Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo

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Charlie Jaguar

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #450 em: Novembro 18, 2019, 10:39:08 am »
Nada de substancial mudou em relação ás conclusões desse estudo de 2007, a passarada por lá continua, as dimensões dos terrenos e das infraestruturas, pistas, são as mesmas de há doze anos, porque raio agora já o Montijo é viável ?? 

Talvez porque a ANA tenha sido privatizada, num daqueles rasgos de génio completamente desprovidos de segundas intenções e interesses do Governo do Passos Coelho, e o seu presidente se chame José Luís Arnaut que é mais um daqueles "cidadãos", chamemos-lhe assim, que tem e terá sempre muitos cargos durante a sua passagem por este mundo (é uma pessoa muito talentosa :mrgreen:) e, coincidência ou não, ainda trabalhou para o Goldman Sachs e integra o obscuro Clube de Bilderberg à semelhança do seu grande amigo, Durão Barroso.
Saudações Aeronáuticas,
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asalves

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #451 em: Novembro 18, 2019, 02:53:16 pm »
Nada de substancial mudou em relação ás conclusões desse estudo de 2007, a passarada por lá continua, as dimensões dos terrenos e das infraestruturas, pistas, são as mesmas de há doze anos, porque raio agora já o Montijo é viável ?? 

Talvez porque a ANA tenha sido privatizada, num daqueles rasgos de génio completamente desprovidos de segundas intenções e interesses do Governo do Passos Coelho, e o seu presidente se chame José Luís Arnaut que é mais um daqueles "cidadãos", chamemos-lhe assim, que tem e terá sempre muitos cargos durante a sua passagem por este mundo (é uma pessoa muito talentosa :mrgreen:) e, coincidência ou não, ainda trabalhou para o Goldman Sachs e integra o obscuro Clube de Bilderberg à semelhança do seu grande amigo, Durão Barroso.

Ou então para a empresa é a solução mais rentável.

Pensem bem, segundo diversas estimativas dão que Portela + Montijo vão ficar saturados no futuro (10/15/20/30 anos conforme a estimativa e quem a faz), significa que mais tarde ou mais cedo vai ser preciso construir um aeroporto novo, e nessa altura será qualquer coisa gigantesca (pois dificilmente se obterá por portela + montijo +1), deverá ser um projeto de raiz para substituir toda a solução existente na altura, ora vai haver muito dinheiro a sair (dos cofres do estado), e vai certamente haver uma renegociação do contrato de exploração assinado pela ANA.

Como estamos na Tugalandia dá para adivinhar quem é que vai ficar a ganhar com esse cenário.
 

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raphael

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #452 em: Novembro 18, 2019, 10:31:01 pm »
Bem é isso...daqui a uns anos aeroporto de raiz em Alcochete...nunca mais de 10/15 anos...concluido é que vai demorar mais um bocado...
Em termos de terreno e estudos já está tudo feito...em termos de propriedade também não será problemático, já que a Força Aérea detém a maior parcela...o Varandas ou o sr que se segue é que vai ter de arranjar outra localização para a Academia do Sporting (..o horror...o drama...).
Um abraço
Raphael
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Daniel

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #453 em: Novembro 26, 2019, 01:27:53 pm »
Os trunfos do aeroporto de Alverca
https://sol.sapo.pt/artigo/678015/os-trunfos-do-aeroporto-de-alverca

Citar
Promotores do estudo garantem que esta solução é mais barata do que a do Montijo, conta com melhores acessos e é capaz de gerir 75 milhões de passageiros.Apesar da localização do Montijo ser dada praticamente como certa, a alternativa de Alverca voltou a ser abordada pelas mãos de Pedro Santana Lopes. Esta solução já foi apresentada pelo líder do Aliança ao Presidente da República, numa tentativa de colocar este destino no debate público. O SOL sabe que Marcelo Rebelo de Sousa mostrou sensibilidade para o tema, num encontro que contou com a participação de José Furtado, especialista português no setor e responsável pelo desenvolvimento deste projeto.

"É uma solução que conta com melhores acessos, apresenta menor impacto ambiental, apesar de contemplar uma pista sobre o mouchão, e terá menos custos face à solução Montijo, tanto que terá a vantagem de funcionar com os acessos rodoferroviários existentes, o que simplifica bastante todo este projeto", referiu ao SOL, José Furtado.

A nova proposta prevê que a infraestrutura da Força Aérea conte com a construção de mais uma pista - usa as três já existentes, totalizando quatro - e seja capaz de gerir 75 milhões de passageiros e 500 mil movimentos anuais de aviões. Numa primeira fase, a ideia é abranger apenas 67 milhões de passageiros, mas poderá atingir os 75 milhões.

A Portela seria transformada em aeroporto secundário e receberia apenas viagens de médio curso, enquanto Alverca passaria a contar com os voos de longo curso. "Neste caso, o hub seria em Alverca, e não na Portela, como está previsto com a solução Montijo. Não há nenhuma cidade da Europa com um hub no centro da cidade", garante.

José Furtado chama também a atenção para a diferença de espaço entre as duas soluções, assim como para a conclusão das obras. "O Montijo conta com 190 hectares, enquanto Alverca tem 1.200 hectares. Quanto à conclusão das obras, no caso de Alverca, os prazos são mais curtos: 2024 para 2029, no caso do Montijo", diz ao SOL.

A primeira vez que esta solução foi apresentada foi pelas mãos de Pedro Santana Lopes, em abril, mas foi recentemente formalizada, no final de outubro, em nome da sociedade civil. No entanto, ao SOL, José Fortunato garante que a alternativa já tinha sido apresentada, em setembro de 2016, à Vinci Airports e, em dezembro de 2017, aos secretários de Estado do ministro, na altura, Pedro Marques. "Em nenhum dos encontros tive uma boa recetividade", referiu.
Vantagens do hub

José Furtado enumera ainda uma série de vantagens, nomeadamente no que diz respeito ao impacto com a natureza. "A pista do Montijo tem três pontos de forte conflito com grande concentração de aves de médio e grande porte num ambiente que ainda está preservado. A pista de Alverca só terá conflito com bandos de aves (em menor número e com menor envergadura) em um só ponto a sul que, no presente tem o habitat totalmente estragado por parte do dique do mouchão ter colapsado há três anos - desde então a ilha está submersa por água salgada no ciclo das marés", refere o estudo elaborado pelo responsável.

Segundo o mesmo, os efeitos também serão menores em termos de ruído, afetando menos 300 mil pessoas. Também as ligações ferroviárias da solução Hub Portela + Montijo são criticadas. "Está totalmente desligada da rede ferroviária, está condenada mais cedo do que tarde por razões ambientais/civilizacionais e não tem visão nacional. O mesmo acontece com a solução HUB Alcochete que é prejudicada pela elevadíssima distância e estar num ramal: cinco vezes mais que concorrentes diretos Madrid e Barcelona (ambos com Metro e Suburbano); mais do dobro da distância da maioria dos outros aeroportos, enquanto a s solução HUB Alverca-Portela estará no top 3 europeu em termos de ligações expresso, metro, suburbano, entre outros".
Mais vozes contra

Recentemente, o proTEJO - Movimento pelo Tejo propôs o chumbo do estudo de impacto ambiental (EIA) por apresentar "impactos negativos significativo" e questionou se o projeto "será viável em termos de operacionalidade e segurança".Segundo o movimento, o EIA "não estudou todas as alternativas complementares e/ou substitutivas ao atual aeroporto de Lisboa (…) que tenham em conta diferentes cenários de procura e o menor impacto ambiental possível".

Para já, continua tudo de olhos postos sobre ANA - Aeroportos de Portugal que tem até 20 de dezembro para responder às medidas mitigadoras do impacto ambiental para o aeroporto do Montijo. Um timing que já foi pedido pelo presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP) para ser encurtado. "O que pedi à ANA foi que encurtem o mais possível este prazo de 20 de dezembro porque cada vez que falamos num prazo tudo pára", revelou Francisco Calheiros que põe ainda em causa que a abertura da nova infraestrutura esteja concluída em 2022.

"Já não acredito em 2022. Mantenho a minha frase: ainda não vi os ‘caterpillars’ no Montijo e só quando lá estiverem é que acredito. As obras do Montijo são 36 meses. Nós [empresários do turismo] não podemos ter feito tudo bem para trás e os turistas agora não poderem vir por não terem aeroporto", referiu o presidente da confederação.

O chairman da ANA já veio considerar que há medidas "absurdas" entre as propostas da Associação Portuguesa do Ambiente (APA) para mitigar o impacto ambiental do aeroporto no Montijo. E deu exemplos: "As companhias aéreas terem de financiar os barcos da Transtejo não tem sentido, quem vai pagar na realidade são as taxas dos passageiros", afirmou José Luís Arnaut, criticando ainda a medida de a ANA ter de construir parte da pista por estacas.

Mas apesar de criticar algumas das 159 medidas propostas, o responsável garantiu que a empresa irá levar a cabo as medidas de mitigação de impacto ambiental.

Recorde-se que a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) deu parecer favorável condicionado, mas defende "condições para que [o aeroporto] possa acontecer". Em causa está a avifauna, ruído e mobilidade, propondo assim 159 medidas de mitigação e de compensação.

Como medida de mitigação no âmbito da mobilidade, o documento prevê que o promotor, a ANA Aeroportos, deva incluir a aquisição de dois novos navios para a Transtejo, num valor de até 10 milhões de euros.

Ao nível da avifauna, a APA refere que foi estimado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) a afetação pelo novo aeroporto de cerca de 2.500 hectares utilizados para nidificação e alimentação das diferentes espécies de avifauna que ocorrem no estuário do Tejo, pelo que "são impostas medidas como áreas de compensação física com a extensão de 1,600 hectares e a constituição de um mecanismo financeiro para a gestão da área afetada, a gerir pelo ICNF e pago pelo proponente (ANA - Aeroportos de Portugal), com um montante inicial de cerca de 7,2 milhões de euros e uma contribuição anual na casa dos 200 mil euros".

Já sobre o ruído, a DIA salienta que o facto de o aeroporto do Montijo passar a ser um aeroporto comercial vai aumentar "significativamente o nível de exposição ao ruído das populações afetadas", o que obriga a medidas de minimização como apoio financeiro a medidas de isolamento acústico das casas particulares e edifícios públicos, "num valor estimado entre 15-20 milhões de euros (em edifícios públicos e privados)".

Mas até haver qualquer decisão, o aeroporto da Portela vai fechar, entre janeiro e junho, a partir das 23h30 até as 5h30, para obras na pista. A garantia foi dada pelo diretor-geral da easyJet, durante a apresentação de resultados. Contactada pelo SOL, a ANA garante que o objetivo é melhorar a "eficiência da operação, obtendo maior fluidez na circulação dos aviões e redução dos percursos e das emissões de CO2", acrescentando que comunicou esta informação às companhias aéreas "nos prazos definidos a nível internacional para o processo de alocação de slots".

A ideia destas obras já não é nova. O plano de expansão do aeroporto da Portela já previa alargar a zona de taxyway dos aviões e estender a capacidade de aparcamento de aeronaves do aeroporto.

Recorde-se que, a ANA e o Estado assinaram a 8 de janeiro o acordo para a expansão da capacidade aeroportuária de Lisboa. Trata-se de um investimento de 1,15 mil milhões de euros até 2028, que inclui o aumento do Aeroporto Humberto Delgado e a criação do novo aeroporto. E os números falam por si: a abertura do Montijo aos voos civis permitirá criar 800 empregos indiretos por cada milhão de passageiros. Isto significa que no primeiro ano de operação desta infraestrutura, que nasce para aliviar a esgotada Portela, o tecido empresarial da Margem Sul do Tejo terá um reforço de 5.600 postos de trabalho.

Os números juntam-se aos cinco mil empregos prometidos pela ANA para o novo aeroporto e que duplicarão quando o aeroporto complementar ao Humberto Delgado estiver em velocidade de cruzeiro.
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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Daniel

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #454 em: Janeiro 22, 2020, 12:33:07 pm »
Aeroporto do Montijo avança com parecer favorável condicionado
https://executivedigest.sapo.pt/aeroporto-do-montijo-avanca-com-parecer-favoravel-condicionado/

Citar
A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu esta terça-feira uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável, mas condicionada, ao projeto do aeroporto do Montijo.

Em comunicado, a APA adianta que esta decisão mantém o quadro de medidas de minimização e compensação (cerca de 160) a que a ANA terá de dar cumprimento.

“A APA emitiu Declaração de Impacte Ambiental (DIA) relativa ao aeroporto complementar do Montijo, confirmando a decisão Favorável Condicionada à adoção da Solução 2 do estudo prévio da Extensão Sul da Pista 01/19 e Solução Alternativa do estudo prévio da Ligação rodoviária à A12. Esta decisão mantém o quadro de medidas de minimização e compensação (cerca de 160) que a ANA terá de dar cumprimento. As medidas ambientais ascendem a cerca de 48 milhões de euros”, indica a agência em comunicado.

A 30 de Outubro, a APA já tinha comunicado que, no âmbito da avaliação de impacte ambiental (AIA), tinha concluído, após a análise da comissão de avaliação, por um parecer favorável condicionado, viabilizando o projecto na sua vertente ambiental com exigências de medidas de minimização e compensação ambiental cujo valor ascendia até cerca de 48 milhões de euros.

As verbas servem para diminuir o impacto do ruído, para criar um mecanismo financeiro para a avifauna, e para a compra de dois barcos para a Transtejo.

Em relação ao ruído, a DIA é clara: o tráfego aéreo é proibido entre a meia-noite e as 6 horas. E nas faixas horárias 23.00-00.00 e 6.00-7.00 a operação na infraestrutura aeroportuária do Montijo deve ser condicionada “à disponibilização de slots horários para o ano de 2022 de 2983 movimentos anuais”.

Ainda sobre a questão do ruído, é expressa a necessidade de adotar “procedimentos de aterragem e descolagem menos ruidosos e que evitem ou minimizem o impacte sobre as áreas mais sensíveis, segundo recomendações da ICAO e validação pela NAV”.

As obras do novo aeroporto podem arrancar já em 2020, mas o processo pode ainda ser travado.

Oito associações ambientalistas já fizeram saber que vão recorrer aos tribunais è a Comissão Europeia para travar o projeto, que consideram “ir contra as leis nacionais, as diretivas europeias e tratados internacionais que Portugal tem de respeitar”
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dc

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #455 em: Janeiro 22, 2020, 01:05:05 pm »
Citar
viabilizando o projecto na sua vertente ambiental com exigências de medidas de minimização e compensação ambiental cujo valor ascendia até cerca de 48 milhões de euros.

As verbas servem para diminuir o impacto do ruído, para criar um mecanismo financeiro para a avifauna, e para a compra de dois barcos para a Transtejo.

Graças a Deus que os problemas ambientais ficam resolvidos com a compra de dois barcos para a Transtejo! Será que se os australianos comprarem uns 5 barcos para a Transtejo, os incêndios que por lá ocorrem também se extinguem instantaneamente como que por milagre?

Vá, digam logo quem vai meter o dinheiro ao bolso, certamente nem 1 euro vai para a avifauna.

Citar
Em relação ao ruído, a DIA é clara: o tráfego aéreo é proibido entre a meia-noite e as 6 horas. E nas faixas horárias 23.00-00.00 e 6.00-7.00 a operação na infraestrutura aeroportuária do Montijo deve ser condicionada

E este horário, também coincide com a avifauna ou será para não haver muitos "protestos" das populações nas redondezas sobre o barulho nas suas horas de sono?  ???

Citar
Ainda sobre a questão do ruído, é expressa a necessidade de adotar “procedimentos de aterragem e descolagem menos ruidosos e que evitem ou minimizem o impacte sobre as áreas mais sensíveis, segundo recomendações da ICAO e validação pela NAV”.

Realmente, como nunca pensaram nisto? Então ao fim de décadas a ter a aviões a descolar e aterrar no meio de Lisboa, ninguém se lembrou de clicar no botão dos "motores silenciosos" (stealth?) para evitar perturbar a população à volta do aeroporto? Já sei, na aproximação à pista desligam os motores e aterram a planar, e para descolar, usa-se uma catapulta como nos porta-aviões.
 

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Charlie Jaguar

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #456 em: Janeiro 22, 2020, 03:26:02 pm »
O MDN disse há poucas horas que o aeroporto complementar no Montijo ia afectar, directa ou indirectamente, 7 das 10 Esquadras da FAP; ora se isso não importa para nada (porque para políticos e chefias é notório há muito que não importa para nada se se quer ter uma Força Aérea ou não), muito menos importarão as populações, o ambiente e as aves.  ::)

Depois se um dia um voo se espatifar na aproximação ou descolagem da 01/19, já existem os grandes bodes expiatórios que irão ilibar governantes e autarcas do sucedido: a passarada, o nevoeiro, o vento, etc, e assim a culpa morre solteira (e sem indemnização) como é costume em Portugal.
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dc

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #457 em: Janeiro 22, 2020, 03:50:30 pm »
O MDN disse há poucas horas que o aeroporto complementar no Montijo ia afectar, directa ou indirectamente, 7 das 10 Esquadras da FAP; ora se isso não importa para nada (porque para políticos e chefias é notório há muito que não importa para nada se se quer ter uma Força Aérea ou não), muito menos importarão as populações, o ambiente e as aves.  ::)

Depois se um dia um voo se espatifar na aproximação ou descolagem da 01/19, já existem os grandes bodes expiatórios que irão ilibar governantes e autarcas do sucedido: a passarada, o nevoeiro, o vento, etc, e assim a culpa morre solteira (e sem indemnização) como é costume em Portugal.

7 das 10? Como assim?  ???
 

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Charlie Jaguar

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #458 em: Janeiro 22, 2020, 04:25:39 pm »
Palavras do Titterington perto da hora de almoço. Por exclusão óbvia de partes diria as Esquadras de Monte Real, 201 e 301, e a que permanece em Beja, a 601.
« Última modificação: Janeiro 23, 2020, 06:44:00 am por Charlie Jaguar »
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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #459 em: Janeiro 22, 2020, 10:06:07 pm »
7 das 10? Como assim?  ???

Isto é que é, bora o pessoal fazer teorias :mrgreen:.

Eu consigo encontrar 6 esquadras que se vão ter que mudar (algumas pouquinho :mrgreen:)

Esquadra 101 (Epsilon) da BA1 Sintra para BA11 Beja
Esquadra 552 (AW119) da BA11 Beja para BA1 Sintra
Esquadra 751 (EH101) da BA6 Montijo para BA1 Sintra
Esquadra 502 (C295) da BA6 Montijo para BA11 Beja

As pequenas mudanças :mrgreen:

Esquadra 501 (C130/KC390) vai ter que mudar de sitio dentro da BA6 Montijo para dar espaço ao aeroporto
Esquadra 504 (Falcon 50) vai ter que mudar de sitio pois o AT1 vai mudar de sitio por causa das obras no aeroporto da Portela

Pronto estas são as 6 que descobri, a 7ª esquadra não faço ideia mas, supondo que as duas esquadras de F-16 não mexem, só sobra a esquadra 103 (em stand by?) e a esquadra 601 (P-3 Orion), curiosamente ambas se situam em Beja, por isso a única coisa que consigo  pensar é, como duas esquadras vão ser transferidas para Beja, alguma dessas esquadras que já estão em Beja vão ter que mudar de local dentro da base (pequena mudança de novo) devido a alguma reorganização física das esquadras dentro da BA11 para acolher as novas esquadras...
 

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dc

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #460 em: Janeiro 22, 2020, 10:34:35 pm »
Estarão a contar com a Esquadrilha de Helicópteros da Marinha?
 

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Red Baron

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #461 em: Janeiro 22, 2020, 10:49:24 pm »
7 das 10? Como assim?  ???

Isto é que é, bora o pessoal fazer teorias :mrgreen:.

Eu consigo encontrar 6 esquadras que se vão ter que mudar (algumas pouquinho :mrgreen:)

Esquadra 101 (Epsilon) da BA1 Sintra para BA11 Beja
Esquadra 552 (AW119) da BA11 Beja para BA1 Sintra
Esquadra 751 (EH101) da BA6 Montijo para BA1 Sintra
Esquadra 502 (C295) da BA6 Montijo para BA11 Beja

As pequenas mudanças :mrgreen:

Esquadra 501 (C130/KC390) vai ter que mudar de sitio dentro da BA6 Montijo para dar espaço ao aeroporto
Esquadra 504 (Falcon 50) vai ter que mudar de sitio pois o AT1 vai mudar de sitio por causa das obras no aeroporto da Portela

Pronto estas são as 6 que descobri, a 7ª esquadra não faço ideia mas, supondo que as duas esquadras de F-16 não mexem, só sobra a esquadra 103 (em stand by?) e a esquadra 601 (P-3 Orion), curiosamente ambas se situam em Beja, por isso a única coisa que consigo  pensar é, como duas esquadras vão ser transferidas para Beja, alguma dessas esquadras que já estão em Beja vão ter que mudar de local dentro da base (pequena mudança de novo) devido a alguma reorganização física das esquadras dentro da BA11 para acolher as novas esquadras...

A 802 continua em Sintra?
 

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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #462 em: Janeiro 23, 2020, 12:44:07 am »
Estarão a contar com a Esquadrilha de Helicópteros da Marinha?

Essa não vai sair de onde está. Só se for novidade.
 

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Lightning

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #463 em: Janeiro 23, 2020, 12:47:07 am »
A 802 continua em Sintra?

Não me tinha lembrado dessa esquadra, penso que não se falou dela ir para lado nenhum, só de trocar os chipmunks por ultraligeiros, se saísse ia para onde? Beja...
 

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dc

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Re: Desactivação da Base aérea nº 6 do Montijo
« Responder #464 em: Janeiro 23, 2020, 12:37:10 pm »
E a base aérea de Ovar (actualmente Aeródromo de Manobra), não serve para receber aeronave nenhuma?
 

 

Petição: TROPAS PÁRA-QUEDISTAS, PARA A FORÇA AÉREA!

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