Espaço

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Re: Espaço
« Responder #480 em: Junho 24, 2014, 08:45:26 pm »
O futuro próximo na exploração espacial.

E a missão que irá estudar o CO2 e o aquecimento global.
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Re: Espaço
« Responder #481 em: Junho 27, 2014, 04:15:15 pm »
 

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Re: Espaço
« Responder #482 em: Junho 28, 2014, 09:59:02 pm »
NASA testa lançamento de disco voador



Depois de vários adiamentos devido ao mau tempo, a NASA enviou hoje, pendurado num balão, uma espécie de disco voador na atmosfera superior da Terra para testar tecnologia para, no futuro, enviar astronautas a Marte.

O enorme balão de hélio foi lançado às 18.40 a partir da base militar na ilha havaiana de Kauai, tendo o lançamento site transmitido no YouTube.
Segundo a edição online da Fox News, a localidade foi escolhida devido às condições metereológicas e de proximidade para abrir o oceano de forma a realização do lançamento de um veículo de teste.

Desde 1976 que a NASA tem recorrido ao mesmo modelo de pára-quedas para enviar veículos todo-o-terreno espaciais e sondas, mas tendo agora como objetivo enviar cargas mais pesadas foi necessário melhorar a tecnologia.

O novo modelo deste disco voador possui um pára-quedas supersónico com 33,5 metros de diâmetro - duas vezes mais largo do aquele que transportou a Curiosity.
Este teste já era para ter ocorrido por duas vezes este mês, mas devido ao vento teve de ser adiado.

DN
 

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Re: Espaço
« Responder #483 em: Julho 05, 2014, 12:16:48 pm »
NASA and Boeing Sign Space Launch System Contract

Agreement reached as core-stage critical design review closes
HUNTSVILLE, Ala., July 2, 2014 – Boeing [NYSE: BA] has finalized a contract with NASA to develop the core stage of the Space Launch System (SLS), the most powerful rocket ever built and destined to propel America’s return to human exploration of deep space.

The $2.8 billion contract validates Boeing’s earlier selection as the prime contractor on the SLS core stage, including the avionics, under an undefinitized contract authorization. In addition, Boeing has been tasked to study the SLS Exploration Upper Stage, which will further expand mission range and payload capabilities.

The agreement comes as NASA and the Boeing team complete the Critical Design Review (CDR) on the core stage – the last major review before full production begins.

“Our teams have dedicated themselves to ensuring that the SLS – the largest ever -- will be built safely, affordably and on time,” said Virginia Barnes, Boeing SLS vice president and program manager. “We are passionate about NASA’s mission to explore deep space. It’s a very personal mission, as well as a national mandate.”

During the CDR, which began June 2, experts examined and confirmed the final design of the rocket’s cryogenic stages that will hold liquefied hydrogen and oxygen.  This milestone marks NASA’s first CDR on a deep-space human exploration launch vehicle since 1961, when the Saturn V rocket underwent a similar design review as the United States sought to land an astronaut on the moon. Boeing participated in that CDR as well, as the three stages of the Saturn V were built by Boeing and its heritage companies Douglas Aircraft and North American Aviation.

Scheduled for its initial test flight in 2017, the SLS is designed to be flexible and evolvable to meet a variety of crew and cargo mission needs. The initial flight-test configuration will provide a 77-ton capacity, and the final evolved two-stage configuration will provide a lift capability of more than 143 tons.  

A unit of The Boeing Company, Boeing Defense, Space & Security is one of the world's largest defense, space and security businesses specializing in innovative and capabilities-driven customer solutions, and the world's largest and most versatile manufacturer of military aircraft. Headquartered in St. Louis, Boeing Defense, Space & Security is a $33 billion business with 56,000 employees worldwide. Follow us on Twitter: @BoeingDefense.
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Re: Espaço
« Responder #484 em: Julho 08, 2014, 02:57:50 pm »
Brasil e Argentina unem-se em milionário projecto astronómico


Brasil e Argentina estão a avançar num milionário projecto astronómico conjunto para estudar a física solar, os buracos negros e outros fenómenos do universo, informaram fontes oficiais.

O projecto, denominado «Llama», prevê a instalação de uma antena de 12 metros de diâmetro na província argentina de Salta, na região da Puna, no noroeste do país. «Isto significará um salto maiúsculo para as pesquisas em rádioastronomia e, por sua vez, promoverá um grande impulso tecnológico», destacou em comunicado a secretária de Ciência e Tecnologia de Salta, Soledad Vicente.

O instrumento, cuja instalação implicará um investimento total de entre 15 milhões e 20 milhões de dólares, começará a funcionar dentro de três anos, perto do cume de uma montanha localizada em Altos del Chorrillo, a 4.825 metros de altura. Através do projecto «Llama», o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva da Argentina e a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) realizarão pesquisas astronómicas de forma coordenada com uma rede de 60 antenas instalada no Deserto do Atacama, no Chile, pelos Estados Unidos, Canadá, Japão, Taiwan e países europeus.

A antena financiada pelo Brasil e Argentina permitirá elevar até dez vezes a resolução angular em comparação com as instaladas no Chile.

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Re: Espaço
« Responder #485 em: Julho 09, 2014, 09:57:28 pm »
Rússia testa o primeiro novo foguete espacial desde a era soviética



A Rússia lançou o foguete Angara, o seu primeiro novo projecto de um veículo espacial desde a era soviética, do porto espacial militar de Plesetsk, no norte do país, esta quarta-feira, com o objectivo de travar a sua dependência de fornecedores estrangeiros, bem como da plataforma de lançamento de Baikonur, no Cazaquistão. A estreia discreta do foguete Angara contrastou com a transmissão ao vivo de uma embaraçosa primeira tentativa de lançamento abortada, assistida pelo presidente Vladimir Putin através da Internet no Kremlin.

«O primeiro teste de lançamento do foguete espacial Angara -1,2 PP foi conduzido pelas Forças de Defesa Aérea e Espacial», disse o Ministério da Defesa da Rússia em comunicado, reproduzido pelas agências de notícias russas.

O foguete descolou às 16:00 horas de Moscovo, disse, num voo curto planeado de cerca de 20 minutos por toda a linha da costa árctica da Rússia. Há mais de duas décadas a ser construída, a nova geração de foguetes Angara é a chave dos esforços do presidente Vladimir Putin para reformar a indústria espacial uma vez pioneira, mas debilitada depois de anos de cortes no orçamento e de uma fuga de cérebros na década de 1990. O designer da primeira fase do motor RD-191, Energomash, atribuiu o fracasso do primeiro lançamento experimental a uma queda na pressão do tanque de oxigénio líquido.

O foguete é o primeiro projectado e construído inteiramente dentro das fronteiras da Rússia pós-soviética, sob determinação do então presidente Boris Yeltsin na década de 1990 para travar a dependência da Rússia de outras ex-repúblicas soviéticas e de uma plataforma de lançamento que o país aluga no Cazaquistão. Um potencial rival comercial para o Arianespace de França e o SpaceX, baseado na Califórnia, foi projectado para substituir o russo Proton, que passou por uma série de fracassos embaraçosos.

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Re: Espaço
« Responder #486 em: Julho 10, 2014, 04:04:02 pm »
Experiência recria aparecimento de água líquida em Marte


A possibilidade de água líquida em Marte ainda não é consensual entre cientistas, mas uma experiência que reproduziu condições atmosféricas do planeta acaba de mostrar que a existência do fluído é possível em áreas do solo marciano com grande concentração de sal. Com uma faixa de temperatura muito mais baixa do que o da Terra, poucos acreditava, que o solo marciano pudesse exibir água líquida até 2008, quando a sonda espacial Phoenix aterrou perto do pólo norte do planeta.

A sonda fotografou grãos que pareciam ser pequenas gotas e encontrou gelo em forma macia, com consistência de gelado, enterrado apenas a cinco centímetros abaixo do solo arenoso. «Durante a aterragem, o foguete removeu a cobertura do solo, expôs o gelo, e a pressão do jato do foguete no solo aumentou a temperatura e derreteu-o», explicou Nilton Rennó, cientista brasileiro que ajudou a planificar a missão Phoenix, e agora realizou uma experiência para tentar compreender melhor os resultados.

«Pelo menos alguns milímetros de gelo derreteram, e essa mistura do gelo com o solo marciano, que tem sal, rodeou a nave», disse o cientista. Rennó e o seu aluno de pós-graduação Erik Fischer elaboraram então uma experiência para tentar entender como pode surgir essa mistura de água com perclorato de cálcio – um tipo de sal abundante em solo marciano. Construindo uma câmara de pressão que simulou as condições atmosféricas e climáticas de marte, os cientistas primeiro tentaram produzir água líquida apenas expondo solo salino à humidade do ar. Mas fracassaram.

«Os meus alunos ficaram desanimados», conta Rennó. «Mas eu disse-lhes que situações assim podem acontecer. Havia algo errado.» Rennó tentou recriar a experiência de seguida colocando o gelo de água directamente em contacto com o solo rico em perclorato. Com essa receita, o seu grupo conseguiu produzir uma solução salina de água líquida que, pelo menos em princípio, pode existir em Marte. O trabalho foi descrito num artigo na revista Geophysical Research Letters.

Ainda não se sabe bem, contudo, em que situações estruturas de gelo poderiam interagir com o sal em Marte para depois derreterem. Mas Rennó acredita ter a solução. «Gelo em Marte é supostamente mais duro do que o cimento, mas a camada de gelo encontrada pela Phoenix foi cavada como se estivesse a raspar gelado», afirmou Rennó. O que os cientistas planetários tentam descobrir agora é como a água congelada pode adquirir essa consistência no solo marciano.


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Re: Espaço
« Responder #487 em: Julho 11, 2014, 04:27:18 pm »
Investigação nacional participa na descoberta de novo tipo de onda na atmosfera de Vénus


Uma equipa internacional de investigadores, da qual fazem parte investigadores do Centro de Astronomia e Astrofísica da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (CAAUL), descobriu um novo tipo de onda atmosférica em Vénus, utilizando observações da missão Venus Express, da Agência Espacial Europeia (ESA).
O que têm em comum o quente planeta Vénus e a gelada lua de Saturno, Titã? Embora à primeira vista pareçam completamente diferentes, estes dois mundos do Sistema Solar partilham entre si uma característica rara: apesar de rodarem muito lentamente em torno do seu eixo, ambos possuem atmosferas onde sopram ventos extremamente fortes, com rajadas de mais de 360 km/h. Os cientistas planetários designam este fenómeno por super-rotação atmosférica e suspeitam que ela seja criada por ondas que se propagam nas atmosferas destes corpos.
 
As ondas atmosféricas são bem conhecidas dos meteorologistas terrestres, mas no caso de atmosferas ainda mal conhecidas, como as de Vénus e Titã, até aqui não existia uma teoria única que permita classificar os diferentes tipos de ondas.

Graças às observações realizadas pela sonda espacial Venus Express, foi possível medir com precisão os ventos de Vénus em diferentes regiões da sua atmosfera e desenvolver uma nova teoria que permite classificar e compreender a grande variedade de ondas atmosféricas que têm sido observadas por esta missão no planeta gémeo da Terra.
 
Em dois artigos publicados na edição de Julho da revista científica Astrophysical Journal Supplement Series, uma equipa internacional de cientistas planetários deduziu pela primeira vez as equações matemáticas que descrevem as seis categorias de ondas atmosféricas em atmosferas em super-rotação. Torna-se assim possível prever e classificar estas ondas, não só em Vénus e Titã, mas também nos novos exoplanetas deste tipo que, com frequência crescente, têm vindo a ser descobertos pelos astrónomos.
 
Uma descoberta inesperada deste trabalho foi a identificação de um tipo de onda até aqui desconhecido, que os autores baptizaram de «onda centrífuga», uma vez que a sua propagação só é possível em atmosferas em super-rotação. Nestas atmosferas que giram rapidamente, as variações da pressão atmosférica são equilibradas pela força centrífuga, ao contrário das atmosferas da Terra e de Marte.
 
Os efeitos da onda centrífuga agora identificada em Vénus haviam já sido observados por uma equipa de astrofísicos japoneses em 2013, mas só agora foi possível identificar e compreender este fenómeno físico inexistente na atmosfera terrestre. O trabalho é da autoria de Javier Peralta, do Instituto de Astrofísica da Andaluzia, em colaboração com uma equipa de investigadores do Japão, Reino Unido, Portugal, França e Espanha, em que participa David Luz, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa (CAAUL).
 
Esta investigação foi iniciada por Javier Peralta e David Luz no CAAUL, em 2012.
 
A rápida rotação da atmosfera de Vénus e a sua variabilidade constituem um dos mistérios por resolver do Sistema Solar, e um dos temas principais da missão espacial europeia Venus Express e do projecto EuroVénus, em que o CAAUL, unidade de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, participa.

O CAAUL é um centro de investigação em astronomia e astrofísica envolvido em projectos internacionais e com uma elevada produção científica. Para além da investigação de projecção internacional, tem vindo a desenvolver actividades de divulgação como cursos, palestras, visitas e observações astronómicas para o público em geral.

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Re: Espaço
« Responder #488 em: Julho 14, 2014, 08:20:12 pm »
Falta exactamente 1 ano para serem obtidas as melhores imagens de sempre de Plutão.  :wink:
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Re: Espaço
« Responder #489 em: Julho 16, 2014, 02:37:47 pm »
Boeing to Design XS-1 Experimental Spaceplane

HUNTINGTON BEACH, Calif., July 15, 2014 – Boeing [NYSE: BA] plans to  design a reusable launch vehicle for the Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) in support of the U.S. government’s efforts to reduce satellite launch costs.  DARPA’s XS-1 Experimental Spaceplane is conceived as a reusable, unmanned booster with costs, operation and reliability similar to modern aircraft.

“Developing a vehicle that launches small payloads more affordably is a priority for future U.S. Defense Department operations,” said Steve Johnston, director of Boeing’s Phantom Works Advanced Space Exploration division. “Boeing brings a combination of proven experience in developing launch systems and reusable space vehicles, along with unparalleled expertise in the development and fielding of highly operable and cost-effective transportation systems.”

Under the $4 million preliminary design contract, Boeing plans to work on a reusable first stage launch vehicle capable of carrying and deploying an upper stage to launch small satellite payloads of 3,000 to 5,000 pounds (1,361 kg to 2,268 kg) into low-Earth orbit.

“Our design would allow the autonomous booster to carry the second stage and payload to high altitude and deploy them into space. The booster would then return to Earth, where it could be quickly prepared for the next flight by applying operation and maintenance principles similar to modern aircraft.” said Will Hampton, Boeing XS-1 program manager. “Drawing on our other innovative technologies, Boeing intends to provide a concept that uses efficient, streamlined ground infrastructure and improves the turnaround time  to relaunch this spacecraft for subsequent missions.”

DARPA plans to hold a Phase II competition next year for the follow-on production order to build the vehicle and conduct demonstration flights.

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Re: Espaço
« Responder #490 em: Julho 17, 2014, 02:45:49 pm »
Emirados Árabes Unidos criam agência espacial para chegar a Marte


Os Emirados Árabes Unidos anunciaram a criação de uma agência espacial e um projecto de sonda para aterrar em Marte em 2021, ano do 50º aniversário deste rico Estado federal do Golfo.

«Desta forma, os Emirados entram na exploração espacial», comemorou a agência oficial WAM, ao anunciar as duas notícias. «Chegar ao planeta Marte é um grande desafio e escolhemo-lo porque nos motiva», destacou o xeque Mohamad Ben Rashed al Maktum, vice-presidente dos Emirados e soberano do Dubai.

Citado pela WAM, o xeque Mohamad afirmou que os investimentos do país no âmbito espacial já alcançavam os 20 bilhões de dirhames (5,44 mil milhões de euros).
Acrescentou que a nova agência englobará vários organismos que já trabalham no âmbito espacial, como o Dubaisat, especializado em satélites, e deverá obter alianças internacionais.

A sonda Marte dos Emirados levará nove meses para percorrer 60 milhões de quilómetros para chegar ao planeta vermelho, informou a agência. Os Emirados Árabes Unidos, uma federação criada em 1971 com a união de nove emirados do Golfo, será o 9º país do mundo a explorar o planeta Marte, acrescentou a agência WAM.

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« Última modificação: Julho 18, 2014, 09:07:43 pm por Lusitano89 »
 

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Re: Espaço
« Responder #491 em: Julho 18, 2014, 07:42:49 pm »
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Re: Espaço
« Responder #492 em: Julho 25, 2014, 06:37:16 pm »
America’s Top Threats in Space Are Lasers and Nukes

The U.S. thought it won the space race long ago, but no victory lasts forever. On Tuesday, Gen. William Shelton, the commander of Air Force Space Command, speaking at the Atlantic Council, said that U.S. dominance in space will be confronted by some real threats in the years ahead. When Defense One asked what those threats might consist of specifically, he replied jammers, lasers and tactical space nukes.

...

 :arrow: http://www.defenseone.com/threats/2014/ ... kes/89519/
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Re: Espaço
« Responder #493 em: Julho 28, 2014, 07:24:00 pm »
Investigadores de Coimbra analisam geologia de Marte com métodos usados no estudo da Terra


Uma equipa internacional de especialistas liderada pela Universidade de Coimbra (UC) está a analisar a geologia de Marte com métodos idênticos aos aplicados na Terra, para avaliar a erosão daquele planeta."Pela primeira vez, métodos de datação morfológica de falhas utilizados na Terra foram aplicados em Marte para estimar as taxas de erosão do planeta vermelho", anunciou a UC.

O estudo, que foi desenvolvido por "uma equipa internacional coordenada pelo investigador David Vaz", do Centro de Geofísica da UC, já foi publicado na Earth and Planetary Science Letters, uma das mais "importantes revistas das ciências planetárias", sublinha a UC numa nota hoje divulgada.

A aplicação das mesmas técnicas utilizadas na Terra "permitiu verificar que os movimentos das falhas tectónicas são muito maiores do que se pensava até agora", o que significa que "a crosta marciana teve um grau de mobilidade muito maior do que era anteriormente assumido pela comunidade científica". A investigação indica também que, "pelo menos nos últimos três mil milhões de anos, as condições atmosféricas na superfície de Marte terão sido hiperáridas", isto é, terão tido "taxas de erosão mil vezes menores do que as existentes na Terra".Os resultados alcançados são "relevantes para compreender a história geológica de Marte e avaliar o grau de mobilidade da crosta deste enigmático planeta", sublinha David Vaz, citado na mesma nota da UC.

"Estes resultados permitem também verificar que Marte é cada vez mais um planeta deserto e inóspito", salienta ainda o coordenador do estudo.
O estudo foi feito em duas regiões com diferentes idades, mas os investigadores pretendem alargá-lo a todo o planeta, "o que permitirá datar e compreender as mudanças climáticas que ocorreram ao longo da história geológica de Marte".

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #494 em: Julho 28, 2014, 10:19:24 pm »
As 10 coisas mais estranhas já observadas no Espaço.
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