Espaço

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Re: Espaço
« Responder #405 em: Dezembro 01, 2013, 10:59:24 pm »
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China's first lunar rover mission has successfully launched. The Chang'e-3 mission should land on the Moon's northern hemisphere in mid-December.
The Long March 3B rocket contains a payload of a landing module and a six-wheeled robotic rover called Yutu (or Jade Rabbit).
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Re: Espaço
« Responder #406 em: Dezembro 05, 2013, 05:49:38 pm »
Citar
China launches moon rover mission

China has launched its first mission to land a rover on the moon that will transmit images and survey the moon's surface.

The official Xinhua News Agency said a Long March-3B rocket carrying the Chang'e 3 lander blasted off today as scheduled at 1.30am local time from the Xichang Satellite Launch Centre in south-west China.

If the mission goes as planned, the Chang'e 3 will become China's first spacecraft to soft land on the surface of an extraterrestrial body.

The moon rover will survey the moon's geological structure and surface substances.

China's military-backed space programme is a source of enormous national pride and has powered ahead in a series of well-funded, methodically timed steps.

AP

http://www.belfasttelegraph.co.uk/news/ ... 01360.html
Contra a Esquerda woke e a Direita populista marchar, marchar!...

 

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Re: Espaço
« Responder #407 em: Dezembro 11, 2013, 08:37:30 pm »
Viajar até Marte é equivalente a efetuar 50 mil radiografias


Os seres humanos que no futuro viajarem até ao planeta Marte, terão de enfrentar múltiplos problemas, sendo um deles a radiação. Segundo a sonda norte-americana "Curiosity", uma missão de 500 dias ao planeta vermelho, é o equivalente a efetuar 50 mil radiografias.

O "Curiosity" da NASA mediu este níveis de radiação na cratera de Gale, onde se encontra desde a sua aterragem em agosto de 2012. A ausência de um campo magnético global como o da Terra e a sua atmosfera mais delgada, oferecem uma fraca proteção contra a radiação proveniente do espaço.

Um futuro viajante que permaneça 500 dias em Marte, receberá uma dose de radiação equivalente a 15 mil radiografias. A esta dose deverá ter de se somar os 180 dias de viagem de ida e outros 180 dias de viagem de regresso. Como no espaço a proteção é menor, no total a viagem seria o equivalente a efetuar 50 mil radiografias.

Estudos demonstram que esta exposição à radiação, origina a perda de apetite, náuseas, problemas na medula ossea, danos linfáticos, entre outros. A longo prazo, aumenta em 5% o risco de contrair um cancro que poderá levar à morte.

A Nasa estabeleceu como limite máximo um aumento de 3% de probabilidades de contrair um cancro fatal. Este limite é o indicado para astronautas que viajam na órbita da Terra ou que permaneçam, por exemplo, na Estação Espacial Internacional. A agência ainda não estabeleceu um limite para futuras viagens de humanos pelo sistema solar.

DN
 

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Re: Espaço
« Responder #408 em: Dezembro 12, 2013, 09:51:58 pm »
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Re: Espaço
« Responder #409 em: Dezembro 14, 2013, 05:52:37 pm »
O rover chinês já está na lua!
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Re: Espaço
« Responder #410 em: Dezembro 14, 2013, 09:28:16 pm »
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Re: Espaço
« Responder #411 em: Dezembro 18, 2013, 01:55:12 pm »
ESA nomeia consórcio português para novo projeto


A Agência Espacial Europeia (ESA) elegeu um consórcio nacional para desenvolver a sua nova geração de sistemas de proteção térmica. O mesmo visa a simplificação do processo de reentrada de cápsulas espaciais na Terra e vai ter por base o uso da cortiça.
 
Entre o consórcio luso selecionado encontram-se a Amorim Cork Composites, da Corticeira Amorim, a Critical Materials S.A. (CMT), o PIEP - Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros, e o ISQ - Instituto de Soldadura e Qualidade.

Em conjunto, as mesmas vão ficar responsáveis pelo projeto cTPS - Design of a Crushable TPS for the ERC, ou seja, pelo desenvolvimento de um sistema inovador que irá exercer, simultaneamente, funções estruturais e térmicas, e simplificar o processo de reentrada de cápsulas espaciais na Terra.
 
O objetivo é combinar a capacidade de absorção de energia de impacto na aterragem vai ser com a capacidade de sustentação das cargas térmicas geradas durante a reentrada na atmosfera terrestre. Para isso, a nova solução terá por base um inovador material compósito feito com cortiça, que permite que a nave se adapte, com sucesso, à entrada em órbita e subsequente descida na superfície do planeta.
 
O resultado é uma solução de elevado desempenho, que permite simplificações significativas nos módulos de reentrada, diminuindo o seu custo e aumentando a sua fiabilidade.

Boas Notícias
 

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Re: Espaço
« Responder #412 em: Dezembro 19, 2013, 04:42:05 pm »
Satélite que fará mapa da Via Láctea lançado com sucesso da Guiana Francesa



O satélite Gaia, o telescópio mais complexo da história da Europa, foi hoje lançado com sucesso do Centro Espacial Europeu de Kuru, na Guiana francesa, a bordo da plataforma de lançamento russa Soyuz.

O satélite da Agência Espacial Europeia (ESA) demorou 20 anos a ser desenvolvido e teve um custo de mil milhões de euros. O aparelho fará um mapeamento de cerca de mil milhões de estrelas e um atlas em três dimensões da Via Láctea que ajudará a compreender a origem e a evolução da galáxia.
O foguete russo descolou às 9:12 (em Lisboa) e transcorridos 41 minutos e 59 segundos da descolagem os cientistas deram por concluída a missão de lançamento no meio de aplausos, abraços e expressões de alívio.

O telescópio fará uma viagem de 1,5 milhões de quilómetros até ao ponto de Lagrange 2, que proporciona um ambiente estável para as observações do satélite.
O Gaia começará a esquadrinhar a galáxia com dois telescópios com equipamentos que permitem ver da Lua um besouro a caminhar sobre o solo terrestre.
Feito à base de carbeto de silício, o satélite irá cartografar a Via Láctea em três dimensões e elaborar um censo de cerca de mil milhões de estrelas, 1% das que existem na nossa galáxia, observando aproximadamente 70 vezes cada astro durante cinco anos de vida útil.

Dessa forma, o satélite poderá determinar o seu brilho, velocidades e posições, incluindo a distância que as separa da Terra, um cálculo impossível de realizar com precisão a partir da superfície do globo. Além disso, os cientistas esperam que o satélite descubra outros milhares de objectos celestes, como planetas fora do sistema solar, estrelas mortas (anãs castanhas) e asteróides.

As medições servirão também para realizar novas verificações da teoria da relatividade geral, enunciada por Albert Einstein há mais de um século, pois as fotografias enviadas pelo satélite se "curvarão" pelo efeito da gravidade. Dentro de cerca de quatro meses, superadas todas as adaptações técnicas, o Gaia começará a enviar informação válida para a Terra. O processamento de informação é enorme: os dados que serão enviados pelo satélite equivalem a dois anos seguidos escutando música ou a informação que pode ser armazenada em 250 mil DVD´s.

A primeira versão do mapa celestial estará disponível dentro de dois anos, mas será preciso esperar cerca de 10 anos para ser elaborada uma versão definitiva.
O Gaia fornecerá 10 mil vezes mais informações que o seu antecessor, o satélite Hipparcos, lançado em 1989 e que mapeou 100 mil estrelas.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #413 em: Dezembro 19, 2013, 11:01:49 pm »
Citar
On Christmas Eve, Dec. 24, 2013, NASA's Deep Space Network, the world's largest and most powerful communications system for spacecraft, turns 50.
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Re: Espaço
« Responder #414 em: Dezembro 20, 2013, 02:58:11 pm »
Em 2021 é publicado o novo catálogo da via láctea. Muito trabalho de portugueses.
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Re: Espaço
« Responder #415 em: Dezembro 21, 2013, 07:24:47 pm »
Resumo de actividades da NASA em 2013.
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Re: Espaço
« Responder #416 em: Dezembro 25, 2013, 09:44:15 pm »
Resultados das missões da NASA em 2013
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Re: Espaço
« Responder #417 em: Dezembro 26, 2013, 02:27:05 pm »
Robô chinês na Lua ficará desligado durante 15 dias para resistir ao frio


O primeiro robô de exploração chinês na Lua, Yutu («Coelho de Jade»), foi desligado e permanecerá inactivo durante duas semanas para não ser afectado pelas baixas temperaturas da noite lunar, informaram os cientistas responsáveis pelo projecto à agência oficial Xinhua.

Estava previsto que o robô detivesse a sua actividade por volta da 01:00 (locais), 20 horas depois de ser desactivada a sonda lunar Chang E 3, que transportou o Yutu até ao satélite terrestre.

A noite lunar dura duas semanas e durante esta a superfície selenita pode alcançar temperaturas de até 180 graus abaixo de zero, motivo pelo qual os especialistas consideram que o robô explorador deve permanecer desligado até que as condições meteorológicas sejam melhores. A Chang E 3 aterrou na Lua no último dia 14 de Dezembro, mais de 37 anos depois de a União Soviética ter realizado o último pouso controlado no satélite, e o Coelho de Jade começou a rodar pela sua superfície poucas horas depois.

Apenas os EUA e a União Soviética tinham conseguido antes da China alunagens controladas, e apenas os russos já tinham enviado robôs de exploração para a Lua.
O Coelho de Jade, dotado de câmaras e um braço articulado para realizar escavações, examinará a geologia lunar e procurará recursos naturais durante três meses, e a sonda Chang E 3, que também realiza trabalhos de pesquisa, estará activa durante um ano.

A próxima missão lunar chinesa, Chang E 4, está prevista para 2015, enquanto em 2017 se prevê que a sonda Chang E 5 comece a nova fase do programa espacial chinês e regresse à Terra para levar amostras extraídas da Lua.

Lusa
« Última modificação: Janeiro 11, 2014, 11:20:43 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Espaço
« Responder #418 em: Dezembro 27, 2013, 10:43:35 pm »
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Re: Espaço
« Responder #419 em: Dezembro 30, 2013, 07:43:26 pm »
Investigadores do Porto criam tecnologia que pode integrar missões espaciais em 2018


Dois investigadores do Porto concluíram o primeiro protótipo laboratorial de uma variante de radar com radiação laser para aquisição de imagens 3D (LIDAR) que poderá integrar missões da Agência Espacial Europeia (ESA) já em 2018. Em comunicado de hoje, o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC) informa que o LIDAR, previsto para integrar veículos espaciais em missões de exploração do sistema solar, foi desenvolvido por Filipe Magalhães e Francisco Araújo, ambos investigadores do laboratório associado INESC TEC.

Este é um projecto financiado pela ESA, cuja principal vantagem, de acordo com Filipe Magalhães, é a leveza de um equipamento que pode auxiliar na aterragem de sondas, na navegação de robôs na superfície de planetas ou luas e até na recolha e transporte de amostras do solo de Marte para a Terra.

"Nas missões espaciais, cada quilograma a mais traduz-se em milhares de euros de despesa em combustível e energia", referiu Filipe Magalhães.

Mas o sistema "compressive sensing" (sensorização compressiva) permite que seja possível recolher imagens - resolução de 1024x768 - com uma câmara de apenas um detector com apenas um pixel, sem qualquer tipo de varrimento ou movimento, o que torna esta tecnologia leve.

Outra vantagem do LIDAR desenvolvido pelos investigadores do INESC Porto, com o apoio da ESA, é a recolha de imagens 2D e 3D que servem para medições em comprimentos de onda, algo que até à data "eram impossíveis ou então muito dispendiosas".

Segundo o técnico da ESA João Pereira do Carmo, citado no comunicado do INESC Porto, "a inexistência, na Europa, de detectores de grande resolução para a obtenção de imagens 3D e os elevados custos do seu possível desenvolvimento", levaram a Agência Espacial Europeia "a promover soluções alternativas e de grande potencial" com é considerada esta proposta de Filipe Magalhães e Francisco Araújo.

"Outra vantagem do sistema é a possibilidade de miniaturizar o sensor, reduzindo substancialmente a massa e a potência consumida, exponenciando o número de aplicações e missões espaciais para o qual pode ser considerado no futuro", salienta João Pereira do Carmo.

Pretende-se, assim, que o LIDAR do INESC venha a permitir identificar qual a melhor localização para a aterragem das sondas espaciais na Lua ou em Marte.

Este radar fará essa identificação através de uma análise topográfica do terreno, tendo por base a aquisição de imagens e as respectivas distâncias registadas para cada pixel da imagem.

Conforme dados do INESC "os robôs exploradores na superfície do planeta também podem detectar obstáculos e movimentar-se mais facilmente graças às potencialidades abertas por este sistema".

"Facilitar a recolha e o transporte de amostras do solo de Marte para a Terra, ao localizar a posição exacta da cápsula em órbita com as amostras", é outro dos objectivos do sistema desenvolvido pelos investigadores do laboratório do Porto que conta arrancar com uma segunda fase de desenvolvimento deste sistema já no início de 2014.

"O INESC TEC, Laboratório Associado coordenado pelo INESC Porto, é uma das poucas instituições do mundo a trabalhar na aplicação desta tecnologia à exploração espacial, lê-se no comunicado.

Lusa