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Indústrias de Defesa / Re: Noticias da Industria Militar Española
« Última mensagem por goldfinger em Hoje às 08:39:40 am »
Avanzando en la producción de componentes MSE PAC-3 PATRIOT en España



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A principios de semana, Lockheed Martin participó en la ceremonia de colocación de la primera piedra de Sener en su nuevo Centro de Excelencia Patriot, donde Sener producirá actuadores para el PAC-3 MSE, tras la validación de la línea de producción por parte del gobierno estadounidense. Lockheed Martin adjudicó a Sener una orden de compra en diciembre de 2024 para comenzar el diseño e implementación de su línea de producción para el actuador PAC-3 MSE.

“El progreso que Sener y Grupo Oesía han logrado para alcanzar sus objetivos de producción es un triunfo tanto para la defensa nacional de EE. UU. como para la de España”, declaró Brian Kubik, vicepresidente de Programas PAC-3 de Lockheed Martin. “La participación de la industria española en la cadena de suministro de MSE PAC-3 proporciona mayor resiliencia a la cadena de suministro PAC-3 a medida que aumentamos la producción y entregamos competencias industriales críticas a España”.

ANTECEDENTES: CÓMO LA INDUSTRIA ESPAÑOLA APOYA A LAS MSE PAC-3

Como el misil de defensa aérea más avanzado del mundo, el PAC-3® Missile Segment Enhancement (MSE) ofrece a España una protección mejorada contra amenazas aéreas y de misiles avanzadas. Con una tecnología única de impacto directo que elimina las amenazas por contacto directo, el PAC-3 MSE ofrece protección contra misiles balísticos tácticos, misiles de crucero, misiles hipersónicos y aeronaves.

Funcionarios de Estados Unidos y España formalizaron un acuerdo para que España adquiera el PAC-3 MSE y el equipo de soporte relacionado en 2024. Como parte de la adquisición, Lockheed Martin también firmó Memorandos de Entendimiento con Grupo Oesía y Sener para permitir la producción futura de componentes del PAC-3 MSE en España.

Impactos clave en España ___
Las alianzas de Lockheed Martin con la industria española tienen como objetivo:

Transferir tecnología  y experiencia a proveedores españoles.
Estimular el crecimiento económico  y crear empleo cualificado en España.
Desarrollar una cadena de suministro resiliente y soberana  para respaldar el aumento de la capacidad de producción y acelerar la entrega a los clientes de MSE PAC-3, incluida España.
Voces de los socios ___
Sener

Con este importante hito en la construcción del nuevo Edificio 10, conocido popularmente como Edificio Patriot, en nuestras instalaciones de Tres Cantos (Madrid), Sener confirma su compromiso con sus clientes y con el Ministerio de Defensa para afrontar los retos que plantea la situación actual del mercado de defensa. En el nuevo edificio, que estará operativo en 2027, Sener producirá los actuadores de misiles PAC-3 MSE para el sistema Patriot destinados al mercado global. Las nuevas instalaciones contarán con todo el equipamiento necesario para satisfacer la demanda actual y responder al crecimiento futuro. — Rafael Orbe, Director General de Defensa de Sener.

Grupo Oesía

Este proyecto representa un paso adelante en la contribución del Grupo Oesía al desarrollo de altas capacidades tecnológicas e industriales en España. A través de este programa, consolidaremos nuestra contribución a la cadena de suministro internacional de sistemas de defensa PAC-3 y ampliaremos nuestro conocimiento en el campo de los sistemas de defensa. - Héctor Roldán, CEO del Grupo Oesía.

Mirando hacia el futuro   ___
Los exitosos avances en los proyectos industriales de ambas compañías preparan el terreno para una fase de implementación de cuatro años que culminará con la entrega de componentes totalmente certificados a la línea de producción integral PAC-3 MSE de Lockheed Martin en Camden, Arkansas. Lockheed Martin mantendrá su estrecha colaboración con ambas compañías, incluyendo revisiones periódicas del progreso y asistencia técnica.

Lockheed Martin ha sido un socio de confianza para la defensa, la industria y la economía españolas durante más de 40 años. Ha colaborado con socios industriales españoles clave para desarrollar la capacidad de fabricación local, generar más de 1.000 millones de euros en beneficios económicos para la economía española en los sectores aéreo, marítimo y espacial y mantener cientos de empleos en España.

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Armada Espanhola / Re: Notícias da Armada Espanhola
« Última mensagem por goldfinger em Hoje às 08:35:54 am »








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Tras la reciente entrega del tercer helicóptero , tres helicópteros MSPT “Sable” de la Armada Española NH90 realizaron un vuelo en formación sobre la Base Naval de Rota, lo que marca un hito en la hoja de ruta de desarrollo del 14.º Escuadrón. Alcanzarán la Plena Capacidad Operacional (FOC) para el verano de 2028.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Hoje às 05:46:42 am »

Neste momento ainda não vi confirmação de que a totalidade dos 90 Boxer virão todos com RCT30.

Lembrar que há bem pouco tempo até de Skyranger 30 se falava. Se vierem também alguns desta ou de qualquer outra versão, muda a possível organização da frota.

A noticia refere que o Maj Gen Miguel Freire anunciou que serão na versão, VCI com RCT30 e na versão APC que suponho deverá ter uma RWS 12,7mm e talvez lança-granadas e Spike? Outras versões não foram mencionadas, mas podemos supor que virão nas variedades necessárias:

VB Posto Comando 5 (2 no comando do BI, 1 em cada CAt) e VB Comunicações 2 no Pel. Transmissões da CCS
3× Companhias Atiradores cada uma com 12  APC com RWS 12,7mm = 36 total APC
VCI  Pelotão de Apoio de cada CAt com 4 VCI RCT30 30mm, 3 x 4= 12
Pel. Rec.  8 com RCT30 e Spike
Ambulância no Pel San. da CCS 4
Manutenção, Reparação e Recuperação 6 no Pel. Manutenção.
Logística, Carga e Transporte 4 no Pel. Reabastecimento
AA Sky Ranger  8 no Pel. AA (4 sec. com 2 Boxer Sky Ranger cada)
6 VB Morteiro 120mm

91 Boxer no total
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Apone em Hoje às 02:15:33 am »
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por HSMW em Hoje às 01:53:57 am »

Why Every Nation Suddenly Wants What's Beneath Greenland!
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Força Aérea Portuguesa / Re: KC-390 na FAP
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 01:08:40 am »
Reabastecimento aéreo endógeno, na FAP?
Ainda me custa a crer.

Bem sei que não é aquilo que precisamos (MRTT), mas é uma valência agora edificada que pura e simplesmente não existia.

Se quer voar mais longe e rápido com uma carga maior um outro kc-390 te reabastece no meio do caminho sem precisar você precisar pousar. Também é uma capacidade muito boa em aeronaves que estão em  missão ISR ou vigilância continua.

Brasil tem 94 milhões de dependentes de bolsas do governo

Explica muita coisa.
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por Apone em Hoje às 12:59:37 am »
A dura realidade no terreno.

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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Bubas em Hoje às 12:49:59 am »
Adoro discutir com gente inteligente. Aprende-se tanto...
Eu não pesco nada do assunto. Só quero entender se os ST são úteis, para alem do treino.
Obviamente o ST não serve para nada na FAP pois como se sabe elas não fazem missões de policiamento.
Tb não servem para a defesa contra drones, Portugal não tem necessidade de tal, nem os parceiros NATO...
Tb não podem voar integrados noutras forças.
Tb não temos pilotos... etc...
Sei lá.

Muito do que você diz é acertado, dá para perceber que percebe do assunto. Mas tem um problema adorável. De vez em quando engana-se... normal, quem não. Mas ai algo interno o impede de reconhecer o erro, aceitar e seguir em frente.
Vou deixar de escrever textos sarcásticos sobre o ST, eles estão ai, já não voltam e vão certamente ter uma função dentro da FAP quer você queira quer não.
É por demais evidente que este tipo de aviões têm múltiplas utilidades nos dias de hoje. E ainda bem.


Olhem só o que os ignorantes da Austria mandaram para a operação Dadalus na Suiça como protecção ao Fórum Económico Mundial... Pilatus PC-7 da Força Aérea Áustria, armados com 2 "pods" HMP-250 metralhadora pesada FN M3P cal. 12,7x99mm (250 munições).
Onde já se viu aviões a hélice armados a fazer alguma coisa util que não treino, básico claro.
Mais valia enviar drones ou jatos, ou... coisa e tal...
https://x.com/ee_espadaescudo/status/2014006619374293117?s=61

Tu nunca pescas nada do assunto, nem das questões que se levantam, mas insistes em debitar porcaria aqui.

Começas por comparar uma missão de policiamento num local onde a ameaça é virtualmente zero, com o emprego que se quer dar aos ST em TOs externos com riscos mais elevados.

Por uma Força Aérea que ainda está espera de UCAVs e de treinadores a jacto, e que tem apenas 15 caças a jacto, e portanto não lhes resta muita coisa senão desenrascar com o que têm.

Depois usas o emprego daqueles meios por um país que não tem mais nada, como "prova" da sua utilidade, sem que as aeronaves tenham de facto lidado com uma ameaça real.

E depois ignoras que existe uma grande diferença entre:
-ter pilotos instrutores com formação para disparar metralhadoras e largar bombas burras;
-ter pilotos de uma esquadra de treino que de repente têm que obter (e manter) certificações para armamento guiado, mais pessoal de terra treinado para manusear o dito armamento, e ainda pensar em destacamentos.

Tudo isto tem custos, que são injustificáveis numa esquadra que era suposto fazer apenas treino mantendo custos no mínimo, e ainda por cima para usar uma aeronave de combate que só pode operar em baixa intensidade, o que reduz o retorno de investimento.

A questão nunca foi a utilidade ou não de uma aeronave a hélice para outras funções, mas sim a realidade portuguesa em que temos falta de pilotos, falta de pessoal de terra, poucas munições para as principais aeronaves de combate (F-16 e P-3), e resolvem piorar esta situação ao comprar STs para funções de combate, exigindo mais destes recursos para sustentar essa frota.

Quem nos dera a nós que os ST se ficassem pelo uso de metralhadoras e bombas burras. Era de maneira que a pegada logística da frota era mais reduzida, e sobrava verba para armar como deve ser os F-16 e P-3.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Red Baron em Hoje às 12:48:49 am »
Os Pandur têm sido usado pelas forças ligeiras(ex: RCA). Mas os Pandur são mais um substituto dos M113(Taxi) do que vão ser os Boxer.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Janeiro 23, 2026, 11:43:09 pm »
Os BIMec a Rodas com todo o quadro orgânico devidamente preenchido (incluindo 3 Companhias de Infantaria) precisa de 128 Pandur. Tendo apenas 2 à tantos anos, mas tendo mais uma vez todo o quadro orgânico devidamente preenchido "basta" 104 Pandur.

Ou seja, os Boxer que eles querem adquirir é mais ou menos equivalente a um BIMec a 2 Companhias de Atiradores. Se são 90 é porque provavelmente a organização não será exactamente esta do quadro.



PS: eu não sou como a minha filha, façam as contas por vocês próprios que a hipótese de eu ter feito asneira é relativamente grande.

PS2: uma coisa é o quadro orgânico em tempo de vacas gordas outra coisa é a realidade, é provável que actualmente o número de viaturas seja muito menor porque ou as versões não foram adquiridas ou não há pessoal.

Destas versões de Pandur, as 27 auto-metralhadoras e 24 porta-morteiros nunca se materializam. Das 12 Pandur anti-carro, apenas 5 chagaram cá.
ORBAT e TOE mudam com o tempo. Se formos a ver o BCmds no início dos anos 80 tinha 27 Chaimites naquele tempo (se formos pela imagem que coloquei), o resto eram viaturas rodas soft skin.

Parece mais certo as Comp. At Mec  modernas terem 12 a 14 VB, 1 ou 2 no comando, e 4 por Pel. At. Mec. Ou 12, Um Pel. Comando e 3 Pel. At. cada um com 4 VB. Pelo menos parece ser a organização mais comum nos exércitos NATO na atualidade...  Portanto um BIMec tem pelo menos, mínimo dos mínimos 44 VB Boxer, fora as versões de apoio, que poderão se também Boxer ou outra VB até, e claro viaturas rodas não blindadas. Neste caso 90 Boxer dá para equipar 2 BI Mec.

Neste momento ainda não vi confirmação de que a totalidade dos 90 Boxer virão todos com RCT30.

Lembrar que há bem pouco tempo até de Skyranger 30 se falava. Se vierem também alguns desta ou de qualquer outra versão, muda a possível organização da frota.
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