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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 06, 2026, 06:38:12 pm »

Não quero ser chato, mas...
tenho um 5G que a única vantagem parece ser a furtividade. Ou outrosparecem ser mais rápidos mais manobraveis em dogfight, levam mais carga, tem maior alcance...
Se estiver errado digam e eu apago.
Depois temos os outros 4,5 que não são furtivos, mas tem o resto das coisas...
Agora alguem descobre um radar que acaba com a furtividade dos 5gen.
Como é que os 4,5gen perdem?
Eles já eram detetados antes, nada muda ai. Deixam de ser alvos de caças furtivos pois esses agora deixaram de se esconder.
Os 4,5 gen perdem como? Isto se a revolução for a detecção dos 5gen.
Para o Duarte é culpa do Chega
Era uma rede de roubo de bagagem no aeroporto?
Não faria mais sentido refinar o projecto do D.João II?
O MPSS tem limitações por ter o convés de voo demasiado pequeno. E a intenção deve ser usar UAVs maiores.
Com as modificações que seriam necessárias, devias acabar com um navio de dimensões semelhantes ao mini-Mistral, e preço também idêntico.
Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?
Dependeria certamente do que querias "redesenhar".
Se for só adicionar doca alagável, essa é a parte fácil.
Se for para redesenhar o MPSS9000 para o tornar um navio de 170m de comprimento, 14000t de deslocamento, com convés de voo consideravelmente maior e fazer com que este navio muito maior atinja pelo menos os 18 nós, já seria um trabalho muito mais difícil.
Pelos custos envolvidos, e tempo demorado, ias buscar um Dokdo, que era capaz de ficar mais barato.
É só mesmo para chatear não é...
A Damen não tem outras versões do MPSS? Uma delas até com deck inundável.
PRR?Lá está modo parvalheira.
Uma pessoa faz uma pergunta para gente mais sabedora e aparece sempre os chico espertos que nada acrescentam. Acha que é uma sujestão sem logica nenhuma? Apresente as razões.
Seria dificil à Damen transformar de 9000T para 12000T? seria assim tão difícil ter um deck inundável maior?Não seria possível, juntamente com a Damen, redesenhar o Multi-Purpose Support Ship (D. Joao II) para se tornar num LPD tipo o Mistral 140?
Seria mais fácil transformar o T2 onde vivo num T7 com uma sala de 80m2.... Ah, e não nos esqueçamos do financiamento do PRR, logo apenas para fins civis....
Não, não era para chatear. Era mesmo para ajudar a que você abrisse a pestana e se se deixava de colocar questões antes de pensar um pouco nelas.... Mas já vi que é um caso difícil.
Saudações do alegado chico esperto
Mas isso não é para o Skyranger?
Estamos a falar da RCT30, torre diferente.
Sim — tecnicamente é perfeitamente possível.
A torre RCT30 foi concebida desde a origem para aceitar módulos externos de mísseis, e um lançador duplo de Stinger encaixa dentro dessas capacidades. O que muda é apenas a integração e o software, não a arquitetura física.
Vamos por partes.
🔧 1. A torre RCT30 é “missile‑ready” por design
A RCT30 (a mesma usada no PUMA alemão) tem:
pontos de fixação externos no lado direito da torre
alimentação elétrica disponível para módulos adicionais
interfaces digitais para integração de armas guiadas
capacidade de FCS para integrar novos perfis de tiro
Normalmente estes pontos são usados para o lançador Spike LR/LR2, mas não são exclusivos.
Ou seja: qualquer módulo compatível pode ser montado ali, incluindo Stinger.
O TSML é compatível com plataformas Boxer
O Twin‑Stinger Missile Launcher é um módulo externo, leve e independente, já integrado pela Rheinmetall em:
Skyranger 30
RapidRanger / Atlas RC
Outras plataformas 8×8 e 4×4
Como é um módulo externo, não exige alterações estruturais profundas — apenas integração mecânica e software.
É OT e não quero começar essa discussão aqui, mas como referiste isso, sinto-me obrigado a dizer que posso estar enganado, mas acho que nunca ninguém aqui defendeu duas frotas de caça como solução preferencial (a não ser numa fase transitória, como é óbvio)… só se falou nisso porque o SubSea7 a certa altura disse que essa hipótese estava a ser discutida na FAP depois desta ter percebido que no atual contexto político é quase impossível o governo aprovar a compra de uma frota única de F-35… então aí sim, começou a discussão aqui… mas voltemos ao assunto em questão...
Que confusão.
Misturar o Crossover com o PNM, que são 2 conceiros completamente diferentes não faz qualquer sentido.
Depois a ideia aí apresentada, fala no D. João II, fala em aumentar o seu tamanho, de 108m pra 125/135m, mas o deslocamento passa das 7000t para as 4500/5500.
Os valores para os navios não são realistas.
Baralhaste por completo a IA.
