A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !

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Stalker79

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #285 em: Dezembro 27, 2019, 06:37:07 pm »
Será que estes navios aguentam o mar dos Açores?

https://www.defensenews.com/naval/2019/12/24/us-navy-proposes-decommissioning-first-4-lcs-more-than-a-decade-early/?fbclid=IwAR3nbPj5pcr9p7wt7CUjDyceIKGJ9tZsOpzHsUgiPUaySnKfBSXj0_VyRtw#.XgUk7zazL98.twitter


Aguentar aguentam, mas não são grande espiga em termos de armamento e não serão tão baratos quanto isso.
E falta ver se seriam vendidos com os sensores todos.
 :-P

Pelo contrário, têm potencial para receber bom armamento, quase tanto como as nossas actuais fragatas, e teriam ainda o potencial de desempenhar as tais missões de combate à pirataria na costa africana que os NPOs têm vindo a empenhar (desarmados).
Eu pessoalmente questionava era quanto custava operar este tipo de navio comparativamente às nossas fragatas. Mas se fosse mais barato, e se por algum milagre chovesse dinheiro, até se podia equacionar reduzir o número de NPOs previstos (ficando o total em 6), reduzia-se o número de fragatas para quatro, viabilizando a compra das 4 DZP, que seriam complementadas por 2 ou até os 4 LCS em questão. A principal vantagem destes LCS, é terem menos de metade da tripulação das fragatas, acho que até é um terço.

Agora, presumo que esses 4 navios, sejam das duas classes, o que complica o aspecto da "uniformização" caso se adquirissem todas.

Mas com uma Marinha com as 4 DZP e 2 LCS (qual o vosso modelo preferido?  :mrgreen:), não ficávamos mal para os próximos 15 anos. Na lista dos módulos que gostaria que viessem, obviamente os módulos com os NSM, Hellfire e eventualmente módulos ASW. AAW ficaria encarregue das muito mais poderosas DZP.

Não seja pela tripulação que são só 40. Ou seja menos de um terço de uma fragata. De resto são duas turbinas e dois diesel como as fragatas.
Numeros ao certo deve haver alguem aqui que saiba melhor que eu.
Mas que são navios bastante polivalentes são. Até tem rampa lateral para embarcar veiculos!
 c56x1
 

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Cabeça de Martelo

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #286 em: Dezembro 28, 2019, 11:08:23 am »
O programa esteve desde o inicio rodeado de polémica e problemas de toda a ordem. lembro-me de ler um artigo em que dizia que a guarnição destes navios andavam sempre de rastos devido ao excesso de trabalho. Pelos vistos a automatização não foi o suficiente para manter ou reduzir a carga de trabalho para níveis aceitáveis.
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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Red Baron

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #287 em: Dezembro 28, 2019, 12:18:36 pm »
Será que estes navios aguentam o mar dos Açores?

https://www.defensenews.com/naval/2019/12/24/us-navy-proposes-decommissioning-first-4-lcs-more-than-a-decade-early/?fbclid=IwAR3nbPj5pcr9p7wt7CUjDyceIKGJ9tZsOpzHsUgiPUaySnKfBSXj0_VyRtw#.XgUk7zazL98.twitter

Esse artigo tem vários tipos de navios.

3 class Whidbey Island(LSD) - Não temos nenhum, e não sabemos quando o NRP Don Sebastião vais estar pronto. Mas o mais novo tem 31 anos.

2 Class Freedom - São uns Tejo gigantes e o Freedom em particular tem varias falhas de construção.

2 Class Independence - Só da problemas, mas é bem equipado para combate costeiro e tem um deck de voo extra grade. Pode operar o Merlin e pode ser útil em missões de proteção civil /desastre.
 

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Get_It

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #288 em: Dezembro 28, 2019, 01:24:28 pm »
3 class Whidbey Island(LSD) - Não temos nenhum, e não sabemos quando o NRP Don Sebastião vais estar pronto. Mas o mais novo tem 31 anos.
Prontinho a estrear.

Mas para mim não dá. :mrgreen: Tem doca e eu não quero com doca. Demora muito a encher e o navio torna-se num alvo fácil. Mais vale um sem doca que fica mais barato.

Esses navios vão ser colocados à venda ou vão apenas passar à reserva?

Cumprimentos,
« Última modificação: Dezembro 28, 2019, 01:32:13 pm por Get_It »
:snip: :snip: :Tanque:
 

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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #289 em: Dezembro 28, 2019, 03:21:49 pm »
Será que estes navios aguentam o mar dos Açores?

https://www.defensenews.com/naval/2019/12/24/us-navy-proposes-decommissioning-first-4-lcs-more-than-a-decade-early/?fbclid=IwAR3nbPj5pcr9p7wt7CUjDyceIKGJ9tZsOpzHsUgiPUaySnKfBSXj0_VyRtw#.XgUk7zazL98.twitter

Esse artigo tem vários tipos de navios.

3 class Whidbey Island(LSD) - Não temos nenhum, e não sabemos quando o NRP Don Sebastião vais estar pronto. Mas o mais novo tem 31 anos.

2 Class Freedom - São uns Tejo gigantes e o Freedom em particular tem varias falhas de construção.

2 Class Independence - Só da problemas, mas é bem equipado para combate costeiro e tem um deck de voo extra grade. Pode operar o Merlin e pode ser útil em missões de proteção civil /desastre.

Os Freedom uns Tejo gigantes? Quem nos dera a nós ter os Tejo com um dos módulos com canhão de 30mm, quanto mais contabilizar a peça de 57, RAM, o radar 3D, convés de voo + hangar e o espaço para outros armamentos e ainda a "doca" para lanchas de abordagem.  ::)

Pessoalmente, para navios deste tipo, preferia as Visby, mas como isso nunca aconteceria, nem as trago para o assunto. Reduzindo aos LCS, pelo design prefiro também os Independence, resta a duvida das suas capacidades oceânicas. De resto, gerindo bem a coisa, e se eles os pusessem à venda, e tendo os problemas resolvidos, não seria uma excelente aquisição, reduzindo-se a classe de NPOs a 6 navios, as fragatas para 4 DZP, e complementando ambas as classes, com 2 LCS Independence?

Quanto ao LSD, aposto que ficava mais caro adquirir, manter e operar um desses LSD, do que simplesmente comprar um Makassar novo, que certamente precisará de menos tripulação e durará muito mais anos. A capacidade "expedicionária" da Marinha com um Makassar, mais um Maud, mais dois LCS Independence, seria extraordinária.
 

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Stalker79

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #290 em: Dezembro 28, 2019, 03:44:36 pm »
Os independence tinham um problema a nivel da carga de trabalho da tripulação é certo. Mas isso seria na marinha dos estado unidos, aqui é mais um dia como os outros.
Pois os portugueses já estão habituados a cargas de trabalho fora de horas. Se fosse trabalhar pouco é que era estranho.
O mais grave problema nos Independence era a corrosão galvanica, mas a Austal garantiu que estavam já revistos novos procedimentos e tratamentos anti corrosão para a construção do USS Coronado.
 :-P
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #291 em: Dezembro 28, 2019, 04:43:39 pm »
Será que estes navios aguentam o mar dos Açores?

https://www.defensenews.com/naval/2019/12/24/us-navy-proposes-decommissioning-first-4-lcs-more-than-a-decade-early/?fbclid=IwAR3nbPj5pcr9p7wt7CUjDyceIKGJ9tZsOpzHsUgiPUaySnKfBSXj0_VyRtw#.XgUk7zazL98.twitter

Esse artigo tem vários tipos de navios.

3 class Whidbey Island(LSD) - Não temos nenhum, e não sabemos quando o NRP Don Sebastião vais estar pronto. Mas o mais novo tem 31 anos.

2 Class Freedom - São uns Tejo gigantes e o Freedom em particular tem varias falhas de construção.

2 Class Independence - Só da problemas, mas é bem equipado para combate costeiro e tem um deck de voo extra grade. Pode operar o Merlin e pode ser útil em missões de proteção civil /desastre.

Os Freedom uns Tejo gigantes? Quem nos dera a nós ter os Tejo com um dos módulos com canhão de 30mm, quanto mais contabilizar a peça de 57, RAM, o radar 3D, convés de voo + hangar e o espaço para outros armamentos e ainda a "doca" para lanchas de abordagem.  ::)

Pessoalmente, para navios deste tipo, preferia as Visby, mas como isso nunca aconteceria, nem as trago para o assunto. Reduzindo aos LCS, pelo design prefiro também os Independence, resta a duvida das suas capacidades oceânicas. De resto, gerindo bem a coisa, e se eles os pusessem à venda, e tendo os problemas resolvidos, não seria uma excelente aquisição, reduzindo-se a classe de NPOs a 6 navios, as fragatas para 4 DZP, e complementando ambas as classes, com 2 LCS Independence?

Quanto ao LSD, aposto que ficava mais caro adquirir, manter e operar um desses LSD, do que simplesmente comprar um Makassar novo, que certamente precisará de menos tripulação e durará muito mais anos. A capacidade "expedicionária" da Marinha com um Makassar, mais um Maud, mais dois LCS Independence, seria extraordinária.

o Tejo quando ainda era Flyvefisken-class estava equipado com OTO Melara 76 mm e tinha kit´s de missão que incluía Harpon e Sea Sparow e torpedos MU90. Se agora a Marinha acha que uma .50 já chega é outra historia.

Tal como os Tejo as Freedom são navios de patrulha costeira não são OPV.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #292 em: Dezembro 28, 2019, 10:18:26 pm »
Os independence tinham um problema a nivel da carga de trabalho da tripulação é certo. Mas isso seria na marinha dos estado unidos, aqui é mais um dia como os outros.
Pois os portugueses já estão habituados a cargas de trabalho fora de horas. Se fosse trabalhar pouco é que era estranho.
O mais grave problema nos Independence era a corrosão galvanica, mas a Austal garantiu que estavam já revistos novos procedimentos e tratamentos anti corrosão para a construção do USS Coronado.
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #293 em: Dezembro 28, 2019, 11:25:10 pm »
o Tejo quando ainda era Flyvefisken-class estava equipado com OTO Melara 76 mm e tinha kit´s de missão que incluía Harpon e Sea Sparow e torpedos MU90. Se agora a Marinha acha que uma .50 já chega é outra historia.

Tal como os Tejo as Freedom são navios de patrulha costeira não são OPV.

Então a comparação nesse caso é feita com a classe original, e não a versão low-cost portuguesa. Mesmo assim as Flyvefisken aproximam-se mais de Missile Boats do que de navios patrulha.  Aliás, muito do seu equipamento coincide com o dos Missile Boat turcos, japoneses, alemães, entre outros. E nesta categoria, gosto dos Skjold noruegueses.  :mrgreen: As Flyvefisken foram feitas para fazer face à ameaça da frota soviética, já os LCS são feitos para combater a ameaça assimétrica em zonas costeiras.

Mas se o argumento for o armamento, as BD são as Flyvefisken em ponto gigante, já que partilha de todo o seu armamento, à excepção do Goalkeeper.  ::)

Ainda assim, qualquer coisa que flutue, com média de anos no casco reduzida, e com mais armamento que os NPO era excelente para a MP, esta é a realidade.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #294 em: Janeiro 10, 2020, 01:18:11 pm »
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #295 em: Janeiro 10, 2020, 01:31:28 pm »
As LFCs que iam substituir os Cacine antes de virem os Tejo? Não foram para a frente por causa dos cortes e da situação dos ENVC que, inclusive, adiaram a construção do segundo par de NPO por vários anos.

O projecto tinha potencial, e com a aquisição dos Tejo, daria tempo para amadurecer e modificar o projecto para as necessidades actuais e das próximas décadas. Podia-se inclusive ter adquirido variados módulos dos Flyvefisken para os Tejo, e construir as LFC com "estações" para estes mesmos módulos.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #296 em: Janeiro 10, 2020, 01:45:02 pm »
As LFCs que iam substituir os Cacine antes de virem os Tejo? Não foram para a frente por causa dos cortes e da situação dos ENVC que, inclusive, adiaram a construção do segundo par de NPO por vários anos.

O projecto tinha potencial, e com a aquisição dos Tejo, daria tempo para amadurecer e modificar o projecto para as necessidades actuais e das próximas décadas. Podia-se inclusive ter adquirido variados módulos dos Flyvefisken para os Tejo, e construir as LFC com "estações" para estes mesmos módulos.

Pois, essas

E o AA também tinha um projeto
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #297 em: Janeiro 10, 2020, 07:33:10 pm »
As LFCs que iam substituir os Cacine antes de virem os Tejo? Não foram para a frente por causa dos cortes e da situação dos ENVC que, inclusive, adiaram a construção do segundo par de NPO por vários anos.

O projecto tinha potencial, e com a aquisição dos Tejo, daria tempo para amadurecer e modificar o projecto para as necessidades actuais e das próximas décadas. Podia-se inclusive ter adquirido variados módulos dos Flyvefisken para os Tejo, e construir as LFC com "estações" para estes mesmos módulos.

essa decisão teria sido a ideal, e poderiamos aproveitar ao máximo os módulos dos Tejo, para as futuras construções das LFC, e inclusive caso fossem ainda actuais em termos de sensores/armamento até para as futuras fragatas, se estas possuíssem estações para os receber, vejam o que acontece na Dinamarca.

Abraços
 

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dc

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #298 em: Janeiro 17, 2020, 06:01:56 pm »
Já foram dar uma vista de olhos ao site da Damen? Eles sozinhos com os seus produtos já resolviam os problemas todos da Marinha Portuguesa, e quando digo todos, são mesmo todos (tirando talvez os draga-minas, lacunas nos Fuzileiros e esquadrilha de helicópteros da Marinha).

LPD? Têm 8 variantes do Enforcer, que variam entre os 176 e os 121 metros.
Navios de desembarque? Check, vão desde os 40 metros aos 120, os maiores incluindo lanchas de desembarque.
Lanchas de desembarque? Check também, 1 modelo para pessoal e outro capaz de desembarcar veículos.
AOR? Quantos querem? Quatro modelos entre as 16 mil e as 40 mil toneladas, alguns dos modelos incluem também capacidade de largar lanchas de desembarque.
Fast Attack Craft? Têm um modelo baseado nas Sigma um pouco mais pequeno que os NPO, mas muito mais bem equipado para cenários de baixa/média intensidade.
Fragatas ligeiras e Corvetas? É só escolher.
Fragatas de grande deslocamento? Certamente farão parte do projecto das novas M e construíram as DZP que serão opção futura para substituir as nossas fragatas.
Navios multi-role? Desde o JSS (junção de LPD+AOR) e a série Crossover 131/139 (LPD + Fragata).

Escolha não falta, e deixávamos de discutir o "Zero Naval" que dá nome a este tópico. Vejam, e reparem que vários destes navios podiam muito bem ser construídos cá.
 

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Re: A Marinha Portuguesa e o Zero Naval !
« Responder #299 em: Janeiro 17, 2020, 06:42:21 pm »
Já foram dar uma vista de olhos ao site da Damen? Eles sozinhos com os seus produtos já resolviam os problemas todos da Marinha Portuguesa, e quando digo todos, são mesmo todos (tirando talvez os draga-minas, lacunas nos Fuzileiros e esquadrilha de helicópteros da Marinha).

LPD? Têm 8 variantes do Enforcer, que variam entre os 176 e os 121 metros.
Navios de desembarque? Check, vão desde os 40 metros aos 120, os maiores incluindo lanchas de desembarque.
Lanchas de desembarque? Check também, 1 modelo para pessoal e outro capaz de desembarcar veículos.
AOR? Quantos querem? Quatro modelos entre as 16 mil e as 40 mil toneladas, alguns dos modelos incluem também capacidade de largar lanchas de desembarque.
Fast Attack Craft? Têm um modelo baseado nas Sigma um pouco mais pequeno que os NPO, mas muito mais bem equipado para cenários de baixa/média intensidade.
Fragatas ligeiras e Corvetas? É só escolher.
Fragatas de grande deslocamento? Certamente farão parte do projecto das novas M e construíram as DZP que serão opção futura para substituir as nossas fragatas.
Navios multi-role? Desde o JSS (junção de LPD+AOR) e a série Crossover 131/139 (LPD + Fragata).

Escolha não falta, e deixávamos de discutir o "Zero Naval" que dá nome a este tópico. Vejam, e reparem que vários destes navios podiam muito bem ser construídos cá.

Pois podiam ser cá construídos, mas o Novo banco tem enorme primazia sobre os futuros, se é que os vai haver num futuro próximo, navios da Marinha !
De um orçamento de 800 milhões, para o dito banco, de um momento para o outro, vão arranjar mais 600 milhões para lá enterrar, e sem pestanejar !!

Abraços
 

 

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