Notícias da Força Aérea Brasileira

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pchunter

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #180 em: Dezembro 12, 2009, 12:57:47 pm »
Caso escolham o Rafale é bom que a economia do Brasil continue a crescer caso contrario quero ver quem vai pagar a manutenção dos bichos.
 

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Paisano

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #181 em: Dezembro 13, 2009, 02:38:56 am »
Com a devida venia do colega de DB, R.A.Barros:

As pessoas te pesam? Não as carregue nos ombros. Leva-as no coração. (Dom Hélder Câmara)
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Volta Redonda
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borisdedante

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #182 em: Dezembro 20, 2009, 11:33:19 pm »
http://www.istoe.com.br/reportagens/326 ... IANTAMENTO

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O custo do adiantamento
Demora do governo em definir qual caça equipará a Força Aérea atrasa planos de defesa do País e ameaça credibilidade da negociação com os três finalistas
Claudio Dantas Siqueira e Octávio Costa

A concorrência para a compra de 36 jatos de combate pela FAB, estimada em R$ 10 bilhões, parece uma novela sem fim. No capítulo mais recente, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou novo adiamento na escolha dos caças, desta vez para janeiro de 2010. Não informou os motivos e o comando da FAB mantém-se em silêncio para não quebrar a hierarquia. O custo dessa indefinição é enorme, pois afeta não só a credibilidade da negociação como atrasa os planos de defesa do País, que vê seu espaço aéreo vulnerável. “Não dá para ficar nessa ladainha. Seja pelo critério político, seja pelo técnico, é preciso resolver logo”, afirma o coronel reformado Geraldo Cavagnari, do Núcleo de Estudos Estratégicos da Unicamp. Ele explica que, uma vez decidida a compra, correrão mais seis meses até a assinatura do contrato. Para o analista de segurança internacional Gunther Rudzit, é necessário evitar que se repita o insucesso do programa F-X, adiado no último ano do governo FHC e, finalmente, cancelado em 2003. O Brasil precisa com urgência de uma geração de caças de combate para garantir a segurança dos céus e de suas riquezas no mar territorial. ISTOÉ obteve detalhes sigilosos das ofertas dos finalistas: o francês Rafale, da Dassault, o americano F-18 Super Hornet, da Boeing, e o sueco Gripen NG, da Saab.

O relatório da FAB mostra os pontos positivos e negativos de cada avião usando um código de cores (azul, amarelo e vermelho), em vez de notas. Dos três, o jato francês apresenta o pacote tecnológico mais abrangente e o sueco aparece, à primeira vista, como o de melhor preço. Seu valor unitário, sem o pacote de armamentos e os custos de manutenção, é de US$ 50 milhões. Seria um bom negócio, não fosse o Gripen NG apenas um projeto em desenvolvimento. Isso torna impossível calcular seu custo real e garantir o cumprimento dos prazos de entrega. Apesar da expectativa de desenvolvimento conjunto com a Embraer, a cúpula da Defesa sabe que escolher o Gripen NG seria como assinar um cheque em branco. A FAB marcou esse item em vermelho. “Não dá para comprar o que está na prancheta”, adverte Cavagnari. De fato, os registros históricos do setor aéreo no mundo atestam a precariedade de estimativas sobre um avião ainda não operacional. O F-18 Super Hornet, por exemplo, apresentou variação média de 100% entre o valor previsto inicialmente pelosfabricantes e seu custo final do projeto, que chegou a US$ 9,5 bilhões.

Apesar disso, o caça americano é oferecido hoje a um preço estável de US$ 55 milhões. No caso do Rafale, até ficar plenamente operacional, foram necessários 7,5 bilhões de euros (US$ 10,9 bilhões), uma diferença de 50% em relação à estimativa inicial. Seu preço unitário sem armamentos e suporte era de 94 milhões de euros (US$ 136 milhões) quando começou a ser vendido, mas baixou depois para 54 milhões de euros (US$ 78 milhões). Esse é o valor oferecido ao Brasil na última proposta e o mesmo praticado pela Dassault com o governo francês. Além da questão do preço, levantada pelo presidente Lula durante a visita do colega francês Nicolas Sarkozy aBrasília em setembro, está em jogo o prazo. Segundo Cavagnari, o setor de defesa está num processo de desmonte avançado, que começou em 1995. “Temos carências imediatas de poder aéreo que precisam ser solucionadas”, explica. E aí surge outro problema. A FAB quer receber os primeiros aviões em 2014. Quem garante entregar o pedido em tempo hábil? A Dassault está com a linha de produção do Rafale aquecida por novas encomendas do governo francês, o que dá segurança ao cumprimento dos prazos. A Boeingtradição de pontualidade nas vendas do F-18. Já a Saab deve levar oito anos para tornar seu caça operacional. Por exemplo: o radar que vai equipar o Gripen começou a ser desenvolvido só este ano.

“Para se ter uma ideia, a Saab desenvolve o radar Caesar para o caça Typhoon há cinco anos e a previsão para ficar pronto é 2016. Agora dizem que podem desenvolver um radar similar, o Raven, para equipar o Gripen NG, até 2011. Acho bastante improvável”, afirma o especialista Pedro Paulo Rezende. Outro ponto importante na análise  da FAB é o custo da hora-voo. Um avião que consome demais torna-se inviável a longo prazo. A hora-voo do F-18 está em US$ 11 mil, enquanto a do Rafale é de US$ 14 mil. Já a do Gripen, segundo a Saab, seria de US$ 4 mil. Mas a Comissão Técnica do FX- 2 (Copac), a partir de cálculos baseados em dados de manutenção extrapolados do Gripen C/D (versão anterior ao NG), encontrou um valor bem diferente: US$ 8 mil. Da mesma forma, a Noruega e a Holanda, ao avaliarem o caça sueco, chegaram ao valor de US$ 10 mil. A divergência de informações levou a FAB a marcar esse item do Gripen em amarelo, de atenção. O F-18 ganhou azul nesse quesito, mas avermelhou no item “assinatura-radar”, que significa o rastreamento pelos radares inimigos. O Rafale, segundo dados oficiais, é o caça mais “invisível” dentre os concorrentes.

Em recente exercício simulado com a Marinha americana, os jatos franceses “derrubaram” seis caças F-18 e perderam só duas aeronaves. Os pilotos americanos disseram que só conseguiam ver o Rafale no radar quando já era tarde demais para reagir. Agora, quem precisa agir rápido é o governo brasileiro.

Mais uma vez o site troca uma fotografaria do Rafale pela de um Grippen.

 

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nelson38899

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #183 em: Dezembro 22, 2009, 11:42:02 am »
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Na tarde desta quarta-feira (16) o segundo maior avião do mundo, identificado pela Aeronáutica Brasileira como Antonov NA-124-100, pousou no Aeroporto Governador Jorge Teixeira em Porto Velho para deixar os dois helicópteros MI-35 de fabricação Russa na Base Aérea na capital rondoniense. As aeronaves fazem parte do Plano Segurança Nacional, que dentro de suas estratégias, está a de aumentar a vigilância do espaço aéreo na Amazônia.

De acordo com os militares da Base Aérea de Porto Velho, o comando da Aeronáutica, exigiu que restringisse o acesso de populares e militares de baixa patente, tanto é que o expediente finalizou às 14h00 como medida de segurança.

“Poxa eles deviam pelo menos deixar a gente ver mais de perto esta obra prima que o homem construiu”, disse Elisangela Barros, uma espectadora que estava no aeroporto na expectativa de ver o gigante avião. Populares e fãs da aviação mundial não perderam a oportunidade e tentaram registrar de onde podiam o mega-avião. Segundo fontes extra-oficiais o Antonov NA-124-100 decola ainda nesta noite (16) ou ás 05h00 da manhã desta quinta-feira (17).

Populares e fãs da aviação mundial não perderam a oportunidade e tentaram registrar de onde podiam o mega-avião. Segundo fontes extra-oficiais o Antonov NA-124-100 decola ainda nesta noite (16) ou ás 05h00 da manhã desta quinta-feira (17).
http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/36-noticias/930-segundo-maior-aviao-do-mundo-pousa-em-porto-velho-para-deixar-helicopteros-russos
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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pchunter

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #184 em: Janeiro 05, 2010, 02:43:26 pm »
FAB prefere caça sueco, diz jornal

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O relatório técnico da Força Aérea Brasileira (FAB) sobre a avaliação dos caças que disputam a concorrência para servir às Forças Armadas apontou preferência da Aeronáutica pelo modelo sueco, o Gripen NG.

 

A recomendação contraria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que já manifestaram publicamente a preferência pelo francês Rafale. A decisão final é de Lula, que pode desconsiderar o relatório. A informação foi publicada nesta terça-feira (5) pelo jornal "Folha de São Paulo".

De acordo com a reportagem, o modelo sueco é o preferido da FAB principalmente pela questão econômica. A expectativa é que o Gripen NG custe a metade do preço do Rafale. O custo de manutenção também seria bem menor do que o principal concorrente. Quem vai arcar com o custo de manutenção é a própria FAB, o que justificaria a maior preocupação com o aspecto econômico.

A principal crítica que tem sido feito aos caças suecos é ao fato de o modelo ser monomotor enquanto os concorrentes Rafale e o norte-americano Super Hornet terem dois motores. Este questionamento ao caça sueco, no entanto, não foi endossado pela FAB, que não considerou este fato como negativo. Para a Aeronáutica, segundo o jornal, este é um problema menor em aviões modernos e influencia pouco na incidência de acidentes.

A recomendação da Aeronáutica deve criar constrangimentos para Lula e Jobim, uma vez que em 7 de setembro chegou a ser anunciada a decisão do Brasil de entrar em negociações com a França para a compra do Rafale. O anúncio aconteceu na presença do presidente Nicolas Sarkozy.

 

Segundo a reportagem, o principal problema apontado é que o modelo francês é um caça pronto, enquanto o sueco ainda está em desenvolvimento. Por isso, a transferência de tecnologia seria maior se o negócio fosse fechado em torno do Gripen NG. Outro fator que pesaria contra o Rafale seria o econômico. De acordo com o jornal, o preço foi considerado como proibitivo pelo relatório da FAB. O modelo francês, aliás, teria sido apontado como o pior dos três concorrentes, de acordo com o jornal.

 

De acordo com a "Folha de São Paulo", o relatório foi concluído pela Comissão Coordenadora do Programa Aeronaves de Combate (Copac) e já foi ratificado pelo Comando da Aeronáutica no dia 18 de dezembro. O trabalho já teria chegado às mãos de Jobim.

 

A assessoria do ministério da Defesa disse ao G1 que Jobim só tratará do tema na próxima semana, quando retorna de férias. O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica afirmou que a FAB só se manifestará oficialmente junto com o ministério.

Apesar da questão técnica, a decisão final cabe ao presidente Lula. Ele pode ignorar a preferência da FAB e escolher qualquer um dos três modelos que seguem na concorrência. A tendência é que o escolhido seja anunciado no início deste ano.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1434940-5601,00-FAB+PREFERE+CACA+SUECO+DIZ+JORNAL.html
 

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Lancero

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #185 em: Janeiro 05, 2010, 10:46:38 pm »
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FAB nega entrega de relatório sobre caças a Jobim
Plantão | Publicada em 05/01/2010 às 17h21m
Reuters/Brasil Online

SÃO PAULO (Reuters) - A Força Aérea Brasileira negou, em comunicado nesta terça-feira, ter apresentado seu relatório sobre a concorrência para a compra de 36 caças ao Ministério da Defesa, mas reconheceu que a análise já foi concluída.

A FAB, no entanto, não fez menção a uma suposta preferência pelas aeronaves suecas na disputa, conforme publicou a edição desta terça-feira do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo o jornal, o relatório sobre a concorrência, conhecida como projeto F-X2, entregue ao ministro Nelson Jobim, apontava preferência dos militares pelo caça Gripen NG da sueca Saab. O F-18 da norte-americana Boeing ficava em segundo lugar, e o Rafale, da francesa Dessault Aviation, em terceiro.

"O Comando da Aeronáutica, por meio da Comissão Gerencial do Projeto F-X2, encerrou o relatório final de análise técnica das aeronaves concorrentes e destaca que, até o presente momento, não o encaminhou ao Ministério da Defesa", afirmou a FAB em comunicado.

Procurado pela Reuters, o Ministério da Defesa disse não ter informações sobre o recebimento do relatório, sem fazer mais comentários.

PARCERIA ESTRATÉGICA

Em Paris, a presidência da França não quis comentar a notícia, declarando: "Estamos serenos".

Uma fonte próxima ao Ministério da Defesa da França descreveu o artigo na Folha como "rumor". E acrescentou que "além da questão industrial, o Rafale implica ainda uma parceria estratégica entre a França e o Brasil".

"Não há nenhuma comparação a fazer entre os dois aparelhos (o Gripen e o Rafale)", disse essa mesma fonte. "Eles não têm as mesmas características técnicas nem as mesmas funções".

A escolha de novos caças para substituir a frota atual da FAB, que especialistas classificam de obsoleta, vem se arrastando desde o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que, no último ano de seu mandato, em 2002, decidiu deixar a decisão sobre a compra para Lula, seu sucessor.

Inicialmente, Lula cancelou o projeto, então conhecido como F-X, mas em maio de 2008 foi criado o projeto F-X2 e, em novembro do mesmo ano, selecionados como finalistas o Rafale, o Gripen NG e o F18 Super Hornet.

Nem a FAB nem as empresas concorrentes divulgam valores, mas uma fonte do governo francês chegou a afirmar que a proposta francesa era de 5 bilhões de euros. O Rafale é apontado por especialistas como a opção mais cara entre os três concorrentes.

O cronograma inicial do F-X2 previa o anúncio da escolha do novo caça em outubro do ano passado, mas uma decisão final sobre o assunto, que cabe ao presidente Lula, vem sendo adiada desde então.

(Por Eduardo Simões; Reportagem adicional de Elizabeth Pineau e Yann Leguernigou em Paris)

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/0 ... 469388.asp
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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HSMW

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #186 em: Janeiro 05, 2010, 11:04:01 pm »
:guitar:  :mala:
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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Lancero

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #187 em: Fevereiro 09, 2010, 04:51:03 pm »
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Defesa: Opção por aviões Rafale "é decisão soberana do Brasil" - ministério da Defesa francês    

   Paris, 08 fev (Lusa) - A opção de Brasília pelos caças Rafale ou por  outros aviões para a sua Força Aérea "é uma decisão soberana do Brasil",  afirmou hoje um responsável do Ministério da Defesa francês à Agência Lusa  em Paris.    

 

   "Estamos no quadro de um procedimento de concurso internacional e esse  concurso é gerido pelo cliente", declarou hoje o responsável de Desenvolvimento  Internacional na Direção Geral de Armamento francesa (DGA), Jacques de Lajugie.  

 

   "Este 'nós' não é um plural magestático. O Estado e as empresas (francesas)  colocaram à disposição do Brasil todas as informações pedidas para fundamentar  uma decisão" sobre a aquisição dos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB),  acrescentou Jacques de Lajugie.  

 

   "A proposta francesa vai muito além da simples venda dos caças Rafale  à FAB. Envolve um programa muito extenso de transferência de tecnologia  e de cooperação industrial ao longo de muitos anos", salientou o mesmo responsável.  

 

   Jacques de Lajugie, que é também adjunto para Armamento do delegado  geral da DGA, falava à Lusa à margem da apresentação à imprensa do balanço  anual da instituição para 2009 e das perspetivas para 2010.  

 

   Ao apresentar o balanço de "um ano extraordinário que foi 2009", os  cinco responsáveis da DGA presentes não esconderam que o resultado do concurso  para a FAB terá um impacto, positivo ou negativo, sobre as perspetivas de  2010.  

 

   Jacques de Lajugie escusou-se, no entanto, a quantificar esse impacto,  notando apenas que "as expetativas de exportações não dizem apenas respeito  a aviões Rafale".  

 

   Laurent Collet-Billon, delegado geral de Armamento, referiu na conferência  de imprensa que 2010 é "um ano de concretização de perspetivas, perspetivas  importantes".  

 

   O contrato já assinado para a construção de quatro submarinos da classe  ScorpŠne, e a possibilidade de assistência na construção de um submarino  nuclear para a Marinha Brasileira, foram hoje realçados por Laurent Collet-Billon  ao passar em revista o ano excecional de 2009 para a indústria militar francesa.  

 

   O contrato dos ScorpŠne, que prevê a entrega do primeiro submarino ao  Brasil em 2015, está avaliado em mais de seis mil milhões de euros.  

 

   Um relatório exaustivo da FAB, divulgado pela imprensa brasileira em  dezembro de 2009, coloca o Rafale em terceiro e último lugar na avaliação  dos concorrentes ao fornecimento dos novos caças.  

 

   O Rafale, da empresa Dassault, ficou atrás do Gripen NG, da sueca Saab,  o mais bem avaliado, e o F-18 Super Hornet, da Boeing.  

 

   Os três modelos disputam um concurso promovido pelo Governo brasileiro  de cerca de 2,8 mil milhões de euros para aquisição de 36 caças para modernização  da FAB.  

 

   A avaliação da FAB, entregue ao Ministério da Defesa brasileiro, surgiu  na contracorrente de um acordo político, aparentemente consensual na preferência  pela opção Rafale, entre o Presidente brasileiro Luís Inácio "Lula" da Silva  e o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy.  
"Portugal civilizou a Ásia, a África e a América. Falta civilizar a Europa"

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ShadIntel

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #188 em: Março 26, 2010, 11:17:37 am »
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Saab promete fabricar caças no País e agrada empresários

SÃO PAULO - A escolha da empresa sueca Saab, que concorre a licitação da compra dos 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) deve elevar as relações comerciais do Brasil com o mundo. A declaração foi do CEO da Saab, Ake Svensson. Segundo o executivo, caso o Brasil opte pelo modelo Grippen NG, imediatamente serão realizadas vendas para outros países como Índia e África do Sul de caças fabricados no Brasil.

"O Brasil fechando o negócio com a Saab teremos um casamento de longa duração formado, um casamento que renderá frutos imediatos como a venda de caças modelo Gripen para a Índia, fabricados em território brasileiro e com tecnologia dos dois países, pois já teremos a transferência tecnológica em ação", pontuou o CEO durante evento na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Outra alegação do executivo é que depois de assinado o acordo será construída uma fábrica em São Bernardo do Campo, São Paulo, para a construção das aeronaves compradas, em parceria com engenheiros brasileiros. Segundo Svensson, a transferência tecnológica não será apenas de fachada ou meramente explicativa, os engenheiros e toda a equipe brasileira irá aprender na prática. "Os brasileiros irão construir os aviões em conjunto com os funcionários suecos, assim, haverá realmente uma transferência de tecnologia."

Na opinião do professor da FGV, Fernando Arbache, o aspecto primordial a ser considerado para a escolha é a transferência tecnológica. "Em última instância, sem o conhecimento e know-how para projetar, desenvolver e produzir seus próprios produtos, uma nação permanece uma simples compradora de equipamentos, incapaz de desenvolver a tecnologia de que dispõe para alcançar maior independência e liberdade", relatou.

Questionado sobre a porcentagem de peças e tecnologia americana para a fabricação do Gripen, o presidente da Saab afirmou que não será um problema para a completa transferência de conhecimentos, uma vez que algumas peças têm outros fornecedores no mundo e a tecnologia é totalmente sueca. Segundo o relatório da FAB, entregue ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, o Gripen é a escolha preferencial dentre as três empresas concorrentes: a francesa Dassault com o modelo Rafale, a americana Boeing com o F-18 e a própria Saab. "O modelo sueco foi considerado o melhor caça em quatro categorias: técnica, transferência de tecnologia, geração de empregos e preço", aponta o relatório da Força Aérea. A frente parlamentar por sua vez enviou "em defesa da soberania nacional" a assinatura de 195 parlamentares mais os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, propondo que a decisão sobre o programa F-X2 se baseie no relatório da FAB.

Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp, afirmou que o governo deve ficar atento às indicações dos relatórios e a sociedade brasileira quanto a escolha do modelo Gripen. "O que nós ouvimos sobre o desenvolvimento e transferência de tecnologia, o valor do contrato nos leva a crer que o produto sueco tem grande chance de ganhar. Além do mais a relação com os suecos é muito transparente, equilibrada e positiva, é o momento que nós deveríamos prestigiá-la. O governo deve prestar atenção a isto." Além disso, o CEO da Saab afirmou que mesmo que não seja eleita como vencedora, a empresa irá construir sua fábrica no País para a produção de aviões comerciais, militares e até veículos automotivos. "Não deixaremos de investir no Brasil, não romperemos os contratos com pequenas e médias empresas fornecedoras de produtos para a Saab e construiremos a indústria em São Bernardo do Campo, claro que não com a agilidade e rapidez que faríamos, no caso de ganharmos a licitação", esclareceu.

Presença real

Durante sua apresentação, o rei da Suécia, Carl XVI Gustaf afirmou que irá visitar as instalações da Embraer hoje para estudar o nível industrial do Brasil e testemunhar as excelentes relações comerciais e de desenvolvimento que poderão ser efetuadas. "Minha visita irá fortalecer as amigáveis relações entre os países, que serão longas e frutíferas".

O rei da Suécia afirmou ainda que há muito espaço para a parceria estratégica em diversos setores. Ele citou: cultura, energia, defesa, alta tecnologia, inovação, saúde, bioenergia, educação e biocombustíveis.

"Vemos novas possibilidades de cooperação em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), maior aprofundamento em parcerias tecnológicas por meio do protocolo de colaboração estratégica assinado ontem", concluiu.

O rei da Suécia ainda fez propaganda dos ônibus "limpos" que são fabricados na Suécia e que utilizam etanol. "Vocês deveriam comprar nossos ônibus, eles utilizam biocombustível."

Especialistas do setor afirmam que os ônibus são muito mais caros pois não possuem tecnologia adequada e ainda utilizam aditivos em seus motores.
http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_ed ... &editoria=
 

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Cabeça de Martelo

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #189 em: Março 26, 2010, 03:40:49 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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P44

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #190 em: Março 26, 2010, 06:09:58 pm »
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Economia

24/03/2010 22h22m

Jobim isolado defende Rafale


Na semana que vem, o ministro Nelson Jobim irá à Câmara dos Deputados defender o seu relatório que justifica a escolha do caça francês Rafale para a FAB. Mesmo contra a opinião técnica da Aeronáutica e da opinião da FIESP, Jobim insiste na opção francesa que é, de longe, a pior das três.

Além de ser um avião caro, o Rafale é um fracasso retumbante de vendas. A própria força aérea francesa comprou metade dos aviões previstos. O Rafale é muito mais caro do que os demais. Tanto na aquisição quanto na operação. Especula-se que o fracasso na venda dos aviões para o Brasil poderá colocar a Dassault, fabricante do avião, em uma situação difícil. As expectativas são tão grandes que a imprensa francêsa chegou a dizer que seria um milagre  a compra do avião para o Brasil.****

 Ao desprezar o relatório técnico da FAB, Jobim abre flanco para que o processo seja paralisado na justiça já que a aquisição deveria ser justificada por um amplo estudo. O relatório de Jobim foi iniciado em janeiro e levou pouco mais de dois meses para concluir o que a FAB não concluiu em anos de estudo.

Outro fator relevante que depõe contra a escolha é o evidente mal-estar da Embraer. Sem poder falar oficialmente, fontes ligadas à empresa afirmaram que a escolha do Rafale seria muito ruim. Tanto pelo aspecto tecnológico quanto pela difícil relação entre a Embraer e a Dassault. Os antigos executivos da Embrarer lembram como os franceses colocaram dificuldades para que  a empresa entrasse no ramo da aviação executiva.

Hoje, a opção pelos franceses sofreu mais um golpe. Luiz Marinho, ex-presidente da CUT e prefeito de São Bernardo declarou à CBN que a escolha do caça sueco é a melhor opção para o Brasil. Na linha do que pensa a FAB, a FIESP, a indústria aeroespacial brasileira e, até mesmo, pilotos.  

http://www.emtemporeal.com.br/index.asp ... icia=93731

****= engraçado que poderia dizer-se o mesmo acerca do Gripen NG, o suposto "favorito" da FAB...esse nem a Suécia o quer!!!!
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #191 em: Março 26, 2010, 06:50:46 pm »
Boa Tarde,

Citação de: "P44"
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Economia

24/03/2010 22h22m

Jobim isolado defende Rafale


Na semana que vem, o ministro Nelson Jobim irá à Câmara dos Deputados defender o seu relatório que justifica a escolha do caça francês Rafale para a FAB. Mesmo contra a opinião técnica da Aeronáutica e da opinião da FIESP, Jobim insiste na opção francesa que é, de longe, a pior das três.

Além de ser um avião caro, o Rafale é um fracasso retumbante de vendas. A própria força aérea francesa comprou metade dos aviões previstos. O Rafale é muito mais caro do que os demais. Tanto na aquisição quanto na operação. Especula-se que o fracasso na venda dos aviões para o Brasil poderá colocar a Dassault, fabricante do avião, em uma situação difícil. As expectativas são tão grandes que a imprensa francêsa chegou a dizer que seria um milagre  a compra do avião para o Brasil.****

 Ao desprezar o relatório técnico da FAB, Jobim abre flanco para que o processo seja paralisado na justiça já que a aquisição deveria ser justificada por um amplo estudo. O relatório de Jobim foi iniciado em janeiro e levou pouco mais de dois meses para concluir o que a FAB não concluiu em anos de estudo.

Outro fator relevante que depõe contra a escolha é o evidente mal-estar da Embraer. Sem poder falar oficialmente, fontes ligadas à empresa afirmaram que a escolha do Rafale seria muito ruim. Tanto pelo aspecto tecnológico quanto pela difícil relação entre a Embraer e a Dassault. Os antigos executivos da Embrarer lembram como os franceses colocaram dificuldades para que  a empresa entrasse no ramo da aviação executiva.

Hoje, a opção pelos franceses sofreu mais um golpe. Luiz Marinho, ex-presidente da CUT e prefeito de São Bernardo declarou à CBN que a escolha do caça sueco é a melhor opção para o Brasil. Na linha do que pensa a FAB, a FIESP, a indústria aeroespacial brasileira e, até mesmo, pilotos.  

http://www.emtemporeal.com.br/index.asp ... icia=93731

****= engraçado que poderia dizer-se o mesmo acerca do Gripen NG, o suposto "favorito" da FAB...esse nem a Suécia o quer!!!!

O Gripen NG foi desenvolvido para exportação.

Cumprimentos
 

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #193 em: Março 29, 2010, 10:25:05 am »
Desculpem lá, mas eu estou a ver mal ou no 1º video um dos países que iria adquirir o Gripen BR era Portugal?! :lol:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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sergio21699

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Re: FAB - Força Aérea Brasileira
« Responder #194 em: Março 29, 2010, 10:28:25 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Desculpem lá, mas eu estou a ver mal ou no 1º video um dos países que iria adquirir o Gripen BR era Portugal?! :lol:

acho que puseram aquilo ao calhas, mas nem era ma ideia :D
-Meu General, estamos cercados...
-Óptimo! Isso quer dizer que podemos atacar em qualquer direcção!
 

 

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