Isso já foi abordado aqui, mas tal como as EPC é um projecto no papel. A dica que a MGP estava a analisar a MEKO 200 tem o seu mérito por ser uma fragata pronta a ser adquirida, e é mais capaz.
Com a encomenda das 3 FREMM a receber até 2030, e o
MLU das VdG a avançar, haverá ainda necessidade e pressa em encomendar fragatas off-the-shelf tão depressa? Não se pode esperarar até 2029/30?
Só se for para aproveitar um SAFE 2.0 e fazer a compra em conjunto com a Alemanha? É de supor que uma eventual compra de A200 tivesse muitos elementos em comum com a FREMM, sensores, CMS, sonar?, armas em comum, etc. Na medida do possível...?
Quais elementos que poderiam ser
standardizados entre a as duas classes? Estou a imaginar que em termos de comunicações, Link‑11/16/22, radar de navegação, e peças de 76mm, RWS, torpedos.
Se Portugal adquirir as fragatas FREMM EVO e mais tarde as MEKO A-200:
O resultado seria a utilização de dois CMS, conjuntos de sensores, sistemas de propulsão e famílias de mísseis antiaéreos completamente diferentes.
As únicas semelhanças significativas seriam: torpedos MU90, canhão 127/64 LW ?, mísseis Exocet, Teseo ou NSM, canhão 76/62 STRALES, sistemas de comunicação NATO, RWS comuns.
Todos os outros componentes seriam diferentes?
É exatamente por isso que acho que seria um erro. Numa marinha que terá apenas 6 fragatas (com sorte) ter duas classes tão divergentes é um erro, sai caro e é ineficiente. No mínimo, havendo duas classes, deveriam compartilhar muito mais componentes.