REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS

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tenente

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #975 em: Fevereiro 19, 2021, 11:51:06 pm »
O de Beja pode ser importante do ponto de vista geográfico, senão abaixo de Santa Margarida não há mais nenhum Regimento "quartel" com capacidade de receber uma unidade escalão Batalhão, nem que seja temporário. E com as migrações vindas de África para norte, pode ser umas instalações a manter minimamente capazes.

Por aí se pode ver como é a distribuição das unidades no território Nacional !
No Algarve ainda tínhamos o destacamento em Tavira e o RIF, com um BatInf a duas CAts, agora beja tem um efectivo de uma CAt a dois pelotões mas é comandado por um Coronel !!!!
Uma ideia para um futuro muito próximo, porque raio não desloca, para a BA11 a BRR ?
O comando dessa brigada e pelo menos um BiPara, senão todo o efectivo paraquedista actualmente existente, poderia ser instalado naquela Base.
Se é nesta Base que vão ser baseados os 390 e muito provavelmente os 295, seria o local indicado para ali estarem parte do efectivo dessa GU do Exercito, que necessita desses meios aéreos para a sua instrução e treino.
O ERec Orgânico desta brigada está em Estremoz, o Bat Cmds, e a BAA estão em Lisboa, a única unidade que está mais longe é o GAC que está em Leiria, o que poderia ser solucionado trocando com Vendas Novas, não menciono os Ranger, porque estão em todo o lado.....

Abraços
« Última modificação: Fevereiro 20, 2021, 12:00:51 am por tenente »
 

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PereiraMarques

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #976 em: Fevereiro 20, 2021, 12:12:52 pm »
Uma das soluções para os "regimentos-fantasma" pode passar por uma reforma "muito light", ou seja, fazer a "despromoção" dos mesmos para meros destacamentos do RAME, comandados por MAJ/TCOR.

Poupava-se um COR, um adjunto SMOR e uma praça condutor-auto por unidade  :N-icon-Axe: :mrgreen:
 

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HSMW

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #977 em: Fevereiro 20, 2021, 12:36:02 pm »
Não poupas o condutor porque o TCor continua a ser Cmdt e a ter direito a viatura de serviço.

A viatura é que pode não ser um VW Jetta.
http://www.youtube.com/profile_videos?user=HSMW

"Tudo pela Nação, nada contra a Nação."
 

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PereiraMarques

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Re: REFORMAR E MODERNIZAR AS FORÇAS ARMADAS
« Responder #978 em: Fevereiro 21, 2021, 09:05:58 pm »
Não diz nada em concreto, mas fica a referência...

Citar
------- Despacho do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, n.º 12/21 de 17 de fevereiro:
ALTERAÇÃO DA Legislação ESTRUTURANTE DAS Forças ARMADAS. CRIAÇÃO DE GRUPO DE TRABALHO.
O Programa do XXII Governo Constitucional estabeleceu como objetivo concluir a reforma do Sistema de Saúde Militar, tendo optado por centralizar a gestão da saúde militar
no Estado-Maior-General das Forças Armadas por forma a permitir uma utilização otimizada dos recursos humanos, materiais, financeiros e informacionais das Forças Armadas, bem como reorganizar definitivamente as Forças Armadas em função do produto operacional;
Considerando que decorrem atualmente no âmbito da Defesa Nacional os trabalhos de reestruturação e centralização, designadamente do Sistema de Saúde Militar e da capacidade de ciberdefesa, que implicam alterações significativas na legislação estruturante das Forças Armadas e que se prevê contemplarem igualmente o âmbito da Estrutura Superior da Defesa Nacional e das Forças Armadas;
Considerando o Plano de Desenvolvimento da Capacidade de Ciberdefesa, elaborado e aprovado em 2019, que preconiza uma profunda reestruturação do Centro de Ciberdefesa, na dependência do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas;
Considerando que foi aprovado recentemente o Paradigma Estrutural, contendo os princípios orientadores do desenvolvimento organizacional da Marinha;
Atendendo à necessidade de promover as adequadas alterações legislativas para acomodar as opções estratégicas tomadas e à complexidade e dimensão das tarefas que tem de ser concretizadas para materializar estas opções;
Considerando ainda que as alterações que se preconizam no âmbito da organização das Forças Armadas produzirão alterações em legislação e regulamentação estruturante a
jusante, nomeadamente na Lei Orgânica da Marinha;
Assim, ao abrigo da alínea a) do n.º 1 do artigo 17.º da Lei Orgânica de Bases da Organização das Forças Armadas (LOBOFA), aprovada pela Lei Orgânica n.º 1-A/2009, de 7 de julho, alterada e republicada pela Lei Orgânica n.º 6/2014, de 1 de setembro, determino:
1. É criado o Grupo de Trabalho para acompanhar o processo de alteração da legislação estruturante das Forças Armadas, abreviadamente designado por GT-ALEFA, com a finalidade de estudar, analisar e propor, conforme aplicável, as soluções organizativas
que melhor se ajustem aos objetivos estabelecidos;
2. O GT-ALEFA é presidido pelo Subchefe do Estado-Maior da Armada e integra os chefes das Divisões do Estado-Maior da Armada;
3. O GT-ALEFA pode agregar aos trabalhos outros elementos que se revelem necessários para os trabalhos em questão, nomeadamente, das Superintendências, do Comando Naval, do Instituto Hidrográfico ou de quaisquer outros organismos que se
identifiquem como adequados;
4. O GT-ALEFA pode, ainda, convidar para os seus trabalhos elementos da Direção-Geral da Autoridade Marítima, designadamente sempre que os mesmos tenham influência no modelo de disponibilização de recursos da Marinha à Autoridade Marítima Nacional, decorrente da al. g) do n.º 2 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 185/2014, de 29 de dezembro – Lei Orgânica da Marinha, e na coordenação de atividades entre ambas as estruturas, prevista no n.º 1 do artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 44/2002, de 2 de março;
5. O GT-ALEFA efetua, por intermédio do seu presidente, os contactos que se revelem necessários com os comandos, forças, unidades, serviços e outros organismos da Marinha, para a prossecução do objetivo definido em 1.;
6. Subsequentemente à colaboração nos trabalhos de desenvolvimento dos diversos diplomas estruturantes a montante, o GT-ALEFA propõe as alterações necessárias da legislação da Marinha;
7. Sem prejuízo do disposto em 3, o GT-ALEFA considera os estudos, sugestões ou propostas que sejam apresentadas e que se constituam como contributo válido para a elaboração do referido projeto de lei orgânica;
8. A extinção do GT-ALEFA ocorrerá na data da publicação da Lei Orgânica da Marinha.