Notícias da Força Aérea Brasileira

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #750 em: Novembro 23, 2017, 10:58:50 am »
Aeronave P-3AM inicia engajamento nas buscas por submarino argentino

Avião de patrulha é operado pelo Esquadrão Orungan, sediado em Salvador (BA)


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A aeronave P-3AM Orion, do Esquadrão Orungan, sediado em Salvador (BA), realizou nesta terça-feira (21/11), a primeira missão de busca ao submarino ARA San Juan que está desaparecido desde a última quarta-feira (15/11), com 44 tripulantes.

O avião - um quadrimotor de patrulha marítima de longa distância - aguardava em Porto Alegre (RS) o engajamento nas buscas e decolou às 20h diretamente para a área designada pela Marinha Argentina, realizando oito horas de operação.

"O P-3 é plenamente equipado para fazer busca e guerra antissubmarino. Como estamos tratando da busca de um submarino, nada mais lógico do que colocarmos uma aeronave equipada para a localização desses meios", explica o Comandante do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Vuyk de Aquino.


Os dados coletados pelos tripulantes do P-3AM estão em análise e a aeronave deve ser empregada novamente na noite de hoje (22/11), com decolagem prevista para 21h a partir de Mar del Plata. Cada missão está envolvendo 19 militares a bordo da aeronave.

O P-3AM possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno.

Também nesta quarta-feira, a outra aeronave da FAB disponibilizada para a missão, o SC-105 Amazonas, realiza o terceiro dia de buscas, com decolagem às 13h e previsão de oito horas de operação.


FONTE: http://www.fab.mil.br/noticias
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #751 em: Novembro 23, 2017, 11:01:29 am »
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Esforço aéreo como parte da busca ao submarino ARA San Juan

Unidades aéreas de tamanhos diferentes e de diferentes países participam da busca e outras permanecem aguardando a necessidade

As unidades navais da Armada Argentina e aéreas de vários países estão envolvidas na busca do submarino ARA “San Juan”. Das bases navais Comandante Espora e Almirante Zar operam as unidades para manter a patrulha aérea 24 horas por dia; há suporte logístico para aeronaves e tripulações.

Do Comandante da Base Aérea Espora operam dois aviões P-8 da Marinha dos EUA e um avião de exploração C-295 da Força Aérea Brasileira.  Enquanto isso, a Base da Força Aérea Adirante Zar de Trelew opera a aeronave B-200 e Turbo Tracker da Armada Argentina, uma aeronave Hercules C-130 da Força Aérea Argentina, bem como uma aeronave de exploração da P-3 da NASA, que operou a partir de Ushuaia.

Além disso, um avião C-130 da Royal Air Force do Reino Unido, faz voos a partir das Malvinas.

FONTE:  http://www.naval.com.br/blog/2017/11/21/esforco-aereo-como-parte-da-busca-ao-submarino-ara-san-juan/



« Última modificação: Novembro 23, 2017, 11:03:32 am por Vitor Santos »
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #752 em: Dezembro 11, 2017, 01:53:50 pm »
Infantaria aeronáutica: ‘Defendendo na terra, o domínio do ar’


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Incorporada no mesmo ano de criação do Ministério da Aeronáutica, a Infantaria celebrou neste ano seu septuagésimo quinto aniversário, sendo impossível dissociarmos aquelas gestões, visto que ambas representaram revoluções doutrinárias nos idos de 1941. Enquanto que a unificação de todas as aviações conferiu maior eficácia e eficiência ao Poder Aeroespacial, o emprego de tropas terrestres especializadas na proteção de aeronaves estacionadas em solo constituía uma novidade absoluta até mesmo para os teóricos militares das nações já envolvidas na Segunda Guerra Mundial.

Naquele mesmo ano, alemães e japoneses protagonizaram, respectivamente, assaltos aeroterrestres em Creta e ataques aeronavais a Pearl Harbor, causando grandes prejuízos aos Aliados. No Brasil, o agravamento da situação política em relação às potências do Eixo influenciava a organização da Força Aérea Brasileira. Considerando a vulnerabilidade de nossas Bases Aéreas junto ao litoral, o então Ministério da Aeronáutica resolveu ativar seis Companhias de Infantaria de Guarda e contemplou aprestar defesas antiaéreas para resguardar o Poder Aeroespacial.

Durante as décadas seguintes, além de guarnecer as instalações da Aeronáutica, sua Infantaria tornou-se instrumento indispensável ao processo de educação e de treinamento dos recursos humanos. Centros e escolas de formação da Força Aérea Brasileira incumbiam aos combatentes terrestres a tarefa de forjar em seus jovens alunos, um comportamento profissional lastreado na hierarquia e na disciplina, pilares inquestionáveis da vida castrense. Sempre traremos em nossa memória a imagem daqueles abnegados oficiais e graduados que nos ensinaram a prestar continência, a executar os primeiros movimentos de ordem unida e a usar armas de fogo.

Consolidada doutrinariamente, a Força Aérea Brasileira passou a repensar sua capacidade de combate terrestre a partir de 1982, quando eclodiu o conflito das Malvinas, que testemunhou o emprego de forças especiais para destruir aeronaves e também registrou um incremento nos casos de fratricídio provocados por armamentos antiaéreos. Tais lições impulsionaram a necessidade de aprimorar nossa Infantaria, cujos oficiais passaram a ser formados na Academia da Força Aérea com novas visões sobre a defesa terrestre e antiaérea. Ao propiciar maior convivência entre aviadores, intendentes e infantes, tal iniciativa ensejou uma mútua compreensão sobre as distintas missões conduzidas pelas diversas partes que integram o Poder Aeroespacial.


Considerando o reconhecimento dispensado aos nossos combatentes terrestres no contexto das Missões de Paz e das operações de Garantia da Lei e da Ordem, devemos valorizar seu correto comportamento profissional, mesmo diante de nossa realidade logística. Vislumbrando o emprego de armamentos guiados a laser na Força Aérea, devemos inspirar o desenvolvimento de novas habilidades para oficiais e sargentos que atuam nas operações especiais. Contudo, nossos maiores esforços ainda devem ser direcionados para a segurança de instalações, buscando incorporar soluções tecnológicas, bem como aperfeiçoar o treinamento da Polícia da Aeronáutica.

Passados 75 anos desde o seu nascimento, a Infantaria da Aeronáutica mantém vivos os ideais de outrora, motivados pelo senso do dever e pela realidade de um mundo convulsionado por guerras, atos terroristas e outros problemas relacionados à segurança interna. Inseridos na Concepção Estratégica que promoverá sensíveis alterações organizacionais no próximo quarto de século, nossos combatentes devem estar plenamente capacitados, de modo a evitar danos ao patrimônio, aos recursos e, principalmente, à imagem institucional da Força Aérea Brasileira. Neste sentido, permanece inabalável a convicção de que os integrantes da Infantaria da Aeronáutica continuarão a honrar suas tradições, superando obstáculos de toda ordem, sempre irmanados por seu lema: “Defendendo na terra, o domínio do ar”.

FONTE: http://defesaeseguranca.com.br/fab-infantaria-aeronautica-defendendo-na-terra-o-dominio-do-ar/#prettyPhoto
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #753 em: Dezembro 11, 2017, 02:00:19 pm »
INFANTARIA DA AERONÁUTICA: Conheça o Curso que prepara os militares para Operações Especiais


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O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, conhecido como PARA-SAR, realizou, em 24 de novembro, a formatura do Curso de Comandos de Força Aérea (CCFA), que visa capacitar os militares para atuarem em Operações Especiais. Durante três meses, os alunos participaram de atividades nos mais variados ambientes operacionais do País: selva, mar, montanha, área urbana e rural. As instruções exigiram não só a capacidade física, mas também a psicológica dos alunos.

“Existem militares bem preparados fisicamente, mas que, ao longo do curso, acabam desistindo devido aos fatores emocionais. Nós trabalhamos muito com os atributos afetivos, como resiliência, persistência e comprometimento, necessários para o cumprimento de nossas missões, geralmente realizadas em ambientes hostis, inóspitos e que envolvem elevado grau de periculosidade”, ressaltou o Coordenador do CCFA, Major de Infantaria Antonio Luiz Moura Junior.

O candidato à vaga é submetido a uma rigorosa seleção. O aluno Evilásio Fernando Barros se preparou durante quatro meses para estar em melhores condições de realizar o curso. “A marcha com mochila pesada é a que eu imaginava ter mais dificuldade, então treinei bastante para isso e também as demais áreas, tendo em vista que todas as atividades do curso são bem cansativas e com grau elevado de exigência. Pretendo fazer parte do Destacamento Operacional do EAS e poder cumprir as ações de Força Aérea atribuídas ao Esquadrão”, disse.

Realizado de dois em dois anos pela FAB, o curso inclui oficiais e graduados do PARA-SAR e das Unidades de Infantaria de todo o país. Os futuros comandos estarão aptos a comporem os destacamentos operacionais do PARA-SAR, visando ao cumprimento das ações de Força Aérea previstas na missão daquele Esquadrão.


“O curso ocorre desde 1994 e é considerado a porta de ingresso no PARA-SAR, sendo uma oportunidade na qual os militares de outras unidades da FAB são testados e selecionados para prosseguirem nas demais especializações do Esquadrão, recebendo o título de Pastor. Com a conclusão do curso, o militar torna-se apto a cumprir ações de Força Aérea de Reconhecimento Especial, Ação Direta e Contraterrorismo, bem como terá os requisitos para ser capacitado em Guia Aéreo Avançado (GAA). Os Comandos de Força Aérea têm como ideal “viver como poucos e ir além dos demais”, em prol do cumprimento da missão atribuída ao Esquadrão. “Nossa lida, vossa vida”, comentou o Comandante do PARA-SAR, Tenente-Coronel de Infantaria Anderson de Oliveira Schiavo, Pastor 145.

O aluno Bruno Pinheiro Negromonte pretende se especializar cada vez mais na área de operações especiais. “Para mim, concluir o curso é ver portas abertas de oportunidades na minha carreira, como o ingresso no PARA-SAR, além de poder realizar outros cursos especializados nessa área”, destacou.

TREINAMENTO

NIVELAMENTO TÁTICO: nesta fase, realizada ainda em Pirassununga (SP), os militares possuem pouco tempo de descanso e passam por diversas avaliações, como técnicas aquáticas e defesa pessoal. Também são levados a conhecerem seus próprios limites em longas marchas a pé conjugadas com instruções de navegação terrestre. A rotina é estressante e realizada sob condições de relevante desgaste físico e mental.


CONSOLIDAÇÃO: realizada em Campo Grande (MS), o objetivo é consolidar os atributos adquiridos na primeira fase, estimulando o raciocínio estratégico do aluno em situações não convencionais, semelhantes ao que as Operações Especiais exigem. Durante essa fase são transmitidos conhecimentos na área de armamento, explosivos, tiro tático, planejamento de missões especiais, operações de inteligência e de apoio à informação.

TÉCNICA:realizada no Rio de Janeiro (RJ), é a fase em que os alunos aprendem métodos de infiltração no mar, de adaptação ao ambiente e de operação em relevo de montanha. Também são treinados em áreas edificadas, pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE-RJ), e nas técnicas e táticas de contraterrorismo, com o Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (Tonelero), da Marinha do Brasil.


PROCESSO SELETIVO

O processo seletivo do Curso de Comandos de Força Aérea (CCFA 2017) durou 3 dias e foi realizado na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP). Contando com a presença de 37 candidatos, incluiu testes de aptidão física e de conhecimentos práticos. O primeiro foi composto por flexão de braços na barra fixa, abdominal, flexão e extensão de braços, subida na corda vertical, corrida de 8 km, marcha a pé de 16 Km, natação, nado submersão e flutuação.

Já os testes de conhecimentos práticos avaliaram o desempenho dos candidatos em patrulhas, nós e amarrações, orientação, armamento, comunicações, primeiros socorros, explosivos e demolições. No final dessa fase de nivelamento, apenas 25 militares se tornaram aptos a prosseguir no curso.

FONTE: http://defesaeseguranca.com.br/infantaria-conheca-curso-prepara-militares-operacoes-especiais/?platform=hootsuite#prettyPhoto
 

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jpthiran

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #754 em: Dezembro 24, 2017, 12:00:37 pm »
Caro amigo Vitor Santos.

Como já deve saber a Boeing fez uma proposta para comprar a Embraer.
Que comentário é que faz a esta proposta?
Cumprimentos,

Jean-Pierre.
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #755 em: Dezembro 25, 2017, 09:35:28 pm »
Caro amigo Vitor Santos.

Como já deve saber a Boeing fez uma proposta para comprar a Embraer.
Que comentário é que faz a esta proposta?
Cumprimentos,

Jean-Pierre.

Responderei no tópico da EMBRAER.
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #756 em: Dezembro 25, 2017, 09:45:32 pm »
Força Aérea Brasileira participa pela primeira vez de reunião dos usuários do caça Gripen, em Praga



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Durante evento ocorrido entre os dias 4 e 8 de dezembro, em Praga, na República Checa, o qual contou com a presença de representantes da Suécia, Hungria, Tailândia, África do Sul, República Checa e, a partir dessa edição, o Brasil - que foi representado por quatro militares da Força Aérea Brasileira (FAB), uma comitiva brasileira participou pela primeira vez, do Gripen Users Group, conferência do grupo de usuários do caça Gripen, e que em maio de 2018, terá o Brasil como anfitrião do encontro. O evento de periodicidade semestral, é composto por um grupo de Aquisição e Desenvolvimento e dois subgrupos - Operacional e Logístico.

A empresa sueca SAAB, fabricante do caça, também esteve presente e apresentou, em um seminário, as ações desenvolvidas em resposta às solicitações dos operadores, o atual estágio do pacote de desenvolvimento denominado MS-20 da aeronave Gripen C/D, aspectos relativos à segurança de voo e um briefing sobre o desenvolvimento da versão adquirida pelo Brasil, denominada Gripen NG. Segundo o Major-Brigadeiro Jefson Borges, que liderou a comitiva brasileira, a partir de agora, a FAB participará de todas as reuniões relativas ao novo caça, não somente as do grupo de usuários, mas também as de Treinamento de Liderança Tática.

Para ele, o encontro serviu para que o Brasil, como futuro usuário do Gripen, pudesse ouvir dos operadores - alguns que utilizam o caça há mais de 20 anos - sobre suas experiências, táticas, soluções logísticas, novos desenvolvimentos e problemas que precisam ser resolvidos. "O Brasil foi um dos principais focos dessa última reunião do Gripen Users Group. Os países operadores mostraram interesse em conhecer como a FAB irá receber e operar o Gripen NG e os nossos desafios, que deixa claro que eles percebem a dimensão do nosso País. Aqui, eles terão não só a oportunidade de conhecer a nossa Força Aérea, bem como as instalações da Embraer onde o Gripen será montado, em Gavião Peixoto, no Estado de São Paulo. Lá, também, poderão conhecer o KC-390, uma vez que todos os países presentes no evento, este ano, mostraram-se interessados em aprofundar os conhecimentos sobre o dueto Gripen NG e KC-390, que irá revolucionar a FAB", avalia o Oficial-General.

*Com Informações do CECOMSAER

FONTE: https://orbisdefense.blogspot.com.br/2017/12/forca-aerea-brasileira-participa-pela.html
 

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Vitor Santos

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #757 em: Dezembro 28, 2017, 09:34:36 pm »
Esquadrão Orungan participa de exercício operacional em Portugal

Exercício Brasil-Portugal busca trocar experiências operacionais e logísticas


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A Força Aérea Brasileira realizou, entre os dias 7 e 16 de dezembro, um importante intercâmbio operacional com Portugal. Dezessete militares do Esquadrão Orungan (1º/7º Grupo de Aviação) e um representante do Comando de Preparo (COMPREP), participaram do II Exercício Brasil-Portugal (BRAPOR).

A atividade ocorreu na Base Aérea nº 11 (BA11), na cidade portuguesa de Beja, tendo como objetivo a troca de experiências operacionais, logísticas e o desenvolvimento técnico entre as duas Forças Aéreas. Participaram o Esquadrão Orungan, operador da aeronave P-3AM no Brasil, e a Esquadra 601, operadora da aeronave P-3C Cup+ em Portugal.

Para o Major Aviador Alexandre Tadeu Ferreira da Silva, o exercício foi importante para a assimilação da doutrina portuguesa de operação e para a avaliação das possibilidades de melhorias de emprego pela FAB. “A Esquadra 601 já opera com o P-3 há mais de duas décadas, consagrando Portugal como um país de notória participação em diversas operações como membro da OTAN.


“Esse intercâmbio operacional foi uma atividade importante para troca de informações e experiências, visando o manejo e a operação de torpedos e mísseis", afirmou o Sargento Thiago Santos das Neves, operador de equipamentos especiais da aeronave P-3AM.

Durante os dez dias do exercício, foram realizadas ações Antissubmarino, Patrulha Marítima, Busca e Salvamento, além do treinamento de procedimentos e técnicas de operação do torpedo Mk46 e míssil AGM- 84 Harpoon.

Fotos: Cap Falcão

FONTE: FAB
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #758 em: Janeiro 06, 2018, 03:03:16 pm »
Equipe de instrutores da FAB ganha prêmio nos Estados Unidos


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A equipe de instrutores formada por militares da Força Aérea Brasileira (FAB) ganhou todos os prêmios de melhor instrutor estrangeiro, do ano de 2017, do Programa Internacional de Intercâmbio de Instrutores da United States Air Force (USAF), promovido pela Academia Interamericana das Forças Aéreas (IAAFA), nos Estados Unidos, e ainda obteve o primeiro lugar no Curso de Instrutor do Comando Aéreo de Educação e Treinamento (Air Education and Training Command – AETC).

Foram premiados os seguintes militares: Major Aviador Allan Buch Sampaio, Suboficial Adalberto Bruzio e Suboficial Ed Willy S. Oliveira. Já o Tenente-Coronel Aviador Tony Gleydson ficou em primeiro lugar no Curso de Instrutor do AETC.

“Ser escolhido o instrutor internacional de um ciclo acadêmico na IAAFA é, sem dúvida, uma honra e nos enche de orgulho. Adicionalmente, representa o reconhecimento pela dedicação e o esforço dos indivíduos que se destacaram nas suas atribuições e contribuíram para a capacitação profissional de 832 alunos, representando 20 países no ano de 2017”, ressalta o Major Buch.

O trabalho da equipe brasileira consiste em ministrar aulas nos cursos de International Squadron Officer School (ISOS), Aircraft Maintenance Officers Course (AMOC), Advanced Maintenance Superintendent Course (AMSC) e Helicopters. O curso ISOS possui equivalência ao Curso de Aperfeiçoamento para Oficiais ministrado pela Universidade da Força Aérea (UNIFA). Já os Cursos AMOC e AMSC são destinados a oficiais e suboficiais que trabalham diretamente na gestão e liderança no processo de manutenção de aeronaves, e o Curso de Helicopters destina-se à formação de técnicos que trabalharão com asas rotativas.


Os cursos na IAAFA são realizados três vezes ao ano e, durante cada ciclo, o desempenho técnico dos instrutores é avaliado segundo os critérios do Comando Aéreo de Educação e Treinamento (Air Education and Training Command - AETC) da USAF. As premiações ocorrem de três em três meses, normalmente nos meses de maio, setembro e dezembro: dois instrutores, sendo um da USAF e um estrangeiro, são premiados por obter o melhor desempenho na avaliação como instrutor, nas categorias United States Air Force (USAF) e Instrutor Convidado de Nações Amigas (PNGI), respectivamente.

“Para nós, representantes da FAB na IAAFA, receber essa honraria nos três ciclos acadêmicos do ano de 2017, competindo com profissionais de alto nível de outros cinco países, reflete o nível de conhecimento profissional dos nossos instrutores e a dedicação ao cumprimento da missão adquiridos ao longo de anos de serviço à Força Aérea Brasileira, baseados nos valores intrínsecos da nossa instituição", destaca o Major Buch.

A IAAFA foi inaugurada no ano de 1943 e completará 75 anos em 2018. A organização tem por missão incrementar o interamericanismo entre 22 países da América Latina por meio da disseminação do conhecimento técnico e militar em 32 cursos. Para cumprir sua missão, conta com instrutores da USAF e instrutores convidados de diversos países da América Latina. Atualmente são 11 instrutores convidados, entre os quais quatro são brasileiros, todos da Força Aérea Brasileira.

FONTE: FAB
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #759 em: Janeiro 25, 2018, 08:27:20 pm »
Grupo FOX completa um ano preparando a chegada do F-39 Gripen


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O Grupo Fox foi criado em 2017 para planejar e efetuar o recebimento/entrada em serviço da nova aeronave de combate F-39 (designação oficial do Saab Gripen E/F) prevista para começar suas entregas no 2º semestre de 2019 (na Suécia).

Esse trabalho vai muito além de fazer os aviões funcionarem e depois colocá-los no ar. Trata-se de compreender na plenitude um avião com capacidade multi-missão em defesa aérea, ataque e reconhecimento.

O F-39 chegará ao Brasil com a FAB dispondo de um núcleo de pilotos capacitados a extrair o máximo do avião no combate BVR (além do alcance visual), em missões de ataque a alvos na superfície com armamento inteligente (bombas guiadas, mísseis anti-radiação, anti-navio e anti-carro) e no emprego do sofisticado radar AESA, sistemas defensivos/ofensivos de guerra eletrônica e o avançado datalink de comunicações.

É o que se chama, na literatura da caça, de pilotos “snipers” ou de elite.


O grupo atua desde janeiro de 2017 no Comando de Preparo (Comprep), em Brasília (DF), na coordenação de implantação do avião, um sofisticado sistema de armas com alto nível de complexidade e grande conteúdo tecnológico agregado.

Em termos de novos conhecimentos e idéias doutrinárias, as atribuições desse grupo de pilotos é algo de grande responsabilidade e exige alto preparo profissional.

Tanto isso é verdade que pela primeira vez, uma comitiva brasileira participou do Gripen Users Group, uma conferência de usuários do caça Gripen.

O evento aconteceu no final de 2017, em Praga, na República Checa, e contou com a presença de representantes da Suécia, Hungria, Tailândia, África do Sul, República Checa e Brasil (representado por quatro militares da Força Aérea Brasileira).

Em maio de 2018, o Brasil será o anfitrião pela 1ª vez, e o Grupo FOX terá um papel importantíssimo durante esse encontro. De periodicidade semestral, o evento é composto por um grupo de Aquisição e Desenvolvimento e dois subgrupos – Operacional e Logístico.

Em Praga, durante a última reunião, a empresa Saab, fabricante do caça, apresentou diversos seminários, elencou as ações desenvolvidas em resposta às solicitações dos operadores, e detalhou o atual estágio do pacote de desenvolvimento denominado MS-20 da aeronave Gripen C/D, além dos aspectos relativos à segurança de voo e um briefing sobre o desenvolvimento da versão adquirida pelo Brasil.


FONTE: http://tecnodefesa.com.br/grupo-fox-completa-um-ano-preparando-a-chegada-do-f-39-gripen/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #760 em: Janeiro 29, 2018, 05:40:07 pm »
Sob novo comando, Esquadrão Orungan é transferido para o Rio de Janeiro


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Dando continuidade ao Processo de Reestruturação da FAB, 1º/7º GAV atuará na Ala 12

O 1º/7º Grupo de Aviação (Esquadrão Orungan) realizou a passagem de comando e despedida da Ala 14, em Salvador (BA). O Tenente-Coronel Aviador Allan Davis Cabral da Costa passou o comando do Esquadrão ao Tenente-Coronel Aviador Erivando Pereira Souza. O 1º/7º GAV será transferido para a Ala 12, no Rio de Janeiro (RJ). A cerimônia aconteceu no dia 11/01 e foi presidida pelo Comandante da Ala 14, Coronel Aviador José Henrique Kaipper.

O General da Força Aérea Portuguesa, Antonio José Frias Vasques Osório, prestigiou o evento, que também contou com a presença de veteranos e pracinhas da Segunda Guerra Mundial. Uma tropa de 41 militares da Marinha do Brasil, sob o comando do Capitão de Fragata Robson de Macedo Nascimento, Comandante do Grupamento de Patrulha Marinha do Leste, também esteve presente.

Em seu discurso de despedida, o Tenente-Coronel Allan agradeceu a equipe e as missões no Esquadrão Orungan. “Não esquecerei jamais do grande esforço de todos, seja nas longas horas de preparação da aeronave pela equipe de manutenção, seja no cumprimento de longas horas de voo”, afirmou.

destacou a honra e a alegria de poder estar à frente da Unidade Aérea. “É um grande desafio na minha carreira gerenciar a transferência desta Unidade e seu efetivo em apoio à Reestruturação da Força Aérea”, declarou.

Durante a cerimônia de despedida, alguns feitos do Esquadrão Orungan foram lembrados, dentre eles, as missões de Busca e Salvamento, o pioneirismo no Brasil no domínio da Guerra Eletrônica, a surpresa dos americanos e ingleses quando o Esquadrão alcançou o segundo lugar na missão da OTAN, Joint Warrior, e a operação do Projeto do P-3AM.

FONTE: Força Aérea Brasileira / http://www.aereo.jor.br/2018/01/29/sob-novo-comando-esquadrao-orungan-e-transferido-para-o-rio-de-janeiro/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #761 em: Janeiro 29, 2018, 05:45:18 pm »
Esquadrão Falcão e 2º ETA passam a operar a partir de Natal (RN)


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Mudança compõe o processo de Reestruturação por que passa a Força Aérea Brasileira

Um dia após se apresentar na Ala 10 com suas equipagens, o Segundo Esquadrão de Transporte Aéreo (2º ETA) já realizou sua primeira missão sediado em solo potiguar. Uma aeronave C-95 Bandeirante foi acionada de Natal (RN), na terça-feira (23), pelo Primeiro Grupamento de Engenharia de Combate, em João Pessoa (PB), para transporte de tropa do Exército até Teresina (PI). Os aviões do 2º ETA e os helicópteros H-36 Caracal do Esquadrão Falcão (1º/8º GAV) chegaram a Natal na última segunda-feira (22).

Os Esquadrões, transferidos de Recife (PE) e Belém (PA), passam a compor a Ala 10 – que totaliza cinco esquadrões aéreos sob sua subordinação, sendo três de instrução (1º/5º GAV, 2º/5º GAV e 1º/11º GAV) e dois operacionais (2º ETA e 1º/8º GAV). Com isso, a organização atinge a composição esperada pelo Alto Comando da Aeronáutica, conforme a nova concepção estratégica, que prevê como a Força Aérea Brasileira (FAB) deve ser em 2041, quando a instituição completar 100 anos.

O Comandante da Ala 10 explica que, além da posição geográfica de Natal, que possibilita uma melhor pronta resposta em caso de acionamento, o fato do aeródromo ser exclusivamente militar também contribui para a gerência das operações dos cinco esquadrões sediados. “Em Recife e Belém, a demanda civil dos aeroportos está aumentando. A partir do momento que foi feito o Aeroporto de São Gonçalo [Aeroporto Internacional de Natal] e a gente ficou com esse complexo todo para os militares, tornou-se mais conveniente trazer essas unidades para cá, até mesmo para utilizar essa estrutura e facilitar a coordenação das operações”, explica o Oficial-General.

O Brigadeiro Medeiros vê, ainda, outro fator positivo na presença dos esquadrões de transporte e asas rotativas em Natal. “A vinda deles é muito boa, não só para os estagiários [do Programa de Especialização Operacional – PESOP] conhecerem, ainda durante o curso, um esquadrão operacional, mas para os oficiais do esquadrão servirem de exemplo de conduta para os que estão começando”, diz ele.


2º ETA – Depois de 48 anos de história em Recife, o Esquadrão Pastor passa a escrever um novo capítulo de sua história, agora em Natal. Segundo seu Comandante, Tenente-Coronel Aviador Marcio Henrique Santos da Costa, a expectativa pela nova casa é bastante positiva, por todas as possibilidades de operação na Ala 10. “Essa é uma das maiores Alas do Brasil, não só pelo espaço físico, mas em relação à estrutura operacional para comportar o esquadrão e para termos uma boa operação. A chegada aqui é vista com muito bons olhos”, afirmou o Comandante do 2º ETA.

O Esquadrão, que realiza missões de transporte aéreo logístico e aeroterrestre, como evacuação aeromédica e lançamento de fardos e tropas, utiliza as aeronaves bimotor C-95 Bandeirante, C-97 Brasília e C-98 Caravan. “O que facilita para a gente [com a mudança para a Ala 10] é o fato da preparação ser melhor observada, primeiro pela proximidade do 1º/5º GAV, que de alguma forma dita a doutrina, fica muito mais fácil de dialogar; e segundo porque tem Maxaranguape aqui do lado”, completa o Tenente-Coronel Marcio. Ele faz referência ao Esquadrão Rumba (1º/5º GAV), que especializa os pilotos da aviação de transporte da Força Aérea, e ao Estande de Tiro Aéreo de Maxaranguape, de responsabilidade da Ala 10, que permite, por exemplo, o treinamento de lançamento de fardos e paraquedistas.


1º/8º GAV – “O Esquadrão serviu 45 anos na Amazônia, em Belém e Manaus, então essa é a nossa terceira mudança de sede. Nos sentimos honrados pela Força Aérea nos ter designado para servir em Natal, porque ela certamente viu a necessidade de estarmos aqui”, afirma o Comandante do Esquadrão Falcão, Tenente-Coronel Aviador Mário Jorge Siqueira Oliveira. Segundo ele, a mudança do Norte para o Nordeste representará o aumento das capacidades de atuação do Esquadrão. “Nosso teatro de operações mudou. Lá, era o resgate voltado para a área amazônica e agora vai ser na área do sertão e para o alto mar. Acredito que isso aconteceu em virtude da capacidade da aeronave, de avançar em alto mar 180 milhas [em torno de 290 km] e poder fazer resgates de vítimas no mar e a embarcações. O cenário é diferente, mas o fato de virmos para cá não significa que a gente vai deixar de atuar na Amazônia. Na verdade, está abrindo nosso leque. Nós já temos a expertise para atuar no cenário amazônico, e agora vamos nos adaptar ao cenário do sertão e do alto mar”, concluiu o Comandante do Falcão.

A unidade de asas rotativas opera os helicópteros H-36 Caracal e é responsável pelo serviço de resgate, busca e salvamento na região Norte e agora Nordeste do País. Para que essa transição ocorra da melhor forma, evitando a diminuição da capacidade operacional, em especial do serviço de alerta, o Esquadrão dividiu sua transferência em três etapas, sendo a última prevista para o dia 29 de janeiro.

FONTE: Força Aérea Brasileira  /  http://www.aereo.jor.br/2018/01/29/esquadrao-falcao-e-2o-eta-passam-operar-partir-de-natal-rn/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #762 em: Fevereiro 10, 2018, 10:20:27 am »
Não percebo muito bem a polémica. Possivelmente o avião é irrecuperável ou o valor de recuperação muito alto.

http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-emite-nota-sobre-c-105-amazonas-em-surucucu/

Citar
Prezado Jornalista,

Com relação ao texto intitulado “C-105 Amazonas acidentado é flagrado canibalizado em Surucucu (Roraima)”, publicado na segunda-feira (05/02) no site Tecnodefesa, este Centro esclarece:

“Todos os equipamentos embarcados, motores, hélices, assentos e demais itens passíveis de remoção já foram recolhidos e estão em processo de recertificação para reaproveitamento pela Força Aérea Brasileira.

O Comando-Geral de Apoio realizou estudos de viabilidade técnica, financeira e logística para retirar a fuselagem da aeronave. A operação deverá ocorrer brevemente.”

Atenciosamente,

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica



http://www.defesaaereanaval.com.br/acidente-com-c-105-amazonas-da-fab-em-roraima/?print=pdf

Citar
Um cargueiro bimotor turboélice Airbus Military C-105 Amazonas
da Força Aérea Brasileira acidentou-se durante procedimento de
pouso no aeroporto de Surucucu, na cidade de Alto Alegre, em
Roraima, neste sábado (27), aparentemente sem vítimas. A
pista fica ao lado do Pelotão Especial de Fronteira (PEF).



Cumprimentos
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http://mimilitary.blogspot.pt/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #763 em: Fevereiro 21, 2018, 05:53:06 pm »
Não percebo muito bem a polémica. Possivelmente o avião é irrecuperável ou o valor de recuperação muito alto.

http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-emite-nota-sobre-c-105-amazonas-em-surucucu/

Citar
Prezado Jornalista,

Com relação ao texto intitulado “C-105 Amazonas acidentado é flagrado canibalizado em Surucucu (Roraima)”, publicado na segunda-feira (05/02) no site Tecnodefesa, este Centro esclarece:

“Todos os equipamentos embarcados, motores, hélices, assentos e demais itens passíveis de remoção já foram recolhidos e estão em processo de recertificação para reaproveitamento pela Força Aérea Brasileira.

O Comando-Geral de Apoio realizou estudos de viabilidade técnica, financeira e logística para retirar a fuselagem da aeronave. A operação deverá ocorrer brevemente.”

Atenciosamente,

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica



http://www.defesaaereanaval.com.br/acidente-com-c-105-amazonas-da-fab-em-roraima/?print=pdf

Citar
Um cargueiro bimotor turboélice Airbus Military C-105 Amazonas
da Força Aérea Brasileira acidentou-se durante procedimento de
pouso no aeroporto de Surucucu, na cidade de Alto Alegre, em
Roraima, neste sábado (27), aparentemente sem vítimas. A
pista fica ao lado do Pelotão Especial de Fronteira (PEF).



Cumprimentos

Ele é irrecuperável.

Leia: http://tecnodefesa.com.br/forca-aerea-emite-nota-sobre-c-105-amazonas-em-surucucu/
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #764 em: Fevereiro 21, 2018, 05:53:38 pm »
Saab: primeiro caça Gripen da FAB será entregue em 2019


Desenvolvimento do caça Gripen E segue o cronograma, diz presidente da Saab

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A Saab permanece no cronograma para entregar os primeiros exemplares de produção da série Gripen E no terceiro trimestre do próximo ano e também tem esperança de concluir as vendas atrasadas de exemplares dos modelos C/D de nova fabricação em 2018, noticiou o site FlighGlobal.

“Vamos nos manter de acordo com o planejado e entregar as duas primeiras aeronaves para a Força Aérea Brasileira e a Força Aérea Sueca no próximo ano”, diz o presidente-executivo da Saab, Håkan Buskhe. “As coisas estão seguindo de acordo com o plano”, disse ele ao discutir os resultados financeiros da empresa de 2017, em 16 de fevereiro.

“Os testes e a avaliação do primeiro avião [protótipo] estão indo extremamente bem. Estamos recebendo dados melhores do que esperávamos”, diz Buskhe. Um segundo protótipo vai se juntar aos testes até o final deste ano.

“É sempre desafiante ter esse tipo de programa, mas, se não for desafiador, provavelmente não será um bom produto no final”, ele observa, enquanto descreve o trabalho de desenvolvimento como um progresso “bastante bom”.

Observando que a Saab está tendo oportunidades potenciais para vender o Gripen E para outras nações, incluindo Canadá, Finlândia e Suíça, ele diz: “Nosso desempenho na entrega também provará que temos um produto pronto”.


Buskhe diz que a Saab esperava concluir as novas vendas de seu Gripen C/D até o final do ano passado, mas esses fatores, incluindo processos políticos em potenciais países clientes, impediram que isso acontecesse. “O número de ofertas possíveis não mudou”, ressalta. “Temos algumas discussões intensivas com alguns países, e há grandes possibilidades durante este ano”.

Com a Força Aérea dos EUA tendo adiado uma decisão em sua competição de treinadores T-X do ano passado até meados de 2018, Buskhe diz que a Saab também gastou “muito mais do que antecipado” na atividade no ano passado. Trabalhando em parceria com a Boeing, empresa líder na licitação, está buscando um contrato para 350 aeronaves a fim de substituir o Northrop T-38 Talon da USAF.


FONTE: http://www.aereo.jor.br/2018/02/21/saab-primeiro-caca-gripen-da-fab-sera-entregue-em-2019/
 

 

Esquadrão de Demonstração Aérea - Esquadrilha da Fumaça

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FAB e Força Aérea Portuguesa com um Caça de 5º Geração

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Reunião da Aviação de Caça (Força Aérea Brasileira)

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