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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 04:56:45 pm »
Força Aérea:
- caças Rafale/Gripen (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)

Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros

Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?

Esqueci-me de uma coisa que é muito necessária em caso de conflito na Europa: guerra de minas!

Precisamos de minas, de equipamentos de lançamento de campos de minas e, claro está, de desminagem.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 04:52:46 pm »
É, de facto, um dos grandes mistérios da MdG… qual o plano para a duas VdG “modernizadas”? Vão sair de serviço (presumivelmente sendo vendidas enquanto ainda lhes resta alguma vida útil) em 2031, depois das FREMM entrarem ao serviço, ou só em 2035? Se for esta este o caso, então substituir as VdG e as BD por 4 EPC FC e os NPO 1S e 2S por outras 4 LRfaz sentido, embora eu ache um erro porque as EPC não são combatentes de primeira linha. Preferia 2-3 FREMM usadas a 3 EPC FC, mas isso sou eu…

Eis a dúvida.
Chegou a ser falado aqui que a MGP ia ficar reduzida a 3 fragatas, complementadas por EPC. Fica a dúvida da veracidade disto.

Eu não tenho preferência definida.

Até porque primeiro precisava de saber a configuração das nossas EVO, particularmente na questão dos VLS.
Vêm com apenas 16 Sylver A50, com 32 A50, com 16 A50 + 16 A70 ou com 24 A50 + 8 A70? Dependendo da configuração, as necessidades da segunda classe de navios muda drasticamente.

Depois precisava de saber do número final de navios que se pretende, e qual a capacidade de os guarnecer.

Depois precisava de saber se no caso das EPC, seriam construída em Portugal ou não, e quais a opções na configuração Full.

Depois precisava de saber se sempre compramos mais submarinos ou não, e que tipo de subs seriam.
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 04:37:56 pm »
https://x.com/i/status/1906776259780399517

Alguém tem infos acerca do estado de construção em que se encontra?

Pois.......
Além da moeda da sorte, não é??
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 04:34:26 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:49:22 pm »
https://x.com/i/status/1906776259780399517

Alguém tem infos acerca do estado de construção em que se encontra?
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 03:48:07 pm »
Força Aérea:
- caças Rafale/Gripen (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)

Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros

Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:47:15 pm »
As EPC nao poderao ser construídas em Portugal na West Sea?

Em teoria, sim. Com o devido investimento claro está, e com planeamento atempado para garantir que o estaleiro tem disponibilidade para o fazer.

Se a Marinha vai receber 3 EVO até 2031 e manter 2 VG e 2 BD até 2035, a que acrescem os NPO actualmente em construção (será??), a prioridade seguinte se calhar deviam ser os 4 submarinos e só depois então a venda dos NPO 1S e 2S e a aquisição (de construção nacional seria simpático....) de 3 EPC LRM..... digo eu, que hoje acordei inspirado....  :D

Se for esse o caso, isto é, até 2035 com 3 EVO + 4 fragatas actuais, a prioridade no início da década de 30 é planear, e eventualmente assinar contrato, para a substituição daquelas 4 fragatas.

2 submarinos adicionais, possivelmente sul-coreanos, deveriam estar inscritos na revisão da LPM, para assinar contrato ainda antes de 2030 (idealmente).

Se a decisão por mais submarinos for adiada para 2030, fica mais difícil, porque vão ser muitos programas juntos, enquanto que de 2025 a 2030 praticamente não se investe nada.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:34:38 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.
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