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Forças Armadas e Sistemas de Armas => Exércitos/Sistemas de Armas => Exército Brasileiro => Tópico iniciado por: Vitor Santos em Março 22, 2016, 02:23:51 pm

Título: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Março 22, 2016, 02:23:51 pm
COMANDO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS

(https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/f5/Dist-C-Op-Esp.gif/100px-Dist-C-Op-Esp.gif)

A Brigada de Operações Especiais (Bda Op Esp) foi criada por meio do Decreto Presidencial nº 4.289, de 27 de junho de 2002,  como parte do Projeto de Reestruturação da Força Terrestre e, recentemente, a Portaria do Comandante do Exército nº 142, de 13 de março de 2013, alterou a sua designação para Comando de Operações Especiais (C Op Esp).

Com sede em Goiânia-GO, o C Op Esp é subordinado ao Comando Militar do Planalto (CMP), estando vinculado para fins de preparo e emprego ao Comando de Operações Terrestres (COTER). Suas Organizações Militares orgânicas integram a Força de Ação Rápida Estratégica e apoiam as operações de todos os Comandos Militares de Área do Exército Brasileiro.

O C Op Esp é estruturado pelas seguintes unidades subordinadas: 1º Batalhão de Forças Especiais (1º BFEsp), 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC), 1º Batalhão de Operações de Apoio à Informações (1º BOAI), Batalhão de Apoio às Operações Especiais (B Ap Op Esp), Base Administrativa do Comando de Operações Especiais (B Adm C Op Esp), Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (Cia DQBRN) e 6º Pelotão de Polícia do Exército (6º Pel PE), todas localizadas em Goiânia-GO, e, ainda, o Centro de Instrução de Operações Especiais (C I Op Esp), localizado no Forte Imbuy, Niterói-RJ e a 3ª Companhia de Forças Especiais (3ª Cia F Esp), localizada em Manaus-AM.

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Junho 04, 2016, 10:37:47 am
Comando de Operações Especiais / Comandos - Forças Especiais (F.E)

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Junho 17, 2016, 03:39:05 am
COMANDOS  - 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC)

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Junho 28, 2016, 12:18:15 pm
http://orbisdefense.blogspot.pt/2016/06/o-centro-de-instrucao-de-operacoes.html?m=1

Estágio de Caçador de Operações Especiais de 2016

Após seis semanas intensas de atividades, encerrou no dia 10 de Junho o Estágio de Caçador de Operações Especiais, conduzido pelo Centro de Instrução de Operações Especiais – Centro de Instrução Coronel Gilberto Antônio Azevedo e Silva (CIOpEsp), Estabelecimento de Ensino do Exército Brasileiro responsável por formar os recursos humanos do Comando de Operações Especiais (COpEsp). A atividade foi conduzida em um ambiente conjunto e interagências, contando com instrutores não só do Exército Brasileiro, como também da Marinha do Brasil.

Por se tratar de um Estágio voltado exclusivamente para o segmento de Operações Especiais das Forças Armadas e Auxiliares, a condição precípua para realizar a atividade é possuir o Curso de Ações de Comandos, do Exército Brasileiro, ou curso congênere das Forças Armadas e Auxiliares. Toda a atividade de ensino foi direcionada para a execução das habilidades do caçador e seu emprego operacional, sob a égide dos fundamentos doutrinários das Operações Especiais. O fato de possuir alunos e instrutores dos diversos segmentos de Operações Especiais do país engrandeceu a carga de conhecimento e troca de informações por todos os envolvidos na atividade.

O Centro de Instrução de Operações Especiais é a referência nacional no ensino da atividade do Caçador de Operações Especiais. Devido a larga experiência do seu corpo de instrutores, seja pelo emprego nas diversas missões do COpEsp, integrando o pioneiro Destacamento de Reconhecimento e Caçadores do 1º Batalhão de Ações de Comandos, seja nas diversas outras missões em que a especialidade do caçador foi necessária, a experiência prática da atividade também é passada aos alunos. O DRC é a primeira fração constituída do Exército Brasileiro organizada e habilitada doutrinariamente para as missões do Caçador de Operações Especiais. O fato dos instrutores do CIOpEsp terem passado pelo DRC eleva o nível técnico do Estágio.

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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi0.wp.com%2Fwww.forte.jor.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F06%2FEst%25C3%25A1gio-de-Ca%25C3%25A7ador-3.jpg&hash=9f7c4e7f41981d2cc0753fd98ba913da)

FONTE:  http://www.forte.jor.br/2016/06/27/operacoes-especiais/
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Junho 28, 2016, 12:19:16 pm
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 19, 2016, 07:40:38 pm
Forças de segurança realizam exercício de enfrentamento a ameaças terroristas em estação de trem no Rio de Janeiro

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FONTE: http://orbisdefense.blogspot.com.br/2016/07/forcas-de-seguranca-realizam-exercicio_17.html
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 27, 2016, 07:42:03 pm
Simulação antiterrorista em estação do metrô de São Paulo

São Paulo (SP) – Na madrugada de 20 de julho, o Comando de Defesa de Área (CDA) São Paulo realizou uma simulação de ação terrorista com reféns na Estação Paraíso, do metrô de São Paulo. A atividade teve o objetivo de adestrar os militares da Força-Tarefa de Operações Especiais do Batalhão de Ações de Comandos (FT BAC) em ações de prevenção e enfrentamento ao terrorismo. Na Estação, circulam, em média, 225 mil usuários durante o período de atividade comercial.

A simulação envolveu 15 figurantes e 100 militares da FT BAC e do 8º Batalhão de Polícia do Exército. O “kit-simulação” utilizado na atividade permitiu que o adestramento ocorresse sem danos colaterais aos participantes.

Dos militares empenhados na missão, 60 são oriundos de Goiânia (GO) e ficarão em São Paulo até o término dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Eles estão capacitados a realizar ações de resgate de reféns em qualquer tipo de ambiente, em razão do treinamento especializado e do material de alta tecnologia com que são dotados. O Rio de Janeiro e as outras cidades-sede do futebol Olímpico terão os mesmos meios de defesa e de combate ao terrorismo.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fdocuments%2F20829%2F112924%2Fdestaque_2607.JPG%2F7b2a1cce-fa80-49ad-9a53-03e098dc3faf%3Ft%3D1469611074462&hash=fdd89d7e01b6b2c38a3401f95e097e2f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113701%26amp%3Bt%3D1469624255148&hash=f88b8630416a993d77ff246c7e396510)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113702%26amp%3Bt%3D1469624255216&hash=ca82a7f43d3d34e1ac8398ac7b6bbcb0)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113703%26amp%3Bt%3D1469624255280&hash=cbc66022ee322bc9217912ef29e2f773)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113704%26amp%3Bt%3D1469624255349&hash=43085b865fa410a941936ff3da28510b)

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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113707%26amp%3Bt%3D1469624255447&hash=2cc8c13937b69726eabe33d79ddf21d0)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113708%26amp%3Bt%3D1469624255478&hash=5c4c6bdb531e7232e7c1fad4acdba989)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D113706%26amp%3Bt%3D1469624255421&hash=56661b9ae5d21bb8ab8af11c575a2fb1)

FONTE: http://exercito-rio2016.eb.mil.br/web/ccpct/-/comando-de-defesa-de-area-realiza-simulacao-de-acao-terrorista-em-estacao-de-metro-de-sao-paulo?inheritRedirect=true&redirect=%2F
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 01, 2016, 08:39:29 pm
(https://c1.staticflickr.com/9/8683/27997083674_9d46c0108f_b.jpg)

(https://c1.staticflickr.com/9/8567/16469190928_cccc87e5cd_b.jpg)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 02, 2016, 04:19:18 pm
CDA Brasília faz simulação antiterror no Metrô

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fdocuments%2F20673%2F121877%2F4.jpg%2F5c13e37a-5de1-4bbe-978f-ec2c1d56c37f%3Ft%3D1470134253198&hash=a16bfd878d8d16c9ca3f5f4211cd5157)

Brasília (DF) – No contexto das ações de segurança dos Jogos Rio 2016, o Coordenador de Defesa de Área de Brasília realizou, no dia 28 de julho, uma simulação de ação terrorista com reféns na Estação Central do Metrô. A atividade teve como objetivo adestrar os militares da Força-Tarefa de Operações Especiais do Batalhão de Ações de Comandos para ações de prevenção e enfrentamento ao terrorismo, em conjunto com o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar.

O evento contou com a presença de agentes do Corpo de Segurança Operacional da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Comissão Nacional de Energia Nuclear do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Houve, ainda, a participação da Equipe de Negociação da Marinha do Brasil, tropas da Força Planalto e integrantes da Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQRBN). Ao todo, mais de 300 militares participaram do treinamento.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fdocuments%2F20673%2F121877%2F3.jpg%2F7641bda1-697d-4a8e-81e4-62d4ad1d346a%3Ft%3D1470134298780&hash=a33560d97c5719920cd137d579cd6156)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D122237%26amp%3Bt%3D1470135931285&hash=c0b540aef9c11c3d5a5b2e1459fe0725)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D122238%26amp%3Bt%3D1470135931319&hash=1f235995803457785796b5f37d5be2da)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D122239%26amp%3Bt%3D1470135931353&hash=d6339ccbaa9ab3848ea202ceb7f0dc17)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D122241%26amp%3Bt%3D1470135931463&hash=d90beca5bebf0774202888b063ce5f7f)

FONTE: http://exercito-rio2016.eb.mil.br/web/ccpct/-/comando-militar-do-planalto-treinamento-antiterror-no-metro?inheritRedirect=true&redirect=%2F
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 10, 2016, 03:38:24 am
Novas submetralhadoras 9x19mm para as Forças Especiais / Sai a Heckler & Koch MP5SD e entra a Heckler & Koch UMP

(https://cdn2.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/HK_UMP_CAIAFA2.jpg)

(https://cdn2.defesaaereanaval.com.br/wp-content/uploads/RVC_7137.jpg)


FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/novas-submetralhadoras-9x19mm-para-as-forcas-especiais/
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 16, 2016, 08:26:54 pm
Forças de Operações Especiais fazem adestramento

Rio de Janeiro (RJ) – Militares do Comando de Operações Especiais (C Op Esp) estão em constante adestramento para atuar durante os Jogos Rio 2016, em caso de ataques terroristas ou com agentes químicos, biológicos, radiológicos e nucleares.

A equipe de Comunicação Social do CDS Deodoro acompanhou a atividade de uma Força-Tarefa de Operações Especiais, composta por elementos do 1º Batalhão de Forças Especiais e do 1º Batalhão de Ações de Comandos, realizada no Forte do Camboatá, em Guadalupe, antiga sede das Forças Especiais do Exército Brasileiro. A ação consistiu numa progressão em ambiente rural e urbano, focando, sobretudo, na ação de choque contra grupos terroristas. 

A preparação das Forças de Operações Especiais (F Op Esp) iniciou-se em meados de 2015, sendo que, nos últimos seis meses, de forma contínu e com a Aviação do Exército, as F Op Esp estão de prontidão para qualquer eventualidade nos Jogos Rio 2016.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D156892%26amp%3Bt%3D1474021447606&hash=63e82bd51377393f8896cfbd5806947e)

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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D156901%26amp%3Bt%3D1474021447741&hash=36724e41255aee817fe65d23a4a968ff)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D156903%26amp%3Bt%3D1474021447771&hash=42d3df8b03de99cf165cc41a65411e5b)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D156904%26amp%3Bt%3D1474021447786&hash=a38a5c1ed5f954a70fd5cbb3c650b9ad)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D156905%26amp%3Bt%3D1474021447801&hash=202db830391fdfb5cfbca4aab066ef6f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fexercito-rio2016.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D156906%26amp%3Bt%3D1474021447814&hash=a1458613d2709e9b035e03da0dae3f03)

FONTE: http://exercito-rio2016.eb.mil.br/web/ccpct/-/as-forcas-de-operacoes-especiais-do-exercito-nos-jogos-rio-2016?inheritRedirect=true&redirect=%2F
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 07, 2016, 06:18:04 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fuploads.tapatalk-cdn.com%2F20161001%2Fcefeec5b872b3d33b6fd8e5b248f0b8d.jpg&hash=3e704b0cecd0637e555d92698e8c6a30)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 12, 2016, 08:05:26 pm
Comando de Operações Especiais – Passagem de Comando

Goiânia (GO) – O Comando de Operações Especiais (COpEsp) realizou, no dia 27 de setembro, a solenidade de passagem de comando. A cerimônia contou com a presença do Comandante Militar do Planalto, General de Divisão Luiz Carlos Pereira Gomes, que presidiu a transmissão do cargo do Comandante de Operações Especiais.
 
O General de Divisão Mauro Sinott Lopes, atual comandante, assumiu o Comando de Operações Especiais em 14 de abril de 2015 e transmitiu o cargo ao General de Brigada Sérgio Schwingel.
 
O evento constou da inauguração do retrato do ex-comandante, de uma solenidade militar e uma demonstração de Salto Livre Operacional.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FTransmisso-do-cargo-de-Comandante-de-Operaes-Especiais.JPG&hash=78afb5a9c800ae517cd04c22779e1d5a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FDesfile-do-COpEsp.JPG&hash=91933810d1ffc2d0cc9d8e56406c9998)

FONTE: http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/ultimas-noticias/95-comandante-de-operacoes-especiais/198-comando-de-operacoes-especiais-realiza-passagem-de-comando

Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 15, 2016, 01:25:18 pm
A MÃO OCULTA QUE SEGURA O PUNHAL: Histórico das Forças de Operações Especiais do Exército Brasileiro (Parte 1)

Texto elaborado por Rodney Alfredo Pinto Lisboa

(https://2.bp.blogspot.com/-ZpgzMFul0S0/V7-oHHH38VI/AAAAAAAAA98/1-PfeF3CFtQ5j-HO2cJRqtjhPsp-zrgogCLcB/s1600/Militares%2Bdo%2BCurso%2BOpEsp%2B1957.jpg)
Militares que participaram do Curso de Operações Especiais 57/1 ministrado pelo CIEspAet (Centro de Instrução Especializada Aeroterrestre [atual Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil]).. (Fonte: Acervo do COpEsp).

No início da década de 1950, o NuDivAet (Núcleo da Divisão Aeroterrestre [denominação da Brigada de Infantaria Paraquedista entre 1953 e 1969]) do EB (Exército Brasileiro), localizado na Colina Longa, Vila Militar, Rio de Janeiro-RJ, cooperou em missões de busca e salvamento decorrentes, predominantemente, de acidentes aéreos. Nessa época, o esforço empregado nesse tipo de operação se baseava, sobretudo, no ímpeto e no espírito de corpo dos membros da tropa. Em 1953, face às dificuldades enfrentadas por ocasião da falta de planejamento, pessoal e meios adequados para a execução de tarefas dessa ordem, a Diretoria de Rotas Aéreas do Ministério da Aeronáutica identificou a necessidade de dispor de mão de obra especializada para conduzir missões de busca e salvamento. A partir dessa percepção, iniciou-se um trabalho conjunto envolvendo a Diretoria de Rotas Aéreas com o NuDivAet, então considerada como a principal unidade de elite do Brasil, com a finalidade de capacitar paraquedistas do EB na conduta de operações dessa natureza.

Por ocasião desta iniciativa, em 1956, atendendo a determinação do General de Brigada Djalma Dias Ribeiro (Comandante do NuDivAet), foi criada uma comissão, formada por integrantes do seu Estado Maior, com o objetivo de estabelecer normas de conduta para procedimentos de busca e resgate. Os trabalhos desenvolvidos pela comissão constituída pelo Major Gilberto Antônio Azevedo e Silva (diretor do Curso de Precursor Aeroterrestre [(atual Curso de Precursor Paraquedista]), pelos Capitães Augusto Vergner de Castro Araújo e Edmar Eudóxio Telesca, além do Tenente Sergio Barcelos Borges, resultaram na criação do Curso de Busca e Salvamento, ministrado pelos instrutores do CIEspAet (Centro de Instrução Especializada Aeroterrestre [atual Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil]).

Nesta época, o Comandante do NuDivAet, devidamente acompanhado de seu Estado Maior e dos instrutores do CIEspAet, realizou uma viagem para os EUA com o objetivo de visitar as unidades paraquedistas estadunidenses em Fort Bragg, Carolina do Norte. Durante essa visita, os brasileiros foram convidados pelo Exército norte-americano a conhecer as OpEsp (Operações Especiais) desenvolvidas pelos Ranger e pelos recém-criados (entre 1952 e 1953) SFG-A (Grupo de Forças Especiais-Aerotransportado [Special Forces Goup-Airborne]).

Impressionado pelas capacidades demonstradas pelas unidades de elite norte-americanas, após retornar ao Brasil o General Djalma decidiu alterar o currículo do Curso de Busca e Salvamento de modo a transformá-lo em um Curso de OpEsp. Assim, valendo-se do conhecimento obtido no exterior, a comissão elaborou a grade curricular do novo curso, que mediante alterações sugeridas pelo Estado Maior do NuDivAet, foi efetivado, em caráter experimental, no dia 2 de dezembro de 1957.

Inicialmente o Curso de OpEsp foi estruturado visando capacitar os alunos, recrutados em caráter de voluntariado, na condução das seguintes tarefas: conquista de pontos chave; golpes de mão (ofensiva executada de surpresa com o intuito de aniquilar uma força inimiga e/ou destruir suas instalações/equipamentos; sabotagens; destruições; socorro e ajuda a populações ameaçadas por catástrofe; coleta de informações; enquadramento e instrução de guerrilheiros; captura de chefes inimigos; busca e salvamento (eventualmente).

Tendo sido nomeado o Major Gilberto como instrutor-chefe do curso, contribuíram para as instruções ministradas oficiais e graduados (sargentos) vinculados ao NuDivAet, bem como militares e civis de notável destaque em seus respectivos segmentos profissionais.


(https://4.bp.blogspot.com/-grHyNlGtqtY/V7-euFnGKjI/AAAAAAAAA9M/TjnG1o9t52QPmoto33M0svUNjmPYGe_hQCLcB/s1600/BFEsp.jpg)

Na época em que foi publicado, o edital de inscrição do curso chamou a atenção de 35 militares paraquedistas, todos atraídos pelo ineditismo e pelas experiências que esse curso de combate poderia agregar em suas carreiras. Onze dos 35 candidatos desistiram antes mesmo de ser iniciada a bateria de exames clínicos e testes físicos requeridos para o ingresso no curso, que foi realizado em dois módulos: 1º Formação de Comando, com carga horária de 392 horas (realizado entre os dias 02/12/1957 e 13/03/1958); 2º Habilitação para Cumprimento de Missões Específicas de OpEsp, com carga horária de 133 horas (realizado entre os dias 02/06/1957 e 04/07/1957).

No relatório elaborado em consequência do progresso do Curso de OpEsp (então designado 57/1) foi proposto a constituição do 1° Destacamento de OpEsp, unidade que seria estruturada em quatro equipes de OpEsp, seção de comando, seção de manutenção e aprovisionamento, e seção de material de comunicações. Conforme proposto no relatório, cada uma das equipes de OpEsp deveria ser composta por nove operadores FE (Forças Especiais) qualificados nos seguintes cursos: precursor paraquedista; dobragem e manutenção de paraquedas e suprimento de ar; engenharia; saúde. Entretanto, ao final do curso, os 15 operadores concluintes (considerados como pioneiros da atividade OpEsp no EB) foram distribuídos pelas diferentes unidades do NuDivAet, permanecendo em condições de serem empregados a qualquer momento.

Tendo por finalidade viabilizar a participação de militares não qualificados como paraquedistas, na transição entre as décadas de 1950 e 1960, ocorreu a criação do Estágio de Comandos na estrutura curricular do Curso de OpEsp. Esse Estágio, ministrado inicialmente como primeira fase dos Cursos de Precursor Aeroterrestre e Operações Especiais, abriria espaço para o desmembramento do Curso de OpEsp de modo a originar (1966) o Curso de Comandos, que também seria administrado pelo CIEspAet.

Por assemelhar-se ao conceito operacional executado pelos SFG-A norte-americanos (caracterizados por lançarem mão, preferencialmente, de métodos de Ação Indireta), em 1964 o termo “Operações Especiais”, empregado até então em referência às atividades análogas desenvolvidas no Brasil, foi alterado para “Forças Especiais”. Assim, em 1967 o curso é realizado pela primeira vez ostentando sua nova denominação (Curso de Forças Especiais).

Posteriormente, a transferência do Coronel Joffre Coelho Chagas (chefe dos cursos de especialização do CIEspAet) para a AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras [estabelecimento de ensino localizado na cidade de Resende-RJ]), ocorrida no decorrer de 1966, possibilitaria o ingresso da temática OpEsp nos estágios de instrução ofertados na escola de formação de oficiais do Exército. Atuando como professor, o Coronel Joffre colaborou na criação do DIEsp (Departamento de Instrução Especializada [atual SIEsp/Seção de Instrução Especializada]), cuja finalidade era promover instruções de combate para os cadetes.

Em 1968, por ocasião de uma Portaria Ministerial datada de 12 de agosto, os Cursos de Forças Especiais e Comandos ministrados pelo CIEspAet foram oficialmente reconhecidos, sendo ativado o DFEsp (Destacamento de Forças Especiais), primeira unidade de OpEsp do Exército Brasileiro. Com sede na Colina Longa, Vila Militar-RJ, essa unidade inicialmente permaneceu sob autoridade do CIEspAet, sendo posteriormente subordinada à BdaAet (Brigada Aeroterrestre [denominação da Brigada de Infantaria Paraquedista entre 1969 e 1971])). Dotado com o valor de uma companhia, o DFEsp encontrava-se estruturado por dois DOFEsp (Destacamentos de Operações de Forças Especiais) e um DstCooCt (Destacamento de Coordenação e Controle), sendo que cada destacamento dispunha de 12 operadores FE (quatro oficiais e oito graduados [sargentos]).


(https://3.bp.blogspot.com/-Klm2uxYJYGw/V7-pJdmS66I/AAAAAAAAA-E/bfF6jAI0aZMPcIPm0OaSQouYBDwnBCxeQCLcB/s1600/Colina%2BLonga%2B%2528FE%2529.jpg)
Instalações do NuDivAet (Núcleo da Divisão Aeroterrestre) localizado na Colina Longa, Vila Militar, Rio de Janeiro. (Fonte: Acervo do COpEsp).

FONTE: http://fopesp.blogspot.com.br/2016/08/a-mao-oculta-que-segura-o-punhal.html
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 15, 2016, 01:31:39 pm
A MÃO OCULTA QUE SEGURA O PUNHAL: Histórico das Forças de Operações Especiais do Exército Brasileiro (Parte 2)

(https://2.bp.blogspot.com/-I99D-qQ2Ygo/WCkL7_CbPkI/AAAAAAAABFc/fBOJBXDoscoAZM_Bgx33VsW7n1B8BqQIgCLcB/s1600/1%2BDFEsp%2B%2528Colina%2BLonga%2529.jpg)
Cerimônia de formatura do Destacamento de Forças Especiais (DFEsp) na sede da Colina Longa, Vila Militar-RJ. (Fonte: Acervo do CopEsp).

O batismo de fogo do Destacamento de Forças Especiais (DFEsp) do Exército Brasileiro (EB) ocorreria nos anos iniciais da década de 1970, em um período conturbado da história brasileira, quando as Forças de Defesa do país travaram uma incessante luta doméstica engajando-se nas ação de contraguerrilha levadas a efeito, sobretudo, contra o foco de guerrilha rural localizado na região de fronteira entre os estados de Goiás e Pará. A sucessão de operações realizadas por ocasião das ações de enfrentamento contra a autodenominada Força de Guerrilha do Araguaia (FOGUERA) entre 1972 e 1974 contribuiu substancialmente para que as doutrinas e procedimentos considerados para o combate de adversidades dessa natureza fossem colocados à prova, promovendo a aquisição de uma expertise autóctone que foi incorporada ao portfólio das Operações Especiais (OpEsp) executadas pelas unidades militares de elite do EB. As ações conduzidas pelo DFEsp na região amazônica próxima aos municípios de Marabá, São Geraldo do Araguaia (ambas situadas no Pará) e Xambioá (Goiás), colaborou de forma decisiva para coibir a iniciativa de implementar no Brasil uma revolução socialista nos moldes das revoluções chinesa (1946-1949) e cubana (1953-1959).

Paralelamente ao esforço empreendido no confronto ao movimento guerrilheiro, quadros operacionais do DFEsp contribuíram para a criação de importantes núcleos de formação, como o Curso de Comandos ministrado pelo Centro de Operações na Selva e Ações de Comandos (COSAC [Atual Centro de Instrução de Guerra na Selva [CIGS]), localizado em Manaus-AM, e o Curso de Montanhismo ofertado pelo 11º Batalhão de Infantaria de Montanha (11º BIMth), situado em São João Del Rey-MG.
Especificamente no que se refere ao Curso de Comandos, é importante destacar que sua instituição no COSAC ocorreu como consequência direta da presença de movimentos guerrilheiros na selva amazônica e da necessidade de se empreender operações militares nesse tipo de ambiente. O currículo desse curso inovou ao incluir em sua grade de disciplinas um período de estágio em ambiente de caatinga. No final dos anos 1970, alterações na estrutura de ensino fizeram com que o Curso de Comandos fosse novamente ministrado de forma exclusiva pelo Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil (CIPQDTGPB) vinculado a Brigada de Infantaria Paraquedista (BdaInfPqdt).

Por sua vez, o Curso de Montanhismo teve sua gênese a partir da prática de montanhismo militar realizada no Curso de Operações especiais ministrado pelo CIEspAet (Centro de Instrução Especializada Aeroterrestre [atual CIPQDTGPB]), localizado no Rio de Janeiro-RJ. Na década de 1970, o Curso de Comandos oferecido pelo CIPQDTGPB incorporou em seu currículo uma fase de operações de montanha. Em 1979, o DFEsp foi convidado pelo então comandante do 11º BIMth para prover o reconhecimento da área daquela unidade e a preparação dos diferentes locais onde ocorreriam as instruções do futuro Campo-Escola de Montanhismo (CEMonta), antecessor dos atuais Cursos de Montanhismo ofertados tanto para as tropas do EB, quanto para as demais Forças Singulares e Auxiliares.


(https://3.bp.blogspot.com/-Iv-Qpumpdt4/WCkSLFX-0dI/AAAAAAAABF4/QfvJ6_W6X38dR5q9NFJ5T18mxJw7MlyJwCLcB/s1600/Forte%2BCamboat%25C3%25A1.jpg)
Acesso principal do 1º Batalhão de Forças Especiais (1º BFEsp) no Forte do Camboatá, Rio de Janeiro-RJ. (Fornte: Acervo do COpEsp)

Entre o final da década de 1970 e o início da década de 1980, as autoridades militares brasileiras preocupavam-se com a crescente atividade comunista na região do Caribe. Localizado na região fronteiriça com o Brasil, o Suriname era percebido como eventual ameaça à segurança nacional por estreitar relações com governos latino-americanos de orientação socialista. Por decisão do governo do presidente João Baptista Figueiredo (1979-1985) a solução pragmática encontrada para solucionar essa questão ocorreu com o envio de uma missão diplomática (Missão Venturini [liderada pelo Ministro do Gabinete Militar General-de-Brigada Danilo Venturini]) ao país vizinho com o intuito de persuadir as autoridades surinamenses a se afastar da influência socialista. O caráter sensível da missão diplomática requeria o emprego de uma tropa qualificada e em condições de resgatar seus integrantes em caso de necessidade. Como o EB não dispunha de uma tropa com capacidade para operar em regiões longínquas e com recursos de direção e apoio reduzidos, optou-se por engajar o Para-SAR da Força Aérea Brasileira (FAB) para cumprir essa tarefa. Esse episódio evidenciou a necessidade do EB dispor de uma tropa com tais características, levando o General-de-Exército Walter Pires de Carvalho e Albuquerque, então Ministro da Guerra, a determinar a realização de um estudo visando a criação de uma unidade com tais requisitos capaz de operar no exterior. Conduzido pelo Coronel Edwar Cavalcante Leite (Estado-Maior do Exército [EME]), assessorado pelo Capitão Rui Monarca da Silveira (Comandante do DFEsp), o trabalho desenvolvido culminou com a criação do 1ºBatalhão de Forças Especiais (1º BFEsp) em agosto de 1983. Como as dependências do CIPQDTGPB não teria condições de alocar o efetivo de um batalhão, a recém-criada Organização Militar (OM) foi transferida da sede da Brigada de Infantaria Paraquedista (BdaInfPqdt) para o Forte do Camboatá, região de Deodoro, no Rio de Janeiro-RJ.

(https://4.bp.blogspot.com/-CoLb5ajL3pQ/WCkRA9XfWlI/AAAAAAAABF0/8QZPQOVeVNA0ZaKvnDzaeKGd6N_a6UwdACLcB/s1600/Intala%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BBFEsp%2B%2528Camboat%25C3%25A1%2529.jpg) (https://1.bp.blogspot.com/-Dma0qbAB3yk/WCkOFgTASRI/AAAAAAAABFk/DdV9Gw-UK6QH3P8_vjG3bo_IZoO7_Q-nQCLcB/s1600/COSAC.jpg)

A transferência para o Forte do Camboatá representou um divisor de águas para as OpEsp do EB, uma vez que a OM encontravam-se doutrinariamente enquadradas no EB passando a ter maior demanda por missões com características distintas daquelas executadas pela BdaInfPqdt. Entretanto, o 1º BFEsp permaneceu vinculado à BdaInfPqdt como unidade subordinada, sendo organizado em uma estrutura de Comando e Estado-Maior, uma Companhia de Comando e Serviços (CCSv), uma Companhia de Forças Especiais (Cia FEsp) e uma Companhia de Ações de Comandos (CAC). Esssa estrutura organizacional permaneceria até 1989, quando a unidade passou a contar com uma Companhia de Comando e Serviços, duas Companhias de Forças Especiais (1ª e a 2ª CiaFEsp), cada uma enquadrando um Destacamento de Coordenação e Controle (DCooCt) e quatro DOFEsp, além de uma Companhia de Ações de Comandos, com uma Seção de Comando (SeçCmdo) e quatro Destacamentos de Ações de Comandos (DAC). Nesse mesmo ano o 1º BFEsp assumiria a responsabilidade de administrar os Cursos de Ações de Comandos e de Forças Especiais.

Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 15, 2016, 01:58:03 pm
A MÃO OCULTA QUE SEGURA O PUNHAL: Histórico das Forças de Operações Especiais do Exército Brasileiro (Parte Final)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fnaofuicadete.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2016%2F10%2F20113490.jpg&hash=dd203716ca4b58346a142ff3b2cd1580)

Entre as décadas de 1970 e 1980, a série de ações terroristas perpetradas mundo afora por organizações fundamentalistas evidenciou a necessidade das Forças de Defesa nacionais desenvolverem formas eficientes de combater tal ameaça. Caracterizada pelo uso político da violência com a finalidade de provocar medo e exercer pressão sobre os Estados valendo-se da mídia para difundir a causa de seus perpetradores, os ataques terroristas prosperaram devido a sua natureza irregular (mutável), fato que comprometia o enfrentamento dessa adversidade por estarem as Forças Armadas (FFAA) da maioria dos países preparadas e aparelhadas para travar confrontos predominantemente de caráter regular característicos da Guerra de Atrito. Diante desse infortúnio, os Estados alvos da iniciativa terrorista passaram a investir na formação de tropas especializadas aptas a antagonizar inimigos que lançavam mão desse artifício para alcançar seu intento. Nesse período surgiram unidades contraterroristas de diferentes nacionalidades, a se destacar: 22nd SAS (22nd Special Air Service [22º Serviço Aéreo Especial]) britânico; GSG9 (Grenzschutzgruppe 9 [Grupo 9 da Guarda de Fronteira]) alemão; GIGN (Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale [Grupo de Intervenção da Gerdarmerie Nacional]) francês; 1st SFOD-Delta (1st Special Forces Operational Detachment – Delta [1º Destacamento Operacional de Forças Especiais – Delta]) e DEVGRU (Naval Special Warfare Development Group [Grupo de Desenvolvimento de Guerra Especial Naval]) norte-americanos.

(https://jornalpequeno.com.br/media/2014/06/tropa3_1.jpg)

No Brasil, a criação de uma unidade contraterrorista nacional ocorreu no decorrer da década de 1980 a partir do interesse norte-americano de incluir seus militares em manobras realizadas na região amazônica. Para viabilizar a participação de suas tropas nos exercícios conduzidos na Amazônia, a inédita contrapartida apresentada pelo Exército dos EUA (U.S. Army) considerava uma visita de quadros operacionais do 1º BFEsp (1º Batalhão de Forças Especiais) ao reservado (secreto) 1st SFOD-Delta, cujas tarefas operacionais eram desempenhadas prevendo risco elevado e nível máximo de criticidade.

A impressão causada pelas capacidades do 1st SFOD-Delta junto aos militares brasileiros foi tamanha, que a performance dos operadores norte-americanos influenciaram na posterior criação do Destacamento Especial de Ações de Comandos (DEACOM) no final dos anos 1980. Também conhecido como Destacamento Alfa-Ômega (DstAlfa-Ômega), esse elemento de emprego inicialmente ficou subordinado à Brigada de Infantaria Paraquedista (BdaInfPqdt), sendo constituído para operar sob autoridade do vislumbrado Comando de Operações de Unidades Especiais (COpUEsp), unidade operacional do Exército Brasileiro (EB) resultante de um estudo iniciado em 1987 com projeção para se instalar futuramente no Forte do Camboatá. Todavia, mesmo atendendo às exigências do conturbado cenário contemporâneo, o DstAlfa-Ômega não prosperou, permanecendo ativo apenas entre 1989 e 1990 devido à falta de prioridade a ele atribuída na época pelo EB. Essa lacuna seria preenchida posteriormente, quando da instituição do 1º Destacamento de Contraterrorismo (1º DCT) vinculado ao 1º BFEsp.


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Como reflexo dos atentados terroristas perpetrados pela al-Qaeda em 11 de setembro de 2001 nas cidades norte-americanas de Nova York e Washington, a concepção de criação de um COpUEsp na estrutura organizacional do EB ganhou força, resultando na criação da Brigada de Operações Especiais (BdaOpEsp) em junho de 2002.  Subordinada ao Comando da BdaInfPqdt, a nova unidade operacional permaneceu sediada na cidade do Rio de Janeiro-RJ. Uma das consequências imediatas da constituição da BdaOpEsp foi a elevação das Ações de Comandos do nível de Companhia para Unidade, fato que promoveu a instituição do 1º Batalhão de Ação de Comandos (1º BAC).

O ano de 2002 é significativo para a história das OpEsp do EB não apenas pela constituição da BdaOpEsp, mas também pela criação do Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp), uma reivindicação manifestada inicialmente pelo grupo de operadores Forças Especiais (FE) pioneiros graduados em 1957. Como unidade-escola orgânica da BdaOpEsp vinculada à Diretoria de Educação Técnica Militar (DETMil) e ao Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx), o CIOpEsp primeiramente teve sua sede acomodada no Forte do Camboatá, sendo transferida em 2011 para o Forte Imbuhy, no município de Niterói-RJ. Operando na condição de estabelecimento de ensino militar vocacionado para a formação de Elementos de Operações Especiais (ElmOpEsp), são atribuições do CIOpEsp: promover a capacitação dos recursos humanos que integram as organizações militares da BdaOpEsp; contribuir para o desenvolvimento da doutrina de OpEsp no EB; fomentar e conduzir pesquisas e experimentações de novas técnicas operacionais e de equipamentos peculiares às tropas especiais.

(https://3.bp.blogspot.com/-QteNGXF-iDs/WDJNoWN_6nI/AAAAAAAABG8/_l5gq_jktXAg63HjyATgw8k2AhLTLqWmQCLcB/s1600/CIOpEsp%2BInbuhy.jpg)
Pórtico do Forte Imbuhy em Niterói-RJ, local que atualmente hospeda o Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp). (Fonte: Acervo do COpEsp).

Ainda em 2001, antecedendo a criação da BdaOpEsp, o General de Brigada Álvaro de Souza Pinheiro, qualificado como operador FE em 1970, exercendo a função de 3º Subchefe do Estado-Maior do Exército, apresentou uma proposta para a formação de uma Grande Unidade de Operações Especiais junto ao EB. Em 2003, tendo a BdaOpEsp se tornado uma realidade, a 3ª Subchefia do Estado-Maior do Exército realizou estudos pormenorizados acerca das possibilidades do emprego estratégico das Forças de Operações Especiais (FopEsp) do EB. Nesse contexto, cabe esclarecer que havia na Força Terrestre uma eminente corrente de pensadores que julgava adequado para uma Grande Unidade de OpEsp constituir-se não como uma Grande Unidade de Infantaria Leve, mas como um Comando Operacional com capacidade de prover o devido suporte a tropas especializadas na condução de tarefas de natureza especial: Ação Direta; Ação Indireta; Reconhecimento Especial. Assim, embora a terminologia “Brigada” tenha se mantido, a concepção estratégica para o emprego das OpEsp do EB prevaleceu.

(https://4.bp.blogspot.com/-S9E2l2zYGdU/WDJKkkCGmdI/AAAAAAAABGw/iVnCscB55hMtDLwgCQo8bonq73evyf9wQCLcB/s1600/BgdaOpEsp.gif)
Distintivo da Brigada de Operações Especiais (BdaOpEsp), posteriormente assumido pelo Comando de Operações Especiais (COpEsp) quando da instituição dessa grande unidade operacional em 2014. (Fonte: Acervo do COpEsp).

No estudo que considerava a possibilidade de criação da BdaOpEsp foram avaliadas três alternativas de localização de sua sede: Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Goiânia-GO. Por acreditar ser relevante oferecer às suas FOpEsp as condições mais favoráveis para a formação e adestramento dos ElmOpEsp, assegurar a manutenção da operacionalidade, o Alto Comando do Exército, julgando ser fundamentalmente importante promover a descentralização de tropas do Estado do Rio de Janeiro, optou por transferir a BdaOpEsp para a região geográfica de Goiânia em 2013. Na capital goiana, a BdaOpEsp passou a ocupar as instalações da 3ª Brigada de Infantaria Motorizada (3ª BdaInfMtz), transferida para a cidade de Cristalina-GO, tendo sua existência como unidade gestora oficializada a partir do dia 1º de janeiro de 2014. Na época de sua criação a BdaOpEsp reunia sob sua autoridade: BAdm (Base Administrativa); 1º BFEsp; 1º BAC; DApOpEsp (Destacamento de Apoio às Operações Especiais); DOpPsico (Destacamento de Operações Psicológicas); 1º PelDQBN (1º Pelotão de Defesa Química, Biológica e Nuclear); 3ª CiaFEsp (3ª Companhia de Forças Especiais); 6º PelPE (Pelotão de Polícia do Exército); CIOpEsp. Especificamente no que se refere à 3ª CiaFEsp cabe um esclarecimento. Por ser vocacionada para operar na região norte do Brasil, a FORÇA 3 (como é informalmente conhecida) encontra-se localizada em Manaus-AM mantendo-se subordinada ao Comando Militar da Amazônia (CMA) e estando vinculada para efeito de emprego à BdaOpEsp.

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As OpEsp do EB ingressam no século XXI tomando parte de eventos cujas operações resultaram em substancial aprendizado e desenvolvimento das Táticas, Técnicas e Procedimentos (TTP) de combate executados, sobretudo, em ambiente urbano. No contexto internacional, destaca-se a participação das FOpEsp do EB na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH [Mission des Nations Unies pour la Stabilisation en Haiti [Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti]) entre 2005 e 2007, quando os operadores do recém-instituído DOPaz (Destacamento de Operações de Paz), formado por militares qualificados como Comandos e FE, promoveram a supressão de grupos armados que detinham o controle de dois importantes bairros (Bel-Air e Cité Soleil) de Porto Príncipe, capital haitiana.

No cenário doméstico, a ameaça representada pelo crime organizado na cidade do Rio de Janeiro-RJ levou as tropas especiais do EB a serem mobilizadas em 2014 com a finalidade de conter as atividades ilícitas levadas a efeito no Complexo de Favelas da Maré. Operando em solo nativo e valendo-se das lições assimiladas no Haiti, os operadores participaram da denominada Operação São Francisco com a difícil missão de engajar narcotraficantes armados no ambiente caótico das estreitas vias de acesso da comunidade.


(https://3.bp.blogspot.com/-x84NElHQDHc/V-EXcFGVwuI/AAAAAAAAKrk/intRBiG_4Q8X84urlVSPywVs6JKcsnI6QCLcB/s1600/FE6.jpg)

FONTE: http://fopesp.blogspot.com.br/2016/11/a-mao-oculta-que-segura-o-punhal_20.html
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 24, 2016, 11:39:37 am
COpEsp – Visita da SEF e de órgãos do Governo Federal

Goiânia (GO) – No dia 28 de novembro, o Comando de Operações Especiais (COpEsp) recebeu a visita do Secretário de Economia e Finanças (SEF), General de Exército Antonio Hamilton Martins Mourão, acompanhado do Comandante Militar do Planalto, General de Divisão Luiz Carlos Pereira Gomes, e de integrantes das lideranças de órgãos do Governo Federal, com o objetivo de estreitar os laços entre o COpEsp e essas instituições.
 
O evento contou com uma palestra de boas-vindas do Comandante de Operações Especiais, General de Brigada Sérgio Schwingel. Na sequência, a comitiva visitou uma exposição de materiais de emprego militar, acompanhou a demonstração de salto livre operacional no campo de parada do COpEsp, conheceu o túnel de vento e assistiu à apresentação no simulador de queda livre. Ao final, houve uma demonstração de tiro de caçadores no estande de tiro da Unidade, momento em que os visitantes realizaram o tiro assistido, com a orientação dos Operadores Especiais.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FRecepeo.JPG&hash=32519f93bc0b726a0e0728626564cce3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FChegada.JPG&hash=7db0ba209367e2513386e81b7a5df262)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2Ftiro_assistido.JPG&hash=5e413cd16a9b3cc13dd70c13d53202d2)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FSalto_livre.JPG&hash=2be88e944f61460c4f215945e9c0aea9)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FExposio.JPG&hash=7365f41f4a069179bd66f69c5a56bf61)

Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Março 31, 2017, 03:16:28 am
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Abril 21, 2017, 02:41:55 pm
Comando de Operações Especiais - Seção de Cães de Guerra da Base Administrativa participa de adestramento aeromóvel

Citar
No dia 07 de abril do corrente ano, a Seção de Cães-de-Guerra (SCG) da Base Administrativa do Comando de Operações Especiais participou de Adestramento Aeromóvel no C Op Esp, realizando rapel de aeronave de asa rotativa Cougar com dois cães, com a finalidade de adestrar seus homens  e caninos ao meio de infiltração aeromóvel. Esse preparo possibilita o emprego tático da SCG junto ao Destacamento de Forças Especiais em operações que requeiram esse tipo de infiltração.

Fonte: http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=243

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2Fartigos_base%2Fcanil_1.jpg&hash=d735d641fc3542a1544bf42e72157a99)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2Fartigos_base%2Fcanil_2.jpg&hash=0ccfc888d49f73f6ff9258c2973f8228)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2Fartigos_base%2Fcanil_4.jpg&hash=79ae3715688ca1930668dd346feb7916)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2Fartigos_base%2Fcanil_3.jpg&hash=2878f8a1cc392b4c87d27f61f6f8af15)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Maio 23, 2017, 07:08:21 pm
Chefe do Estado-Maior do Exército da Nigéria visita o Comando de Operações Especiais (COpEsp)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FRecepo__autoridade.png&hash=c73391c0431af019be3f5591755694ff)

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Goiânia (GO) – Nos dia 26 de abril, o COpEsp recebeu a visita do Exmo Sr Tenente General Tukur Yusuf Buratai, Chefe do Estado-Maior do Exército Nigeriano e comitiva em visita ao Brasil. Em sua chegada, a comitiva da Nigéria foi recebida pelo Exmo Sr General de Brigada, Sérgio Schwingel, Comandante de Operações Especiais. A visita ao COpEsp possibilitou à comitiva conhecer a missão, as capacidades e as atividades desenvolvidas pelo COpEsp. O evento contou com uma palestra de boas vindas ministrada pelo Cmt Op Esp e uma palestra ministrada pelo Tenente-Coronel Paulo Edson Santa Barba, comandante do 1º Batalhão de Forças Especiais, com a finalidade de apresentar as capacidades contra terrorismo do COpEsp. Na sequência, a comitiva visitou uma exposição de materiais de emprego militar. Em seguida, a comitiva visitou o túnel de vento e assistiu uma apresentação no simulador de queda livre, finalizando as atividades com uma demonstração de uma entrada tática no estande de tiro do COpEsp.

FONTE:  http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=245

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FVisita_Gabinete_CmtpEsp.png&hash=7d9062e799129949d2e2688b3a394103)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FExposio_de_material.png&hash=3a4792ba4591d564a2fce4258541db1a)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FApresentao_de_entrada.png&hash=27f60399486e402594b0eb8ff2f22a68)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FFoto_oficial_ex_nigria.png&hash=1d5d804df5bea9d85acf892bb73bd55e)
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FDespedidas_ex_nigria.png&hash=27b4edea1a39dd72c07a48c9185a59c7)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 21, 2017, 03:01:53 pm
Curso de Forças Especiais dá início a nova turma

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8214902%26amp%3Bt%3D1500578504079&hash=1e179e841f3bf244b31f22dacc7c4e26)

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Niterói (RJ) – O Exército Brasileiro deu início, no dia 14 de julho, às aulas de nova turma do Curso de Forças Especiais, um dos mais específicos do Exército. A formação habilita os militares a realizarem Operações de Forças Especiais, missões que requerem um alto grau de especialização e conhecimentos sobre o combate não convencional.

Cursos como esse ampliam a capacidade da Força Terrestre de defender a Pátria, atribuição constitucional do Exército Brasileiro.

A palestra inaugural do Curso de Forças Especiais foi proferida pelo Comandante da 1ª Divisão de Exército, General de Divisão Mauro Sinott Lopes. Foi abordado, em suas palavras, o preparo e o emprego das Forças Especiais no mundo contemporâneo. A atividade contou com a presença do Comandante de Operações Especiais, General de Brigada Sérgio Schwingel, e de autoridades.

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8212921

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8214899%26amp%3Bt%3D1500578503785&hash=f1b219ca3de57a45a0444b34a25b312f)

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 21, 2017, 03:36:19 pm
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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 26, 2017, 08:06:34 pm
Como o Brasil se saiu na competição “Fuerzas Comando 2017” no Paraguai

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Citar
Por Julieta Pelcastre

Pela segunda vez desde sua criação, as forças militares do Paraguai recebem os melhores soldados do continente americano, que competem para obter um dos troféus militares mais prestigiados do hemisfério ocidental: Fuerzas Comando. Esse é um exercício militar realizado anualmente desde 2004 entre as forças especiais das nações parceiras americanas. Em 2017, o lema da competição é “A força que nos une”.

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Cerca de 500 participantes entre militares, policiais, agentes especiais e pessoal civil de 20 países dedicam seus melhores esforços nas provas desenvolvidas em diferentes unidades militares do Exército do Paraguai, como a Escola de Infantaria, as instalações de Tropas Especiais (no estado de Presidente Hayes) e o Comando de Artilharia (no estado de Paraguarí), de 17 a 26 de julho. O Paraguai organizou o Fuerzas Comando pela primeira vez em 2006.

Essa competição é realizada sob os auspícios do Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) e executada pelo Comando de Operações Especiais Sul do Exército dos EUA (SOCSOUTH, por sua sigla em inglês) e promove as relações entre militares, aumenta a interoperabilidade e melhora a segurança regional. “Graças à excelente coordenação e ao trabalho conjunto entre nossas instituições armadas e o SOCSOUTH, as forças armadas parceiras intervêm em uma competição de exigentes destrezas militares que fortalecem a preparação das forças especiais no combate ao crime organizado trasnacional, ao terrorismo e a todos os delitos que têm conexão entre si”, disse à Diálogo o General-de-Brigada do Exército do Paraguai Héctor Alfredo Limenza Ríos, coordenador geral do Fuerzas Comando 2017.


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“A competição permite que as equipes participantes adquiram reconhecimento como forças de elite que representam seu país”, disse à Diálogo o Tenente-Coronel do Exército dos EUA Ángel Martínez, subdiretor de Treinamento e Exercícios do SOCSOUTH e encarregado da delegação norte-americana na competição. “Além disso, adquirem conhecimentos que beneficiam a todos os membros da região ao trabalharem de uma maneira mais integrada para abordar desafios de segurança nacional.”

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Nessa ocasião, os comandos da Argentina, de Belize, do Chile, da Colômbia, Costa Rica, de El Salvador, dos EUA, da Guatemala, Guiana, do Haiti, de Honduras, da Jamaica, do México, Panamá, Paraguai, Peru, da República Dominicana, de Trinidad e Tobago e do Uruguai “competem em condições de terreno e ambiente nunca antes apresentadas, incluindo pistas de prova que desafiam os membros de cada equipe com provas físicas, mentais e de trabalho em equipe, do mesmo modo que provas que exigem um alto nível de destreza técnica”, comentou o Ten Cel Martínez. Depois de dois anos, o Brasil voltou a se unir à competição.

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Cada comando está composto de quatro membros de um grupo de assalto, dois franco-atiradores e um membro suplente. Os grupos de assalto combinado combatem em provas de aptidão física, confiança, combate, marcha, provas aquáticas e pista de obstáculos. As equipes de franco-atiradores se enfrentam em uma série de provas de pontaria, mobilidade, traslados em zona hostil, simulações de resgate de reféns, obtenção de fotos, provas de estresse e obtenção de distâncias a partir de dados do centro de operações.

A competição militar mais extenuante

Os expoentes das forças especiais se preparam física e mentalmente para realizar as distintas provas estabelecidas pelo SOCSOUTH. “O competidor se apresenta na competição preparado e pronto para executar tarefas em eventos que simulam situações incomuns e inesperadas e em um ambiente desconhecido e de risco”, indicou o Ten Cel Martínez.

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“Com o propósito de conseguir os melhores resultados na competição militar mais extenuante, nós nos capacitamos de maneira intensiva e progressiva em técnicas e procedimentos que devem ser seguidos no combate ao terrorismo, ao narcotráfico e às organizações guerrilheiras”, comentou à Diálogo o 1° Tenente Joel Velázquez, instrutor do Curso de Forças Especiais do Exército do Paraguai, que participa do evento amistoso pela terceira vez.

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principal desafio para os comandos de elite que competem é reagir e alcançar o nível mais alto de destreza e pontuação ao executar a tarefa designada durante eventos que, em sua maioria, são totalmente desconhecidos do competidor até alguns segundos antes de começar a prova apresentada. “A prova mais estressante é a marcha de 20 quilômetros de travessia de campo e com uma mochila de aproximadamente 30 quilos, junto com exercícios aquáticos e uma corrida de obstáculos”, disse o 1º Ten Velázquez, ao recordar experiências vividas em torneios anteriores. “Porque não é só a resistência [física] do soldado que é posta à prova, mas também a resistência anímica e psicológica; é necessário muita vontade para terminá-la.”

As tarefas designadas são qualificadas e avaliadas por juízes de cada país participante para garantir uma competição imparcial. Esses árbitros foram competidores em edições anteriores e foram submetidos a tarefas iguais. A série de avaliações terminará com uma prova operacional aerotransportada, também conhecida como o salto da amizade. Metas com o mínimo de erros “Em toda competição surge um vencedor. O país que obtiver o troféu Fuerzas Comando não só ganha orgulho e prestígio, mas também a responsabilidade de redobrar os esforços e treinamentos para a próxima competição”, comentou o Gen Bda Limenza. A Colômbia possui o recorde por haver vencido em oito ocasiões as competições militares do continente.
“A competição sempre é saudável; todos ganhamos”, ressaltou o 1º Ten Velázquez.

“As provas também permitem aos participantes identificarem como melhorar a colaboração entre si e atingir metas de uma forma mais efetiva e com o mínimo de
erros, desenvolvendo assim métodos internos para um desempenho mais eficaz de suas tarefas”, acrescentou o Ten Cel Martínez.


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A força que nos une

Além do evento no qual as equipes medem seus conhecimentos e destrezas, altos comandos militares e representantes governamentais dos países competidores desenvolvem um seminário denominado “Programa de Visitantes Renomados” (DVP, por sua sigla em inglês), na cidade de Assunção. Os temas da junta especializada estão voltados para as ações de combate às atuais ameaças transnacionais e transregionais na América, conforme relata o site do Ministério da Defesa Nacional do Paraguai. O programa DVP se concentra em melhorar as relações políticas e militares e a cooperação militar multinacional.

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“Além disso, e talvez de valor ainda maior, estão as relações que são estabelecidas e fortalecidas entre os participantes do hemisfério, que compartilham uma meta em
comum de estar preparados para proteger a estabilidade e segurança de nosso hemisfério”, disse o Ten Cel Martínez. “Essa é a força que nos une para melhorar a
cooperação, a confiança mútua, o treinamento, o nível de engajamento e a capacidade que as forças especiais do continente americano puderem ter, já que os
delitos que hoje nos assolam são transnacionais”, acrescentou o Gen Bda Limenza. “O que hoje acontece no Paraguai ou em outra nação parceira também influi em
outras partes”, finalizou.


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FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/como-o-brasil-se-saiu-na-competicao-fuerzas-comando-2017-no-paraguai/

Pelo menos o Brasil terminou à frente de Chile e Argentina. Ficar atrás de Estados Unidos, Colômbia e México é compreensível. Mas Honduras e Panamá...  :-\ ::)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: HSMW em Julho 26, 2017, 09:25:29 pm
Por acaso ficaram todos atrás das Honduras portanto não devem queixar-se disso.
O Brasil já não participava desde 2012?

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 28, 2017, 10:14:15 pm
Retrospectiva 2017...

Citar
Setembro de 2017 - O confronto entre traficantes e policiais militares no Rio de Janeiro, que motivou o governo do Estado a pedir ajuda às Forças Armadas em operação na favela da Rocinha, zona sul carioca.

Tropas federais participaram junto com as polícias militar e civil do Rio de Janeiro, do cerco à favela da Rocinha, no Rio de Janeiro.

A missão foi colocar um fim na guerra pelo controle do morro travada entre traficantes rivais armados de fuzis.

FONTE: https://www.poder360.com.br/opiniao/brasil/acao-de-militares-na-rocinha-esta-fadada-a-terminar-sem-vitoria-clara/

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CRÉDITOS: Fernando Frazão / AGÊNCIA BRASIL
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 05, 2018, 01:49:15 am
Manaus/AM: Cerimônia de passagem de Comando da 3ª Companhia de Forças Especiais - Companhia General de Brigada Thaumaturgo Sotero Vaz.

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 25, 2018, 08:32:38 pm
Cronologia Histórica das Operações Especiais Brasileiras

(https://3.bp.blogspot.com/-wxpUf0RVJZ8/WmkjsqBH7wI/AAAAAAAACzU/LdS525ds0KgmG3IqfsMjHGvboPH_1TaRwCLcBGAs/s1600/Linha%2Bdo%2BTempo.jpg)

Citar
Os brasileiros não têm memória, não conhecem, valorizam nem cultuam sua própria história. Ainda que essa afirmação não coincida totalmente com a verdade, ela está muito próxima dela. Personagens e fatos relevantes de um passado ainda pouco distante são pouco conhecidos pelas novas gerações, enquanto eventos e figuras marcantes de épocas remotas são absolutamente ignoradas pela sociedade contemporânea. Mesmo entre àqueles que possuem conhecimento, não é raro que passagens históricas sejam tratadas com desdém, deturpadas para se adequar a algum viés ideológico, ou simplesmente abordadas com o deboche próprio da personalidade “divertida” dos brasileiros, que segundo o dramaturgo Nelson Rodrigues é fruto da inferioridade (complexo de vira-lata) em que o povo brasileiro se coloca, voluntariamente, face do resto do mundo. Ainda que esse artigo não tenha qualquer pretensão de discutir essa limitante característica do caráter nacional, propomos que cada um faça sua autocrítica promovendo uma profunda reflexão sobre esse tema.

Pouco antes de iniciar minhas férias de final de ano, fui incitado por um amigo que é operador de uma das mais conceituadas tropas especiais das Forças Armadas de nosso país, a desenvolver um trabalho que integrasse os fatos históricos relevantes de cada uma das Forças de Operações Especiais (FOpEsp) das três Forças Singulares. Na ocasião de nossa conversa, meu amigo destacou a dificuldade de se estabelecer um consenso relacionado à datas, principalmente, em virtude da divergência de opinião entre os representantes de cada unidade, discordância essa potencializada pela rivalidade velada própria da comunidade de Operações Especiais (OpEsp).

Como Historiador que estuda o passado em seus vários aspectos (economia; sociedade; linguagem; cultura; cotidiano; entre outros) e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatar a memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana, me senti impelido a tentar trazer luz à esta questão investigando os pormenores históricos das unidades de elite militares nacionais. Sem pretender ser um trabalho conclusivo sobre o tema, essa análise histórica resultou em um infográfico que apresenta a “Linha do Tempo das Operações Especiais Brasileiras”. Como ponto de partida, optei por iniciar essa Timeline tendo como referência à Primeira Invasão Holandesa no Brasil (1624-1625), balizada pelas ações de emboscada conduzidas pelos “Capitães de Assalto” para expulsar os invasores batavos de Salvador, cidade baiana  que à época notabilizava-se como sendo a capital da colônia. A justificativa para essa escolha recai sobre a definição de OpEsp apresentada no Glossário das Forças Armadas, publicada em 2015 pelo Ministério da Defesa/Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (MD/EMCFA), segundo o qual apresenta as OpEsp como sendo: 

“Operações conduzidas por forças militares, especialmente organizadas, adestradas e equipadas, visando a consecução de objetivos políticos, econômicos, psicossociais ou militares relevantes, preponderantemente, por meio de alternativas militares não convencionais. [...}”

Assim sendo, por executar ações de guerra consideradas como sendo fora dos padrões convencionais para a época, as “Companhias de Emboscadas” que libertaram Salvador do domínio holandês no século XVII são consideradas  como sendo as primeiras ações militares executadas por tropas brasileiras levadas à efeito como uma OpEsp.
Um país que pretende ser percebido por outros atores como um importante referência no cenário internacional deve, inicialmente, estudar e disseminar as diferentes fases de sua história com comprometimento ético e rigor científico reconhecendo erros e orgulhando-se de suas conquistas. Espero, sinceramente, que o presente estudo agregue valor à discussão histórica inerente às OpEsp e contribua para a diversificação desse conhecimento específico.

(https://4.bp.blogspot.com/-6RzHiejWu_4/WmkmbxGCk7I/AAAAAAAACzo/X6JWWO1XyPkjG9jl1g94pAGO45m2vinBACLcBGAs/s1600/Timeline%2B%2528OpEsp%2529.jpg)

FONTE: http://fopesp.blogspot.com.br/
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 23, 2018, 07:45:49 pm
(https://cdn1.img.sputniknews.com/images/105278/73/1052787357.jpg)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 24, 2018, 02:01:09 pm
Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear: passagem de comando

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_QBRN%2Fpassegemdecmd2018%2FDSC_0115.jpg&hash=b42a67a8953eb9c0169d9fd03365a650)

Citar
Em 12 de dezembro de 2017 foi realizada solenidade de passagem de comando da Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear, passando o comando do Major de Artilharia André Luiz Bifano da Silva, para o Capitão de Material Bélico, Rodolfo Brezolini da Silva.

A solenidade foi presidida pelo Excelentíssimo senhor General de Divisão Luiz Carlos Pereira Gomes, Comandante Militar do Planalto, além de contar com a presença do Excelentíssimo General de Brigada João Denisson Maia Correia, Comandante da 11° Região militar, do Excelentíssimo senhor General de Brigada Sérgio Schwingel, Comandante de Operações Especiais, demais Comandantes de Organizações Militares do Comando de Operações Especiais, Oficiais, Praças, convidados civis e familiares.

Houve inauguração do Retrato do Major Bifano, na galeria dos Comandantes da Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear, Recepção dos convidados, formatura de passagem de comando e coquetel comemorativo ao evento.

FONTE: http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=263

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_QBRN%2Fpassegemdecmd2018%2FDSC_0121.jpg&hash=9cbef312682cec0e5e48f374d52a3a6a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_QBRN%2Fpassegemdecmd2018%2FDSC_0169.jpg&hash=0912b4812e93254eb4c4cab63962ae6a)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_QBRN%2Fpassegemdecmd2018%2FDSC_0152.jpg&hash=7c5064b3ea702816454c612cf3827c4c)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_QBRN%2Fpassegemdecmd2018%2FDSC_0153.jpg&hash=14847d25a3ad2f6ce61d58bc01718825)

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 24, 2018, 05:05:29 pm
Brazil, U.S. armies reach agreement

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Story by Lt. Col. Carol McClelland
U.S. Army South


Army South and Brazilian delegates reached consensus on 43 agreed to actions, called ATAs for short, during army-to-army staff talks in Brasilia, Brazil July 26. The ATAs, which include opportunities to work together and improve readiness through training, exercises, and other exchanges, take place in fiscal year 2018.

Months earlier, multiple work groups involving staffs from both countries precede the three days of executive talks which conclude with senior leaders from the two armies signing a bilateral engagement plan. As the Army Service Component Command for U.S. Southern Command, Army South conducts staff talks in South and Central America. Maj. Gen. K.K. Chinn, Army South commander, signed on behalf of U.S. Army Chief of Staff, Gen. Mark A. Milley.

“The staff talks are a great teambuilding event that strengthens our relationships and trust—but more importantly helps us each learn more about how we can work together to address emerging challenges in the region, hemisphere and globally,” said Chinn during the opening ceremony. The general said he was confident the constructive dialogue would provide a strategic framework tied to a five-year vision of increased interoperability between the two nation’s armies.

Lt. Gen. William A.F. Abrahao, Brazil army deputy chief of staff, led his delegation on behalf of Chief of Staff Gen. Eduardo Villas Boas, and he highlighted the historical relationship the allies have had since World War II when 25 thousand Brazilians crossed the Atlantic to fight side-by-side with the U.S. He also pointed out similarities.

“We were born as colonies and expanded into the West to become continental countries. Our soldiers have the same values and seek the same objectives,” Abrahao said.

Several of the ATAs focused on the military personnel exchange program described by the Brazilians as “maybe the most important and oldest.” As South America’s largest country for both land mass and population, Brazil sends nearly three times more military members to work alongside or attend academics than to its second largest, neighboring Argentina. These staff talks generated eight new positions for Brazilian soldiers including added liaison officer slots at several infantry and sustainment commands and a research laboratory, a NCO position to one of the Army’s eight centers of excellence, and instructors to military schools.

While Brazil holds staff talks with 18 other nations, it was the first country with which Army South began staff talks in 1984. Others were added, and Army South currently holds staff talks with the armies of Colombia, Chile, Peru and El Salvador and has liaison officers working in its headquarters from each of those countries except the latter.

A small group of delegates briefly broke away from the staff talks to visit Cyber Defense Command, co-located in the army headquarters. Considered a joint operation with army, air force and navy leadership, it was established in 2015 and activated in 2016 and plays a part in the country’s national defense strategy.

“You can say cyber crosses every domain of war,” said Maj. Walbery Nogueira, a cyber joint staff officer during a briefing to the group. He said cyber is considered a new military capability and while the Brazilian army develops all defense department cyber doctrine, “everyone works together to coordinate cyber mobilization of cyber capabilities.”

On July 25, a handful of delegates visited Special Operations Command in Goiania, about a 2.5 hour drive from the capital city where staff talks were being held. There, Chinn and his staff spoke to Col. Rene Durao, deputy commander of Brazil Army Special Operations Command, who explained the unit’s inception decades ago. He said in 1956 infantry paratrooper Maj. Gilberto Antonio Azevedo e Silva took what he learned from U.S. training at Fort Bragg, N.C. and Fort Benning, Ga. and devised the first special operations course where all involved were both students and instructors at the same time, according to Durao.

During a short discussion on the different sections within the command, army leaders from both countries agreed a subject matter expert exchange on CBRN—chemical, biological, radiological and nuclear, could prove beneficial to both armies. Col. Durao said his unit focuses on exchanges believing them to be the best way to learn and improve and said these types of engagements helped with recent events like last year’s Olympic and Paralympic games.

With the overview complete and questions answered, delegates watched several dynamic demonstrations by the special operators including a rapid response action force securing a building and wind tunnel training by paratroopers.

FONTE: https://www.dvidshub.net/image/3626111/brazil-us-armies-reach-agreement

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Maj. Gen. K.K. Chinn, commander of Army South in San Antonio, Texas, visited special operations soldiers in Goiania, Brazil during army-to-army staff talks between the two countries. Brazil troops provided demonstrations that highlighted some of their special operations capabilities at their headquarters.

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Army South commander, Maj. Gen. K.K. Chinn visited Goiania, Brazil during army-to-army staff talks between the two countries July 25, 2017. After an overview briefing of the command, Chinn and some other U.S. army delegates watched several dynamic demonstrations by the special operators including a rapid response action force securing a building and wind tunnel training by paratroopers.

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Brazil army special operators line up to showcase some of their equipment and capabilities during a demonstration for U.S. Army staff talk delegates in Goiania, Brazil, about a 2.5 hour drive from capital city, Brasilia.

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Lt. Col. Chike Williams, U.S. Army Section Chief in Brazil, and a Brazil teammate look over a formation of Brazilian special operators in Goiania, Brazil. The two countries have been allies since World War II when 25 thousand Brazilians crossed the Atlantic to fight side-by-side with U.S. military fighters.

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Special Operators from Brazil's army line up to showcase some of their equipment and capabilities to U.S. delegates participating in army-to-army staff talks between the two countries.

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Special Operations soldiers from Brazil line up during a display showing some of their capabilities and equipment.

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Col. Rene Durao, deputy commander of Brazil Army Special Operations Command in Goiania, Brazil and Maj. Gen. K.K. Chinn, Army South commander, smile during a special operations demonstration. As the senior U.S. Army representative, Chinn was there to sign agreed to actions between the two armies on behalf of Army Chief of Staff Mark Milley.

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A Brazilian special operator highlights a piece of equipment to Army South Command Sgt. Maj. Carlos Olvera during a display of special operators and some of the tools they use at Brazil Special Operations Command in Goiania. Olvera was there attending army-to-army staff talks between the two countries.

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Delegates from the U.S. Army watched several dynamic demonstrations by Brazilian special operators in Goiania at the Special Operations Command, including a rapid response action force securing a building and wind tunnel training by paratroopers. Both countries were conducting army-to-army staff talks in Brasilia, the capital city about a 2.5 hours drive away.

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Several U.S. delegates traveled about 2.5 hours away via ground to visit the Brazil Special Operations Command in Goiania, Brazil during army-to-army staff talks between the two countries. the delegates watched several dynamic demonstrations by the special operators including a rapid response action force securing a building and wind tunnel training by paratroopers, as shown here.

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Delegates from the U.S. and Brazilian armies watch a Brazilian paratrooper demonstrate how a wind tunnel is used in special operator's training in Goiania, Brazil. The tunnel uses four fans and there are four different levels paratroopers can attain. The delegates from the two country's armies joined to sign mutually agreed upon actions, or ATAs, for the upcoming fiscal year 2018.

(https://cdn.dvidshub.net/media/thumbs/photos/1708/3626292/1000w_q95.jpg)
Delegates from the U.S. and Brazilian armies watch a Brazilian paratrooper demonstrate how a wind tunnel is used in special operator's training in Goiania, Brazil. The delegates from the two country's armies joined to sign mutually agreed upon actions, or ATAs, for the upcoming fiscal year 2018.

(https://cdn.dvidshub.net/media/thumbs/photos/1708/3626076/1000w_q95.jpg)
Brazil army leader Lt. Gen. William A.F. Abrahao (left) and U.S. army leader, Maj. Gen. K.K. Chinn, examine the Brazilian flag before army-to-army staff talks begin.

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Lt. Col. Chike Williams, U.S. Army Section Chief in Brazil and Col. Rockey Burrell, director of Army South Regional Affairs Division, pose in front of colorful flags during a break in the army-to-army staff talks between Brazil and the United States.
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 24, 2018, 06:07:46 pm
Brazil, U.S. armies reach agreement

(https://cdn.dvidshub.net/media/thumbs/photos/1708/3626309/1000w_q95.jpg)
Several U.S. delegates traveled about 2.5 hours away via ground to visit the Brazil Special Operations Command in Goiania, Brazil during army-to-army staff talks between the two countries. the delegates watched several dynamic demonstrations by the special operators including a rapid response action force securing a building and wind tunnel training by paratroopers, as shown here.

(https://cdn.dvidshub.net/media/thumbs/photos/1708/3626303/1000w_q95.jpg)
Delegates from the U.S. and Brazilian armies watch a Brazilian paratrooper demonstrate how a wind tunnel is used in special operator's training in Goiania, Brazil. The tunnel uses four fans and there are four different levels paratroopers can attain. The delegates from the two country's armies joined to sign mutually agreed upon actions, or ATAs, for the upcoming fiscal year 2018.

(https://cdn.dvidshub.net/media/thumbs/photos/1708/3626292/1000w_q95.jpg)
Delegates from the U.S. and Brazilian armies watch a Brazilian paratrooper demonstrate how a wind tunnel is used in special operator's training in Goiania, Brazil. The delegates from the two country's armies joined to sign mutually agreed upon actions, or ATAs, for the upcoming fiscal year 2018.

(https://cdn.dvidshub.net/media/thumbs/photos/1708/3626076/1000w_q95.jpg)
Brazil army leader Lt. Gen. William A.F. Abrahao (left) and U.S. army leader, Maj. Gen. K.K. Chinn, examine the Brazilian flag before army-to-army staff talks begin.

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Lt. Col. Chike Williams, U.S. Army Section Chief in Brazil and Col. Rockey Burrell, director of Army South Regional Affairs Division, pose in front of colorful flags during a break in the army-to-army staff talks between Brazil and the United States.

Já há anos que se fala em construir uma torre destas em Tancos...

Gosto das bandeiras...
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: HSMW em Fevereiro 24, 2018, 07:18:07 pm
Epá tantas bandeiras de Portugal!!  8) 8)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: NVF em Fevereiro 24, 2018, 11:13:53 pm
É sempre bom ver um exército que honra as suas tradições  ;)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 26, 2018, 01:11:24 pm
Epá tantas bandeiras de Portugal!!  8) 8)

São as bandeiras históricas do Brasil:

http://www.eb.mil.br/bandeiras-historicas

 :D
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Fevereiro 26, 2018, 01:17:07 pm
É sempre bom ver um exército que honra as suas tradições  ;)

Diferentemente de outros países americanos e, pelo fato da Independência política do Brasil ter sido conduzida de maneira menos traumática, as instituições brasileiras, em especial as Forças Armadas, cultivam valores e legados coloniais. Para nós isso é motivo de grande orgulho! 8) ;)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2F4.bp.blogspot.com%2F_dTibRPk7UfE%2FS8uohPDG4KI%2FAAAAAAAABYU%2FKBST6XcsI4g%2Fs1600%2Fbatalha%2Bde%2Bgurarapes%2B%283%29.jpg&hash=4594386581625386e09014d08643a841)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwarburg.chaa-unicamp.com.br%2Fimg%2Fobras%2Fmeirelles-guararapes.jpg&hash=ad1687c8d672f38bbee3bae4885fcfef)
Batalha dos Guararapes, na sequência da Guerra da Restauração, após a Restauração da Independência de Portugal de 1640, foi uma batalha travada em dois confrontos, primeiro em 18 e 19 de abril de 1648 e depois em 19 de fevereiro de 1649, entre o Exército da Holanda e os defensores do Império Português no Morro dos Guararapes, atual município de Jaboatão dos Guararapes, situado na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco, Brasil. O evento é considerado a origem do Exército Brasileiro.



Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Março 13, 2018, 01:20:24 pm
“Faca na Caveira”: muitos tentam, mas poucos conseguem conquistar o “Gorro Preto” e ser um “Comandos”.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718904%26amp%3Bt%3D1520885670981.jpg&hash=86ae075d429a3e6db088d336d326662f)

Rio de Janeiro (RJ) – Entre março e maio deste ano, está em pleno funcionamento o Curso de Ações de Comandos (CAC), também conhecido como “Faca na Caveira”, os homens de gorro preto. Trata-se de um curso voltado para militares em início de carreira, pois sua execução exige forma física diferenciada. Na semana de 5 a 9 de março, acompanhamos a “Fase de Nivelamento”, que ocorre em razão dos oficiais e dos sargentos terem formação em escolas militares distintas.

Na primeira semana do curso, eram 107 candidatos e, no meio da semana seguinte, a que a equipe do Centro de Comunicação Social do Exército acompanhou, o seleto grupo já estava composto por 56 militares. “Não é o militar mais técnico, nem o mais bem preparado fisicamente que irá concluir o curso, mas sim o militar com melhor preparo psicológico. Se não fosse assim, todo militar Calção Preto [os militares que fazem o Curso na Escola de Educação Física do Exército] seriam um Comandos”, disse um instrutor do CAC, após o cerimonial, no qual os candidatos deixaram o gorro camuflado e receberam o gorro preto. Muitos dos que vieram, vão embora na “Fase de Nivelamento” e partem sem terem utilizado um gorro preto.

Iniciar o CAC não é garantia de conclusão do curso, uma vez que a média de concludentes gira em torno de 25% a 30% dos inscritos. O curso funciona com uma equipe de instrutores e monitores, todos Comandos, e muitos com experiência em atuações reais. Os futuros Comandos serão ou Comandantes de Destacamentos de Ações de Comandos, no caso dos oficiais, ou de Grupo de Destacamentos de Ações de Comandos, no caso dos sargentos. Eles desenvolvem missões como captura, resgate, eliminação, interdição e ocupação de alvos compensadores do ponto de vista estratégico, operacional ou tático, situado em área hostil ou sob controle do inimigo, em tempos de paz, crise ou conflito armado, visando alcançar objetivos políticos, econômicos, psicossociais ou militares.

Uma das grandes preocupações da equipe de instrutores é com a condição física e médica dos alunos. As instruções são acompanhadas por equipe médica com ambulância e todos os militares passam por coleta de sangue semanal. Sendo que, na semana do Teste de Reação de Líder, em que há restrição de água, as coletas de sangue ocorrem ao final de cada jornada. É nessa semana que se dá um grande número de desligamentos.

Ao final do CAC, os alunos Comandos são capazes de identificar os sintomas e efeitos dos distúrbios térmicos e da rabdomiólise (síndrome grave causada por uma lesão muscular direta ou indireta, que pode levar à morte em casos extremos); de aplicar técnicas de primeiros-socorros; de se orientar por meio de carta topográfica e GPS; de aplicar as técnicas de combate corpo a corpo à mão livre, com faca, com armas curtas, com armas longas e com baioneta; de instalar antenas e rádios e operar com sistemas criptografados; de conhecer o terreno e ser capaz de atuar na Selva, na Caatinga, na Montanha e no mar; de identificar e utilizar explosivos militares e comerciais; de identificar as características dos armamentos; de executar a desmontagem e a montagem do armamento (1° e 2° escalão); de executar o manejo; de executar a operação; e de empregar a técnica de tiro. O CAC é considerado um curso base para o futuro integrante do Curso de Forças Especiais, mas este será assunto para uma outra matéria.

Faca na Caveira: símbolo da tropa de Comandos do Brasil

Segundo o site do Centro de Instrução de Operações Especiais, a “Faca na Caveira” é o símbolo da tropa de Comandos do Brasil. A caveira simboliza a morte, sempre presente nas ações desse tipo; e a faca com lâmina vermelha é o sigilo de uma missão dos Comandos e o sangue derramado pelos combatentes. O fundo verde representa as matas do Brasil; e o negro é a noite escura, momento ideal para a execução de uma Ação de Comandos.

Ao contrário do que possa aparecer, o símbolo, não significa a morte pura e simplesmente, mas sim a vitória da vida sobre a morte. Conta a história que a “Faca na Caveira” se originou nos campos de batalha durante a Segunda Guerra Mundial. Uma equipe de Operações Especiais inglesa, conhecida como “Comandos”, que tinha por símbolo um punhal, após alcançarem um território inimigo, encontraram uma caveira, um dos símbolos utilizados pelos Nazistas. Nisso, um dos combatentes ingleses sacou o punhal e o cravou na parte de cima do crânio. Com esse gesto queria dizer que os Comandos ingleses que representavam a vida, estavam virando o jogo e vencendo a morte, representada pelo regime nazista de Hitler.

A partir daquele momento, o emblema do punhal cravado no crânio passou a ser símbolo das equipes de operações especiais em todo o mundo.

Inscrições Anuais

As inscrições são abertas para militares de carreira, que estejam aptos a executarem um “pequeno” teste físico, nestas condições: corrida de oito quilômetros em 39 minutos; flexão na barra com 12 repetições; abdominal com 64 repetições; flexão de braço com 35 repetições; subida na corda vertical e atingir quatro metros; natação com obstáculos de 800 m em 40 minutos; flutuação de 30 minutos; apneia estática de 60 segundos; apneia dinâmica de 15 metros e marcha de 16 km em 2 horas e 45 minutos. Estando apto neste teste, após exame médico e farmacêutico complementar, você poderá tentar conquistar o “Gorro Preto” e, depois o distintivo da “Faca na Caveira”.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718905%26amp%3Bt%3D1520885673668&hash=ac1cca40138490acbaaab20f8a58b867)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718906%26amp%3Bt%3D1520885676968&hash=477ba266f0423afcc9ce0aac6277754f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718907%26amp%3Bt%3D1520885680025&hash=bbe00a4fc245c7861eb98e30b7160734)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718908%26amp%3Bt%3D1520885680095&hash=f3556c3fe47c8b5bfd5daa51cfe6e104)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718909%26amp%3Bt%3D1520885680186&hash=c72804474b7131a3eed9784f5db24326)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718910%26amp%3Bt%3D1520885680259&hash=1f41a485c535501d21e51f4d490027cb)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718911%26amp%3Bt%3D1520885680307&hash=a9c3667e026fb357098b1b41e5c1ccc6)

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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718913%26amp%3Bt%3D1520885680423&hash=5d2db38a84326c6427282a55bfdf121b)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718914%26amp%3Bt%3D1520885680503&hash=2531cf3052741945f547ce230b174c5c)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D8718915%26amp%3Bt%3D1520885680606&hash=9d98bd04685c7c5ab9838d70caf2def1)

FONTE: http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/8714294
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 27, 2018, 01:33:30 pm
Fuerzas Comando 2018 - COpEsp representa o Brasil na disputa

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FArtigos_Copesp%2FFuezas_Comando_Tiro.jpg&hash=fc5ee31a1d4a6fd383b93c0f4077a872)

Citar
Sete militares do Comando de Operações Especiais estão representando o Brasil no Fuerzas Comando 2018 e durante nove dias serão testados em suas capacidades táticas e física em avaliações aquáticas, pistas de obstáculos, marcha forçada, combate urbano, tiro, e outras atividades.
                     
A disputa põe a prova as forças de elite, ao mesmo tempo em que promove relações e trocas entre os militares, ampliando conhecimentos e incrementando a cooperação, confiança e interoperabilidade das forças especiais do Hemisfério Ocidental. 

A competição multinacional acontece entre os dias 16 a 26 de julho, na Cidade do Panamá, e envolve militares e policiais de operações especiais de 19 países: Argentina, Belize, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Equador, República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidade e Tobago.

FONTE: http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=276
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 06, 2018, 04:50:54 pm
Comando de Operações Especiais do Exército contará com novas estruturas

(https://www.defesa.gov.br/arquivos/2018/mes11/grande-op-hjhj.jpg)

Citar
Goiânia, 05/11/2018 - O Comando de Operações Especiais (COPESP), do Exército Brasileiro, com sede em Goiânia, abrigará a partir do ano que vem um Complexo de Tiro para adestramento e emprego de tropas de ação rápida. O comandante do COPESP, general Mário Fernandes, fez uma apresentação nesta segunda-feira (05), ao ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, sobre a nova estrutura, que contará com dois estandes de tiro de 100 e 200 metros, um cenário urbano e uma torre para técnicas verticais.

Durante a visita do ministro da Defesa ao COPESP, o general Mário Fernandes enfatizou as principais peculiaridades das Operações Especiais: a flexibilidade, a capacidade de proficiência no emprego e a dissuasão. "Esta tropa, de forma integrada com as demais Forças, tem sido empregada nos mais longínquos rincões do território brasileiro e no exterior (Missões de Paz), onde é ou seja necessária, com todas as áreas de interesse estratégico da nação", disse o comandante.

Em mensagem à tropa de elite do Exército, o ministro Silva e Luna destacou as capacidades dos militares na condução e execução de guerra irregular, contraterrorismo, fuga e evasão, inteligência de combate, contraguerrilha, guerra de resistência, operações psicológicas, reconhecimento estratégico, busca, localização e ataques a alvos estratégicos, entre tantas outras. "As operações que vocês conduzem caracterizam-se por sua acentuada mobilidade estratégica, alto grau de sigilo, e considerável grau de risco, já que, em geral, são executadas em território hostil. Por isso vocês são militares especiais, com missões especiais", destacou o ministro.

Ainda se dirigindo aos integrantes do COPESP, Silva e Luna falou sobre a defesa da Pátria. "O inopinado das missões exige determinação, elevados níveis de treinamento, de capacitação, de condições para atuar em terra, ar, mar, cyber espaço, corações e mentes. Vocês optaram por defender a Pátria, indo além do dever, enfrentar graves adversidades, superar os próprios limites, buscar o erro zero. E arriscar a própria vida por um bem maior. Vocês são a personificação de que o maior patrimônio do nosso Exército é a nossa gente", disse.

O ministro Silva e Luna esteve na sala de Simulação de Tiro, onde, este ano, já foram treinadas tropas das Polícias Militares dos estados de Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, além de equipes da Polícia Federal. Em um outro momento, Silva e Luna acompanhou as atividades do Destacamento de Contraterrorismo e no Simulador de Queda Livre.

O COPESP possui parcerias com outros países como Estados Unidos, Inglaterra e Canadá.

Comando de Operações Especiais

Com sede na capital do estado de Goiás, o COPESP, atualmente, tem cerca de 900 militares. O tempo médio dos militares em missões é 150 dias.

A organização do Exército completou 61 anos e é subordinada ao Comando Militar do Planalto (CMP), e vinculado, para fins de preparo e emprego, ao Comando de Operações Terrestres (COTER).

Suas Organizações Militares orgânicas integram a Força de Ação Rápida Estratégica e apoiam as operações de todos os Comandos Militares de Área do Exército.

O COPESP é estruturado pelas seguintes unidades subordinadas: 1º Batalhão de Forças Especiais (1º BFEsp); 1º Batalhão de Ações de Comandos (1º BAC); 1º Batalhão de Operações de Apoio à Informações (1º BOAI); Batalhão de Apoio às Operações Especiais (B Ap Op Esp); Base Administrativa do Comando de Operações Especiais (B Adm C Op Esp); Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (Cia DQBRN); e 6º Pelotão de Polícia do Exército (6º Pel PE), todas localizadas em Goiânia. E ainda conta com o Centro de Instrução de Operações Especiais (C I Op Esp), localizado no Forte Imbuy, em Niterói (RJ) e a 3ª Companhia de Forças Especiais (3ª Cia F Esp), em Manaus.

FONTE: https://www.defesa.gov.br/component/content/article/333-notic%C3%ADas/49294-comando-de-opera%C3%A7%C3%B5es-especiais-do-ex%C3%A9rcito-contar%C3%A1-com-novas-estruturas?Itemid=101
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 14, 2018, 01:07:48 pm
Comando de Operações Especiais recebe Ministro da Defesa

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FMINISTRODADEFESA.JPG&hash=5ccc14af4f7c5e7f80f401c77a61d14f)

No dia 05 de novembro de 2018, o Comando de Operações Especiais (COpEsp) recebeu a visita do Excelentíssimo Senhor Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna. Na oportunidade, o Comandante do COpEsp, General Mario Fernandes, apresentou ao Ministro o projeto da nova estrutura do Complexo de Tiro que vai ser construída nessa Organização Militar, e que contará com dois estandes de tiro, um de 100 e outro de 200 metros, além de um cenário urbano e uma torre para técnicas verticais.

A previsão para o início da construção do novo Complexo de Tiro do Comando de Operações Especiais é para o ano de 2019, as novas instalações serão utilizadas em atividades de adestramento e emprego das tropas de ação rápida.

O Ministro da Defesa foi recebido por uma Guarda de Honra, participou de uma formatura no Campo de Parada e conheceu, acompanhado de sua comitiva, as instalações do COpEsp. Assistiu ainda a demonstrações no Simulador de Tiro e de Queda Livre, Entrada Tática na Casa de Matar e Tiro Assistido no Estande de 200m.

FONTE: http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=290

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 14, 2018, 01:08:13 pm
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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Novembro 14, 2018, 01:09:50 pm
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 :G-beer2: 8)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Março 19, 2019, 01:18:14 pm
COpEsp recebe visita de novos diplomatas

Citar
Formatura Geral do COpEsp por ocasião de visita dos novos diplomatas formandos do  Instituto Rio Branco. Nesta oportunidade a integração entre os dois vetores  de projeção Nacional é fundamental para o conhecimento mútuo e a convergência de ações em prol dos interesses nacionais.

FONTE: http://www.1bac.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=154

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FPHOTO-2019-02-11-16-31-13.jpg&hash=ac55ec9cec7a7db721f7796db1c27644)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FPHOTO-2019-02-11-16-31-14.jpg&hash=2f3d49de7c47df5d828867b1049dda04)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FPHOTO-2019-02-11-16-31-17.jpg&hash=afefd4bb871ed4e76453eb248a13f394)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0028.JPG&hash=2e10c446f0c0b9916c7349abc3380a6e)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0049.JPG&hash=0e9b1ca4c78bd3053799269ed8279d88)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0067.JPG&hash=c23402bd023a9d746b064a9a2ad43d03)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0075.JPG&hash=2ad9d90f28a29f1fae5fd8951a298d78)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0096.JPG&hash=d7410e875fc093cd56b2a96097dbe935)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0105.JPG&hash=05c2c95f3b1c727f4e0e094896a9ff35)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0107.JPG&hash=049fca71370a93a0977b690e8030516f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0111.JPG&hash=df2b4065142b5a719be7b277f51139e3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0141.JPG&hash=2619b74fca857cd4c1de0e89d93708be)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.1bac.eb.mil.br%2Fimages%2F2019%2F02-FEVEREIRO%2F1a-FORMATURA-DO-ANO%2FIMG_0146.JPG&hash=c731a2170a0f6795f44d5dcd7f89835d)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Abril 10, 2019, 03:56:05 pm
Organizações militares do Comando de Operações Especiais participam de adestramento aeroterrestre

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D9725319%26amp%3Bt%3D1554815515816.jpg&hash=1bae9c5da0c53fe0e849b760a5f9cccc)

Citar
Goiânia (GO) – O Batalhão de Apoio às Operações Especiais (Btl Ap Op Esp) apoiou, na semana de 18 a 22 de março, em Hidrolândia (GO), atividades de adestramento aeroterrestre das organizações militares que compõem o Comando de Operações Especiais (COpEsp).

Os militares realizaram salto livre operacional e salto semi-automático, em que foram realizadas 257 aberturas de paraquedas de salto livre e 457 aberturas de paraquedas semi-automático. Ainda foi executado lançamento de paraquedista com o cão de guerra, sendo o primeiro dessa natureza realizado pelo COpEsp.

Dentre as capacidades evidenciadas nesse adestramento estava o lançamento de suprimento aéreo com o equipamento “Sherpa”, sistema operacional inteligente, que permite lançar uma carga a grandes altitudes com autonomia de dirigibilidade.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D9725320%26amp%3Bt%3D1554815515899&hash=42538998cc31ae13dc63737c166335de)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D9725321%26amp%3Bt%3D1554815515964&hash=b81abccf8ad8ce7f36448df3eaa75c0f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D9725322%26amp%3Bt%3D1554815516036&hash=8cec1bc969448d391b013918ece36800)

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Fonte: Btl Ap Op Esp  - http://www.eb.mil.br/web/noticias/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/MjaG93KcunQI/content/id/9708632
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 10, 2019, 04:35:30 pm
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.eb.mil.br%2Fimage%2Fjournal%2Farticle%3Fimg_id%3D9725323%26amp%3Bt%3D1554815516104&hash=1384f351d2338952587ba3c442bb3268)

Sejam bem vindos ao século 21, finalmente vejo um salto com cães de guerra realizado dessa forma no Brasil.
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Abril 12, 2019, 02:18:03 pm
Curso de Ações de Comandos - 2019

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.ciopesp.eb.mil.br%2Fimages%2Fgaleria_em_artigos%2Fcac_19-6.jpeg&hash=4b1a6abd382198dc89bf36ba498c82a0)

Citar
Resende (RJ) - Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) - no dia 8 de março, 50 militares do Exército Brasileiro concluíram o módulo de nivelamento do Curso de Ações de Comandos (CAC). O CAC é conduzido pelo Centro de Instrução de Operações Especiais em ritmo de operações continuadas, desenvolvendo competências atitudinais, com o máximo de realismo na imitação do combate e grande conhecimento de todos os ambientes operacionais do País.

No período de 25 de fevereiro a 8 de março, nas instalações da AMAN, os alunos do CAC foram submetidos a uma intensa rotina de instrução de nivelamento como natação militar, combate corpo a corpo, orientação, marcha, pista de cordas, emprego de explosivos, comunicações, primeiros socorros, ações táticas em contato com o inimigo.

A “Faca na Caveira” é o símbolo da tropa de Comandos do Brasil. A caveira simboliza a morte, sempre presente nas ações desse tipo; e a faca com lâmina vermelha é o sigilo de uma missão dos Comandos e o sangue derramado pelos combatentes. O fundo verde representa as matas do Brasil; e o negro é a noite escura, momento ideal para a execução de uma Ação de Comandos.

Ao contrário do que possa aparecer, o símbolo, não significa a morte pura e simplesmente, mas sim a vitória da vida sobre a morte. Conta a história que a “Faca na Caveira” se originou nos campos de batalha durante a Segunda Guerra Mundial. Uma equipe de Operações Especiais inglesa, conhecida como “Comandos”, que tinha por símbolo um punhal, após alcançarem um território inimigo, encontraram uma caveira, um dos símbolos utilizados pelos Nazistas. Nisso, um dos combatentes ingleses sacou o punhal e o cravou na parte de cima do crânio. Com esse gesto queria dizer que os Comandos ingleses que representavam a vida, estavam virando o jogo e vencendo a morte, representada pelo regime nazista de Hitler.

FONTE: http://www.ciopesp.eb.mil.br/component/content/article?id=207

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Cabeça de Martelo em Abril 13, 2019, 11:29:23 am
Olha pista de cordas!... c56x1

Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Maio 06, 2019, 09:13:38 pm
Forças Especiais do Exército Brasileiro na Amazônia - a FORÇA 3 em ação

(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/05/Operadores-de-For%C3%A7as-Especiais.png)
O Comando Militar da Amazônia possui em sua estrutura organizacional operadores especiais reconhecidos como alguns dos melhores combatentes na selva do mundo

Citar
Os operadores de forças especiais atuam em todo o Brasil desde 1957. Desde então, particularmente na Amazônia, as forças especiais brasileiras têm atuado intensamente no combate à subversão, às ameaças contra a soberania nacional e aos crimes transnacionais, com destaque para as operações desenvolvidas na região de Xambioá, na década de 1970, e no Traíra, na década de 1990.

Subordinada ao Comando Militar da Amazônia (CMA), a 3ª Companhia de Forças Especiais (3ª Cia F Esp) está localizada em Manaus, no Amazonas. É a única unidade de forças especiais do Exército Brasileiro na região que atua na maior floresta tropical do planeta, abrangendo mais da metade do território brasileiro, e que é também a região detentora da maior biodiversidade do mundo e de incontáveis riquezas naturais.

“A Amazônia, por si só, já é um grande desafio e a complexidade desse cenário proporciona um grande laboratório para o emprego das forças especiais”, destacou o tenente coronel do Exército Brasileiro Argemiro Luciano Souza Costa, que em 2018 assumiu o comando da FORÇA 3, nome pelo qual a 3ª Cia F Esp é conhecida.

A FORÇA 3 começou a operar na região no ano 2000, ainda como Destacamento de Forças Especiais, devido à necessidade de aumentar o efetivo na Amazônia, que é a região considerada de alta prioridade para o Alto Comando do Exército Brasileiro.

Em 2003, o destacamento se tornou uma companhia, mantendo a missão de proporcionar ao CMA considerável capacidade de pronta resposta em operações especiais, particularmente em operações de reconhecimento especial, ações indiretas e diretas, além de assessorar o CMA e seus comandos subordinados na concepção de emprego de Forças de Operações Especiais (FOpEsp) das Forças Armadas em situações de normalidade ou não, em ambiente de defesa externa, em ações de garantia da lei e da ordem, entre outros.

Missão impossível Para muitos, fazer parte desse seleto grupo é uma missão impossível. Em média, a cada 100 voluntários, apenas cerca de 20 deles conseguem passar pela criteriosa seleção, que conta com intensa atividade física, pressão psicológica, privação de sono e alimentação.

“É uma competição contra você mesmo, contra suas próprias limitações. Somos obstinados”, afirmou um oficial integrante da FORÇA 3, aqui não identificado a fim de manter em sigilo sua identidade.

Todavia, o tempo em atividade do operador de forças especiais é muito mais complexo do que se imagina. Um operador pode chegar a permanecer por mais de 20 anos nas unidades de forças especiais.

“Levamos uma vida de entrega, cada escolha é uma renúncia”, disse o Ten Cel Souza Costa. “Se fazer o curso já é difícil, maior é o desafio de permanecer nas forças especiais durante a maior parte de sua carreira”.

Crimes transnacionais

Os operadores da FORÇA 3 também contribuem para o adestramento dos militares integrantes dos batalhões de Infantaria de Selva, que atuam na linha de frente do combate aos ilícitos transfronteiriços.

“A nossa ação repercute diretamente nas questões de segurança pública e de defesa do país. Alguns países que fazem fronteira com o Brasil estão entre os principais produtores de drogas do planeta”, declarou um integrante do Destacamento Operacional de Forças Especiais.

Para responder ao ambiente operacional amazônico, os operadores da FORÇA 3 desenvolveram habilidades que lhes permitem a plena execução das técnicas, táticas e procedimentos mais adequados à região, possibilitando a ampliação da capacidade da força terrestre para defender a Amazônia brasileira.

Neste contexto em que inclui sua atuação como multiplicador de forças para as demais tropas do CMA, a FORÇA 3 também atua com outras FOpEsp, órgãos de segurança pública e agências governamentais que atuam na Amazônia.

Intercâmbios internacionais

A experiência acumulada e o domínio sobre as peculiaridades da região também atraem a atenção e o interesse de militares estrangeiros, gerando intercâmbios com países como a Colômbia, a Polônia e os Estados Unidos.

Tropas de elite, como os SEALs da Marinha dos EUA e as Forças Especiais do Exército dos EUA, frequentemente realizam a troca de conhecimentos com os brasileiros que operam na selva.

Durante a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, eventos ocorridos no Brasil nos anos de 2014 e 2016, respectivamente, a cidade de Manaus serviu como sede para parte das competições realizadas.

Nessas ocasiões, a FORÇA 3 ficou responsável pelo Centro de Coordenações Táticas Integrado, contando com o apoio de integrantes da Marinha do Brasil, da Força Aérea Brasileira, e das polícias Federal, Civil e Militar, conduzindo o planejamento preventivo e repressivo contra potenciais ameaças terroristas em solo brasileiro.

“O ideal como motivação, a abnegação como rotina, o perigo como irmão e a morte como companheira!” O lema citado reflete o sacerdócio que é servir nas forças especiais e a responsabilidade de pertencer a um grupo altamente especializado que, por meio do adestramento constante e de operações reais no ambiente de selva, mantém elevados padrões de desempenho para a defesa da Amazônia e a manutenção da soberania nacional.

FONTE: https://www.defesa.tv.br/forcas-especiais-do-exercito-brasileiro-na-amazonia-a-forca-3-em-acao/

(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/05/Operadores-de-For%C3%A7as-Especiais3.png)

(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/05/operadores-de-for%C3%A7as-especiais2.jpg)

(https://www.defesa.tv.br/wp-content/uploads/2019/05/operadores-de-for%C3%A7as-especiais.jpg)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Maio 06, 2019, 09:30:56 pm
Citar
Matéria completa das unidades de Forças Especiais Brasileiras bem como as congêneres latino-americanas:

 :arrow:  https://dialogo-americas.com/pt/revista/edicoes-especiais/dialogo-2019
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Maio 28, 2019, 03:39:44 am
Batalhão de Apoio às Operações Especiais realiza campo básico para os recrutas

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Citar
O Batalhão de Apoio às Operações Especiais juntamente ao 1º Batalhão de Ações de Comandos, realizaram no período de 22 à 26 de abril o acampamento da Fase de Instrução Individual Básica para os recrutas do ano de 2019.

FONTE: http://www.copesp.eb.mil.br/index.php/component/content/article?id=330

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Maio 28, 2019, 03:42:08 am
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(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.copesp.eb.mil.br%2Fimages%2FSEF.JPG&hash=e6c2f047f2181d62b50b8d606088087e)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 03, 2019, 04:29:55 pm
Panorama: Fuerzas Comando 2019

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.planobrazil.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F06%2F5e301fdf-fea4-4b72-b3d5-8db2fa74907c.jpg&hash=34202d48de890d41cf4e288900e02065)

Entre 17 e 27 de junho aconteceu a competição Forças Comandos 2019 no Chile, que está na 15º edição do exercício, a competição envolveu unidades policiais e forças armadas de 19 países, sendo eles, Argentina, Belize, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, Panamá, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago, Uruguai e Estados Unidos .

Forças Comandos 2019 é um exercício anual patrocinado pelo Comando Sul dos EUA, executado pelo Comando de Operações Especiais do Sul (SOCSOUTH), que tem sido realizado principalmente na América Central, América do Sul e Caribe desde 2004. O exercício tem duas partes: uma competição de habilidades e um Seminário de Líderes Sênior voltado para o combate ao terrorismo. O evento demonstra e testa as habilidades dos participantes por meio de competições de forças de operações especiais. O concurso multinacional de habilidades operacionais e o Seminário de Liderança Sênior deste ano foram oferecidos pelo Exercito de Chile e Estado Maior Conjunto do Chile. O SOCSOUTH , com sede na Homestead Air Reserve Base, na Flórida, é o principal comando de execução dos EUA para o exercício. O SOCSOUTH serve como componente de operações especiais para o Comando Sul dos EUA.

Objetivo da Competição Forças Comandos é adestrar as unidades de Operações Especiais dos Países das Américas no que tange ao combate ao Narcotráfico, Terrorismo e Pirataria além de promover as relações e trocas de experiências entre os países.

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Cada equipe participante é formada por 7 militares sendo eles, 4 militares da equipe de assalto, 2 militares atiradores de elite e 1 militar suplente. O Brasil em 2019 participou com uma equipe formada por militares do Primeiro Batalhão de Ações de Comandos(1BAC) representando o COpEsp (Comando de Operações Especiais do Exercito Brasileiro) que foram provados em uma série de tarefas e eventos críticos individuais e coletivos que incluem um teste de aptidão física, pista de obstáculos, qualificação de rifle e pistola, teste de combate a curta distância, marcha forçada e um evento de água. Os eventos testam as habilidades e proficiência do participante sob condições desconhecidas e estressantes em cenários simulados.

O primeiro dia do evento consistiu na prova de qualificação de armamento principal e secundário dos operadores. A equipe Brasileira Liderada pelo Primeiro Tenente Marcus Marello participou utilizando o fuzil(HK416) e a pistola(GLOCK 9mm) de dotação do COPESP, ao final desse primeiro dia de evento o Brasil alcançou a 10ª colocação com 610 pontos, o maior pontuador foi a Colômbia(AFEUR) com 765 pontos.

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O segundo dia do evento consistiu na prova de Avaliação de distâncias. Cada país representado por 2 Atiradores de precisão mostraram suas habilidades contra alvos localizados em diferentes distâncias. A equipe Brasileira participou utilizando o fuzil de precisão multicalibre Remington MSR(.308 e .338). Ao final do segundo dia de evento a equipe brasileira conseguiu alcançar 625 pontos permanecendo na 10ª colocação geral. Os maiores pontuadores dessa prova foram Colômbia(AFEUR), Chile(BOE Lautaro) e EUA(7th Special Forces Group), ambos conseguindo 765 pontos.

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O terceiro dia do evento consistiu nas prova de Pista de Obstáculos, nessa prova os países participantes mostraram suas capacidades de trabalho em equipe para completar o percurso sem deixar nenhum homem para trás. Ao final desse dia a equipe brasileira conseguiu 150 pontos continuando na 10ª colocação geral, o maior pontuador dessa prova foi o Chile(BOE Lautaro) conseguindo 200 pontos.

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O quarto dia de evento colocou à prova as capacidades anfíbias das equipes participantes. Nessa prova as equipes foram lançadas de helicóptero na costa Chilena utilizando a técnica Hello Casting(Bastante empregada pelo Brasil nos Rios da Região Amazônica), os competidores já na água tiveram que chegar a praia nadando e posteriormente realizaram um pequeno percurso de marcha e terminando com avaliação de tiros de pistola. A equipe Brasileira conseguiu alcançar 160 pontos, permanecendo na 10ª colocação geral, o maior pontuador dessa prova foi o Chile(BOE Lautaro) conseguindo 200 pontos.

No quinto e sexto dia as equipes participantes colocaram na prova de tarefas criticas suas habilidades de disparos de armas táticas e de precisão, Nessa Prova o Brasil acumulou 280 pontos(permanecendo na 10ª colocação geral), com o maior pontuador sendo os EUA(7th Special Forces Group) com 400 pontos.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.planobrazil.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F06%2F8c24646d-9e32-4c46-938c-6c1ad408c349.jpg&hash=51ae5ff2969da1974db447566b54db54)

O sétimo dia de evento foi caracterizado pela prova de combate urbano, essa prova foi iniciada com um disparo de precisão efetuado pelos Atiradores de elite de cada equipe e seguida de uma incursão das equipes de assalto em um ambiente de combate confinado(CQB) com o intuito de eliminar as ameaças e resgatar um refém fictício. A equipe Brasileira conseguiu a 3ª melhor colocação da prova(atrás de Colômbia com 580 pontos e Equador com 570 pontos) alcançando 535 pontos elevando na colocação geral para a 9ª posição.

No oitavo dia de evento as equipes participantes enfrentaram a prova física e marcha noturna com cada operador das equipes carregando 50kg de equipamentos. Nessa Prova Brasil acumulou 175 pontos(finalizando na 9ª colocação geral), com o maior pontuador sendo o Equador(Grupo Especial de Operações-GEO) com 200 pontos.

Nos dois últimos dias de evento aconteceram o concurso multinacional de habilidades operacionais e o Seminário de Liderança Sênior ministrados pelo Exercito de Chile e Estado Maior Conjunto do Chile.

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.planobrazil.com%2Fwp-content%2Fuploads%2F2019%2F06%2F70d76d5c-6c6b-4d66-8134-6f7fd2607b1c.jpg&hash=a8b1d6304665da37ad6bac5c57c67146)


:arrow: http://www.planobrazil.com/2019/06/28/panorama-forcas-comando-2019/
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 27, 2019, 04:36:51 pm
Ministro Fernando e Presidente Bolsonaro visitam Comando de Operações Especiais

(https://www.defesa.gov.br/arquivos/2019/mes07/COPESP-grande-1.jpg)

Citar
Brasília, 26/07/2019 – Na sexta (26), o Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, visitou o Comando de Operações Especiais (COPESP) do Exército, localizado em Goiânia (GO). O Ministro da Defesa acompanhou o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e o Governador de Goiás, Ronaldo Ramos Caiado, durante as cerimônias de formatura militar e de demonstrações da tropa.

Após receber os cumprimentos do Comandante de Operações Especiais, General Mauro Fernandes, o Presidente Bolsonaro e comitiva dirigiram-se ao Monumento Gorro Preto, local destinado a homenagear integrantes de operações especiais mortos em atividade militar. Eles também visitaram o Museu COPESP, assistiram demonstração de tiro e de salto livre operacional.

Em discurso, o Presidente Bolsonaro recordou os 15 anos de serviço efetivo que prestou ao Exército e relatou o orgulho de ter servido na Brigada de Infantaria Paraquedista. Ele falou sobre a importância da união para o êxito na missão e elogiou o trabalho dos militares. “Trabalhamos pela nossa Pátria, trabalhamos pelo futuro de todos”, afirmou.

Em sua primeira visita ao COPESP como Ministro, Fernando Azevedo ressaltou o prestígio da Organização Militar em receber a visita do comandante supremo das Forças Armadas. “É muito importante o Presidente Bolsonaro conhecer essa tropa de elite do Exército Brasileiro que tanto contribuiu ao serviço do país”, disse.

Na ocasião, o Ministro Fernando tirou foto ao lado da estátua do pai, o Major de Infantaria Gilberto Antônio Azevedo e Silva. “Meu pai foi o pioneiro do curso de Forças Especiais, em 1957, e voltar aqui e rever a materialização da vida que ele dedicou, é muita emoção para mim”, declarou.

O COPESP é subordinado ao Comando Militar do Planalto (CMP) e seus integrantes são considerados como a tropa de elite das unidades militares do Exército.

Unidades integrantes

A estrutura do COPESP é composta pelas seguintes organizações militares: 1º Batalhão de Forças Especiais, 1º Batalhão de Ações de Comandos, 1º Batalhão de Operações Psicológicas, Batalhão de Apoio às Operações Especiais, Base Administrativa do Comando de Operações Especiais, Companhia de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear e 6º Pelotão de Polícia do Exército, localizadas em Goiânia (GO) e, ainda, o Centro de Instrução de Operações Especiais, situado no Forte Imbuy, Niterói (RJ) e a 3ª Companhia de Forças Especiais, em Manaus (AM).

FONTE: https://www.defesa.gov.br/noticias/58734-ministro-fernando-e-presidente-bolsonaro-visitam-comando-de-operacoes-especiais
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Julho 27, 2019, 04:47:26 pm
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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Agosto 27, 2019, 12:47:50 am
Fuerzas Comandos 2019

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FONTE: U.S. Southern Command. SOCSOUTH
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Dezembro 19, 2019, 01:37:59 pm
O Mergulho de Engenharia no Exército Brasileiro

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O presente artigo tem por finalidade fazer uma breve apresentação do mergulho militar praticado pela Arma de Engenharia do Exército Brasileiro (EB), explorando o conceito de Atividade Especial de Mergulho (AEM), a formação dos mergulhadores, emprego e capacidades previstas, pessoal e material.

O EB busca atender a diversas demandas operacionais utilizando uma estrutura organizacional com base nas Armas, Quadros e Serviços. As Armas, Quadros e Serviços são conjuntos de pessoal e meios organizados em unidades de acordo com as suas funcionalidades, que desenvolvem atividades específicas nas operações militares.

A Engenharia é a arma de apoio ao combate que tem como missão principal apoiar as operações conduzidas pela Força Terrestre, por intermédio das atividades de Apoio à Mobilidade, Contramobilidade, Proteção e Apoio Geral de Engenharia.

Como um dos responsáveis pelo desenvolvimento e manutenção da atividade de mergulho no EB, a Arma Azul Turquesa emprega pessoal e material especializados para o cumprimento das diversas missões que exigem o emprego de mergulhadores, contribuindo qualitativamente para uma maior liberdade de ação do poder militar, estando apta a atuar nos diversos ambientes operacionais, em situações de guerra e de não guerra, estendendo a mão amiga quando se faz necessário.

Atividade Especial de Mergulho (AEM) no Exército Brasileiro

No Brasil, as primeiras atividades de mergulho foram realizadas pelos índios. Sua destreza no combate aquático ficou evidenciada nos relatos de José de Anchieta, Gabriel Soares e de Hans Standen. Fatos como assaltos e sabotagem às naus francesas em Cabo Frio confirmam a eficiência desses precursores do mergulho militar brasileiro.

O mergulho militar no Brasil foi criado na década de 1970, baseando-se no modelo praticado no exterior, em escolas reconhecidas nos Estados Unidos e na França. Atualmente no nosso país, o Centro de Instrução Átila Monteiro Aché (CIAMA) e o Centro de Instrução de Operações Especiais, ambos sediados em Niterói-RJ, são os principais difusores dessa atividade.

Nessa vertente são desenvolvidas atividades e missões específicas dessa profissão, e como atividade bélica, foi introduzido com a finalidade de facilitar as operações, por intermédio da preparação do campo de batalha e degradação do poder de combate inimigo.

No Exército Brasileiro, o mergulho militar está subdividido em três ramos: as atividades de Operações Especiais, desenvolvidas no Comando de Operações Especiais e de Infantaria Paraquedista; as atividades de busca e salvamento, desenvolvidas pelo Serviço de Busca e Salvamento da Aviação do Exército; e as atividades de apoio ao combate, realizadas pela Arma de Engenharia.

Para o cumprimento de missões militares de mergulho, a Atividade Especial de Mergulho é aquela desempenhada por militares da ativa do EB, habilitados para o cumprimento de missão dessa natureza, podendo ser acompanhados por militares de outras forças armadas, policiais / bombeiros militares ou civis tecnicamente e legalmente habilitados para a mesma atividade.

A Formação dos Mergulhadores

A Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e a Escola de Sargentos das Armas (ESA) são os Estabelecimentos de Ensino responsáveis pela formação dos Oficiais e Sargentos combatentes no EB.

Nessas escolas de formação, tanto o cadete como o aluno de Engenharia, recebem as primeiras instruções de mergulho com a finalidade de fomentar a busca por essa especialização e desenvolver os atributos da área afetiva necessários para a formação do Oficial e Sargento combatentes.

Atualmente a formação básica dos mergulhadores da Arma de Engenharia (Oficias e Sargentos) tem sido feita na Marinha do Brasil (MB), nos Corpos de Bombeiros Militares (CBM) em algumas unidades da Federação e no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOpEsp) com a criação do Estágio de Mergulho a Ar e Resgate.

Em complemento à sua formação, alguns militares também realizam especialização no exterior, incluindo-se aqui Cursos nos Exércitos Argentino, Uruguaio e Espanhol.

Emprego e Capacidades

Doutrinariamente, a Arma Azul Turquesa é responsável pelo apoio ao combate e tem como missão principal proporcionar aos elementos de combate da Força Terrestre o apoio especializado à mobilidade, contramobilidade e proteção da tropa, nas operações desencadeadas no amplo espectro dos conflitos, caracterizando-se como um fator multiplicador do poder de combate.

Uma operação de Mergulho de Engenharia é caracterizada pelo emprego de duas técnicas: a de engenharia e a de mergulho. A técnica de engenharia que pode envolver uma operação desta natureza abrange desde simples reconhecimentos até o assessoramento técnico necessário em algumas grandes operações de logística.

Neste ínterim encontram-se trabalhos com explosivos (desativação de minas e armadilhas, demolições de superfície e aquáticas) com posicionamento, montagem e levantamento das condições de alguma parte subaquática de uma ponte (reconhecimento especializado de Engenharia), com instalação e remoção de obstáculos subaquáticos, abertura e limpeza de canais de navegação, instalação de redes de proteção para pontes flutuantes e portadas, apoio a operações de transposição de curso d’água, inspeções de cascos de embarcações ou suportes flutuantes, busca e salvamento, entre outros.

Em tempos de paz, o mergulhador militar é empregado na busca e recuperação de materiais, desobstrução de aquavias, segurança de diversas instruções e no auxílio a calamidades sociais, operando normalmente em ambiente interior, cujos procedimentos operacionais para a atividade de mergulho são revestidos de certo grau de particularidade devido às características do meio aquático.

Pessoal e Material

As Organizações Militares (OM) do EB que concentram pessoal especializado e material são denominadas Organizações Militares Específicas de Mergulho (OMEM). Nessas unidades militares estão previstos os meios necessários para a realização da AEM.

O mergulhador de engenharia pode ser empregado utilizando a configuração de Mergulho Autônomo (Backmount) e/ou Mergulho Dependente, de acordo com o seu grau de especialização e as necessidades impostas pelas missões.

A título de exemplo, a constituição mínima da equipe de mergulho autônomo em águas interiores, até 30 metros, sem descompressão, é composta de quatro militares: um supervisor de mergulho, que também fará a função de mergulhador de emergência; dois mergulhadores para a execução do trabalho; e um militar auxiliar de superfície, que poderá ser mergulhador ou não.

Visando manter a capacidade técnica e adestramento das equipes de mergulho existentes nas OMEM, é realizado um planejamento anual para a execução do Plano de Provas de Mergulho (PPM), composto por dez “provas”, que vão desde o planejamento de uma operação de mergulho até a realização de simulações de possíveis situações que podem ser encontradas.

Existe ainda o Plano de Exercícios de Mergulho (PEM), composto por nove exercícios, que tem por finalidade atestar a capacitação física e técnica dos mergulhadores que passam por um período prolongado afastados da atividade de mergulho.

Quanto ao material empregado, além do previsto como obrigatórios para o mergulho autônomo, tem-se buscado novos treinamentos com outros equipamentos e configurações, visando desenvolver novas capacidades e melhorar a parte técnica.

A busca de treinamento com Máscaras Full Face tem-se mostrado uma necessidade importante para a realização de trabalhos subaquáticos e atividades especializadas de engenharia, principalmente nas medidas de coordenação, controle e segurança do pessoal envolvido na operação militar.

A busca por novas técnicas, como a possibilidade de emprego da versátil configuração de sidemount, já é uma realidade nas operações de busca e recuperação de alguns Órgãos de Segurança Pública e pode acrescentar qualitativamente na parte técnica da equipe de mergulho de Engenharia, trazendo grandes benefícios, especialmente no emprego em ambientes de acesso restrito ou com correnteza.

Conclusão

As possibilidades de emprego e as capacidades desenvolvidas no mergulho de Engenharia revestem-se de importância por representarem ferramentas a mais como fator de multiplicação do poder de combate da Força Terrestre.

O criterioso processo de seleção e formação desses profissionais para o desempenho da Atividade Especial de Mergulho garante ao EB um recurso humano motivado, com material especializado, em constante treinamento e sempre pronto para atender às diversas demandas da instituição e do país, tanto em situação de guerra como não guerra.

 :arrow:  https://www.defesa.tv.br/o-mergulho-de-engenharia-no-exercito-brasileiro/?fbclid=IwAR2X9_cDTf0n4WGzOc6hPPI-F5nwcASO1Au_VQu7zUa-B9nQnltiW8eqGxw

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Janeiro 11, 2020, 06:11:19 pm
Aviação de Operações Especiais no Exército Brasileiro (uma concepção de unidade aérea)

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Dois UH-60L do 4° Batalhão de Aviação do Exército realizando adestramento conjunto com tropas da 3ª Companhia de Forças Especiais, subordinada ao COpEsp. Créditos: C. J. Van Der Ende

Citar
Por Marcos Antônio Vilela Ferrão da Silva

O Exército Brasileiro (EB), desde a década de 1950, tem estado na vanguarda do que de mais moderno existe no emprego de tropas de operações especiais. Desenvolveu uma doutrina própria que se adequa constantemente à realidade nacional, tornando-se referência nas Américas. A vocação ímpar da Força Terrestre para esse tipo de emprego materializou-se através da criação do Comando de Operações Especiais (COpEsp), concebido aos moldes do United States Army Special Operations Command (USASOC).

Embora unidades de aviação vocacionadas para operações especiais não sejam novidade, tomando-se como base para essa afirmação os países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a sua concepção, doutrina e adestramento ainda se fazem desconhecidos em países que não as possuem. A Aviação do Exército (AvEx) vêm,  ao longo dos anos,  prestando apoio cerrado às demandas do seu principal “cliente”, o COpEsp, de maneira ininterrupta. Porém, a crescente complexidade das missões nas quais a AvEx se vê envolvida em apoio ao COpEsp, bem como o alto grau de adestramento requerido pelas especificidades inerentes as tropas de Comandos e de Forças Especiais, exigem que o Exército Brasileiro, inicie a concepção de uma unidade de aviação de asas rotativas especialmente vocacionada para o apoio direto ao emprego não-convencional. Afirmação essa que pode ser entendida como um desdobramento para as Forças Armadas da designação, pelo governo americano, como aliado extra-OTAN
.


Artigo na íntegra: http://tecnodefesa.com.br/aviacao-de-operacoes-especiais-no-exercito-brasileiro-uma-concepcao-de-unidade-aerea/

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 02, 2020, 04:16:49 pm
Operadores especiais do Exército participam de adestramento com a Força Aérea e a Marinha do Brasil

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Campo Grande (MS) – No período de 24 a 28 de agosto, na Ala 5 – Base Aérea de Campo Grande, militares do 1º Batalhão de Forças Especiais (1° BFEsp) e do Batalhão de Apoio às Operações Especiais (Btl Ap Op Esp) participaram do Exercício Operacional Tápio, da Força Aérea Brasileira (FAB). Com o intuito de simular um cenário de guerra não convencional, o treinamento envolveu militares de operações especiais da FAB, operadores especiais do Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) e do Batalhão de Operações Especiais dos Fuzileiros Navais (Tonelero), da Marinha do Brasil, além de um voo de pacote com 23 aeronaves, simulando uma coalizão entre tropas amigas.

Articulado pelo Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), o exercício apresentou um alto grau de complexidade e proporcionou aos militares do 1° BFEsp e do Btl Ap Op Esp a continuidade da capacitação operacional, por meio do treinamento de atividades aeroterrestres, como o salto operacional, a adaptação em grande altitude e, ainda, a revalidação de guias aéreos avançados.

FONTE: EB

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 03, 2020, 02:05:38 pm
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 15, 2020, 09:32:17 pm
Operação Amazônia - 2020

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 21, 2020, 11:10:13 pm
Exercício de reconhecimento especial do Curso de Forças Especiais no Rio Grande do Sul

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Goiânia (GO) – No período de 14 a 24 de setembro, o Centro de Instrução de Operações Especiais realiza a Operação Soturno Negro, na  Quarta Colônia de Imigração Italiana, no estado do Rio Grande do Sul. A atividade teve o objetivo de realizar um reconhecimento especial, competência a ser adquirida pelo aluno concludente do Curso de Forças Especiais (CFEsp).

Além da atividade de reconhecimento, os alunos realizaram missões de inteligência, vigilância, monitoramento, avaliação de danos e aquisição de alvos, além do levantamento estratégico de área e comitê de recepção para Destacamento de Ações de Comandos. O exercicio foi realizado na área dos municípios de Faxinal do Soturno, Nova Palma, São João do Polêsine, Dona Francisca, Restinga Seca e Ivorá.

A Operação Soturno foi realizada em um cenário de operações conjuntas, com emprego de tropas em proveito dos níveis estratégico e operacional, integrando militares da 3ª Divisão de Exército (3ª Companhia de Comunicações Blindada e Banda de música), Comando de Operações Especiais (1º Batalhão de Ações de Comando e Batalhão de Apoio às Operações Especiais), 6ª Brigada de Infantaria Blindada (29º Batalhão de Infantaria Blindado, 4º Batalhão Logístico e 6º Esquadrão de Cavalaria Mecanizado) e da Força Aérea Brasileira (5º/8º Grupo de Aviação - Esquadrão Pantera / ALA 4 Base Aérea de Santa Maria).

Fonte: COpEsp

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 24, 2020, 03:46:11 pm
Adestramento de Salto Livre capacita militares para atuarem em missões de risco

(https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-salto-livre-capacita-militares-para-atuarem-em-missoes-de-risco/20200922_SALTOLIVRE01Destaque.jpg/@@images/fc53a975-a5de-481f-a5ca-4c499d84d22d.png)

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Goiânia (GO), 22/09/2020 - O Adestramento Conjunto de Salto Livre Operacional para Forças Especiais, iniciado em 14 de setembro e previsto para encerrar no dia 25, capacita militares paraquedistas para atuarem em missões de risco. Primeiramente eles são treinados em solo, para depois serem lançados do avião. O treinamento em voos reais é realizado pela aeronave Hércules C-130, da Aeronáutica.

Nesse preparo, eles praticam o chamado HAHO (High Altitude-High Opening), saltos desenvolvidos para operações secretas em território inimigo. O salto HAHO é um meio para realizar a infiltração: inserção do militar paraquedista em um ambiente, de forma escondida. Nessa modalidade, o avião voa em alta altitude, condição essa que interfere na escassez de oxigênio para respiração.

Os militares levam consigo cerca de 60kg de equipamento junto ao corpo. São eles: uma mochila, um fuzil, equipamento de comunicação, paraquedas principal e reserva, capacete, óculos e macacão de isolamento térmico, para suportar a alta temperatura. O HAHO é realizado tanto de dia, quanto à noite. O pouso ocorre em uma área não demarcada e não sinalizada.

Por ser uma atividade de risco, há longas fases de preparo e disciplina para a realização dos saltos. Os militares treinam em solo, por meio de simuladores, e nos ares, em saltos reais. Há cuidados, ainda, com a saúde dos paraquedistas e com o preparo dos equipamentos e da aeronave.

A Chefia de Planejamento do Comando de Operações Especiais é responsável por gerenciar o planejamento da operação. A equipe desse setor é responsável pelos equipamentos de segurança que serão utilizados durante o curso. “O nosso equipamento precisa estar manutenido, o pessoal deve estar preparado, a equipe de saúde é bem treinada para atividades de grande risco”, afirma o Tenente-Coronel B.M., Chefe da Sessão de Planejamento.

A Sargento Ranielle Raica Finatto, da Força Aérea, do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, é uma das responsáveis pela manutenção de equipamentos na missão. Seu trabalho é essencial para a segurança dos militares paraquedistas, pois é ela que verifica todos os materiais, monitora a dobragem dos paraquedas e confere equipagem da aeronave, para que tudo esteja pronto para o salto.

"É uma atividade que exige muita responsabilidade, porque o salto à grande altitude exige bastante segurança e preparo. São feitos muitos treinamentos para que o militar se sinta confortável para executá-lo", diz. A sargento explica, ainda, que cada treinamento é realizado com muita destreza e cuidado, para que nada saia do controle e todos cheguem em segurança ao solo.

Para o sucesso do salto, de acordo com a militar, o paraquedista precisa ter confiança no equipamento que carrega e estar preparado para a atividade. "O militar deve estar confiante e preparado. Tomamos todos os cuidados para que não ocorra nenhum tipo de procedimento que atente contra a segurança e para que nenhum tipo de equipamento deixe o militar na mão no momento em que ele precisa", pontua.

Nesta segunda-feira (21), o lançamento de paraquedistas foi a 24 mil pés, o equivalente à 8km, um salto considerado de alta altitude. Para um salto nessas condições, existem alguns pré-requisitos de ordem médica. A médica da tripulação, pertencente ao Esquadrão Primeiro Grupo de Transporte (Esquadrão Gordo) da Aeronáutica, Capitão Juliana Vandersteen, explica que o paraquedista não pode estar resfriado, realizando tratamento dentário, possuir fratura recente ou doença febril. "Isso tudo pode resultar em doenças que surgem durante o voo, devido à diferença de pressão", explica.

Para melhor bem-estar dos paraquedistas no voo, conforme a militar, antes de saltar eles fazem um tratamento em uma câmara hipobárica, no Instituto Médico da Aeronáutica (IMAE). Nesse ambiente eles vão conhecer sintomas que se apresentam em ambiente de alta altitude. "Cada um, nesse treinamento simulado, tira a máscara, em uma determinada altitude, para saber seus sintomas quando há diminuição de oxigênio no organismo", esclarece. A Capitão Vandesteen explica que os militares paraquedistas podem sentir dor de cabeça, dormência, visão em túnel, entre outros, quem variam de pessoa para pessoa. Caso o militar apresente algum desses sintomas no voo, o médico acopla melhor a máscara de oxigênio e orienta respirar devagar.

Todos vão portar uma máscara de oxigênio, que os protege desses sintomas, mas caso ocorram, há dois médicos na aeronave - um na cabine com a tripulação, outro com os paraquedistas para monitorar qualquer sensação como essas. "Se surgirem esses problemas, eles são plenamente administráveis em voo. Se acontecer alguma coisa que não seja administrável, por exemplo, um paraquedista apresentar uma dor de dente insuportável, a missão é abortada para todos", diz a Capitão.

Ela complementa: "E não é uma missão que eu possa, simplesmente, pousar e voar novamente. Se for em alta altitude, não posso voltar para o ar antes de 48 horas". Dessa forma, dois dias antes do voo, é feita uma apresentação para relembrar a todos os cuidados com a saúde e identificar pessoas que tenham qualquer tipo de enfermidade, de modo a não prejudicar toda a equipe.

O voo

A aeronave voa despressurizada. Ao entrar no avião, o primeiro procedimento é fazer a desnitrogenação (retirada de nitrogênio do organismo), por cerca de 30 minutos. Após esse procedimento, é realizada a decolagem, para chegar na altitude desejada. Nesse momento, o avião realiza o circuito de navegação e, aos seis minutos para o lançamento, os militares são avisados para que fiquem atentos aos comandos. Realizada uma série de procedimentos, uma luz verde avisa que é chegado o momento do salto. Eles se posicionam em fila para deixar a aeronave, um por um.

Por Mariana Alvarenga
Fotos: SO Alexandre Manfrim / Cel Tomita

 :arrow: https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-salto-livre-capacita-militares-para-atuarem-em-missoes-de-risco

(https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-salto-livre-capacita-militares-para-atuarem-em-missoes-de-risco/20200922_SALTOLIVRE02.jpeg/@@images/a268ebfb-ad89-4c39-b596-1f7d9ac20f57.jpeg)

(https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-salto-livre-capacita-militares-para-atuarem-em-missoes-de-risco/20200922_SALTOLIVRE03.jpg/@@images/9f30a359-9e65-454f-bb6a-4ef3f70d622e.jpeg)

(https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/noticias/adestramento-de-salto-livre-capacita-militares-para-atuarem-em-missoes-de-risco/20200922_SALTOLIVRE04.jpg/@@images/309f54d9-54df-4e1e-894b-640d631e7e70.jpeg)
Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Setembro 27, 2020, 04:38:47 pm
Adestramento de Forças Especiais treina militares para deslocamento tático e tiro ao alvo

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Goiânia (GO), 24/09/2020 – As Forças Especiais (FE) são designadas como tropas de elite das Forças Armadas pelo alto grau de preparo e sigilo em suas atuações. São preparadas para proteger o país em conflitos de grande hostilidade. Um desses preparos é o Adestramento Conjunto de Salto Livre Operacional para Forças Especiais, onde os militares treinam deslocamento tático terrestre, seguido de tiro ao alvo.

Essa é a última etapa do Adestramento, que já trabalhou salto livre em solo, por meio de simuladores, e salto real em queda livre, em alta altitude. O deslocamento tático terrestre começa após a descida dos paraquedas, quando os militares vão executar a próxima etapa da chamada infiltração: ingresso no terreno inimigo sem ser percebido. Nesse trajeto, cada componente da equipe é responsável por uma função, como guiar os companheiros no terreno usando cartas e bússola, ou fazer a segurança do grupo.

Ao cumprir esse deslocamento, os militares partem para o reconhecimento aproximado do alvo, na estrutura montada no estande de tiros. Nesse momento, praticam a simulação de ataque propriamente dito. Todo esse trabalho é praticado com vistas a prepará-los para os mais tensos conflitos armados.

O Coordenador Tático Terrestre, Capitão G.F., enfatiza que alguns atributos são imprescindíveis para o militar das Forças Especiais. “Primeiro, coragem, porque saltar de uma aeronave não é algo comum. Meticulosidade no planejamento, forte espírito de corpo e confiança entre os homens”, enumera. Ele lembra, ainda, que a divisão de tarefas tem que ser muito bem feita, de maneira que cada um tem que saber seu papel para não sobrecarregar o outro.

O treinamento observa procedimentos de segurança e, em caso de adversidades, uma ambulância com profissionais de saúde das Forças Armadas encontra-se à disposição dos militares em treinamento.

O Comandante do Comando de Operações Especiais, General Gustavo Henrique Dutra de Menezes, enfatiza que essa preparação requer que o homem esteja em constante atividade e em boas condições físicas e psicológicas. “A nossa principal missão é a defesa da pátria, nós temos que estar nos adestrando a todo momento em cima das possibilidades de emprego para que estejamos em condições de responder a altura o chamamento de nossa nação”, afirma.

A interoperabilidade da Marinha, Exército e Aeronáutica é característica fundamental, pois em situação real, estarão preparados para atuar juntos. É o que ressalta o Subchefe de Operações, General José Eduardo Leal. “Aquilo que se treina em tempo de paz é o que vai ser executado num conflito real. Além disso, acrescenta-se que o adestramento realizado nesse formato contribuiu, sobremaneira, para desenvolver a mentalidade conjunta dos participantes”, afirma.

O Chefe da Seção de Planejamento, Tenente Coronel B.M., diz que as Operações Especiais diferem de outras operações pela sensibilidade política, pelas técnicas, táticas, procedimentos utilizados e formas de emprego." Sua importância na defesa se caracteriza pela atual característica do ambiente de combate, onde o terreno humano e o achatamento entre os níveis tático e político tornaram-se essenciais na análise dos comandantes", pontua.

A Simbologia da Faca na Caveira

A faca na caveira é um dos símbolos das Forças Especiais. Esse emblema tem origem nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, quando um militar cravou um punhal em uma caveira sobre a mesa de um dos abrigos nazistas e bradou “vitória sobre a morte”. Componente de uma equipe de Operações Especiais conhecida como “Comandos”, ele combatia as tropas alemãs. Esse gesto expressava que os Comandos representavam a vida e venciam a morte. A partir daí, a faca encravada em uma caveira passou a ser o símbolo das equipes de operações especiais em todo o mundo.

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Título: Re: Comando de Operações Especiais (COpEsp) do Exército Brasileiro
Enviado por: Vitor Santos em Outubro 07, 2020, 06:18:30 pm
1º Batalhão de Ações de Comandos participa de adestramento conjunto para tropas de Operações Especiais

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São Pedro da Aldeia (RJ) – O 1º Batalhão de Ações de Comandos, unidade subordinada ao Comando de Operações Especiais, participa, no período de 30 setembro a 9 de outubro, do Adestramento Conjunto Aeromóvel para tropas de Operações Especiais.

O adestramento, coordenado pela Marinha do Brasil, está sendo desenvolvido em 2 fases distintas. Na primeira, foram realizadas diversas técnicas de desembarque empregadas na infiltração aeromóvel, além de escape em aeronaves submersas e treinamento de atendimento pré-hospitalar (APH) tático. Na segunda fase, a partir da infiltração por navio de assalto anfíbio, tipo porta-helicópteros, PHM Atlântico, os Comandos irão realizar o transbordo em aeronave de asa rotativa e realizar uma Ação de Comandos na restinga da Marambaia.

A atividade é relevante na potencialização da interoperabilidade entre as tropas de Operações Especiais das Forças Armadas brasileiras. 

Fonte: COpEsp

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