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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por miguelbud em Janeiro 06, 2026, 09:14:34 pm »
Atençao que este video foi feito por um canal assumidamente anti-Trump criado há 2 meses.

Uma simples pesquisa no google mostra que nao houve nenhuma aplicaçao do Japao, Coreia do Sul, australia e Nova zelandia en integrar o SAFE. No entanto o vídeo diz que isso é um facto adquirido, mas socorre-se sempre de fugas de informaçao do pentagono ou da UE ás quais apenas a CNN teve acesso.

Vi outros vídeos e numnde diz que a animosidade do Trump com o canada fez com que os canadianos viajassem menos para os EUA e isso teriam um impacto de 4 mil milhoes na economia americana; depois afirma que 4 mil milhoes é um valor maior que o PIB dos estados mais pequenos. O que é uma autentica mentira. 4 mil milhoes nem é 10% do estado com o PIB mais pequeno (Vermount).
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 06, 2026, 08:14:22 pm »
Bem a Dinamarca insistir no f35 é uma maneira tentar agradar ao trump e tentar algum aparo na indústria militar americana não deve andar muito satisfeita com estas atitudes e com programas tipo o safe... O Mexico também tem sido visado e comprou um c130...
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 06, 2026, 07:42:35 pm »
Citar
While the project is currently in the "feasibility and requirements" stage, the European Defence Agency (EDA) has set an ambitious (if somewhat debated) timeline. Initial technology demonstrators are expected by 2029, 1with the full-scale production aircraft slated for entry into service between 2035 and 2040.

Se cá estivermos em 2040 logo vemos.
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Pilotasso em Janeiro 06, 2026, 07:33:36 pm »
Se... o F-35 sair da equação, fica tudo baralhado novamente.
Porque teremos de redefinir qual o caça principal e qual o complementar.
Isto partindo de um princípio de que serão sempre 2 modelos diferentes.
Nesse caso, o GRIPEN ganharia força como segundo caça, se equipado com um novo motor.
Não acredito num binómio EF + RAFALE.
Por outro lado, o RAFALE tem o problema de ser "demasiado francês"... associado à possibilidade da França ficar isolada num G6.
Aparentemente,  o EF (usados), que seria o escolhido como segundo caça,  manterá essa vantagem, faltando definir depois se o caça principal será outro EF (4 ou 5) ou um segundo modelo.
Sinceramente, a decisão deverá recair sobre o melhor parceiro para um futuro G6, algo que ainda poderá demorar algum tempo a definir dada a instabilidade dos projetos.
Também considero que, cada vez mais, deveremos valorizar as capacidades de luta A/A em detrimento de outras, e esse será mais um ponto desfavorável ao RAFALE.

Se o F-35 sair da competição então aí deixo de acreditar em 2 frotas complementares pois aí seriam perfeitamente redundantes e logisticamente mais complexo do que precisa ser. E deixa de fazer sentido EF's em segunda mão. Será EF Tr5 completamente artilhado até aos dentes sendo o seu substituto um modelo de 6G.

Torço o nariz á re-motorização do gripen. Não se faz assim com estalar de dedos (nunca foram pensados como alternativos nem há baia comum) e já é tarde para planear variantes novas. Por isso, por mim está riscado.
Rafale, gosto do avião no entanto para Portugal por uma questão dos armamentos existentes faz mais sentido o EF que é o compatível com eles. Rafale riscado.

Agora volto a insistir, se todos os países europeus (excepoto a frança por ogulho da sua industria), até a própria Dinamarca insistem no F-35, então porque iriamos ser logo nós a levantar as maiores objecções em adquirir-lo?  ::)
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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Bubas em Janeiro 06, 2026, 07:23:08 pm »
Ui, fiquei mais descansado, por momentos pensei que o FMLA seria algo que a Europa considerava válido e útil.
Afinal é só para distribuir trocos por umas PME...
Que alívio, ia ser difícil ver servir mais uma rodada de sapos...

Pelo menos a European Defence Fund reconhece a necessidade da capacidade...

"3.1.12.1.EDF-2026-RA-PROTMOB-FMLA: Future multirole light aircraft
There is a need for a new multirole light aircraft that can bridge the gap between today’s
battlefield and modern technology, as most of the fleet in this segment across the EU is
ageing.
The future multirole light aircraft (FMLA) concept must not duplicate or create fragmentation
of existing systems of turboprop and tactical military transport aircraft and associated
electronic systems. By exploiting the existing platforms, technologies and innovations in
Europe, this research topic can reduce the risks associated with the development of FMLA
capabilities for air-to-ground operations. FMLA should also be effective in specific combat
roles such as light attack, anti-drone interception and close air support.
The objective of this topic is therefore to develop a low-cost, single-engine (turboprop)
aircraft capable of operating in a variety of operational environments, providing direct air
support, ground targeting, intelligence, surveillance and reconnaissance with combat
elements, and air strike coordination and reconnaissance with air traffic control support in a
forward position in hostile environments during counter-terrorism missions."

https://defence-industry-space.ec.europa.eu/document/download/3991ef09-1f18-44d1-baf5-dbe60bbb928a_en?filename=EDF%20Work%20Programme%202026.pdf

Certamente será muito mais difícil adaptar uma plataforma já funcional com provas dadas (a qual temos acesso e podemos até participar no melhoramento), a criar uma nova de raiz para fazer as mesmas funções que os top Forum dizem que não existem para alem do treino...

Para fazer um novo é porque existe NECESSIDADE, algo que segundo, mais uma vez, os iluminados, não existia na Europa...

No meu entender seria mesmo bom que a linha de montagem acordada viesse a ser uma realidade e que Portugal participasse tecnologicamente na transformação do ST nesta nova função FMLA.
Se assim for, boa torte a todo o potencial de engenharia aeronáutica que tem vindo a ser criado em Portugal
para ajudar a Europa a ter mais esta capacidade que considera relevante.


O dinheiro é para ver se um meio do tipo A-29 pode ser usado para fazer apoio de tropas. Ninguem vai comprar nada, apenas umas PME vão ganhar uns milhões com isto.
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 06, 2026, 06:50:38 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 06, 2026, 05:53:22 pm »
Sim e não.

Espanha participa no projeto europeu de caça de 6ª geração conhecido como FCAS (Future Combat Air System), iniciado pela França e Alemanha em 2017, ao qual se juntou oficialmente em 2019. Este programa visa desenvolver um sistema de combate aéreo integrado, incluindo um caça tripulado de nova geração (NGF), drones acompanhantes e uma nuvem de combate, para substituir os Rafale franceses e os Eurofighter alemães e espanhóis a partir de 2040.

Empresas Principais Envolvidas

As empresas principais são:

Dassault Aviation (França, líder no desenvolvimento do caça principal).
Airbus (representando principalmente a Alemanha, mas também com participação espanhola).
Indra Sistemas (Espanha, coordenadora nacional e responsável por sensores, comunicações e outros subsistemas).

Outras empresas secundárias incluem Safran e MTU Aero Engines (motores), MBDA (armas) e várias espanholas como ITP Aero, GMV, Sener ou Tecnobit em áreas específicas.

Apesar de tensões recentes entre França e Alemanha sobre o reparto industrial (com crises em 2025), o projeto continua ativo com os três países, e Espanha tem reafirmado o seu compromisso com investimentos significativos. Não há indícios de que Espanha tenha aderido ao outro projeto europeu de 6ª geração, o GCAP (liderado por Reino Unido, Itália e Japão).
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 06, 2026, 05:20:45 pm »

Dos possíveis caças de 6ª geração, aquele que será em principio menos dificil (€) de adquirir pelo estado português será o projecto francês. Porquê? Porque será um caça de tamanho e custos contidos, ao contrário do Tempest que será um caça enorme (maior que os antigo F111). Não tenho a certeza de que a Airbus sozinha tenha o know-how para desenvolver um caça de 6ª geração.
Também tenho duvidas que França consiga desenvolver um caça sozinha dado o investimento e as reformas que tem de fazer no futuro... Neste campo penso que o player vai ser a Saab também tenho duvidas que consiga desenvolver um caça sozinha mas se juntar com a airbus é claramente uma opção viável.

A França ainda tem a Espanha como aliada.

Quanto a Saab e a Airbus, ainda vão aproveitar os meios atuais. O Gripen E é um meio recente e o EF ainda vai ter uma T5.

A Espanha estava no projecto através da Airbus, se a dita empresa sair e desenvolver outro caça (sozinha ou em parceria) será aí que eles estarão.

A gestora do projecto em Espanha é a Indra.
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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 06, 2026, 05:18:02 pm »

Dos possíveis caças de 6ª geração, aquele que será em principio menos dificil (€) de adquirir pelo estado português será o projecto francês. Porquê? Porque será um caça de tamanho e custos contidos, ao contrário do Tempest que será um caça enorme (maior que os antigo F111). Não tenho a certeza de que a Airbus sozinha tenha o know-how para desenvolver um caça de 6ª geração.
Também tenho duvidas que França consiga desenvolver um caça sozinha dado o investimento e as reformas que tem de fazer no futuro... Neste campo penso que o player vai ser a Saab também tenho duvidas que consiga desenvolver um caça sozinha mas se juntar com a airbus é claramente uma opção viável.

A França ainda tem a Espanha como aliada.

Quanto a Saab e a Airbus, ainda vão aproveitar os meios atuais. O Gripen E é um meio recente e o EF ainda vai ter uma T5.

A Espanha estava no projecto através da Airbus, se a dita empresa sair e desenvolver outro caça (sozinha ou em parceria) será aí que eles estarão.
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