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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Piadas e Anedotas
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 08, 2026, 06:57:17 pm »

CitarNo entanto, temos que ser realistas. O orçamento não é ilimitado. As razões políticas e geo-estratégicas não podem ser "varridas debaixo do tapete".
Se aplicarmos a tua lógica de que "o F-35 é melhor e só devemos comprar o caça melhor, porque não fazê-lo põe os pilotos em risco" a todos os caças que Portugal já operou, faz sentido?
Não é comparável com o passado. Portugal quando não comprou o melhor caça da época, acabou por optar por um modelo muito mais barato. E quando eram em segunda-mão, eram baratérrimos, quase dados.
Actualmente fala-se numa alternativa pior (4.5G), que custa o mesmo que o modelo topo de gama (5G).
Isto é o equivalente a teres em cima da mesa a opção de um F-4 Phantom e do F-15, ambos custarem o mesmo, e ainda escolheres o F-CitarNo caso dos F-16 havia opções melhores, mais eficazes e mais caras. Será que a compra F-16 foi má e não prestou? Segunda a tua lógica, sim foi a decisão errada...
O único erro na escolha dos F-16 no início dos anos 90, foi a versão, por não termos optado pelo Block 40 ou mesmo Block 50.
De resto, foi a escolha que fazia mais sentido, não perdendo nada para os adversários.
Já o segundo lote, foi a opção óbvia, que pecou foi por tardia e pela demora na modernização. Claro que nessa altura o ideal se calhar teria sido aproveitar a "boleia" dos EAU e ir buscar 20 Block 60 novos. Mas o dinheiro não dava para tudo.
Podias depois era dizer que a FAP devia era ter 2 modelos de caças, que podiam ter sido F-16 e F-15. Mas os custos eram proibitivos.
Did Portugal ever field top‑tier fighter jets?
1. F‑84G Thunderjet (1953–1974)
Status at the time:
When Portugal received the F‑84G in the early 1950s, it was already becoming outdated in the US.
It was a modern jet for Portugal and a major leap from propeller aircraft, but not cutting‑edge by global standards.
Verdict:
➡️ Not state‑of‑the‑art, but a solid first‑generation jet that gave Portugal real jet capability.
2. F‑86F Sabre (1958–1980)
Status at the time:
The F‑86F was a legendary fighter, but by the time Portugal got it (late 1950s), it was no longer the top dog.
The US and USSR were already moving to supersonic fighters (F‑100, MiG‑19, MiG‑21).
Verdict:
➡️ Very capable, but not cutting‑edge when Portugal acquired it.
3. Fiat G.91 (1965–1993)
Status at the time:
A light strike/recon jet, not a high‑end fighter.
Useful for COIN and colonial war missions, but not a top‑tier air‑superiority platform.
Verdict:
➡️ Not state‑of‑the‑art, but well‑suited to Portugal’s needs.
4. A‑7P Corsair II (1981–1999)
Status at the time:
A very capable strike aircraft, but not a fighter and not cutting‑edge by the 1980s.
Portugal got refurbished US Navy A‑7Bs.
Verdict:
➡️ Strong strike capability, but not a top‑tier fighter.
5. F‑16A/B Block 15 (1994–present)
Status at the time:
When Portugal received its first F‑16s in the mid‑1990s, the Block 15 was not state‑of‑the‑art.
The cutting‑edge variants were Block 40/50 with LANTIRN, AMRAAM, and advanced avionics.
Verdict:
➡️ Modern, but not top‑tier.
Dado os conflitos europeus com o 6 gen, apostar nisso ainda por cima como observador teso, tem tudo para correr mal...
A solução é clara, F-35A !
Russia, Middle East mulling joint production of fifth-generation warplanes. https://tass.com/economy/2083533
Se o teu vizinho ameaça-te, insulta-te, vais fazer um negócio de biliões com ele? Eu não, mando-o mamar na quinta pata do cavalo. 

Nós já somos clientes da TKMS de longa data com as VDG e continuaríamos com as novas MEKO 200, na realidade a novidade aqui é a relação com FICANTIERI.
As VDG e BD têm pouco valor militar, se tivermos oportunidade de comprar a MEKO A-200 com condições vantajosas até 2030 poderíamos vender as VDG e BD pouco tempo depois das provas de mar das novas classes.
Eu não percebo porque, para equipamento novo surge sempre a questão das linhas logísticas quando isso não foi obstáculo no passado para as BD VS VDG. Corrijam-me se não estou enganado mas geralmente as VDG até continuaram a ter maior prontidão que as BD? (no sentido se a TKMS é um bom fabricante deveríamos continuar a ter meios desse fabricante, não?)
Mas se o negócio for bom... 

Não "apostar tudo no mesmo cavalo" tem a sua lógica, mas também tem um preço. Se houver de facto um aumento para 3,5% talvez possamos pagar a factura.


Isso já foi abordado aqui, mas tal como as EPC é um projecto no papel. A dica que a MGP estava a analisar a MEKO 200 tem o seu mérito por ser uma fragata pronta a ser adquirida, e é mais capaz.
Com a encomenda das 3 FREMM a receber até 2030, e o MLU das VdG a avançar, haverá ainda necessidade e pressa em encomendar fragatas off-the-shelf tão depressa? Não se pode esperarar até 2029/30?
Só se for para aproveitar um SAFE 2.0 e fazer a compra em conjunto com a Alemanha? É de supor que uma eventual compra de A200 tivesse muitos elementos em comum com a FREMM, sensores, CMS, sonar?, armas em comum, etc. Na medida do possível...?
Quais elementos que poderiam ser standardizados entre a as duas classes? Estou a imaginar que em termos de comunicações, Link‑11/16/22, radar de navegação, e peças de 76mm, RWS, torpedos.
Se Portugal adquirir as fragatas FREMM EVO e mais tarde as MEKO A-200:
O resultado seria a utilização de dois CMS, conjuntos de sensores, sistemas de propulsão e famílias de mísseis antiaéreos completamente diferentes.
As únicas semelhanças significativas seriam: torpedos MU90, canhão 127/64 LW ?, mísseis Exocet, Teseo ou NSM, canhão 76/62 STRALES, sistemas de comunicação NATO, RWS comuns.
Todos os outros componentes seriam diferentes?
É exatamente por isso que acho que seria um erro. Numa marinha que terá apenas 6 fragatas (com sorte) ter duas classes tão divergentes é um erro, sai caro e é ineficiente. No mínimo, havendo duas classes, deveriam compartilhar muito mais componentes.