Notícias da Força Aérea Brasileira

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HSMW

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« Responder #90 em: Outubro 02, 2008, 07:41:30 pm »
Aposto no Rafale.  c34x
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"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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nelson38899

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« Responder #91 em: Outubro 02, 2008, 09:14:14 pm »
boas

Eu também gostava que ganha-se o rafale, pois penso que é um bom caça
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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ShadIntel

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« Responder #92 em: Outubro 03, 2008, 10:43:56 pm »
Citação de: "nelson38899"
boas

Eu também gostava que ganha-se o rafale, pois penso que é um bom caça

Boa noite.

Bom caça, quando comparado com quê ?
Uns dez anos atrás, e mais recentemente em 2006, tive várias oportunidades de falar com alguns militares da Armée de l'Air. Estavam perfeitamente conscientes dos limites do Rafale, que não consideravam um caça de quarta geração, mas uma espécie de "bastardo", apesar de ter algumas características interessantes. Como muitos equipamentos franceses, foram necessárias quase duas décadas entre a concepção e a sua entrada ao serviço. Se bem me lembro, apontavam como falhas principais os problemas frequentes dos motores (motores que têm uma "esperança de vida" aparentemente muito curta); o radar, com um alcance máximo de ~80 km, muito abaixo do que era esperado; o raio de acção bastante limitado - e o Brazil não tem um pequeno território... Para além do preço exorbitante, do facto de existir uma única fonte de sobressalentes (Dassault em França), etc...

Talvez as suas inúmeras falhas sejam corrigidas com a próxima versão, mas esta não estará pronta antes de 2012 ou 2014. É sem dúvida um belo aparelho a nível estético, mas o resultado está muito longe do que fora anunciado pelo construtor.
Por muito pouco que eu goste de equipamentos militares russos, penso que o Brazil ficaria muito melhor com o Su-35...
 

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MERLIN

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« Responder #93 em: Outubro 06, 2008, 11:58:21 pm »
Deve estar enganado, o radar do mirage 2000-5 (RDY), ja tinha (ha 10 anos) um alcance muito (mas muito) superior a 80 KM.

Cumptos
"Se serviste a patria e ela te foi ingrata, tu fizestes o que devias, ela o que costuma"
Padrea Antonio Vieira
 

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JMM

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« Responder #94 em: Outubro 07, 2008, 12:07:51 am »
Meus caros,

Aparentemente a FAB divulgou uma nota no dia 1 de Outubro em que deixa "cair" o F-16, o Su-35 e o Typhoon e rstringe as escolhas finais ao F/A-18, Rafale e Gripen NG. Os detalhes estão no site Área Militar ( www.areamilitar.net ).

O meu dinheiro vai para o Rafale por causa da transferência de tecnologia. Os franceses estão tão desesperados por um sucesso que vão fazer o que os brasileiros quiserem... digo eu!

Saudações a todos
João
 

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nelson38899

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« Responder #95 em: Outubro 07, 2008, 03:25:15 pm »
Citação de: "ShadIntel"
Citação de: "nelson38899"
boas

Eu também gostava que ganha-se o rafale, pois penso que é um bom caça
Boa noite.

Bom caça, quando comparado com quê ?
Uns dez anos atrás, e mais recentemente em 2006, tive várias oportunidades de falar com alguns militares da Armée de l'Air. Estavam perfeitamente conscientes dos limites do Rafale, que não consideravam um caça de quarta geração, mas uma espécie de "bastardo", apesar de ter algumas características interessantes. Como muitos equipamentos franceses, foram necessárias quase duas décadas entre a concepção e a sua entrada ao serviço. Se bem me lembro, apontavam como falhas principais os problemas frequentes dos motores (motores que têm uma "esperança de vida" aparentemente muito curta); o radar, com um alcance máximo de ~80 km, muito abaixo do que era esperado; o raio de acção bastante limitado - e o Brazil não tem um pequeno território... Para além do preço exorbitante, do facto de existir uma única fonte de sobressalentes (Dassault em França), etc...

Talvez as suas inúmeras falhas sejam corrigidas com a próxima versão, mas esta não estará pronta antes de 2012 ou 2014. É sem dúvida um belo aparelho a nível estético, mas o resultado está muito longe do que fora anunciado pelo construtor.
Por muito pouco que eu goste de equipamentos militares russos, penso que o Brazil ficaria muito melhor com o Su-35...



SENSORS

The Rafale is equipped with an RBE2 radar, developed by Thales, which has look-down and shoot-down capability. The radar can track up to eight targets simultaneously and provides threat identification and prioritisation.

The optronic systems include the Thales/SAGEM OSF infrared search and track system, installed in the nose of the aircraft. The optronic suite carries out search, target identification, telemetry and automatic target discrimination and tracking.

http://www.airforce-technology.com/projects/rafale/
http://www.escuadron69.net/v20/index.ph ... &Itemid=42
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Agostinho da Silva
 

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ShadIntel

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« Responder #96 em: Outubro 07, 2008, 05:29:43 pm »
Citação de: "MERLIN"
Deve estar enganado, o radar do mirage 2000-5 (RDY), ja tinha (ha 10 anos) um alcance muito (mas muito) superior a 80 KM.

Cumptos

Eu não disse que era uma certeza minha. Nem posso dar uma verdadeira opinião, visto que não tenho os conhecimentos técnicos necessários. Apenas relatei o que me foi dito por pessoas que participaram de uma ou outra forma no programa; ou seja, que as capacidades do radar RBE2 eram na realidade bastante inferiores ao que fora anunciado pelo construtor. A versão F3 do Rafale irá provavelmente dispor de uma versão com maior alcance.
 

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nelson38899

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« Responder #97 em: Outubro 19, 2008, 10:33:38 pm »
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Finalmente o S-2T para a Marinha do Brasil

Fontes ligados ao processo de aquisição dos aviões S-2T TurboTracker para a Marinha do Brasil informaram à ALIDE que em poucas semanas deve ser assinado um contrato com a Embraer,. A empresa nacional será o contratado principal do programa TurboTracker brasileiro.

No contrato está previsto a aquisição de células antigas de S-2F armazenadas no deserto pela Marinha dos EUA, a modernização dos sistemas propulsivos com a instalação de motores turbo-hélice Honneywell (ex-Garrett Air Recearch) TPE 331-14GR no lugar dos radiais originais, e a instalação de novos aviônicos e eletrônica de missão. Serão ao todo seis células, sendo que três delas serão fornecidas numa configuração para transporte de carga e passageiros (COD - Carrier Onbord Delivery), e outras três configuradas para aeronave de alerta antecipado (AEW - Airborne Early Warning). Uma das células COD, no entanto deverá ser entregue plenamente configurada como aeronave-tanque para a realização da função de reabastecimento em vôo (revo) dos A/F-1 (A-4Ku) da Marinha do Brasil. Os demais COD serão "fitted for", ou seja poderão, no futuro ser convertidos com certa facilidade para a missão de revo. A simples troca de motor pelo novo turboélice, muito mais leve, adiciona cerca de 2250 kg (4500 libras) de carga útil à nova aeronave, além de melhorar sensivelmente a performance operacional desta aeronave.
http://www.alide.com.br/joomla/index.ph ... s-2t-na-mb
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nelson38899

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« Responder #98 em: Novembro 02, 2008, 12:04:21 am »
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Base Aérea de Canoas: Três meses após a histórica participação no Red Flag, nos Estados Unidos, o 1º/14º GAV – Esquadrão Pampa - retorna à arena que o consagrou e o fez reconhecido internacionalmente: a de combate BVR.

Começou hoje a viagem dos três primeiros caças F-5 EM – de um total de seis – que vão participar da Cruzex IV. Baseado em Fortaleza, o Pampa vai cumprir o papel de Agressor no exercício multinacional que acontece a partir da próxima semana em Natal-RN.

Foi na operação Cruzex III, dois anos atrás, que o esquadrão comandado pelo então Tenente Coronel-aviador Luiz Alberto Pereira Bianchi realizou a primeira de uma série de façanhas militares ao derrubar com mísseis BVR Derby caças Mirage 2000 da Força Aérea Francesa. A ação não admitida pela Armée De L’Air chamou a atenção da Força Aérea Americana, que “curiosa”, quis testar os pilotos brasileiros para saber quais eram suas reais capacidades operacionais, originando o convite para a participação na terceira edição deste ano do Red Flag.

Da mesma forma que na Cruzex, os pilotos do Pampa mostraram porque são os melhores da FAB e surpreenderam americanos, turcos e suecos, ao atingir o mesmo índice da USAF em combate aéreo, mas com um equipamento tecnologicamente inferior.

Na Cruzex 2008, além dos Mirage franceses, os pilotos comandados pelo Tenente Coronel-aviador Roberto Fleury Curado terão a oportunidade de treinar combate BVR com os F-5 chilenos. O intercâmbio operacional que já vem acontecendo em esquadrões de ambas às forças aéreas é de interesse da FAB devido à experiência deles em mais de uma década no combate além do alcance visual e, é fortalecido pelo cada vez mais profundo relacionamento político-militar entre os dois países.

A Cruzex é um exercício aéreo multinacional realizado a cada dois anos no Brasil
http://www.defesanet.com.br/fab1/cruzex_1.htm
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Agostinho da Silva
 

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HSMW

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« Responder #99 em: Novembro 15, 2008, 04:19:52 pm »
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Foram entregues à Força Aérea Brasileira (FAB) três aviões F-5II que pertenceram ao inventário da força aérea jordana. Os três aparelhos foram recepcionados na Base Aérea de São Paulo a 19 de Agosto e foram transportados no interior de um sempre impressionante cargueiro russo An 124-100 que os transportou, juntamente com várias peças e equipamentos de manutenção desde este país do Médio Oriente.

Estes três F-5II são os primeiros de um grupo de onze aparelhos (oito F-5E e três F-5F) modernizados pela empresa jordana “Jordanian Aerospace Systems Company” antes de serem entregues à FAB.

Estes aparelhos jordanos resultam de uma revisão de uma decisão de comprar aviões F-5 sauditas tomada em 2006, mas depois cancelada quando houve informações que davam estes aparelhos em muito más condições técnicas.


 :?
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« Responder #100 em: Novembro 15, 2008, 11:13:28 pm »
Os Franceses merecem... não nos podemos esquecer que são eles que estao a dar palpadinhas nas costas ao Putin por causa de intenção deste de colocar misseis estratégicos às portas da Europa em reacção ao escudo anti-missil dos States na Polónia e Républica Checa.
"Aqui na Lusitanea existe um povo que não se governa nem se deixa governar" voz corrente entre os Romanos do Séc. I a.C
 

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nelson38899

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« Responder #101 em: Novembro 26, 2008, 12:55:37 pm »
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Sem alarde, o Brasil fechou o contrato de compra de 12 helicópteros de ataque MI-35 fabricados pela Rússia, a um custo estimado em cerca de US$ 300 milhões. A compra põe fim a uma negociação de quase dois anos, equipará as Forças Armadas com verdadeiros tanques blindados aéreos que se destinarão à vigilância da Amazônia e é um exemplo do que não prevê o acordo de cooperação em matéria de defesa que os dois governos também assinarão durante a visita do presidente russo ao Brasil, Dmitri Medvedev, nesta semana. O governo quer mais, quer fabricar armamentos com a Rússia.

E não só com a Rússia. Em dezembro, chega ao país o presidente da França, Nicolas Sarkozy, com quem também será assinado acordo de cooperação em matéria de defesa. Como informou ao Valor o ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, as negociações com os franceses estão até mais avançadas do que as com os russos.

Sarkozy entendeu que o Brasil não quer acordos de compra e venda de mercadorias, mas de aliança para fabricação de armamentos e pesquisas tecnológicas. A Marinha brasileira discute com os franceses planos conjuntos na construção de submarinos, e o Exército negocia projetos de cooperação para tecnologias do chamado "combatente do futuro" das tropas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), com uso de sofisticados sistemas de informática e posicionamento por satélite para auxiliar o deslocamento, identificação e mobilização de soldados em campo de batalha.

A compra dos helicópteros russos é considerada, no governo, um negócio "atípico" e excepcional em relação ao que se pretende com a nova estratégia de alianças no setor de defesa. Os brasileiros negociaram a instalação de centros completos de manutenção para os novos helicópteros, para evitar os problemas já identificados na vizinha Venezuela, onde o abastecimento de peças depende de estoques limitados e encomendas a Moscou. Mas a compra é uma operação estritamente comercial, sem o chamado offset, compensações comerciais concedidas pelo fornecedor de equipamentos.

O objetivo declarado das conversas com Paris e Moscou - explicitado por Mangabeira Unger em recente ronda pela Europa - é evitar a excessiva dependência de fornecedores de alguma parte do globo e buscar aproveitar a reestruturação das Forças Armadas para incentivar o desenvolvimento tecnológico do setor de armamentos no país. Essa foi a razão, segundo explicou o governo brasileiro ao russo, pela qual os jatos Sukhoi foram excluídos da licitação para o projeto FX de compra de novos jatos para a Força aérea Brasileira. Os russos foram os únicos a não oferecer transferência de tecnologia no pacote de venda.

Além do anúncio da compra dos helicópteros, está prevista para a visita de Medvedev a assinatura de um dos três acordos que pautarão a cooperação dos dois países em matéria de defesa. Em agosto já havia sido assinado outro, pelo gabinete de Segurança Institucional da Presidência, do ministro general Jorge Félix, com a ex-KGB russa, de proteção de informações confidenciais. O acordo desta semana é de cooperação técnico-militar e prevê troca e intercâmbio de pessoal, aquisição de equipamentos, transferência de tecnologia e até co-produção.Há um terceiro acordo em fase de finalização, sobre propriedade intelectual. As autoridades brasileiras esperam que o acordo permita às indústrias dos dois países conhecer melhor o que é produzido e comercializado nos dois mercados, abrindo caminho para que as empresas brasileiras façam contatos e encontrem oportunidades de negócios com os russos. Não é fácil, a Rússia, especialmente na esfera militar, ainda tem a arrogância de grande potência, mas há forte interesse da indústria bélica brasileira, em campos como a fabricação de blindados, por exemplo.

Toda essa movimentação é vista com mau humor por tradicionais exportadores brasileiros, como os de carne, que lamentam a falta de resultados do governo brasileiro nos esforços para abrir ao Brasil maior espaço nas cotas de importação russas, grande parte delas reservadas a exportadores europeus e americanos. Na semana passada reuniu-se em Brasília a comissão intergovernamental Brasil-Rússia de cooperação econômica, comercial, científica e tecnológica, em preparação à visita de Medvedev. E a discussão sobre agricultura levou apenas a queixas da parte brasileira pela falta de empenho dos russos em avançar no tema de cooperação agrícola.

A visita de Medvedev será acompanhada dos anúncios pomposos dessas ocasiões, como a meta de elevar o comércio bilateral dos US$ 5 bilhões de 2007 para US$ 10 bilhões em 2010. Mas a crise financeira mundial, que chegou pesadamente à Rússia, obscurece as perspectivas comerciais com o país - a queda nos preços do petróleo já fez Medvedev adiar anúncios de investimentos que faria nesta semana, na Venezuela, e praticamente concentrou as expectativas nos negócios do campo militar.

As reservas internacionais da Rússia, de quase US$ 600 bilhões em agosto, caíram para pouco mais de US$ 450 bilhões e continuam caindo no ritmo de mais de US$ 20 bilhões por semana, o crédito secou, começaram as demissões nos setor automotivo e o governo já anunciou pacotes bilionários de salvamento, como no Ocidente. Tudo isso reduz a atratividade da cooperação econômica com o país, mas não afetou, até agora, os planos em matéria de defesa.

As autoridades brasileiras dizem considerar normal a aproximação entre Rússia e Venezuela, que farão exercícios militares juntos, no Caribe, nesta semana. Enquanto Chávez apresenta a aliança como uma resposta ao "Império" americano, os próprios russos minimizam essa volta às Américas, que insistem em classificar como um ressurgimento do interesse puramente econômico na região. Combinado com a decisão dos países sul-americanos de, pela primeira vez, estabelecerem um Conselho de Defesa que exclui a grande potência ao Norte, esse movimento tem, porém, forte implicações geopolíticas. Mesmo que os presidentes Lula e Medvedev, amanhã, digam o contrário.

http://defesabrasil.com/site/index.php/ ... Mi-35.html

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Agostinho da Silva
 

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komet

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« Responder #102 em: Novembro 26, 2008, 06:06:29 pm »
Bolas, afinal não somos só nós a comprar sucata...
"History is always written by who wins the war..."
 

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Cabeça de Martelo

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« Responder #103 em: Novembro 26, 2008, 06:09:30 pm »
MI-35, sucata?! :?
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Lightning

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« Responder #104 em: Novembro 26, 2008, 06:58:38 pm »
http://www.youtube.com/watch?v=GQ22LDBb ... re=related

Um filme da nova maquina brasileira :twisted: .
 

 

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