Mensagens recentes

Páginas: 1 2 [3] 4 5 6 7 8 ... 10
21
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Hoje às 06:47:52 pm »
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura

A segunda parte desta afirmação baseia-se em quê?

O Boxer com um módulo RapidRanger seria tão útil como qualquer outro blindado 8x8 com RapidRanger.

Se RapidRanger pode ser integrado em ST5, ou mesmo Pandur II, não faz realmente sentido termos Boxer com RapidRanger. Se virem Boxer AA, seriam mais logicamente alguns SkyRanger..

Se a intenção é substituir os Pandur por Boxer mais tarde, faz todo o sentido que o veículo VSHORAD da Brigada Média seja do mesmo modelo que o resto da Brigada, ou seja, Boxer.

Se essa versão seria Skyranger 30 ou RapidRanger ou outra coisa qualquer, é que já vai depender de outros factores, desde logo o preço.

Com cada Boxer Skyranger 30 a custar em média 25M, e se um hipotético Boxer com RapidRanger custar por exemplo 15-20M, é possível que optem pelo modelo mais barato.

Claro que depois existem outras alternativas, como aquela torre RIwP com canhão 30mm e 8 mísseis LMM/Starstreak (alternativa directa ao Skyranger 30) ou a variante do Boxer que foi apresentada com IRIS-T SLS (alternativa mais high-end/SHORAD ao RapidRanger).
22
Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:26:28 pm »
Essa dos líderes desequilíbrados pode acontecer a qualquer país. Tens o exemplo da Turquia, tal como podias vir a ter um lider da extrema direita em França, que faz o mesmo que o Trump.

Podes reduzir a dependência, mas não quer dizer que cortes totalmente. Se os critérios técnicos levarem à vitória de um produto americano, que assim seja. Sobretudo para programas onde os critérios técnicos e diferenças tecnológicas sejam mais relevantes.

Por exemplo, imagina que num concurso, testamos vários veículos, e saem 2 finalistas. Um europeu, o outro L-ATV. Agora imagina que ambos estão empatados em tudo, mas o L-ATV apresentava muito maior fiabilidade. Vais escolher uma viatura menos fiável, colocando os militares em risco, por questões políticas?

De resto, claro que se houver possibilidade de fabricar/montar o veículo cá, melhor ainda. Mas para isso era preciso a quantidade compensar, e desde logo que futuras encomendas da viatura em causa fossem em parte respondidas com veículos dessa hipotética fábrica.

Não vi ainda nenhum líder turco ou francês, etc. a esforçar-se tanto para destruir sistematicamente a sua indústria de defesa e ativamente a diminuir as suas exportações, Não vi nenhum a insultar e ameaçar países aliados, e seus parceiros e vizinhos. Isto é um novo nível de estupidez e desequilíbrio.  ::)

Escolher viaturas e equipamento militares por razões políticas fazem todos os países. Os EUA fazem, a França, o Reino Unido, etc. Sejamos honestos e realistas. Claro que a fiabilidade conta, e a proteção e capacidade de sobrevivência, e mais ainda a capacidade produzirmos mais, e termos sobressalentes. Viaturas que podem ficar INOP devido a falta de peças porque o titirica acordou mal disposto ou borrou a fralda é que não.  ::)

Quanto a fiabilidade, pelo menos em termos de viaturas civis americanas, ainda não vi nenhuma que seja tão fiável como as japonesas.  :mrgreen:
https://en.wikipedia.org/wiki/Komatsu_LAV
23
Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 06:24:43 pm »
A questão é, alteraram o design dos navios, ou mantém o mesmo design trimarã com convés de voo corrido? Aumentaram o orçamento, ou mantém o mesmo valor?
24
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 06:22:20 pm »
Dois crossovers seriam muito mais úteis... e fariam quase o mesmo trabalho, e teríamos maior disponibilidade do que apenas uma classe de navio maior. Já não há Batalhão Ligeiro de Desembarque para justificar um LPD.  Dois crossover, apoiados pelos 2  AOR+, mais os 6 NPO3S, e se fosse necessário o DJ2, escoltados pelas 3 FREMM EVO já seria uma capacidade mais que suficiente de projeção de forças.

Se só tivermks 3 FREMM EVO, dificilmente vais ter as 3 operacionais ao mesmo tempo. Certamente não terás com regularidade.

2 EVO e 1/2 navios da segunda classe de combatentes de superfície, talvez.

De restom depende do nível de ambição. Se a MGP comprar, além das 3 FREMM EVO + 3/4 EPC Full ou assim, dificilmente se compram Crossover.

Vejo a possibilidade de Crossover:
-se não comprarmos mais combatentes de superfície, ficando a faltar uma segunda classe, e aí os XO139CF cumpriam a tarefa de escolta e anfíbia;
-ou se optássemos por substiuir os 4 NPO originais por XO115S.

Outras alternativas low-cost e de guarnição reduzida, seria copiar o USMC, com 2 ou 3 LST100 da Damen.

Se o nível de ambição nos levar para um único navio, mas muito maior, então descartava logo o design de LPD clássico, por algo tipo LHD. Um Anadolu ou Dokdo, ou num segundo patamar uma versão maior do MPSS da Damen (PNM) - este último com mais limitações na operação de UAVs.

Eu vejo um futuro navio anfíbio com convés de voo para operar drones de grande porte e com espaço para armas contentorizadas. Com os futuros radares top das fragatas um navio assim é um multiplicador de força.

Isso dependeria de alguns factores, como o dinheiro (os SAFEs não duram para sempre, depois de comprar, é preciso sustentar os navios), se a falta de pessoal persiste e o nível de ambição.

Um Anadolu com Bayraktar TB3 e (em especial) Kizilelma é uma besta completamente diferente do PNM com drones "simples".

A parte dos contentores, torço sempre o nariz quando é para abdicar de espaço no convés de voo de um navio como um LHD. O verdadeiro multiplicador de força deste navio seriam os meios aéreos, os contentores podem ser colocados noutros navios.
25
Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Hoje às 06:14:04 pm »
Quanto aos F-16 danificados, por mim o comandante da base era despedido.
Aqueles hangares de manutenção estão podres.
Enfim, sem comentários.

É uma situação que se prolongou décadas por múltiplos comandantes de base e governos mantendo (mal) infra estruturas do tempo colonial. A culpa não deverá morrer sozinha. Mas depois desta péssima imagem que se deu ao pais e aos aliados, pode ser que haja um momento leopard 2 para FAP (alusivo á avaria dos M60 no desfile que levou á compra dos leos).
26
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 06:11:32 pm »
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura

A "segunda bateria" que o CEME referiu é a ativação das opções do contrato, 1x radar, 1x lançador, 2x PWT e 1-3 lotes de mísseis, cada lote com 8 mísseis

Se vem um Boxer AAA ou não? Não se sabe ao certo, existe uma imagem que ilude a tanto mas mais nada do que isso, mais do que isto é típica invenção do ArmyRecognition, um site bem conhecido por inventar e por não ser fiável

Esta "ativação das opções do contrato, 1x radar, 1x lançador, 2x PWT e 1-3 lotes de mísseis, cada lote com 8 mísseis"  mencionada pelo CEME foi parte do reforço de 177M em 20025.. A segunda bateria é parte do SAFE. Outro mecanismo de financiamento. Aos 28:28.. "reforço ainda maior da AA" no programa SAFE...  além dos Stinger mencionados anteriormente. "Duplicar a AA" = Segunda Btr AA RapidRanger. Não há outra interpretação possível. Além de sabermos que o plano  FT45 prevê 4 baterias V/SHORAD até 2036.


Se RapidRanger pode ser integrado em ST5, ou mesmo Pandur II, não faz realmente sentido termos Boxer com RapidRanger. Se virem Boxer AA, seriam mais logicamente alguns SkyRanger..


27
Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 06:10:38 pm »
Dc, tu vives bloqueado no ST, no KC, no F35...
Há mais coisas.
E por muito que não queiras aceitar, um meio não tem de implicar retirar de outro.
Há dinheiro, não há é vontade política.
Não há munições para os F-16,  e para os LEOPARD's, e por aí fora, porque o dinheiro das FA's foi desviado para outras coisas.
Apenas isso.
E todo o desinvestimento na Defesa passou por isso mesmo. 
O modo mais fácil... desacreditar e desvalorizar o papel das FA's de modo a ser mais fácil justificar essas opções.
Daí depois ouvirmos coisas do estilo "para que queremos os submarinos?", "os ST's não apagam fogos", "não precisamos de blindados mas sim de ambulâncias", "não há hospitais mas há quartéis"... e por aí fora, até chamarem equipamentos militares de "brinquedos".
 :mrgreen:
Abraço
28
Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Drecas em Hoje às 05:43:05 pm »
Boxer com RapidRanger não existe e seria absolutamente inútil como viatura

A "segunda bateria" que o CEME referiu é a ativação das opções do contrato, 1x radar, 1x lançador, 2x PWT e 1-3 lotes de mísseis, cada lote com 8 mísseis

Se vem um Boxer AAA ou não? Não se sabe ao certo, existe uma imagem que ilude a tanto mas mais nada do que isso, mais do que isto é típica invenção do ArmyRecognition, um site bem conhecido por inventar e por não ser fiável
29
Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por dc em Hoje às 05:39:48 pm »
Essa dos líderes desequilíbrados pode acontecer a qualquer país. Tens o exemplo da Turquia, tal como podias vir a ter um lider da extrema direita em França, que faz o mesmo que o Trump.

Podes reduzir a dependência, mas não quer dizer que cortes totalmente. Se os critérios técnicos levarem à vitória de um produto americano, que assim seja. Sobretudo para programas onde os critérios técnicos e diferenças tecnológicas sejam mais relevantes.

Por exemplo, imagina que num concurso, testamos vários veículos, e saem 2 finalistas. Um europeu, o outro L-ATV. Agora imagina que ambos estão empatados em tudo, mas o L-ATV apresentava muito maior fiabilidade. Vais escolher uma viatura menos fiável, colocando os militares em risco, por questões políticas?


De resto, claro que se houver possibilidade de fabricar/montar o veículo cá, melhor ainda. Mas para isso era preciso a quantidade compensar, e desde logo que futuras encomendas da viatura em causa fossem em parte respondidas com veículos dessa hipotética fábrica.
30
Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 05:36:31 pm »
Citar
Se este drone desse para o PNM, seria usado primariamente para testar/treinar até à chegada do navio "a sério".

Foi para esse tipo de coisas que o PNM nasceu...
Páginas: 1 2 [3] 4 5 6 7 8 ... 10