Combate a fogos pela F.A.P.

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Daniel

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1065 em: Agosto 09, 2020, 10:59:47 am »
Falha de motor mata piloto de canadair no Gerês
https://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/falha-de-motor-mata-piloto-de-canadair-no-geres?ref=HP_PrimeirosDestaques

Citar
Avião abasteceu 5 mil litros de água no Lindoso e avaria não deixou subir. Despenhou-se em escarpa.Uma falha de motor num avião Canadair, que tinha acabado de encher água na barragem do Alto do Lindoso, no combate a um fogo no Gerês, terá levado a que a aeronave se tenha despenhado contra uma escarpa, na fronteira entre Portugal e Espanha. O Canadair com 5 mil litros de água perdeu potência na manobra e despenhou-se, partindo-se.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Barlovento

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1066 em: Agosto 09, 2020, 02:06:39 pm »
La prensa espanhola en general, habla de accidente de Canadair portugúes, aunque en algunos casos cita la matrícula del aparato. Ya sabemos que los conocimientos de los periodistas son muy limitados en todas partes.

Parece ser que el herido o heridos, pues debería haber un mecánico a bordo, fueron rescatados por un helicóptero de los Guardacostas de Galicia, el Pesca 1 y llevado a un lugar donde estaba un helicóptero medicalizadado portugués. A partir de ahí unos hablan de que fué llevado a Viana y otros a Braga, yo pienso que Braga está mas cerca, pero...
 

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PereiraMarques

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1068 em: Agosto 09, 2020, 10:18:54 pm »
 A aeronave CL-215 tinha 46 anos de uso. Motores a pistão. Foi adquirida nova pela Força Aérea Espanhola em 1974 e retirada de serviço em 1999 quando atingiu 25 anos de serviço.
 Em 2005 ou 2010 já nem devia estar ao serviço. Quanto mais em 2020.

Mas para o pessoal político sem qualquer preparação ou competência mínima é que decide sobre isto. Não sabem distinguir um CL-215 de um CL-215T ou de um CL-415. Para eles são todos iguais: amarelos e flutuam.

As empresas que alugam meios como a Babcock sabem disto e enfiam-nos estes chaços.
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1069 em: Agosto 09, 2020, 11:16:38 pm »
A aeronave CL-215 tinha 46 anos de uso. Motores a pistão. Foi adquirida nova pela Força Aérea Espanhola em 1974 e retirada de serviço em 1999 quando atingiu 25 anos de serviço.
 Em 2005 ou 2010 já nem devia estar ao serviço. Quanto mais em 2020.

Mas para o pessoal político sem qualquer preparação ou competência mínima é que decide sobre isto. Não sabem distinguir um CL-215 de um CL-215T ou de um CL-415. Para eles são todos iguais: amarelos e flutuam.

As empresas que alugam meios como a Babcock sabem disto e enfiam-nos estes chaços.

O caso é que o avião nem sequer era da Babcock, mas sim devia ser alugado ou operado pela mesma. O dono é a CEGISA (Compañia de Extinción General de Incendios). E falhas de motor pode acontecer a qualquer um..
Mas claro, é sempre mais fácil culpar alguém, assim como até a culpa é do INEM por ter demorado tanto tempo (como dizem nas notícias) e os burros que o dizem nem sequer se dão ao luxo de investigar como deve ser e verem que o avião caiu em território espanhol e quem prestou os primeiros socorros foram equipas espanholas e só mais tarde é que o INEM (como aliás seria natural, visto que não têm qualquer legitimidade para actuar fora de Portugal a não ser a pedido das autoridades do outro país) entrou em cena e transferiram os feridos para o heli português que os levou para o hospital (um infelizmente não sobreviveu os ferimentos  e morreu no local).
Enfim Portugal no seu melhor...
« Última modificação: Agosto 09, 2020, 11:39:56 pm por oi661114 »
 

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1070 em: Agosto 10, 2020, 07:05:07 am »
A aeronave CL-215 tinha 46 anos de uso. Motores a pistão. Foi adquirida nova pela Força Aérea Espanhola em 1974 e retirada de serviço em 1999 quando atingiu 25 anos de serviço.
 Em 2005 ou 2010 já nem devia estar ao serviço. Quanto mais em 2020.

Mas para o pessoal político sem qualquer preparação ou competência mínima é que decide sobre isto. Não sabem distinguir um CL-215 de um CL-215T ou de um CL-415. Para eles são todos iguais: amarelos e flutuam.

As empresas que alugam meios como a Babcock sabem disto e enfiam-nos estes chaços.

O problema é mesmo esse, a idade da aeronave em questão, as horas de voo e a fadiga do material apesar das inspeções periodicas a que está sujeito.
Os quarenta e cinco anos de serviço pesam muito neste tipo de aeronaves sujeitas a perfis de voos muito curtos e a muitas dezenas de aproximações e saídas dos planos de agua por dia.
Se a aeronave fosse de um modelo mais recente de certeza que o acidente não teria ocorrido.

Gostei em especial de ouvir uma opinião de um Sr que até sabe bastante sobre os combates aos FF, mas sobre aeronaves........então ele alega que este tipo, sem referir que existem outras versões com outro tipo de motorização, de aeronave não é indicado para operar naquela orografia, desconhecendo as orografias de vários países europeus, estou-me a lembrar da Croácia por exemplo, onde operam este tipo de aeronaves, claro de modelos bem mais recentes, e, com capacidades e desempenhos superiores !

Para mim o motivo do acidente só pode ter sido causado por EF, quando da subida depois da recolha da agua, de notar que a aeronave mesmo com meia potência quase, rpt, quase que ultrapassava o obstáculo, se repararem o cume estava a não mais de dez metros de onde o 215, ficou é que nem chegou a cair/despenhar-se, a aeronave na posição em que está assentou no solo, com força claro devido á velocidade, pois o esmagamento do piso do flight deck, AKA cockpit, é sinónimo da violência no embate !

Só tenho uma pequena dúvida quanto ao desfecho deste acidente, porque é que no cockpit ninguém se lembrou de fazer a descarga da agua, isto se houve perda de potência num dos motores, durante a subida ???

Esse procedimento aliviaria a aeronave em cerca de cinco toneladas e poderia, quase de certeza que sim, ter permitido a ultrapassagem do obstáculo, mas, a falha de motor, a ter ocorrido, também poderia ter afectado o sistema hidraulico e por sua vez não permitir, a abertura das portas dos tanques para libertar a água, mas, claro está, isto sou eu a pensar alto, no entanto não deixa de ser uma hipotese.

Abraços

« Última modificação: Agosto 10, 2020, 10:29:41 am por tenente »
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1071 em: Agosto 10, 2020, 07:24:15 am »
Já agora uma achega ao tipo de motor dos 215:



No interregno do Fórum, para resolver problemas de configuração e cumprimento do RGPD, tive oportunidade de falar com um instrutor de voo do aeródromo de Viseu e com um responsável pelo comando de uma corporação de bombeiros do distrito de Viseu, e explicaram-me as alterações ao combate aos incêndios:

- Os voos da Força Aérea no interior do país, principalmente junto às albufeiras que servem para abastecer os hidroaviões, com os C-295, serviram para a FA tirar as devidas notas de coordenadas, acessos, locais de abastecimento de água, etc, porque agora o combate aéreo deixa de ser comandado do terreno e passa a ser feito pela FA com os C-295;

- Em relação ao combate aéreo, as opiniões são as seguintes, o instrutor de voo:
     - Destaca de longe o Air Tractor no combate aos incêndios, destacando muitas vantagens em relação ao Canadair: Pode operar sozinho com 1 só piloto, o avião tem muita potência para a dimensão (3.000 cavalos para um avião de 7 toneladas), leva 3 toneladas de água e outro tanto de combustível. Custa 1/10 do preço do Canadair, pode abastecer combustível em qualquer aeródromo nacional, tem autonomia para 3 horas e meia e pode fazer o que mais nenhum faz numa emergência, largar água com o tractor inclinado (impossível de fazer com o Canadair. Já houve situações de emergência em que a descarga de água para salvar casas teve de ser feito desta forma, devido à orografia do terreno).
     - O instrutor destaca aspectos negativos do Canadair, como abastecer combustível apenas na Lousã (para toda a zona norte e centro), operar sempre aos pares (2 canadair de cada vez) e cada um com pelo menos 2 pilotos. Cada Canadair custa o mesmo que 10 tractor e só leva o dobro da água. Têem um consumo de óleo muito elevado.

O responsável pela corporação dos bombeiros, apesar de reconhecer a polivalência do Tractor, refere que numa emergência, um Canadair dá mais segurança e ficou impressionado quando teve a ajuda do Beriev 200. Diz que tiveram uma aldeia completamente cercada pelo fogo e o Beriev alinhou com a linha de fogo e descarregou um autêntico dilúvio sobre o fogo, como se tivesse chovido nesse dia! Referiu ainda um aspecto negativo por exemplo do Kamov (estão encostados), levam 5.000 litros de água o que é excelente, mas ou apagam o fogo ou caso contrário, o poder das hélices é tal que leva a espalhar o fogo ao longo do seu percurso como se estivesse a despejar gasolina no incêndio (referiu-me que tiveram de mandar o kamov embora porque prejudicava mais do que ajudava, ao contrário dos restantes helicópteros ligeiros que são sempre muito úteis)!!!!!!

Boas Viajante,

Excelente post tú aqui colocaste que revela bem algumas vertentes dos problemas/limitações/capacidades dos diversos meios Aéreos utilizados para os combates aos FF.
Para mim o mais importante do teu post são os pontos de vista dos nossos Bombeiros e, se me permites, vou começar a comentar a partir daí e depois aos pontos de vista do Pilav;

São preferidos os meios Aéreos pesados de asa fixa, aos médios pois oferecem maior poder de ataque, leia-se capacidade de transporte logo as hipóteses de sucesso nas primeiras intervenções são maiores e, acima de tudo oferecem maior segurança ao pessoal que efectua o combate no solo, como é de prever.
 
Já o mesmo não acontece como os meios pesados de asa rotativa, os famosos KA32, AKA batedeiras, tal é a potência dos seus motores que em largadas quase estacionárias e muito perto do solo podem provocar mais estragos que ajudar, revelando que o grau de confiança quanto á utilidade destes equipamentos é muito inferior aos dos helis lig que apesar de transportarem muito menor quantidade de agua, são bem mais versáteis e rápidos!!


pontos aflorados pelo PilAv quanto aos acft´s per si, do custo dos 802 ser de 1/10 dos CL215, da tripulação dos 215 ser o dobro dos 802, do payload dos 802 ser de 1/2 dos 215, e do consumo elevado de óleo, aqui vão os meus comentários;   

Qual é o custo a que ele se refere o da aeronave ou o da operação/hora de voo ???

Quanto á tripulação do 215/415 se é de dois pilotos ainda bem que assim é, e, a sua grande vantagem além do primeiro oficial O/B, é também possuir dois motores, a tal redundância, que a aviação tão bem introduziu nos seus sistemas de voo e que permite em caso de paragem de um motor o acft continuar a voar com bem maior segurança que o 802, se tal lhe acontecer;

Quanto ao payload do 802 ser de metade do 215/415, e como tal uma vantagem pelo preço crew, etc, etc,  então vejamos um pequeno exemplo :
se a zona do incêndio estiver a dez minutos da zona de abastecimento/carregamento de agua cada largada é efectuada em vinte minutos correcto ??
Ou seja um 802 largará numa hora 9000 lts e um CL215 quase 18000 lts, necessitando de ter dois 802 para efectuarem o trabalho de um 215/415 lá se vai a vantagem do número de tripulantes, dos consumos de fuel pois são o mesmo numero de motores e os 802 vão gastar o dobro das horas de voo de um Canadair para descarregar o mesmo volume de agua/retardante;


Já agora refiro que o raio de acção dos CL215/415 é bem maior que o dos 802 o que lhe permite permanecer mais tempo nos TO's sem ter de reabastecer .

https://airtractor.com/pt-br/aircraft/at-802f-fire-boss/

https://en.wikipedia.org/wiki/Canadair_CL-215

Termino com o comentário do consumo elevado de óleo que só acontece com os CL215, primeiras séries que temos maioritariamente utilizado pois possuem os Pratt & Whitney R-2800 Double Wasp, a piston, que equiparam os DC4 e DC6 se utilizarmos os CL215T ou CL415 esse problema, que não é verdadeiramente um problema não acontece pois possuem motores turboprop.
Vi serem despejados em cada um dos motores de um DC6 quase quinze litros de óleo depois de um voo de sete horas.


 
Quanto a nossa FAP fazer o Controlo Aereo Airborne é a maior vantagem que assistiremos podes crer, o facto do controlador aéreo estar no TO faz toda a diferença na alocação dos meios aéreos e na eficácia do combate dos FF.

Uma vez mais agradeço o teu post que deveria ser visto pelos responsáveis e as conclusões devidas retiradas e aplicá-las nos combates aos FF, só se ganhava com essas implementações/melhorias.

Abraços

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1072 em: Agosto 10, 2020, 07:24:20 am »
Quem dá a desculpa da orografia para a não-utilização e/ou não-aquisição deste tipo de aeronaves, está simplesmente a ignorar a experiência de meio século acumulada por outros países (europeus e não só). Devem julgar que é tudo plano por esse mundo fora, excepto neste canto do mundo. Estão a esquecer-se da Croácia, como referiste, mas também da Grécia, França, Espanha, etc.
Talent de ne rien faire
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1073 em: Agosto 10, 2020, 08:23:04 am »
algumas fotos de um 215, que esteve em testes em Portugal, há uns anos no Aeroporto de Lisboa.









Abraços
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1074 em: Agosto 10, 2020, 09:13:52 am »
A aeronave tinha matrícula espanhola e já tinha estado envolvida noutro incidente em 2001.

https://www.google.pt/url?sa=t&source=web&rct=j&url=http://www.gpiaa.gov.pt/wwwbase/wwwinclude/ficheiro.aspx%3Faccess%3D1%26id%3D9629&ved=2ahUKEwib882Gq47rAhUHxoUKHfLvDcIQFjABegQIAhAB&usg=AOvVaw25e1h4E26Whzg86pX0_ZBa&cshid=1596983506722

Pontos que retenho deste relatório do Incidente com a aeronave ECHET, efectuado a 02DEZ03, dois anos e meio após o incidente:

- Interessante como nesse incidente de 2001, o GPIAA não foi informado por nenhum dos intervenientes nessa operação, nem a Operadora Aerea, nem a ANPC, nem o INAC, tendo apenas conhecimento catorze meses depois da ocorrência, pelo tribunal da comarca de Idanha-a-Nova;

- Será que as recomendações de segurança propostas pelo GPIAA, neste relatório, três para o INAC, e uma para os OTA, Operadores de Trabalho Aéreo, foram implementadas ??




Abraços
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1075 em: Agosto 10, 2020, 11:18:38 am »
Koala 03 da FAP ontem no Gerês, callsign Fire 01.

Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

         "PER ASPERA AD ASTRA"
               (Por Caminhos Árduos, Até Às Estrelas)
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1076 em: Agosto 10, 2020, 12:52:09 pm »
Esse Duarte Caldeira e o Jaime Marta Soares são duas andorinhas que "vivem à conta dos incêndios florestais" e de "botar faladura nas TVs" à mais de 25/30 anos!
 
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Togus

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1077 em: Agosto 10, 2020, 05:59:36 pm »
Koala 03 da FAP ontem no Gerês, callsign Fire 01.



Boa tarde,

Foi precisamente este Koala, em missão de coordenação, que deixou 3 elementos da proteção civil que prestaram os primeiros socorros aos pilotos do Canadair, 8 minutos depois do acidente.

Cumps.
 
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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1078 em: Agosto 10, 2020, 07:42:48 pm »
E os famosos drones onde andam?
 

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typhonman

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Re: Combate a fogos pela F.A.P.
« Responder #1079 em: Agosto 17, 2020, 12:31:54 pm »
Como esperado, a FAP já está a ser atacada pelo Governo, porque ainda não meteu nenhum drone em operação.


Leiam o correio da manhã de hoje...Questionaram também a ANPC, e remeteram para os  "militares". :bang:


Já se estava a ver, que ia sobrar para a FAP a batata quente, por um lado tenho pena, por outro não é mal feito.
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

 

Concurso de aluguer de meios aereos para combate aos incendios 2020

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