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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 02:43:00 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal
Os Estados Unidos vão ter dois e a Europa dois (GCAP e FCAS puramente francês, ou junto Espanha por causa da versão naval) ou três (se a Alemanha e Suécia juntarem forças). Se a Austrália, o Canadá e a Arábia Saudita entrarem no GCAP, vai-se tornar o caça 6G padrão e, provavelmente o mais capaz e barato, por virtude dos números de produção.

Padrão do quê?
Pelo número de utilizadores potenciais e números envolvidos, especialmente se Austrália, Canadá e Arábia Saudita entrarem.

NATO esta nas ultimas. GCAP provavelmente nem num programa do tipo SAFE pode entrar.

Então é padrão de 3 países aleatórios?
“Padrão” pode ser um termo demasiado forte, aceito, mas dos quatro (potencialmente cinco) caças 6G  ocidentais atualmente em desenvolvimento, é de longe o que tem maior potencial de exportação, senão vejamos:

F-47 e F/A-XX: Não ao ser exportados em configuração full. Limita automaticamente o número de países que os vão querer.

FCAS: Vai ser um 5.5G, especialmente se a Alemanha sair, porque se a vaca leiteira sai, a França não tem arcaboiço financeiro para o desenvolver sozinha ou com a Espanha. Vai ter como clientes algumas petro-economias menores… a sua melhor esperança é convencer a Índia a entrar como parceiro secundário…

Sueco-Germânico: Ainda não saiu do papel e, se algum dia sair, só vai estar pronto 10 anos depois dos outros… além disso, vai ser um caça tático, à semelhança do Gripen. Será o ideal para países da Europa de Leste na década de 50, para enfrentarem a Rússia. Fora da Europa tem poucas chances porque a Alemanha tem a mania de se armar em donzela e já vai chegar tarde ao mercado.

Quanto ao GCAP, está a progredir bem e vai ser o primeiro caça 6G não-americano. Primeiro voo estimado para 2030, primeiras entregas aos esquadrões de treino em 2035-37 e aos esquadrões de combate em 2040 (o Japão tem urgência e não vai deixar os Europeus arrastarem-se). É um caça pesado, de muito longo alcance, que é exatamente o que países como a Austrália e Canadá precisam (ambos países sujeitos à “ditadura” da distância no Pacífico e Ártico e maioritariamente anglófonos, o que não é dispiciendo). Quanto à Arábia Saudita, só faz praticamente negócio como os EUA e o RU e já manifestaram vontade de entrar. Os números potenciais desses seis países, por si só, vão ser superiores aos de qualquer outro avião 6G.

Concordas com esta análise?

Quanto a Portugal, já defendi aqui várias vezes que o GCAP é exatamente aquilo que precisamos operacionalmente para defender o Atlântico, não uma caça tático com raio de combate de 500 milhas…

F-47 e F/A-XX + F-35+: Vão ter uma base de desenvolvimento comum. Se a atual administração continuar, podem vir a fazer más decisões. Mas dinheiro Árabe vai sempre ser bem vindo,

FCAS: F-35 europeu, com financiamento indiano. Vai ser mais do mesmo da Dassaut, bom mas caro.

Sueco-Germânico: Querem coisas diferentes. Se conseguirem fazer um 5/6 º barato podem ser os vencedores da corrida.

GCAP: Meio de nicho, mas muito promissor.

Americanos: Duvido que a versão Full alguma vez seja exportada, independentemente da Administração, tal como não exportaram o F-22 e a havia muito quem quisesse. Versões limitadas não vão ser tão apelativas para potenciais clientes.

FCAS: Concordo que a única possibilidade de alguma vez vir a ser um caça minimamente decente é se conseguirem convencer os Indianos a entrar no programa, com produção local.

Sueco-Alemão: primeiro têm que se juntar e depois têm que começar basicamente do zero… pode ser que aconteça ou podem acabar por se juntar ao GCAP. E a isso tens que juntar as proibições de exportação alemãs. Mas se conseguirem fazer uma espécie de Gripen 6G, concordo que vai ser um avião apelativo para muita gente.

Podes elaborar porque achas que os requisitos operacionais dos dois países são diferentes? Ambos querem um avião tático capaz de enfrentar e derrotar opositores russos. 500 milhas de raio de combate chegam. Talvez os Suecos continuem a querer operar do meio de lado nenhum, mas não sei se vai ser fácil, devido às complexidades de operar aviões 5G e 6G de pistas austeras e com apoio logístico mínimo. Acho que os que os une é mais que o que os separa e são parceiros naturais.


GCAP: Não acho que seja de nicho. Vai ser o caça de superioridade aérea, com capacidade de alcance sub-estratégica tal como o F-47 e o F/A-XX. O F-15 do Século XXI, se quiseres… não vai ser para todos, porque não é essa a necessidade de muitos países, obviamente.

A Saab quer algo barato que possa vender mais fácil.
A Airbus quer um bom produto para concorrer com os outros.
6G barato é uma quimera… quando a Saab acordar para esse facto, vai ver que vai ter que assumir compromissos com an Airbus ou admitir que vai produzir algo inferior. Ao contrário dos Franceses, os Suecos são pragmáticos. Os requisitos operacionais dos dois países são tão próximos que deve have lugar para compromissos, como em qualquer programa multinacional.

A Saab já vai produzir o sistema do EW dos EF T5. A ideia que a 6º é uma coisa mística é apenas publicidade.

Estás mesmo a comparar produzir a suíte EW de um 4.5G com o conjunto de competências necessário para desenvolver um 6G? A sério? Uau…  os números disponíveis publicamente para desenvolver caças 6G variam entre os 60 e os 100 Bi (escolhe a moeda…). Desculpa, só podes estar a brincar…

Que caraterísticas têm um 6G?

Das duas uma: ou estás armado em troll, ou não sabes mesmo (o que duvido) e, nesse caso, aconselho te que te informes antes de vir para aqui postar baboseiras. Pergunta à IA o que a 6G… em qualquer dos casos, comentários deste calibre não merecem que eu perca tempo com uma resposta séria. Por mim a discussão encerra aqui. Passar bem…

Citar
A diferença entre um caça de 5ª geração e um caça de 6ª geração está principalmente no nível de automação, integração e forma de combate. A 6ª geração não é só um avião melhor — é um sistema de combate aéreo completo.

Ou seja vai fazer cenas...
Isso mesmo… faz cenas bué mais fixes… assim tipo Double Cork 1080/1260, enquanto os 5G fazem Ollies.. entendeste a vibe?

Depois de um início de ano complicado com o 🍊💩 pelo menos já me fizeste rir… obrigado
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 01:15:36 am »
Como se não bastasse a extrema fertilidade natural do rico chernozem das planícies de leste, desde o início do Séc. XIX franceses e alemães -junto com outros infelizes que os acompanharam em suas desventuras- ajudaram deixando muito adubo por lá.
Os italianos têm uma expressão "Non c'è due senza tre".

 :mrgreen:
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Mundo / Re: BRICS
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 12:47:59 am »
Where are you Lord Haw-haw?

Ia denunciar-te à Moderação pois não é a primeira vez que cita este personagem nefasto dando a entender que se refere à minha pessoa, mas, como amigo, te peço antes que não o faça mais. 

Abraço.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 12:41:52 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal
Os Estados Unidos vão ter dois e a Europa dois (GCAP e FCAS puramente francês, ou junto Espanha por causa da versão naval) ou três (se a Alemanha e Suécia juntarem forças). Se a Austrália, o Canadá e a Arábia Saudita entrarem no GCAP, vai-se tornar o caça 6G padrão e, provavelmente o mais capaz e barato, por virtude dos números de produção.

Padrão do quê?
Pelo número de utilizadores potenciais e números envolvidos, especialmente se Austrália, Canadá e Arábia Saudita entrarem.

NATO esta nas ultimas. GCAP provavelmente nem num programa do tipo SAFE pode entrar.

Então é padrão de 3 países aleatórios?
“Padrão” pode ser um termo demasiado forte, aceito, mas dos quatro (potencialmente cinco) caças 6G  ocidentais atualmente em desenvolvimento, é de longe o que tem maior potencial de exportação, senão vejamos:

F-47 e F/A-XX: Não ao ser exportados em configuração full. Limita automaticamente o número de países que os vão querer.

FCAS: Vai ser um 5.5G, especialmente se a Alemanha sair, porque se a vaca leiteira sai, a França não tem arcaboiço financeiro para o desenvolver sozinha ou com a Espanha. Vai ter como clientes algumas petro-economias menores… a sua melhor esperança é convencer a Índia a entrar como parceiro secundário…

Sueco-Germânico: Ainda não saiu do papel e, se algum dia sair, só vai estar pronto 10 anos depois dos outros… além disso, vai ser um caça tático, à semelhança do Gripen. Será o ideal para países da Europa de Leste na década de 50, para enfrentarem a Rússia. Fora da Europa tem poucas chances porque a Alemanha tem a mania de se armar em donzela e já vai chegar tarde ao mercado.

Quanto ao GCAP, está a progredir bem e vai ser o primeiro caça 6G não-americano. Primeiro voo estimado para 2030, primeiras entregas aos esquadrões de treino em 2035-37 e aos esquadrões de combate em 2040 (o Japão tem urgência e não vai deixar os Europeus arrastarem-se). É um caça pesado, de muito longo alcance, que é exatamente o que países como a Austrália e Canadá precisam (ambos países sujeitos à “ditadura” da distância no Pacífico e Ártico e maioritariamente anglófonos, o que não é dispiciendo). Quanto à Arábia Saudita, só faz praticamente negócio como os EUA e o RU e já manifestaram vontade de entrar. Os números potenciais desses seis países, por si só, vão ser superiores aos de qualquer outro avião 6G.

Concordas com esta análise?

Quanto a Portugal, já defendi aqui várias vezes que o GCAP é exatamente aquilo que precisamos operacionalmente para defender o Atlântico, não uma caça tático com raio de combate de 500 milhas…

F-47 e F/A-XX + F-35+: Vão ter uma base de desenvolvimento comum. Se a atual administração continuar, podem vir a fazer más decisões. Mas dinheiro Árabe vai sempre ser bem vindo,

FCAS: F-35 europeu, com financiamento indiano. Vai ser mais do mesmo da Dassaut, bom mas caro.

Sueco-Germânico: Querem coisas diferentes. Se conseguirem fazer um 5/6 º barato podem ser os vencedores da corrida.

GCAP: Meio de nicho, mas muito promissor.

Americanos: Duvido que a versão Full alguma vez seja exportada, independentemente da Administração, tal como não exportaram o F-22 e a havia muito quem quisesse. Versões limitadas não vão ser tão apelativas para potenciais clientes.

FCAS: Concordo que a única possibilidade de alguma vez vir a ser um caça minimamente decente é se conseguirem convencer os Indianos a entrar no programa, com produção local.

Sueco-Alemão: primeiro têm que se juntar e depois têm que começar basicamente do zero… pode ser que aconteça ou podem acabar por se juntar ao GCAP. E a isso tens que juntar as proibições de exportação alemãs. Mas se conseguirem fazer uma espécie de Gripen 6G, concordo que vai ser um avião apelativo para muita gente.

Podes elaborar porque achas que os requisitos operacionais dos dois países são diferentes? Ambos querem um avião tático capaz de enfrentar e derrotar opositores russos. 500 milhas de raio de combate chegam. Talvez os Suecos continuem a querer operar do meio de lado nenhum, mas não sei se vai ser fácil, devido às complexidades de operar aviões 5G e 6G de pistas austeras e com apoio logístico mínimo. Acho que os que os une é mais que o que os separa e são parceiros naturais.


GCAP: Não acho que seja de nicho. Vai ser o caça de superioridade aérea, com capacidade de alcance sub-estratégica tal como o F-47 e o F/A-XX. O F-15 do Século XXI, se quiseres… não vai ser para todos, porque não é essa a necessidade de muitos países, obviamente.

A Saab quer algo barato que possa vender mais fácil.
A Airbus quer um bom produto para concorrer com os outros.
6G barato é uma quimera… quando a Saab acordar para esse facto, vai ver que vai ter que assumir compromissos com an Airbus ou admitir que vai produzir algo inferior. Ao contrário dos Franceses, os Suecos são pragmáticos. Os requisitos operacionais dos dois países são tão próximos que deve have lugar para compromissos, como em qualquer programa multinacional.

A Saab já vai produzir o sistema do EW dos EF T5. A ideia que a 6º é uma coisa mística é apenas publicidade.

Estás mesmo a comparar produzir a suíte EW de um 4.5G com o conjunto de competências necessário para desenvolver um 6G? A sério? Uau…  os números disponíveis publicamente para desenvolver caças 6G variam entre os 60 e os 100 Bi (escolhe a moeda…). Desculpa, só podes estar a brincar…

Que caraterísticas têm um 6G?

Das duas uma: ou estás armado em troll, ou não sabes mesmo (o que duvido) e, nesse caso, aconselho te que te informes antes de vir para aqui postar baboseiras. Pergunta à IA o que a 6G… em qualquer dos casos, comentários deste calibre não merecem que eu perca tempo com uma resposta séria. Por mim a discussão encerra aqui. Passar bem…

Citar
A diferença entre um caça de 5ª geração e um caça de 6ª geração está principalmente no nível de automação, integração e forma de combate. A 6ª geração não é só um avião melhor — é um sistema de combate aéreo completo.

Ou seja vai fazer cenas...
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Marinha Portuguesa / Re: Mísseis anti-navio futuros na Marinha
« Última mensagem por Major Alvega em Hoje às 12:25:53 am »
 Quanto ao futuro missil anti-navio. É um assunto que não tem muita conversa. Tudo o que seja fora do NSM, seria mais uma patacoada à tuga.
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Exército Português / Re: Artilharia do Exército
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:19:09 am »
Portugal inicia el entrenamiento del obús CAESAR antes de su entrega para principios de 2030.

https://galaxiamilitar.es/portugal-inicia-el-entrenamiento-del-obus-caesar-antes-de-su-entrega-para-principios-de-2030/
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Exército Português / Re: Artilharia do Exército
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:17:12 am »
Artilleros portugueses se ejercitaron en Rumania con el CAESAR, futuro obús autopropulsado del Ejército de Portugal

https://www.zona-militar.com/2026/01/09/artilleros-portugueses-se-ejercitaron-en-rumania-con-el-caesar-futuro-obus-autopropulsado-del-ejercito-de-portugal/
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Mundo / Re: BRICS
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:15:03 am »
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 12:05:41 am »
A vibe deste homem... jasus!




é mesmo BOVINO.  :mrgreen:
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Mundo / Re: Estarão os EUA a ficar para trás?
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 10, 2026, 11:49:44 pm »
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