O Reapetrechamento da Marinha

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #525 em: Junho 02, 2020, 05:47:20 pm »
A grande diferença entre a possível oferta dos AB e as outras todas (Knox, OHP, F-16, etc.), é que estes são 28 (!!) navios no ativo que a US Navy só vai abater porque não tem dinheiro (pasme-se, mas entre os SSBN Columbia, os AB Flight III, os CVN Ford e as FFG(X), o dinheiro não chega para tudo...) para a extensão de vida. Além disso, está e a evoluir a doutrina para o que chamam “letalidade distribuída”, i.e., maior número de navios menores e mais baratos e aquisição maciça de navios e submarinos não tripulados, para dificultar a vida aos Chineses...

A US Navy, pela sua vontade e se lhe disponibilizassem o dinheiro, estendia a vida aos 28 AB Flight I/II amanhã, mas prioridades são prioridades...  Passar alguns desses AB a aliados próximos (Portugal, Grécia e, quem sabe, outros) mantém os navios ativos e a contribuir para a NATO... é assim uma espécie de sub-contratação... agora é só sabermos aproveitar...

Como disse o DC, está será a única oportunidade de termos navios de primeira linha antes de 2030, sem rebentarmos com a LPM... quem sonha com outras opções, é melhor acordar... e as contas batem certo: 135 milhões do MLUzito, mais outros 135 (mais coisa, menos coisa, é só uma estimativa) da venda das VdG e mais algum (80-100 milhões) que sobrem da possível aquisição da Wave, já dá para fazer a extensão de vida dos AB e ainda sobra dinheiro para comprar ESSM em número significativo (custam cerca de 1 milhão cada e, segundo o NVF,  os EUA ofereceriam os SM-2, presumivelmente de blocos III/IIIA/IIIB, e nós compraríamos os ESSM...), sem ter que ir buscar um euro a mais ao orçamento que já não esteja previsto na LPM... sonhar não custa...

JohnM, é só sabermos aproveitar ?????
Como, se a marinha:
Não tem dinheiro sequer para comprar duas Marlin;
Nem para dar ordem para que se inicie a construção de mais um par de NPO;
Nem tão pouco dinheiro para aparelhar o quarto Classe Tejo;
Nem uns quarenta a cinquenta milhões para substituir o NRP Bérrio, que caiu de PODRE;
Nem dinheiro para substituir as G3 do CF;
Nem sequer verba para substituir os landcruiser dos nossos Fuzos ??


JohnM, é mesmo melhor acordares e enfrentares a realidade nua e crua, os meios Navais da Marinha estão, com excepção dos dois 214, obsoletos !!!
Acordem para a vida, as nossas FFAA estão a caminho de se tornarem umas forças de defesa um pouco maiorzinhaS que as da Irlanda.

Abraços
Então mais vale fecharmos todos estes tópicos... todos sabemos o estado das coisas, mas não consigo ver como atitudes dessas podem ajudar... pode ser desespero, pode ser outra coisa, mas não ajuda... estamos aqui a discutir sobre os vários tópicos, sabendo de antemão que o nosso poder decisório é nulo... Então para que o fazemos? Wax on, wax off... Keep calm and carry on...  ;D

se pensas que é por escreveres istou ou aquilo que as coisas nas FFAA mudam, então não sei o que te diga.
Dou-te apenas o exemplo do substituto do Bérrio, alertei, quem de direito, para o facto de a NZ estar quase a abater o HMNZN Endeavour um pouco mais novo que o Falecido, em 2017 tinha trinta anos, inclusive foram entregues documentos sobre o Navio a pessoal responsável nosso, que analisou o dito AOR sabendo que tinha sido intervencionado/melhorado três/quatro anos antes, mas a decisão foi, a de deixar andar o Bérrio, e não aproveitar nem que fosse por dez anos um navio semelhante ao nosso com duplo casco e capacidade de embarcar um heli médio, é o que temos.

Se calhar ainda vamos apanhar com este abastecedor, como substituto do NRP Bérrio, e por vinte milhões...................e só com trinta anos ;D  ;) ;D ;D ;D ;D

https://en.wikipedia.org/wiki/HMNZS_Endeavour_(A11)


Replacement[edit]
The RNZN has now selected a replacement for the Endeavour. The ship was due to be decommissioned in 2013, but was retained after an 18-month refit to make the ship meet standards for double-hulled tankers.[2] In March 2015, a request for tender for a replacement vessel was released by the New Zealand Ministry of Defence.[2] The new retirement date is predicted to be April 2018.[2]


Endeavour berthed at Devonport Naval Base in 2007

Tender requirements for the replacement replenishment vessel included a propulsion system, built around two diesel engines to provide a range of 6,400 nautical miles (11,900 km; 7,400 mi) at 16 knots (30 km/h; 18 mph), armament equivalent to two Mini Typhoon mounts and a Phalanx CIWS, facilities to operate a helicopter, and a container deck capacity of at least 12 TEU shipping containers.[2] In September 2015, Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering and Hyundai Heavy Industries were shortlisted for the final phase of the tender.[3]

On 18 July 2016 the Minister of Defence announced that Hyundai Heavy Industries will construct Endeavour's replacement, at a cost of NZ$493,000,000, with an estimated in service date of 2020.[4] The new vessel will have enhanced capabilities in Antarctica,[5] the ability to carry and refuel helicopters, as well as replenish with both fuel and fresh water.[6] It will feature a LEADGE bow as part of the "Enviroship" design. Rolls-Royce is supplying the propulsion that includes a Combined Diesel Electric and Diesel (CODLAD) propulsion plant based on twin Bergen main engines. These will each drive, via reduction gears, a controllable pitch propeller. Electrical power will be from four MTU generator sets.[7]

Cumprimentos

Abraços
« Última modificação: Junho 02, 2020, 05:50:35 pm por tenente »
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #526 em: Junho 02, 2020, 06:10:27 pm »
Os Americanos já nos tentaram passar as OHP, porque não duas AB?

E antes disso, na altura em que se decidiu seguir para as Meko 200, ainda nos tentaram seduzir também com os chaços das Knox. Sei porque o meu avô quase a ir para a reserva foi um dos que se preparou para ir até aos EUA averiguar o seu estado, porém bastou um relatório preliminar para essa ideia cair por terra tais eram as condições em que se encontravam.

Aliás, a tal proposta que surgiu pós-Guerra do Golfo e queda da URSS de 8 fragatas tudo apontava para que fossem OHP que, como em 2004, tiveram o fim que tiveram. Correndo o risco de ser polémico (mas que se lixe), infelizmente pode dizer-se regra geral que qualquer oferta vinda dos EUA tem de ser sempre muito bem escrutinada para um país com parcos recursos como o nosso. Se os F-16 Peace Atlantis I vieram novos de fábrica é porque o Governo de então se chegou à frente, preferiu pagar mais pelas aeronaves ao invés de receber aparelhos velhos em segunda-mão, apesar de ter recebido as versões iniciais A/B que estavam a ser montadas lado a lado com C/D Block 50 em Fort Worth.

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/adiada-a-compra-dos-avioes-f-16/


É por isso que acredito tanto na vinda de dois Arleigh Burke como no facto da Terra ser plana...

já somos dois !

Abraxos

Três

Os americanos para oferecerem um chouriço,querem um porco em troca!

Façam lá um exercício de memória e quando é que os EUA nos "ofereceram" algo sem ser sucata?
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #527 em: Junho 02, 2020, 06:58:00 pm »
Se os F-16 Peace Atlantis I vieram novos de fábrica é porque o Governo de então se chegou à frente, preferiu pagar mais pelas aeronaves ao invés de receber aparelhos velhos em segunda-mão, apesar de ter recebido as versões iniciais A/B que estavam a ser montadas lado a lado com C/D Block 50 em Fort Worth.

Se calhar já tinham como objectivo entrar no programa MLU com os outros países europeus.

Sei que os nossos PA I têm particularidades estruturais dos block 30.
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #528 em: Junho 02, 2020, 07:43:40 pm »
Geralmente o material surplus americano interessa mais a quem necessita de quantidade a bom preço, como é o caso da Grécia, do que qualidade, como seria teoricamente o nosso caso. Daí a má fama relativamente à qualidade e dificuldade de manutenção que por vezes este material usado americano acaba por ter.
Não há 8 nem 80, certamente há muitos países que beneficiaram muito destas aquisições.
Eu não sou contra equipamento em segunda mão, desde que cumpra, por mim, é válido.

Mas no nosso caso em particular, se é para aliviar os stocks do trump, mais valia ir buscar 20 ou 30 helis a um custo baixo, e investir uns milhões nas Ogma para fazer as modernizaçoes das células que estivessem em melhor estado.

As Arleigh Burke numa marinha que não consegue fiscalizar quem pesca ilegalmente nas suas águas, é como aquela equipa fraquinha que aposta tudo num grande avançado, daqueles que já jogou nas equipas de topo, e depois não tem um médio de jeito, que lhe meta a bola.

Em relação à uma possível aliança com os states para a defesa conjunta do Sul do Atlântico Norte, em teoria é muito boa. Agora, na actualidade, o que é que vale um acordo com os US ou o Brasil? Enquanto durarem estas presidências é uma simples perda de tempo.

Cumprimentos
 

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Charlie Jaguar

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #529 em: Junho 02, 2020, 08:05:41 pm »
Se os F-16 Peace Atlantis I vieram novos de fábrica é porque o Governo de então se chegou à frente, preferiu pagar mais pelas aeronaves ao invés de receber aparelhos velhos em segunda-mão, apesar de ter recebido as versões iniciais A/B que estavam a ser montadas lado a lado com C/D Block 50 em Fort Worth.

Se calhar já tinham como objectivo entrar no programa MLU com os outros países europeus.

Sei que os nossos PA I têm particularidades estruturais dos block 30.

Sim, tal como por essa razão também não quisemos os AIM-7 Sparrow como erradamente se diz em alguns sites e tratámos, isso sim, logo das provisões para utilizar futuramente os AMRAAM.

Tinham (têm) várias particularidades do Block 30, sobretudo a célula bem mais reforçada para um maior esforço estrutural e carga externa, ao contrário do Block 15 OCU comum. Mas esta história de estarem a ser construídos lado a lado com os modelos mais avançados de então, o C/D Block 50, além de ser verídica deu azo inclusivamente a confusões na própria LM de Fort Worth ao ponto de alguns dos nossos F-16A terem vindo identificados como F-16C. ;D

F-16A 93-0469, FAP 15105 - 1995



P.S. Desculpem o off-topic e a marca de água presente do extinto 9G's, mas é uma imagem minha de arquivo ;)
« Última modificação: Junho 02, 2020, 08:06:23 pm por Charlie Jaguar »
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #530 em: Junho 02, 2020, 08:44:16 pm »
Acontece que esses países pagam alguma coisa pela "sucata" americana. Ora quem paga tem direito a escolher a "sucata" menos "sucatada"... No caso português, como é à base da "mão estendida", levam com a "sucata pura e dura".

Desde a década de 90, a única aquisição significativa de material americano (i.e. Made in USA e adquirido a entidades norte-americanas, não inclui, por exemplo  os P3C ex-holandeses) foram precisamente os F16, que tendo sido pagos não têm trazido grandes problemas.

Grande parte dos M113, M60, Chaparral, etc, vieram totalmente à "borlix"... Como tal, totalmente f*didos!
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #531 em: Junho 02, 2020, 08:56:02 pm »
Uma Marinha que nem consegue pôr o 4° Tejo a navegar, ia operar ABs, é que é já a seguir. :snip:
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #532 em: Junho 02, 2020, 10:05:21 pm »
Recordo que os Pratt & Whitney F100 do PA I eram "sucata" da USAF que foi recondicionada. Nem na altura havia guito para turbinas novas.
Talent de ne rien faire
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #533 em: Junho 02, 2020, 10:22:58 pm »
"Grande parte dos M113, M60, Chaparral, etc, vieram totalmente à "borlix"... Como tal, totalmente f*didos!"

Houve também a história de uns radares cedidos baratos, mas obsoletos, 2D
Em que até deu dinheiro a ganhar a uma empresa familiar de alguém do "circo"


Parece que não tem nada a ver mas,
or acaso também estou a vender uma cana de pesca com um ano, porque comprei o mesmo modelo, mas versão "evolution", por causa da única diferença dos passadores, que neste vêm de jeito.
Tenho de me livrar da anterior.  Acontece  :D :D
 

Os americanos não estão também a despachar também aqueles navios de litoral com 10 anos de serviço ao algo assim?
Se calhar são como a minha cana, alguma coisa chato nesta altura.

Os AB são belos navios mas, pior é com o arrastar tempo para depois mudar parafusos e alojamentos, chega ao ano dois mil e vinte e muitos,  como o ultimo  classe Tejo. Que é complexo, em especial aquela coisa na proa.
É de ver bem isso.
Mas perder o Wave,  vale mais c...um pé de m....
 
« Última modificação: Junho 02, 2020, 10:27:59 pm por Pescador »
 

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Lightning

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #534 em: Junho 03, 2020, 07:49:48 am »
CJ isso é um tesourinho.

Siga a Marinha.
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #535 em: Junho 03, 2020, 11:09:51 am »
Antes não fosse um engano...
Tambem custa a perceber um bocado porque é que numa altura em que os C estavam em produção compramos as versões A/B.
 :-\
 

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #536 em: Junho 03, 2020, 11:29:56 am »
Recordo que os Pratt & Whitney F100 do PA I eram "sucata" da USAF que foi recondicionada. Nem na altura havia guito para turbinas novas.

Menos mal apesar de tudo porque os F100-PW-220E nunca deram tantos problemas ou originaram tantas ejecções por flameout como os -200. As duas únicas perdas que tivemos até hoje em nada se ficaram a dever aos motores. Muito têm aguentado, porém estão a começar a acusar e bem a idade e daí as manutenções mais prolongadas.


CJ isso é um tesourinho.

Siga a Marinha.

Consta que depois daquela foto ter aparecido na Mais Alto os stencillings foram logo corrigidos nas aeronaves que vinham incorrectamente identificadas. :mrgreen:


Siga a Marinha, não sei para onde, mas siga! :mrgreen:

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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #537 em: Junho 03, 2020, 01:46:51 pm »
Mas esta história de estarem a ser construídos lado a lado com os modelos mais avançados de então, o C/D Block 50, além de ser verídica deu azo inclusivamente a confusões na própria LM de Fort Worth ao ponto de alguns dos nossos F-16A terem vindo identificados como F-16C. ;D

Andamos sempre atrasados em relação ao resto da Europa  :mrgreen:.

Neste caso foi só de 10 anos, noutras coisas às vezes é mais, 20, 50 anos, etc.
 
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #538 em: Junho 04, 2020, 11:28:35 am »
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Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Responder #539 em: Junho 04, 2020, 05:35:22 pm »
Não dá, para a marinha!

Pois, não consegue aterrar aí um unicórnio!
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