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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Re: Política em Portugal
« Última mensagem por LM em Hoje às 12:11:55 pm »
Vale o que vale a minha "sondagem", ie os que me são próximos  :mrgreen: Mas prevejo que a maioria dos "PSD / IL", que não votaram nos candidatos que vão à segunda volta, a votarem...Seguro; ajuda o facto de não ser da equipa "Costa / Alexandra Leitão / Pedro Nuno Santos".

O PSD teve uma - surpreendente? - derrota. A extrema-esquerda mais uma vez demonstrou a sua (nenhuma) capacidade. O Cotrim conseguir afirmar uma "bandeira liberal" no mapa eleitoral.   
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Forças de Segurança / Re: Operações Policiais
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 12:11:16 pm »
Operação 'Harry Potter' da PJ


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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Re: Política em Portugal
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 11:49:10 am »
O maior derrotado da noite foi o Luís Marques Mendes e logo a seguir o Montenegro que entregou no Ventura a liderança de toda a direita!!!!!

Só depois vem o Almirante, como derrotados!!!!

Dentro de alguns dias vamos votar a 2ª volta e vamos ter a extrema direita do lado maioritário (a direita é neste momento claramente maioritária) e do outro lado o representante da esquerda o José Seguro (que se virem bem, já tem quase toda a esquerda a votar nele).

Aqui agora a grande dúvida é em quem vão votar os orfãos da direita!? A favor do Seguro recai o factor de não ter nada a ver nem com Sócrates nem Costa (aliás foi corrido por este), e ser um moderado. Mas o centro direita não vai votar toda no Seguro e não há "recomendações de votos".

Bem, o aspecto positivo é que o papel do Presidente da República é meramente figurativa, quem Governa é o Primeiro-Ministro, mas........ vai ser renhido!

O Centro direita pode fazer como em tempos fizeram os comunistas que recomendaram votar no Soares com os olhos fechados para nem verem  :mrgreen:
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Portugal / Re: Galp: Notícias
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 11:39:37 am »
Comissão de trabalhadores da Galp critica ministra e deixa alerta para negócio com Moeve

Trabalhadores consideram que a Galp "vai ser menor" com o negócio que está a ser estudado com a Moeve falando numa perda de influência sobre o que resta do aparelho refinador em Portugal.



 A Comissão Central de Trabalhadores (CCT) da Petrogal criticou esta segunda-feira as declarações da ministra do Ambiente e da Energia sobre o negócio entre Galp e Moeve, rejeitando que a petrolífera portuguesa vá ganhar dimensão com o negócio.

"Não, senhora ministra. A Galp não vai ser muito maior do que é hoje, ao contrário, vai ser menor", afirmaram os representantes dos trabalhadores em comunicado, sobre as declarações da ministra Maria da Graça Carvalho.

No entender da CCT, a ministra "até inventou que com uma posição a rondar os 20% na empresa a ser criada (...) a Galp passará a ter duas refinarias em Espanha. Esta posição é inaceitável e expõe a cumplicidade da ministra mas, sobretudo, o grau de deturpação da realidade a que está disposta a assumir para justificar mais um negócio desastroso para o país".

Na semana passada, Maria da Graça Carvalho encarou com otimismo as negociações entre as duas empresas para a fusão dos negócios de refinação e combustíveis na Península Ibérica.

Em causa está o acordo não vinculativo assinado entre a Galp e os acionistas da Moeve (ex-Cepsa) - a Mubadala Investment Company, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, e o fundo norte-americano The Carlyle Group - para avançar com discussões sobre a junção dos respetivos portefólios de 'downstream' (refinação, petroquímica e venda de combustíveis) na Península Ibérica.

 O plano em estudo prevê a criação de duas novas plataformas empresariais: uma dedicada ao retalho de combustíveis e mobilidade (RetailCo), que reunirá as redes de postos de abastecimento e será co-controlada pela Galp e pela Moeve, e uma plataforma industrial (IndustrialCo), focada em refinação, petroquímica, 'trading' e combustíveis de baixo carbono (como biocombustíveis e hidrogénio).

Nesta plataforma industrial, a Galp terá uma participação minoritária, superior a 20%, enquanto a maioria do capital ficará nas mãos dos acionistas da Moeve. Entre os ativos potencialmente integrados encontra-se a refinaria de Sines, considerada estratégica para o abastecimento energético nacional.

A governante rejeitou que a operação represente uma perda estratégica para Portugal, defendendo que a Galp ganhará influência sobre um conjunto mais alargado de ativos de refinação na Península Ibérica.

"A minha posição, agora estou a falar por mim, é que vejo isto por outro prisma. Quando dizem que perdemos o controlo de uma refinaria, eu digo que nós ganhámos o controlo de outras duas, porque em Espanha há duas", afirmou, numa referência às refinarias da Moeve em San Roque, em Cádiz, e em Palos de la Frontera, em Huelva.

 "Portanto, vão ser três refinarias em que a Galp passa a ter uma influência", acrescentou.

Para a CCT, a ministra "seguiu o exemplo do primeiro-ministro no discurso de ano novo", numa perspetiva motivacional: "Aquela coisa do copo meio cheio ou meio vazio".

Para os representantes dos trabalhadores, a situação é de um copo meio vazio, com "a perda de influência sobre o que resta do aparelho refinador que ainda garante a soberania nacional" e "a incapacidade de Portugal conseguir produzir a totalidade dos combustíveis sólidos e gasosos de que necessita".

A CCT criticou o executivo por não revelar se há e quais são as condições impostas à Galp para assegurar a soberania energética ou a manutenção de trabalhadores.

"A administração deve fazê-lo desde já, assumir perante a opinião pública e os trabalhadores que não vai despedir ninguém, não vai haver despedimentos coletivos e que vai assegurar o futuro da refinaria de Sines a bem do interesse nacional", defendeu a CCT.

 A ministra frisou que o processo ainda está numa fase inicial e que as empresas dispõem de um ano para negociar os termos finais do acordo e submetê-lo às autoridades da concorrência - um período em que acredita que o Governo terá tempo para exigir garantias.

A ministra mostrou-se confiante de que a operação vá ultrapassar o crivo das autoridades da concorrência, ainda que reconheça a exigência do processo.

https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/comissao-de-trabalhadores-da-galp-critica-ministra-e-deixa-alerta-para-negocio-com-moeve

Conclusão, a Galp vai perder o controlo da única refinaria que resta no país!
É uma notícia importante e relevante!
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Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por LM em Hoje às 11:01:27 am »
Não conheço o website e temos de ter cuidado por isso.

Portugal's navy eyes new South Korean submarines to strengthen coastal patrol capabilities
2026-01-19 18:18

According to OPEX360 , at the International Maritime Defense Industry Exhibition (MADEX) 2025, held from May 28 to 31 in BEXCO, Korea Trade, HD Hyundai Heavy Industries (HDHHI) signed a Memorandum of Understanding with the Portuguese Navy aimed at establishing a strategy for naval ship construction, maintenance, repair and cross-model shipbuilding, and timely establishment of a model and its model, as well as MRO (MRO). The agreement was formalized on May 30 at the HD HHI booth at BEXCO and reflects Portugal's recurring availability issues in the existing Tridente-class fleet, with the need to seek other subsea capabilities.

The Portuguese Navy currently operates two Tridente-class submarines, the NRP Tridente and NRP Arpão, based on the German Type 214 platform and equipped with fuel-battery AIP propulsion, ISUS 90 combat system, KH-1007 Navigation Radar and 533 mm torpedo-launched sub-class Homer-type carriers. These submarines were commissioned in 2010 to replace the Arpão class and form the core of Portugal's undersea warfare capabilities. However, operational availability has declined in recent years. NRP Tridente has been undergoing a major overhaul since 2022, while in March 2025, impurities found in the hydraulic system of the Arpão temporarily left the Portuguese Navy without any operational submarines. These constraints, combined with concerns about Russian naval activities off the Portuguese coast and in the Mediterranean, have led the Portuguese Navy to consider purchasing a third submarine of similar tonnage or two smaller submarines in the 800 to 1,300 ton range.

In response to these developments, the head of the Portuguese Navy, Admiral Jorge Nobre de Sousa, indicated that there is a preference for smaller units. This approach was reiterated during the engagement at Madex 2025, where Admiral Fernando Pires, head of the Portuguese Navy's Logistics Command, signed a memorandum of understanding with Ju won-ho, head of HD HHI's Special Ships Division. The agreement does not specify a final design, but refers to the joint development of a small submarine model based on mutual trust and strategic cooperation. HD HHI is currently developing three submarine models for export: the HDS-2300, HDS-1500 and HDS-800. All three models were presented at Madex 2025. The HDS-2300 is the largest, intended for blue-water operations, and has received approval in principle (AIP) from DNV. The HDS-1500, developed in cooperation with Peru's Sima, is 65 meters long and 6.5 meters wide, has lithium-ion battery propulsion, requires a crew of 25, and has also received AIP certification from DNV. The HDS-800 is the smallest variant, intended for coastal operations. It is expected to provide a compact and low-cost option for navies with coastal security requirements.

Although Portugal has not officially confirmed a specific model, the Portuguese Navy may consider leveraging the work being done on the HDS-1500, especially given that displacement, propulsion configuration, and crew size align with the needs expressed in recent public statements. The HDS-1500's open architecture design allows for the integration of country-specific combat systems, sensors, and weapons, providing a potential adaptable solution. The agreement signed at Madex reflects not only Portugal's intent to strengthen its submarine fleet, but also HD HHI's strategy to promote its submarine designs in global markets through co-development and export-oriented customization. Portugal's current Tridente-class submarines, the NRP Tridente and NRP Arpão, displace more than 2,000 tons, have a maximum testing depth of more than 300 meters, and an endurance of approximately 60 days. However, maintenance challenges limit their availability for sustained deployments.


Já agora li que os Coreanos estão a negociar estaleiros em... Marrocos.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Re: Política em Portugal
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:40:43 am »


Grande Resultado do Manuel João.  :mrgreen:

Saudações  :mrgreen:

P.S. Almirante, cu cu...  :mrgreen:
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 10:37:45 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

E explicar isso às pessoas, em português corrente?

O MDN, já disse as linhas gerias, em Português bem claro, alias, algumas das coisas já andava a falar antes do SAFE.

só ainda não divulgou os projetos ao pormenor ,ou o material que será adquirido, mas isso nesta fase ainda é normal.

E eu nem gosto do no MDN, mas face aos anteriores por enquanto tem as melhores intenções.

O problema é sempre o mesmo, é a comunicação social, que gosta de polemicas, e são alimentados, por interesses políticos e econômicos.

E por ultimo pelos portugueses que no fim, pouco estão interessados nestes temas, ou porque não sabem, ou porque andam mais preocupados com a vida ( ou a sobreviver ) ...
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por mafets em Hoje às 10:31:03 am »
S Tank



Saudações
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Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por P44 em Hoje às 10:23:59 am »
Bom dia

O safe foi criado para aumentar as capacidades militares dos países da UE, e ao mesmo tempo aumentar a capacidade industrial, intemporalidade  e a cooperação entre países europeus.

No caso português, ao contrario do querem fazer passar com essa noticia, vai exitir um aumentos de capacidades industrias, nomeadamente em linhas gerais:

-Satélites serão fabricados em Portugal - Juntamente com a Finlândia
-A compra de blindados, implica a construção de uma fabrica, para os produzir e fazer manutenção
- A modernização das Pandur será feita em Portugal, por industrias portuguesas
- Drones
- Mesmo as fragatas, implicam a transferência de now how e tecnológica , obrigam a investimento no afeite ( que estava quase abandonado e com maquinaria obsoleta e  com capacidades reduzidas  )
- Construção da fabrica de munições.

Os únicos projetos, que não tem em principio incorporação Nacional, será as defesas áreas e artilharia ( neste caso existe um memorando de entendimento que sobre drones nacionais para a França)

E explicar isso às pessoas, em português corrente?
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