Espaço

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Re: Espaço
« Responder #555 em: Dezembro 08, 2014, 02:23:10 pm »
China projeta missão a Marte "por volta de 2020"




A China está a planear enviar uma missão a Marte "por volta de 2020", pela primeira vez, revelou no fim de semana um responsável do programa espacial chinês.

"O estudo de viabilidade está concluído e o objetivo, agora, é enviar uma sonda e um veículo robotizado para Marte", disse agência noticiosa Xinhua citando o presidente da China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC), Lei Fanpei.

Ainda não foi oficialmente anunciada a data da missão a marte, mas Lei Fanpei espera que ocorra "por volta do ano 2020", a partir de uma nova base de lançamentos, na ilha de Hainan, sul da China.

O lançamento será assegurado por um novo foguetão, o Longa Marcha-5, que está ainda a ser desenvolvido.

Depois da suave aterragem na lua, em dezembro passado, os cientistas espaciais chineses têm os olhos postos no planeta vermelho, disse Lei Fanpei.

A entrevista com Lei Fanpei foi feita no domingo depois de o satélite sino-brasileiro CBERS-4 ter sido colocado em orbita. Foi o 200.º lançamento espacial da China, numa proeza que apenas conseguida pela Rússia e os Estados Unidos.

A China já tinha tentado alcançar Marte em 2011, através de um foguetão chinês, mas a missão falhou.

Paralelamente, a China continua a desenvolver a sua primeira Estação Espacial permanente, que deverá estar concluída em 2022.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #556 em: Dezembro 08, 2014, 06:48:29 pm »


New horizon, Plutão e Charon
 :arrow: http://www.space.com/12279-nasa-dawn-as ... aphic.html
As missões mas esperadas no inicio de 2015. A chegada da New horizon a Plutão e da Dawn ao asteroide Vesta.
 :G-beer2:
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Re: Espaço
« Responder #557 em: Dezembro 09, 2014, 09:17:47 pm »
Fotos da recuperação da cápsula Orion ...




























 

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Re: Espaço
« Responder #558 em: Dezembro 11, 2014, 11:53:10 am »


Citar
ESA’s Rosetta Mission has found the water vapour from its target comet to be significantly different to that found on Earth. The discovery fuels the debate on the origin of our planet’s oceans...
https://www.youtube.com/user/HSMW/videos

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Re: Espaço
« Responder #559 em: Dezembro 11, 2014, 02:30:19 pm »
ESA quer explorar a Lua mas para isso precisa dos russos


Quarenta e cinco anos depois da alunagem dos astronautas norte-americanos, "a Lua ainda tem muito para nos contar", diz um cientista britânico.

A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla inglesa) tem planos de explorar a superfície da Lua, mas a única estratégia que está atualmente disponível é a de se juntar à agência espacial russa. Numa reunião na semana passada, os responsáveis europeus não se mostraram adversos a esta colaboração.

Apesar das tensões políticas crescentes entre a Rússia e o Ocidente, os cientistas da ESA revelaram no dia 2 de dezembro, numa reunião com os ministros da ciência dos países europeus, as suas intenções de participar em missões de exploração lunar em conjunto com a agência espacial russa, a Roscosmos. "A Lua ainda tem muito para nos contar", disse à revista Nature o cientista Ian Crawford, da Universidade de Londres, que sublinha que o ideal seria a Europa poder fazer as suas próprias missões lunares, mas, chamou à colaboração com a Rússia "um plano B muito bem-vindo".

A proposta deste grupo de cientistas é que a ESA participe no projeto Luna 27 da Roscosmos, uma sonda a ser lançada em 2019 para estudar o polo sul da Lua, e para o Lunar Sample Return, que está planeado para o princípio da década de 2020.

A ESA pretende conseguir uma boa posição estratégica no campo das missões lunares, para que a sua experiência e tecnologia estejam envolvidas no futuro da exploração lunar, incluindo mesmo, um dia, missões tripuladas ou uma base lunar permanente.

Os fundos para a participação na missão russa serão parte de 800 milhões de euros que o estados membros da ESA contribuíram para dedicar à exploração espacial internacional. A maior parte desses 800 milhões irão para a Estação Espacial Internacional e para financiar e desenvolver um módulo de propulsão para a cápsula Orion, que a NASA lançou pela primeira vez na semana passada.

Nunca um país ou agência da Europa enviaram uma missão à superfície da Lua, nem nunca nenhum rover nem astronauta foi ao polo sul da Lua, onde se crê que haverá gelo.

DN
 

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Re: Espaço
« Responder #560 em: Dezembro 12, 2014, 05:23:13 pm »
Portugueses querem semear plantas em Marte


Uma equipa de portugueses constituída, maioritariamente, por jovens do Grande Porto quer enviar sementes de plantas para Marte. Os cientistas nacionais estão entre os 10 finalistas de uma competição promovida pela fundação holandesa 'Mars One' com o objetivo de garantir o envio de diversos materiais para o planeta vermelho.
 
A experiência da equipa universitária que for selecionada vai ser enviada para Marte já em 2018, dois anos antes da data prevista para o início do projeto da agência espacial norte-americana NASA de enviar plantas para o planeta no âmbito do projeto Mars Plant Experiment (MPX), explicou à Lusa um dos cientistas das equipa.
 
A equipa portuguesa concorrente, batizada "Seed" ("Semente", em inglês) ambiciona provar que é possível haver vida em Marte, propondo-se germinar sementes de vários tipos de plantas em condições controladas naquele planeta do sistema solar.
 
"Em termos de aplicações, os resultados poderiam ajudar no desenvolvimento de sistemas de suporte de vida para futuras missões espaciais", disse Daniel Carvalho, de 20 anos, o mais jovem dos oito elementos do grupo de cientistas nortenhos envolvidos no projeto.
 
A "Seed" conta também com o apoio estratégico de investigadores e entidades portuguesas e estrangeiras especializadas em diferentes áreas, desde a biologia de plantas até à área aeroespacial.
 
O vencedor da competição será escolhido através de uma votação pública 'online' a decorrer até ao dia 31 de Dezembro na comunidade Mars One (60% dos votos), no Facebook, com cada 'gosto' no logótipo da equipa a corresponder a um voto (10%), no Google+ (10%) e através de uma inscrição na newsletter da Mars One (10%).
 
A Mars One, uma fundação holandesa sem fins lucrativos, aspira a estabelecer a primeira base humana em Marte antes de 2030, antecipando-se à NASA. O nome do grupo vencedor será anunciado a 05 de janeiro de 2015.

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Re: Espaço
« Responder #561 em: Dezembro 15, 2014, 08:36:16 pm »
Rússia equaciona construir estação espacial própria


As tensões entre Rússia e ocidente chegaram ao espaço: russos querem construir a sua própria estação espacial e deixar projeto da Estação Espacial Internacional.
A agência espacial russa, a Roscosmos, está a ponderar construir a sua própria estação espacial. Segundo a Reuters, a RIA, agência de notícias da Rússia, avançou esta segunda-feira uma declaração do responsável pela Roscosmos, Oleg Ostapenko, que confirma esta hipótese acrescentando que se trata de uma "possível direção de desenvolvimento" perante as tensões cada vez maiores entre a Rússia e a comunidade internacional, em grande parte resultado do conflito na Ucrânia.

Uma estação espacial exclusivamente russa viria rivalizar com a Estação Espacial Internacional, um laboratório que orbita em torno da terra e cujo projeto envolve 15 países de todo o mundo, Rússia e Estados Unidos da América incluídos.

Para Oleg Ostapenko, a estação russa seria crucial para as missões à lua que já foram projetadas pelo país. Mas em nenhum momento o responsável fala sobre como iria a Rússia financiar um projeto destas dimensões, sobretudo quando se espera que o país entre em recessão no próximo ano, devido às sanções económicas aplicadas pelo ocidente decorrentes da atuação de Putin na crise ucraniana.

Washington, por seu lado, pretende manter a Estação Espacial Internacional, - um projeto de 100 mil milhões de dólares - em funcionamento até 2024, quatro anos para lá do período inicialmente estipulado. Mas um representante do governo russo já dissera, em maio passado, que Moscovo rejeita o pedido dos EUA para prolongar as operações.

A estação espacial russa MIR, que foi lançada pela então União Soviética em 1986, operou até 2001. Mas o presidente Vladimir Putin parece agora empenhado em devolver à indústria espacial russa o prestígio perdido nos últimos anos, após cortes de orçamento e a perda de inúmeros cientistas e investigadores que deixaram a Rússia procurando melhores condições noutros países.

DN
 

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Re: Espaço
« Responder #562 em: Dezembro 17, 2014, 12:58:06 pm »
 
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Re: Espaço
« Responder #563 em: Dezembro 18, 2014, 09:17:56 pm »

E os próximos 50 anos da exploração espacial segundo a ESA:

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« Responder #564 em: Dezembro 18, 2014, 11:35:19 pm »
 

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Re: Espaço
« Responder #565 em: Dezembro 19, 2014, 06:57:05 pm »
O futuro da exploração espacial segundo a Lockeed Martin.
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Re: Espaço
« Responder #566 em: Dezembro 26, 2014, 07:11:24 pm »
NASA quer criar cidade flutuante para humanos em Vénus


Há muito tempo que já se sabe que a exploração de Vénus é complicada por vários motivos e, por isso, os esforços estão direcionados para Marte. No entanto, a NASA propõe uma nova ideia para visitar o vizinho mais próximo da Terra: uma espécie de nave-cidade que flutue sobre as nuvens venusianas.

Como dito, Vénus é mais perto da Terra do que Marte. A distância varia entre 38 milhões e 261 milhões de quilómetros, enquanto para chegar até ao planeta vermelho é necessário percorrer entre 56 milhões e 401 milhões de quilómetros. Além disso, o tamanho é parecido, com um raio de 6.052 km, enquanto o globo terrestre tem um raio de 6.371 km.

Mas as semelhanças ficam por aqui. Até hoje, nenhuma sonda foi capaz de durar mais de duas horas na superfície. Isso porque a pressão atmosférica é 92 vezes maior que a da Terra, com uma temperatura média de 462 graus Celsius, forte atividade vulcânica e uma atmosfera composta de gás carbónico e um pouco de hidrogénio com uma nuvem feita de ácido sulfúrico.

No entanto, a NASA quer desafiar estas condições mesmo assim, navegando a cerca de 50 quilómetros do solo de Vénus. Nesta área, as condições são bastante similares à da Terra, com uma pressão semelhante, gravidade levemente inferior, o que também facilitaria a estadia dos humanos, já que reduziria os efeitos da gravidade zero no organismo. A temperatura chega a 75 graus Celsius, o que não é confortável, mas é exequível, e a protecção atmosférica da radiação solar seria comparável a viver no Canadá.

A posição da cidade seria fixa, mas a exploração seria possível através de um dirigível de 130 metros de comprimento cheio de hélio, acompanhado de outro menor, robótico, de 31 metros. O fornecimento de energia seria feito pelo Sol, aproveitando a maior proximidade com o astro, utilizando cerca de mil metros quadrados de painéis solares.

O design está a ser feito baseado em tecnologias que já existem ou que estão próximas de saírem do papel. No entanto, ainda deve levar pelo menos uma década para que o projecto seja colocado em prática.

O primeiro passo, no entanto, é começar com uma sonda robótica para realizar as investigações iniciais. Com os dados em mãos, a etapa seguinte seria enviar uma missão tripulada para passar 30 dias a flutuar sobre o planeta. De seguida, equipas com dois astronautas passariam um ano em Vénus. O objetivo final seria uma presença humana permanente numa cidade flutuante.

Diário Digital
 

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« Responder #567 em: Janeiro 05, 2015, 06:18:57 pm »
Equipa universitária portuguesa vence concurso internacional para levar sementes a Marte


A equipa universitária portuguesa Seed ganhou a competição da Mars One e o direito a enviar para Marte os primeiros seres vivos, neste caso sementes de plantas, segundo os resultados divulgados hoje por aquela fundação holandesa.

"A Mars One tem o prazer de anunciar que o vencedor do concurso universitário Mars One é a equipa Seed. A experiência desta equipa universitária será enviada para Marte em 2018 e a sua escolha foi decidida por votação pública 'online', entre 35 projetos universitários", pode ler-se no comunicado divulgado pela fundação holandesa sem fins lucrativos.

A equipa, formada maioritariamente por jovens cientistas do Grande Porto, ganhou a votação pública online, concluída no dia 31 de dezembro de 2014, batendo nove outros finalistas, de diferentes nacionalidades, e terá agora a oportunidade de provar que é possível haver vida em Marte, através da germinação de plantas em condições controladas.

"É ótimo e uma oportunidade única, na medida em que será a primeira vez que se vai levar vida a Marte, mas, também por isso, a responsabilidade e preocupação serão maiores", disse Daniel Carvalho, um dos participantes no projeto, à agência Lusa.

A experiência da equipa universitária portuguesa será enviada na missão Lander, da Mars One, em 2018, numa viagem até Marte com a duração de 10 meses, e antecipa em pelo menos dois anos o projeto da agência espacial norte-americana NASA de enviar plantas para o planeta, no âmbito do projeto Mars Plant Experiment (MPX). "Vamos reunir com toda a equipa, conselheiros e entidades que nos apoiaram, juntamente com a Mars One, para começar a avaliar o nosso projeto e seguir para a construção do protótipo e, posteriormente, a sua validação", sublinhou.

A ideia do projeto consiste em enviar sementes congeladas para Marte. "Quando aterrar em Marte, o sistema vai ser ativado, e tanto a energia térmica como a água vão ser fornecidas às sementes de forma a possibilitar a germinação. Todo o processo de crescimento da planta será monitorizado por fotografias enviadas para a Terra via satélite", explicou o jovem investigador, de 20 anos.

O mais novo dos oito elementos da equipa (inclui ainda um holandês e um espanhol, e o apoio estratégico de investigadores e entidades portuguesas e estrangeiras especializadas em diferentes áreas) adianta que os resultados obtidos podem "contribuir para o desenvolvimento de sistemas de suporte de vida para futuras missões espaciais baseadas na produção de oxigénio e alimento por via das plantas". E, além disso, "contribuir para o estudo do comportamento da planta em ambientes de gravidade parcial (0.38g)".

A planta escolhida pela equipa Seed dá pelo nome de ‘Arabidopsis thaliana’, "uma planta muito bem estudada, até na área aeroespacial, a bordo da Estação Espacial Internacional", e tem "uma taxa de crescimento rápido, apesar das suas sementes de reduzido tamanho". "No entanto, podíamos usar outras sementes, como a 'Brassica rapa' ou a mais conhecida rúcula", acrescentou Daniel Carvalho, confirmando que o nome da planta será escolhido entre as sugestões avançadas por quem optou por votar pelo Twitter.

O prazo previsto no calendário de compromissos definido para a construção, desenvolvimento e validação do protótipo é de dois anos e exigirá "muito trabalho" à equipa multidisciplinar lusa, nomeadamente ao nível do financiamento.

"O projeto tem um custo acima dos 100 mil euros, mas poderá chegar a um milhão. O que já angariámos em dinheiro não é substancial e, por isso, continuámos à procura de investidores", revelou, esperando que a vitória lusa nesta competição internacional possa abrir portas em futuros contactos com potenciais investidores.

O concurso da Mars One, uma fundação holandesa que aspira a estabelecer a primeira base humana em Marte antes de 2030, foi aberto em finais de agosto e contou com a participação de projetos de 35 equipas universitárias.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #568 em: Janeiro 06, 2015, 10:14:10 pm »
Citação de: "Lusitano89"
Equipa universitária portuguesa vence concurso internacional para levar sementes a Marte

 :arrow: http://www.mars-one.com/news/press-rele ... rs-in-2018
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« Responder #569 em: Janeiro 07, 2015, 01:37:22 am »
Mais um planeta para ser destruído pela humanidade    :G-beer2: