Notícias do Exército Português

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dc

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1575 em: Dezembro 21, 2019, 11:11:47 pm »
https://nation-creation.fandom.com/wiki/Modern_Day_Military_Pricing_List

Está aqui uma longa lista de preços hipotéticos de diversos equipamentos militares. Segundo dizem na introdução, estes valores já incluem treino, spare parts, etc. Ora, aqui dá o preço do M-777 como 4.5 milhões, do Caesar como 5.5, o Archer como 6+ e o ATMOS 2000 como 4.5/5 milhões.

Estarão estes valores correctos? Ou actualizados sequer? Caso estejam remotamente certos, já dá para ter uma ideia, supondo-se que a solução AP mais barata possa ser a Israelita.
 

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perdadetempo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1576 em: Dezembro 22, 2019, 01:12:52 am »
https://nation-creation.fandom.com/wiki/Modern_Day_Military_Pricing_List

Está aqui uma longa lista de preços hipotéticos de diversos equipamentos militares. Segundo dizem na introdução, estes valores já incluem treino, spare parts, etc. Ora, aqui dá o preço do M-777 como 4.5 milhões, do Caesar como 5.5, o Archer como 6+ e o ATMOS 2000 como 4.5/5 milhões.

Estarão estes valores correctos? Ou actualizados sequer? Caso estejam remotamente certos, já dá para ter uma ideia, supondo-se que a solução AP mais barata possa ser a Israelita.

Em relação ao ATMOS-2000 155mm é dificil encontrar o custo dos contratos já realizados. Tanto as empresas israelitas envolvidas como os países que compraram (Arzebijão e Tailândia) são muito envergonhados quando se trata de cifrões. Segundo as notícias terão-se vendido 5 canhões para o primeiro e dezoito para a Tailândia.

https://www.israeldefense.co.il/en/content/elbit-systems-atmos-arrived-thailand

https://adex.az/en-opennews/6957.41.html

Os polacos após conversações com o grupo NEXTER (o do CAESAR 155mm) terão optado por uma adaptação do ATMOS por que supostamente seria mais barato que  o material françês. Trata-se do programa Kryl onde se criaria uma versão adaptada ao exército polaco, mas a história tem-se prolongado sem fim à vista...

https://www.defence24.com/armed-forces/kryl-going-through-a-renaissance

Em relação ao FH-77 BW L52 ARCHER a BAE recebeu um contrato no valor de 200M USD para construir 48 canhões por parte da Suécia e da Noruega. A Noruega acabou por abandonar o barco justificando quebra do contrato entre outras coisas e a Suécia acabou por assumir os custos e a produção ficando com as 48 peças. Teóricamente 200M USD/48= 4,16 M USD/unidade.

https://www.defenseindustrydaily.com/sweden-norway-to-cooperate-on-archer-artillery-project-05142/

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/177282/sweden-to-buy-up-norway%E2%80%99s-24-archer-sp-howitzers.html

Um detalhe o ARCHER tem como dimensões 14,1mX3mX4m e um peso de 30TON. Não é compativel com o C-130 ou o seu substituto.

Cumprimentos,
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1577 em: Dezembro 28, 2019, 05:37:10 pm »
Militar pagou 91 mil euros para poder deixar o Exército
Por Executive Digest 10:00, 28 Dez 2019

A desmotivação, os melhores salários no privado e a qualidade de vida civil têm levado muitos militares do quadro permanente a desembolsar milhares de euros para deixarem as Forças Armadas — cada vez com mais problemas com a falta de pessoal, avança o Expresso na edição deste sábado.

O Semanário dá o exemplo de Ângela Pedro, major e médica, que pagou €91.000 ao Estado para deixar o Exército e passar a dedicar-se à clínica privada. Pediu o abate aos quadros, o Exército fez as contas aos cursos e formações que deu à major ao longo da carreira — para indemnizar o Estado desse investimento segundo uma fórmula de cálculo prevista na lei — e Ângela Pedro engrossou as fileiras de médicos militares a deixar a instituição.

Na Força Aérea, há pilotos a pagar entre €180.000 e €300.000 para ingressarem nas companhias comerciais, explica ao Expresso o tenente-coronel António Mota, da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA). No grupo do Facebook Naval Zero há relatos de praças da Marinha (que ganham pouco mais do que o salário mínimo) a pagarem entre €1500 e €5000 para ‘comprar’ o abate aos quadros.

Dados do Ministério da Defesa citados pela Renascença, revelam que mais de 15 mil militares saíram das Forças Armadas por vontade própria ou por rescisão dos contratos a termo certo, entre 2014 e 2018. No último ano, mais de três mil militares abandonaram os cargos e oito em cada dez partiram antes do tempo previsto. O Exército é o ramo que vive a situação mais preocupante. Segundo o Almirante Silva Ribeiro, faltam 4.100 praças no Exército, 535 na Marinha e 950 na Força Aérea.

Os representantes dos militares falam numa situação limite e traçam cenários negros para as Forças Armadas, caso não sejam adotadas medidas para reforçar o recrutamento e conter as saídas. Como o aumento de salários – um soldado aufere o ordenado mínimo – e a criação de um quadro permanente de praças na Força Aérea e no Exército, o ramo que mais efetivos tem perdido.

Mas no Orçamento não há aumentos salariais nem mudanças nas carreiras. É uma política de médio prazo. Estão em curso “medidas que visam reverter o longo ciclo de desinvestimento nas Forças Armadas”, diz ao Expresso fonte oficial do Ministério da Defesa, que cita o Plano de Ação para a Profissionalização, um documento que o Governo lançou em abril, onde sobretudo se planeiam estudos para tomar decisões “nos próximos cinco anos”.

https://executivedigest.sapo.pt/militar-pagou-91-mil-euros-para-poder-deixar-o-exercito/
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Red Baron

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1578 em: Dezembro 31, 2019, 11:22:39 am »
Militar pagou 91 mil euros para poder deixar o Exército
Por Executive Digest 10:00, 28 Dez 2019

A desmotivação, os melhores salários no privado e a qualidade de vida civil têm levado muitos militares do quadro permanente a desembolsar milhares de euros para deixarem as Forças Armadas — cada vez com mais problemas com a falta de pessoal, avança o Expresso na edição deste sábado.

O Semanário dá o exemplo de Ângela Pedro, major e médica, que pagou €91.000 ao Estado para deixar o Exército e passar a dedicar-se à clínica privada. Pediu o abate aos quadros, o Exército fez as contas aos cursos e formações que deu à major ao longo da carreira — para indemnizar o Estado desse investimento segundo uma fórmula de cálculo prevista na lei — e Ângela Pedro engrossou as fileiras de médicos militares a deixar a instituição.

Na Força Aérea, há pilotos a pagar entre €180.000 e €300.000 para ingressarem nas companhias comerciais, explica ao Expresso o tenente-coronel António Mota, da Associação de Oficiais das Forças Armadas (AOFA). No grupo do Facebook Naval Zero há relatos de praças da Marinha (que ganham pouco mais do que o salário mínimo) a pagarem entre €1500 e €5000 para ‘comprar’ o abate aos quadros.

Dados do Ministério da Defesa citados pela Renascença, revelam que mais de 15 mil militares saíram das Forças Armadas por vontade própria ou por rescisão dos contratos a termo certo, entre 2014 e 2018. No último ano, mais de três mil militares abandonaram os cargos e oito em cada dez partiram antes do tempo previsto. O Exército é o ramo que vive a situação mais preocupante. Segundo o Almirante Silva Ribeiro, faltam 4.100 praças no Exército, 535 na Marinha e 950 na Força Aérea.

Os representantes dos militares falam numa situação limite e traçam cenários negros para as Forças Armadas, caso não sejam adotadas medidas para reforçar o recrutamento e conter as saídas. Como o aumento de salários – um soldado aufere o ordenado mínimo – e a criação de um quadro permanente de praças na Força Aérea e no Exército, o ramo que mais efetivos tem perdido.

Mas no Orçamento não há aumentos salariais nem mudanças nas carreiras. É uma política de médio prazo. Estão em curso “medidas que visam reverter o longo ciclo de desinvestimento nas Forças Armadas”, diz ao Expresso fonte oficial do Ministério da Defesa, que cita o Plano de Ação para a Profissionalização, um documento que o Governo lançou em abril, onde sobretudo se planeiam estudos para tomar decisões “nos próximos cinco anos”.

https://executivedigest.sapo.pt/militar-pagou-91-mil-euros-para-poder-deixar-o-exercito/


« Última modificação: Dezembro 31, 2019, 11:22:54 am por Red Baron »
 

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Trafaria

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1579 em: Janeiro 02, 2020, 02:37:08 am »
Há exagero, é um bocado rebuscado de mais este senhor da AOFA.
Uma médica não é paradigma da classe de oficiais, é um caso muito especifico nada generalizável.

Os caso dos pilotos já é outra estória, mas a mesma, velha e antiga. Também ela muito especifica de um grupo muito particular.

Isto para dizer que gostaria era de ver quantos oficiais de infantaria, cavalaria ou artilharia pediram o abate aos quadros. Alguns haverá, há sempre, mas aposto que o numero será irrelevante.

Por mais que esperneiem o povo não vê problemas nenhuns nas FA.
Há falta de praças, admito que sim, mas nao me venham dizer que não conhecem as causas.

« Última modificação: Janeiro 02, 2020, 02:40:24 am por Trafaria »
::..Trafaria..::
 
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tenente

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1580 em: Janeiro 08, 2020, 01:42:16 pm »
como é que alguém pode afirmar que " Os militares Portugueses Estão fora de qualquer perigo " na actual situação que se vive no Iraque ??

O ministro da Defesa Nacional declarou, durante a manhã desta terça-feira, que os militares portugueses no Iraque estão "fora de qualquer tipo de perigo", aquartelados a mais de 200 quilómetros dos locais onde esta madrugada duas bases foram atacadas com mísseis.

https://www.noticiasaominuto.com/pais/1389546/militares-portugueses-no-iraque-com-medidas-de-seguranca-reforcadas

Abraços
« Última modificação: Janeiro 08, 2020, 01:43:08 pm por tenente »
 

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dc

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1581 em: Janeiro 08, 2020, 02:08:27 pm »
Ele deve ter o conhecimento dos mísseis usados no ataque, como tal deve saber se os mísseis têm alcance suficiente para chegar à "nossa" base a 200km de distância.  ::)

Mas tendo em conta que a base conta com portugueses, espanhóis e canadianos (?), o própria Irão não deve querer arrastar mais países da NATO para a festa/retaliar contra países que não tiveram nada a ver com o ataque americano. Mas isto sou eu na esperança que tenham bom-senso.
 

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asalves

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1582 em: Janeiro 08, 2020, 05:22:15 pm »
Regra numero 1 em caso de perigo iminente: nunca dizer a verdade

Quem minimamente percebe disto e as próprias tropas no terreno o sabem que nestas situações nada é seguro, de um momento para outro pode ir tudo a vida. Contudo o perigo é relativo e não vale a pena criar alarme, tanto aos de cá que não percebem nada como principalmente ás famílias.

E para além disso admitir que existe um risco para os militares que lá estão implica tomar a decisão de os trazer para casa, o que provavelmente essa decisão não passa apenas por Portugal.
 
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smg

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1584 em: Janeiro 17, 2020, 09:07:16 pm »
Boa noite . Deixo aqui neste tópico esta notícia porque não sabia muito bem onde enquadrar isto . Esta semana a ministra da defesa francesa , a senhora Parly , anunciou que este domingo irá visitar as tropas francesas no Sahel na companhia dos ministros da defesa da Suécia ,da Estónia e de Portugal . Tem-se falado da força Takuba , unidades de forças especiais que devem formar e acompanhar no terreno as forças locais . Não sei se  é uma visita preparatória para uma eventual participação portuguesa ou não .
Para quem não acompanha as notícias vindas daquela zona , é preciso dizer que nestas últimas semanas ocorreram vários ataques a campos militares na região das três fronteiras , Mali , Niger e Burkina Faso , por grupos de centenas de djihadistas causando de cada vez dezenas de mortos de parte a parte . França anunciou um reforço de 220 militares para breve . Um abraço .
 
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PereiraMarques

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1585 em: Janeiro 31, 2020, 10:39:56 am »
Alienação de material de guerra - viaturas blindadas

TEXTO
Despacho n.º 1484/2020

Sumário: Alienação de material de guerra - viaturas blindadas.

Considerando a necessidade da alienação por via de desmilitarização, desmantelamento e recolha com destino a sucata de Auto Blindado de Lagartas 6T M548A1 M/96 (1 unidade), Auto Blindado de Lagartas M106 M/80/89 com Morteiro 107mm (2 unidades), Auto Blindado de Lagartas M125A2 M/82/90 com Morteiro 81mm (2 unidades), Auto Blindado de Lagartas M577A2 Posto de Comando M/81 A 87 (2 unidades), Auto Blindado de Lagartas TP 12 M113A1 M/76-78 (9 unidades), Auto Blindado Ligeiro Socorro M578 Lagartas M/95 (7 unidades), Auto Sistema Míssil AA AP M48A2 CHAPARRAL M/90 (4 unidades), Auto Sistema Míssil AA AP M48A3 Chaparral M/98 (10 unidades), Carro de Combate 51 Ton D 105 mm M60A3 TTS M/92 (90 unidades), Carro de Combate 50 Ton D 152 mm M60A2 M/73-90 (Instrução) (7 unidades) e Torre Chaparral (4 unidades) do Exército por terem atingido o fim do ciclo de vida útil por força de incapacidade resultante de desgaste e obsolescência;

Considerando o cumprimento de todas as formalidades previstas no Decreto-Lei n.º 48/89, de 22 de fevereiro, na sua redação atual;

Considerando que nos termos da alínea n) do n.º 2 do artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 8/2015, de 31 de julho, é atribuição da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional «planear, coordenar e executar as atividades relativas à gestão do ciclo de vida logístico do armamento, bens e equipamentos, no que se refere aos processos de aquisição, manutenção, alienação e desmilitarização»;

Considerando que, ao abrigo do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 48/89, de 22 de fevereiro, a alienação de material de guerra é efetuada através da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional;

Considerando que as regras a que deve obedecer o processo de desmilitarização e destruição deste material constam do Protocolo sobre Procedimentos que Regulam a Redução de Armamentos e Equipamento Convencionais Limitados pelo Tratado sobre Forças Armadas Convencionais na Europa, cuja ratificação pelo Estado Português se deu através do Decreto do Presidente da República n.º 17/92, de 15 de julho;

Considerando que resulta também deste Tratado que Portugal deverá notificar todos os Estados Membros, através da Unidade Nacional de Verificação do Estado-Maior-General das Forças Armadas (UNAVE/EMGFA), da intenção de alienar material militar, antes da data em que tiver efeito a tal alienação e que a UNAVE/EMGFA confirma que este material apenas poderá ser alienado por via da destruição com destino a sucata ou por via da conversão para fins civis;

Nos termos do artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 48/89, de 22 de fevereiro, na sua redação atual, que disciplina a alienação de material de guerra, naval, terrestre ou aéreo, e demais equipamentos militares desnecessários às Forças Armadas, determino o seguinte:

1 - Autorizo o lançamento do procedimento de alienação por via de desmilitarização, desmantelamento e recolha com destino a sucata de material de guerra obsoleto, por consulta prévia com convite a todas as entidades que constem no registo da base de dados da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional como habilitadas para o exercício de comércio e indústria de bens e tecnologias militares, qualificadas para reciclagem, do material acima identificado.

2 - Delego, no diretor-geral de Recursos da Defesa Nacional, Dr. Alberto António Rodrigues Coelho, a competência para a prática de todos os atos necessários à condução e supervisão do procedimento de alienação até à sua conclusão, incluindo a competência para aprovação das peças e nomeação do júri do procedimento, adjudicação, aprovação da minuta e outorga do contrato.

3 - Delego, no Chefe do Estado-Maior do Exército, com faculdade de subdelegação, as competências de acompanhamento e fiscalização da execução do contrato, a que se referem as alíneas a) e b) do artigo 302.º do Código dos Contratos Públicos, aqui aplicável com as necessárias adaptações.

4 - Autorizo que, nos termos do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 48/89, de 22 de fevereiro, o produto resultante da venda deste material dê entrada nos cofres do Estado e seja consignado à inscrição ou reforço das verbas afetas ao Exército para aquisição de novos materiais mais adequados às necessidades ou beneficiações das infraestruturas.

5 - O presente despacho produz efeitos na data da sua assinatura.

16 de janeiro de 2020. - O Ministro da Defesa Nacional, João Titterington Gomes Cravinho.

312937907

https://dre.pt/application/conteudo/128727030


PS: com isto ainda haverá Chaparral no ativo?
 

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tenente

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1586 em: Janeiro 31, 2020, 10:44:36 am »
Não me patece que tenha sobrado qualquer chaparral.

Abraço
 

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dc

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1587 em: Janeiro 31, 2020, 04:40:40 pm »
Não haveria alguém por esse mundo fora interessado em alguns M-60 para peças? 90 veículos ainda devia render alguma coisa para algum país de 3º mundo que ainda use CCs destes.

Quanto aos Chaparral, provavelmente não, julgo que alguém tinha escrito no forum algo sobre estes terem sido retirados de serviço sem substituto.  ???
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1588 em: Fevereiro 01, 2020, 10:39:15 am »
Não haveria alguém por esse mundo fora interessado em alguns M-60 para peças? 90 veículos ainda devia render alguma coisa para algum país de 3º mundo que ainda use CCs destes.

Quanto aos Chaparral, provavelmente não, julgo que alguém tinha escrito no forum algo sobre estes terem sido retirados de serviço sem substituto.  ???

É provavel, afinal era parte da Brigada "pobre" do Exército Português (Brigada Mecanizada).
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Major Alvega

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Re: Notícias do Exército Português
« Responder #1589 em: Fevereiro 02, 2020, 10:52:58 pm »

Isto deve ter sido um video feito pelo Simões.
 

 

Unidades do Exército a "criar"

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Relação Unidades do Exército face à ultima reestruturação

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