberto” à queda do império familiar Espírito Santo e à detenção de um ex-primeiro-ministro e vários responsáveis ligados aos serviços de estrangeiros e fronteiras. “Está a crescer a perceção de que as dificuldades económicas causadas pelo programa de ajustamento e o colapso traumático do grupo Espírito Santo são parte de um processo doloroso – uma tentativa de permitir que áreas mais bem sucedidas da economia floresçam”, escreve o jornal.

Para trás podem estar a ficar os “males económicos” personificados pela família Espírito Santo, incluindo “relações demasiado íntimas entre os setores público e privado” e as empresas a pedirem “demasiado crédito para crescer, na ausência de capital”. E, ainda, estará a combater-se uma situação em que existe um país dominado por empresas “viradas para o mercado interno, protegidas da concorrência e dependentes de contratos com o Estado, absorveram demasiado investimento e talento” humano.

O Financial Times diz que Portugal tem subido nos “rankings” da competitividade mas continua a enfrentar obstáculos, com muita burocracia e impostos elevados. O maior problema é, todavia, a falta de um crescimento mais robusto que alivie os receios com a sustentabilidade da dívida, diz o jornal. Contudo, o jornal salienta que, apesar da crise vivida nos últimos anos, não foi perturbada a “fé” no sistema político de dois partidos moderados e, por outro lado, nota que as reformas do sistema fiscal tornam possível aumentar a base tributária ao mesmo tempo que se desce a carga fiscal.

Observador
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #562 em: Março 11, 2015, 05:40:00 pm »
E a campeã das exportações é... a metalomecânica

Têxteis? Calçado? Não. A campeã das exportações portuguesas é a metalomecânica. Os números não enganam: a metalomecânica exportou no ano passado 13,8 mil milhões de euros, um aumento de 30%; os têxteis tiveram o melhor ano de sempre, mas venderam ao estrangeiro apenas 4,6 mil milhões, um crescimento de 8%; e o calçado, apesar de ter batido um máximo histórico, ficou-se nos 1,87 mil milhões de euros, mais 8,8% do que em 2013.


"Estamos a crescer. Exportamos para mais de 200 mercados, para o mundo inteiro. E não temos por base o baixo salário, mas sim o valor acrescentado dos produtos, o preço/qualidade e a entrega a tempo das encomendas", explica Gonçalo Lobo Xavier, assessor da AIMMAP, a associação que agrega as empresas de metalomecânica e metalurgia.

"Fomos um dos setores que conseguiram resistir à destruição de postos de trabalho durante a crise financeira, e nestes dois últimos anos a contratação subiu 1%". As 15 mil empresas em atividade em Portugal dão atualmente emprego a 200 mil pessoas. "Quem conclui a formação no Cenfim, o centro de formação da indústria, consegue rapidamente colocação. Não há ninguém [de lá] inscrito nos centros de emprego", explica Gonçalo Lobo Xavier.

A Alemanha passou a ser, no ano passado, o maior cliente da indústria portuguesa, a seguir a Espanha e a França. "É muito importante para nós sermos reconhecidos por um mercado como o alemão, com a perceção de exigência, qualidade e inovação", diz o responsável da AIMMAP. Considerada a indústria das indústrias, a metalomecânica vai desde a metalurgia às instalações metálicas, às empresas que produzem máquinas e ferramentas, à cutelaria e aos equipamentos de transporte.

A exportação é fundamental para o sucesso do setor, reconhece Jorge Ferreira, acionista da Palbit. A empresa produtora de ferramentas de metal duro, fundada em 1916, exporta para 66 países e tem já duas filiais no Brasil e no México. "Para o resto do mundo vendemos através de distribuidores, que têm formação técnica para a venda dos nossos produtos".

"Desde a criação da fábrica, há 36 anos, a internacionalização era o grande objetivo", reforça José Manuel Fernandes, o presidente da Frezite, um dos maiores fabricantes mundiais de máquinas de corte. "Portugal é demasiado pequeno para um produto como o nosso", conclui. E não teme a concorrência agressiva. "Temos produtos inovadores na nossa área que são tecnologia de topo, de alta precisão." Atualmente, a Frezite tem 11 unidades fora do país, duas na Alemanha.

Internacionalização

E ainda neste mês a Fametal, de Ourém, anunciou que vai instalar em Marrocos a sua primeira base fabril no exterior, que envolverá um investimento de cinco milhões de euros. A empresa, que fabrica e monta todas as estruturas que utilizam metal, desde fábricas, a pontes e viadutos ou prédios de habitação, é um exemplo de que a metalomecânica é, nos últimos anos, um motor de inovação e de internacionalização da indústria portuguesa.

A história da internacionalização da Silampos é simples e ao mesmo tempo complexa. Depois do erro, em 1979, na Dinamarca, "porque usámos a imagem do João Ratão e da Carochinha para promover a marca e os dinamarqueses não conhecem a história e não gostaram", conta Aníbal Costa Campos, "aprendemos". "Criámos o primeiro gabinete de design próprio" e na década de 80 avançaram para uma feira internacional na Argélia. "Somos os principais fornecedores de panelas para o Norte de África." Numa feira em Lisboa, passaram a vender para os EUA e Inglaterra. "Fomos nós que introduzimos o aço inoxidável em Inglaterra, onde agora temos uma empresa de distribuição." É importante conhecer o mercado. "No Brasil, vamos entrar em parceria com a Vista Alegre."

Sub-contratação

A subcontratação industrial "é muito relevante para a metalomecânica. Um cliente quer produzir uma determinada peça e muitas vezes é a empresa metalomecânica que lhe apresenta melhorias técnicas", explicou Gonçalo Lobo Xavier. O setor também consegue evidenciar-se no exterior através de preço/qualidade e na entrega a tempo das encomendas. "Somos altamente competitivos, porque os países asiáticos e a Turquia, os nossos maiores concorrentes, só estão preparados para fazer grandes séries. A flexibilidade das empresas portuguesas permite dar resposta e em curtos espaços de tempo". Só a subcontratação industrial vale seis mil milhões, "e 50% é para exportação direta".

 :arrow: http://www.dinheirovivo.pt/empresas/int ... 79&page=-1
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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #563 em: Dezembro 15, 2015, 03:58:27 pm »
Paul Krugman defende plano B para o caso de Portugal sair do Euro


O prémio Nobel da economia Paul Krugman defendeu que Portugal deve ter um plano B para o caso de ser necessário sair do euro, alertando que o governo tem "pouca margem" de manobra.Em entrevista à rádio Antena 1 e à RTP, Paul Krugman reconheceu que deve existir "um plano B", considerando que o risco de sair do euro "perdura".

Krugman lembrou que a Grécia teve um plano B, que deve ser "considerado, mas não aplicado" e sobretudo "não deverá ser divulgado na imprensa".

O prémio Nobel da Economia de 2008 admitiu estar "perturbado com a situação política na Europa", alertando para "eventuais consequências na economia dos Estados membros".

Krugman deixou ainda conselhos ao novo primeiro-ministro, António Costa, considerando que tem condições financeiras, "agora que a crise está [a ficar] para trás".

"Lutaria pelo abrandamento da austeridade, deveria estar focado no investimento, em fazer coisas que podem aumentar o défice, mas tornar a economia mais competitiva ao longo do tempo", frisou.

Krugman acrescentou também que António Costa tem "pouca margem para fazer diferente do anterior governo", frisando não concordar "com a meta do défice de 3% da Europa".

"A Europa está a cometer um grande erro quando impõe os três por cento no défice em Portugal. É um grande erro", sustentou.

Krugman mostrou-se "muito preocupado" com o crescimento da extrema-direita na Europa, argumentando que "o progresso para uma Europa mais democrática parou e pode ter sido revertido", e prevendo que vai agora "viver-se um novo abrandamento na economia".

DN
« Última modificação: Dezembro 15, 2015, 05:08:57 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #565 em: Fevereiro 05, 2016, 03:36:45 pm »
Este video explica em melhor detalhe aquilo que o Cabeça de Martelo postou:

 

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #566 em: Fevereiro 06, 2016, 02:34:53 pm »
De salientar as partes aos 12:20, 18:28 - 19:10 e 23:30
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #567 em: Fevereiro 16, 2016, 12:55:33 pm »



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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #568 em: Abril 07, 2016, 04:48:41 pm »
Passos diz que banca precisava de capitalização até 50 mil milhões

http://economico.sapo.pt/noticias/passos-diz-que-banca-precisava-de-capitalizacao-ate-50-mil-milhoes_246621.html

Estou à espera dos próximos aumentos de capital da banca portuguesa. Pelo menos a CGD e o BCP vão precisar de mais aumentos de capital!!!
Mas medo, medo tenho se ouvir falar nos próximos tempos em mais testes de stress pelo BCE, aí que vai pagar a factura vão ser outra vez os mesmos..... quem paga impostos!!!!
 

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Re: Portugal comecerá a recuperar?
« Responder #569 em: Abril 20, 2016, 12:01:21 pm »
O descontrolo das contas públicas a que chegou o Estado Português (evolução 2010-2015):

Existe uma análise muito interessante no site do governo português, sobre a evolução das contas públicas, que em 2010 estavam totalmente fora de controlo!!!!!
Em 2010, o estado teve despesas a mais do que as receitas em algo que ultrapassa os 20 mil milhões de euros (déficit de 11,2%!!!!!). Para terem uma ideia, este desvio colossal é igual a todo o IRS + IRC + ISP pago no país durante 1 ano!!!!!!!

Em 2010, Portugal pagava mais de 5,2 mil milhões de euros de juros da sua dívida pública. Em 2015 os juros pagos por Portugal ascendiam a quase 8,9 mil milhões de euros (70% está nas mãos de estrangeiros, ou seja, 6,23 mil milhões voam para fora do país todos os anos).

Os salários pagos pelo estado, diminuíram 4 mil milhões de euros de 2010 para 2015, assim como as despesas primárias do estado sem remunerações, caíram 6,5 mil milhões de Euros.

Apesar de todos os esforços e apertos que sofremos...... mesmo assim o estado no fim de 2015 ainda gastava mais 5 mil milhões de euros do que as receitas de que dispunha!

Aqui ficam mais dados interessantes sobre a evolução do país:

http://www.portugal.gov.pt/pt/o-governo/arquivo-historico/governos-constitucionais/gc19/os-temas/20141022-evolucao-despesa-estado/20141022-evolucao-despesa-estado.aspx
http://dividapublicaportuguesa.blogspot.pt/
 

 

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