Espaço

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Lusitano89

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Re: Espaço
« Responder #390 em: Outubro 31, 2013, 10:21:09 pm »
Aveiro participa em projeto de radiotelescópio gigante


A Universidade de Aveiro lidera o consórcio português no projeto de um radiotelescópio gigante para estudar o Universo, que irá produzir "mais informação por segundo do que toda a internet", anunciou hoje a instituição.

Portugal participa no projeto Square Kilometer Array (SKA), o radiotelescópio gigante cuja fase de pré-construção tem início a 01 de novembro, através do polo do Instituto de Telecomunicações na Universidade de Aveiro (UA) e de outras universidades, juntamente com a indústria de ponta nacional.

Fica a cargo do consórcio português, liderado pela Universidade de Aveiro, "o processo de definição de aspetos vitais, com foco na inclusão de tecnologias de energia solar e de redes de energia inteligentes (SmartGrid), assim como de comunicações, e processamentos avançados, suportados por sistemas de computação em nuvem".

Domingos Barbosa, coordenador do consórcio considera a participação no projeto "de extrema importância para qualquer universidade que queira liderar no maior programa mundial de inovação, nas áreas de ciência do SKA, ou na engenharia necessária" para o concretizar.

"O SKA irá possuir um dos maiores supercomputadores do mundo, e no seu centro irá produzir mais informação por segundo do que toda a Internet", explica Domingos Barbosa, considerando que são "enormes os desafios do ponto de vista da engenharia computacional, de materiais, da energia e da monitorização".

João Paulo Barraca, investigador do IT, docente na UA e responsável no consórcio pela área da engenharia de software, antevê que "será necessário criar soluções verdadeiramente inovadoras".

O radiotelescópio vai varrer o céu 10 mil vezes mais rápido e com sensibilidade 50 vezes maior que a de qualquer outro telescópio.

O objetivo do projeto internacional, que estará pronto em 2020 e que tem um orçamento próximo dos 2000 milhões de euros, é estudar as origens do Universo e detetar sinais que possam indicar a presença de vida extraterrestre.

O consórcio português, além do polo do Instituto de Telecomunicações na Universidade de Aveiro, integra as universidades do Porto e de Évora, e o Instituto Politécnico de Beja, tendo como parceiros industriais a Martifer Solar, a Critical Software, a Ative Space Technologies, a LC Technologies, a Logica EM, a PT Comunicações SA e a Coriant.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #391 em: Novembro 08, 2013, 10:27:17 pm »
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Re: Espaço
« Responder #392 em: Novembro 09, 2013, 02:45:58 pm »
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Re: Espaço
« Responder #393 em: Novembro 10, 2013, 06:49:42 pm »
Citar
Mars mission’s big night tonight
Ch Sushil Rao, TNN | Nov 10, 2013, 10.20 PM IST

HYDERABAD: Tonight will be the big night for the Mars mission. The Mars Orbiter Mission's spacecraft will be given another earth bound manoeuvre at 2.06 hrs. The reason to celebrate: the celebrity spacecraft will be hurled to an apogee of nearly one lakh km. This will be the fourth orbit raising manoeuvre since the inter-planetary spacecraft, India's first, was launched on November 5 from SHAR, Sriharikota, Andhra Pradesh.


The midnight monoeuvres have caught the fascination of space enthusiasts who are tracking every development related to the mars mission that Indian scientists have made possible. They have questions to ask and Isro's scientists are more than willing to explain why the orbit raising manoeuvres take place only in the nights.

"Firing has to happen near the perigee and in the visibility from ISTRAC ground stations. All these orbits have argument of perigee of ~285 deg. When all these constraints are put together, firings time will almost always fall in to midnights of Indian sub continent," Isro explained about the reasons for the midnight manoeuvres.

According to Isro scientists, the Liquid Engine On-board MOM has performed flawlessly over the last three consecutive nights by gradually raising MOM's Velocity at Perigee and the resultant Apogee altitude as well. "And now MOM is in a large elliptical orbit and will need another thirty hours for firing its liquid engine to gain additional velocity," they said.

The third orbit raising manoeuvre of Mars Orbiter Spacecraft, starting at 02:10:43 hrs on Nov 09, 2013, was successful. The change observed in the Apogee was from 40,186 km to 71,636 km.

The second orbit raising manoeuvre of MOM was at 02:18:51 hrs(IST) on Nov 8, 2013.The change observed in Apogee was from 28,814 km to 40,186km.

The first orbit-raising manoeuvre of India's Mars Orbiter Spacecraft was performed at 01:17 hrs Indian Standard Time (IST) early on November 07, 2013) when the 440 Newton Liquid Engine of the spacecraft was fired for 416 seconds by commanding it from Spacecraft Control Centre (SCC) at Isro Telemetry, Tracking and Command Network (ISTRAC) at Peenya, Bangalore. With this engine firing, the spacecraft's Apogee (the farthest point to Earth) was raised to 28,825km.
 

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Re: Espaço
« Responder #394 em: Novembro 13, 2013, 11:20:57 am »
Perdeu o campo magnético, a atmosfera e secou?
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Re: Espaço
« Responder #395 em: Novembro 13, 2013, 01:59:38 pm »
Pelo que eu percebi dos vários programas que assisti sobre o assunto foi toda uma série de eventos. A actividade vulcânica abrandou, por causa disso o campo magnético foi à vida e a ajudar à festa, Marte tem uma gravidade menor que a Terra. Tudo junta fez com que a água evapora-se e o planeta fica-se estéril.

Se isso vai ou não confirmar-se, só os deuses é que sabem.
Contra a Esquerda woke e a Direita populista marchar, marchar!...

 

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Re: Espaço
« Responder #396 em: Novembro 13, 2013, 02:23:41 pm »
Nasa marca voo inaugural da nave Orion para Setembro de 2014


O primeiro voo não tripulado da nave espacial americana Orion, sucessora do vaivém espacial e capaz de transportar astronautas para além da órbita da Terra, será realizado em Setembro do ano que vem, informou a Nasa. «Um grande progresso está a ser feito no avanço do programa Orion, o que permitirá um voo de teste da cápsula em Setembro de 2014», segundo o previsto, disse durante uma conferência de imprensa William Gerstenmaier, administrador associado da agência espacial americana, encarregue da exploração espacial tripulada.

A Orion só transportará astronautas depois de 2021.

A cápsula espacial, que será lançada da base aérea de Cabo Canaveral, na Florida (sudeste dos Estados Unidos), dará duas voltas em redor da Terra antes de regressar à atmosfera em alta velocidade.

Este voo tem como objectivo principal testar o escudo térmico da nave de cerca de duas toneladas e o sistema de paraquedas para a aterragem prevista no Oceano Pacífico, ao longo da costa da Califórnia, disse Gerstenmaier.

Para este primeiro voo, a Orion será transportada a bordo de um foguete Delta IV, já que o seu sistema de lançamento (Space Launch System, SLS) ainda não está pronto.

Mas ainda assim «foram feitos avanços muito importantes em muito pouco tempo», graças aos quais o «SLS está 70% concluído», disse o encarregado da Nasa.

A Orion, que poderá transportar quatro a seis astronautas, será lançada pelo SLS na primeira missão espacial ao redor da Lua, em 2017. A cápsula não tripulada será colocada numa órbita de 75.000 quilómetros sobre a superfície lunar para um voo de 21 dias, destinado a certificar esta nave com peso de 70 toneladas para missões tripuladas além da órbita terrestre.

Esta órbita tem a particularidade de ser muito estável, já que os objectos podem permanecer um século sem perder altura ou cair, explicou Gerstenmaier.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #397 em: Novembro 13, 2013, 02:48:19 pm »
Porque o núcleo do planeta parou?
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Re: Espaço
« Responder #398 em: Novembro 13, 2013, 03:48:04 pm »
Porque solidificou?
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Re: Espaço
« Responder #399 em: Novembro 15, 2013, 05:10:11 pm »
Avistamentos para o hemisfério Norte no fim de Novembro!

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Re: Espaço
« Responder #400 em: Novembro 22, 2013, 05:24:23 pm »
Contra a Esquerda woke e a Direita populista marchar, marchar!...

 

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Re: Espaço
« Responder #401 em: Novembro 25, 2013, 09:27:19 pm »
Nasa encontra dados perdidos de missões à Lua


Um conjunto de dados científicos recolhido pelas missões Apollo, até então considerado perdido, foi redescoberto pela Nasa e resultou num estudo que revela o ritmo em que a poeira se acumula no solo lunar.

J. O'Brien foi um dos cientistas que trabalhou no planeamento das experiências científicas do Projecto Apollo. Nas discussões iniciais, os investigadores já imaginavam que a poeira lunar fosse causar alguns problemas - embora não tanto quanto os astronautas acabaram por enfrentar, com um material que aderia a qualquer superfície.

A maior preocupação com a poeira era de ordem científica. O medo era que, com a descolagem do módulo lunar, grande quantidade de poeira fosse levantada da superfície e acabasse por aderir aos instrumentos deixados na Lua, prejudicando o seu funcionamento. «Fiz então uma pergunta que julguei muito básica», diz O'Brien. «Se temos de resguardar-nos dos danos causados pela descolagem do módulo lunar, quem está a medir se algum dano realmente aconteceu; quem está a medir a poeira?»

O'Brien ficou encarregue de desenvolver uma pequena experiência para investigar a quantidade de poeira lunar que se acumula sobre uma dada superfície. O pequeno dispositivo que criou, chamado de Lunar Dust Detector, consistia em três pequenos painéis solares instalados sobre um pacote maior de instrumentos. Conforme a poeira fosse se juntando sobre os painéis, menos eficientes estes se tornariam, e seria possível calcular quanto material estava a cobri-los.

Pesando modestos 270 gramas, o instrumento voou em três diferentes missões: Apollo 12, 14 e 15. A primeira voou em 1969 (segunda aterragem lunar tripulada bem-sucedido), as outras duas em 1971. Detalhe: os equipamentos permaneceram a recolher dados até 1977, quando a Nasa decidiu não mais financiar a monitorização.

Na época do Projecto Apollo, fazia todo o sentido medir os efeitos da poeira lunar, uma vez que parecia que viagens e experiências em solo lunar se tornariam comuns. Com a decisão de cancelar o programa, tomada ainda em 1970, ficou cada vez mais claro que o problema da poeira lunar não teria mais importância para o futuro imediato da Nasa.

As fitas magnéticas que pacientemente registaram as leituras do Lunar Dust Detector perderam-se, em meio à imensa burocracia da agência espacial americana. Saltamos então para 2013. A Nasa «despacha» uma nova sonda para a Lua, chamada Ladee, que vai estudar justamente a atmosfera de poeira que circunda o nosso satélite. O regresso do interesse pela poeira lunar não é coincidência. Quando a Ladee foi planeada, o plano em vigor era o Projecto Constellation, que levaria astronautas de volta à Lua até 2020. Foi nessa onda de regresso à Lua que a agência se deu conta de que os dados originais que já tinha sobre esse assunto foram perdidos, sem sequer terem sido analisados apropriadamente.

Em 2006, O'Brien fica a saber que a Nasa perdeu os dados da sua experiência e (surpresa!) revela à agência que ele tinha um conjunto de cópias das fitas. Acto contínuo, ele passou a analisá-las, em parceria com Monique Hollick, que trabalha com ele actualmente na Universidade do Oeste da Austrália, em Crawley. O resultado é o trabalho publicado pela dupla, que revela como a poeira se espalha pela superfície da Lua.

A análise mostra que o ambiente lunar é o sonho dourado de qualquer dona-de-casa. Para que uma camada de poeira de 1 milímetro de espessura se forme sobre uma superfície na Lua, é preciso esperar cerca de mil anos. O curioso é que, embora seja bem pouco pelos padrões terrestres, isso é 10 vezes mais do que as estimativas anteriores. E também é o suficiente para causar problemas para painéis solares instalados na Lua.

Como não há atmosfera gasosa no nosso satélite, especulava-se que a circulação de poeira fosse produzida somente por impactos de meteoritos e pela queda de pó de origem cósmica. Mas os «novos velhos» dados mostram que só isso não seria suficiente. O'Brien especula que um fenómeno de origem electromagnética (em que a poeira ganha carga positiva no lado iluminado da Lua e carga negativa no lado escuro, resultando num levantamento de poeira na região do terminador, que divide o lado escuro do claro) possa explicar o efeito aumentado. É um fenómeno que a LADEE tentará confirmar.

Aliás, uma das motivações para a missão é explicar uma observação dos astronautas da Apollo em órbita lunar.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #402 em: Novembro 29, 2013, 07:45:25 pm »
Exposição europeia sobre o Espaço inaugurada hoje


A exposição "European Space Expo" chega a Lisboa, onde é hoje inaugurada, para mostrar o que se faz na indústria do Espaço e os benefícios da tecnologia espacial para as populações. A exposição, que já precorreu 17 cidades europeias, é organizada pela Comissão Europeia e fica patente até 09 de dezembro, na praça do Comércio, e tem entrada gratuita.

A mostra apresenta informação sobre diversos programas europeus, como o sistema de observação terrestre Copernicus e o sistema de navegação EGNOS/Galileo, com o qual será possível perceber quando um animal escapou à manada, definir rotas aéreas que perturbem menos as populações ou planear melhor as redes de distribuição de gás, luz e água.

No quiosque "Espaço fabricado em Portugal", os visitantes podem aceder a informação sobre as empresas nacionais que participam nos programas da Agência Espacial Europeia, incluindo o EGNOS e o Galileo.

A exposição inclui equipamentos como um "OmniGlobe" - holograma interativo da atmosfera terrestre - ou um modelo de um satélite Galileo.

Na "European Space Expo" haverá apresentações de 15 minutos, seguidas de perguntas e respostas, sobre tecnologia espacial e astronomia.

A 07 de dezembro, o astronauta italiano da Agência Espacial Europeia Paolo Nespoli partilhará a sua experiência como engenheiro de voo na missão MagISStra, na conferência "Seis Meses fora deste Mundo".

A exposição é inaugurada pelo vice-presidente da Comissão Europeia responsável pela Indústria e pelo Empreendedorismo, Antonio Tajani, e pelo ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato.

Na cerimónia participa Alexandre Lourenço, a criança portuguesa que vai dar o seu nome a um dos satélites Galileo.

A "European Space Expo" conta com a colaboração da Câmara Municipal de Lisboa, da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, do Planetário Calouste Gulbenkian e do Turismo de Lisboa.

A mostra itinerante já foi vista por mais de 300 mil pessoas.

Lusa
 

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Re: Espaço
« Responder #403 em: Novembro 29, 2013, 07:59:18 pm »
Parece que afinal sempre sobrou alguma coisa do cometa ISON após a passagem pela coroa solar.


 :)
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Re: Espaço
« Responder #404 em: Dezembro 01, 2013, 06:04:29 pm »
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