Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro

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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #60 em: Setembro 24, 2020, 03:46:11 pm »
Adestramento de Salto Livre capacita militares para atuarem em missões de risco


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Goiânia (GO), 22/09/2020 - O Adestramento Conjunto de Salto Livre Operacional para Forças Especiais, iniciado em 14 de setembro e previsto para encerrar no dia 25, capacita militares paraquedistas para atuarem em missões de risco. Primeiramente eles são treinados em solo, para depois serem lançados do avião. O treinamento em voos reais é realizado pela aeronave Hércules C-130, da Aeronáutica.

Nesse preparo, eles praticam o chamado HAHO (High Altitude-High Opening), saltos desenvolvidos para operações secretas em território inimigo. O salto HAHO é um meio para realizar a infiltração: inserção do militar paraquedista em um ambiente, de forma escondida. Nessa modalidade, o avião voa em alta altitude, condição essa que interfere na escassez de oxigênio para respiração.

Os militares levam consigo cerca de 60kg de equipamento junto ao corpo. São eles: uma mochila, um fuzil, equipamento de comunicação, paraquedas principal e reserva, capacete, óculos e macacão de isolamento térmico, para suportar a alta temperatura. O HAHO é realizado tanto de dia, quanto à noite. O pouso ocorre em uma área não demarcada e não sinalizada.

Por ser uma atividade de risco, há longas fases de preparo e disciplina para a realização dos saltos. Os militares treinam em solo, por meio de simuladores, e nos ares, em saltos reais. Há cuidados, ainda, com a saúde dos paraquedistas e com o preparo dos equipamentos e da aeronave.

A Chefia de Planejamento do Comando de Operações Especiais é responsável por gerenciar o planejamento da operação. A equipe desse setor é responsável pelos equipamentos de segurança que serão utilizados durante o curso. “O nosso equipamento precisa estar manutenido, o pessoal deve estar preparado, a equipe de saúde é bem treinada para atividades de grande risco”, afirma o Tenente-Coronel B.M., Chefe da Sessão de Planejamento.

A Sargento Ranielle Raica Finatto, da Força Aérea, do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, é uma das responsáveis pela manutenção de equipamentos na missão. Seu trabalho é essencial para a segurança dos militares paraquedistas, pois é ela que verifica todos os materiais, monitora a dobragem dos paraquedas e confere equipagem da aeronave, para que tudo esteja pronto para o salto.

"É uma atividade que exige muita responsabilidade, porque o salto à grande altitude exige bastante segurança e preparo. São feitos muitos treinamentos para que o militar se sinta confortável para executá-lo", diz. A sargento explica, ainda, que cada treinamento é realizado com muita destreza e cuidado, para que nada saia do controle e todos cheguem em segurança ao solo.

Para o sucesso do salto, de acordo com a militar, o paraquedista precisa ter confiança no equipamento que carrega e estar preparado para a atividade. "O militar deve estar confiante e preparado. Tomamos todos os cuidados para que não ocorra nenhum tipo de procedimento que atente contra a segurança e para que nenhum tipo de equipamento deixe o militar na mão no momento em que ele precisa", pontua.

Nesta segunda-feira (21), o lançamento de paraquedistas foi a 24 mil pés, o equivalente à 8km, um salto considerado de alta altitude. Para um salto nessas condições, existem alguns pré-requisitos de ordem médica. A médica da tripulação, pertencente ao Esquadrão Primeiro Grupo de Transporte (Esquadrão Gordo) da Aeronáutica, Capitão Juliana Vandersteen, explica que o paraquedista não pode estar resfriado, realizando tratamento dentário, possuir fratura recente ou doença febril. "Isso tudo pode resultar em doenças que surgem durante o voo, devido à diferença de pressão", explica.

Para melhor bem-estar dos paraquedistas no voo, conforme a militar, antes de saltar eles fazem um tratamento em uma câmara hipobárica, no Instituto Médico da Aeronáutica (IMAE). Nesse ambiente eles vão conhecer sintomas que se apresentam em ambiente de alta altitude. "Cada um, nesse treinamento simulado, tira a máscara, em uma determinada altitude, para saber seus sintomas quando há diminuição de oxigênio no organismo", esclarece. A Capitão Vandesteen explica que os militares paraquedistas podem sentir dor de cabeça, dormência, visão em túnel, entre outros, quem variam de pessoa para pessoa. Caso o militar apresente algum desses sintomas no voo, o médico acopla melhor a máscara de oxigênio e orienta respirar devagar.

Todos vão portar uma máscara de oxigênio, que os protege desses sintomas, mas caso ocorram, há dois médicos na aeronave - um na cabine com a tripulação, outro com os paraquedistas para monitorar qualquer sensação como essas. "Se surgirem esses problemas, eles são plenamente administráveis em voo. Se acontecer alguma coisa que não seja administrável, por exemplo, um paraquedista apresentar uma dor de dente insuportável, a missão é abortada para todos", diz a Capitão.

Ela complementa: "E não é uma missão que eu possa, simplesmente, pousar e voar novamente. Se for em alta altitude, não posso voltar para o ar antes de 48 horas". Dessa forma, dois dias antes do voo, é feita uma apresentação para relembrar a todos os cuidados com a saúde e identificar pessoas que tenham qualquer tipo de enfermidade, de modo a não prejudicar toda a equipe.

O voo

A aeronave voa despressurizada. Ao entrar no avião, o primeiro procedimento é fazer a desnitrogenação (retirada de nitrogênio do organismo), por cerca de 30 minutos. Após esse procedimento, é realizada a decolagem, para chegar na altitude desejada. Nesse momento, o avião realiza o circuito de navegação e, aos seis minutos para o lançamento, os militares são avisados para que fiquem atentos aos comandos. Realizada uma série de procedimentos, uma luz verde avisa que é chegado o momento do salto. Eles se posicionam em fila para deixar a aeronave, um por um.

Por Mariana Alvarenga
Fotos: SO Alexandre Manfrim / Cel Tomita

 :arrow: https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-salto-livre-capacita-militares-para-atuarem-em-missoes-de-risco



 

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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #61 em: Setembro 27, 2020, 04:38:47 pm »
Adestramento de Forças Especiais treina militares para deslocamento tático e tiro ao alvo


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Goiânia (GO), 24/09/2020 – As Forças Especiais (FE) são designadas como tropas de elite das Forças Armadas pelo alto grau de preparo e sigilo em suas atuações. São preparadas para proteger o país em conflitos de grande hostilidade. Um desses preparos é o Adestramento Conjunto de Salto Livre Operacional para Forças Especiais, onde os militares treinam deslocamento tático terrestre, seguido de tiro ao alvo.

Essa é a última etapa do Adestramento, que já trabalhou salto livre em solo, por meio de simuladores, e salto real em queda livre, em alta altitude. O deslocamento tático terrestre começa após a descida dos paraquedas, quando os militares vão executar a próxima etapa da chamada infiltração: ingresso no terreno inimigo sem ser percebido. Nesse trajeto, cada componente da equipe é responsável por uma função, como guiar os companheiros no terreno usando cartas e bússola, ou fazer a segurança do grupo.

Ao cumprir esse deslocamento, os militares partem para o reconhecimento aproximado do alvo, na estrutura montada no estande de tiros. Nesse momento, praticam a simulação de ataque propriamente dito. Todo esse trabalho é praticado com vistas a prepará-los para os mais tensos conflitos armados.

O Coordenador Tático Terrestre, Capitão G.F., enfatiza que alguns atributos são imprescindíveis para o militar das Forças Especiais. “Primeiro, coragem, porque saltar de uma aeronave não é algo comum. Meticulosidade no planejamento, forte espírito de corpo e confiança entre os homens”, enumera. Ele lembra, ainda, que a divisão de tarefas tem que ser muito bem feita, de maneira que cada um tem que saber seu papel para não sobrecarregar o outro.

O treinamento observa procedimentos de segurança e, em caso de adversidades, uma ambulância com profissionais de saúde das Forças Armadas encontra-se à disposição dos militares em treinamento.

O Comandante do Comando de Operações Especiais, General Gustavo Henrique Dutra de Menezes, enfatiza que essa preparação requer que o homem esteja em constante atividade e em boas condições físicas e psicológicas. “A nossa principal missão é a defesa da pátria, nós temos que estar nos adestrando a todo momento em cima das possibilidades de emprego para que estejamos em condições de responder a altura o chamamento de nossa nação”, afirma.

A interoperabilidade da Marinha, Exército e Aeronáutica é característica fundamental, pois em situação real, estarão preparados para atuar juntos. É o que ressalta o Subchefe de Operações, General José Eduardo Leal. “Aquilo que se treina em tempo de paz é o que vai ser executado num conflito real. Além disso, acrescenta-se que o adestramento realizado nesse formato contribuiu, sobremaneira, para desenvolver a mentalidade conjunta dos participantes”, afirma.

O Chefe da Seção de Planejamento, Tenente Coronel B.M., diz que as Operações Especiais diferem de outras operações pela sensibilidade política, pelas técnicas, táticas, procedimentos utilizados e formas de emprego." Sua importância na defesa se caracteriza pela atual característica do ambiente de combate, onde o terreno humano e o achatamento entre os níveis tático e político tornaram-se essenciais na análise dos comandantes", pontua.

A Simbologia da Faca na Caveira

A faca na caveira é um dos símbolos das Forças Especiais. Esse emblema tem origem nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, quando um militar cravou um punhal em uma caveira sobre a mesa de um dos abrigos nazistas e bradou “vitória sobre a morte”. Componente de uma equipe de Operações Especiais conhecida como “Comandos”, ele combatia as tropas alemãs. Esse gesto expressava que os Comandos representavam a vida e venciam a morte. A partir daí, a faca encravada em uma caveira passou a ser o símbolo das equipes de operações especiais em todo o mundo.

 :arrow: https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-forcas-especiais-treina-militares-para-deslocamento-tatico-e-tiro-ao-alvo


 
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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #62 em: Outubro 07, 2020, 06:18:30 pm »
1º Batalhão de Ações de Comandos participa de adestramento conjunto para tropas de Operações Especiais


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São Pedro da Aldeia (RJ) – O 1º Batalhão de Ações de Comandos, unidade subordinada ao Comando de Operações Especiais, participa, no período de 30 setembro a 9 de outubro, do Adestramento Conjunto Aeromóvel para tropas de Operações Especiais.

O adestramento, coordenado pela Marinha do Brasil, está sendo desenvolvido em 2 fases distintas. Na primeira, foram realizadas diversas técnicas de desembarque empregadas na infiltração aeromóvel, além de escape em aeronaves submersas e treinamento de atendimento pré-hospitalar (APH) tático. Na segunda fase, a partir da infiltração por navio de assalto anfíbio, tipo porta-helicópteros, PHM Atlântico, os Comandos irão realizar o transbordo em aeronave de asa rotativa e realizar uma Ação de Comandos na restinga da Marambaia.

A atividade é relevante na potencialização da interoperabilidade entre as tropas de Operações Especiais das Forças Armadas brasileiras. 

Fonte: COpEsp


 

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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #63 em: Novembro 25, 2020, 01:15:18 pm »
Batalhão de Apoio às Operações Especiais realiza salto livre com cães


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Goiânia (GO) – No dia 11 de novembro de 2020, o Batalhão de Apoio às Operações Especiais (Btl Ap Op Esp) realizou o adestramento de salto livre operacional, no aeródromo de Anápolis (GO). Cerca de 20 militares da Unidade, habilitados a essa técnica operacional, participaram da atividade.

Na oportunidade, foi realizado um salto duplo (Tandem), simbolizando a infiltração de um Cão de Guerra, juntamente com o seu condutor para apoiar um Destacamento Operacional de Forças Especiais (D O Fesp) em uma missão de ataque a um objetivo específico. A altitude de lançamento foi a 12.000 pés de altura (cerca de 3.650m), com a abertura do paraquedas a 5.500 pés (cerca de 1.676m).

Fonte: Btl Ap Op Esp




 

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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #64 em: Novembro 25, 2020, 01:19:03 pm »
Alunos do Curso de Forças Especiais participam de exercício de operações contra forças irregulares


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Piquete (SP) – De 6 a 21 de novembro, os alunos do Curso de Forças Especiais 2020 participaram da Operação Mantiqueira, um exercício de operações contra forças irregulares. A atividade, que envolveu cerca de 200 militares, sendo 19 instruendos, foi realizada nos municípios paulistas de Lorena e Piquete. O exercício foi o último de uma série de 3 grandes exercícios integradores, realizados durante a formação dos alunos, que dura 24 semanas. A operação possibilitou a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante todo o curso.

Para viabilizar a atividade, o Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) contou com o apoio direto de 7 organizações militares: Batalhão de Apoio às Operações Especiais, 1º Batalhão de Ações de Comandos, 1º Batalhão de Operações Psicológicas, 1º Batalhão de Aviação do Exército, 5º Batalhão de Infantaria Leve, 6º Batalhão de Infantaria Leve e 1º Esquadrão de Cavalaria Leve.

Houve, também, o apoio do Comando Militar do Leste nas instruções com o objetivo em desenvolver capacidades específicas para um bom relacionamento com a imprensa (media training) e mostrar as melhores práticas de cerimonial e protocolo de eventos que envolvam autoridades civis e militares. No exercício, os alunos executaram ações práticas de Comunicação Social similares às que podem surgir em contextos reais de operação e emprego militar.

Entre os diversos meios, foram utilizadas na operação uma aeronave HM-4 Jaguar e uma aeronave HA-1 Fennec, além de 2 viaturas de comando e controle, 9 motocicletas, 9 viaturas de transporte de pessoal e material, 7 viaturas táticas leve, 2 ônibus, 2 caminhões do tipo baú, 2 vans e uma ambulância. Na ocasião, os alunos agiram em um ambiente interagências com tropas de diferentes naturezas, buscando a pacificação de uma área em cenário simulado. Para isso, eles tiveram a oportunidade de atuar na instalação e execução de postos de bloqueio e controle de estradas e vias urbanas, nos patrulhamentos ostensivos, nas missões de cerco e de captura e nas operações de combate (tipo polícia), bem como nas atividades de cooperação civil-militar.

Fonte: CML



 

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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #65 em: Dezembro 14, 2020, 08:03:53 pm »
Intercâmbio de Forças Especiais


No período de 23 de novembro a 11 de dezembro do corrente ano, o Comando de Operações Especiais, por intermédio do 1º Batalhão de Forças Especiais, conduziu o Joint Combined Exchage Training (JCET) 2020, Intercâmbio Combinado de Forças Especiais, compromisso internacional assinado em Conferência Bilateral de Estado-Maior entre o Exército Brasileiro e o Exército dos Estados Unidos da América (EUA).

O intercâmbio, ocorrido no Comando Militar da Amazônia (CMA), teve como objetivos a troca de experiências de combate e o aperfeiçoamento de técnicas, táticas e procedimentos de Forças Especiais, tendo como participantes um Destacamento Operacional de Forças Especiais (DOFEsp) do 1º Batalhão de Forças Especiais, um DOFEsp da 3ª Companhia de Forças Especiais e um DOFEsp do 7º Grupo de Forças Especiais do Exército dos EUA (SFODA 7215), além de observadores do 1º Batalhão de Ações de Comandos e do Centro de Instrução de Operações Especiais.

Na primeira semana, além de medidas administrativas, ocorreram ambientações e reconhecimentos dos locais de instrução. Ainda, os destacamentos puderam realizar um primeiro módulo de tiro, possibilitando que os militares americanos tivessem o primeiro contato com o ambiente operacional amazônico.


 Na semana seguinte, ocorreu a abertura oficial do JCET, com a participação do Gen Ex Theophilo, Comandante Militar da Amazônia, do Gen Div Affonso da Costa, Chefe do Preparo da Força Terrestre, do Gen Div Omar, Chefe do CCOp do CMA, e do Gen Bda Dutra, Comandante de Operações Especiais. Com o apoio do 1º Batalhão de Infantaria de Selva (Aeromóvel), os operadores tiveram contato com técnicas de sobrevivência, na Base de Instrução Nº 2 do Centro de Instrução de Guerra na Selva, facilitando na aclimatação dos participantes estrangeiros ao ambiente de selva.


A terceira semana, desenvolvida na Base de Instrução Nº 4, teve como objetivo principal a execução de técnicas de tiro. Os destacamentos realizaram Ações Táticas em Contato com Inimigo (ATCI), módulos de tiro diversos e técnicas aeromóveis (diurna e noturna) com apoio do 4º Batalhão de Aviação do Exército.



 Na quarta semana, o objetivo principal foi a realização de um exercício combinado no contexto de Combate Contra Forças Irregulares. Nesse exercício, os destacamentos planejaram e executaram missões interligadas de monitoramento, abordagem de embarcações, neutralização de ameaças e resgate de reféns. O exercício contou com a participação de outras Organizações Militares do CMA: a Base de Operações contou com apoio de Comando e Controle prestado pelo 1º Batalhão de Comunicações de Selva, permitindo o acompanhamento em tempo real das operações em andamento; o Centro de Embarcações do Comando Militar da Amazônia apoiou na inserção dos destacamentos com embarcações Ferry Boat e Guardian, enquanto que o 4º Batalhão de Aviação do Exército apoiou na extração noturna das equipes com aeronaves HM-2 e HM-4.



Na continuação do intercâmbio, os destacamentos realizaram adestramentos voltados para o combate contraterrorismo, realizando treinamentos de progressão em ambientes confinados e módulos de tiro contraterrorismo.



A última semana foi marcada por uma visita dos Operadores de Forças Especiais dos dois países à 2ª Brigada de Infantaria de Selva e ao Comando de Fronteira Rio Negro / 5º Batalhão de Infantaria de Selva, em São Gabriel da Cachoeira, e ao Pelotão Especial de Fronteira de Maturacá. A visita foi uma oportunidade ímpar de o destacamento americano conhecer um pouco do trabalho exercido pelo Exército Brasileiro na remota fronteira norte do País, com ênfase na tríade “Vida, Combate e Trabalho”.


No dia 11 de dezembro, o JCET foi oficialmente encerrado, com a certeza de que a troca de experiências entre as frações de Forças Especiais do Brasil e dos EUA contribuiu para estreitar os laços de amizade entre os dois países bem como ampliar as capacidades operativas dos destacamentos envolvidos.



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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #66 em: Dezembro 15, 2020, 11:49:26 pm »
Militares paraquedistas do COPESP participaram do primeiro salto semiautomático KC-390


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Goiânia (GO) - Militares paraquedistas do Comando de Operações Especiais (COPESP), participaram no dia 12 de dezembro deste ano, do primeiro salto semiautomático na Aeronave KC-390.  A atividade ocorreu na ZONA DE LANÇAMENTO (ZL) da Fazenda Capim Branco, em Abadiânia-GO, com duração de 6 hs no período de 8 às 14h.

 O treinamento teve como objetivo, adestrar militares das OM do COpEsp ao salto semiautomatico a partir da mais moderna aeronave de transporte militar, produzida no Brasil, bem como a tripulação do 1° Esquadrão do 1° Grupo de Transporte de Tropa (1°/1° GTT) da Base Aérea de Anápolis-GO.

Participaram deste exercício cerca de 75 militares do COPESP de todas as OM, 1º Batalhão de Ações de Comando (BAC), 1º Batalhão de Forças Especiais (BFE), Batalhão de Apoio (B Ap Op Esp), Base Administrativa (B Adm COpEsp), 1º Batalhão Opsico (B Op Psico), Cia Defesa Química Biológica Radiológica e Núclear (Cia DQBRN) e 6º Pelotão de Policia do Exercito (Pel PE).

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Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
« Responder #67 em: Dezembro 16, 2020, 09:13:23 am »
Batalhão de Apoio às Operações Especiais realiza salto livre com cães


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Goiânia (GO) – No dia 11 de novembro de 2020, o Batalhão de Apoio às Operações Especiais (Btl Ap Op Esp) realizou o adestramento de salto livre operacional, no aeródromo de Anápolis (GO). Cerca de 20 militares da Unidade, habilitados a essa técnica operacional, participaram da atividade.

Na oportunidade, foi realizado um salto duplo (Tandem), simbolizando a infiltração de um Cão de Guerra, juntamente com o seu condutor para apoiar um Destacamento Operacional de Forças Especiais (D O Fesp) em uma missão de ataque a um objetivo específico. A altitude de lançamento foi a 12.000 pés de altura (cerca de 3.650m), com a abertura do paraquedas a 5.500 pés (cerca de 1.676m).

Fonte: Btl Ap Op Esp





Há uns anos atrás o pessoal do Regimento de Paraquedistas cá em Portugal fez exatamente isto.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 
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