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Marinha Portuguesa / Re: Fuzileiros da Armada Portuguesa
« Última mensagem por P44 em Hoje às 03:54:26 pm »
https://www.facebook.com/100077060711788/posts/914700774441938/

Viaturas anfíbias 4x4 LARC-V do Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa em acção na lezíria alagada do Rio Tejo | Salvaterra de Magos  | 5 de Fevereiro de 2026

Chegada de duas viaturas anfíbias 4x4 LARC-V, 408 e 414, afectas ao Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa, a 5 de Fevereiro de 2026, em preparação de entrada em zonas alagadas nas margens de lezíria do Rio Tejo, junto ao Convento de Jericó, georreferenciação 39.01481, -8.81256, em Salvaterra de Magos, de onde prosseguiram, em colaboração com os Bombeiros Voluntários de Benavente, até Vila Franca de Xira, recolhendo pessoas e animais que ficaram isolados pela subida do nível das águas em resultado da depressão Leonardo, referenciada desde 2 de Fevereiro de 2026.

A 1 de Fevereiro de 2026, na sequência da tempestade Kristin, e após reunião de Conselho de Ministros extraordinário, o Governo da República Portuguesa declarou a situação de calamidade em Portugal até 8 de Fevereiro de 2026, entretanto prorrogada até 15 de Fevereiro de 2026. Na manhã de 6 de Fevereiro de 2026 foi activado em Benavente o Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil.

Com base num projecto da década de 1950 da norte-americana Borg Warner Corporation, a LARC-V entra ao serviço do Corpo de Fuzileiros Portugueses em Fevereiro de 1983, num conjunto de 15 unidades, de fabrico norte-americano, provenientes da Marinha Alemã. São então afectas ao Grupo de Lanchas Anfíbias, na dependência da Unidade de Apoio de Meios Aquáticos (UAMA), actualmente, e desde 1994, a Unidade de Meios de Desembarque (UMD). O acrónimo original, LARC-V, corresponde a "Lighter, Amphibious Resupply, Cargo, 5 ton", correspondendo "V" ao numeral romano para "5" [ton] da sua capacidade de carga (5 toneladas curtas). A Marinha Portuguesa fez corresponder ao acrónimo a expressão de "Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga.

Em termos de capacidade de carga a LARC-V conta com um porão que lhe permite transportar até 25 militares totalmente equipados ou 4,5 toneladas de carga (num espaço de 14,5 metros quadrados; 4,88 x 2,97 metros). Desloca um total máximo de 14 toneladas, com 10,67 metros de comprimento, 3,05 metros de boca e 3,25 metros de altura, comum calado de 0,9 metros. Propulsionada por um motor Cummins V8 Diesel com 305 hp, tem uma autonomia de 400 km em terra e de 40 milhas (74 km) na água. Tem uma velocidade máxima em terra de 48 km/h (reduzida para 16km/h em modo de tracção integral) e de 8,5 nós na água.

Vídeo via Bombeiros Voluntários de Benavente. Foto em contexto de estrada por Angela Ferreira. Fotos em contexto ribeirinho a partir de vídeo por Tiago Rodrigues Xaninha
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 03:52:01 pm »
Ante de começar (ou manter) sonhos molhados com LPDs e Mistral e outros que tais, gostaria que alguém me dissesse qual o requisito operacional para um navio com essa tipologia. Basicamente, de entre o conjunto de missões da Marinha, este elefante branco serve para quê? Que país  africano vamos invadir com um batalhão de fuzos? Ou vamos fazer um desembarque oposto em caso de guerra com a Rússia, quando os Marines americanos e ingleses, por exemplo,  já chegaram à conclusão que é suicidio nos dias de hoje? Com este dinheiro posso comprar duas FREMM usadas; se lhe juntar o preço dos helicópteros, posso em alternativa, comprar dois submarinos coreanos e ainda levar troco para casa… Se alguém me convencer que é útil e não apenas uma maneira de satisfazer vaidades, então aí começo a opinar sobre modelos. Mas isso sou eu…

Tecnicamente, este criticismo pode ser feito a outras fantasias que por vezes surgem mas FA. Desde logo a ideia de 2 modelos de caças, cujo propósito seria estritamente "agradar a gregos e troianos", sem qualquer vantagem operacional.

A compra de um LHD ou qualquer tipo de navio para o papel de "NAVPOL", terá que responder a 3 grandes questões:
-Há dinheiro?
-Há pessoal?
-Esta capacidade vai exigir cortes noutro lado?

Se a resposta a alguma das 2 primeiras perguntas for Não, e consequentemente à 3ª for Sim, então é simples, existem outras prioridades.

Se as respostas forem Sim/Sim/Não, então é aqui que se pergunta qual o nível de ambição, qual o orçamento, qual o propósito deste tipo de navio, e que opções existem.

No caso dos navios de convés corrido, acho um erro debater o assunto meramente com base no desembarque anfíbio. Até porque para isso, existem alternativas mais baratas, ou até que permitem recorrer a navios mais pequenos e baratos para desembarcar tropas.

A questão principal parece-me mesmo a operação de UAVs/UCAVs de asa fixa de média/grande dimensão, que seriam impossíveis de operar no PNM ou MPSS9000.

Se a ideia é usar UCAVs de asa fixa, na classe do MQ-9B STOL, e eventualmente derivados com variante AEW, é obviamente necessário algo muito maior que o MPSS9000.

Se não for para usar UCAVs de maior porte, nem faz sentido um LHD.


A utilidade deste tipo de navio (que pelo preço do mini-Mistral, mais valia encomendar um Dokdo), vai depender inteiramente dos meios adquiridos para serem utilizados a partir dele.

Se comprares UUVs e USVs para tirar partido da doca alagável de maiores dimensões, e UCAVs maiores, o leque de missões aumenta exponencialmente.

Incluir um UAV de asa fixa AEW, faz uma grande diferença na capacidade de aviso antecipado da frota, por exemplo contra mísseis a voar a baixa altitude.

Mas lá está - nível de ambição.
Se não for para tirar partido das vantagens que o navio oferece, não vale a pena algo tão grande.
Concordo… eu falei em desembarque anfíbio porque a Marinha continua a falar em LPD, não em LHD, embora tenham todos ficado muito excitados com o Mistral, que é um LHD. Tenho muito mais facilidade em aceitar um LHD, pelos motivos que apontas, que um LPD… Se for para ir para um LHD, então sim, deve-se debater nível de ambição, requisitos operacionais, custo aceitável, etc. e só depois decidir qual a melhor plataforma (MPSS/Mistral Mini/Dokdo, etc.). Para mim, tudo começa com a definição do conceito operacional.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:51:22 pm »
https://www.seaforces.org/marint/Portuguese-Navy/Frigate/Vasco-da-Gama-MEKO200PN-class.htm

Citar
Modernization:
In 2019, the new Military Programming Law was approved by the Portuguese Assembly of the Republic, which provided an amount of 125 million euros for the modernization of the three frigates of the Vasco da Gama class. In November 2022, the order authorizing the Ministry of National Defence to proceed with the modernization, was signed, in order to be able to use the ships in scenarios of high intensity combat. Among the improvements to be made to the frigates is the incorporation of RIM-162 ESSM Block-2 missiles to replace the RIM-7 Sea Sparrow.

https://en.wikipedia.org/wiki/Vasco_da_Gama-class_frigate

Podem é estar apenas a assumir que tal acontecerá porque o novo CMS permite esta integração?

Pois, oficialmente não estava incluída a inclusão dos ESSM. Supostamente, seria necessário modernizar os Mk-29.

Depois o valor orçamentado em 2019 pode não ter aumentado, enquanto isso os custos de material aumentou consideravelmente depois disso, entre Covid e depois a Guerra na Ucrânia.
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Sueco
« Última mensagem por LM em Hoje às 03:49:13 pm »
Treino de assalto da 721.ª Comp.ª Inf.ª  Mecanizada ("721. pansarskyttekompaniet") do P7, o Reg.º "Sul da Escânia" ("Södra Skånska") das Forças Suecas, viaturas blindadas CV90 (Stridsfordon 9040), na primeira semana de Fev.º 2026, em Ravlunda. Mais info https://espada-e-escudo.blogspot.com/2026/02/treino-de-assalto-de-infantaria.html




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Mundo / Re: Energias Renováveis
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 03:45:18 pm »
Building one gigawatt of solar capacity is not 'clean'.

It requires around 18.5 tons of silver, 3,400 tons of polysilicon, and more than 10,000 tons of aluminium.

Producing the polysilicon alone consumes thousands of tons of quartz, coal, petroleum, coke, charcoal and wood chips.

Refining the silver for one gigawatt uses roughly 4,600 megawatt hours of electricity, the annual power use of 400 US homes.

Producing the aluminum consumes nearly 2 million gigajoules of energy, enough to power more than 100,000 households for a year.

Solar power is built with massive fossil energy inputs. Only the output is labelled 'green'. These are the realities campaigners never want to talk about.


https://x.com/Electroversenet/status/2019742874422714374

 :o
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Hoje às 03:45:08 pm »
Ante de começar (ou manter) sonhos molhados com LPDs e Mistral e outros que tais, gostaria que alguém me dissesse qual o requisito operacional para um navio com essa tipologia. Basicamente, de entre o conjunto de missões da Marinha, este elefante branco serve para quê? Que país  africano vamos invadir com um batalhão de fuzos? Ou vamos fazer um desembarque oposto em caso de guerra com a Rússia, quando os Marines americanos e ingleses, por exemplo,  já chegaram à conclusão que é suicidio nos dias de hoje? Com este dinheiro posso comprar duas FREMM usadas; se lhe juntar o preço dos helicópteros, posso em alternativa, comprar dois submarinos coreanos e ainda levar troco para casa… Se alguém me convencer que é útil e não apenas uma maneira de satisfazer vaidades, então aí começo a opinar sobre modelos. Mas isso sou eu…

Tecnicamente, este criticismo pode ser feito a outras fantasias que por vezes surgem mas FA. Desde logo a ideia de 2 modelos de caças, cujo propósito seria estritamente "agradar a gregos e troianos", sem qualquer vantagem operacional.

A compra de um LHD ou qualquer tipo de navio para o papel de "NAVPOL", terá que responder a 3 grandes questões:
-Há dinheiro?
-Há pessoal?
-Esta capacidade vai exigir cortes noutro lado?

Se a resposta a alguma das 2 primeiras perguntas for Não, e consequentemente à 3ª for Sim, então é simples, existem outras prioridades.

Se as respostas forem Sim/Sim/Não, então é aqui que se pergunta qual o nível de ambição, qual o orçamento, qual o propósito deste tipo de navio, e que opções existem.

No caso dos navios de convés corrido, acho um erro debater o assunto meramente com base no desembarque anfíbio. Até porque para isso, existem alternativas mais baratas, ou até que permitem recorrer a navios mais pequenos e baratos para desembarcar tropas.

A questão principal parece-me mesmo a operação de UAVs/UCAVs de asa fixa de média/grande dimensão, que seriam impossíveis de operar no PNM ou MPSS9000.

Se a ideia é usar UCAVs de asa fixa, na classe do MQ-9B STOL, e eventualmente derivados com variante AEW, é obviamente necessário algo muito maior que o MPSS9000.

Se não for para usar UCAVs de maior porte, nem faz sentido um LHD.


A utilidade deste tipo de navio (que pelo preço do mini-Mistral, mais valia encomendar um Dokdo), vai depender inteiramente dos meios adquiridos para serem utilizados a partir dele.

Se comprares UUVs e USVs para tirar partido da doca alagável de maiores dimensões, e UCAVs maiores, o leque de missões aumenta exponencialmente.

Incluir um UAV de asa fixa AEW, faz uma grande diferença na capacidade de aviso antecipado da frota, por exemplo contra mísseis a voar a baixa altitude.

Mas lá está - nível de ambição.
Se não for para tirar partido das vantagens que o navio oferece, não vale a pena algo tão grande.
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Infantería de Marina Espanhola
« Última mensagem por LM em Hoje às 03:44:39 pm »
Treino com plataforma Dual EIMOS, morteiro de 81 mm sobre viatura blindada 4x4 VAMTAC ST5, "Infantería de Marina" das Forças de Espanha (FIMAR RIII) na Roménia, em Jan2026, exercício "Eagle Fire" em Cincu, na região de Brașov, na Transilvânia. Mais info https://espada-e-escudo.blogspot.com/2026/02/infanteria-de-marina-de-espanha-treina.html


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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 03:28:45 pm »
Os turcos arranjaram um patrocínio para o KAAN?

https://x.com/i/status/2019783366862623171
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Portugal / Re: Depressão Kristin
« Última mensagem por LM em Hoje às 03:24:20 pm »
Chegada de viaturas anfíbias 4x4 LARC-V, 408 e 414, Corpo de Fuzileiros da Marinha Portuguesa, 05Fev2026, em preparação de entrada em zonas alagadas nas margens de lezíria do Rio Tejo, junto ao Convento de Jericó, em Salvaterra de Magos. Mais info e vídeos https://espada-e-escudo.blogspot.com/2026/02/viaturas-anfibias-4x4-larc-v-do-corpo.html


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Indústrias de Defesa / Re: Programa Espacial Brasileiro
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 03:23:20 pm »
Empresa some com R$ 24 milhões em prestação de conta e governo cancela projeto de foguete brasileiro

Agência federal cobra devolução do dinheiro após problema em prestação de contas; companhia diz agir dentro do contrato e seguir princípios de responsabilidade e ética

https://www.terra.com.br/byte/ciencia/empresa-some-com-r-24-milhoes-em-prestacao-de-conta-e-governo-cancela-projeto-de-foguete-brasileiro,145077043b711ffb92a2b32b57b764f0ei1327nt.html

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