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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 12:00:49 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 11:59:27 am »
Também considero que ter um LPD perante o cenário atual é um "luxo" dispensável.

Mais ainda com as capacidades acrescidas vindas nas novas fragatas,  NRE's, PNM, NPO's, todos eles mais valias no caso de necessidade de evacuações e apoio a populações ou até projeção de forças.

Não sendo meios com essas atribuições primárias, tem valor significativo em caso deste tipo de  missões.

Por isso, considero muito mais importante e urgente outro tipo de investimentos.

Ou então que se assuma e pense em grande, com um navio "almirante" de esquadra digno desse nome e com capacidades significativas militarmente e também nessas valências.

Ainda assim,  não me parece adequado à nossa realidade e necessidades de investimento.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: O SOBREVIVENCIALISMO
« Última mensagem por legionario em Hoje às 11:59:08 am »
Ninguém para nos contar experiências pessoais recentemente vividas ? ...timidos talvez ? ...ou talvez à espera do final do filme para se pronunciar ?
...estou curioso para saber quantos é que foram apanhados de surpresa e que nem um garrafão de água tinham em casa  :)
Mesmo no meio de uma desgraça é preciso saber sacar os aspectos positivos, como por exemplo abrir os olhos e saber perceber as nossas fragilidades pessoais ...e o mesmo no que diz respeito às fragilidades das instituições.  Há Juntas de freguesias, lares e supermercados que nem a porcaria de um gerador tinham.

Muito pessoal incluindo muitos autarcas apressam-se a apontar o dedo ao Governo e à Proteção Civil esquecendo que as primeiras medidas de proteção começam em nossa casa e nas nossas autarquias. Os serviços de socorro, diante de grandes problemas não conseguem acudir a toda a gente ao mesmo tempo. Os autarcas em vez de chorar e de ranger os dentes deveriam ter previsto, deveriam saber que as situações excecionais acabam por acontecer tarde ou cedo. Os pontos sensiveis são a energia e a água. Mas também : que cada um reflicta e que aja em função das suas necessidades sem estar à espera que  um super presidente da Câmara ou um superministro desembarque à sua porta com uma varinha mágica para lhe resolver os problemas na hora.

Quanto aos particulares, reparei que há uma grande evolução para melhor, muitos já estavam preparados e de uma forma geral o povo ficou sereno, mas , mas, mas , ainda se viram muitas pessoas a fazer fila com os garrafões na mão diante de um ponto de distribuição de água. O pessoal tem que se mentalizar e estar sempre preparado para se aguentar sózinho (em familia, vizinhança) durante os primeiros embates. Em vez de choramingar e de suplicar ajudas e ajudinhas : arregacem as mangas.
 
O país continua em alerta durante os próximos dias, tivemos alguns dias para folgar as costas, espero que todos tenham aproveitado para se precaver e sobretudo espero que tudo isto acabe sem muitas perdas de vidas humanas.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 11:44:47 am »
Citar
Por falar em Guiné equatorial existe por lá uma confusão com a ilha de Ano bom que quer a independência uma das muitas confusões

Esses eu conheço bem...

A credibilidade dessa "vontade" é muito relativa.

Sabes que devido ao regime político instalado,  há imensas "personalidades" no exílio, que na realidade vivem disso, do exílio,  não do trabalho.

Nunca se consegue perceber muito bem como, na condição de "exilados", vivem como vivem, muitas vezes em hotéis de luxo nas grandes capitais europeias.  Quem paga? E com que interesses?
Isto para dizer que é muito fácil "plantar" esse tipo de notícias por cá,  associadas a uma já de si imagem muito negativa do regime,  independentemente da opinião que possamos ter sobre o mesmo.
E isso tem o objetivo principal de criar instabilidade e ruído,  para trazer novamente à agenda o principal.
A Guiné Equatorial tem uma governação "complicada", com os mesmos a governar o país há quase 50 anos, com corrupção generalizada e forte divisão étnica.
A juntar a tudo isso uma riqueza imensa em recursos naturais.
O cocktail perfeito para a realidade atual,  com um país cada vez mais pobre, enquanto uma minoria delapida tudo o que existe com a cumplicidade de países ricos, que deveriam ter outro papel que não o de oportunistas.
E por aqui me fico...
Bissau, mais do mesmo. E Angola, e praticamente todos os países da África ocidental e central.

Annobon é uma pequena ilha "perdida", mais próxima de STP do Guiné Equatorial.

Pouco mais de 5000 habitantes,  pobreza generalizada e, apesar de há alguns anos terem sido realizados investimentos avultados na ilha (porto, aeroporto,  indústria conserveira...) a crise económica no país destruiu qualquer ambição de desenvolvimento.  Obviamente que estão a sofrer mais do ninguém isso.
Mas repara, o suposto autoproclamado  governo atua a partir de... Madrid.
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 11:40:02 am »
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por LM em Hoje às 11:33:46 am »
Para além do nosso (óbvio) interesse - nacional e da UE - no Atlântico norte, o Golfo da Guiné é "A" outra zona; até porque, a nível europeu, disponibilizamos boas relações com os 2 arquipélagos (STeP e CV), por não ser um teatro muito "exigente" e pela nossa proximidade geográfica.

É a única razão que vejo (para além da "proteção civil nos Açores) para a fixação da Marinha em ter um LPD.     
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 11:13:27 am »
Quando digo receita é aquela que o governo usa para se financiar, por exemplo através dos impostos. Depois multiplicado pela % de despesa em defesa dá maios ou menos uma comparação entre paises.

É fácil de demonstrar que o PIB de um pais não é indicativo do nível de investimentos militares nem poder militar. Por exemplo Portugal e Marrocos. O PIB marroquino é o METADE do Português no entanto a força aérea de Marrocos está muito melhor equipada. Em caças modernos é o dobro dos F-16 e mais modernos. 23 Block 52 em servico com 25 block 70 encomendados, e ainda 32 F-35 em negociação  :o

Citação de: IA
Sure — here it is in **plain text**, clean and easy to copy-paste into a forum. No tables, no markdown, no links.

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Comparison of Portugal and Morocco in 2024: GDP and Military Expenditure

GROSS DOMESTIC PRODUCT (NOMINAL, 2024)

Portugal:
Portugal’s nominal GDP in 2024 was approximately 313 billion US dollars.

Morocco:
Morocco’s nominal GDP in 2024 was approximately 154 billion US dollars.

Summary:
Portugal’s economy was about twice the size of Morocco’s in nominal GDP terms in 2024.

MILITARY EXPENDITURE (2024)

Portugal:
Portugal’s military spending in 2024 was estimated at around 4.4 to 4.5 billion euros, which is roughly 4.7 to 4.9 billion US dollars. This represented about 1.46% to 1.58% of Portugal’s GDP.

Morocco:
Morocco’s military expenditure in 2024 was estimated at approximately 5.5 billion US dollars. This corresponded to roughly 3.5% of Morocco’s GDP.

COMPARISON SUMMARY

* Portugal had a significantly larger economy than Morocco in 2024 (about 313 billion USD vs 154 billion USD).
* Morocco spent more on its military in absolute terms than Portugal (about 5.5 billion USD vs about 4.8 billion USD).
* Morocco devoted a much higher share of its GDP to military spending than Portugal (around 3.5% vs about 1.5%).

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If you want, I can also rewrite this to sound more neutral, more argumentative, or more casual depending on the forum vibe.

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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 11:12:01 am »
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 10:44:57 am »
Embraer A-29 Super Tucano: the light attack aircraft conquering South America and the world

Citar
Portugal is highlighting the A-29’s tactical potential for European and transatlantic defense. The induction of the first five A-29N aircraft not only positions Portugal as the first regional operator of its class, but also broadens the horizon for further acquisitions within the Organization: the A-29N variant meets the NATO standardization required for operations in air patrol, armed ISR, CAS, advanced training, and close air support. In addition, the new configuration for the interception and neutralization of UAS is a cutting-edge advantage in the shared global challenge of countering drone swarms; this complementary feature on the N versions would represent a significant technological leap focused on emerging threats.

https://www.zona-militar.com/en/2026/01/31/embraer-a-29-super-tucano-the-light-attack-aircraft-conquering-south-america-and-the-world/#google_vignette
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