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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Bubas em Hoje às 03:10:47 pm »Acabou de passar uma entrevista com pilotos de caça Mirage 2000 da Ucrânia que mostraram com orgulho, o número de Shahed abatidos…
Nem sabemos se aquela verba de 1350M para Boxer é real ou se foi liberdade criativa de quem escreveu aquele artigo. Até pode ser mais, como pode ser menos.

Discutir contigo é como falar com uma parede… não interessa quantas vezes as pessoas te apresentem argumentos, que tu não mudas nada. Neste caso, eu tenho mas que fazer que estar novamente a entrar nesta discussão. Não te preocupes que ainda vais engolir muitos sapos e eu cá estarei para me rir.. é tudo, fica bem.
As coisas que tu escreves não são argumentos, são invenções da tua cabeça facilmente refutadas com a mínima variável do mundo real.
No fim, tu dizes que o ST é o meio ideal para C-UAS, mas basta colocar a questão de qual o meio mais adequado para fazer C-UAS (e podes substituir C-UAS por ISR) de forma propongada, por exemplo 24h seguidas, que o teu argumento cai por água abaixo.
Spoiler alert:
Para cumprir uma missão de 24h seguidas, ISR num TO estrangeiro ou C-UAS numa área crítica, um UCAV serve, com operadores confortavelmente em terra. Com Super Tucanos, precisas de 3 aeronaves diferentes, e 3 pilotos diferentes, cada um a ter que voar pelo menos 8h.
Felizmente não temos falta de pilotos! Oh wait.
Se o plano é incentivar ainda mais a saída de pilotos da FAP, o ST é o caminho.
Cada drone da FAP precisa de 3 pilotos para cada missão e são pilotos mesmo não é operadores como noutros países. Os drones estão limitados as torres de comunicação.
O A29 segundo a empresa ainda estão a tentar passar os alvos do Eletro-óptico para os sistemas do avião. Vamos ver quanto tempo vão demorar a receber alvos via Link16. depois falta ainda integrar as armas.
O sistema antidrone que neste momento temos é uma caçadeira.

Nada foi 'dado' e na verdade há pouco a agradecer: nunca foi intenção da metrópole 'criar' um país e sim administrar uma fazenda/mina gigantesca para seu bom proveito.
Quanto à Cisplatina, o domínio lá sempre foi tênue mesmo na época portuguesa, em suma, uma região que foi castelhana na maior parte de sua história.
Todo caso, sempre esteve e está na órbita do Brasil que, por sinal, no século a seguir à sua independência adquiriu territórios que representam vários portugais em superfície e riquezas.
Quanto aos EUA vamos ver, o Trumpete não vai durar para sempre.
Sds

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