Notícias da Força Aérea Brasileira

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #780 em: Julho 13, 2018, 02:18:55 am »

FAB participa de feira de produtos de Defesa no Rio de Janeiro
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #781 em: Julho 21, 2018, 03:01:42 am »
FAB realiza treinamento de operação e manutenção de alvo aéreo remotamente pilotado


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Entre os dias 2 e 27 de julho, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Parnamirim, região metropolitana de Natal (RN), realiza capacitação de militares que atuam na manutenção e operação do DIANA, alvo aéreo caracterizado por uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) de alta velocidade, utilizado no treinamento de armamento de emprego militar.

Nesta etapa, os operadores são treinados a realizar a preparação para uso do alvo, o planejamento do voo e da missão, a operação, o recondicionamento e a manutenção do segmento aéreo de forma autônoma.

A formação consiste em fases teórica-prática e prática com operação assistida. O know-how do CLBI, somado à disponibilidade de meios e recursos humanos voltados a ensaios e a estrutura operacional para lançamento e recuperação de sistemas aeroespaciais, credenciaram a organização como cenário operacional próprio para realização das atividades previstas em diretriz e Plano do Comando da Aeronáutica.


A coordenação operacional do CLBI com a Marinha do Brasil e com o Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo garantem a delimitação de um polígono de segurança sobre o mar e a interdição do espaço aéreo. A coordenação logística com a Ala 10 e com o Grupamento de Apoio de Natal (GAP-NT) também é essencial para a execução da atividade operacional.

Esta etapa operacional envolve militares do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), da Ala 4 com o Primeiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (1º/12° GAV) e do Parque de Material Bélico de Aeronáutica do Rio de Janeiro (PAMB-RJ), além de representantes do Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (INTA), órgão da Espanha responsável pelo desenvolvimento do alvo.


DIANA – É a designação atribuída pela Força Aérea Brasileira ao sistema de alvo aéreo e voo autônomo, que é uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP), de alta velocidade, com navegação realizada por meio do Sistema de Posicionamento Global (GPS), utilizado no treinamento de armamento de alta sofisticação de emprego militar.
É composto por dois segmentos principais: um aéreo e outro terrestre.


Fazem parte do segmento aéreo: a aeronave, seus subsistemas embarcados e as cargas necessárias, de acordo com o tipo de missão desejada. O segmento terrestre, por sua vez, é composto por estação de controle em solo, sistema por lançamento de catapulta pneumática e equipamentos de apoio.


FONTE:CLBI, por Capitão R1 Élio
EDIÇÃO: Agência Força Aérea, por Tenente Jonathan Jayme
Revisão: Cap Oliveira
VÍDEO: FAB
FOTOS: Soldado Arthur

FONTE: http://www.defesaaereanaval.com.br/video-fab-realiza-treinamento-de-operacao-e-manutencao-de-alvo-aereo-remotamente-pilotado/
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #782 em: Julho 25, 2018, 11:09:06 pm »
FAB testa sistema Diana, seu novo alvo aéreo


Alvo aéreo é uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) de alta velocidade

Citar
O primeiro lançamento de teste do novo alvo aéreo da Força Aérea Brasileira (FAB), o Sistema Diana, aconteceu na última quinta-feira (19), no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim (RN). No dia seguinte, sexta (20), foi realizado o segundo lançamento previsto. O sistema é composto por uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) de alta velocidade, fabricada pelo Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (INTA), da Espanha. Ele será utilizado no treinamento de emprego militar, para avaliar o desempenho dos armamentos embarcados nas aeronaves de defesa aérea e dos sistemas de defesa antiaérea da FAB.

A ARP do INTA foi adquirida pela Força Aérea em 2014, por meio de acordo de compensação comercial dentro dos projetos P-3 e SC-105 Amazonas. O Diana permite embarcar sistemas que simulam uma ameaça aérea. Isso possibilitará à Força Aérea avaliar o desempenho de sistemas de artilharia antiaérea e de armamento ar-ar utilizados para defesa aérea, que detectarão o Diana como alvo a ser abatido. “Com esse alvo aéreo será possível verificar como o míssil se comporta frente a uma ameaça real, se ele atenderá à expectativa da Força Aérea”, explica o Oficial Adjunto da Subchefia de Avaliação e Doutrina do Comando de Preparo (COMPREP), Major Aviador Rodrigo Calado Botelho, que acompanha o desempenho do Diana nos primeiros testes.

O CLBI foi o local escolhido para a missão por reunir todos os requisitos necessários para o lançamento. Além de apresentar a infraestrutura e os protocolos de segurança necessários, a região apresenta condições topográficas e climáticas adequadas para o tipo de voo realizado pela ARP. Além do apoio de infraestrutura e de pessoal, o CLBI atuou também no rastreamento da aeronave, por meio dos radares Adour e Bearn, bem como as informações meteorológicas em tempo real, para previsão de precipitação, vento e umidade. Além disso, coordenou as ações de segurança aérea, marítima e terrestre da missão, com o apoio da Ala 10, do Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (CINDACTA III) e da Marinha do Brasil.

“O que o CLBI sediou foi mais um teste de sistema que agora está sendo incorporado ao acervo da FAB. Para testar e colocar em operação, é preciso um aparato do qual o Centro dispõe, permitindo que o ensaio seja feito dentro dos parâmetros operacionais previstos”, explica o Diretor do CLBI, Tenente-Coronel Engenheiro Fabio Andrade de Almeida. “Nós realizamos o que foi planejado, a trajetória executada pela aeronave, nos dois voos, foi exatamente a prevista”, avalia o Diretor do Centro.



ARP

A Aeronave Remotamente Pilotada é lançada por catapulta e realiza voos em alta velocidade, com grande capacidade de manobra. Nos lançamentos realizados no CLBI, o alvo cumpriu voos de 25 minutos de duração. Após cair em alto-mar por abertura de paraquedas, o Diana foi recuperado por embarcação, descontaminado e remontado, podendo ser reutilizado em novas missões de treinamento.


FONTE: https://www.aereo.jor.br/2018/07/25/fab-testa-sistema-diana-seu-novo-alvo-aereo/
 

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mafets

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #783 em: Julho 26, 2018, 11:27:46 am »
Continua a polémica...  :o ???

https://www.cavok.com.br/blog/brasil-jatinhos-da-fab-decolam-do-galeao-e-pousam-no-santos-dumont-para-pegar-ministros/
Citar
BRASIL: Jatinhos da FAB decolam do Galeão e pousam no Santos Dumont para pegar ministros
A rádio BandNews FM – com exclusividade - divulgou informações de um documento da FAB.

Duas aeronaves de luxo da Força Aérea Brasileira (FAB) foram deslocadas por mais de 200 km para que os ministros da Segurança Pública e de Minas e Energia embarcassem no Aeroporto Santos Dumont.



Cumprimentos
"Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos." W.Churchil

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #784 em: Agosto 01, 2018, 09:09:05 pm »
Embraer adia entrega do primeiro KC-390 da FAB para 2019


A Embraer planeja concluir os testes de voo e entregar a primeira versão de produção do KC-390 à Força Aérea Brasileira no final do primeiro semestre de 2019, disse um executivo da empresa em 31 de julho.

O programa de desenvolvimento de nove anos para o avião de transporte reabastecedor bimotor estava em andamento até que uma “questão operacional” fez com que o primeiro dos dois aviões de testes saísse de uma pista no Brasil, causando sérios danos ao trem de pouso e fuselagem, diz a Embraer.

A Embraer planejava entregar o terceiro KC-390 à Força Aérea Brasileira até o final do ano, mas a aeronave será desviada para ajudar a empresa a completar a campanha de testes de voo na ausência do primeiro protótipo, diz o diretor financeiro, Nelson Salgado. O quarto KC-390 na linha de montagem da Embraer será agora a primeira das 28 aeronaves entregues à Força Aérea Brasileira.

Os meses de atraso provocados pela saída da pista em maio também levaram a Embraer a reportar um encargo especial de R$ 459 milhões (US$ 127 milhões) no segundo trimestre, diz Salgado.

A investigação do incidente na pista continua, mas a Embraer continua inflexível em afirmar que não foi culpa do projeto da aeronave.

“O relatório [de investigação] não foi concluído”, diz Salgado. “O que podemos dizer agora é que foi devido a uma questão operacional. Não tem nada a ver com a própria aeronave. [Mas] isso não tem que ser um erro humano.”

Para ressaltar que o incidente da pista em maio foi um evento isolado, a segunda aeronave de teste KC-390 continuou voando após o incidente e realizou seis demonstrações de voo no show aéreo de Farnborough em julho, acrescentou Salgado.

A Força Aérea Brasileira anunciou ter atingido a capacidade operacional inicial do KC-390 em 20 de dezembro. A autoridade brasileira de aviação civil ANAC, a Administração Federal de Aviação dos EUA e a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) concederam certificação de tipo à configuração comercial do KC-390 em 28 de fevereiro. O programa de testes de voo necessário para obter a certificação militar agora está 96% completo, diz Salgado.

“Apesar de não podermos garantir que não haverá qualquer nova questão, não esperamos que nada aconteça” para causar mais atrasos, diz Salgado.

Enquanto isso, a Embraer também anunciou planos no segundo trimestre para formar uma joint venture com a Boeing para colaborar em programas de defesa, incluindo “especialmente” o KC-390.

Se a joint venture proposta for finalizada, a Boeing deve ajudar a Embraer a comercializar o KC-390 para um novo conjunto de clientes. Não está claro o quanto a Embraer tentou vender o KC-390 para os militares dos EUA ou para os governos do Oriente Médio, mas a Boeing tem laços muito mais fortes com esses clientes do que os negócios de defesa da Embraer.

“Acreditamos que esta nova joint-venture abrirá mercados muito importantes, aos quais não contávamos anteriormente”, diz Salgado.

Portugal, um dos cinco parceiros de desenvolvimento no KC-390 fora do Brasil, abriu negociações em junho de 2017 para comprar cinco aeronaves com uma opção para um sexto, mas o pedido ainda não foi confirmado.

“Esperamos concluir [essa transação] em um curto período”, diz Salgado.

FONTE: FlightGlobal / https://www.aereo.jor.br/2018/08/01/embraer-adia-entrega-do-primeiro-kc-390-da-fab-para-2019/
 

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Tikuna

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #785 em: Agosto 04, 2018, 02:47:49 am »
Parece que vai dar OGMA pros nossos C-130


[181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Technical Phase

Lt Col RENATO ALVES DE OLIVEIRA   Solicitations   30 July 2018   
The President of Bidding Commission of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), located at 1701 22nd Street, N.W. - Washington, D.C. 20008 – USA, hereby notifies, to whom it may concern, that the bidders CASCADE received 19 points as its Technical Index and OGMA received 31 points as its Technical Index in accordance with the terms of the bid announcement 181301/CABW/2018 for the maintenance of aircraft C-130, for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircraft, excluding full T56A-15 engines, Aerial Fueling (REVO) and Modular Airborne Fire-fighting System (MAFFS), including the execution of maintenance services, repair and replacement of equipment, in accordance with terms, quantities, and other applicable requirements established in the solicitation package.

Notwithstanding, the participating bidders shall have 5 (five) business days to present any appeals to the qualification phase in accordance with Clause 36 of the IFB.
 

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jpthiran

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #786 em: Agosto 04, 2018, 01:40:07 pm »
Parece que vai dar OGMA pros nossos C-130


[181301 C-130 Aircraft Maintenance] - Technical Phase

Lt Col RENATO ALVES DE OLIVEIRA   Solicitations   30 July 2018   
The President of Bidding Commission of the Brazilian Aeronautical Commission in Washington D.C. (“BACW”), located at 1701 22nd Street, N.W. - Washington, D.C. 20008 – USA, hereby notifies, to whom it may concern, that the bidders CASCADE received 19 points as its Technical Index and OGMA received 31 points as its Technical Index in accordance with the terms of the bid announcement 181301/CABW/2018 for the maintenance of aircraft C-130, for the provision of logistical support services for 12 (twelve) aircraft, excluding full T56A-15 engines, Aerial Fueling (REVO) and Modular Airborne Fire-fighting System (MAFFS), including the execution of maintenance services, repair and replacement of equipment, in accordance with terms, quantities, and other applicable requirements established in the solicitation package.

Notwithstanding, the participating bidders shall have 5 (five) business days to present any appeals to the qualification phase in accordance with Clause 36 of the IFB.

boa...
bom contrato para a Ogma...
bom serviço para os Brasileiros...
é mais disto que é preciso...
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #787 em: Agosto 19, 2018, 06:56:03 pm »
FAB treina combate além do alcance visual


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Exercício aumenta a capacidade operacional por meio da simulação de cenários em combate

A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou do dia 6 ao dia 17 de agosto o treinamento simulado de combate BVR (além do alcance visual, do inglês, Beyond Vision Range). O exercício ocorreu no Centro de Simulação de Controle de Tráfego Aéreo do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), localizado no campus do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos (SP).

A formação teve como finalidade adestrar os militares responsáveis por conduzir o combate além do alcance visual, aumentando suas operacionalidades por meio da simulação de cenários de combate similares aos que são treinados nos exercícios operacionais da FAB.

Participaram do treinamento 29 controladores de voo BVR e três pilotos operacionais de Defesa Aérea. Fazem parte desse grupo, controladores dos Centros Operacionais Militares de Brasília (COPM-1), Curitiba (COPM-2) e Recife (COPM-3), dos Grupos de Comando e Controle (GCC) do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e os controladores aeroembarcados do Esquadrão Guardião (2º/6° GAV), sediado na Ala 2, em Anápolis (GO).

Antes de serem iniciados os voos, foram ministradas aulas teóricas abordando aspectos relacionados à geometria do combate BVR, sobre a fraseologia específica desse tipo de combate e o emprego de mísseis ar-ar de longo e curto alcance.

O treinamento, que recebe a nomenclatura OPM008A, tem como parâmetro de treinamento os cenários que serão voados no Exercício Operacional BVR, no final do mês, em Anápolis. Participarão desse treinamento, que ocorrerá sob coordenação do Comando de Preparo (COMPREP), esquadrões de caça da FAB de diversas regiões do país, além de um esquadrão de caça da Marinha do Brasil.

“O treinamento é uma oportunidade ímpar não só para treinar os controladores brasileiros, mas também um momento para realizar uma atualização doutrinária com relação a esse tipo de missão, uma vez que são compartilhadas experiências entre pilotos e controladores acerca dos ensinamentos obtidos nos diversos exercícios operacionais realizados no Brasil e no exterior”, afirmou o coordenador do exercício, Major Aviador Ramón Fórneas, que foi um dos pilotos brasileiros que realizou o curso da aeronave Gripen na Suécia em 2015.

FONTE: Força Aérea Brasileira / https://www.aereo.jor.br/2018/08/18/fab-treina-combate-alem-do-alcance-visual/
 

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mafets

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #788 em: Setembro 02, 2018, 02:19:47 pm »
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Citar
Chengdu F-7M Airguard For Brazil.

Chinese Variant Was Negotiated With The Brazilian Government.

On January 28, 1987, on Wednesday, the Rio newspaper "O Globo" published on the front page the purchase of Chinese fighters F-7M to equip the Brazilian Air Force. The text spoke on the acquisition of 60 to 110 aircraft. The newspaper gave the deal as "virtually closed".

In fact, it started in mid-1985, when the FAB was studying the possibility of complementing its fleet of Mirage III and F-5 fighter jets, as well as recovering operational losses over time. There were no new Mirage III, because the production line was closed. On the other hand, Northrop was still producing the F-5E, but its assembly was due to close soon. The American company waved at the possibility of the FAB acquiring the F-20 Tigershark, the company's newest product.

Unfortunately there was no way to get new aircraft. The Ministry of Aeronautics did not have the financial resources for such an endeavor and the country was going through a decade marked by economic crises. In addition, much of MAer's efforts were directed to the Italian-Brazilian AMX program and there was little left over for the refueling of fighters. The way was to search for second-hand aircraft.

The unit price of a Mirage III or a used F-5E ranged from $ 2.5 million to $ 5 million. Mirage III deals came from Spain (which brought its F-18 into operation) and France (French Air Force stocks). Israeli Kfir model C-2 fighters similar to those acquired by Ecuador five years earlier were also offered (part of these Kfir offered to Brazil was purchased by Colombia a few years later).

The biggest difficulty was in buying used F-5E fighters. There were thousands of F-5 scattered around the world, but few wanted to get rid of them. Some conflicting information said that even Iran and Vietnam had been sought. But the most likely source of F-5 used was Chile, whose dictatorial government of Augusto Pinochet faced a US arms embargo and, for that reason, had its fleet of F-5 with low availability. However, in mid-1986 events took a different turn.

The story of J-7

The aviation industry in China began in 1951 and seven years later the Chengdu Aircraft Industry Corporation (CAC) was established. The CAC was responsible for producing under license the MiG-21F fighter, received in 1961 from the USSR. The locally made MiG-21F was designated J-7 (Jianjiji-hunting) and in the West became known as F-7. The first J-7 with Chinese components began to be assembled in 1964, but the program was affected by the beginning of the "Cultural Revolution" and production was transferred to Shenyang.

Production returned to Chengdu in June 1967 and the first ship flew in 1969. The aircraft, identified as J-7 I, entered service in June 1976, but design problems and poor production line quality have led to the aircraft was produced in small quantity. The factory went on to work on the J-7 II (J-7B) from 1975. The J-7B incorporated some changes as a more powerful WP7B turbojet of 43.2 kN dry thrust.

The first J-7II flew in December 1978, and shortly thereafter, this version would start operating in the Air Force of the People's Liberation Army of China (FAELPC). The J-7II was exported to Iraq (90 copies) and to Sudan (22 copies) under the designation F-7B.

In the early 1980s, China's Ministry of Aeronautics imported 100 sets of avionics from the British company GEC-Marconi to modernize FAELPC's J-7II. The program was canceled, but the Chengdu company decided to continue the J-7II modifications independently since 1981.

Much of the original avionics were replaced by equipment of Western origin. Among them, a HUDWAC (HUD associated with a computerized aiming system) comprised of a Type 226 Skyranger telemetry radar and a Type 956 HUD, radar-altimeter, new IFF and new telemetry radar. To absorb all these avionics, the electric power generation system has been improved. In addition, the aircraft received an improved WP7B (BM) engine, a more crash-resistant windshield, reinforced landing gear and nose probe repositioned to the top of the air intake.

The result was an export fighter called F-7M. The first flight took place in August 1983. The next year efforts to export it began, and the name "Airguard" was only applied at the beginning of 1986. It can be considered that the program was relatively successful, since more of 160 aircraft were exported to Third World countries such as Bangladesh, Iran, Myanmar and Zimbabwe - in the mid-1980s!

The deal.

The official confirmation of the negotiations between Brazil and China occurred on the same day that the article in the newspaper O Globo was published. The then Minister of Aeronautics, Octávio Moreira Lima, met with President José Sarney before the information was released. Ma, s contrary to what had been reported by the newspaper 'O Globo', the purchase would not be 60 to 110 fighters, but 30 aircraft.

As the information emerged, it was realized that it was not just a simple shelf purchase. The eventual acquisition of "Airguard" was part of a broad agreement in the aerospace area between the two countries, involving other products. It was speculated that the deal would involve the sale, or even production under license, of some models of Embraer aircraft in Chinese territory such as EMB-120 Brasilia and EMB-312 Tucano.

Of concrete concrete was the affirmation of Minister Moreira Lima that there was "an extraordinary potential market in China for Brazilian products" and that "aeronautical and space cooperation could be greatly stimulated" through this negotiation.

It was up to the Ministry of Aeronautics to carry out the technical analysis in relation to the aircraft. In November 1986 an FAB military team visited China to evaluate the aircraft and a major aviator flew with the F-7M. Among the analyzed items, besides the performance in flight, were logistical and operational issues. In the return, the report on the aircraft was in charge of two pilots, one of F-103 and one of F-5. The document received a favorable opinion from the technical commission of COMGAP (General Support Command) at the beginning of April 1987.

Among the positive highlights mentioned were the maneuverability and robustness of the aircraft. Criticism has been made regarding the engine life and the old avionics. On the turbojet, a modification of the Soviet engine Tumansky R-11, it should undergo a revision every 200 hours, with change after 600 hours. Compared to other Western engines, such as the Atar 9C used by the FAB F-103s, the Chinese engine had a shorter life (600 hours versus 900 hours of French propellant), but it was also cheaper (about $ 600,000 against US $ 3 million).

The unit value of each Airguard was estimated at $ 5 million. This figure was close to the amount that FAB expected to spend on the purchase of each used F-5 or Mirage III unit. But the "Chinese package" still included training, technical assistance, spare parts and spare parts for three years of operations and two engines per aircraft purchased, with transfer of maintenance to the national company CELMA (Aviation Electromechanical Company).

Following the confirmation of the negotiation by the minister himself, Moreira Lima also reported that the disclosure of the final result on the negotiations with the Chinese would occur in up to six months. On Monday, February 2, a spokesman for the Ministry of Aeronautics, Colonel Paulo Esteves, gave more details about the negotiation and denied the information that the deal with the Chinese had, as a goal, to pressure the US for sale of a new batch of F-5 fighters to Brazil.

Asked why Brazil encounters difficulties in acquiring F-5 fighters abroad, the US embassy, ​​through its spokesperson Willian Carr, reported that there were no new or used F-5s available in the United States. The USAF, at that time, did not intend to dispose of its 'Agressors' squadrons, the sole source of F-5 in that force.

On the other side of the planet, the official newspaper of the Communist Party of China, the "Diário do Povo", published in its edition of April 9, 1987, that negotiations for the sale of Airguard to Brazil were "progressing without any friction "And that the Beijing government would give" full support to negotiation ".

Reversal in case.

While Brazil was negotiating with China to purchase F-7M Airguard fighter jets, changes occurred in the US Air Force, especially in the DLC (Dissimilar Air Combat Training) training. The F-5 was employed in these trainings as an 'opposing aircraft', equipping a few 'Aggressors' squads, which simulated tacit and standards employed by Soviet aircraft. Its size and performance had similarities with the MiG-21.

But in the mid-1980s a new family of Soviet fighters came into play and the MiG-21 became less important. These new Soviet aircraft performed better than the F-5 and the USAF now considered replacing them as 'aggressive' aircraft.

Parallel to the studies for the replacement of the F-5 in the 'Aggressors' squadrons, the aircraft began to present serious structural problems, caused by intense and followed trainings with high G-load. These problems worsened throughout the year 1987. During the investigation of an accident with a Tiger II, it was found that the aircraft's upper fuselage was seriously damaged, and structural failure would have as its causes fatigue or corrosion.

Based on this investigation, the entire fleet underwent more detailed inspections. As a result, some aircraft were withdrawn from service immediately and others were given G-load limitations. Also in 1987, the USAF began the plan to withdraw all F-5s from service until 1990. The aircraft would either be stored in the Arizona desert or transferred to other users. This resulted in the availability of F-5 fighters.

The contacts between the US and Brazil for the acquisition of these F-5s were made at the end of 1988. At the beginning of the following year, the Aeronautical General Staff arranged the last details for the acquisition of a lot of F-5 used from the USAF via FMS (Foreing Military Sales). At a cost of $ 13.1 million, the FAB won a lot of 22 F-5E and four F-5F. The 'business of China' made with the US ended up closing the possibility of Brazil dreaming of the F-7M in the FAB.

#Bobby



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« Responder #789 em: Setembro 04, 2018, 03:45:41 pm »
Helibras entrega mais um H225M para a Força Aérea Brasileira


Citar
A Helibras entregou o 31º H225M para a Força Aérea Brasileira. A aeronave ficará sob comando do Esquadrão Puma (3º/8º GAV), no Rio de Janeiro (RJ), e aumentará a capacidade operacional do Esquadrão auxiliando no cumprimento das missões da FAB.

Esse exemplar é o primeiro entregue a FAB equipado com o moderno Spectrolab Searchlight, um farol de busca de alta capacidade, que também é compatível com equipamentos de visão noturna, mais conhecido como NVG (Night Vision Goggles).

Neste ano, ainda estão previstas pelo menos mais duas entregas do modelo para as Forças Armadas.

Os H225M das Forças Armadas são fabricados em Itajubá desde a inauguração da nova linha de produção da empresa, em 2012.

A entrega é parte do contrato firmado em 2008 com o Governo Federal para fornecimento de 50 helicópteros H225M para as três Forças Armadas.


FONTE: http://tecnodefesa.com.br/helibras-entrega-mais-um-h225m-para-a-forca-aerea-brasileira/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #790 em: Setembro 08, 2018, 04:05:33 pm »
Mau início de fim de semana para as F.A. brasileiras. Felizmente com apenas danos materiais.  :-\

http://tecnodefesa.com.br/profissionalismo-e-treinamento-pouso-no-ventre-perfeito/

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O pouso bem sucedido do Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira em Anápolis, sob o ventre (pane de trem de pouso) foi uma operação coroada de êxito.

Com extremo profissionalismo, a tripulação colocou o avião no chão e o manteve equilibrado até a parada total, evitando o toque das asas no solo.



http://www.cavok.com.br/blog/incidente-com-aeronave-c-130h-hercules-da-fab/



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Neste momento a aeronave C-130H Hércules “Gordo 74” da FAB está orbitando sobre a Ala 2 em Anápolis, após declarar emergência. A aeronave, que seguia para Brasília, alternou Anápolis pois não conseguiu baixar o trem de pouso. As informações até o momento são que a bordo estão 45 passageiros.

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #791 em: Setembro 10, 2018, 02:41:52 pm »
Bem, a FAB tem de ir à Bruxa. fonix.  :-\ :o

https://www.aereo.jor.br/2018/09/08/caca-f-5em-da-fab-colide-com-passaro-durante-a-operacao-bvr/

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Circulam em redes sociais fotos de um caça F-5EM do Esquadrão Jaguar que teria colidido com um Urubu durante a Operação BVR, no dia 31 de agosto.

Nas fotos divulgadas pode-se ter uma ideia da extensão dos danos à aeronave.

Segundo informação extraoficial, o piloto teve alguns ferimentos e foi levado para Brasília.

Estamos consultando a FAB para obter mais informações sobre o ocorrido e atualizaremos este post à medida que os esclarecimentos cheguem.

ATUALIZAÇÃO – 17h48

A Força Aérea Brasileira confirma que uma de suas aeronaves de caça F-5  colidiu com um pássaro. A ocorrência se deu no dia 31 de agosto na região de Anápolis (GO).

Os fatores contribuintes para a ocorrência serão investigados.





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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #792 em: Setembro 20, 2018, 01:15:08 pm »
KC-390 - Embraer vai entregar três aeronaves à FAB em 2019

Montagem do avião entra na fase final em Gavião Peixoto


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O avião militar KC-130 da Embraer, entrou na fase de finalização na linha de montagem na unidade de Gavião Peixoto (SP): pelo menos três aeronaves serão entregues no ano que vem à Força Aérea Brasileira (FAB). Um dos projetos prioritários da área de defesa em parceria com a Embraer, ao lado dos caças Gripen, o novo cargueiro de uso militar e civil deve ser apresentado pela FAB em uma solenidade organizada para o Dia do Aviador, em outubro. Até lá, há a expectativa de que o avião receba o certificado de tipo da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

O Valor acompanhou a demonstração da aeronave ao ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, na segunda-feira na unidade fabril em Gavião Peixoto.

Há dois aviões já na fase de finalização, outros dois na etapa de estruturação (um com a fuselagem quase completa, outro com uma das asas prontas), e o quinto já tem as peças encomendadas, o que tem de ser feito com meses de antecedência.


O presidente da EMBRAER Defesa & Segurança, Jackson Schneider, confirmou ao Valor que o certificado da ANAC será emitido ainda neste ano, e as primeiras unidades entregues à FAB em 2019, quando completam-se dez anos do início do projeto. O contrato de aquisição dos aviões, entretanto, remonta a 2014. O comandante da FAB, Nivaldo Rossato, disse que o órgão conta com o avião operando já no ano que vem.

A FAB encomendou 28 aeronaves à Embraer: o orçamento da Força para 2019 reservou R$ 750 milhões para a aquisição dos aviões. As negociações de vendas também estão avançadas com Portugal, que deve encomendar cinco unidades. Argentina, Chile, Colômbia e República Tcheca já assinaram cartas de intenção de compra do modelo, o maior avião militar produzido no Brasil, que encabeça o consórcio formado por Portugal, Argentina e República Tcheca.

De acordo com os engenheiros da linha de montagem, assim que a empresa atingir a “fase de aprendizado”, será possível acelerar a produção e fabricar 1,5 ou duas unidades por mês, a fim de atender a expectativa de crescimento da demanda internacional.

Conforme um acordo celebrado em 2013, na França, caberá à Boeing a promoção internacional do KC-390 e o impulso das vendas em mercados onde a gigante da aviação tem atuação estratégica. Essa parceria foi celebrada cinco anos antes da joint venture anunciada em julho, evidenciando a vocação das duas empresas para atuarem juntas.

O cargueiro da Embraer atinge um nicho de mercado onde a Boeing atua com modelos muito maiores, e enfrentava a concorrência da Lockheed, fabricante do Hércules C-130, também de transporte militar, mas desenvolvido há cerca de 60 anos. É justamente o avião de cargas utilizado pela FAB, que já completou 53 anos. “O nosso está antigo, o KC390 é mais rápido, carrega mais carga com o custo de hora de voo mais barato, vai fazer a diferença no transporte e na logística”, afirma o brigadeiro Rossato.

Desde que encomendou à Embraer o desenvolvimento de um avião de transporte tático em 2009, a FAB investiu R$ 5 bilhões no projeto. Na fase de testes, o protótipo sofreu dois incidentes: em 2017, durante um voo, e em maio, quando deslizou na pista.

Além do documento da ANAC, o avião precisa concluir o ciclo de certificação, com a obtenção da Final Operational Capability (FOC), emitida pelo Instituto de Fomento Industrial (IFI), o que só deve ocorrer no ano que vem. Em dezembro de 2017, a aeronave obteve a Capacidade Inicial de Operação (IOC), que assegurou as condições necessárias para o início da operação, bem como um certificado provisório da ANAC, atestando a adequação do projeto aos requisitos de certificação da categoria transporte.

Segundo a EMBRAER, o avião está em campanha de ensaios, progredindo de forma “extremamente satisfatória”, atingindo os objetivos de desempenho e capacidade estabelecidos, e já tem acumuladas mais de 1.800 horas de voo. Para concluir a campanha de certificação, é preciso atingir 2.000 horas de voo.


FONTE: http://www.defesanet.com.br/kc390/noticia/30579/KC-390---Embraer-vai-entregar-tres-aeronaves-a-FAB-em-2019/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #793 em: Outubro 11, 2018, 10:33:44 am »
Argentina?  ;D ;)

https://www.aereo.jor.br/2018/10/09/fab-continua-tentando-vender-seus-mirage-2000/

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A Força Aérea Brasileira anunciou novamente pela Comissão Aeronáutica Brasileira em Washington (CABW) a venda de 11 caças Mirage 2000 desativados em 2013. A primeira tentativa foi feita em abril de 2016 pela Comissão Brasileira de Aeronáutica na Europa (BACE), mas nenhum lance foi realizado.

A oferta inclui nove Mirage 2000C monoplaces e dois Mirage 2000B bipostos, que estão estacionados na ALA 1 (Brasília-DF) e ALA 2 (Anápolis-GO). Os aviões não estão em condições de voo.

De acordo com o edital da CABW, qualquer pessoa física ou jurídica pode fazer lances pelas aeronaves, desde que cumpra os requisitos. A venda também precisa ser aprovada pelo governo francês.

O lote de 11 aviões é avaliado em US$ 508,6 mil, sendo o mais barato (FAB 4944) avaliado em US$ 7.327,61 e o mais caro (FAB 4933) US$ 62.635,12.

A cerimônia de desativação dos Mirage 2000C/B da FAB ocorreu no dia 20 de dezembro de 2013, no 1º Grupo de Defesa Aérea  (1º GDA ou Esquadrão Jaguar) da Força Aérea Brasileira em Anápolis-GO.

O Mirage 2000 C/B foi a solução intermediária encontrada para substituir os velhos Mirage IIIBR, que prestaram bons serviços à FAB por mais de 30 anos.

Os Mirage 2000 usados foram sendo retirados, aos poucos, dos esquadrões da Força Aérea Francesa, submetidos a uma revisão geral e padronização e enviados ao Brasil. Foram adquiridos 10 monopostos do modelo C e 2 bipostos modelo B, que começaram a ser entregues em setembro de 2006 com os dois primeiros exemplares. Mais dois foram entregues em 2006, seguindo lotes anuais de 4 aeronaves, sendo 4 durante 2007 e mais 4 em 2008.



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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #794 em: Outubro 24, 2018, 09:01:54 pm »
Dia do aviador e da Força Aérea é comemorado em Brasília


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Brasília, 24/10/2018 – Após dezenas de tentativas, em 23 de outubro de 1906, o êxito de percorrer 60 metros em sete segundos fez com que o voo a dois metros do solo entrasse para a história. A Comissão Oficial de Aeroclube da França e os mais de mil espectadores presenciaram, naquele dia, o 14 Bis, o “mais pesado que o ar”, comandado pelo brasileiro Alberto Santos Dumont, no Campo de Bagatelle, em Paris.

Há 112 anos o “impossível” aconteceu e o fato que mudou a história da aviação é exaltado pela Força Aérea Brasileira (FAB) com a comemoração do dia do Aviador e da Força.

Na manhã da terça-feira (23), a cerimônia alusiva à data magna, reuniu civis e militares na Ala 1 (Base Aérea) em Brasília. Na ocasião, o comandante da aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, destacou a coragem de Santos Dumont em enfrentar, não só os perigos de uma dimensão ainda muito pouco conhecida, mas também a bravura de defrontar a ordem natural. “Enquanto muitos julgavam impossível, ele simplesmente o fez. Dedicação e coragem foram as virtudes que levaram o "Pai da Aviação" à sua descoberta, porém, a simplicidade é a virtude que fez dele o grande homem que ele é”, exaltou.

O brigadeiro Nivaldo Rossato também ressaltou que o legado deixado por Santos Dumont fez surgir profissionais que amam o estudo, a persistência e a disciplina. Homens e mulheres que passam por longos e árduos treinamentos para garantir o voo seguro e preciso. Segundo ele, a profissão de aviador é a convicção de que o produto do seu esforço é muito maior do que ele próprio. “Suas asas levam a segurança e a defesa da Nação, levam o alívio do resgate e conduzem o suprimento para abastecer as mais diversas necessidades”, apontou.


O presidente da República, Michel Temer, esteve presente na solenidade e, em suas palavras, ressaltou que “cada um dos integrantes da FAB leva adiante essa tradição que tanto orgulha aos brasileiros” e que a tradição é “inspirada na coragem, na abnegação, na tenacidade dos que pelejaram pela causa da liberdade”.

KC-390

Entre as apresentações que a solenidade trouxe, uma das mais esperadas foi a nova aeronave multimissão de transporte da FAB, o KC-390, com capacidade para transportar 23 toneladas de carga, inclusive veículos de médio e grande porte.

O avião, que é o maior produzido na América Latina, fez sobrevoos e pousou no pátio em que ocorreu a comemoração, surpreendendo o público presente.

FONTE: https://www.defesa.gov.br/component/content/article/333-notic%C3%ADas/48888-dia-do-aviador-e-da-for%C3%A7a-a%C3%A9rea-%C3%A9-comemorado-em-bras%C3%ADlia?Itemid=101

 

 

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