212CD ou A26-PT (adaptado a Portugal)
Ambos mais avançados do que as alternativas em capacidade de sobrevivência e como tal em negação de espaço.
Os 212 CD tem uma encomenda de 12 unidades, com a última unidade prevista para ser entregue em 2035.
Não me parece viável esperar cerca de 10 anos para acrescentarmos/substituirmos submarinos.
Certo, mas havendo mais encomendas a possibilidade de aumentar a escala de produção aumentaria eventualmente. Com o cenário que temos a escala de produção industrial europeia de vários sistemas terá necessariamente que aumentar.
Talvez de facto se tenha que ir para outra solução/modelo, mas o reforço da capacidade submarina (oceânica) é de caras uma área (provavelmente A área) em que mais sentido faz o reforço das capacidades militares do país, em conjugação com drones e sensores marítimos. Torna-se evidente a necessidade de ter meios de defesa assimétrica com capacidade de dissuasão e estes são os meios por excelência para esse efeito numa posição geográfica e área marítima como a nossa.