Novo MDN

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Drecas

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Re: Novo MDN
« Responder #480 em: Abril 21, 2025, 11:30:04 am »
É MLU
 

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dc

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Re: Novo MDN
« Responder #481 em: Abril 21, 2025, 02:41:55 pm »
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Todos os investimentos na defesa têm hoje uma perspetiva, sempre que possível, de duplo uso.

Continua a treta do duplo uso. Neste momento a preocupação devia ser investir para dar às FA maior capacidade de combater, em vez de empatar aquisições por um critério inventado que não se vai aplicar a muitos dos sistemas que precisamos.

Citar
Os dez Super Tucanos que adquirimos por 200 milhões de euros, desse montante 70 milhões vão ser investidos em empresas portuguesas que vão fazer a conversão tecnológica do Tucano para o Super Tucano, que é a versão da NATO.

Deve haver lapso aqui, de Tucano para Super Tucano. Comprámos é Super Tucanos capados, que depois terão que ver instalados equipamentos NATO em Portugal.
Outro lapso... ou fuga para a verdade, é que originalmente eram 12 e agora fala em 10.

Citar
navio porta-drones Dom João...
, já há 14 países que o pretendem adquirir, e países de primeira linha da NATO.

Cheira-me a BS. 14 países é muita gente para estar interessada num projecto tão específico. Quanto muito existirão 14 paises à procura de porta-drones em geral, não do MPSS da Damen.

Citar
cada modernização de cada equipamento tem de assegurar retorno para a economia portuguesa.

Isto vai dar asneira. Vai haver casos em que compramos o meio que é pior tecnicamente, ou menos adequado às nossas necessidades, à pala de pseudo-contrapartidas. Vai haver casos em que um programa não avança porque não é realista haver reais retornos com determinados produtos.

Até que ponto iremos ver mais programas tipo ST, que assentam numa falácia de que vamos ter retorno através da exportação de um produto que não tem mercado.

Citar
Em relação à Força Aérea, há aeronaves que estão também já em fim de ciclo e que têm de ser substituídas. Um exemplo paradigmático são os F-16, mas há várias outras que têm que ser substituídas.

Vamos ver se não vai sair o tiro pela culatra à FAP, ao passar a ideia de que o F-16 está no fim de ciclo na esperança de conseguir financiamento para o salto geracional, e depois sai presenteada com um 4.5G que não quer e que nem faz sentido para médio/longo prazo.

Citar
Vamos querer reproduzir o modelo OGMA nos investimentos em indústrias, desde que as áreas sejam críticas e estratégicas. No que tem a ver com o Arsenal do Alfeite, o que tem que ser feito neste momento é assegurar que nós conseguimos os investimentos infraestruturais que permitam, para já na dimensão pública, o relançamento do arsenal para aquilo que são obrigações do século XXI.

Numa outra fase, porventura, pensar-se no que será o futuro do Arsenal do Alfeite, mas é uma fase que eu neste momento não considero.

Se havia um caso em que o "modelo OGMA" fazia sentido, era precisamente no Alfeite. O foco principal do AA é manutenção, tal como acontecia na OGMA, e fazia todo o sentido uma privatização parcial, para gerir melhor aquilo e ganhar capacidade de produção, e não apenas manutenção.

Estas afirmações do MDN, provavelmente indicam que futuras fragatas não serão construídas em Portugal, devido à lentidão de qualquer decisão referente ao AA, e ao facto da necessidade delas ser demasiado urgente para ficar à espera do estaleiro.

A oportunidade era agora, pegar num concurso de fragatas, e incluir modernização/privatização do AA no negócio, e construir os navios no estaleiro.
 
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nelson38899

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Re: Novo MDN
« Responder #482 em: Maio 20, 2025, 09:06:45 pm »
Parece que o ministro se mantêm!
"Que todo o mundo seja «Portugal», isto é, que no mundo toda a gente se comporte como têm comportado os portugueses na história"
Agostinho da Silva
 

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sivispacem

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Re: Novo MDN
« Responder #483 em: Maio 20, 2025, 09:43:18 pm »
Parece que o ministro se mantêm!

Náo será um pouco cedo para afirmar que Nuno Melo será o proxímo MD? O o processo de formação do novo governo ainda não teve início. Aguardemos serenamente...
« Última modificação: Maio 20, 2025, 11:35:30 pm por sivispacem »
Cumprimentos,
 
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Charlie Jaguar

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Re: Novo MDN
« Responder #484 em: Maio 21, 2025, 12:07:41 pm »
Ainda é cedo para afirmar isso com toda a certeza, porém não me admiraria nada se o Montenegro mantivesse nas mesmas pastas boa parte do elenco governativo anterior. A questão principal agora é saber, ou neste caso tentar adivinhar, quanto tempo ao certo durará o próximo executivo, isto porque se a CPI à Spinumviva for adiante o PM poderá ficar sem quaisquer condições de se manter à frente dum Governo. E eleições legislativas novamente só podem acontecer a partir de finais de Março do ano que vem, no melhor cenário.

As eleições de Domingo deixaram o panorama político ainda mais incerto, a não ser que o "não é não" do Montenegro se torne letra morta e aí poderá haver uma solução de governo até ver, quiçá mesmo até Outubro de 2029. No entanto tenho sérias dúvidas quanto a este último cenário de 4 anos e meio de governação sem soluços, tanto pelo ruído, movimentações e sede de poder do Chega, agora que passará a ser certamente a segunda força política, e pelo facto do Ministério Público querer continuar a andar a fazer política com um objetivo ainda desconhecido e algo obscuro.

E com isto tudo quem se lixa são os Portugueses, o país e, que é para o que aqui importa, as Forças Armadas. A altura que vivemos não se compadece com indefinições e mais perdas de tempo, e infelizmente por cá o futuro a curto/médio prazo poderá estar cheio disso mesmo, indefinição.
Saudações Aeronáuticas,
Charlie Jaguar

"(...) Que, havendo por verdade o que dizia,
DE NADA A FORTE GENTE SE TEMIA
"

Luís Vaz de Camões (Os Lusíadas, Canto I - Estrofe 97)
 
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Malagueta

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Re: Novo MDN
« Responder #485 em: Novembro 05, 2025, 04:40:15 pm »
https://www.dn.pt/pol%C3%ADtica/nuno-melo-insiste-que-portugal-vai-atingir-2-do-pib-em-defesa-perante-dvidas-de-chega-e-ps

Nuno Melo insiste que Portugal vai atingir 2% do PIB em Defesa perante dúvidas de Chega e PS
Ministro da Defesa remeteu para o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, esclarecimentos sobre particularidades "de consequência orçamental".

O ministro da Defesa Nacional insistiu esta quarta-feira (5 de novembro) que Portugal vai atingir os 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em despesas militares, apesar das dúvidas manifestadas por deputados do Chega e PS, que citaram o Conselho de Finanças Públicas.

Na discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2026, Nuno Melo começou por afirmar, na sua intervenção inicial, que Portugal "vai atingir os 2% do Produto Interno Bruto (PIB) já este ano, mobilizado através do Orçamento do Estado, do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) e do SAFE", programa europeu de empréstimos neste setor.

Momentos depois, Melo foi questionado pelo deputado do Chega Nuno Simões de Melo sobre as dúvidas manifestadas pelo Conselho de Finanças Públicas (CFP), que analisou a proposta orçamental e apontou que "a despesa pública prevista para a segurança e Defesa aparenta estar aquém do esforço assumido por Portugal no âmbito da cooperação europeia nesta matéria".

"Só lhe vou dizer que vamos atingir os 2% de investimento em Defesa", respondeu Nuno Melo, que realçou que esta área de soberania "esteve no topo da execução virtuosa dos recursos disponíveis".

"E em 2025 tivemos múltiplos reforços que permitiram que os investimentos fossem em linha com os compromissos do Governo, nomeadamente junto dos nossos aliados, e para concretização da nossa visão estratégica. Portanto, nós iremos atingir o investimento de 2% como planeado", insistiu.

Também o deputado do PS Luís Dias manifestou dúvidas sobre este objetivo traçado pelo Governo, acusando o executivo de apresentar uma proposta orçamental sem "prazos claros, metas concretas" e citou o CFP.

"Não é o PS que o diz. É uma entidade autónoma", realçou Luís Dias, que também fez referência a uma dotação de 1,2 mil milhões de euros inscrita no capítulo 60 do Orçamento que pode ser canalizada para despesas militares e que está sob o controlo do Ministério das Finanças.

"Realmente, o CDS-PP tem a trela muito curta neste governo da AD", acusou o socialista.

Na resposta, Nuno Melo acusou Luís Dias de estar "muito azedo" e de deselegância, rejeitando "lições de transparência".

"Eu falei de três fontes de financiamento: Orçamento do Estado, PRR, SAFE, falei de modernização de património, aquisição de equipamento. Com recurso a tudo isto, em linha com os alvos capacitários da NATO, tendo em conta a Lei de Programação Militar. Não podiam ser mais claras. O senhor deputado não as encontra, será problema do senhor deputado não meu", atirou o ministro.

Sobre a reserva de 1,2 mil milhões de euros, Nuno Melo rejeitou que esteja "escondida" e apontou que "é público" que essa verba será aplicada à Defesa Nacional.

O Orçamento para a Defesa no próximo ano poderá ser reforçada ao longo de 2026, como aconteceu este ano, salientou.

Também a deputada única do BE, Mariana Mortágua, questionou o governante sobre as dúvidas do CFP, salientando que esta entidade apontou que caso os 1,2 mil milhões sejam utilizados em despesa efetiva em Defesa, o excedente do Governo passará a um défice.

Apesar de Portugal ter ativado junto da União Europeia a cláusula de escape que faz com que as despesas militares não contem para o défice, Mortágua realçou que a Comissão Europeia obriga que essa despesa seja acomodada até 2028 e questionou como é que o Governo planeia fazê-lo.

Na resposta, Nuno Melo repetiu que a verba está destinada à Defesa e remeteu para o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, esclarecimentos sobre particularidades "de consequência orçamental".

Insistindo que Portugal vai atingir os 2%, Melo assegurou que tal será feito "sem pôr em causa, em nenhum momento, o Estado social" e "reforçando a economia".

Durante a audição, Melo adiantou que a “aquisição de fragatas é cada vez mais uma fortíssima possibilidade necessária, tendo em conta aquilo que são os alvos capacitários da NATO”, realçando que muitos equipamentos estão previstos na Lei de Programação Militar (LPM), que será revista no próximo ano.

Sobre a substituição dos F-16, o ministro disse apenas que “num tempo oportuno” o executivo pensará “com racionalidade” sobre o assunto, numa altura em que empresas como a Airbus ou a Lockheed Martin se posicionam no mercado.

Sobre o Arsenal do Alfeite, em resposta ao deputado do PCP Alfredo Maia, Nuno Melo prometeu “medidas muito significativas” para breve e afirmou que a intenção do executivo é salvar os estaleiros.

Quanto aos antigos combatentes, Melo adiantou que já foram emitidos 429 mil cartões e salientou que, a partir do próximo ano, a comparticipação de medicamentos será de 100%.

O governante entrou ainda num pequeno despique com a bancada do Livre, criticando Rui Tavares por não estar presente na audição depois de ter pedido a sua demissão sobre a polémica da passagem de aeronaves F-35 vindas dos EUA para Israel, passando pela Base das Lajes, nos Açores.
 

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Re: Novo MDN
« Responder #486 em: Novembro 06, 2025, 07:11:18 am »
Conversa conversa conversa

Coisas concretas é que nada
"[Os portugueses são]um povo tão dócil e tão bem amestrado que até merecia estar no Jardim Zoológico"
-Dom Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas
 
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Malagueta

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Re: Novo MDN
« Responder #487 em: Hoje às 02:25:50 pm »
 

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EdWeise

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Re: Novo MDN
« Responder #488 em: Hoje às 07:00:30 pm »
Boas tarde

Alguém consegue ter acesso a esta noticia ?
  https://www.dn.pt/atualidade/uma-moeda-de-cames-novos-navios-e-o-kc-390-a-viagem-estratgica-de-nuno-melo

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, visita Istambul e Varsóvia entre 27 e 30 de janeiro, numa deslocação centrada no reequipamento das Forças Armadas, na Indústria de Defesa e na criação de sinergias estratégicas internacionais.

A viagem será realizada a bordo de um KC-390 da Força Aérea Portuguesa, aeronave que se tornou um dos principais ativos operacionais, industriais e diplomáticos do país.

Na Turquia, o momento central será a cerimónia de assentamento da quilha do NRP Luís de Camões, o primeiro de dois navios reabastecedores da futura Classe Luís de Camões, em construção nos estaleiros ADA, em Tuzla.

Para o ritual, o ministro leva consigo uma moeda com a efígie de Camões, que será cunhada na quilha do navio, numa tradição dos estaleiros associada à boa sorte e à proteção do navio e da sua guarnição.
Moeda de 1000 escudos, de 1980, do IV centenário da morte de Camões, que vai ser cunhada no casco do navio.
Moeda de 1000 escudos, de 1980, do IV centenário da morte de Camões, que vai ser cunhada no casco do navio.DR

O NRP Luís de Camões marcará o regresso de uma capacidade crítica perdida pela Armada Portuguesa há cinco anos, desde o abate do NRP Bérrio, em 2020.

Sem esta classe de navios, a esquadra vê reduzida a sua autonomia operacional, a capacidade de reabastecimento no mar e o apoio sustentado a missões nacionais e aliadas.

Os novos navios terão como missão, precisamente, aumentar a capacidade da esquadra e garantir apoio logístico sustentado em operações militares e missões de interesse público.

Cada navio, com 137 metros de comprimento, poderá embarcar cerca de 4000 metros cúbicos de combustível funcionando como um verdadeiro multiplicador de força, ao permitir operações prolongadas em alto-mar sem necessidade de regresso a porto.

Poderão transportar e reabastecer no mar combustível para navios e aeronaves, água potável, carga sólida geral e munições, além de disponibilizarem apoio logístico diversificado e funções hospitalares reforçadas em cenários de emergência e catástrofe.

A guarnição será composta por 50 militares, com alojamento adicional para mais 50 elementos e capacidade temporária para mais de 100 pessoas, garantindo flexibilidade para diferentes perfis de missão.

O contrato, avaliado em cerca de 100 milhões de euros, foi ganho pelos estaleiros ADA, único concorrente no concurso internacional, e constitui a primeira construção deste estaleiro para um país da NATO. A entrega do NRP Luís de Camões está prevista para abril de 2028, seguindo-se o NRP D. Dinis em dezembro do mesmo ano.

A agenda em Istambul inclui ainda reuniões com empresas turcas do setor da Defesa e um encontro com o secretário-Geral das Indústrias de Defesa da Turquia, Haluk Görgün, sinalizando a aposta na diplomacia industrial.

Já em Varsóvia, Nuno Melo reúne-se com o ministro da Defesa da Polónia, Władysław Kosiniak-Kamysz, com vista à criação de sinergias bilaterais. Em pano de fundo está o potencial interesse polaco no KC-390 - na sua “versão portuguesa”, aeronave de transporte militar desenvolvida pela Embraer e cada vez mais adotada por países europeus.

O KC-390 é a mais recente aquisição da Força Aérea Portuguesa (FAP), é uma “plataforma multifacetada, apta para operações táticas e logísticas, reabastecimento em voo, combate a incêndios florestais, busca e salvamento, evacuações médicas e missões humanitárias”, explica a FAP.

Trata-se de um avião bimotor, com capacidade para até 74 macas ou 80 passageiros, alcance intercontinental, elevada capacidade de carga e configuração facilmente reconfigurável para diferentes cenários operacionais.

Embora fabricado pela brasileira Embraer, o KC-390 integra uma versão com contributo português determinante, incluindo engenharia da Força Aérea Portuguesa para certificação NATO, sistemas de comunicações, integração operacional e produção industrial em Portugal - com fuselagem em Alverca e componentes estruturais na região de Beja. Esta adaptação aos padrões aliados tornou a aeronave especialmente atrativa para países europeus.

Portugal foi o primeiro país europeu e membro da NATO a integrar o programa KC-390, assegurando retorno económico direto. Nuno Melo sublinhou publicamente que “cada aeronave vendida significa 10 milhões de lucro para o Estado português por causa desta parceria, por causa do trabalho em engenharia e conceção também da Força Aérea Portuguesa, e por causa desta certificação que tem a ver com a NATO”.

Noutra ocasião, afirmou ainda que “Portugal é parte da construção do KC-390 e é também beneficiário do lucro, o que mostra que é uma parceria muito boa, muito vantajosa e está demonstrado que esta aeronave cada vez mais é solicitada e querida por muitos países aliados”.

Até ao momento, há 48 aeronaves contratualizadas ou cuja contratualização está politicamente decidida, como é o caso da Eslováquia. Entre os países com o KC-390 “made in Portugal” está o Brasil e a Húngria, além do nosso país, onde já voam seis. Há também contratos assinados com os Países Baixos, Áustria, República Checa, Coreia do Sul e Suécia.

A deslocação de Nuno Melo ocorre num contexto de reforço acelerado das capacidades europeias de Defesa, impulsionado pelo programa SAFE (Security Action for Europe), que prevê financiamento conjunto para áreas críticas como logística, mobilidade militar, aviação e plataformas estratégicas.

Portugal já apresentou um plano nacional preliminar para acesso a este financiamento, estimando-se que possa mobilizar cerca de 5,8 mil milhões de euros para modernizar as Forças Armadas até 2030.

Neste enquadramento, a deslocação à Turquia e à Polónia ganha uma dimensão adicional: mais do que uma visita diplomática, insere-se numa estratégia de posicionar Portugal no novo ciclo europeu de investimento em Defesa, articulando reequipamento militar, cooperação internacional, financiamento europeu e retorno industrial nacional.
 
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Duarte

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Re: Novo MDN
« Responder #489 em: Hoje às 08:00:39 pm »
A moeda é esta:

слава Україна!
“Putin’s failing Ukraine invasion proves Russia is no superpower".
"Every country has its own Mafia. In Russia the Mafia has its own country."
"Even the dumbest among us can see the writing on the wall for Putin"