Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo

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Miguel

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #90 em: Janeiro 25, 2017, 06:47:23 pm »
A soluçao é reativar a BA3 exUALE, exelente para o treino do Regimento Paras.
Com os 4/5 C130 sobreviventes e 9 C295, 3 estao em permanencia na BA4 e AM3

Passar os Hélis para a BA1 Sintra, esta passando a ser a base dos hélis com os 9 EH101 da 751, ( +3 na BA4 e AM3=
Os futuros 5 substitutos dos alII, e os Lynx quando em Terra.

Transferir a 101 com os seus Epsilon para a BA11 Beja

Beja passando a ser uma Base de treino e PatMar.
Tancos/Transporte
Sintra/Helicopteros
Monte Real/Combate
Lajes/Porto Santo ZAA/ZAM
 

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Aegir

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #91 em: Janeiro 25, 2017, 08:01:48 pm »
Boa noite,

Não seria sempre mais fácil alocar uns quantos vôos internacionais ao aeroporto Francisco Sá Carneiro.
Afinal são tantos km de Lisboa ao Porto, como do Porto a Lisboa.

  ;) ;) ;)
 

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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #92 em: Janeiro 26, 2017, 07:15:26 pm »
Citar
Aeroporto. Governo e ANA chegam a acordo sobre o Montijo

Memorando de entendimento deverá ser assinado em Fevereiro. Governo quer tudo pronto em 2018

https://sol.sapo.pt/artigo/545273#disqus_thread
 

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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #93 em: Janeiro 26, 2017, 07:57:15 pm »
 

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tenente

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #94 em: Janeiro 27, 2017, 12:39:56 pm »
Boa noite,

Não seria sempre mais fácil alocar uns quantos vôos internacionais ao aeroporto Francisco Sá Carneiro.
Afinal são tantos km de Lisboa ao Porto, como do Porto a Lisboa.

  ;) ;) ;)

Desculpa dizer-te mas não é assim tão simples !!!!
 

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tenente

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #95 em: Janeiro 27, 2017, 12:43:19 pm »


Como já referi num post anterior, porque não passa a FAP a operar na Portela, digo Humberto Delgado, os meios SAR, e alguns acfts de transporte deslocando os restantes meios para Sintra Por exemplo ????

Em Lisboa, vai haver espaço de sobra, com a deslocação das aeronaves da RYR e da EZY, esta mais difícil, para o Montijo, a placa junto ao T02 fica liberta para outros meios civis, mas volto a repetir a BA6 pode permanecer onde está, mesmo com o famoso +1 lá instalado !!!

Espaço para os aviões acredito que sim, no maximo estamos a falar de 29 aeronaves (12 EH101, 12 C-295 e 5 C-130) depende de quais deveriam ser enviados para Sintra, apesar de quem gere o aeroporto talvez não goste de ver spots ocupados. E espaço para os militares? Tem algum edificio perto dessa placa que as esquadras de voo poderiam usar para as Operações, e outras necessidades? E hangar de manutenção? Isso poderia estar tudo concentrado, idealmente junto ao AT1, assim poderiam ter o apoio da logistica do AT1, como transportes, messes, alojamentos, parte administrativa.

Temos ainda a questão da Esquadrilha de Helicopteros da Marinha, que não devem ir para muito longe da área de Lisboa, se tiverem de sair do Montijo, acredito em Sintra.

E temos ainda o Centro de Treino de Sobrevivência da Força Aérea, enquanto existir um espaço militar no Montijo, não os afecta, eles não precisam da pista para fazer o trabalho deles. Mas se a BA6 encerrar completamente, são mais um grupo que tem que se pensar num sitio para os colocar, se o Campo de Tiro em Alcochete não fechar, acho que vão para lá.

Citar
Quanto a opções não tenho dúvidas que se os politicozecos quiserem tirar a FAP do Montijo o fazem, e sem espinhas, a Grande maioria dos Oficiais Generais não são mais que uns joguetes nas mãos daqueles montes de esterco !!!!! 

Acredito.

12 EH101 + 12 C295 + 5 C130 da FAP + 5  Linx da Marinha mais toda a tralha que trzem atrás, tudo em Sintra, não sei onde vais ter espaço...Só se acabares com o Museu e com a Academia...
[/quote]

mas quem disse que ia tudo para Sintra, Lisboa ou onde quer que fosse ???
Eu não de certeza mas daqui a pouco já transmito o meu ponto de vista.

Abraços
 

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Cabeça de Martelo

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7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #97 em: Janeiro 28, 2017, 07:05:51 pm »
“Coabitação” civil e militar no Montijo só será viável com número reduzido de voos

O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, o general Manuel Rolo, não descarta, contudo, a hipótese de "deslocalizar definitivamente" a base aérea do Montijo para outra localização

http://expresso.sapo.pt/economia/2017-01-28-Coabitacao-civil-e-militar-no-Montijo-so-sera-viavel-com-numero-reduzido-de-voos
 

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mafets

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #98 em: Janeiro 30, 2017, 12:24:07 am »
http://defesanacionalpt.blogspot.pt/2017/01/autarcas-da-comunidade-intermunicipal.html
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Autarcas da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo querem a reabertura da Base Aérea de Tancos
Os autarcas da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) querem a reabertura da Base Aérea de Tancos para acolher da base aérea n.º 6 do Montijo, que poderá ser encerrada para ali se instalar o novo aeroporto da Grande Lisboa.

"Considerando que se perspectiva que a Força Aérea deixará de operacionalizar a Base Aérea n.º 6, no Montijo, para aí ser instalado o novo aeroporto de Lisboa, é opinião dos Autarcas da CIM do Médio Tejo que a opção natural para sediar as aeronaves de transporte C-130 e C-295, aquando da transferência daquela Base, seja o Polígono Militar de Tancos, em Vila Nova da Barquinha", refere um comunicado da CIMT, emitido após a reunião do Conselho Intermunicipal realizada a 20 de Janeiro.

Entre as várias justificações apresentadas, os autarcas do Médio Tejo lembram que é em Tancos que se realizam os treinos de lançamento dos para-quedistas da Brigada de Reacção Rápida do Exército, bem como a preparação e projecção de várias Forças Nacionais Destacadas; a base fica no centro de Portugal pelo que a futura opção política de dotar a Força Aérea com meios para combate a fogos florestais terá que ter uma sede operacional em local de centralidade territorial; e que em Tancos já existem servidões militares constituídas, espaço livre e público no Polígono para poder alargar o Aeródromo Militar e para instalar as diferentes esquadras de transporte da Força Aérea e as suas esquadras de helicópteros. (RedeRegional)

Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Lusitano89

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #99 em: Fevereiro 01, 2017, 11:47:10 am »
Governo prevê manter os militares na base aérea do Montijo


Os estudos sobre a adaptação da base aérea do Montijo (BA6) ao tráfego aéreo civil vão ser feitos "no pressuposto" de essa infraestrutura continuar a ser utilizada pela Força Aérea, disseram ontem diferentes fontes do Governo ao DN.

"O objetivo não é inviabilizar qualquer infraestrutura militar" na Grande Lisboa, pois "em todos os documentos vai estar escrito que ficará garantida a operacionalidade da Força Aérea" numa região que abrange também as bases de Sintra e Monte Real, além das áreas de Alverca e da Ota, sublinhou uma das fontes.

"Os estudos são sobre a convivência" entre civis e militares, pois "nada aponta" para o cenário da Força Aérea ter de deixar a BA6, adiantou esta fonte, reconhecendo contudo que "terá de haver alguma arrumação" por parte do ramo - podendo implicar a transferência de alguns meios.

Outra das fontes frisou que "o que está a ser analisado é a compatibilidade" civil-militar. Mas "se houver meios [aéreos] a deslocar, isso terá de resultar dos estudos", alertou, lembrando que os modelos terão de avaliar as implicações no curto, médio e longo prazo.

Note-se que este dossiê vai ser abordado esta manhã pela Comissão parlamentar de Defesa na audição do ministro da tutela, Azeredo Lopes. O seu presidente, Marco António Costa (PSD), disse ao DN que "parece inevitável abordar o tema para agendar uma conversa mais detalhada" com o governante, tendo em conta "os últimos desenvolvimentos.

Pedro Roque (PSD) lamentou haver "algum secretismo" do Governo em relação ao futuro da BA6 e insistiu na necessidade de saber "como compatibilizar as missões da Força Aérea com o uso civil" dessa infraestrutura. "Numa primeira fase é possível compatibilizar" aviões civis com aeronaves militares, "mas depois... há que saber como está salvaguardada" a atividade do ramo militar, frisou.

Com a decisão já assumida de abrir a BA6 ao tráfego civil, para complementar a atividade do aeroporto de Lisboa, ganha importância a questão das acessibilidades ao que agora é um espaço militar no domínio público do Estado - os quais, pela sua natureza e à luz da lei, "estão fora do comércio jurídico, não podendo ser objeto de direitos privados ou de transmissão por instrumentos de direito privado".

Nuno Canta (PS), presidente da câmara do Montijo, disse ao DN que "o grande objetivo é criar uma ligação da cidade à nova infraestrutura aeroportuária civil, para garantir" que não há problemas, nomeadamente de trânsito. Embora não existam estudos sobre a matéria, o autarca estimou os custos das obras a fazer "em cerca de 15 milhões de euros".

Concluir a circular externa do Montijo, para muito do trânsito do sul não ir pelo interior da cidade, construir a variante da Atalaia para ligar a estrada nacional 4 (entre Montijo e Alentejo) ao aeroporto, avenidas para ligar a circular externa às vias internas da localidade e nova ligação da A12 à área da BA6 são algumas das exigências, apontou Nuno Canta.

O PCP é que continua desagradado, com o vereador Carlos Almeida a declarar que a divergência com o PS (e o PSD) "não é uma questão ideológica". A "solução de futuro" passa por um aeroporto de raiz e na zona do Campo de Tiro de Alcochete, pois "esta é de curto prazo" e "não é mais barata" para os cofres públicos, insistiu.


>>>>>  http://www.dn.pt/portugal/interior/governo-preve-manter-os-militares-na-base-aerea-do-montijo-5640301.html
« Última modificação: Fevereiro 01, 2017, 02:15:01 pm por Lusitano89 »
 

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Charlie Jaguar

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #100 em: Fevereiro 02, 2017, 03:23:18 pm »
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Força Aérea estuda relocalização de meios para libertar Montijo para voos civis
 
 Rui Sá - RTP
 01 Fev, 2017, 23:20 / atualizado em 01 Fev, 2017, 23:20  | País

Até abril a Força Aérea terá concluído o estudo de relocalização das esquadras que operam atualmente na base aérea do Montijo e de como será feita a articulação do tráfego civil e militar, no cenário Portela mais um. No dia 15 governo e ANA assinam o documento que assume que a BA6 passa a ser objeto único de estudo para descongestionar o aeroporto da capital adiando, sem prazo, a construção de um novo aeroporto para Lisboa.

É dado adquirido. A base aérea do Montijo vai ser transformada em aeroporto civil complementar ao de Lisboa. O ministro da defesa assinou esta quarta feira o despacho que dá inicio ao estudo de co-habitação entre os voos civis e militares na base do Montijo, as alternativas de que a Força Aérea dispõem para manter as missões operacionais a partir de outras bases no país e quais os custos envolvidos com eventuais mudanças. Até final de abril os resultados serão tornados públicos. Lembre-se que a Força Aérea Portuguesa opera as esquadras de transporte pesado, vigilância marítima e busca e salvamento a partir da BA6.

Quer a Força Aérea, quer a Marinha (que também usa a base para apoio aos seus helicópteros), vão manter-se no Montijo mas, por razões de segurança e operacionalidade, essa presença poderá ter que ser reduzida. Dia 15 ANA e Governo assinam o outro documento que sela o compromisso em torno desta solução."Trata-se do memorando para determinar o Montijo como objeto de estudo, a partir de agora único, para definir o que será o futuro aeroporto complementar de Lisboa" , explicou Azeredo Lopes à saída de uma audiência na Comissão de Defesa da Assembleia da Republica.

O Contrato de concessão da ANA previa o inicio de estudos para a construção de um novo aeroporto em Lisboa assim que o o movimento na Portela atingisse os 22 milhões de passageiros / ano. A concessionária teria no entanto que apresentar alternativas mais eficientes, e menos dispendiosas, do que uma construção de raiz. Os estudos preliminares já demonstraram que, para manter a operação no Humberto Delgado, sem interferir nos corredores aéreos da capital, o Montijo é a melhor solução para uma pista alternativa que possa receber voos charter e de baixo custo. ANA, governo e autarquia do Montijo assumem os encargos. O plano de engenharia financeira prevê o recurso a fundos comunitários para a execução das obras.

http://www.rtp.pt/noticias/pais/forca-aerea-estuda-relocalizacao-de-meios-para-libertar-montijo-para-voos-civis_v980116

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Força Aérea vai realizar estudo sobre tráfego civil na base do Montijo
01 DE FEVEREIRO DE 2017
11:40

Manuel Carlos Freire

Ministro da Defesa disse no Parlamento que opção do Montijo como complementar da Portela "está mais consolidada"

O ministro da Defesa vai requerer à Força Aérea que se pronuncie sobre a abertura da base aérea do Montijo ao tráfego civil. A informação foi dada esta quarta-feira por Azeredo Lopes à Comissão parlamentar de Defesa, depois de questionado pelo deputado João Rebelo (CDS) sobre a adaptação daquela base militar como aeroporto complementar do de Lisboa. Azeredo Lopes precisou que a opção da base do Montijo como complementar do aeroporto da Portela "está mais consolidada" por parte do Governo, "o que não quer dizer que esteja decidida" a escolha do local alternativo. Nesse sentido, o governante pretende que a Força Aérea se pronuncie formalmente sobre a matéria, analisando os impactos para a Defesa da compatibilização do uso civil e militar da base do Montijo no curto, médio e longo prazo (e na fase de transição decorrente das obras de adaptação).

Bruno Vitorino (PSD) lamentou "o chorrilho de omissões e contradições do governo" sobre a solução aeroportuária complementar no Montijo e questionou quais os custos da eventual deslocalização de esquadras da Força Aérea para que outras bases e quem os paga. O centrista João Rebelo considerou "absolutamente insuportável" que a Comissão de Defesa continue sem receber o recente estudo da ANAC sobre a solução "Portela+1" no Montijo, quando o documento "está nos jornais".

João Rebelo argumentou ainda que a tutela da Defesa "tem sido menorizada em todo este processo" conduzido pelo Ministério das Infraestruturas, o qual "parece dar como tudo decidido" quando o ministro Azeredo Lopes diz não haver ainda decisões - e está previsto para meados deste mês a assinatura de um memorando entre o Governo e a ANA que refere expressamente o Montijo como complementar da Portela. O deputado anunciou ainda que vai requerer a audição parlamentar do chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Manuel Rolo, sobre essa matéria.

Azeredo Lopes rejeitou haver menorização da Defesa nas discussões sobre a matéria e também a ideia de que a Força Aérea seja proprietária da base do Montijo."O papel da Defesa não é discutir onde" vai ser instalado o aeroporto complementar de Lisboa mas garantir que a operação da Força Aérea "vai continuar a realizar-se no mesmo plano, qualidade e eficiência" que tem ocorrido até agora.

http://www.dn.pt/portugal/interior/forca-aerea-vai-realizar-estudo-sobre-trafego-civil-na-base-do-montijo-5641126.html
« Última modificação: Fevereiro 08, 2017, 11:55:27 am por Charlie Jaguar »
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #101 em: Fevereiro 08, 2017, 09:24:49 pm »
 ::) ou como isso já se sabia há muito tempo...

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Aeroporto no Montijo condicionado a estudo de migração de aves
08 DE FEVEREIRO DE 2017
17:28

Estudo deverá estar concluído no final do ano, anunciou António Costa no debate quinzenal

O primeiro-ministro afirmou hoje que uma decisão definitiva sobre a localização do futuro aeroporto no Montijo está condicionada à conclusão de um relatório sobre o impacto da migração de aves naquela zona, nomeadamente para a segurança migratória."Temos acordado com a ANA [Aeroportos de Portugal] que é necessário aprofundar o estudo relativamente à solução que aparenta viabilidade, que é a do Montijo, mas é uma viabilidade que está condicionada ainda a dados que só poderemos ter no final do ano, designadamente sobre o impacto de ser uma zona de migração de pássaros", afirmou António Costa.

O chefe de executivo falava no debate quinzenal no parlamento em resposta à presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, que o questionou sobre o futuro aeroporto de Lisboa, reiterando que a Assembleia da República tem pedido estudos que não têm sido enviados."O resultado sobre esse impacto, sobre a migração dos pássaros, só pode estar concluído no final do ano. Não permitirá decisões definitivas até essa altura, mas permite concentrar a nossa avaliação relativamente a uma das várias soluções possíveis e ir desenvolver o trabalho nesse sentido", afirmou ainda António Costa, sublinhando que a "segurança aeronáutica" pode conflituar com esse percurso migratório de aves, que passa pelo Montijo.

http://www.dn.pt/portugal/interior/aeroporto-no-montijo-condicionado-a-estudo-de-migracao-de-aves-5656305.html


Porém, para o sempre afoito autarca do Montijo, não se passa nada demais...

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Autarca do Montijo desconhece adiamento sobre novo aeroporto e diz que PM “reforçou” processo
08.02.2017 às 20h05

“Existe uma série de questões que faltam estudar e algumas das quais tem a ver com essas questões das aves migratórias. Todas estas situações estavam previstas. Os estudos realizados demonstram que esta localização, no Montijo, garante a capacidade aeroportuária em Lisboa por mais 50 anos e é nesse sentido que será decidida esta localização", disse autarca

O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, disse esta quarta-feira à Lusa que não tem nenhuma indicação do adiamento da assinatura do memorando sobre o novo aeroporto na base aérea no concelho, referindo que o primeiro-ministro reforçou o processo."Existe uma série de questões que faltam estudar e algumas das quais tem a ver com essas questões das aves migratórias e outras, e isso nunca esteve fora. Todas estas situações estavam previstas. Os estudos realizados demonstram que esta localização, no Montijo, garante a capacidade aeroportuária em Lisboa por mais 50 anos e é nesse sentido que será decidida esta localização", disse à Lusa o autarca.

O primeiro-ministro afirmou esta quarta-feira que uma decisão definitiva sobre a localização do futuro aeroporto no Montijo está condicionada à conclusão de um relatório sobre o impacto da migração de aves naquela zona, nomeadamente para a segurança migratória."Temos acordado com a ANA [Aeroportos de Portugal] que é necessário aprofundar o estudo relativamente à solução que aparenta viabilidade, que é a do Montijo, mas é uma viabilidade que está condicionada ainda a dados que só poderemos ter no final do ano, designadamente sobre o impacto de ser uma zona de migração de pássaros", afirmou António Costa.

O chefe de executivo falava no debate quinzenal no parlamento em resposta à presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, que o questionou sobre o futuro aeroporto de Lisboa, reiterando que a Assembleia da República tem pedido estudos que não têm sido enviados."O resultado sobre esse impacto, sobre a migração dos pássaros, só pode estar concluído no final do ano. Não permitirá decisões definitivas até essa altura, mas permite concentrar a nossa avaliação relativamente a uma das várias soluções possíveis e ir desenvolver o trabalho nesse sentido", afirmou ainda António Costa, sublinhando que a "segurança aeronáutica" pode conflituar com esse percurso migratório de aves, que passa pelo Montijo.

O presidente da Câmara do Montijo, Nuno Canta, referiu que estes estudos "não colocam em causa a localização", salientando que são normais nestes processos."Vai ter que haver uma decisão sobre a localização e até agora temos essa intenção e nenhuma manifestação contrária. A questão das aves é importante observar a nível técnico e ambiental, mas nós já ali temos uma infraestrutura aeroportuária naquela zona com aviões a descolar todos os dias e a segurança também se colocaria para a infraestrutura aeroportuária militar", defendeu.

O autarca socialista referiu que a declaração do primeiro-ministro vem "reforçar o processo", referindo que não se trata de um adiar da decisão."Acho que não é um adiar, é uma afirmação que vamos ter esta decisão de se localizar na base aérea no Montijo. O que temos como indicação é que continua a intenção de dia 15 se assinar o memorando para desenvolvimento dos outros estudos, nos quais se incluem os estudos das aves", disse.

Já depois do debate quinzenal, uma fonte ligada ao processo disse à Lusa que o Governo e a ANA - Aeroportos de Portugal mantêm a intenção de assinar brevemente um memorando de entendimento sobre a viabilidade de transformar a Base Aérea do Montijo num aeroporto comercial. O presidente da Câmara do Montijo sublinhou que a Associação de Municípios da Região de Setúbal, que engloba os municípios de Alcácer do Sal, Almada, Alcochete, Barreiro, Palmela, Moita, Montijo, Santiago do Cacém Seixal, Sesimbra, Setúbal, tem prevista uma reunião para debater este assunto na segunda-feira, em Alcochete."Sabemos que a posição não é unânime sobre esta decisão e não sei como os outros presidentes de Câmara se vão manifestar. O que nós esperamos é que a Associação defenda os interesses da região e do concelho do Montijo", concluiu.

http://expresso.sapo.pt/politica/2017-02-08-Autarca-do-Montijo-desconhece-adiamento-sobre-novo-aeroporto-e-diz-que-PM-reforcou-processo

« Última modificação: Fevereiro 08, 2017, 09:33:18 pm por Charlie Jaguar »
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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #102 em: Fevereiro 08, 2017, 09:36:13 pm »

Porém, para o sempre afoito autarca do Montijo, não se passa nada demais...


Ai não! Tanto dinheirinho que vem aí!!!
Até podia a própria mãe ser sugada para um motor...
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lightning

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« Responder #103 em: Fevereiro 13, 2017, 07:40:55 pm »
 

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« Responder #104 em: Fevereiro 14, 2017, 02:23:56 pm »
 

 

Petição: TROPAS PÁRA-QUEDISTAS, PARA A FORÇA AÉREA!

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Qual as prioridades para a Força Aérea entre 2011-2020 ?

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Açores: radares de defesa aérea a partir de 2011

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Força Aérea Portuguesa no V Festival Aéreo de Vigo

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