Não Dc, começaste a divagar quando metes as minhas opiniões sobre o conflito na Ucrânia de forma distorcida.
E quando resumes tudo o que digo a "anti-americanismo".
E mais uma vez quando distorces a minha opinião sobre a existência da NATO.
E eu, aqui, não vou estar a discutir isso.
Sobre o F-35, se estivesses atento, tinhas visto o Lampuka a admitir o teu menino como caça principal, em número limitado, mas sempre acompanhado de um caça europeu alternativo. O meu preferido, o EF.
Até admitia a combinação como interessante, com o F-35 vocacionado para ataque e o EF na defesa aérea do nosso território.
Isso, depois de ouvir a entrevista do CEMFA e a sua argumentação sobre o G5. Não havendo outro, que remédio tive eu senão engolir😂.
No entanto, nas últimas semanas houve os desenvolvimentos que tu sabes, e isso (para mim) matou a vinda do F-35 para a FAP durante muitos anos.
Foi uma confiança que se perdeu.
Não a minha, porque já não a tinha e tu sabes. Mas a de toda uma Europa e NATO.
Só não entendes isso se não quiseres.
Abraço.
Eu nunca disse que tudo o que dizes é anti-americanismo. Quando dizes bom dia aos teus vizinhos não o és. Tal como não o és quando estás a falar das FREMM EVO vs FDI por exemplo.
Agora nesta temática, tens que admitir que o és, que já vens com o preconceito.
Quando a opção pelo F-35 era tida como a preferida da FAP, e que era também a opção que fazia mais sentido financeiramente e tecnologicamente (objectivamente), não dá para debater isto com base em preconceitos.
Dizer que o F-35 é o "meu menino" é só estranho, pois a mim não me interessa o modelo, interessam-me as capacidades dos meios.
Isto aplica-se a fragatas, a caças, a submarinos, etc.
Por isso é que sempre que debati fragatas, preocupei-me mais com as capacidades que considerei necessárias, do que o modelo do navio.
Mais imparcial que isto não tens.
Na questão dos caças, a FAP não pode ficar tecnologicamente entalada com 4.5G. E se quiser avançar para os 6G como alternativa ao F-35, não pode rebentar uma grande quantia de dinheiro a comprar os Eurocanards, sobretudo novos, sob risco de não sobrar dinheiro (ou vontade política de o gastar) no 6G.