14 F-35* e 28 caças doutro modelo, com o máximo de transferência de tecnologia e participação da industrial nacional.
Era o cenário mais ou menos consensual aqui no fórum, salvo raras excepções (os ranhosos 🤣).
Só que entretanto tivemos o efeito Trump, como aqui lhe gostam de chamar.
Também partilho do teu *, com a diferença de que essa confiança demorará mais de uma década a recuperar, o que provavelmente não será compatível com os nossos interesses.
O que se passou e está a passar é demasiado grave para se resolver em meia dúzia de anos, senão estará aberto mais um perigoso precedente.
Que sirva de lição para todos...
Este cenário tem as suas vantagens:
Benefício militar para Portugal, que ganha massa crítica
Com 1 esquadra de F‑35 + 2 de Gripen/KF‑21, Portugal teria, 36–42 aeronaves modernas, capacidade de manter 24–28 aeronaves prontas em qualquer momento
com cobertura simultânea de QRA Ovar e Monte Real e QRA Lajes, destacamentos NATO, e treino avançado.
Com apenas F‑35, Portugal teria menos aviões, menos horas de voo, menos prontidão, menos pilotos, menos flexibilidade. Se fosse para termos 2 esquadras F-35, os custos seriam altíssimos, com requisitos de armazenagem e logística exigentes. Nunca teríamos capacidade para operar 2 esquadras de F-35, muito menos 3.
Com apenas uma frota única de caças de F-35 ficaríamos encurralados e muito dependentes dos EUA, além de esticados em termos orçamentais.