Armas ligeiras: Modus Operandi

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ACADO

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« Responder #45 em: Dezembro 30, 2008, 08:44:15 pm »
Citação de: "deathangel1993"
Mas tem toda a razão...


Ah!Ah!
Consegui convencer 1...
The way of the Warrior(s) - www.warriors.pt:
" Only fools and dead Men don´t change their minds. Fools won´t and dead Men can´t !! "
 

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Death Angel

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« Responder #46 em: Dezembro 30, 2008, 08:56:23 pm »
Citar
ou NÃO...


AH! AH! AH!


 :twisted:  :D
 

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Cabecinhas

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« Responder #47 em: Dezembro 30, 2008, 09:51:27 pm »
Citar
Deve mudar-se o carregador deitado ou aproveitar enquanto sprinta??


Da pouca experiência que tive no Vale do Zebro, sei que nos incentivavam a trocar de carregador durante as arrancadas... isto claro se fosse a nossa vez de "sair" senão trocavamo-lo no chão e continuava-mos a fazer fogo para o IN.

Espero ter-me explicado da melhor forma possível.
Um galego é um português que se rendeu ou será que um português é um galego que não se rendeu?
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Aim

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« Responder #48 em: Dezembro 30, 2008, 11:59:45 pm »
Mudar o carregador sempre me foi instruído a mudar no chão .

Seja na situação de progressão por lançes seja progressão em linha ..
Seja a progressão como for.

Por algum motivvo é que quando o militar está instalado no chão atrás de uma máscara antes de avançar os 3/4 passos já anteriormente falados pelo camarada tyr se ouvem as seguintes frases pelo comandante de secção...

Preparados ( verifica-se porta carregadores e carregador ). Prontos ... Já

e de certeza que a parte de verificar nao e ver só se ele esta la xD
 

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Death Angel

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« Responder #49 em: Dezembro 31, 2008, 12:04:13 am »
Vês ACADO? :G-deal:
 

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HSMW

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« Responder #50 em: Dezembro 31, 2008, 12:48:09 am »
Ora nem mais!
Nem me lembrei de dar esse exemplo  :bang:
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

Mudança de carregador
« Responder #51 em: Dezembro 31, 2008, 01:23:26 am »
Caríssimos:

Segui, com alguma atenção, os posts desta discussão e penso que há algo que pode ser acrescentado na tentativa de a enriquecer.

A troca de carregador pode ser vista sob vários prismas e é isso mesmo que tem sido feito por vós até aqui. Aquilo que pode trazer valor acrescentado é uma tentativa de sistematização das ideias. Vejamos:

- A questão inicial foi formulada com base na Galil. É bem certo que cada arma tem a sua especificidade e que é com base nas suas características técnicas que se opera. No entanto, a maioria dos carregadores das espingardas automáticas, muda-se por um processo similar: há um dispositivo que liberta um carregador e o seguinte é colocado por encaixe simples. Neste ponto, podemos facilmente concluir que, para a maioria das armas, não é no acto de retirar e repor o novo carregador no seu alojamento que reside o problema. Este estará, como foi apontado, no local de onde se retira e onde se guarda o carregador. Um bom exemplo da forma como hoje são encaradas estas problemáticas é o exército americano. Na realidade, de há uns anos para cá, o equipamento e armamento individual é fornecido ao combatente, bem como a instrução, mas a forma como o combatente se equipa e o modo como equipa a sua arma (sim, porque o militar americano pode adquirir, por sua conta, os acessórios extra que pretender para a sua arma, como punhos adicionais, sistemas de pontaria diferentes do standard, etc.). Daqui concluímos que, ao contrário da corrente tradicional, a utilização da arma individual deve ser  o que a própria designação indica: "individual". Cada combatente deverá optimizar o seu sistema da forma que combate melhor. Claro que é necessária uma instrução inicial "padrão", de algum modo rígida e uniforme. Não é possível pegar num universo de uma companhia de instrução que está a contactar com uma arma pela primeira vez e dizer-lhes "utilizem-na como quiserem!";

- O segundo ponto tem a ver com as considerações feitas por alguns acerca das situações tácticas em que as armas estão a ser usadas. É bem verdade que a situação táctica determina a forma como a arma tem de ser usada. Penso ser importante desmistificar algumas ideias erradas que Hollywood insiste em incutir:
  1 - A dotação individual de um atirador é diminuta. Devemos considerar que, em qualquer parte do mundo, se trata somente do peso em munições que este consegue transportar, que lhe permita cumprir a sua missão e não se torne num "estorvo" pesado. Doutrinariamente, por exemplo, em relação à G3 e no exército português, é de 100 munições. Claro que, em guerra convencional, com um inimigo convencional bem definido, as cadeias logísticas bem implementadas, etc., esta dotação pode aumentar, sendo que o combatente continua a transportar as mesmas 100 munições consigo, tendo dotações suplentes nas viaturas do seu pelotão ou nos trens da sua companhia. Isto obvia o problema da contenção de munições, mas não resolve uma situação de ficar desmuniciado quando em contacto. Por esta razão, apesar das armas serem automáticas, é privilegiado o tiro semi-automático. O treino de tiro de combate baseia-se em tiro instintivo (dois disparos para um alvo). Em situações mais estáticas, como nas defesas em posição, é privilegiado o tiro ajustado, dado que o combatente, por princípio, encontra-se abrigado e numa posição de tiro confortável. Daí a importância de sessões de tiro colectivo de controlo de fogos: o comandante de secção tem de ter a percepção exacta dos efeitos que pretende com as diversas armas ao seu dispor, e, ao mesmo tempo, a certeza de que está a bater toda a área de responsabilidade que lhe foi atribuída (o seu sector);

  2 - Vimos, no parágrafo anterior, que o tiro automático com espingarda raramente é utilizado. Excepção feita em alguns casos particulares (exemplificarei alguns, mas não todos):
   - Nos fogos de protecção final, numa defesa. Aqui procura-se estabelecer uma linha, o mais paralela possível à nossa defesa, para aquém da qual não permitiremos a passagem de nenhum elemento inimigo. Procura-se o máximo de razança e normalmente, uma vez dada a ordem, o regime de tiro é livre;
    - No combate em áreas edificadas, a limpeza de compartimentos, por não sabermos exactamente onde está o inimigo dentro de um compartimento em que acabamos de entrar, efectua-se uma ou duas rajadas curtas (hoje em dia as técnicas têm tendência para ser alteradas dado que dentro de uma área edificada, geralmente, não está só o In);
    - Quando, à falta de metralhadoras ligeiras, uma espingarda automática com bipé serve de arma de apoio;
   Com base no que foi exposto, adicionando-lhe o facto da cadência de tiro automático destas armas variar de 2 a 5 munições por segundo, verifica-se em que, em tiro automático, numa arma que não tenha meio de controlar a rajada, um carregador de 20 munições esgota-se entre 5 a 10 segundos.

Em resumo podemos inferir: o combatente doseia as suas munições o melhor que pode, dado que, mesmo que saiba que tem mais do que a dotação individual ao seu dispor numa viatura um pouco mais à retaguarda, não quer ser apanhado "descalço" ainda em contacto. Preferirá fazer tiro semi-automático sempre que possível, e, mais ainda, preferirá tiro ajustado ao tiro instintivo, se a situação táctica lho permitir. Resta acrescentar que a táctica das pequenas unidades de infantaria ajuda: normalmente há uma força que movimenta e outra que apoia. A troca de carregador, por norma, é um problema da força que apoia, dado que a que movimenta procura fazer um deslocamento rápido, entre duas máscaras, e só fará fogo se tiver necessidade de, ela própria, suprimir o imimigo (obrigá-lo a proteger-se, não conseguindo fazer fogo ajustado). Concluímos que, quem movimenta consome menos munições do que quem apoia. Mais uma vez, a troca de carregador é uma ocorrência que recai sobre quem está instalado no terreno e não sobre quem se está a deslocar.

A troca de carregador é o menor problema de todos os que foram aqui enumerados.

Cumprimentos

JSL
 

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ACADO

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« Responder #52 em: Dezembro 31, 2008, 11:16:16 am »
Citação de: "Aim"
Mudar o carregador sempre me foi instruído a mudar no chão .

Seja na situação de progressão por lançes seja progressão em linha ..
Seja a progressão como for.

Por algum motivvo é que quando o militar está instalado no chão atrás de uma máscara antes de avançar os 3/4 passos já anteriormente falados pelo camarada tyr se ouvem as seguintes frases pelo comandante de secção...

Preparados ( verifica-se porta carregadores e carregador ). Prontos ... Já

e de certeza que a parte de verificar nao e ver só se ele esta la xD

Citação de: "deathangel1993"
Vês ACADO? :oops:  :bang:


Eu já percebi que foi assim que vos foi ensinado. Estão habituados a receber ordens e a fazer o que vos mandam. Não tem mal.
A aprendizagem é uma coisa contínua.

Mas pensaram que pode haver outras formas mais eficazes???

Gostava que pensassem que podem maximizar o vosso tempo.
Vão se informar, ler umas coisas, falem com outras pessoas com outras experiências de combate...
Como vocês dizem, um soldado adapta-se portanto tudo o que venha de conhecimento e experiências para além do que lhes ensinaram é bom

Não sejam cabeças duras e pensem nisso e da proxima vezes que forem treinar experimentem.
« Última modificação: Dezembro 31, 2008, 01:42:05 pm por ACADO »
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foxtrotvictor

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« Responder #53 em: Dezembro 31, 2008, 11:52:20 am »
Quase sempre que temos de fazer troca de carregador é porque a situação é complicada. Nada melhor que os “suplentes” andarem num local de fácil acesso e de fácil extracção. Pode acontecer estarmos numa situação de stress e a adrenalina vai dar primazia aos músculos maiores em detrimento dos pequenos, ficando os movimentos mais minuciosos debilitados. É muito importante mecanizar a troca de carregadores nas várias situações tácticas prováveis de vir a acontecer.
 

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ACADO

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« Responder #54 em: Dezembro 31, 2008, 01:32:44 pm »
Citação de: "foxtrotvictor"
Quase sempre que temos de fazer troca de carregador é porque a situação é complicada. Nada melhor que os “suplentes” andarem num local de fácil acesso e de fácil extracção. Pode acontecer estarmos numa situação de stress e a adrenalina vai dar primazia aos músculos maiores em detrimento dos pequenos, ficando os movimentos mais minuciosos debilitados. É muito importante mecanizar a troca de carregadores nas várias situações tácticas prováveis de vir a acontecer.


Sem dúvida. Bem dito.
Movimentos básicos treinados constantemente são sempre mais fáceis que movimentos precisos.
Sem duvida mecanizar todas as trocas.
Por isso é que também se treina trocas de carregadores deitado pois essa situação também pode ser necessária.
Assim como de costas, de lado, com um joelho, com dois joelhos, com uma mão ferida, etc, etc...
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ACADO

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Re: Mudança de carregador
« Responder #55 em: Dezembro 31, 2008, 01:35:44 pm »
Citação de: "joaosilvadelemos"
Caríssimos:

...

A troca de carregador é o menor problema de todos os que foram aqui enumerados.

Cumprimentos

JSL


Ninguém disse que era.
Mas às vezes são pequenos pormenores que nos salvam a vida e se tivermos preparados para tudo melhor.
Por exemplo conheço um homem que no afeganistão, numa gruta, depois de rastejar por um espaço mínimo, ter encontrado informação vital, se deparou no meio de uma intensa troca de tiros em que os 2 inimigos esgotaram os carregadores assim como ele. Se não fosse pela sua rapida transição de carregadores provavelmente hoje não conheceriamos a sua História.
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raphael

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« Responder #56 em: Dezembro 31, 2008, 03:00:08 pm »
A questão do carregador está a dar pano para mangas... mas se viermos a ter a G-36 como confirmou o Instrutor... temos a hipótese de "emparelhar" os referidos carregadores, ou seja, eles encaixam-se uns nos outros lateralmente, o que irá reduzir significativamente o tempo das trocas.
Na G-36 há também a valência de utilização do mais incómodo e volumoso tambor com capacidade para 100 munições. Além das várias versões disponíveis (normal e curta).
A introdução da G-36 irá certamente criar outra doutrina de utilização (faz inclusivé tiro se acidentalmente se enfiar na lama... em Mafra fez... tb podia ser especial de corrida nos testes!!).
Vá um bom ano pro pessoal :D
Um abraço
Raphael
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« Responder #57 em: Dezembro 31, 2008, 03:27:40 pm »
Citação de: "raphael"
A questão do carregador está a dar pano para mangas... mas se viermos a ter a G-36 como confirmou o Instrutor... temos a hipótese de "emparelhar" os referidos carregadores, ou seja, eles encaixam-se uns nos outros lateralmente, o que irá reduzir significativamente o tempo das trocas.
Na G-36 há também a valência de utilização do mais incómodo e volumoso tambor com capacidade para 100 munições. Além das várias versões disponíveis (normal e curta).
A introdução da G-36 irá certamente criar outra doutrina de utilização (faz inclusivé tiro se acidentalmente se enfiar na lama... em Mafra fez... tb podia ser especial de corrida nos testes!!).
Vá um bom ano pro pessoal :D


Provavelmente a versão que iremos receber não irá usar esses carregadores que está a falar.
No entanto também existem peças para fazer isso com os carregadores de M16 ou da Galil.
Além disso só dá jeito por 2 de cada vez. Portanto só a primeira troca, o que já é optimo, diga-se.

Quanto ao Bet-Mag a fiabilidade deixa muito a desejar. O único tambor que conheço fiável é o de 75 tiros da AK47 e mesmo assim tem de ter uma boa manutenção.

A maior parte das armas fazem tiro se se enfiar na lama.
Só que também em qualquer arma isso não é muito seguro pois ter um cano com lama pode dar grandes azares.

Mas com certeza que algumas coisas irão mudar nem que seja porque é uma arma muito mais ergonómica que a G3 ou Galil.
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« Responder #58 em: Dezembro 31, 2008, 03:40:08 pm »
os carregadores de 30 munições standard da g36, só têm um modelo e esse modelo tem encaixes que em teoria, permite ligar 4 , 5 ou mais carregadores (para tropas de manobra, acho mais de 2 ou 3 é provavelmente inviavel).
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

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tyr

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« Responder #59 em: Dezembro 31, 2008, 03:44:41 pm »
e agarrando no que disse o fox trooper, eu sou apologista, dos carregadores no cinturão ou na perna, pois permite o remuniciamento rapido em mais circunstancias (e com um movimento que na minha opinião é mais intuitivo e mais fluido), para alem de quando temos que rastejar, não termos um estorvo.
A morte só é terrivel para quem a teme!!
 

 

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