Na edição de hoje do DN.
Atrair jovens para as Forças Armadas: o que se faz lá fora e o que falta testar em Portugal
Por cá nem sequer se tentou esta solução, que é fácil de implementar.
Japanese citizens between 18 and 32 years old to enlist, with the upper age limit raised in 2018 to combat a shrinking pool of applicants.
Entre esta, e algo parecido ao que os holandeses fazem, com abertura a candidatos de determinadas especialidades com uma margem de idades maior.
Continuo a achar absurda a limitação das idades para determinadas funções. Um mecânico de Pandur não precisa de ter 20 anos. Um mecânico de 40 anos experiente pode ser mais útil do que um jovem de 18 que terá que aprender tudo do zero.
Ainda por cima nós temos muita falta de pessoal nestas especialidades de "apoio". Basta ver a falta de pessoal de terra na FAP.
Antes isto do que saltar logo para SMOs, que em tempo de paz saem caro, e a produtividade para combate é mínima.
Depois acharia interessante a ideia de uma Legião Estrangeira, como parapte da BRR/Brigada Ligeira, definindo uma dimensão específica para esta força, e elaborando os critérios que se pretendem para ingresso. Não resolvia tudo, nem era suposto, mas oferecia um reforço de pessoal adicional a somar a outras medidas.