Notícias da Força Aérea Brasileira

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Daniel

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« Responder #105 em: Novembro 26, 2008, 07:48:51 pm »
Pois é, não me importava que a nossa FAP tivesse meia dúzia dessa sucata. c34x
A Vida é um teste e uma incumbência de  confiança.
 

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P44

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« Responder #106 em: Novembro 28, 2008, 02:11:22 pm »
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Brazil Reveals Russian Helicopter Purchases  
 
 
(Source: Agence France Presse; issued Nov. 26, 2008)
 

In an unexpected move, Brazil has ordered 12 Mil Mi-35M attack helicopters from Russia, which has already supplied similar gunships to Venezuela. (Venezuelan AF photo)

RIO DE JANEIRO --- Brazil revealed that it had bought 12 attack helicopters from Russia on October 23, after a visit here by Russian President Dmitry Medvedev Wednesday.

The deal, which had not previously been announced, appeared in a memorandum of understanding signed by the Russian leader and Brazilian President Luis Inacio Lula da Silva.

"The parties recognize as a promissory accord ... some activities outlined during the celebration of the supply of the 12 Mi-35M helicopters for the Brazilian Air Force," part of the text read.

Brazil and Russia "declare their conviction of the mutual benefits that can come from the continuation of the cooperation started with the negotiations relative to the fleet of attack helicopters."

The Brazilian government confirmed the purchase in a joint statement released after Medvedev's departure.

Medvedev signed accords to deepen military cooperation with Lula in Brazil earlier, but they did not close concrete agreements.

After the meeting the Russian president traveled to Venezuela -- which has adopted Cuba's role as the leading anti-American voice in the region -- as Russian and Venezuelan warships conduct joint military maneuvers. (ends)


EDITOR’S NOTE:

The Russian President’s office said, in a Nov. 26 communiqué, that

“Furthermore, four agreements were signed in the presence of the two Presidents:
-- an intergovernmental agreement on military-technical cooperation,
-- a memorandum of understanding between the Federal Service for Military-Technical Cooperation and the Brazilian Air Force Command,
-- a cooperation programme for using and developing the Russian global satellite navigation system GLONASS between Russian space agency Roskosmos and the Brazilian space agency,”

as well as a fourth agreement on visas.


-ends-

http://www.defense-aerospace.com/cgi-bi ... e=release#


"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Edu

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« Responder #107 em: Novembro 28, 2008, 02:53:59 pm »
Caro Cabeça de Martelo, essa sucata que o senhor chama já conseguiu ,em combate real, abater AH-1 Cobra (mais do que um por sinal) e admire-se conseguiu mesmo abater um ou dois F-4 Phantom, talvez essa "sucata" não seja assim tão má, quanto a isto não tenho a certeza mas penso que até hoje foi o unico helicoptero a ter abatido caças em combate real...

Cumprimentos
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #108 em: Novembro 28, 2008, 02:59:40 pm »
Edu, reveja o meu texto e verá que eu não chamei ao MI-35 de sucata.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Edu

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« Responder #109 em: Novembro 28, 2008, 03:10:45 pm »
Tem toda a razão caro Cabeça de Martelo, peço-lhe desculpa, de facto quem chamou sucata foi o senhor Komet.

Aproveito para dizer no entanto que se o Brasil tem, ou irão ter, de facto uma linha de manutenção para esse helicoptero então eliminarão o principal problema da utilização desse helicoptero e têm nas suas forças armadas uma maquina temivel para qualquer exercito blindado...

Cumprimentos, e novamente as minhas sinceras desculpas ao Cabeça de Martelo
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #110 em: Novembro 28, 2008, 03:14:17 pm »
Não há problema, mas tenho que dizer que acho que este modelo fazia melhor trabalho na aviação do exército. Ou então tudo com Blackhawks. :wink:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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papatango

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« Responder #111 em: Novembro 28, 2008, 05:38:23 pm »
Citação de: "Edu"
Caro Cabeça de Martelo, essa sucata que o senhor chama já conseguiu ,em combate real, abater AH-1 Cobra (mais do que um por sinal) e admire-se conseguiu mesmo abater um ou dois F-4 Phantom, talvez essa "sucata" não seja assim tão má, quanto a isto não tenho a certeza mas penso que até hoje foi o unico helicoptero a ter abatido caças em combate real...

Cumprimentos


Qual foi a força aérea ocidental que perdeu um Phantom para um Mi-35  :shock:  ?

Os Spitfire também abateram muitas bombas voadoras V-1 mas isso não faz com que os Spitfires sejam mais eficientes que as bombas voadoras V-1.

O que conta, é se o helicóptero de ataque tem boas prestações como helicóptero de ataque, ou como helicóptero de transporte.

Na verdade, se o helicóptero russo for aproveitado, aproveitando as capacidades que ele tem, ele não tem de facto um concorrente ocidental.

Depende agora se eles vão voar muito tempo e até quando vai haver peças, manutenção e assistência.
 

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Edu

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« Responder #112 em: Novembro 28, 2008, 06:05:38 pm »
Caro papatango, guerra Irão-Iraque, de um lado havia haviam F-4 Phantom e AH-1 Cobra (o helicoptero de ataque ainda hoje usado pelos Marines) do outro haviam Mi-24 (o modelo de origem do Mi-35, pessoalmente considero a mesma aeronave, se quizer não consedere), os Mi-24 abateram varios AH-1 Cobra provenientes dos Estados Unidos e penso que ultrapassou uma dezena de aeronaves abatidas, e abateram ainda caças F-4 Phantom tambem proveniente dos Estados Unidos(dois segundo certas fontes, na fonte mais fiavel um foi abatido certamente), é o unico helicoptero que já abateu caças em combate real, de facto tem razão não foi um utilizador ocidental mas na minha mensagem anterior também não tinha afirmado isso.

Ao contrario do que diz o Spitfire era de facto mas eficiente que as V-1, não por abater V-1's mas porque era mais eficaz a fazer aquilo para que foi projectado (caçar bombardeiros e combate com outros caças), as V-1 de todas as que foram mandadas bem menos de metade chegaram ao alvo, não é propriamente um sinonimo de eficiencia.

Cumprimentos  :wink:
 

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papatango

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« Responder #113 em: Novembro 28, 2008, 06:56:26 pm »
Acho que fui suficientemente explicito :mrgreen:

O que conta é o que a aeronave consegue fazer na função para a qual foi desenhada.
Quantos tanques é que ele abateu, quantos homens transportou e como é que a sua blindagem resistiu e como protegeu os seus passageiros. E muito importante, quantas aeronaves estavam disponíveis do total de aeronaves adquiridas...

É isso que conta.

Terá que se ver qual será a doutrina táctica a que obedecerá a utilização desses meios. A ideia poderá ser boa, mas como já foi dito, é um pouco estranho entregar aeronaves deste tipo à Força Aérea.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #114 em: Novembro 29, 2008, 03:32:01 pm »
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Bob Gower - Nova entrevista    
Escrito por Hammer    
Qui, 09 de Outubro de 2008 14:26  


ALIDE: Quando a Boeing foi informada que seu F/A-18E/F tinha sido aprovado no “Short List” do FX-2?

Bob Gower: Nós fomos comunicados no dia 30 de setembro último.

ALIDE: Como um participante relativamente recente no programa F-X, esta grande conquista do F/A-18E/F é vista como surpresa entre vários observadores da indústria, quais são as principais pontos de vantagem do seu avião que atrairam a FAB em direção à sua proposta?

BG: O Super Hornet é o caça de ataque multi-funcional, provado em combate, mais avançado em produção no mundo hoje em dia e também deve segiur assim para o futuro próximo. A aeronave atinge os requerimentos da FAB e o programa como um todo irá trazer uma agressiva combinação de preço e capacidade militar. O Super Hornet agrega tecnologias avançadas, e alta disponibilidade operacional, sempre com custos totais de vida baixos, riscos reduzidos, disponibilidade de produção, grandes benefícios industriais e transferência de tecnologia.

ALIDE: Quais são os pontos fortes do F/A-18E quando comparado com o Dassault Rafale e o Gripen NG?

BG: O F/A-18E/F Super Hornet é uma plataforma integrada completamente nova, equipado com um conjunto de aviônicos ainda no início de sua vida operacional. Ele tem, diante de si, uma grande seqüência de upgrades num processo de crescimento projetado de capacidade operacional de longo prazo, que o permitirá incorporar novas tecnologias e desenvolvimentos no futuro. Ele tem um experiência de combate real provada e continua no dia-a-dia para demonstrar a sua efetividade  como caça multifunção de ataque. A partir de uma filosofia equilibrada, focada em sobrevivência e letalidade (incorporando intrinsecamente tecnologias stealth) e avançados sensores interligados digitalmente, como o radar AESA multi-modo APG-79, o governo americano segue investindo verbas no programa Super Hornet para garantir que ele permanecerá na liderança quando comparado com quaisquer ameaças futuras. Nós já fabricamos 370 Super Hornets no prazo, ou antes do prazo e sempre dentro do orçamento acertado até hoje.  O Gripen NG ainda está em desenvolvimento.

ALIDE: O programa FX, no Brasil, tem sido apresentado como o caminho para o envolvimento da indústria aeroespacial brasileira em programas de tecnologias de 5ª geração, algumas destas ainda em desenvolvimento. Qual é a visão da Boeing sobre as futuras oportunidades de cooperação industrial com o Brasil?

BG: Nós criaremos um programa que, de forma colaborativa, avançará as capacidade e a competitividade da indústria aeroespacial do Brasil. Sendo a maior empresa aeroespacial do mundo, a Boeing dispõe de muitos recursos a ofertar ao Brasil. Nós pretendemos, para isso, envolver toda a nossa cadeia de fornecedores no estabelecimento de um programa de off-sets bem equilibrado.

ALIDE: Na sua proposta existe alguma menção de criação de empresas no Brasil, para a prestação do serviço pós-venda durante a vida operacional do Super Hornet? Acordos como este estavam no cerne do recente upgrade realizado pela Embraer/Elbit nos caças F-5E, quando a empresa israelense optou por comprar a firma de software/aviônica brasileira Aeroeletrônica.

BG: Nós ainda não recebemos o RFP com os requerimentos, mas podemos adiantar que este tipo de detalhe tende a ser um item comercialmente sensível, e por isso não devemos comentar sobre ele ainda.

ALIDE: O F/A-18E/F está sendo proposto dentro de um pacote governamental americano do tipo FMS (Foreign Military Sales), que tipo de vantagem financeira gera o uso deste sistema?

BG: Um contrato tipo Foreign Military Sales é assinado com o próprio governo americano. Desta maneira o contrato tem automaticamente o mais completo envolvimento e apoio direto do governo americano, bem diferente do que ocorere quando se trata de um contrato assinado diretamente com o fabricante. Para o cliente, por exemplo, o nível de risco da operação se torna consideravelmente menor. A gestão dos contratos FMS conquistou um grande nível respeito e admiração pelas areas logísticas das FFAA brasileiras sendo um símbolo de processos logísticos de pós-venda confiáveis o que certamente afeta o processo de manutenção e, conseqüentemente, a disponibilidade da plataforma.

ALIDE: Em sua última entrevista para a ALIDE, o Sr. mencionou brevemente estudos realizados pela Boeing a respeito de operações do Super Hornet em porta-aviões menores como o São Paulo. O quão eficientemente pode o Super Hornet decolar a partir de nossas catapultas mais curtas? Teriamos que aceitar reduções significativas nos pesos de decolagem e de pouso?

BG: Uma análise foi realizada há vários anos atrás para determinar a adequabilidade dos Hornets originais no São Paulo. A resposta, naquele momento, era que as aeronaves teriam que operar sob algumas restrições devido aos equipamentos presentes naquele navio-aeródromo.  O Super Hornet é uma aeronave ainda maior qua os modelos testados e, por isso, seu uso demandaria uma série de avaliações operacionais adicionais.


ALIDE: As propostas de off-sets da Boeing já se encontram definidas neste momento? Já é possível revelar como elas devem ser?

 

BG: Não, estes requerimentos só serão melhor definidos dentro do RFP, que ainda não recebemos, mas esperamos focar em algumas tecnologias aeroespaciais chave; realizando parcerias com centros de excelência já existentes no Brasil e, trabalhar para garantir a formação de uma base nacional de suporte, manutenção, integração e modificação para os Super Hornet.


ALIDE: Quando está prevista a entrega das BAFO (Best and Final Offer – Propostas melhores e finais) para a FAB?

BG: Ainda não temos uma data certa, uma vez que o RFP ainda não foi publicado.

ALIDE: Os F/A-18/E/F serão trazidos a bases aéreas no Brasil para a realização de testes adicionais e avaliações técnicas locais na nova fase do programa de aquisição?

BG: A FAB pretende conduzir testes de campo nos Estados Unidos, em algum momento do ano que vem.

ALIDE: Alguns analistas duvidam da capacidade do orçamento da FAB conseguir pagar por uma frota de 110 aeronaves da classe do F/A-18E/F para a substituição dos vários tipos de caça em uso atualmente. Existe alguma sinergia relevante em termos de sistemas entre o F/A-18E/F e o Gripen para imaginar uma combinação viável de caças do tipo Hi-Lo?

BG: Ainda não olhamos para este aspecto. Nosso foco está em atender os requerimentos do programa F-X2, e temos dirigido nossa energia nos seus atendimento e superação.

ALIDE: Na sua proposta, quando esta prevista a entrega da última aeronave à FAB?

BG: Nós estamos entendendo que a FAB deseja receber a primeira aeronave em 2014.  Dentro deste cenário, nós entregaríamos todas as 36 aeronaves durante os três anos subseqüentes.

ALIDE: Qual é o pacote de treinamento previsto para o F/A-18E/F?

BG: Esta é uma questão que deve ser melhor respondida pela própria FAB.

 

ALIDE: Quais são os próximos passos adiante para a Boeing? Para quando é esperada a decisão final do FX-2?  
 

BG: Devemos nos reunir com a FAB até o fim do ano para melhor compreender seus requerimentos. Em seguida, no início de Janeiro deve sair o RFP, a partir do qual poderemos construir um programa de transferência de tecnologia que atenda às necessidades e interesses de todas as partes envolvidas.  Entendemos que o Brasil deseja a definição final do contratado até outubro de 2009.


 

Nota: Não deixem de ler a entrevista anterior de Bob Gower para a ALIDE:

 http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... wer-boeing
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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HSMW

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« Responder #115 em: Dezembro 01, 2008, 12:15:27 am »
Podiam ter optado por esta...

coisa...
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #116 em: Dezembro 02, 2008, 01:12:23 pm »
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Escrito por Felipe Salles     
Ter, 02 de Dezembro de 2008 00:00


ALIDE: Há quanto tempo a Dassault tem seu escritório de vendas próprio montado no Brasil? Porque a empresa demorou a atender as primeiras solicitações de entrevista?

JM Merialdo: A Dassault International do Brasil, nossa representante permanente em Brasília, foi inaugurada oito anos atrás, por conta do início da concorrência F-X1. A Dassault na França julgou que qualquer contato com a imprensa no Brasil antes da entrega do RFP antecipar-se inapropriadamente aos temas da concorrência, uma vez vencida esta etapa nós estamos abertos a conversar com a imprensa brasileira sem restrições.  

ALIDE: Vários analistas apontam que existe um hipotético risco do Brasil "colocar todos os ovos proverbiais na mesma cesta" na área de defesa. Muitos projetos importantes nesta área estão finalmente saindo, após de longos períodos de estagnação decisória. A seleção da França como parceira para os novos meios navais (submarinos, etc), na sua opinião, mais ajuda ou atrapalha as perspectivas de venda do Rafale para a FAB?

JMM: Para nós, está bem claro, pelas declarações das autoridades civis e militares brasileiras na imprensa, que o Brasil busca parcerias estratégicas, e não apenas efetuar compras de hardware de prateleira. Sendo assim os acordos de alto nível acertados entre os dois países tendem a ser favoráveis à adoção do Rafale pela FAB. Sabemos que cabe unicamente ao Brasil realizar estas escolhas importantes e que no longo prazo ter vários programas distintos com a França pode ser sem dúvida uma idéia viável.

ALIDE: No F-X1 todos os observadores se surpreenderam com a capacidade dos russos de se associar ao lobby exportador da indústria nacional de carnes. Mesmo sendo low-tech, esse lobby conseguiu abrir muitas portas importantes no congresso, será que no F-X2 estes Srs poderosos ficarão totalmente excluídos do novo processo? Ou será que já se associaram com um dos três players restantes?

JMM: Curioso que você cite isso, pois não sabemos, nem ouvimos falar, de qualquer iniciativa ligando a indústria de carnes brasileira com o programa F-X2.

ALIDE: Qual o status atual o programa Rafale? Quantas aeronaves foram efetivamente contratadas pela Armée de l'Air e pela Aeronavale?

JMM: O programa está em andamento, com a linha de produção do Rafale prevista para funcionar até, pelo menos, o ano de 2025. O plano da Aeronavale (Força Aeronaval Francesa) e do Armée de l’Air (Força Aérea Francesa) prevê a compra de um total de 294 aeronaves (134 para a Força Aérea e 60 para a Marinha). Na França as compras de material militar são regidas pelas “Leis de Programação Militares”, que são votados no congresso para cada período de seis anos. Neste momento está em vias de ser votada a Lei de Programação para o período compreendido de 2009 até 2014, nela está prevista a compra de mais um lote de 60 Rafale. As Leis de Programação anteriores comprometeram a aquisição de dois lotes de 60 caças Rafale cada. Estes 120 aviões efetivamente contratados estão divididos respectivamente em: 82 para uso e terra e 38 para emprego embarcado. Estas Leis de Programação não substituem o Orçamento, mas, na realidade, são um tipo de previsão formal de gastos futuros.

ALIDE: Quantas células foram entregues até agora?

JMM: No final de 2008 o número de Rafales M entregues à Aeronavale, e Rafale C/D, para a Armée de l’ Air será de 68 unidades. Sendo 26 Rafale M e 42 do modelo C/D.

ALIDE: Qual a taxa de produção atual do Rafale, quantos aviões são completados por ano? Qual a flexibilidade para a aceleração desta velocidade de produção e qual o tempo mínimo para alterá-la.

JMM: Atualmente o ritmo de produção esta na casa de 15 aeronaves por ano, mas temos ampla capacidade de expandir esse número, talvez até dobrá-lo. Muito se falou sobre a entrega dos 24 Su-30 para a Venezuela em apenas dois anos, nós, tendo um cliente interessado neste ritmo de entregas, poderíamos, mesmo, igualar estes números. Produtos complexos, como aviões de caça, são compostos de centenas de milhares de componentes e alguns deles tomam tempo para serem manufaturados, estes são os chamados “long lead items”, e apenas por causa deles que a linha não acelera seu ritmo imediatamente, mas uma vez esta produção de itens demorados se inicie a velocidade máxima da linha pode ser alcançada.

ALIDE: Quais, precisamente, foram as novas capacidades operacionais adicionadas no modelo F2, atualmente sendo entregue.

JMM: O Rafale F1 trouxe todas as capacitações necessárias para a missão Ar-Ar. Por sua vez, o F2 transporta e dispara variado leque de armamento ar-terra, guiado ou não. Entre estes sistemas de ataque o F2 inclui o primeiro emprego do sistema AASM, ou, Armament Air-Sol Modulaire, da empresa francesa SAGEM uma nova arma de precisão capaz de identificar e acertar um número de alvos distintos simultaneamente. [Ed. O AASM conta com um motor foguete e com guiagem inercial associado a um receptor GPS e já foi empregado com sucesso no Afeganistão pelos Rafale da Armée de l’ Air.] O Rafale F3 incluirá uma nova série de melhorias sobre o F2, inclusive (exclusivamente nas forças aéreas francesas) o míssil nuclear ASMP, atualmente carregado pelos Mirage 2000N e o novo casulo de reconhecimento AREOS da Thales. A partitir de 2012 todos os F3 passarão a ser entregue com o novo radar AESA. A Dassault já iniciou o programa de upgrade dos primeiros Rafale entregues, do padrão F1, para o padrão definitivo, o F3.

ALIDE: Qual o modelo ofertado à FAB no F-X2: o F2 ou F3?

JMM: Nossa proposta é pelo padrão francês mais recente, o F3, mas quaisquer novos requerimentos/solicitações técnicas específicas da FAB deverão ser adicionados a ele durante a negociação contratual após a escolha do F-X2.

ALIDE: Que tipo de mísseis farão parte da proposta à FAB?

JMM: Em termos de mísseis Ar-Ar nós estamos ofertando o BVR [MBDA] MICA que é uma das mais modernas armas de sua classe, atualmente. Nós já tivemos interesse em examinar a adição de mísseis americanos ao nosso avião, mas, as autoridades americanas aparentemente não vêem com muito bons olhos esta idéia. Eles restringiram o necessário intercâmbio tecnológico que seria necessário para implementarmos este tipo de modernização.

ALIDE: A despeito de ter inquestionáveis méritos técnicos, o Rafale não tem conseguido conquistar vendas no exterior até agora. O que se passou na Arábia Saudita, Cingapura, e Coréia do Sul?

JMM: Bem, cada caso destes citados apresenta suas próprias peculiaridades geopolíticas e econômicas: a Arábia Saudita, por exemplo, não realizou um amplo programa de avaliação técnica das múltiplas ofertas disponíveis no mercado internacional, optando por re-validar um grande acordo comercial anterior para aviação de caça [Ed. Al Yamamah]. No caso das concorrências em Cingapura e na Coréia do Sul as pressões políticas e a longa ligação militar americana com estes países, acabaram os impulsionando para a compra de um avião mais antigo como o F-15. Atualmente o Rafale se encontra disputando várias concorrências além da do Brasil. Estamos presentes na Suíça, onde se disputam entre 22 e 33 novos caças; nos Emirados Árabes, por cerca de 60 unidades; na Grécia, onde uns 30 aviões estão sendo comprados e na Líbia onde pelo processo estar ainda muito no seu início, não se sabe nem o número certo de células que serão compradas. Uma coisa é clara, a dois ou três anos atrás, as perspectivas comerciais para o Rafale eram muito mais estreitas, e agora, elas vêm se expandindo, devido principalmente às mudanças no cenário internacional. Muitos analistas acreditam que a eleição de Barack Obama poderá reduzir, ainda mais, a predisposição americana de vender equipamentos de alta tecnologia, [Ed. como o F-35 e alguns armamentos], para aliados no exterior.

ALIDE: A disputa no Marrocos parecia decidida em favor da Dassault, como os americanos conseguiram reverter a situação com um avião de geração anterior como o F-16.

JMM: Esta foi uma reviravolta surpreendente, uma vez que as próprias autoridades marroquinas confidenciaram à Dassault, antes do anúncio final, de sua intenção de comprar o Rafale.

ALIDE: O alto preço é muitas vezes apontado como um importante limitante para o seu sucesso, existiria espaço no mercado para um "Rafale light" com aviônica mais simplificada? Sendo assim uma repetição do desenvolvimento do mais simples Mirage V, a partir do Mirage III, bem mais complexo.

JMM: A questão dos custos é muito real e importante, mas lembre-se que este fenômeno não esta restrito ao mundo dos caças, mas evidente em todas as áreas dos materiais para defesa. Uma coisa que nunca podemos esquecer, é que o Rafale não é um mero “novo avião”, ele é na realidade um “sistema integrado de armas”. Nesta nova situação temos combinados de forma transparente, armas de precisão, sensores embarcados variados e integrados e um poderoso e polivalente ambiente para a integração homem-máquina. A criação de um “Rafale Light” nos obrigaria a abrir mão de tudo isso, o que não faria nenhum sentido no mercado. Ambos os modelos do Rafale, o naval e o operado de terra, compartilham 100% deste moderno “sistema integrado de armas”.

ALIDE: Sob uma ótica de racionalização de meios militares no Brasil, o Rafale M1 poderia ser, futuro a aeronave embarcada da Marinha do Brasil operando no NAe São Paulo?

JMM: O Rafale M é absolutamente idêntico aos seus irmãos baseados em terra, salvo pelo trem de pouso que é muito mais robusto, para poder resistir ao duro tranco dos pousos e decolagens nos porta-aviões. A aviônica é idêntica e a estrutura também o que gera uma grande e econômica sinergia, operacional e logística, entre os dois modelos.

ALIDE: Qual foi o resultado dos testes do Rafale no Foch na década de 90? Os pesos do avião e as capacidades do NAe em termos de catapultas, aparelho de frenagem e elevadores são compatíveis? Ou fatalmente conflitantes?

JMM: Os testes iniciais de qualificação do Rafale M foram realizados no próprio NAe Foch que hoje pertence à Marinha do Brasil. Até onde eu sei, todos os tipos de testes foram realizados, sem qualquer problema, decolando e pousando no peso máximo, com o avião carregado de combustível e armas. Se as catapultas estiverem funcionando em sua potência máxima, não deve existe qualquer problema.

ALIDE: Um lote de aeronaves de porta-aviões atualmente operacionais, como o Super Etandard Modifié, poderia ser incluído no pacote para "adoçar" a proposta para o Ministério da Defesa?

JMM: Esta é a primeira vez que ouço falar desta hipótese. Estou tranqüilo de que a nossa proposta já é bastante “doce”, sem precisar de outros itens “adoçantes”.

ALIDE: Recentemente noticias de uma revisão nas despesas de defesa sugeriam que a encomenda de Rafales poderia ser cortada significativamente, o que ocorreu com essa história?

JMM: A Lei de Programação atual está sendo cumprida, e a próxima não prevê nenhuma alteração no ritmo de produção. A produção do Rafale é a peça-chave do programa de “Modernização da Aviação Francesa”, dentro da importante vertente da Aviação de Combate. Até agora nenhum corte no programa foi decidido pelo governo francês. É importante lembrar que, por diversas razões, cortes neste programa são difíceis de serem implementados. O Rafale deverá ser o único tipo de caça francês no futuro, substituindo completamente os Jaguar, Mirage 2000C/B e N, Crusader, Super Etandard e Etandard IV. Em grandes números, a frota de caças da Força Aérea Francesa alcançava entre 670 e 680 unidades no governo Jacques Chirac, lá pelos idos de 1996. A idéia é que apenas os 300 Rafales substituam todos estes aviões. Isso só é possível pelo fato do Rafale ser verdadeiramente “Omnirole”, ou seja, um avião configurado para missão ar-solo, caso seja atacado durante o vôo, pode com apenas um apertar de botão no cockpit, se reconfigurar para combater os inimigos na arena ar-ar. Ao fim do período de ameaça aérea, basta apertar outro botão para que o avião se reprograme, seguindo com sua missão ar-solo original. Agora as condições econômicas e geopolíticas globais mudam rapidamente, e para além do momento atual, o futuro ainda não é claro.

ALIDE: A proposta original da Dassault junto com a Embraer para o F-X1 foi duramente criticada na imprensa por "não oferecer tantos offsets" quanto seus rivais Gripen e Su-35, o que mudou desta vez? Off-sets serão críticos para a vitória? Off-sets de que tipo? Técnicos e/ou comerciais?

JMM: Todos, na FAB e no Ministério da Defesa, nos dizem que os off-sets serão críticos para qualquer que queira vencer esta nova concorrência. Estamos trabalhando duro para propor tanto oportunidades de transferência de tecnologia pura, quanto as de transferência de carga de trabalho. No primeiro caso a empresa brasileira receptora de tecnologia é treinada e recebe informações que a permita dominar novas técnicas e procedimentos industriais. No segundo caso, empresas brasileiras passariam a fabricar componentes para alimentar a linha do Rafale na França. Estas peças seriam usadas nos aviões brasileiros, franceses e no caso de vencermos também na Índia, por exemplo, nos aviões destinados àquele país.

ALIDE: No início do ano repetidas fontes indicaram que a decisão ficaria entre o Flanker e o Rafale, era também assim que a Dassault percebia as suas possibilidades?

JMM: Nunca deixamos de nos preocupar com todos os possíveis concorrentes. As fontes oficiais, com quem interagimos permanentemente, não corroboravam esta idéia de apenas Rafale e Sukhoi na final. Na realidade, o resultado do Short List era muito difícil de se prever, já que todos os competidores eram bem fortes.

ALIDE: A venda dos Mirage 2000C foi realizada de "governo a governo" a do Rafale também será?

JMM: Estes serão negócios totalmente diferentes, os M2000C eram aeronaves usadas, naquele momento em serviço ativo no Armée de l‘Air. Os Rafales, ao contrário, serão totalmente novos, fornecidos direto da fábrica.

ALIDE: Os americanos acenam com as vantagens econômicas e logísticas do seu sistema FMS nesta concorrência, o que o estado francês tem para contrapor ao FMS?

JMM: A França não dispõe de um programa semelhante ao FMS americano. Mas sabemos que nem tudo no FMS é vantagem para o comprador. Por exemplo, a propriedade dos aviões só se transfere para o cliente após o pagamento da última parcela do financiamento americano. Durante este período todo os aviões têm sérias restrições no seu possível emprego e destinação. Para toda venda ao exterior os fabricantes de material de defesa da França são obrigados a solicitar a autorização governamental prévia de exportação do item em questão. Cabe à Comissão de Estudos de Exportação de Material Bélico autorizar cada uma das vendas por escrito. Já o direito de revenda a países terceiros dos itens franceses vendidos depende dos termos incluídos em cada um dos contratos de venda original. O RFP emitido pela FAB não incluiu qualquer esboço inicial do contrato que virá a ser assinado.

ALIDE: Já existe um cronograma de visita dos pilotos de teste da FAB à França para testar os Rafales?

JMM: Não, ainda não existe nenhum cronograma oficial de testes de vôo. Acreditamos que isso deva ser definido após a entrega dos RFP no início de fevereiro de 2009. Provavelmente, estes testes devem ocorrer entre março e abril do ano que vem.

ALIDE: Do F-X1 até hoje, quantos oficiais aviadores da FAB já voaram no Rafale?

JMM: Não tenho os números detalhados, mas não creio que tenha passado de um total de 10 vôos, tanto na Dassault quanto no Armée de l’Air.  

ALIDE: A FAB não vai solicitar a visita de um Rafale ao País para testes locais?

JMM: Isso, até agora, não nos foi solicitado.

ALIDE: Quais os planos da Dassault para se destacar na LAAD2009?

JMM: É certo que vamos estar presentes na LAAD. Neste momento nosso pessoal de marketing na França está engajado em preparar nosso stand para esta LAAD que será muito importante por acontecer bem na reta final, no momento mais crítico da concorrência F-X2.

ALIDE: É possível adiantar que tipo de co-produção na Embraer está na proposta da Dassault? Poderia ser algo mais do que a montagem final, testes de pré entrega e integração de armas locais?

JMM: Neste momento nada está fechado, estamos trabalhando com todas as hipóteses possíveis. É evidente que a FAB deseja que 100% da manutenção do caça vencedor do F-X2 seja realizada dentro do país, incluindo aí, os aviônicos e motores. As discussões finais sobre estes itens apenas ocorrerão no começo do ano que vem.

ALIDE: Os suecos alertam que a última experiência da Dassault na transferência de tecnologias industriais remonta ao Mirage III/V quase 30 anos atrás, como vocês responderiam a isso?

JMM: Muito curioso este comentário, uma vez que a Dassault se encontra, justo agora, no meio de uma parceria forte com a própria SAAB para o desenvolvimento do UCAV NEUROn. Inclusive, a Dassault é a empresa líder deste consórcio de seis empresas européias.

ALIDE: Ao seu ver, realisticamente, existe qualquer outro país candidato a comprar o Rafale na América Latina?

JMM: No momento, além do Brasil, não percebemos nenhuma oportunidade clara de venda, no curto prazo, de Rafale para países na América do Sul. Argentina está sem verba para trocar seus caças, Chile e Peru estão atendidos e não devem comprar novos caças em breve e a Venezuela optou pela linha de caças Sukhoi, e deve continuar com eles no futuro.

ALIDE: Na proposta do F-X1 existia um forte argumento que uma vez em produção no país o M2000Br poderia ser exportado para outros países. Esta mesma expectativa existe para o Rafale na Embraer?

JMM: Esta questão não foi discutida, até este momento. Agora, caso haja uma produção de componentes do Rafale no Brasil, muito possivelmente a indústria local poderia estar envolvida com a produção para terceiros países, como a Índia.

ALIDE: O Rafale dispõe de um variado leque de poderosos e modernos sistemas de armas, quais destes, ao seu ver, mais colaboram para alavancar as perspectivas comerciais do avião francês?

JMM: A capacidade “Omnirole”! Ao contrário dos demais aviões, o Rafale foi concebido desde seu início para realizar todas as missões da aviação de caça. No Rafale todos seus sistemas são fortemente integrados entre si. A integração dos sistemas com a fusão dos dados dos diversos sistemas criam uma situação impar em termos de consciência operacional para o piloto do Rafale. Tudo isso junto com a capacidade de alternar o tipo de missão com apenas um botão, permite a ele uma resposta operacional superior inexistente em qualquer um dos demais caças ofertados à FAB.


Fonte: http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... -dassault-
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #117 em: Dezembro 02, 2008, 01:15:32 pm »
Citação de: "HSMW"
Podiam ter optado por esta...

coisa...


Isso é uma modernização Sul-africana do MI-24, ora se eles compararam o Mi-35 (um modelo queé basicamente a última versão do MI-24), essa questão não se coloca.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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HaDeS

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« Responder #118 em: Dezembro 03, 2008, 05:14:39 am »
Se a fab se der bem com o mi35 seria interessante comprarmos mais uns 24 aparelhos para termos uma quantidade respeitavel.
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #119 em: Dezembro 03, 2008, 12:55:13 pm »
Para a FAB ou para o EB?
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

 

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