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Mundo / Re: França
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 04:06:02 pm »
Os números são falsos?
Tem melhores para contestar?

Sds
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 04:01:42 pm »
Macron defende eurobonds para financiar investimentos estratégicos na UE e “desafiar” hegemonia do dólar
Lusa

Presidente francês quer recorrer ao endividamento comum para financiar investimentos na transição ecológica, IA e tecnologia quântica, dizendo que seria "um grave erro não aproveitar esta capacidade”.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu o uso de um novo empréstimo conjunto dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE), que financiaria investimentos estratégicos e permitiria ao bloco comunitário “desafiar a hegemonia do dólar”.

“Chegou o momento de a União Europeia lançar uma capacidade de endividamento comum, através das eurobonds“, afirmou Macron numa entrevista publicada esta terça-feira por sete jornais europeus, entre eles Le Monde, The Economist e Süddeutsche Zeitung, dois dias antes de uma reunião informal de chefes de Estado e de Governo da UE centrada em como impulsionar a competitividade europeia.


O objetivo dessa emissão conjunta de dívida seria investir em conjunto na transição ecológica, na inteligência artificial e na tecnologia quântica, para que a UE não fique para trás nestes setores.

Na entrevista, que teve lugar na segunda-feira no Palácio do Eliseu, em Paris, Macron apostou na criação de uma capacidade de endividamento comum para estas despesas futuras: “eurobonds com visão de futuro“, sublinhou.

“Esta é uma oportunidade única, que também nos permitiria desafiar a hegemonia do dólar. Na verdade, o mercado global tem cada vez mais medo do dólar americano. Procura alternativas. Ofereçamos-lhe dívida europeia”, propôs Macron, para quem seria “um grave erro não aproveitar esta capacidade de endividamento”.

Macron também exortou a que não se sucumba a uma “sensação covarde de alívio” na crise da Gronelândia, que o Presidente norte-americano quer anexar, porque a diminuição da tensão, na sua opinião, será de curta duração.

Neste contexto, para o Presidente francês, chegou o momento do “despertar” europeu nos domínios económico, financeiro, de defesa e segurança, e democrático.

E é preciso começar, disse ele, pela simplificação e aprofundamento do mercado interno, e continuar com o regime 28 (que visa criar um código europeu de direito comercial), a união dos mercados de capitais e a integração das redes elétricas dos Estados-membros da UE porque “o mercado nativo para as empresas não pode ser vinte e sete mercados diferentes, mas 450 milhões de pessoas”.

O segundo pilar, continuou, é a diversificação, a assinatura de novas alianças comerciais, como a UE acaba de fazer com a Índia, uma vez que esta estratégia oferece uma nova fonte de crescimento e também permite reduzir as dependências, disse.

Questionado sobre o acordo comercial com o Mercosul, ao qual a França se opõe no seu estado atual, Macron afirmou que é “um mau negócio”, que está “desatualizado” e foi “mal negociado”. “De qualquer forma, o Mercosul não terá o impacto drástico na nossa agricultura que alguns temem, nem o impacto positivo no nosso crescimento que outros imaginam”, acrescentou.

Finalmente, o chefe de Estado francês defendeu a proteção da indústria da UE e a não imposição aos produtores europeus de normas que não são exigidas aos importadores não europeus.

No domínio das parcerias industriais europeias, Macron defendeu o projeto do futuro avião de combate europeu (SCAF) como “um bom projeto”, e argumentou que “as coisas devem avançar”, apesar das tensões entre franceses e alemães.

“É um bom projeto e não tive qualquer indicação da parte alemã de que não seja um bom projeto. Quando os industriais tentam criar dissensão, é uma coisa, mas não nos cabe a nós apoiá-los”, afirmou, garantindo que voltaria a discutir o assunto com o chanceler alemão, Friedrich Merz.

https://eco.sapo.pt/2026/02/10/macron-defende-eurobonds-para-financiar-investimentos-estrategicos-na-ue-e-desafiar-hegemonia-do-dolar/

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 04:00:02 pm »
3 FCX40 seriam uma escolha muito melhor para complemento direto às FREMM EVO e substituir as fragatas antigas restantes.

32 × Sylver A50 
8 × NSM
76/62 SR com Strales
1 × 30mm RWS
MU90
RAM opcional
Hangar para NH90 ou MH‑60R
1–2 UAV VTOL
Tripulação: 100–120

Custo: €500, 600 M ou mais ?

Comunalidade com FREMM EVO muito alta, CMS Leonardo, radar Leonardo (mesma família), VLS Sylver, MU90, NSM, EW Leonardo
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:45:28 pm »
Convinha continuarmos esta discussão em apenas um tópico. Acho que o da substituição dos F-16 é o mais adequado, vamos continuar lá…
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:44:23 pm »
Como é óbvio, este artigo é provavelmente pago pela Dassault, já que convenientemente não analisa o EF, o qual tem todas as vantagens do Rafale e nenhuma das desvantagens de restrições de acesso ao código-fonte e utilização de armamento não compatível com o que temos. A isto chama-se sonsice inteligente…

Tomar decisões que vão decidir a FAP para os próximos 40 anos com base num snapshot histórico é do mais burro que se pode pensar. Como dizem o Ghidra e o Duarte, e se as coisas mudarem na Europa e nos States nos próximos dois anos? O governo Trump está em plena implosão e, com um bocado de sorte, vai perder a maioria na Câmara dos Representantes E no Senado em Novembro (eu cá estarei para votar nisso mesmo), enquanto é previsível/provável/possível que a Frente Nacional ganhe as próximas eleições em França (por exemplo, sem falar na AfP na Alemanha ou no UKIP na Grã-Bretanha) e depois como vai ser? Com a sanidade restaurada nos Estados Unidos e a Europa numa deriva populista ainda nos vamos preocupar com “kill switches”? Ó gentinha de vistas curtas…
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 03:35:29 pm »
Obrigado. 
Não incluir o EF é, no mínimo,  estranho.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 03:34:55 pm »
Nada de novo apenas acrescentar se a trupe circense da le pen e companhia chegam ao poder em 2027 se aliam com os seus financiadores? Pois é... Ou rafale não faz actualizações de software? O f 35 é um risco grande mas é preciso pensar em todas as variáveis.

O mesmo pode acontecer coma Alemanha e o AfP. Como disse o CdM não há solução perfeita. Terá que ser a menos má.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:32:22 pm »
Concordo que se é para ter uma fragata de segunda linha, mas ainda capaz de operações autónomas em ASW e AAW em ambientes de baixa e média intensidade, mais vale ir para a FCx40 com propulsão diesel-elétrica (a 30 parece-me demasiado pequena para as condições de mar em que teriam que operar, nomeadamente em termos da estabilidade necessária para o uso de helicópteros em estados de mar elevados) que para a Meko A200, que seria a concorrente óbvia e na mesma classe. Três destas para substituir as BD e as VDG e 3-4 EPC LR para substituir os NPO 1S e 2S e ficava a “festa” dos meios de superfície feita…
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Patrao em Hoje às 03:28:17 pm »
Quem tiver acesso,  faça um resumo sff.

Porque é que Portugal comprar o F-35 é, mesmo, muito mau – Observador https://share.google/7zL5ydsDbhG4J3X9V

Fica aqui um resumo feito pelo chat GPT. Eu li também o resumo e está bastante fiel ao original.

"O texto começa por desmontar o mito de que o caça F-35 possui um “kill switch” remoto que permitiria aos EUA desligar completamente o avião. Embora não exista evidência de um botão desse tipo, o F-35 apresenta, na prática, mecanismos reais de limitação remota que podem condicionar seriamente a sua utilização operacional.

Essa limitação assenta em três camadas principais.
A primeira são os Mission Data Files (MDF), bases de dados essenciais para guerra eletrónica e sobrevivência em combate, que são produzidas e geridas nos EUA. Sem acesso a esses dados, o F-35 continua a voar, mas perde grande parte da sua eficácia em cenários hostis.
A segunda camada é o software altamente complexo, que exige atualizações constantes; sem elas, o avião fica rapidamente obsoleto e vulnerável.
A terceira é a integração de armamento, totalmente controlada pelos EUA, o que limita a autonomia dos países operadores.

No contexto da substituição dos F-16 da Força Aérea Portuguesa, o texto compara o F-35 com alternativas europeias.
O Saab Gripen destaca-se pela sua filosofia de soberania nacional, maior abertura à transferência de tecnologia e menor dependência de um centro único de controlo, embora tenha limitações em cenários de alta intensidade.
O Dassault Rafale, apesar de a França ser mais restritiva no acesso ao código-fonte, não depende de um ecossistema global centralizado como o do F-35. É um sistema maduro, testado em combate, com grande alcance, forte integração de guerra eletrónica e maior autonomia operacional.

A conclusão é que o F-35 representa um elevado risco de dependência estratégica e perda de soberania operacional para Portugal. Entre as opções europeias, o Gripen surge como a escolha mais eficiente do ponto de vista económico e de autonomia técnica, mas com limites militares. Já o Rafale é apontado como a opção mais equilibrada a longo prazo, oferecendo maior robustez militar, menor risco de bloqueios indiretos e uma soberania operacional mais compatível com as necessidades estratégicas de Portugal."
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 03:23:44 pm »
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