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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 21, 2026, 04:18:23 pm »
Mesmo que venha de um país "não amigo", ou "não alinhado", ou "hostil", ou... correto?
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Bubas em Janeiro 21, 2026, 04:13:15 pm »
Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 04:09:53 pm »
E os 100 paraquedistas franceses no Mali (Menaka), lançados em Setembro de 2018  ;)





Não chega a uma companhia completa. E deve ser a excepção que confirma a regra... :)
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 21, 2026, 03:58:29 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por LM em Janeiro 21, 2026, 03:51:46 pm »
E os 100 paraquedistas franceses no Mali (Menaka), lançados em Setembro de 2018  ;)



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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 03:51:01 pm »
Não conseguimos manter dois submarinos modernos e vamos conseguir adquirir e manter isso tudo?  ???

Num contexto de 3,5% do orçamento para a Defesa, sim. E por falar nisso, repararam como esse patamar de despesa deixou de ser tema de conversa??

Porque nunca vais gastar esse dinheiro.

Neste momento, nem aos 2% chegas, e da maneira que têm sido feitas as escolhas, o reforço do investimento na Defesa tem sido quase totalmente feito com o SAFE.

Tirando uma ou outra compra pontual, de valor reduzido, e a negociata do 6⁰ KC, que outro programa é que surgiu nos últimos 2 anos, fora da LPM e do SAFE?

Vamos ver agora o que vai estar incluído na revisão da LPM, e vamos ver se não vão inscrever nela as compras do SAFE para inflacionar a despesa.

Sim, as percentagens da despesas com as FA's têm sido marteladas desde há muito. E mesmo o valor aprovado para o MD no OE 2026 está abaixo de 1,5%, apesar de o governo querer enganar os tolos com "o aumento de 20+% face ao realizado em 2025".

Mas as compras do SAFE não entram para a equação nos próximos 10 anos, há o período de carência. Depois sim!
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 21, 2026, 03:45:51 pm »

[/quote]

E lanças paraquedistas de onde?

Vão de moto e de burro como os russos?
[/quote]

E quando é que foi mesmo a última operação 'que se veja' com lançamento de paraquedistas?? Kolwezi em 78?? Dien Bien Phu antes disso??

A verdade é que a era dos lançamentos em massa acabou na II GG, onde desastres como Creta e a Operação Market Garden foram determinantes para esse resultado.  A partir daí (após a operação Varsity e as duas excepções acima referidas) as forças parquedistas continuaram a existir mas a sua doutrina de utilização - e os meios utilizados, nomeadamente com a massificação do helicóptero - são muito diferentes.
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 21, 2026, 03:42:03 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Janeiro 21, 2026, 03:03:04 pm »
O "gap" F-35 vs Eurofighter diminui com as tranches 4 e 5 (ie Captor‑E AESA / DASS / mais fusão de sensores) ou é tão pouco que não deve ser considerado?

Diminuir diminui. Mas é como fazeres tuning a um Porsche 911, e depois comparar os tempos em pista com um protótipo de Le Mans.

Naquilo que importa, que é a sobrevivabilidade em combate, o "live to fight another day", é severamente pior que o F-35.

E a pior parte, é que nenhum 4.5G pode ser visto como uma opção "Tier 2 para países pobres" face ao F-35, porque têm custos idênticos.

E se vais pagar o mesmo, mais vale comprar a opção Tier 1.
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Portugal / Re: Segurança Social
« Última mensagem por Viajante em Janeiro 21, 2026, 02:53:22 pm »
Neste momento a maior riqueza de Portugal é o ouro do Banco de Portugal, devido ao disparo do preço do ouro, que ronda os 133€ por grama, avalia os 382 500Kg de ouro do Banco de Portugal em 50 mil milhões de euros, mas logo a seguir e que já este ano quase de certeza vai ultrapassar esse activo, será o Fundo da Segurança Social, que tem neste momento mais de 47 mil milhões de euros em activos!

Ministra anuncia transferência de 5,5 mil milhões de euros para “almofada” das pensões

Ministra anuncia maior transferência "de sempre" para a chamada "almofada" das pensões: 5,5 mil milhões de euros. Palma Ramalho sublinha que, desta forma, está a ser reforçada a proteção das reformas.

A ministra do Trabalho anunciou esta quarta-feira que vão ser transferidos 5,5 mil milhões de euros para o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS), isto é, para a chamada “almofada” das pensões. Numa audição parlamentar, Maria do Rosário Palma Ramalho adiantou também que, num ano, menos três milhões de pessoas recorreram aos balcões da Segurança Social, fruto do programa de digitalização desse sistema.

“Pelo segundo ano consecutivo, o Governo procederá a uma transferência não obrigatória dos saldos da Segurança Social para o FEFSS, desta vez no valor de 5,5 mil milhões de euros, o que é o maior valor de sempre, reforçando assim a proteção das pensões”, sublinhou a governante, perante os deputados.

De notar que, no final de 2025, o FEFSS valia cerca de 42 mil milhões de euros, o que corresponde, segundo o Ministério do Trabalho, a cerca de 24,8 meses de pensões, isto é, mais de dois anos, o que significa que já não é obrigatório o Governo fazer transferências.

Além disso, a tutela salienta que a carteira cresceu seis mil milhões de euros em 2025, com a contribuição de dotações no valor de 4,5 mil milhões de euros e rentabilidade no valor de 1,5 mil milhões de euros.

Em resposta ao deputado socialista Hugo Oliveira, a ministra do Trabalho garantiu ainda que não é intenção do Governo privatizar o FEFSS.

Por outro lado, na audição parlamentar desta quarta-feira, a ministra do Trabalho aproveitou para destacar que, num ano, menos três milhões de pessoas recorreram aos balcões da Segurança Social, fruto do programa de transformação digital desse sistema, o “Primeiro pessoas”.

“Já se retirou três milhões de pessoas das filas da Segurança Social só num ano de execução, aumentando assim a eficiência dos serviços“, frisou a ministra, que indicou que, neste âmbito, inicia-se este mês a automação do sistema contributivo.

Perante os deputados, a ministra Palma Ramalho realçou ainda que o emprego atingiu máximos e o desemprego mínimos em 2025, mas admitiu que o país enfrenta cinco bloqueios que importa resolver: a produtividade, a pobreza, a sustentabilidade do setor social e solidário, a qualidade dos serviços públicos e o desemprego jovem.

Sobre esse último ponto, apesar da diminuição já registada, defendeu que esse continua a ser “um obstáculo à autonomia” dos jovens e um “convite à emigração“.

Já sobre a produtividade, atirou que não se pode “ambicionar salários de primeiro mantendo os níveis de produtividade que não ultrapassam 75% da média europeia“.

https://eco.sapo.pt/2026/01/21/ministra-anuncia-transferencia-de-55-mil-milhoes-de-euros-para-almofada-das-pensoes/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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