Foi isso que (também) "matou" o G5 europeu, e pelo andar da carroça vai fazer o mesmo ao G6.
Produzir 500 caças europeus nos próximos 10 anos seriam uma excelente notícia para a indústria de defesa europeia.
E se esses 500 fossem menos 500 para a indústria de defesa americana, ainda melhor.
É assim que se fiinancia o desenvolvimento de novas tecnologias, mantém-se capacidades industriais...
Um bom exemplo, o que a Itália fez com a produção das EVO.
Não complicou. Quando havia terminado a construção de todas as FREMM previstas, avançou para um "novo" modelo de imediato, que tem como base o modelo anterior, e assim garantiu a manutenção do trabalho nos estaleiros.
Simples, eficaz, e mantendo a capacidade de produção e desenvolvimento.
Se fechares as linhas de RAFALE, GRIPEN e EF, como queres depois produzir um G6 daqui a 10 anos?
Que fazes ao pessoal especializado? Vão para os EUA?