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Geopolítica-Geoestratégia-Política de Defesa => Portugal => Tópico iniciado por: typhonman em Junho 05, 2011, 11:49:18 pm

Título: Novo MDN
Enviado por: typhonman em Junho 05, 2011, 11:49:18 pm
Quem será o novo Mdn ? Será PSD ou CDS ? Questão interessante..
Título: Re: Novo Mdn
Enviado por: Lusitanian em Junho 06, 2011, 12:47:13 am
Desculpa a minha ignorancia mas...o que é Mdn?
Título: Re: Novo Mdn
Enviado por: Get_It em Junho 06, 2011, 01:57:12 am
Está-se a referir ao ministro do Ministério da Defesa Nacional.

Aposto uns euritos em como vai ser um doutor, independentemente de qual partido ou planeta for.

Cumprimentos,
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Junho 06, 2011, 03:51:30 pm
Paulo Portas
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 06, 2011, 04:56:34 pm
Putativos candidatos a ministros:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic ... vo-governo (http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/legislativas-2011/ministros-a-caminho-do-novo-governo)

Para a Defesa surge o nome de Aguiar Branco.

E até aposto que o seu Secretário de Estado será o Diogo Feio do CDS...o Diogo Feio já é funcionário do Aguiar Branco no seu escritório de advogados...é só manter a coisa  :mrgreen:

Outros nomes, mas Aguiar Branco continua na Defesa:
http://www.ionline.pt/mobile/128646-con ... sos-coelho (http://www.ionline.pt/mobile/128646-conheca-as-apostas-as-pastas-do-futuro-governo-passos-coelho)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Junho 06, 2011, 05:37:26 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Putativos candidatos a ministros:
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic ... vo-governo (http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/legislativas-2011/ministros-a-caminho-do-novo-governo)

Para a Defesa surge o nome de Aguiar Branco.

E até aposto que o seu Secretário de Estado será o Diogo Feio do CDS...o Diogo Feio já é funcionário do Aguiar Branco no seu escritório de advogados...é só manter a coisa  :N-icon-Axe:  :N-icon-Axe: .
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: sergio21699 em Junho 06, 2011, 09:42:02 pm
Citação de: "nelson38899"

Os nome apontados, percebem tanto de defesa como eu de calceteiro marítimo :N-icon-Axe: .
Não estamos já habituados a isso?  :N-icon-Axe:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Desertas em Junho 06, 2011, 10:01:04 pm
Citação de: "nelson38899"

Os nome apontados, percebem tanto de defesa como eu de calceteiro marítimo :N-icon-Axe: .

Na minha singela opinião , o mais importante é que quem for para MDN rodeie-se de pessoas que percebam do assunto , que trabalhem para a operacionalidade e modernização das nossas Forças Armadas .O Sr. futuro  MDN deverá ouvir essas pessoas , deixar a guerra das capelinhas , e procurar o melhor para as nossas Forças Armadas.
Isto é só a minha modesta opinião .

Um Abraço
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: sergio21699 em Junho 06, 2011, 10:42:09 pm
Citação de: "Desertas"
Citação de: "nelson38899"

Os nome apontados, percebem tanto de defesa como eu de calceteiro marítimo :N-icon-Axe: .

Na minha singela opinião , o mais importante é que quem for para MDN rodeie-se de pessoas que percebam do assunto , que trabalhem para a operacionalidade e modernização das nossas Forças Armadas .O Sr. futuro  MDN deverá ouvir essas pessoas , deixar a guerra das capelinhas , e procurar o melhor para as nossas Forças Armadas.
Isto é só a minha modesta opinião .

Um Abraço
Pois, mas a mim faz-me confusão um MDN que nem as patentes sabe  :?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: chaimites em Junho 17, 2011, 08:18:17 pm
Citar
Aguiar Branco, o advogado na pasta da Defesa
Miguel Costa Nunes  
17/06/11 19:15

   
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.O ex-ministro da Justiça de Santana Lopes vai liderar a reforma na área militar.

José Pedro Aguiar-Branco tem 54 anos e é advogado e político: agora ministro da Defesa, em substituição de Augusto Santos Silva. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra, em 1980, e foi admitido na Ordem dos Advogados em 1982. Em 2003 fundou a sociedade de advogados, José Pedro Aguiar-Branco & Associados, com sede no Porto.

O ex-ministro da Justiça no XVI Governo Constitucional, liderado por Santana Lopes (2004-2005), foi também presidente da Assembleia Municipal do Porto (2005-2009). E em 2010 foi candidato derrotado a presidente da Comissão Política Nacional do PSD, contra Paulo Rangel e Pedro Passos Coelho. Com uma longa carreira partidária no PSD, foi membro do Conselho Nacional da JSD entre 1977 e 1984, e membro do Conselho de Jurisdição (1976 e 1995-1997), do Conselho Nacional (1982-1984 e 1988-1990) e da Comissão Política (1996-1998 e 2007-2010).



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Mas ele entende alguma coia do assunto?
estamos bem tramados...................
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Leonidas em Junho 18, 2011, 12:19:15 am
Saudações guerreiras

Caríssimos, venho-vos comunicar a frase do ano – no que toca á defesa -  dita por uma das personalidades públicas que mais respeito neste país. Não exatamente como ele o disse, mas muito aproximadamente:

“ ... sem Força Aérea, Marinha e Exército não há qualquer política no ministério dos negócios estrangeiros.“

Autor: Medina Carreira

Devo também acrescentar algo que talvez vos possa ter passado despercebido. Talvez seja errado afirmar que uma boa parte daqueles senhores que são chamados para entrevistas nas áreas económicas achem que o investimento na defesa – e estou a referir-me mesmo em particular á aquisição de material tão necessário para as forças armadas de Portugal – é um desperdício.

Já apanhei inclusivé gestores a referirem-se á área da defesa com um nível de positividade, aceitação e compreensão que muito me surpreendeu. São breves trechos de entrevistas/debates que por algum motivo se aflorou a necessidade da defesa do interesse do pais através da ação direta das FA e também a sua eficácia através daquilo que dispõe e do que deveria dispor.

Era uma percepção que a mim me era completamente alheia até há bem pouco tempo. Ainda bem que se vai conhecendo um pouco mais aquilo que as personalidades, mais conhecidas ou não tão conhecidas, acham verdadeiramente sobre a matéria sem qualquer tipo de demagogia e preconceito sobre a afirmação de Portugal no mundo. Não são nenhuns mentecapos, não senhor.

Exmo. Sr. Dr. Medina Carreira, quero mais do mesmo de si: a verdade. Doa a quem doer. E acho muito bem que comece a doer a quem se prepara para ter em mãos os destinos do pais, pois a defesa deve ser sempre uma prioridade em todos os domínios. É isso que todos os governantes inteligentes devem fazer.

Agora fazendo uma interpretação muito pessoal sobre a citação acima referida e a outra que a antecedeu sobre o novo ministro dos negócios estrangeiros.
Isto quer dizer que Paulo Portas não faz falta nenhuma, pois como não temos aquilo que é necessário para sermos eficazes, é preferível não termos mne (com ele).  

HHHAAAAAAAAAAAAAA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA

 :twisted:  

Comprimentos

PS: entrevista dada na RTPN no programa «Noite Informativa» ás 21:00.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alfa Portugal em Junho 19, 2011, 01:08:38 am
Boa noite.
Pode ser que me engane, mas sem querer ser injusto este Aguiar Branco parece-me um flop monumental.
No mínimo ele cumpriu o SMO?
Ou foi daqueles que se baldou por ser filho de gente fina?
Em relação a esta frase do Medina Carreira, nas linha do que já estamos habituados a ouvir deste homem sábio que nos anda a abrir os olhos há anos.
Abraço.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 19, 2011, 03:35:51 pm
Citação de: "Alfa Portugal"
No mínimo ele cumpriu o SMO?
Ou foi daqueles que se baldou por ser filho de gente fina?

E isso interessa para quê? O Paulo Portas também não cumpriu...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 20, 2011, 03:26:06 pm
Citar
Aguiar Branco enfrenta fortes restrições na Defesa Nacional

17 de Junho, 2011

O ministro da Defesa Nacional do XIX Governo Constitucional, Aguiar Branco, vai ter de aplicar as medidas acordadas com a ‘troika’, que restringem ainda mais as admissões de pessoal e reduzem as verbas para a Assistência na Doença aos Militares (ADM).

Na próxima legislatura, o novo responsável pela pasta da Defesa vai ainda ter de tomar decisões a breve prazo sobre o futuro Hospital das Forças Armadas (HFA), publicando através de decreto-lei o programa funcional daquele organismo, e de levar a cabo a revisão da Lei de Programação Militar (LPM), que se arrasta desde 2009.

No que diz respeito ao futuro HFA, o novo governante terá de gerir o conflito existente entre os três ramos das Forças Armadas, que têm visões dissonantes quanto ao modelo e à dimensão deste novo organismo.

Entre as propostas do PSD para a Defesa, estão por exemplo a integração da Protecção Civil no ministério da Defesa e a centralização da compra de equipamento para as Forças Armadas e GNR.

Com o memorando de entendimento assinado com a ‘troika’, as restrições nas admissões de efectivos nos três ramos das Forças Armadas devem acentuar-se (para este ano, o anterior executivo já tinha aprovado uma redução de 3000 efectivos), à imagem do que sucede em toda a administração pública.

Neste documento, está também previsto uma redução de 30 por cento em 2012 e de 20 por cento adicionais em 2013 na ADM (subsistema de saúde dos militares).

“Seguir-se-ão reduções adicionais a taxas semelhantes nos anos subsequentes, com vista a que os sistemas se financiem por si próprios até 2016. Os custos orçamentais destes sistemas serão reduzidos através do decréscimo das contribuições da entidade empregadora e pelo ajustamento do âmbito dos benefícios de saúde”, refere o memorando.

À semelhança de todo o sector público, os salários estarão congelados, em termos nominais, em 2012 e 2013, e as promoções limitadas.

Os programas de reequipamento militar e modernização ainda não iniciados estão actualmente “congelados” e a LPM previa já um corte de 40 por cento nas verbas para 2011.

A aplicação prática das decisões tomadas recentemente sobre a nova estrutura de comandos da NATO será outro processo que deve implicar a tomada de decisões no futuro próximo.

Portugal acolherá uma força naval da Aliança Atlântica - comandada pelos Estados Unidos - em Oeiras e uma Escola de Sistemas de Comunicação e Informações da organização que está em Itália e cuja localização em território nacional é desconhecida.

Lusa/SOL

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Inte ... t_id=21978 (http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=21978)


Citar
Defesa Nacional: Aguiar-Branco
Carácter firme pode facilitar aplicação de medidas difíceis

Seis anos após ter sido ministro da Justiça, José Pedro Aguiar-Branco regressa ao Governo. Natural do Porto, onde nasceu em 18 de Julho de 1957, assume a difícil pasta da defesa aos 54 anos. É advogado. Tem uma longa ligação ao PSD. E colecciona Ferraris em miniatura.

POSITIVO

Quando foi ministro da Justiça, em 2004/05, deixou imagem de competência, credibilidade e discrição

Capacidade de trabalho e de decisão associadas a um carácter vincado pela firmeza podem fazer a diferença no cargo

NEGATIVO

Os assuntos da Defesa são matérias pouco conhecidas do novo ministro. E isso pode ser uma desvantagem

A falta de ligação ao meio militar poderá implicar dificuldades na comunicação com as chefias das Forças Armadas

CORTE NA DESPESA É O MAIOR DESAFIO

Aguiar-Branco tem pela frente uma tarefa de gigante no Ministério da Defesa. Sendo os militares particularmente sensíveis aos cortes na despesa, o novo ministro terá de reduzir os gastos e também o número efectivo de militares.

O principal desafio do novo ministro da Defesa passa, por isso, por convencer as chefias militares da necessidade do cumprimento dos cortes impostos pela troika. E terá ainda de prestar atenção a um eventual descontentamento nos quartéis, em resultado das consequências da crise.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic ... iar-branco (http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/defesa-nacional-aguiar-branco)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alfa Portugal em Junho 22, 2011, 09:21:00 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Citação de: "Alfa Portugal"
No mínimo ele cumpriu o SMO?
Ou foi daqueles que se baldou por ser filho de gente fina?

E isso interessa para quê? O Paulo Portas também não cumpriu...

Boa noite.
Não deixa de ter razão, e o Paulo Portas é considerado por muitos como o mlehor ministros da defesa do pós 25 de Abril, pelo menos não esteve com meias medidas, foi chegar, ver e comprar, e não fosse ele ainda hoje não tinhamos submarinos, e já nem falo nas Pandur's ou nos Merlin, centremos-nos só nos submarinos.
Mas este Aguiar Branco vai ter que provar o que vá-le, para mim desde que o ouvi com aquela ideia peregrinda de fundir a GNR e PSP que foquei de pé atrás com este tipo.
Abraço.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 27, 2011, 05:43:09 pm
Secretário de Estado da Defesa, Paulo Braga Lino, um tipo vindo do Departamento Financeiro do Metro do Porto (https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.forumdefesa.com%2Fforum%2Fimages%2Fsmilies%2Fanim_rofl2.gif&hash=bfb63a3406a1af503e289cc65d2abffd)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 27, 2011, 08:39:57 pm
Citar
Paulo Braga Lino, novo secretário de Estado da Defesa, era, até agora, director Administrativo e Financeiro da Metro do Porto e director da empresa Felino, uma empresa de fundição e construções mecânicas do Norte do país.

Foi ainda director-geral da Fundação para o Desenvolvimento da Zona Histórica do Porto, membro da Comissão Instaladora da Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto e controller da Metro do Porto.

O secretário de Estado do ministro da defesa José Pedro Aguiar-Branco é também técnico oficial de contas, inscrito na Direcção-Geral de Contribuições e Impostos e na Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas.

Ao longo da sua carreira de economista, ocupou ainda, cargos em empresas ligados às finanças, gestão e investimento.

Paulo Frederico Agostinho Braga Lino tem 45 anos e vem agora substituir Marcos Perestrello no cargo de secretário de Estado da Defesa.

No novo Governo, a secretaria de Estado da Defesa deixa de ter o pelouro dos Assuntos do Mar, que passa para o ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território.

Braga Lino é licenciado em Economia pela Universidade Portucalense Infante Dom Henrique, possui uma pós-graduação em Estudos Europeus e tem um MBA pela Universidade Católica Portuguesa.

http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/per ... al_1500447 (http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/perfil-paulo-braga-lino-secretario-de-estado-adjunto-e-da-defesa-nacional_1500447)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Junho 27, 2011, 09:31:28 pm
Não entendo porque não convidaram o Fernando Negrão para uma pasta na Defesa ou no MAI, claramente melhor que essas personagens sem experiencia no sector.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Digo em Junho 28, 2011, 01:36:01 am
Nao era melhor por gente que tenha experiência militar nos cargos relacionados com a defesa/segurança?
E que meter pessoas que  nao devem perceber nada daquilo...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: P44 em Junho 28, 2011, 10:20:52 am
Citar
director Administrativo e Financeiro da Metro do Porto

^Tendo em atenção o belo estado financeiro do MdP, isto promete...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 28, 2011, 10:39:52 am
Citação de: "Digo"
Nao era melhor por gente que tenha experiência militar nos cargos relacionados com a defesa/segurança?
E que meter pessoas que  nao devem perceber nada daquilo...

Peso político e vontade de fazer alguma coisa parece-me mais importante. O Paulo Portas não percebia nada de Defesa e fez o que fez...O Severiano Teixeira era filho de militar dos QP, Professor de Relações Internacionais, ex-Director do Instituto de Defesa Nacional, ex-Ministro da Administração Interna e...não fez nada.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Junho 29, 2011, 10:27:04 pm
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Julho 07, 2011, 04:32:33 pm
Não é por falta de avisos...

Citar
Podia,  nesta minha  primeira  intervenção  enquanto Ministro,  lamentar  o  estado  das
contas públicas e alongar-me no discurso das restrições orçamentais que vamos ter de
cumprir.  Podia  falar na necessidade  da  racionalização de  recursos  que  vamos  ter  de
fazer. Ou nos dias difíceis que temos pela frente.  
 
A verdadeira situação do país justificava-o.

http://www.mdn.gov.pt/NR/rdonlyres/C0DE ... _aerea.pdf (http://www.mdn.gov.pt/NR/rdonlyres/C0DEB1F0-6A83-459F-BD81-790AF2DFD7C8/0/20110705_MDN_dia_forca_aerea.pdf)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: papatango em Julho 08, 2011, 10:29:30 am
Citação de: "PereiraMarques"
Peso político e vontade de fazer alguma coisa parece-me mais importante. O Paulo Portas não percebia nada de Defesa e fez o que fez...O Severiano Teixeira era filho de militar dos QP, Professor de Relações Internacionais, ex-Director do Instituto de Defesa Nacional, ex-Ministro da Administração Interna e...não fez nada.

Bom, na realidade em termos de aquisições mais sonantes, quando comparamos com o Paulo Portas...

O Portas queria comprar as Perry o Teixeira comprou as fragatas holandesas
O Portas queria pintar os M60, o Teixeira comprou os Leopard-2

O Teixeira foi claro na afirmação de que não teria comprado submarinos e que teria preferido um navio de apoio logistico antes.

Apontar pessoas capazes de gerir as finanças não é exactamente má ideia nas forças armadas.
Os médicos também achavam que deviam ser eles a gerir os hospitais, mas esquecem-se de que «gestão» não é a especialidade dos médicos.
Também não creio que «Gestão» seja especialidade dos militares ...  :mrgreen:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Agosto 06, 2011, 06:52:13 pm
Segundo o que parece o ministro irá acabar com as contrapartidas na compra do equipamentos.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Agosto 07, 2011, 11:13:05 am
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Exclusivo Expresso: Aguiar Branco acaba com as contrapartidas
O ministro da Defesa decidiu acabar com o regime das contrapartidas e revogou o decreto-lei que estabelecia o seu regime jurídico, soube o Expresso de fonte oficial.


A decisão vai acarretar o fim da respetiva Comissão das Contrapartidas, cuja extinção está já a ser estudada em conjunto pelos Ministérios da Economia e da Defesa.

O assunto estava na ordem do dia desde que, há dois anos, a União Europeia exigiu o seu fim aos Estados-membros, terminando agora o prazo de transição que havia sido concedido. Por outro lado, Aguiar Branco considera que esta é a única maneira de tornar o processo de compras de equipamentos de defesa mais transparente e obter mais-valias no preço.

As contrapartidas são compensações acordadas entre o Estado e os fornecedores de material de defesa que deveriam contribuir para o desenvolvimento industrial da economia portuguesa. A experiência, porém, demonstrou que, de uma maneira ou de outra, acabaram por refletir-se sempre no preço mais elevado dos equipamentos, não eram frequentemente cumpridas e deram azo a negócios eventualmente fraudulentos, como é o caso de algumas relativamente aos submarinos e que são objecto de processos judiciais.

Relativamente aos contratos de contrapartidas já estabelecidos, manter-se-á um quadro legal transitório, que deverá ser assegurado por um organismo integrado no Ministério da Economia. Desde a saída do Embaixador Pedro Catarino, nomeado representante da República para os Açores em abril passado, que a comissão estava sem presidente e funcionava com menos um vogal.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/exclusivo-expr ... z1UKvy8kT6 (http://aeiou.expresso.pt/exclusivo-expresso-aguiar-branco-acaba-com-as-contrapartidas=f666551#ixzz1UKvy8kT6)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Dezembro 20, 2011, 08:05:32 am
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O ministro da Defesa anunciou, esta segunda-feira, que vai passar os dias 24, 25 e 26 de Dezembro a visitar as Forças Nacionais Destacadas no Líbano, Afeganistão e Kosovo, cumprindo um dever de "solidariedade" na altura do Natal.

"Vou visitar as Forças Destacadas que estão a honrar o nome de Portugal quer no Líbano, quer no Kosovo, quer no Afeganistão, e que estão a lutar contra o terrorismo, o tráfico de droga e em missões de carácter humanitário", afirmou José Pedro Aguiar-Branco aos jornalistas.

O governante falava na Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), no final de uma cerimónia de evocação dos 50 anos do início da Guerra Colonial e do terceiro aniversário da atribuição da Ordem da Liberdade à instituição.

Antes, durante o seu discurso no auditório da ADFA, que esteve completamente cheio, Aguiar-Branco adiantou que vai fazer a habitual visita às tropas destacadas "nem antes, nem depois", mas durante o Natal.

"Vou passar o Natal, a 24, 25 e 26 de Dezembro, com as FND", declarou, acrescentando querer "retribuir com um sentido de solidariedade" aos militares deslocados em "teatros de operações longe das famílias, dos amigos e dos entes queridos".

A cerimónia da ADFA teve como convidado de honra o ensaísta e filósofo Eduardo Lourenço, marcando presença na iniciativa o secretário de Estado da Defesa, Braga Lino, o chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Luís Araújo, o chefe da Casa Militar da Presidência da República, tenente-general Carvalho dos Reis, o deputado do PCP e vice-presidente da Assembleia da República, António Filipe, e o presidente da Liga dos Combatentes, general Chito Rodrigues.

jn.pt
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 01, 2012, 09:08:31 pm
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O ministro José Pedro Aguiar-Branco criticou esta quarta-feira as associações de militares que procuram "fazer contraponto às políticas" definidas pelo Governo e afirmou que os efetivos sem vocação para estar nas fileiras "estão no sítio errado".

"Forças Armadas com militares sem vocação são Forças Armadas que não funcionam nem são capazes de cumprir os objetivos", afirmou Aguiar-Branco, num almoço organizado pela revista Segurança e Defesa em Lisboa.
"Se não sentem vocação, estão no sítio errado. Se não sentem, antes de protestar precisam de mudar de carreira. Sem drama, sem ressentimento (...). Deixem o que é militar aos militares, o que é das associações às associações, o que é da política à política", sublinhou o governante.
Na base da dura crítica de Aguiar-Branco às associações socio-profissionais de militares estão declarações feitas no fim-de-semana pelo presidente da Associação Nacional de Sargentos (ANS), Lima Coelho, em que se pronunciou sobre o fim do feriado do 5 de outubro ou os salários na Função Pública.
Lima Coelho, ouvido pelo DN, rejeitou as críticas do ministro - "nem as reconheço" - e garantiu que o protesto marcado para 16 de fevereiro não tem qualquer relação com o fim do feriado do 5 de outubro (como foi noticiado).
Para o líder da ANS, as afirmações de Aguiar-Branco são "um aproveitamento" das suas afirmações por "quem está a querer manipular a opinião pública, dando uma ideia completamente errada do que foi dito".
Lima Coelho confirmou ter comentado o fim do referido feriado, no contexto das perguntas que lhe foram feitas sobre as comemorações do 31 de janeiro - uma data "percursora do 5 de outubro". Mas foi "uma opinião nossa" e "não há protesto contra o fim do 5 de outubro", insistiu o presidente da ANS.
Segundo Aguiar-Branco, "banalizar o protesto militar desprestigia" as Forças Armadas e "utilizar o protesto militar como forma de intervenção pública, política e partidária é grave. E compreendo a insatisfação dos (...) que servem nas Forças Armadas quando alguém fala em seu nome para dar opiniões partidárias sobre a extinção de um feriado ou as condições salariais na Função Pública", concluiu o governante, no almoço da revista Segurança e Defesa.

Citar
O ministro da Defesa disse, esta quarta-feira, que as promoções nas Forças Armadas são uma "condição fundamental da cadeia de comando e especificidade que justifica a diferença de tratamento" dos militares, face a outros servidores do Estado

"Estamos a trabalhar no sentido de encontrar uma solução que permita desbloquear a questão das promoções", mas "sem encargos adicionais para o Estado", reafirmou José Pedro Aguiar-Branco, que discursava num almoço organizado em Lisboa pela revista Segurança e Defesa.
A posição do ministro da Defesa surge um dia depois de o DN ter noticiado que os chefes militares defendem a necessidade de haver algumas promoções em todos os postos da cadeia hierárquica, dada a impossibilidade de manter a atual situação de bloqueio total das promoções - ou de só promover generais ou, ainda, de as fazer sem o respetivo aumento salarial.
Aguiar-Branco fez um balanço dos seus sete meses de mandato onde sobressaiu a nova reforma em curso nas Forças Armadas (dois anos depois de aprovada a legislação em vigor e que também representou uma reestruturação que muitos criticaram - a começar pelos então chefes dos ramos).
Um deles, o almirante Melo Gomes, lembrou isso de forma implícita ao colocar uma questão ao ministro, ao dizer que Aguiar-Branco participou (enquanto deputado) na aprovação da reforma de 2009. Acresce, alertou o ex-chefe do Estado-Maior da Armada, que as Forças Armadas precisam de estabilidade e "não podem estar permanentemente em reestruturação".
Aguiar-Branco contornou a 'armadilha' de lhe lembrarem que ele e o PSD também contribuíram para o atual estado de coisas nas fileiras , respondendo que "o País em 2011 não é o de 2009 ou 2008" - embora muitos observadores e o próprio PSD então dissessem que esse ano já era muito mau. O facto é que reconheceu que na Defesa e nas Forças Armadas, a exemplo de outros sectores, "também se vivia acima das possibilidades".
Exemplos disso podem ser encontrados na compra de 37 carros de combate - defendida pelo general Pinto Ramalho, também presente na sala, como ex-chefe do ramo que obteve depois a aprovação do poder político - ou, em retrospetiva, a aquisição de mais duas fragatas do tipo das Vasco da Gama, quando a Marinha se debate há anos com graves problemas ao nível dos meios afetos às missões de fiscalização ou busca e salvamento - e se sabia do grande atraso no programa de construção dos novos navios para essas operações, agora suspenso por falta de dinheiro.
O ministro disse aos jornalistas que, agora, "a Marinha tem perspetivas de encomendas" a executar pelos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Caso não se concretizem, a Armada só vai poder cumprir missões de fiscalização próximas da costa com navios oceânicos (guarnições e custos muito maiores ao necessário).
Quanto ao futuro dos estaleiros, Aguiar-Branco disse aos jornalistas que "a Lei de Programação Militar [ao abrigo da qual seria financiado esse programa] não pode ser fundamental" para a existência da empresa.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: JQT em Fevereiro 01, 2012, 09:49:19 pm
Um perfeito desastre esta entrevista de Aguiar Branco. Já era evidente que nunca poderia dar um bom ministro da defesa (chega a ser ridículo na comissão parlamentar de defesa), mas pelo que aqui se vê não tem noção do chorrilho de disparates que está a dizer e a fazer. Mais do mesmo: um advogadozinho ignorante contratado para ler discursos de elogio aos militares para logo a seguir cortar no efectivo.

JQT
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Sertorio em Fevereiro 02, 2012, 01:53:57 am
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/ninguem-esta-obrigado-a-ficar

O ministro considera que o país não tem condições para sustentar as forças armadas que actualmente tem...e pode até ter razão. Mas será que o mesmo não irá ser dito pelo proximo ministro da defesa relativamente ás forças armadas reestruturadas/reduzidas que este ministro deixar como legado? Qual a garantia de que, após ser pedido por Portugal o proximo resgate financeiro internacional, em 2013, não será concluido que as novas forças armadas reestruturadas/reduzidas são ainda assim demasiado dispendiosas para as possibilidades financeiras cada vez menores do país?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Duarte em Fevereiro 02, 2012, 02:22:50 am
O país não tem condições de sustentar a classe politica que tem. Há alguma proposta de redução e modernização da classe política?  :mrgreen:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: papatango em Fevereiro 02, 2012, 03:45:30 pm
Fico com a impressão de que muitos de nós continuam sem entender a dimensão da catástrofe que o governo da esquerda socialista produziu durante os últimos anos.

Fico com a impressão de que a campanha da central de propaganda do PS, para limpar a imagem de José Sócrates está a dar os seus frutos.

Passem mais debates sobre futebol, mais crises nos clubes desportivos, aumentem as rivalidades entre Porto e Benfica, que isso sim é importante, mas mantenham os quatro canais de televisão (porque concorrência é bom mas lá fora).
Já agora mandem a máfia comunista fazer umas greves, porque o maralhal assim só pode pensar em como chegar ao trabalho (se ainda o tiver) e sobre onde é que vai cortar (das meia salsicha que ainda tem para comer por dia) para pagar o aumento dos transportes.



Meus senhores:

É evidente, por demais evidente que não podemos sustentar as forças armadas que temos.
não as podemos sustentar porque por muita reestruturação que se faça, nunca se tocou no cerne da questão.

Há muito poucos militares com «M» maíusculo nas forças armadas. A operacionalidade da força é limitada a um punhado, que ainda garante alguma capacidade militar, mas a maioria não serve para nada.
Vejam o caso da marinha.
Quantas pessoas estão na marinha ?

Quantos navios teríamos capacidade para ter ? E mesmo que os tivéssemos, toda a gente sabe que nestas condições não teríamos gente para os guarnecer.

A realidade é a que é.
Não adianta matar o mensageiro.


Os responsáveis andam aí, ou estão na Sorbone a estudar filosofia.
O mal que tinham que fazer já fizeram.

Os deputados do PS acham que o julgamento já foi feito e que já não há nada a fazer nesse aspecto.
Mas as consequências dos crimes contra Portugal levados a cabo pela máfia mais criminosa dos últimos 400 anos (a do largo do rato) vão perdurar por muitas décadas.

As crianças que nasceram ontem, e são cada vez menos, não são culpadas de nada. Mas por culpa desta corja repugnante, já nasceram com uma dívida, que os vai perseguir para o resto da suas vidas.

Este é o legado da geração de Abril. A geração mais porca e vil.
A geração que comeu e roubou tudo o que tinha sido poupado até 1974.
A geração que comeu tudo o que produziu
A geração que depois disso passou a viver à conta do que os filhos e os netos haviam de produzir no futuro, em nome da solidariedade, dos direitos adquiridos, das conquistas de Abril e do progresso revolucionário.

É a história da cigarra e da formiga.

DANCEMOS TODOS

MERECEMOS TUDO ISTO
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: vmpsm em Fevereiro 02, 2012, 04:51:26 pm
Eu não mereço! e de certeza que há mais que não merecem.

Sócrates e companhia socialista não são os únicos culpados. Há que ver as coisas como elas são sem sectarismos partidários.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Fevereiro 02, 2012, 05:16:23 pm
Citação de: "papatango"
:Palmas:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: papatango em Fevereiro 02, 2012, 05:30:28 pm
Merecemos todos, porque somos todos responsáveis. Colectivamente responsáveis por tudo o que acontece no país. Mesmo que não sejamos pessoalmente responsáveis pela pouca vergonha que foi a gestão pecaminosa, vergonhosa, nojenta e criminosa de Pinto de Sousa e dos seus apaniguados, que qual bando de assaltantes, nos levou à perda da independência e à ruina financeira.

A maior parte dos portugueses ainda não interiorizou que Portugal está falido. Em BANCARROTA ! ! !

Esta BANCARROTA é no entanto muito pior que a bancarrota do tempo da monarquia, por causa do seu peso proporcional relativamente ao Produto Interno Bruto.

É uma situação de catástrofe sem comparação na História de Portugal.
Pode-se dizer que esta catástrofe não é responsabilidade exclusiva do clube criminoso do Largo do Rato.

Mas isso é a mesma coisa que dizer que durante anos nos aproximamos do precipício e que nos últimos anos caímos nele.
Se você se estiver a aproximar do precipício, o mínimo que pode fazer é travar, porque entende o que vai acontecer.
É o que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso faria.

O que este governo fez, foi concluir que o país estava a aproximar-se do precipício, e como os governos anteriores tinham andado naquela direção, o governo do PS tinha que fazer a mesma coisa, embora soubesse que inevitavelmente cairia no buraco. E em vez de travar, acelerou !

O governo do PS é responsável.
TOTALMENTE RESPONSÁVEL POR ESTA POUCA VERGONHA CRIMINOSA EM QUE A ESQUERDA PORCA AFUNDOU PORTUGAL

E por amor de Deus não me venham com a historieta de crianças de que as políticas do PS eram de direita.
NÃO ERAM !
E o canalha semi-analfabeto da Sorbone que nunca leu Keynes, é o primeiro a reconhece-lo ao afirmar que aprendeu que as dívidas dos países não são para pagar.
As politicas destes socialistas corruptos foram sempre políticas de esquerda.
Dar aos funcionários públicos, e fazer grandes obras com o dinheiro do estado.
As políticas de esquerda apenas estiveram disfarçadas com o conto-do-vigário das parcerias publico-privadas, que foram uma maneira de o estado gastar dinheiro do povo e fingir que eram os privados.

Vejam as estatísticas, os números cruéis, frios e aterradores.
Porque é que o António Barreto que é uma das pessoas que tem trabalhado para que os portugueses conheçam a REALIDADE CRUEL DOS NÚMEROS é hoje tão crítico do partido de que fez parte durante anos ? ? ? ?

Os números que a repugnante Maria de Belém sabe que a maioria dos portugueses não vai ler e que por isso continua a ignorar mentindo com um despudor típico da esquerda porca quando no Jornal das 9 da SIC é convidada a fazer propaganda da Máfia.
E não é só este repugnante monte de cabelo a tapar um cérebro mínimo. Desde o rebento adiposo e gorduroso do Mário Soares até figuras desprezíveis como o dos Açores ou o deputado Zorrinho participam neste espetáculo de TRAVESTI, aproveitando que afinal nem sequer devem o lugar de deputado ao António José Seguro, mas sim ao bandido da Sorbonne.

Todos eles nos tentam enfiar a verdade da central de propaganda do PS pelos olhos.
Todos eles são atores numa campanha suja, porca e sem princípios, para fazer esquecer que é o CANCRO ASSASSINO DO LARGO DO RATO que é responsável por 55% a 60% da dívida externa.

Citar
Todas as crianças que nascerem hoje, as que nasceram ontem e as que vão nascer amanhã, nascerão com uma dívida às costas que é NA SUA ESMAGADORA MAIORIA responsabilidade do GOVERNO MAIS PODRE, MAIS CORRUPTO, MAIS VERGONHOSO DA HISTÓRIA DE PORTUGAL NOS ÚLTIMOS 434 ANOS.
[/b]

Não posso em consciência, criticar aqueles que, recebendo um país arruinado e falido, dizem a verdade:
Não temos meios para suportar as forças armadas que temos.

Como diz o prof. Adriano Moreira, caminhamos para o «Estado Exiguo» e este é apenas um dos sintomas.
Aliás, hoje podemos dizer que já nem caminhamos para o Estado Exiguo. Provavelmente já não temos é Estado. Apenas uma amálgama de funcionários públicos desesperadamente agarrados ao salário que ainda vão conseguindo sacar, enquanto o povo conseguir pagar impostos para os sustentar.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: ICE 1A+ em Fevereiro 02, 2012, 08:26:13 pm
Citar
papatango disse...........
..
 

 :Palmas:  :Palmas:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 02, 2012, 09:57:26 pm
papatango, sempre pensei que fosses imparcial, mas afinal lavaram-te cérebro com laranjas. Por muito que concorde contigo, tenho pena que tenhas esquecido do Cavaco, que acabou com agricultura, que acabou com a pesca e que acabou com a industria em prol dos subsídios que vinham da União europeia.

Que eu me lembre o nosso caquéctico presidente da republica, assinou obras que muita das vezes custaram  mais 120%, do que era esperado, como é o caso do edifício da caixa geral de depósitos ou o centro cultural de Belém ou até autoestradas e muitas delas ainda se encontram em pagamento, como é o caso da ponte Vasco da Gama. Ou falar das privatizações que foram feitas no tempo do cavaco a baixo custo, apenas com o objectivo de devolver os bancos aos amigos dele. Ou a venda de edifícios , feitos pelo Durão Barroso, para depois o mesmo estado que os vendeu voltar ocupa-los pagando para isso uma renda elevada.

 Afinal o ditador Alberto João, é um bom politico e não deixou uma região com uma dívida que todos nós vamos pagar. E o Dias Loureiro e Major Valentim Loureiro, também são bons políticos?

Andas com alzheimer para te esqueceres a corja que abunda no CDS/PP, que é a mesma que era no tempo do Durão Barroso e que hoje nos volta a governar. Ou já te esqueceste da corrupção do submarinos ou do abate dos sobreiros para construir um campo de golfe, para as tias de Cascais. Sem falar na quantidade de tachos que este partido dá todos os anos aos seus amigos.

Quando é para criticar, critica-se todos e não só uma parte.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: papatango em Fevereiro 02, 2012, 10:55:22 pm
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papatango, sempre pensei que fosses imparcial, mas afinal lavaram-te cérebro com laranjas. Por muito que concorde contigo, tenho pena que tenhas esquecido do Cavaco, que acabou com agricultura, que acabou com a pesca e que acabou com a industria em prol dos subsídios que vinham da União europeia.

Eu não me esqueci de nada nem de ninguém e ninguém me lavou o cérebro. Eu penso pela minha própria cabeça e é porque penso pela minha própria cabeça que fico indignado e enojado com a tentativa soez de limpar a imagem dos governantes do periodo pinto de sousa.

Eu não esqueço nada.
O cavaco tem as responsabilidades que tem, mas o cavaco não tinha a obrigação de travar a evolução das coisas, quem tem a obrigação de travar e deixar o país cair no buraco, é quem está no comando, na altura em que o acidente pode ser evitado.

Não era o Cavaco que tinha capacidade para evitar isso, era o Pinto de Sousa.

Eu não esqueço nada ! ! !

Não me esqueço do cavaco como não me esqueço do canalha do Mário Soares, quando negou que houvesse fome em Setúbal nos anos 80.
E lembro-lhe que sou setubalense e estava aqui nessa altura. Conheço por isso essa canalha mentirosa de gingeira.
O mesmo PS QUE LEVOU OS PORTUGUESES A PASSAR FOME não tem hoje legitimidade para atacar ninguém, ainda mais, quando a responsabilidade pela situação É EXCLUSIVAMENTE DO PS.

Não é honesto culpar o Cavaco pelo que fez há 20 anos atrás, como também não posso culpar o Mário Soares pelo que fez nos anos 80.
Isso é apenas propaganda da central de invenção de factos políticos do Largo do Rato, que continua subsidiada pelo dinheiro dos novos ricos do partido, regados com os milhões das reformas e dos salários de Marajá que o PS distribuiu pelos amigos em empresas públicas.

O problema é o da segunda metade da primeira década do século XXI.
Foi nesse período que a dívida externa pulou de forma brutal e exponencial.

Ou ainda acham que o António Guterres se foi embora por causa do Pântano e que o Durão Barroso se foi embora por causa de Bruxelas ser um incentivo maior que Lisboa ?

António Guterres foi-se embora, porque o PS exigiu jobs for the boys.
A máfia socialista nunca perdoou a Gueterres a famosa frase de «No jobs for the boys»

É essa a mesma MÁFIA suja do PS que tomou o poder com o bandido da Sorbonne com a sofreguidão de um bando de hienas em cima da carne podre.
É a mesma MÁFIA, que mostrou ao Guterres que não tinha futuro no governo, que ficou à espera alguns anos, para depois com um canalha da laia deles, meter a mão no bolso de todos e arruinar Portugal.

Você ainda acredita que o Freitas do Amaral abandonou o governo do bandido da Sorbonne porque tinha dores nas costas ?

É MENTIRA QUE A RESPONSABILIDADE DOS GOVERNOS ANTERIORES SEJA A MESMA
QUEM MATA UM HOMEM MATA A HUMANIDADE
Isto é verdade, mas não podemos por no mesmo saco um assassino que matou uma pessoa, com um genocida como Estaline, Che-Guevara ou Hitler.

Não podemos por isso comparar o magistério criminoso do repugnante bandido da Sorbonne, com os governantes anteriores.
Fico profundamente indignado, e ENOJADO quando vejo gente da política a negar os números, pensando que todos os portugueses são estúpidos e analfabetos e não conseguem somar dois e dois.

Todos os políticos têm responsabilidades. Mas a responsabilidade do PS e do bandido da Sorbonne é de tal forma gigantesca, que é quase ridículo estabelecer comparações.


Um dia que haja em Portugal uma primavera árabe, a nossa praça Tahrir será o Largo do Rato.
Espero que o criminoso esteja em Portugal, para poder ir a tribunal, nem que seja de maca.

O PS é desde há muitos anos apenas uma agência de empregos.
Que ninguém tenha qualquer dúvida sobre isso.
Não existe naquela organização, qualquer interesse em defender os interesses de Portugal.

O PS é corrupto até ao tutano. Nada no partido é honesto.
É corrupto desde o homem que em 1986, me disse que estava indignado, porque o PS tinha ganho uma eleição e ele que tinha andado a colar cartazes, não foi recompensado com um emprego, até aos Armandos Vara e aos Ricardos Rodrigues da vida.

O PS é um cancro, um tumor maligno que está a matar lentamente Portugal há anos.

Se os portugueses não forem capazes de remover o tumor cancerigeno que é o PS
O PS acabará por matar Portugal.



Não se pode ser imparcial, quando após todos estes anos e após olhar com olhos de ver para a realidade do país, verificamos que, se é verdade que todos os partidos produziram disparates, o PS é responsável pela esmagadora maioria dos disparates que nos levaram à ruina.

Quando um partido se tornou num ator nocivo e criminoso, não é possível ser imparcial.

Ser imparcial na comparação entre a autêntica máfia que é o PS e os outros partidos, seria ser tremendamente desonesto.

E eu prefiro ser parcial mas honesto, que imparcial mas desonesto.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: JQT em Fevereiro 02, 2012, 11:17:48 pm
O Papatango tem carradas de razão em tudo o que escreve. Mas a questão é no que diz respeito à Forças Armadas, PS e PSD seguem a mesmíssima política de desmilitarização do país. Quando chega a hora de atribuir recursos às FAs, o país está sempre em crise. E escolhem sempre um ignorante útil, um advogadozeco de preferência, com ar decente para fazer uns discursos em que elogia as FAs, diz como o bom trabalho nas missões internacionais é motivo de orgulho para Portugal e depois toca a cortar. Simplesmente agora já não há mais por onde cortar sem que isso signifique colocar um fim à existência das Forças Armadas (do que resta delas). Aqui não há qualquer preocupação económico-financeira, apenas vontade de prejudicar as FAs e de as ir extinguindo a pouco e pouco. Sempre a pretexto das razões financeiras apesar de neste momento as despesas militares representarem 2% da despesa total do Estado.

A questão é política e de regime. Por alguma razão nenhuma figura de estado comparece às comemorações do 1º de Dezembro, e agora até deixa de ser feriado. Mas para o Dia da Europa já arranjam tempo e chamam os jornalistas. Por alguma razão fomos dos primeiros a colocar as bandeiras europeias, mas nos Euros portugueses nem se percebe onde foram cunhados. Por alguma razão, a Constituição continua a mandar-nos construir uma sociedade socialista. E muito mais haveria para dizer.

JQT
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Miguel em Fevereiro 03, 2012, 05:42:06 pm
Game Over

Eu fui dos primeiros a avisar as derivas...

Sei que o Papatango é imparcial, e que nao defende em nada os laranjas.

Papatango como tantos,defendem apenas o melhor pela naçao sem ter ser acusados de fachos...

Neste sistema quem é contra o PS ou PPD é sempre acusado de ser ou comuna ou fachista...

Vejam como sao governados os paises do norte da europa. Noruega,Suécia,Finlandia,Holanda,Alemanha etc...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Cabeça de Martelo em Fevereiro 04, 2012, 12:56:45 pm
Com os devidos direito de autor (P44):

PS+D= shit!
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: papatango em Fevereiro 06, 2012, 04:43:06 pm
Essa é a mentira dourada !
Dizer que são todos iguais, nivela tudo e todos por baixo.

Não é verdade que sejam todos iguais.
PS e PSD são diferentes na sua origem, embora tenham vasos comunicantes entre si.



Quanto à questão do Ministro da Defesa, a questão que nos devemos colocar é:

Estamos realmente numa situação desesperada em que é necessário cortar tudo o que puder ser cortado ?

Neste caso, é viável reduzir as forças armadas a um mínimo ainda mais mínimo ?
Sejamos realistas !

A nossa capacidade operacional atual !
A nossa capacidade de projeção de forças fora do país !
A nossa capacidade para manter um sistema de forças dissuasor mesmo em caso de crise grave !

Algum destes fatores poderia funcionar sem as forças armadas organizadas como estão ?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: P44 em Fevereiro 08, 2012, 10:17:02 am
Oficiais das Forças Armadas: "Nada nos obriga a ser submissos"

Em carta aberta ao ministro da Defesa, a Associação dos Oficiais das Forças Armadas censura a falta de "clarividência" de Aguiar-Branco e contesta as acusações de atuação "partidária".

Mafalda Ganhão (www.expresso.pt (http://www.expresso.pt))

9:06 Quarta feira, 8 de fevereiro de 2012

Numa carta aberta especialmente dura dirigida ao ministro da Defesa, a Associação dos Oficiais das Forças Armadas acusa José Pedro Aguiar-Branco de falta de "clarividência", considera que as medidas do Governo "estão carregadas de falta de respeito" e avisa que aos oficiais "nada os obriga a serem submissos e acomodados".

Segundo o "Diário de Notícias", a carta foi ontem enviada a todos os oficiais das Forças Armadas que, indignados com as acusações de conduta "partidária", perguntam:" Denunciar perante a opinião pública as medidas lesivas e, consideramos nós, carregadas de falta de respeito pela dignidade de quem jurou abnegadamente (sem se servir) a Pátria, é fazer política?"

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/oficiais-das-f ... z1lmfa1Hzx (http://aeiou.expresso.pt/oficiais-das-forcas-armadas-nada-nos-obriga-a-ser-submissos=f703383#ixzz1lmfa1Hzx)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Edu em Fevereiro 08, 2012, 05:52:44 pm
Há aqui qualquer coisa que me escapa, não é suposto as forças militares serem submissas ao povo português que os sustenta?
Povo esse que para o bem ou para o mal é representado pelo poder politico...

Logo se esses militares dizem que não têm de ser submissos tal não é equivalente a um motim ou uma deserção?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Get_It em Fevereiro 08, 2012, 07:25:02 pm
Citação de: "Edu"
Há aqui qualquer coisa que me escapa, não é suposto as forças militares serem submissas ao povo português que os sustenta?
Povo esse que para o bem ou para o mal é representado pelo poder politico...

Logo se esses militares dizem que não têm de ser submissos tal não é equivalente a um motim ou uma deserção?
E os militares por acaso não estão a proteger os interesses da nação ao não permitir que os políticos reduzam as forças armadas? É que basicamente o que os políticos estão fazer aos poucos é tirar qualquer capacidade e influência aos militares (ao estilo do 25 de Abril) e a ficar antes com um exército privado (GNR) que mais facilmente é destacado pelo governo.

Cumprimentos,
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: FoxTroop em Fevereiro 08, 2012, 08:27:48 pm
Tão triste que isto é........ Razão tinhas (e tens) tu, meu caro Luso. Começa a ser pungente vir aqui. Oh Rebelos de Sousa....... será que são curtos ou é mesmo má-fé?!!! Ou ambas, afinal Lenine até os descreveu bem.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Edu em Fevereiro 08, 2012, 10:59:21 pm
Citação de: "Get_It"
Citação de: "Edu"
Há aqui qualquer coisa que me escapa, não é suposto as forças militares serem submissas ao povo português que os sustenta?
Povo esse que para o bem ou para o mal é representado pelo poder politico...

Logo se esses militares dizem que não têm de ser submissos tal não é equivalente a um motim ou uma deserção?
E os militares por acaso não estão a proteger os interesses da nação ao não permitir que os políticos reduzam as forças armadas? É que basicamente o que os políticos estão fazer aos poucos é tirar qualquer capacidade e influência aos militares (ao estilo do 25 de Abril) e a ficar antes com um exército privado (GNR) que mais facilmente é destacado pelo governo.

Cumprimentos,

Mas sabe caro Get_It, parece-me a mim que aquilo que mais chateia os oficiais não é a redução das forças armadas, parece-me a mim que lhes chateia mais a redução dos salários (ou o não aumento dos mesmos) ,a perca de regalias e a equiparação a funcionários publicos.
Ou seja, não é a perca de capacidade e influência militar portuguesa que lhes faz doer mais a cabeça, é a a perca de capacidade financeira individual.

A questão é que os oficiais q.p. portugueses não vivem assim tão mal quando comparados com o resto da população.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Fevereiro 09, 2012, 07:07:56 pm
Acho essa situação vergonhosa como de costume, fazem-se cortes ficam indignados, mas não apresentam qualquer solução e o mais engraçado nisto é que quem mais se chora é quem já tem mais regalias que a média da população, pois não vejo praças a chorarem-se.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Trafaria em Fevereiro 09, 2012, 08:45:14 pm
Como bem dizia Francisco de Sousa Tavares (sim, o pai do Miguel) o militar "pouco mais faz do que esperar salivando junto da majedoura do orçamento de estado pelo aumento da ração" (mais ou menos isto, nao me recordo textualmente).
Por estas palavras foi processado judicialmente pelos maioriais da tropa. Na altura nao concordei com ele  ... hoje ajudaraia a pagar as despesas do seu advogado.

Nota: não quero com isto que me confundam com essa sucia de atrasados mentais que anda por ai a defender o fim das FA. Sou delas, à minha maneira, um acérrimo defensor.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Edu em Fevereiro 09, 2012, 09:07:54 pm
Cara Trafaria, penso que aqui neste forum dificilmente encontrará alguém contra as Forças Armadas Portuguesas. Eu pessoalmente estou é contra estes oficiais de quadro permanente que não passam de politicos fardados, e que metem os interesses pessoais à frente dos interesses nacionais.

Porque se houvesse guerra à séria, muitos deles fugiam do país em três tempos, ou então ficavam abrigados nos quarteis enquanto os praças, sargentos e oficiais milicianos (se ou houvesse) perdiam a vida pelo país.

Veja-se o caso da guerra colonial, eram os oficiais milicianos, muitos deles estudantes universitários que até eram contra a guerra, que mais se sacrificavam pelo país. E quando alguém ia dar ao milicianos que morriam na guerra as mesmas regalias que tinham os de quadro permanente que ficavam seguros nos quarteis os meninos revoltaram-se.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Trafaria em Fevereiro 09, 2012, 10:52:27 pm
De acordo...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Fevereiro 10, 2012, 09:21:04 pm
Citação de: "Edu"
Cara Trafaria, penso que aqui neste forum dificilmente encontrará alguém contra as Forças Armadas Portuguesas. Eu pessoalmente estou é contra estes oficiais de quadro permanente que não passam de politicos fardados, e que metem os interesses pessoais à frente dos interesses nacionais.

Porque se houvesse guerra à séria, muitos deles fugiam do país em três tempos, ou então ficavam abrigados nos quarteis enquanto os praças, sargentos e oficiais milicianos (se ou houvesse) perdiam a vida pelo país.

Veja-se o caso da guerra colonial, eram os oficiais milicianos, muitos deles estudantes universitários que até eram contra a guerra, que mais se sacrificavam pelo país. E quando alguém ia dar ao milicianos que morriam na guerra as mesmas regalias que tinham os de quadro permanente que ficavam seguros nos quarteis os meninos revoltaram-se.

Apoiado.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 10, 2012, 09:37:37 pm
Apoiado, o que acabaste de dizer, cai que nem uma luva no actual comandante da BRR.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Fevereiro 18, 2012, 03:29:19 pm
Citar
O ministro da Defesa falava aos jornalistas à margem da apresentação do livro “GENEPSD - Contributos para uma Social Democracia Portuguesa”, que decorreu num hotel do Porto, tendo sido questionado sobre o protesto de quinta-feira, promovido pela Associação Nacional de Sargentos, e durante o qual foi entregue uma carta ao assessor militar do primeiro-ministro, o general Carlos Chaves.

Considerando “normal” a entrega da carta – “estamos em democracia”, afirmou –, Aguiar-Branco voltou a sublinhar a preocupação do Governo com “as reformas a fazer nas Forças Armadas” e com a criação de “condições de sustentabilidade”.

“Estamos todos motivados para ultrapassar as dificuldades, que são muitas, que existem nas Forças Armadas como existem em todo o país. Estou confiante, com as chefias e o trabalho conjunto que estamos a fazer, que vamos encontrar as melhores soluções. De resto, não há nem nenhuma instabilidade, nem nenhuma situação que seja perturbadora da coesão das Forças Armadas”, garantiu o governante.

Críticas do PCP

Sobre o facto de o PCP ter considerado “absolutamente inaceitável” que a audição de Aguiar-Branco no Parlamento só tenha lugar a 21 de Março, “mais de um mês depois” de ter sido chamado potestativamente, o ministro da Defesa explicou aquilo que durante a tarde já havia sido avançado pela Lusa.

“A comissão propôs-me quatro datas: uma no dia 29 de Fevereiro e eu estou em Washington, numa reunião com o secretário de Estado, Leon Panetta; uma no dia 7 de Março em que tinha já marcações e 13 e 21 de Março”, disse, acrescentando que sugeriu 13 de Março, mas que depois lhe foi dada a indicação de que não poderia ser nesse dia “porque havia umas jornadas parlamentares e por isso tinha que ser no dia 21”. “Aceitei que fosse no dia 21, portanto não há nenhum problema”, referiu também Aguiar-Branco.

Questionado sobre os Estaleiros de Viana, uma vez que o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou na sexta-feira, no Parlamento, que o Governo decidiu não os fechar porque acredita que é possível encontrar uma solução, o ministro com a pasta da Defesa garantiu que, “se fosse para fechar, já teriam sido fechados”.

“O nosso esforço é no sentido de encontrar a solução que permita que eles não fechem. É nesse sentido que estamos a trabalhar e eu quero acreditar que vamos conseguir, embora, como é óbvio, não podemos prometer nada até às conclusões das negociações”, afirmou ainda o ministro da Defesa.

www.publico.pt (http://www.publico.pt)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Maio 08, 2012, 09:48:54 am
Citar
O despacho foi publicado nesta segunda-feira em Diário da República, com a assinatura do ministro da tutela, José Pedro Aguiar-Branco, que incumbiu - por ajuste directo - a empresa do grupo Empordef, Indústria de Desmilitarização e Defesa (IDD), para avançar com a missão.

Aguiar-Branco justifica a despesa para 2012 em “desmilitarização de munições e explosivos provenientes dos ramos das Forças Armadas portuguesas” por estes equipamentos apresentarem “claramente um grau elevado de degradação e risco”. O gasto previsto é de um milhão de euros, acrescido com o IVA.

A opção pela IDD é também explicada com o facto desta ser “a única entidade entidade dotada de capacidade técnica para a desmilitarização, encontrando- se certifcada para a referida indústria”. E acrescenta ainda que “a destruição de munições e dos materiais energéticos torna inviável adjudicar os trabalhos a empresas instaladas fora do território nacional”.

O despacho define ainda a criação de um júri para a condução do procedimento devido aos “aspectos técnicos” e “à complexidade da matéria em assunto”.

A empresa escolhida, a IDD, é detida a 100% pelo Estado português. A sua actividade, de acordo com os dados facultados pela holding Empresa Portuguesa de Defesa (Empordef ), centra-se no “fabrico, comércio, manutenção e desmilitarização de materiais de defesa (munições e explosivos) e a desactivação de materiais civis com componentes explosivos incorporados”.

publico.pt
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Julho 12, 2012, 10:00:16 am
Citar
O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, assiste hoje ao exercício europeu de treino de Helicópteros HOTBLADE 2012 que está concentrado em Ovar mas decorre em vários pontos do país até 18 de julho.

Assistem também ao exercício o ministro da Defesa do Luxemburgo e a presidente da Agência Europeia de Defesa (EDA).

O exercício, organizado pela EDA, arrancou a 4 de julho e reúne mais sete países, num total de 35 aparelhos que vão testar capacidades em missões de assalto, transporte ou ajuda humanitária.

No HOTBLADE 2012, participam quase meia centena (488) de militares estrangeiros, que se juntam aos mais de 2000 portugueses (1500 do Exército, 700 da Força Aérea e 30 da Marinha) que levam a cabo este treino conjunto.

Segundo os organizadores, o exercício tem como "finalidade permitir que as tripulações de helicópteros da Europa possam realizar um exercício num ambiente operacional", simulando "o desafio e as condições dinâmicas que poderão encontrar num teatro de operações". O HOTBLADE visa ainda melhorar "a interoperabilidade entre as várias forças" militares.

Portugal contribui com dois helicópteros EH101, dois aviões C295 e quatro caças F-16 da Força Aérea, mas participam também vários meios do Exército (Brigada de Reação Rápida e Brigada Mecanizada, Operações Especiais, Comandos e Paraquedistas) e da Marinha (Destacamento de Ações Especiais).

Neste exercício participam também militares da Áustria, Bélgica, Holanda, República Checa, Espanha, Alemanha e Finlândia.

http://noticias.pt.msn.com/politica/ministro-aguiar-branco-assiste-ao-maior-exercício-europeu-de-helicópteros
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Agosto 13, 2012, 11:19:45 am
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Transportes. Dívida do Ministério da Defesa à CP cresceu 71% desde 2006

Dívida total do ministério ascendia a 36,2 milhões de euros no final do ano passado, mais 2,5 milhões de euros que no final de 2010

A dívida do Ministério da Defesa Nacional à CP – Comboios de Portugal cresceu 7,28% ao longo do ano passado, com mais 2,45 milhões de euros a serem adicionados a esta factura. No total, e segundo o relatório e contas de 2011 da transportadora ferroviária, “a totalidade da dívida” deste ministério “apresenta um montante acumulado de 36 215 276 euros”. Uma verba que, ainda assim, diz apenas respeito a dois terços dos descontos dados pela CP aos militares, forças militarizadas e equiparados.

 O valor no final de 2011 compara com os 21,17 milhões de euros devidos pelo mesmo ministério no final de 2006 à CP, mostrando assim um crescimento de 71% desde esse ano até ao final do último exercício.

http://www.ionline.pt/dinheiro/transportes-divida-ministerio-da-defesa-cp-cresceu-71-2006
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: typhonman em Agosto 14, 2012, 02:48:45 pm
Isto é tudo tão surreal que até doi

Mas, numa votação online, o Sócrates foi eleito o melhor primeiro ministro de sempre, o que dizer ? Humm ?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Cabeça de Martelo em Agosto 14, 2012, 04:09:09 pm
Que os "boys" têm andado muito ocupados em votações ridiculas e sem qualquer valor prático. :evil:  :N-icon-Axe:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Vicente de Lisboa em Agosto 20, 2012, 11:27:18 am
Citação de: "typhonman"
Isto é tudo tão surreal que até doi

Mas, numa votação online, o Sócrates foi eleito o melhor primeiro ministro de sempre, o que dizer ? Humm ?
Que às vezes estas votações on-line até têm razão.  :mrgreen:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: chaimites em Novembro 05, 2012, 11:57:46 am
Aguiar Branco Hoje no parlamento

 cliquem em AR TV Direto
http://www.canal.parlamento.pt/
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: P44 em Março 06, 2013, 10:10:44 am
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Ainda à TSF, o general Garcia Leandro diz que nunca encabeçaria um movimento de tamanha ruptura, mas não esconde a sua desilusão com o poder político e, em concreto, com o ministro da Defesa, Aguiar-Branco. "Ele não sabe o que está a fazer, não sabe o que é o país", diz o general acrescentando: "Não conheço ninguém que tenha confiança nele. (...) Ele quer destruir as Forças Armadas."

http://www.publico.pt/politica/noticia/ ... ao-1586772 (http://www.publico.pt/politica/noticia/vasco-lourenco-diz-que-se-houvesse-condicoes-ja-estaria-a-preparar-outra-revolucao-1586772)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Abril 30, 2013, 05:35:26 pm
Alguém já se tinha dado conta que agora temos uma Secretária de Estado da Defesa? A "Senhora que perdeu as últimas eleições regionais nos Açores e que agora estava desempregada"?

http://dre.pt/pdf1sdip/2013/04/07801/0000200002.pdf (http://dre.pt/pdf1sdip/2013/04/07801/0000200002.pdf)

http://www.portugal.gov.pt/pt/os-minist ... abral.aspx (http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-defesa-nacional/conheca-a-equipa/secretarios-de-estado/berta-cabral.aspx)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Abril 30, 2013, 11:27:04 pm
Citação de: "PereiraMarques"
Alguém já se tinha dado conta que agora temos uma Secretária de Estado da Defesa? A "Senhora que perdeu as últimas eleições regionais nos Açores e que agora estava desempregada"?

Não nos podemos queixar de ser "job-for-the-boys", neste caso foi "job-for-the-girl"...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Duarte em Maio 01, 2013, 02:20:47 am
O (des)Governo faz o que pode para manter a taxa de desemprego baixa no país  :evil:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: chaimites em Maio 01, 2013, 03:51:35 am
Basta de incompetencia

   Aguiar Branco afirma á saida da audição na comissão parlamentar de Defesa Nacional que os ENVC vão entegar ate ao fim do ano 2 Patrulhas à Marinha!

    este tipo e a maior vergonha o Pior  de Ministro da Defesa  desde o 25 de Abril
   
   Disparate atraz de disparate
   se calhar bebeu e viu o NRP Figueira da Foz a dobrar,  na doca dos ENVC
   
    A noticia da Lusa:
   
Citar
Lisboa, 30 abr (Lusa) - O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou hoje que os navios de patrulha oceânicos Viana do Castelo e      Figueira da Foz vão ser entregues à Marinha em maio e no fim do ano, respetivamente.



  :conf:  :conf:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: P44 em Maio 01, 2013, 10:13:56 am
eu já nem digo nada

puseram-nos lá, agora aturem-nos!!!!!

só sei que se fosse o PS (e eu detesto-os) a fazer isto o FD já tinha vindo abaixo com tanta gritaria de revolta. Mas como são "estes", nem um pio.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Maio 01, 2013, 04:46:06 pm
Citação de: "chaimites"
Basta de incompetencia

   Aguiar Branco afirma á saida da audição na comissão parlamentar de Defesa Nacional que os ENVC vão entegar ate ao fim do ano 2 Patrulhas à Marinha!

    este tipo e a maior vergonha o Pior  de Ministro da Defesa  desde o 25 de Abril
   
   Disparate atraz de disparate
   se calhar bebeu e viu o NRP Figueira da Foz a dobrar,  na doca dos ENVC
   
    A noticia da Lusa:
   
Citar
Lisboa, 30 abr (Lusa) - O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, anunciou hoje que os navios de patrulha oceânicos Viana do Castelo e      Figueira da Foz vão ser entregues à Marinha em maio e no fim do ano, respetivamente.



Totalmente de Acordo e subscrevo na integra. Esta cavalgadura não percebe nada de nada e ou muito me engano ou o seu escritório de advogados vai fazer um lucrasso com acessoria jurida a todas as negociatas e revogações contratuais do MDN e das F.A.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: chaimites em Maio 14, 2013, 11:14:39 pm
Bem meus caros Amigos estou farto da farsa completa que é este ministro e por isso resolvi postar aqui neste Tópico um assunto referente aos ENVC.

 Aguiar branco mentiu mais uma vez ao dizer que os ENVC iam arrancar a construção dos navios Asfalteiros.
 Disse que se ia comprar aço e começar a construção em Maio.
 
  A realidade é a seguinte:
 
  Estao 10 Toneladas de aço a caminho dos ENVC mas é so para fazer monte
  As máquinas de corte precisam de peças e não funcionam
  O aço vem so para enganar os Venezuelanos e fazer de conta que se esta a trabalhar nos asfalteiros e o contrato não cair

  Quem vier a seguir que se desenrrasque.  :evil:  :evil:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Dezembro 31, 2013, 06:39:22 pm
Citar
Ministro da Defesa partiu o perónio

José Pedro Aguiar-Branco sofreu uma queda na manhã de ontem e fraturou o perónio. Não precisou de colocar gesso, mas terá de usar muletas.
A edição de hoje do Correio da Manhã avança que o ministro da Defesa saía de Guimarães em direção a Lisboa, onde iria assistir à cerimónia de tomada de posse dos novos secretários de Estado, quando caiu.
Aguiar-Branco foi assistido num hospital do Porto e terá pela frente pelo menos seis semanas de recuperação.

http://www.dn.pt/especiais/interior.asp ... omentarios (http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=3610354&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA#AreaComentarios)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: CruzSilva em Janeiro 01, 2014, 06:10:41 am
Não posso dizer que tive pena do que aconteceu a este senhor.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Janeiro 17, 2014, 03:53:52 pm
:mala:

E o Balcão Único da Defesa e que faz não sei o quê...
Podiam era começar a tratar dos processos de Delegado de Apoio à Família (DAF) dos militares falecidos!!!
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Fevereiro 13, 2014, 09:26:39 pm
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=716578&tm=9&layout=123&visual=61

Citar
O ministro da Defesa Nacional e o general Garcia Leandro envolveram-se hoje numa troca de críticas, com Aguiar-Branco a rejeitar ter afirmado perante o militar na reforma que desconhecia a área que tutela desde 2011.
Num comunicado enviado às redações, José Pedro Aguiar-Branco afirmou que esteve com Garcia Leandro "uma única vez, ao longo do mandato" e que "em momento algum foi proferida a frase que bombasticamente lhe é imputada ou as restantes considerações relatadas pelo senhor tenente-general".
Aguiar-Branco referia-se a declarações do ex-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, em entrevista à Antena 1, divulgada hoje e na qual Garcia Leandro afirma que o ministro lhe disse, em outubro de 2011, que desconhecia a área da Defesa:
"Disse-me assim: 'Sabe, isto é muito difícil para mim, porque se fosse ministro da Justiça era mais fácil. Agora aqui não conheço. […] Agora, aqui são as pessoas que vêm falar comigo e me dizem o que tenho a fazer, portanto estou um bocadinho com os pés no ar. Mas, ao mesmo tempo, é muito bom, porque eu, não percebendo nada disto, tenho mais capacidade para fazer reformas'".
Sobre a atuação do ministro Aguiar-Branco à frente da pasta da Defesa Nacional, Garcia Leandro considerou que "falha em tudo" e criticou reformas feitas "tipo tsunami".
No comunicado divulgado à tarde, o ministro da Defesa Nacional afirmou "não ter sido possível acomodar, no processo de reforma em curso, as muitas vontades do senhor tenente-general" e acrescentou que "não é ministro com a tutela das preferências pessoais" de Garcia Leandro.
Aguiar-Branco aludiu ainda às "múltiplas e repetidas expressões públicas de discordância" de Garcia Leandro e às suas "aparições em campanhas publicitárias contra a reforma em curso", afirmando que respeita a liberdade de expressão e "nunca se sentiu incomodado".
Na entrevista à jornalista Maria Flor Pedroso, Garcia Leandro teceu duras críticas ao Executivo PSD/CDS-PP, considerando que "são pessoas com pouca experiência do Estado"

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=685110
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Fevereiro 18, 2014, 09:25:40 am
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=716584&tm=8&layout=123&visual=61

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Chefias militares em rota de colisão com o ministro da Defesa

Patrícia Cerdeira
13 Fev, 2014, 11:22 / atualizado em 13 Fev, 2014, 11:32

O sentimento é geral: indignação, desconforto e confronto direto com Aguiar Branco. As chefias militares sentem-se humilhadas com a forma como está a ser feita a reforma do setor. Os cortes orçamentais e nos salários provocam cada vez mais descontentamento. No interior dos quartéis não há contestação organizada, mas algumas fontes militares ouvidas pela Antena 1, olham para o futuro com muita preocupação. Esta quinta feira, as associações profissionais de militares avançam com uma nova iniciativa pública, em Lisboa, para lembrar uma vez mais, as consequências dos cortes nos salários e no orçamento do setor.

Cumprimentos
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Fevereiro 18, 2014, 07:17:40 pm
Curioso que nestes casos os jornalistas nunca saem para a rua a questionar o cidadão comum "O que acha dos cortes nos salários na Defesa?".
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Fevereiro 18, 2014, 07:18:55 pm
E ainda bem, porque a probabilidade de se ouvirem barbaridades é muito alta.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Outubro 17, 2014, 10:21:30 pm
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Na presença do Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, do novo Comandante Operacional dos Açores, Tenente-General Mourato Caldeira, e dos mais altos responsáveis nacionais e regionais das instituições envolvidas, foi feita a apresentação do projeto, cujas obras deverão ter início ainda este ano. A expetativa é que o IASFA, a Cruz Vermelha Portuguesa e a Liga dos Combatentes estejam instaladas na Rua do Frias no próximo ano.

Além deste investimento, o Ministério da Defesa Nacional, no exercício das suas funções de soberania, também investiu recentemente 6,4 milhões de euros no Centro de Comunicações da Ribeira Grande.

http://www.defesa.pt/Paginas/seadnprotocolopontadelgada.aspx
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Outubro 20, 2014, 08:27:54 am
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Para 2015 está prevista a conclusão dos processos de reestruturação da Empordef SGPS, de privatização da ETI e de alienação da participação na EID, bem como a conclusão do estudo para a internalização
da atividade desenvolvida pela DEFLOC e DEFAERLOC. Será conferida especial atenção à promoção da procura de novos parceiros e parcerias internacionais que tragam valor acrescentado para a economia
nacional, para o tecido empresarial e para as áreas da inovação científica e tecnológica dinamizadas também no âmbito da Plataforma das Indústrias de Defesa Nacionais. Nesse sentido desempenhará um
relevante papel a IDD, após as adaptações que ocorreram em 2014 e que dotaram essa entidade com as competências de promoção e apoio das Indústrias de Defesa Nacional

Citar
O total da despesa consolidada do Programa da Defesa em 2015, é 2.216,1 milhões de euros e representa um acréscimo de 1,8%, face à estimativa de 2014.

orçamento de estado
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Novembro 06, 2014, 02:52:12 pm
http://www.rtp.pt/play/p1439/e171530/grande-entrevista-2014
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Bombardeiros russos entraram num espaço sob jurisdição nacional e obrigaram a uma intervenção da força aérea portuguesa. O que é que a Rússia pretende? Que sinal é que quer transmitir ao Ocidente? Estamos perante uma ameaça iminente? O Ministro da Defesa Aguiar Branco é o convidado de Vitor Gonçalves.

Cumprimentos
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Novembro 24, 2014, 07:43:04 pm
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Tras los fuertes  recortes motivados por las  dificultades financieras y económicas que atravesó Portugal en los últimos años con consecuencias directas también en el área de Defensa, el Ministerio de la Defensa  Nacional portugués (MDN), tutelado por José Pedro Aguiar-Branco, dispondrá en 2015 de un presupuesto que por fin sale de la senda del descenso.

Los presupuestos del Estado para 2015 elaborados por el Gobierno Portugués establecen un monto de 2.216 millones de euros para Defensa, lo que representa un incremento del 1,8%  respecto de 2014, año en que se destinaron 2.138 millones. Antes de su aprobación final, el presupuesto será sometido a debate político en sede parlamentaria. El MDN tiene en curso la Reforma 2020, un plan ambicioso para modernizar su Defensa en los próximos años.

Los gastos de personal absorberán el 56,7% del próximo presupuesto militar, que destinará un 25,7% a la adquisición de bienes y servicios.  Un total de 52 millones de euros  se destinarán a financiar la presencia portuguesa en misiones militares en el exterior, en el marco de las  Forças Nacionais Destacadas (FND), y  5,5 millones de euros serán gastos en proyectos asociados a la Cooperación Técnico-Militar (CTM) con otros países, principalmente con naciones de lengua oficial portuguesa. Los restantes montantes serán absorbidos por el sistema de salud militar, por la Ley de Programación Militar (LPM) y por la de Programación de las Infraestructuras Militares (LPIM).

Excepto la modernización en Portugal de los cuatro navíos de patrulla SF300 adquiridos a Dinamarca en octubre de 2014 por 4 millones de euros, la incorporación de diversas mejoras  en las fragatas, el programa de adquisición de vehículos blindados 4x4, el incremento de las capacidades de las aeronaves de transporte C-130H Hercules y la continuación del programa de mando y control SIC-T y otras inversiones de menor cuantía, los recursos destinados a equipamiento militar no permitirán mayor dispendio.

Se espera asimismo con mucha expectación la próxima Ley de Programación Militar, que deberá incluir los programas más importantes que permitirán proseguir con la modernización de las Fuerzas Armadas. El Estado deberá ahora alienar su posición en algunas de las empresas que ya integran el holding portugués para las industrias de defensa, la Empresa Portuguesa de Defensa (EMPORDEF). La llegada de material militar con mayor relevancia pasa por la entrega al Ejército de 22  blindados Pandur II en el marco de un acuerdo celebrado en septiembre de 2014 con  GDELS.

http://defensa.com/index.php?option=com_content&view=article&id=13939:portugal-aumenta-su-presupuesto-de-defensa-para-2015-que-se-elevara-a-2216-millones-de-euros&catid=57:otan&Itemid=186
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Novembro 24, 2014, 09:00:55 pm
Cá estaremos para ver
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Março 28, 2015, 03:10:13 pm
Aqui está a pessoa, que considero o pior presidente da república de sempre (isto se nas próximas eleições não for eleito o traidor do padreco antónio guterres ou o traidor do manuel alegre)

Citar
Presidente ficou a saber pela imprensa que se preparava uma missão militar no estrangeiro ainda não aprovada
As autoridades romenas divulgaram o envio de aviões militares portugueses para o seu país, numa altura em que Cavaco Silva ainda desconhecia a missão. Esta situação acabou por provocar enorme mal-estar entre o Presidente da República e o governo de Passos Coelho, num episódio que acabou por, indiretamente, envolver a própria NATO.
O mau ambiente entre os dois órgãos de soberania surgiu quando o Palácio de Belém soube, pela imprensa, que as Forças Armadas iriam ser empenhadas numa missão externa sem que o Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) a tivesse obrigatoriamente apreciado e aprovado. Pior, o Presidente ainda nem sequer tinha sido informado pelo chefe do governo, nas habituais reuniões semanais das quintas-feiras entre ambos.
O DN tentou confrontar a Presidência e o Ministério da Defesa sobre esta situação, mas até ao fecho desta edição não houve resposta.
O caso ocorreu no início do mês, quando o gabinete do presidente romeno Klaus Iohannis informou a imprensa de que o Conselho Supremo de Defesa da Roménia - equivalente ao CSDN - tinha aprovado "as propostas do primeiro-ministro relativas à entrada e permanência em território romeno, de maio a junho de 2015, de forças e meios pertencentes" à Força Aérea portuguesa.
dn.pt
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Março 28, 2015, 03:27:45 pm
Citação de: "nelson38899"
Aqui está a pessoa, que considero o pior presidente da república de sempre (isto se nas próximas eleições não for eleito o traidor do padreco antónio guterres ou o traidor do manuel alegre)

Citar
Presidente ficou a saber pela imprensa que se preparava uma missão militar no estrangeiro ainda não aprovada
As autoridades romenas divulgaram o envio de aviões militares portugueses para o seu país, numa altura em que Cavaco Silva ainda desconhecia a missão. Esta situação acabou por provocar enorme mal-estar entre o Presidente da República e o governo de Passos Coelho, num episódio que acabou por, indiretamente, envolver a própria NATO.
O mau ambiente entre os dois órgãos de soberania surgiu quando o Palácio de Belém soube, pela imprensa, que as Forças Armadas iriam ser empenhadas numa missão externa sem que o Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) a tivesse obrigatoriamente apreciado e aprovado. Pior, o Presidente ainda nem sequer tinha sido informado pelo chefe do governo, nas habituais reuniões semanais das quintas-feiras entre ambos.
O DN tentou confrontar a Presidência e o Ministério da Defesa sobre esta situação, mas até ao fecho desta edição não houve resposta.
O caso ocorreu no início do mês, quando o gabinete do presidente romeno Klaus Iohannis informou a imprensa de que o Conselho Supremo de Defesa da Roménia - equivalente ao CSDN - tinha aprovado "as propostas do primeiro-ministro relativas à entrada e permanência em território romeno, de maio a junho de 2015, de forças e meios pertencentes" à Força Aérea portuguesa.
dn.pt

Eu tenho quase a certeza que as noticias que saíram da romenia referiam que o governo romeno ainda iria fazer o pedido oficial ao governo português.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: P44 em Abril 03, 2015, 12:23:18 pm
mais uma brilhante tirada do nosso mdn

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/201 ... iar-Branco (http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2015-04-02-Silva-Lopes-teve-a-felicidade-de-partilhar-este-momento-com-Manoel-de-Oliveira-afirma-Aguiar-Branco)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Abril 03, 2015, 01:03:25 pm
Citação de: "P44"
mais uma brilhante tirada do nosso mdn

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/201 ... iar-Branco (http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2015-04-02-Silva-Lopes-teve-a-felicidade-de-partilhar-este-momento-com-Manoel-de-Oliveira-afirma-Aguiar-Branco)

Não vejo o ministro a dizer o que está escrito no texto...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Maio 17, 2015, 01:51:30 am
Citar
Antena 1 - José Aguiar Branco, Ministro da Defesa Nacional é o entrevistado. Comentário de Ana Sá Lopes. Edição de Rosário Lira. | 16 Mai, 2015

http://www.rtp.pt/play/p454/este-sabado (http://www.rtp.pt/play/p454/este-sabado)

Os entrevistadores não percebem grande coisa do tema e passaram grande parte do tempo a falar de dinheiro.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: nelson38899 em Setembro 19, 2015, 07:39:57 pm
novo livro do MDN

http://www.defesa.pt/ebook/index.html
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Outubro 22, 2015, 10:15:43 pm
A pronuncia com aquela musica de fundo partem-me a tola toda...  :roll:
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Outubro 26, 2015, 12:28:11 am
Não se preocupem que o MDN irá mudar, este Aguiar vai mudar de poleiro para os Negócios Estrangeiros.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 27, 2015, 12:46:58 pm
Citação de: "Camuflage"
Não se preocupem que o MDN irá mudar, este Aguiar vai mudar de poleiro para os Negócios Estrangeiros.

Por enquanto não...também é só para aguentar o lugar mais umas semanas...

Citar
Presidente da República recebeu Primeiro-Ministro indigitado e deu acordo à constituição do XX Governo Constitucional

    O Presidente da República recebeu hoje, em audiência, o Primeiro-Ministro indigitado, Dr. Pedro Passos Coelho, tendo dado o seu acordo à proposta de constituição do XX Governo Constitucional, com a seguinte composição:

    Dr. Paulo de Sacadura Cabral Portas – Vice-Primeiro-Ministro;
    Mestre Maria Luís Casanova Morgado Dias de Albuquerque – Ministra de Estado e das Finanças;
    Dr. Rui Manuel Parente Chancerelle de Machete – Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros;
    Dr. José Pedro Correia de Aguiar-Branco – Ministro da Defesa Nacional;
    Dr. Luís Maria de Barros Marques Guedes – Ministro da Presidência e do Desenvolvimento Regional;
    Prof. Doutor João Calvão da Silva – Ministro da Administração Interna;
    Dr. Fernando Mimoso Negrão – Ministro da Justiça;
    Eng.º Jorge Manuel Lopes Moreira da Silva – Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia;
    Prof. Doutora Maria da Assunção de Oliveira Cristas Machado da Graça – Ministra da Agricultura e do Mar;
    Dr. Luís Pedro Russo da Mota Soares – Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social;
    Dr. Luís Miguel Gubert Morais Leitão – Ministro da Economia;
    Dr. Fernando Serra Leal da Costa – Ministro da Saúde;
    Prof. Doutora Margarida Isabel Mano Tavares Simões Lopes Marques de Almeida – Ministra da Educação e Ciência;
    Prof. Doutor Rui Pedro Costa Melo Medeiros – Ministro da Modernização Administrativa;
    Mestre Maria Teresa da Silva Morais – Ministra da Cultura, Igualdade e Cidadania;
    Dr. Carlos Henrique da Costa Neves – Ministro dos Assuntos Parlamentares.

    O Presidente da República marcou a tomada de posse para o dia 30 de outubro, pelas 12:00 horas, no Palácio da Ajuda.
     

http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=97311 (http://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=97311)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Outubro 27, 2015, 12:50:12 pm
Daqui a umas semanas provavelmente temos um novo.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Cabeça de Martelo em Outubro 27, 2015, 04:00:42 pm
Conheça a constituição do novo Governo

Em relação ao anterior Executivo de Passos Coelho, há mudanças na Educação, Saúde, Justiça, Economia e Administração Interna.

O Presidente da República recebeu, esta terça-feira, o primeiro-ministro indigitado, Pedro Passos Coelho, e deu acordo à constituição do XX Governo Constitucional.

 Em relação ao anterior Executivo, também liderado por Passos Coelho, há várias mudanças: na Educação, sai Nuno Crato para dar lugar a Margarida Mano; na Justiça, Fernando Negrão vai substituir Paula Teixeira da Cruz; na Saúde, Leal da Costa vai ocupar o cargo que antes pertencia a Paulo Macedo; na Economia, sai Pires de Lima para entrar Miguel Morais Leitão; na Administração Interna, João Calvão da Silva passa a ter a pasta que era de Anabela Rodrigues.

 Há ainda dois novos ministérios neste Executivo: um ministério da Cultura, Igualdade e Cidadania, liderado por Teresa Morais, e um ministério da Modernização Administrativa, que fica sob a alçada de Rui Medeiros.

 Paulo Portas mantém-se como vice-primeiro-ministro. Em pastas como a das Finanças, a da Defesa, a dos Negócios Estrangeiros e a do Ambiente continuam os ministros do Executivo anterior.

 A cerimónia da tomada de posse do novo Governo vai decorrer na sexta-feira, dia 30 de outubro, pelas 12:00 horas, no Palácio da Ajuda.

 O programa de Governo tem de ser sujeito à apreciação dos deputados na Assembleia da República no máximo até dia 9 de novembro, sendo que foram anunciadas moções de rejeição por parte da oposição. A serem aprovadas, o Executivo terá de se demitir.  


Veja a constituição do Governo:  
   
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.iol.pt%2Fmultimedia%2Foratvi%2Fmultimedia%2Fimagem%2Fid%2F562f952a0cf2faf11f8ce81c%2F&hash=62eb0c7212b6beaddb8ffcc30f06c44f)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.iol.pt%2Fmultimedia%2Foratvi%2Fmultimedia%2Fimagem%2Fid%2F562f91c90cf2faf11f8ce808%2F&hash=b645c8cff084fce521da9a1bebd180aa)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fwww.iol.pt%2Fmultimedia%2Foratvi%2Fmultimedia%2Fimagem%2Fid%2F562f91ef0cf2faf11f8ce80f%2F&hash=728e62b040f25b16362b52376d0d5493)

 :arrow: http://www.tvi24.iol.pt/politica/27-10- ... vo-governo (http://www.tvi24.iol.pt/politica/27-10-2015/conheca-a-constituicao-do-novo-governo)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 06, 2015, 11:49:38 am
João Soares é a aposta de Costa para o Ministério da Defesa



Costa já está a compor a equipa de ministros, confiante que será PM. João Soares na Defesa pode ser a grande novidade.


João Soares é a aposta de Costa para o Ministério da Defesa



António Costa tem uma certeza na cabeça: vai ser primeiro-ministro brevemente. E a equipa de ministros que levará consigo para São Bento está praticamente fechada e negociada. Há ainda margem para nomes de “influência” bloquista e comunista, mas há pastas que já têm destinatários finais. A grande novidade deverá ser, ao que apurou o Diário Económico, João Soares no Ministério da Defesa Nacional.

O ex-presidente da Câmara de Lisboa tem-se movimentado enquanto deputado sempre nas matérias de Defesa. Foi coordenador do PS na última legislatura nesta comissão e chegou a antecipar-se que seria ele o ministro sombra de António José Seguro para este sector. Domina os dossiers desta pasta e foi também o membro indicado pelo PS para o conselho de fiscalização das secretas.

João Soares foi um dos que esteve contra António Costa desde a primeira hora. Nas primárias lançou-lhe duras críticas e, quando Seguro perdeu as eleições internas, o nome de João Soares chegou a ser falado para integrar listas alternativas aos vários órgaos do partido no Congresso.

Mas a luta entre os dois parece ter ficado para trás quando foi hora de compor as listas de deputados à Assembleia da República. João Soares não foi indicado por nenhuma distrital e acabou por entrar na quota do secretário-geral na lista de Lisboa, depois de ver Álvaro Beleza “ceder” o seu lugar de efectivo.

Nas outras pastas há linhas definidas. Haverá um ministério da Presidência e da Reforma Administrativa liderado por Maria Manuel Leitão Marques. Mário Centeno é o nome para a pasta das Finanças, bem como Caldeira Cabral na Economia e Adalberto Campos Fernandes na Saúde.

O facto de António Costa ter promovido almoços com alguns nomes próximos do PS, mas que se posicionam mais ao centro, como António Capucho, Freitas do Amaral e Basílio Horta, foi visto como um sinal que o líder socialista quererá dar de que tem ouvido figuras conotadas com a direita para “equilibrar” a lista de governantes.

Independentes que ocupam agora lugar de deputados, como Tiago Brandão Rodrigues, Helena Freitas e Alexandre Quintanilha são nomes apontados como certos num futuro Executivo. Também Fernando Rocha Andrade e Graça Fonseca, figuras do círculo mais íntimo e restrito de António Costa, são também incontornáveis.

Com um possível acordo à esquerda a suportar o seu Governo - e com a cada vez mais certa ausência de PCP e BE na lista de ministros e secretários-de-Estado - António Costa não deixará de incluir nomes de “influência” destes dois partidos. Àpasta da Segurança Social e da Cultura podem chegar figuras próximas destes dois partidos, mas também se fala na hipótese de Vieira da Silva, ex-ministro de Sócrates, e Inês de Medeiros.

Costa continua também firme na decisão de ter ministros transversais, com áreas que tocam em vários ministérios. Será o caso do Mar, da Modernização Administrativa e de um novo ministro dos Assuntos Europeus. Elisa Ferreira pode vir de Bruxelas para ocupar esta pasta.


http://economico.sapo.pt/noticias/joao-soares-e-a-aposta-de-costa-para-o-ministerio-da-defesa_233891.html

 :-X
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Novembro 06, 2015, 11:58:13 am
(https://i.imgur.com/iWKad22.jpg)

Se houve alguma coisa que a sua presença na comissão de defesa provou é que não percebe nada do assunto.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 06, 2015, 03:14:09 pm
Tanta palha...

http://economico.sapo.pt/public/uploads/articles/1_novo_site/Program_XX_Governo.pdf
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Crypter em Novembro 06, 2015, 06:15:13 pm
Bem.. lá vamos ter o bochechas júnior como MDN  ::)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Novembro 06, 2015, 07:15:48 pm
Pior seria impossível...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Novembro 06, 2015, 07:41:29 pm
Pior seria impossível...

É, pá... Isso nunca se diz  :-X
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Cabeça de Martelo em Novembro 07, 2015, 01:21:57 am
Pior seria impossível...

Eu também dizia isso do actual...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: raphael em Novembro 08, 2015, 03:58:10 am
bem e lá o nosso MDN teve direito a uma nova Secretária de Estado...
http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/mdn/conheca-a-equipa/secretario-estado/monica-ferro.aspx
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Novembro 09, 2015, 12:53:09 pm
Bem.. lá vamos ter o bochechas júnior como MDN  ::)
Mais curioso é o facto do Marques Mendes o ter apresentado como um "especialista" em defesa...  :P ::) ;D :N-icon-Axe:

Saudações
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Novembro 10, 2015, 04:52:02 pm
Mais um texto "redondo", que não "aquece nem arrefece", mas fica para referência e análise...

Citar
PROPOSTA DE PROGRAMA DE GOVERNO – COMISSÃO NACIONAL  DO  PS – 2015.11.7

3. GARANTIR A DEFESA NUM TERRITÓRIO ALARGADO

A soberania é um atributo inerente ao Estado e um fundamento da Segurança Nacional. O Governo propõe uma
Estratégia de Defesa Nacional que contribua para que Portugal e os portugueses possam decidir o seu futuro
soberano  no  quadro  de  interdependências  que  livremente  escolheram.  Esta  é  uma  prioridade  irrecusável  do
Estado,  que  terá  de  ser  conjugada  com  o  enquadramento  económico-financeiro  prevalecente,  o  que  impõe  o
estabelecimento de prioridades claras, centralizando o investimento nas áreas em que a intervenção das Forças
Armadas é mais necessária.

O ambiente de segurança do século XXI caracteriza-se por uma multiplicidade de riscos e ameaças não convencionais,  transnacionais  e  sub-estatais,  em  que  a  imprevisibilidade  é  um  fator  determinante.  Neste  enquadramento, são relevantes as funções de planeamento e avaliação para que se tomem medidas adequadas, exequíveis e aceitáveis num domínio tão sensível como é o da soberania nacional. Importa considerar um Planeamento de Defesa fundado na informação estratégica, visando fazer corresponder, em cada momento, as opções de
resposta disponíveis às circunstâncias; e, concorrentemente, um Planeamento de Forças que procure encontrar as  capacidades  necessárias  para  fazer  face  aos  riscos  e  ameaças  que  se  perfilam,  embora  tendo  em  conta  os  constrangimentos existentes.

A Defesa Nacional tem um carácter transversal à sociedade, mas as Forças Armadas são pilares determinantes,  pois prestam serviços essenciais à afirmação de Portugal como estado soberano, ao bem-estar dos cidadãos e à  democracia. A sua eficiência e eficácia são muito importantes e não dependem, apenas, do equipamento ao seu  dispor. Tem também significado a motivação dos militares que nelas servem, dado o nível de exigência associado às missões que lhes são conferidas. O Governo irá assegurar a modernização das Forças Armadas e valorizará  igualmente  o exercício de funções na área da Defesa Nacional, a dignificação dos antigos combatentes e o  apoio às famílias dos militares em missões externas.

Melhorar a eficiência das Forças Armadas

A defesa nacional, tendo como principais objetivos garantir a soberania do Estado, a independência nacional e a
integridade do território bem como assegurar a liberdade e a segurança das populações e a proteção dos valores fundamentais da ordem constitucional, encontra na ação das Forças Armadas um instrumento essencial de política externa, nomeadamente no contexto da OTAN, da EU, da ONU e da CPLP. O Governo procurará adequar  o seu funcionamento, maximizando a utilidade dos recursos disponíveis, canalizando-os para a satisfação das  principais prioridades, designadamente:

•  Centrando a ação das Forças Armadas nas respostas definidas por um exigente planeamento de defesa,
nomeadamente em domínios de evidente valor acrescentado para o País e, ainda, na satisfação de compromissos internacionais, em particular na participação em missões internacionais de paz;
•  Reforçando o combate ao ciberterrorismo, através da unidade de cibersegurança das Forças Armadas,
especialmente no que diz respeito a respostas a ataques a alvos militares, e promovendo mecanismos
de cooperação e articulação com outros serviços de combate ao cibercrime;
•  Executando os programas de aquisição e modernização de equipamentos de acordo com o calendário
previsto na Lei de Programação Militar;
•  Programando, no médio prazo, o investimento seletivo em equipamento adequado, em especial no que
se  traduza  em  efeito  multiplicador  da  capacidade  operacional,  apostando  nos  programas  conjuntos  e
naqueles passíveis de duplo uso (civil e militar);
•  Reorganizando o dispositivo territorial em função das missões identificadas e da manutenção de uma
capacidade operacional efetiva;
•  Consolidando mecanismos de partilha entre ramos, dando prioridade às áreas de apoio e logística, tendo em vista a utilização conjunta numa perspetiva de complementaridade e racionalidade;
•  Garantindo a estabilidade dos efetivos, após adequado planeamento, no que respeita aos quadros orgânicos;
•  Assegurando  a  manutenção  e  sustentação  dos  meios,  dentro  dos  constrangimentos  existentes  e  dos
compromissos orçamentais assumidos.

Estimular a Indústria de Defesa

A existência de uma indústria de Defesa é crucial para a efetiva autonomia e capacidade de cumprimento das  missões das Forças Armadas. Por outro lado, as indústrias de Defesa estão, hoje em dia, associadas a tecnologias de elevado valor acrescentado, capacidade de exportação e criação de emprego qualificado. Assim, o Governo procurará:

•  Dinamizar o papel do Estado na gestão das participações públicas no setor e enquanto agente facilitador da internacionalização da indústria de defesa;
•  Promover a gestão dinâmica de capacidades, com a venda de equipamentos prestes a atingirem o ciclo
de utilização ou excedentários, com vista à obtenção de recursos a utilizar na LPM e em programas de apoio à indústria de defesa;
•  Promover a participação da indústria de Defesa Nacional para a participação em programas conjuntos, com enfoque em nichos de excelência no âmbito da Agência Europeia de Defesa, da OTAN e de outros programas cooperativos.

Valorizar o exercício de funções na área da Defesa

O  Governo  adotará  as  medidas  necessárias  ao reconhecimento  da  especificidade  do  exercício  de  funções na área da Defesa Nacional, designadamente:
•  Concretizando o regime do contrato de média duração para situações funcionais cujo grau de formação
e treino, tipo de habilitações académicas e exigências técnicas tornem desejável uma garantia de prestação de serviço mais prolongada;
•  Concluindo o processo de instalação do Hospital das Forças Armadas e melhorando os cuidados de saúde aí prestados;
•  Mantendo a assistência na doença aos militares como subsistema autónomo;
•  Estabilizando o enquadramento estatutário dos militares, reconhecendo a especificidade da sua condição, em especial a dos deficientes das Forças Armadas e dos Antigos Combatentes;
•  Garantindo a aplicação, nas instituições da Defesa, do Plano Nacional de Ação para a implementação da
resolução CSNU1325 sobre Mulheres, Paz e Segurança e promover a sua contínua monitorização;
•  Criando mecanismos de apoio às famílias dos militares, designadamente às dos titulares falecidos em
serviço e promovendo a conciliação do trabalho com a vida familiar.
Qualificar as Forças Armadas e consolidar a profissionalização
Considerando a importância da formação e valorização profissional dos militares, o Governo adotará, designadamente, as seguintes medidas:
•  Complemento da formação de âmbito especificamente militar com a oferta proporcionada pelo sistema
de Ensino Superior Universitário e Politécnico, em áreas como medicina, engenharia e administração;
•  Promoção do alinhamento da formação conferida nas Forças Armadas com o Sistema Nacional de Qualificações (SNQ);
•  Promoção efetiva da reinserção profissional dos militares em regime de contrato, com recurso a políticas ativas de formação e de emprego, articuladas com o ministério competente.

Dinamizar a componente externa da Defesa

A par dos laços históricos e culturais que ligam Portugal aos países da CPLP, a posição geoestratégica do território português e o novo ambiente internacional repõem a centralidade de Portugal em todo o Atlântico, numa altura em que também se assiste ao agravamento da situação no Mediterrâneo. O Governo considera que tal enquadramento permite dinamizar:

•  As potencialidades do acordo de cooperação e defesa existente com os Estados Unidos da América;
•  A cooperação técnico-militar, no âmbito multilateral da CPLP ou a nível bilateral, mantendo e se possível  ampliando  os  programas  de  cooperação  em  vigor  com  os  países  de  língua  portuguesa  e  lançando novos programas, nas áreas da formação, do treino e das indústrias de defesa.

Reforçar a ligação da Defesa Nacional aos portugueses

Tendo presente a necessidade de envolver a sociedade no debate sobre as questões da Defesa Nacional e de aproximar as Forças Armadas dos portugueses, o Governo propõe desenvolver:

•  Um plano de ação para uma cultura de defesa que se enquadrará no Dia da Defesa Nacional e envolverá escolas,  autarquias  e  associações,  valorizando  os  recursos  próprios  da  Defesa  e  das  Forças  Armadas (museus, laboratórios, bibliotecas, arquivos, bandas musicais, equipamentos desportivos, monumentos, revistas, jornais e sítios na Internet) em articulação com os setores da educação, ciência, cultura, desporto e turismo;
•  O reforço dos laços identitários com as comunidades portuguesas dando continuidade aos contactos estabelecidos entre forças nacionais em missão e os portugueses radicados no exterior.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Novembro 24, 2015, 02:50:45 pm
Ministro da Defesa - Azeredo Lopes

Citar
José Alberto de Azeredo Lopes é professor associado da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa do Porto, onde lecciona disciplinas na área do direito internacional e onde se doutorou, em 2002, Direito, Ciências Jurídico-Políticas (Direito Internacional).

Com um diploma do Institut Européen des Hautes Études Internationales, que obteve em 1985, Azeredo Lopes é mais conhecido por ter presidido à Comissão Executiva da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) entre 2006 e 2011, mas o seu currículo é vasto e essencialmente ligado à área do direito internacional.

Foi membro do Grupo de Trabalho sobre Serviço Público de Televisão (2002). Negociou, em representação do Ministro da Presidência do Conselho de Ministros do XV Governo Constitucional, Nuno Morais Sarmento, o Protocolo RTP-SIC-TVI, assinado em 2003. Foi responsável pelo acompanhamento da execução deste mesmo protocolo, até finais de 2005.

Foi auditor da International Law Academy, em Haia, em 1990, e relator em várias missões e grupos de trabalho internacionais, nomeadamente em Timor-Leste.

É um reconhecido boavisteiro e habitual comentador na televisão em programas de informação e debate político.

O consultor e autor de artigos e obras na área do direito internacional é o porta-voz da candidatura do independente Rui Moreira.

http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5034777305875214 (http://www.degois.pt/visualizador/curriculum.jsp?key=5034777305875214)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Crypter em Novembro 24, 2015, 04:59:17 pm
Alguém conhece? Pessoalmente nunca tinha ouvido falar..

O que nestas coisas pode até nem ser mau :)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Novembro 24, 2015, 05:18:17 pm
Não conheço, mas é dos pouco ministros escolhidos que não tem experiência directa na área.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Novembro 25, 2015, 12:33:10 am
Não é o Soares Júnior com a sua cara de estar a adormecer, para mim já é bom ;D
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: ARIES em Dezembro 16, 2015, 11:32:20 pm
http://expresso.sapo.pt/politica/2015-12-16-Azeredo-Lopes.-Portugal-nao-envolvera-tropas-na-Siria-mas-pode-enviar-meios-para-outras-regioes
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Dezembro 17, 2015, 12:00:08 am
Conversa para boi dormir
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Dezembro 17, 2015, 01:31:28 am
Mais um C-130/C-295 para o Mali.

Mais do que isto acho pouco provável, mas temos capacidade (meios humanos e materiais) de enviar mais meios.

Podemos enviar 1 avião P-3, 1 Fragata da Marinha, comandos/Fuzileiros/Pára-quedistas. Tudo depende da região que se esteja a falar, Norte de África, Mediterrâneo, combate à pirataria na Somália ou Golfo da Guiné, etc.

Até a GNR é sempre uma potencial candidata.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Dezembro 24, 2015, 11:27:01 am
Citar
Ministro da Defesa visitou o batalhão português no Kosovo

http://www.rtp.pt/noticias/politica/ministro-da-defesa-visitou-o-batalhao-portugues-no-kosovo_v883592
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Janeiro 27, 2016, 12:54:51 pm
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Abril 07, 2016, 08:29:33 am
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgur.com%2FQTm9Vla.jpg&hash=e739d03543007c54ce1d2822549c6fc3)

(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fi.imgur.com%2Ft9Y1h4m.jpg&hash=caf7cac82fb06cba46936b6a3e31dd17)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Abril 27, 2016, 10:30:03 am
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Camuflage em Maio 25, 2016, 09:13:57 pm
http://www.dnoticias.pt/actualidade/pais/589837-ministro-da-defesa-autoriza-compra-de-12-drones?quicktabs_2=0



O ministro da Defesa Nacional, José Azeredo Lopes, autorizou a compra de 12 sistemas aéreos não tripulados (mini-UAV), anunciou hoje o Governo em comunicado.

O processo de aquisição não deverá exceder o montante máximo de seis milhões de euros, até 2021, acrescenta o texto.

Segundo o despacho publicado hoje, 24 de maio, em Diário da República, estes procedimentos de aquisição vão ser desenvolvidos através da NATO Support and Procurement Agency (NSPA).

Estão contempladas verbas para a aquisição destes veículos, normalmente designados or 'drones', através do "Projeto dos Sistemas Aéreos Não Tripulados", que faz parte da Lei de Programação Militar.

José Lopes delegou no general Rovisco Duarte, Chefe do Estado-Maior do Exército, a capacidade de lidar com todos os assuntos referentes aos procedimentos a tratar com a NSPA e também a competência de pôr em prática "todos os atos necessários à execução contratual decorrente do procedimento agora autorizado", refere o despacho.

A compra dos mini-UAV foi autorizada pelo ministro da Defesa de modo a que exista ajuda na recolha de informações em apoio das Unidades Escalão Batalhão.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Junho 22, 2016, 08:54:17 am
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Outubro 26, 2016, 11:36:41 pm
Citar
NATO pode contar com Portugal no flanco sul

Cimeira dos ministros da Defesa da NATO arranca esta manhã no quartel general da Aliança em Bruxelas. Portugal estará representado por Azeredo Lopes que em setembro, na comissão parlamentar de defesa, deixou claro que a Aliança poderia contar com um enventual reforço da nossa presença no flanco Sul, mas nos “battlegroups”, a Leste, nem por isso.

http://expresso.sapo.pt/politica/2016-10-26-NATO-pode-contar-com-Portugal-no-flanco-sul

PS: Até pensei que com o fim da missão no Kosovo iamos reforçar um desses battlegroups, afinal não.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Outubro 27, 2016, 02:19:16 pm
Citar
Portugal reforça segurança marítima no Mediterrâneo

Portugal está disponível para participar na missão da NATO para o reforço da segurança marítima no mediterrâneo central, Sea Guardian.

http://www.tsf.pt/internacional/interior/portugal-reforca-seguranca-maritima-no-mediterraneo-5464320.html

PS: No artigo refere que com o fim da missão no Kosovo, o Exército deverá vir a ter uma nova missão, existe uma especie equilibrio entre os ramos,
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Novembro 11, 2016, 06:39:55 pm
Citar
COMISSÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - Audição do Ministro da Defesa Nacional

http://www.canal.parlamento.pt/?cid=1439&title=oe2017-audicao-do-ministro-da-defesa-nacional


Alguns pontos:

-Está a ser estudado o aumento do limite máximo da idade de ingresso em um dos ramos das forças armadas;

- Durante o processo de manutenção dos submarinos, trabalhadores do arsenal do alfeite irão ter formação na Alemanha para que se posso transferir, pelos menos parcialmente, a manutenção para Portugal;

- Está planeada a construção de 4 lanchas da classe Vigilante (http://www.arsenal-alfeite.pt/index.php?id=155) para o ISN;

- Estação de Radar Nº 4  continua com problemas, a INDRA não vai conseguir cumprir o prazo do final de este ano, passando o prazo para a solução dos problemas para o próximo ano;

- Estão a decorrer os processos de aquisição de 4x4, Drones e Viaturas Táticas Médias através da NSPA.

-O concurso para a aquisição das novas armas ligeiras irá terminar até ao final do ano e a aquisição terá inicio em 2017;

-Não está planeado um NAVPOL;

- Já foi lançado o concurso para a modernização de 4 C-130 com comparticipação da UE;

- O substituto do C-130 ainda não foi escolhido;

- Não existem F-16 portugueses para venda.


Dica: Se alguém quiser ver o video pode passar à frente as intervenções do BE
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Novembro 17, 2016, 10:13:40 am
Citar
Vem aí um novo acordo de cooperação militar com São Tomé

Os aviões P-3C e as fragatas das Marinha têm sido uma presença regular em São Tomé e Príncipe
Está dado o pontapé de saída para o estabelecimento de um novo acordo de cooperação técnico-militar. Portugal continua disponível para apoiar as Forças Armadas de São Tomé e Príncipe. Palavra de ministro da Defesa.

http://expresso.sapo.pt/politica/2016-11-16-Vem-ai-um-novo-acordo-de-cooperacao-militar-com-Sao-Tome
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Dezembro 08, 2016, 12:16:18 pm
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Azeredo Lopes: "É possível fazer diferente. Esta é outra lição extraordinária que a esquerda dá"

Faltam entre mil e dois mil efectivos nas Forças Armadas e é um dos temas que o ministro da Defesa quer resolver. A pensar no novo conceito de Defesa e de Forças Armadas, em Portugal e no mundo, e também a pensar nas necessidades concretas, nomeadamente num ano em que só nos incêndios o Exército fez um esforço três vezes superior ao normal. Num ano de estreia nas funções particularmente trabalhoso, Azeredo Lopes garante que, no que depender dele, "nenhum inquérito [vai ficar] na gaveta", referindo-se ao que se passou nos Comandos, e que, no que respeita à polémica com o Colégio Militar, "teria feito exactamente o que fiz": "negoceio tudo, não negoceio princípios". Politicamente, o ministro é um homem satisfeito com os resultados do Governo que integra e bem-humorado: "acabou a tragédia do período revolucionário em curso em Portugal".

http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/azeredo-lopes-e-possivel-fazer-diferente-esta-e-outra-licao-extraordinaria-que-a-esquerda-da#comentarios
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Janeiro 06, 2017, 10:37:13 am
À falta de melhor tópico...

Decreto-Lei n.º 2/2017 - Diário da República n.º 5/2017, Série I de 2017-01-06105711787
DEFESA NACIONAL
Aprova o regime de entrada de navios de guerra, de aeronaves e de forças terrestres estrangeiras

https://dre.pt/application/file/a/105714586
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Janeiro 24, 2017, 11:29:14 pm
Ministro da Defesa Nacional recebe Director da NPSA
http://www.defesa.pt/Paginas/MinistrodaDefesaNacionalrecebeDirectordaNPSA.aspx

Vamos lá tratar de negócios  ;D
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Fevereiro 07, 2017, 09:20:09 am
https://www.facebook.com/113078412060406/photos/a.116282621739985.10902.113078412060406/1425830420785192/?type=3&theater (https://www.facebook.com/113078412060406/photos/a.116282621739985.10902.113078412060406/1425830420785192/?type=3&theater)
Citar
Operacional

 
Radio Renascença, 05FEV2017: «...O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considera que seria "um desastre" se o papel da NATO diminuísse e defende o reforço das capacidades europeias, posições que levará na segunda-feira ao encontro com os homólogos do sul da Europa.
"Portugal defende muito claramente a organização e considera que seria um desastre se porventura o seu papel fosse diminuído", afirmou o governante à agência Lusa, antecipando o encontro do Porto, no qual receberá os ministros da Defesa de Espanha, França e Itália...» Perante estas declarações, aguarda-se agora o contributo que Portugal irá dar para reforçar as capacidades da NATO.
Segundo o EMGFA (dados oficiais portanto), as Forças Armadas Portuguesas dispõem de 32.992 militares, dos quais 680 estão empenhados em missões internacionais, e destes 213 em missões da NATO. No primeiro semestre deste ano Portugal vai retirar o batalhão que está empenhado na KFOR/Kosovo (181 militares, a única força de combate que mantemos actualmente em missões NATO) e os 13 militares empenhados na operação Active Endeavour no Mediterrâneo (destacamento P-3 CUP +) fazem uma saída por mês nesta missão.
A não ser que haja novas missões (ainda não anunciadas), a participação portuguesa na NATO para a segurança na Europa e no Mundo será assim este Destacamento da Força Aérea no Mediterrâneo, com 1 aeronave e 13 militares uma vez por mês e 10 militares do Afeganistão (Missão Resolute Support): 23 militares.

(https://scontent.flis5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/16473142_1425830420785192_4401406238668060372_n.jpg?oh=c2f54b4d7075bce73e6318912167d42d&oe=5906BCA9)

Saudações
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: perdadetempo em Fevereiro 11, 2017, 04:16:44 pm
Nota: Isto já é uma noticia de Janeiro de 2017 mas como não encontrei referência aqui no fórum...

Citar
A Lei de Programação Militar teve uma taxa de execução de 97% em 2016, disse, esta quarta-feira, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerando "satisfatórios" os resultados do investimento. continua...

http://observador.pt/2017/01/18/lei-de-programacao-militar-com-taxa-de-execucao-de-97-em-2016/ (http://observador.pt/2017/01/18/lei-de-programacao-militar-com-taxa-de-execucao-de-97-em-2016/)

Para os mais distraídos ou que tenham mais problemas com a pesquisa no fórum aqui fica o link da LPM https://dre.pt/application/file/67241977 (https://dre.pt/application/file/67241977)

Cumprimentos
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: rbp em Março 07, 2017, 12:54:21 pm

Ministro da Defesa considera “um avanço” novo centro de comando militar da UE
6/3/2017, 14:51
1
O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou "um avanço" o acordo alcançado em Bruxelas entre os 28 para a criação de uma estrutura central europeia de planificação e condução operacional de missões e operações militares.


O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, considerou “um avanço” o acordo alcançado esta segunda-feira em Bruxelas entre os 28 para a criação de uma estrutura central europeia de planificação e condução operacional de missões e operações militares.

Em declarações aos jornalistas após uma sessão de trabalho conjunta entre ministros da Defesa e ministros dos Negócios Estrangeiros dos 28, José Alberto Azeredo Lopes referiu que “Portugal destacou como positivo o desenvolvimento de estruturas de planeamento e condução de missões e operações”. “É um termo muito longo e muito complicado, mas essencialmente visa integrar no plano europeu uma forma de coordenação militar daquilo que também tem já a ver com a Defesa”, de missões de mandato não executivo, ou seja, que não envolvam combate, caso das missões de treino que a UE tem na Somália, no Mali e na República Centro-Africana.

As três missões militares executivas da UE — “Sophia”, contra a imigração ilegal no Mediterrâneo; “Atalanta”, contra a pirataria no Corno de África; e “Althea”, na Bósnia-Herzegovina -, continuarão a ser comandadas a partir de quartéis-generais estabelecidos nos Estados-membros. Segundo o ministro da Defesa, trata-se de “um avanço que torna, ou pode vir a tornar, mais eficiente a ação da UE nesta área, que aparentemente tem custos absolutamente contidos e finalmente não implica sequer novas infraestruturas ou novas capacidades ao nível organizacional”.

Azeredo Lopes sublinhou que se verificava “que nas missões da UE havia um hiato entre a dimensão militar, no terreno, operacional, de planeamento, e depois uma centralização mínima ao nível da própria União que fizesse falar ou que permitisse uma interlocução entre o terreno e um plano também militar na UE”, ou seja, “faltava uma interlocução centralizada a nível militar”, e “é isso que agora é alcançado”.

“E sei do que falo porque foi algo que eu ouvi dos comandantes de duas missões que tive ocasião de visitar, a EUTM (Missão de Treino da UE) Mali e EUTM República Centro-Africana: a relativa dificuldade em fazer perceber rapidamente que a tomada de decisão também é cada vez mais pressionante em teatros de operações que como é sabido são bastante exigentes”, afirmou. Questionado sobre se a decisão de criar esta espécie de “quartel-general” para missões não executivas é um passo no sentido da criação de um exército europeu, Azeredo Lopes disse que é prematuro afirmá-lo, mas argumentou que não deixa de ser mais um passo “no sentido de um reforço das capacidades e da atuação comum dos Estados-membros da UE”.

“Quanto a um exército comum, não lhe sei dizer. Admito que sim, mas também podia admitir que não, uma vez que estamos numa fase ainda embrionária de um processo que, repito, pela positiva, muitos não conceberiam sequer que já pudesse estar neste plano em 2017”, declarou.


http://observador.pt/2017/03/06/ministro-da-defesa-considera-um-avanco-novo-centro-de-comando-militar-da-ue/
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: rbp em Março 07, 2017, 01:00:28 pm
Azeredo Lopes: "Por muito que nos desagrade, somos todos um alvo"

http://www.jn.pt/nacional/videos/interior/ministro-da-defesa-realca-importancia-de-carta-do-porto-na-nato-5703675.html
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: rbp em Março 10, 2017, 07:02:51 pm
Sempre que Bruxelas se aventurava por uma maior integração militar chocava de frente com Londres. A saída britânica elimina um obstáculo, cria muitos outros, mas permitiu já à União Europeia dar o primeiro passo para criar um quartel-general europeu, ainda que camuflado e embrionário

“Centro de comando” ou “quartel-general europeu” eram palavras interditas em Bruxelas até há uns meses. A ideia de uma maior integração militar dos 28 esbarrava ou no ‘veto’ de Londres ou na resistência dos estados em criar estruturas similares às da NATO. A saída britânica da União Europeia (UE) e a chegada à Casa Branca de um presidente que considera a Aliança Atlântica “obsoleta” alterou o sentido de urgência militar da UE ou, pelo menos, retirou muitas reservas. Assim nasceu, por unanimidade, o primeiro quartel-general europeu ou o seu embrião, para driblar sensibilidades: nova capacidade de coordenação (MPCC).

“É uma célula de planeamento operacional e de coordenação para missões militares não executivas, como as missões de treino que hoje existem na República Centroafricana, Somália e Mali”, explica à VISÃO Isabel Nunes, Chefe de Equipa Multidisciplinar do Centro de Estudos e Investigação do Instituto de Defesa Nacional. Até hoje não havia um comando central neste tipo de missões – sem uso da força –, ao qual é preciso recorrer em caso de défices ou imprevistos, como falta de pessoal.

O novo órgão deve arrancar em abril, com uma equipa de 30 pessoas, e ser integrado no Estado-Maior da UE (EMEU) que funciona hoje na Avenida Cortenbergh, em Bruxelas. Sob a liderança do finlandês Esa Pulkkinen, que também comanda o EMEU, a nova célula assessora o corpo diplomático europeu e, com o tempo, ambiciona tutelar também missões executivas. Por enquanto, Londres é contra. Mas os ministros da Defesa da UE, que aprovaram no início desta semana o MPCC, prevêem rever o modelo até ao final de 2018, numa altura em que se espera ultimar o acordo de divórcio entre o Reino Unido e o resto da comunidade europeia.

Ao lado de França, o reino britânico exibe o maior músculo militar da UE e daí os estados-membros terem acordado para a necessidade de uma maior organização militar. O Brexit, no entanto, está de longe de pôr fim a projectos conjuntos ou parcerias militares entre os dois lados do Canal da Mancha. “A aprovação do MPCC é reativa ao Brexit, mas o Reino Unido não tem interesse em ficar marginalizado”, acredita Isabel Nunes. Portugal, por exemplo, advoga que algumas estruturas “sejam inclusivas até para estados não-membros da UE ou que deixem de o ser”, disse o ministro da Defesa, José Azeredo Lopes, depois da reunião em Bruxelas.

A área de Defesa é mais sensível para países que atravessam uma situação económica frágil, como a portuguesa. Por sistema, Portugal assinala o interesse em pertencer ao núcleo duro de uma cooperação estruturada permanente na área da Defesa, mas tudo depende do esforço financeiro.O Governo português “é favorável a um reforço progressivo e gradual” da dimensão militar, indicou Azeredo Lopes, antes de sublinhar que os gastos militares enfrentam, como outras rubricas, o colete de forças do Pacto de Estabilidade e o Tratado Orçamental. Portugal “tem três militares no EMUE e um no gabinete do chairman do Comité Militar da União Europeia”, adianta à VISÃO o ministério da Defesa, que antecipa “um incremento das necessidades” e “novas vagas”.


http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2017-03-10-Brexit-acelera-criacao-de-um-quartel-general-europeu
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: rbp em Março 12, 2017, 08:24:17 pm
Maior cooperação europeia na defesa: é inevitável e benéfico
11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 00:00
Jorge Domecq
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Durante muito tempo tratada como um aspeto marginal da política externa e de segurança comum (PESC), a defesa surge agora como uma das principais prioridades na agenda europeia. Em 2016, várias sucessivas iniciativas da UE e dos Estados membros colocaram a defesa em primeiro plano.

Mais do que isso: numa altura em que os líderes europeus se preparam para reunir em Roma no dia 25 de março para o sexagésimo aniversário dos Tratados de Roma, num dos períodos mais desafiantes e turbulentos que a União já enfrentou, a defesa é apontada como uma área em que o projeto europeu poderia ser revigorado com sucesso.

Partilho esta ambição, chegou a hora de tornar a defesa uma genuína questão de interesse europeu.

Sejamos honestos. Nós europeus não temos outra alternativa credível a não ser unir forças, refletir e tomar medidas quanto à segurança e defesa numa abordagem mais europeia, superando as fronteiras nacionais. As ameaças crescentes na nossa vizinhança, o futuro da nossa relação transatlântica e a revolução tecnológica em curso na escala global deveriam convencer até os mais céticos de que, neste momento, a Europa não tem outra solução do que fazer mais e melhor pela sua própria segurança.

Em termos políticos, uma abordagem europeia mais cooperativa e mais forte no âmbito da defesa parece inevitável. Falando sem rodeios, a alteração da ordem global obrigará, mais cedo ou mais tarde, as nações europeias a unir-se e a agir coletivamente, caso queiram continuar a poder proteger os seus interesses e os seus cidadãos.

No entanto, a pressão externa não deverá ser o único fator de ação. Na verdade, existem inúmeras outras razões mais práticas que mostram que uma melhor cooperação europeia no âmbito da defesa faria todo o sentido.

Mais do que tudo, a questão orçamental.

Atualmente, o mercado europeu de defesa está seriamente fragmentado. Os orçamentos são planificados e gastos a nível nacional por 28 ministérios da Defesa sem qualquer coordenação adequada. Trata-se de um processo dispendioso e, muitas vezes, leva à duplicação dos esforços e de gastos, uma vez que cada Estado membro tenta abranger todo o espetro das capacidades de defesa. Um melhor planeamento, aliado a aquisições conjuntas, agrupamento e partilha de capacidades de defesa podem portanto permitir controlar melhor as despesas militares e economizar grandes somas financiadas pelos contribuintes. As estimativas(*) sugerem que os governos europeus poderiam poupar cerca de um terço (!) daquilo que gastam em equipamento militar caso decidissem coordenar os investimentos. Estamos a falar de milhares de milhões de euros que poderiam ser poupados ou libertados para um investimento adicional a longo prazo.

Mas a relação custo-benefício não é a única vantagem. A interoperabilidade e o aumento da eficiência são também resultados igualmente importantes numa abordagem mais cooperativa nas despesas da defesa.

Em comparação com os Estados Unidos, as forças armadas europeias possuem demasiados diferentes tipos de equipamentos militares. Em 2016, por exemplo, os Estados membros da UE tinham 20 diferentes tipos de aviões de combate (em comparação com seis nos Estados Unidos), 29 tipos de fragatas (face a quatro nos Estados Unidos) e 20 tipos de veículos de combate blindados (face a dois nos Estados Unidos). O planeamento, aquisição e operação de meios numa perspetiva cooperativa contribuiria consideravelmente para uma melhor interoperabilidade das forças armadas dos Estados membros.

Desta forma, a agregação e partilha de recursos são fundamentais para garantir que as forças armadas europeias se tornem mais eficazes e interoperáveis e que o dinheiro dos cidadãos e contribuintes europeus seja utilizado da melhor forma possível.

Promover tal cooperação, estabelecer e desenvolver projetos cooperativos entre os Estados membros interessados é a missão da agência. Desde a sua criação em 2004, a agência tornou-se o principal centro para a cooperação no âmbito da defesa da UE com competências e redes de trabalho que não ficam atrás de nenhuma outra. A experiência demonstra claramente que, se os Estados membros tiverem vontade política para se envolver seriamente nesta cooperação, a AED garantirá resultados.

Hoje, num momento em que as linhas institucionais da UE entre a segurança interna e externa são cada vez mais ténues, vale a pena relembrar que os Estados membros, desde o início, sempre consideraram a AED a sua principal ferramenta e veículo para melhor cooperarem a nível de defesa. De facto, é na AED que os governos dos Estados membros decidem em conjunto as prioridades em termos de desenvolvimento de capacidades de defesa e a melhor forma de as gerir. O apoio que a Comissão Europeia está disposta a fornecer através do recentemente adotado Plano de Ação Europeu de Defesa (PAED) é muito bem-vindo neste contexto.

Cooperação na defesa é necessária e urgente. Não podemos permitir que esta importante questão se arraste em debates políticos ou institucionais que não se focam no nosso objetivo comum: fortalecer a defesa europeia. Para tal, a Europa precisa de tirar o máximo partido das ferramentas que tem ao seu dispor. A AED é certamente uma delas.

A União Europeia encontra-se numa encruzilhada. Decisões ambiciosas e visionárias são necessárias para manter o projeto europeu vivo e a florescer. Compete aos nossos líderes tomar essas decisões em conjunto.

Diretor executivo da Agência Europeia de Defesa


http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/convidados/interior/maior-cooperacao-europeia--na-defesa-e-inevitavel-e-benefico-5718126.html
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Março 29, 2017, 10:22:45 pm


Amanhã vejo com mais calma.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Março 30, 2017, 12:09:45 am
1:27:30. Se fosse na Ucrânia já estavam à chapada...

O nível destas comissões e destes deputados é um bocado... Barrasco...  :o
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Alvalade em Março 30, 2017, 10:07:34 pm
Pior audição de que eu tenho memoria. Perder 4 horas nisto.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: mafets em Março 31, 2017, 10:59:24 am
Se fosse para uma treta qualquer arranjava-se logo dinheiro para pessoal... >:(

http://observador.pt/2017/03/28/efetivos-governo-e-chefes-militares-em-confronto/ (http://observador.pt/2017/03/28/efetivos-governo-e-chefes-militares-em-confronto/)
Citar
Ministério não vê problema no facto de os tetos de efetivos não serem atingidos. A falta de voluntários está a sobrecarregar os militares no terreno e ameaça a prontidão operacional, avisam os ramos.

Governo e militares têm visões diferentes sobre a questão dos efetivos. Onde o secretário de Estado da Defesa não vê qualquer problema — “não existe nenhum défice de efetivos nas Forças Armadas”, diz Marcos Perestrello ao Observador —, a Marinha e a Força Aérea falam abertamente de uma sobrecarga do pessoal que “dificulta a gestão dos períodos legais de descanso”. Os militares apontam ainda a “acumulação de cargos” como forma de ultrapassar as carências internas.

Faltam mais de três mil tropas aos quadros dos três ramos. Para os chefes militares, de acordo com as respostas recolhidas pelo Observador, há problemas ou limitações devido à falta de recursos humanos nas Forças Armadas. Mas o Governo diz que não é isso que os ramos lhe comunicam. Segundo o secretário de Estado da Defesa, “no dia em que entenderem que têm recursos insuficientes para cumprir as missões”, as chefias militares “têm de afirmá-lo ao poder político e esse dia ainda não chegou”, disse Perestrello esta quarta-feira na comissão de Defesa, no Parlamento.

Todos os anos é publicado um decreto-lei que fixa os efetivos dos três ramos para o ano seguinte. A poucos dias do final do ano passado, esse diploma trazia más notícias para aqueles que ainda alimentavam a esperança de ver reforçadas as fileiras do Exército, Força Aérea e Marinha. Pelo quarto ano consecutivo, o universo global de efetivos não iria sofrer qualquer alteração. Os valores atuais foram fixados em 2013 por José Pedro Aguiar-Branco, ministro da Defesa de Pedro Passos Coelho, num tempo em que nenhuma decisão de gestão interna (pelo menos, aquelas que significassem um aumento de custos) passava sem a aprovação da troika.

A pensar no decreto-lei em vigor desde dezembro de 2016, o Ministério da Defesa entende que o documento apenas “fixa o efetivo máximo ideal” a integrar em cada um dos ramos. O mesmo é dizer que não se considera haver uma obrigatoriedade de o universo de militares alcançar, até ao último homem, o número estabelecido como “ideal” pelo mesmo executivo.

Consideramos que não existe nenhum défice de efetivos nas Forças Armadas” e que “o número de efetivos cumpre o necessário pelo quadro das missões” previsto para os três ramos, refere o secretário de Estado Marcos Perestrello, em resposta às questões do Observador.
O governante destaca que, desde 2011, “este foi o ano em que se registaram mais candidaturas” – mais de 11 mil – “e também o ano em que mais militares foram incorporados” – cerca de 3.900. Não refere, no entanto, apesar da pergunta nesse sentido, quantos candidatos foram recusados. O Governo não dispõe, “neste momento”, desses dados, justifica a tutela.

Apesar disso, Marcos Perestrello ensaia a ideia de que “as provas de ingresso são exigentes” e que os chumbos ao ingresso nas Forças Armadas se explicam com a “incapacidade” de os interessados alcançarem os requisitos apresentados por cada um dos ramos.

Faltam militares? É fazer as contas

A posição do Governo é a de que os efetivos estão assegurados. Do lado de cada um dos ramos, a perspetiva é outra, ainda que seja expressa em diferentes tons. Mesmo assim, numa análise ramo a ramo, rapidamente se constata que o tal “máximo ideal” previsto na lei não é alcançado num único caso.
(https://www.forumdefesa.com/forum/proxy.php?request=http%3A%2F%2Fimg.obsnocookie.com%2Fs%3Dw800%2Cpd1%2Fo%3D80%2Fhttp%3A%2F%2Fs3.observador.pt%2Fwp-content%2Fuploads%2F2017%2F01%2F12085024%2F21299465_770x433_acf_cropped.jpg&hash=54161be0bad1c63910935000aa881793)

Saudações
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: perdadetempo em Março 31, 2017, 09:40:19 pm
Citar
Ministério não vê problema no facto de os tetos de efetivos não serem atingidos. A falta de voluntários está a sobrecarregar os militares no terreno e ameaça a prontidão operacional, avisam os ramos.

Governo e militares têm visões diferentes sobre a questão dos efetivos. Onde o secretário de Estado da Defesa não vê qualquer problema — “não existe nenhum défice de efetivos nas Forças Armadas”, diz Marcos Perestrello ao Observador —, a Marinha e a Força Aérea falam abertamente de uma sobrecarga do pessoal que “dificulta a gestão dos períodos legais de descanso”. Os militares apontam ainda a “acumulação de cargos” como forma de ultrapassar as carências internas.

Coitado o homem não tem culpa de não perceber que as forças armadas também são portuguesas o que significa que para cada individuo a trabalhar existem cinco a gerir. Para isto funcionar são preciso pelo menos 30000X5=150000  ;D
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: paraquedista em Novembro 24, 2017, 08:07:47 pm
Ora ate o Sr. Joao Soares do PS e da mesma opiniao do que eu...Paulo Portas o melhor MDN de sempre

O actual, tem posto a LPM a funcionar, o problema e que e um cinico e gosta de complicar e tenta argumentar que nao devemos chegar aos 2% do PIB na Defesa, pela qualidade e quantidade das nossas forcas destacadas...enfim argumenta contra ter mais dinheiro no seu Ministerio  ::)

https://www.noticiasaominuto.com/politica/906121/portas-foi-um-excelente-ministro-da-defesa-se-nao-mesmo-o-melhor

Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Get_It em Novembro 25, 2017, 12:20:41 am
Portas à parte. O engraçado que é que mudam os partidos, as cores e os ministros mas continuam na Comissão de Defesa praticamente as mesmas pessoas. Portanto, são e foram sempre o factor em comum que existe cada vez que estas estratégias e negócios dão origem a problemas.

Cumprimentos,
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: asalves em Dezembro 07, 2017, 09:41:17 am
Ministro da Defesa não sabia que plano de implementação da defesa europeia ia ser secreto
http://observador.pt/2017/12/06/ministro-da-defesa-nao-sabia-que-plano-de-defesa-europeia-era-secreto/
Citar
Primeiro, comprometeu-se a divulgar o plano de implementação da defesa europeia. Depois, alegou que a divulgação punha em causa a segurança nacional. Agora, acrescenta que não sabia o grau de detalhe.
[...]
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: HSMW em Dezembro 07, 2017, 10:27:51 am
Não sabe é o que anda lá a fazer...
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: perdadetempo em Dezembro 07, 2017, 10:38:23 pm
Também não se percebe tanto secretismo a não ser que seja para não se perceber o ridículo que  vai ser a nossa participação.

Pela descrição do PESCO não se percebe a razão de tantos dramas, a não ser o hábito de em Portugal se usar e abusar do segredo militar.

http://observador.pt/factchecks/defesa-europeia-governo-comprometeu-se-divulgar-no-parlamento-plano-de-implementacao/ (http://observador.pt/factchecks/defesa-europeia-governo-comprometeu-se-divulgar-no-parlamento-plano-de-implementacao/)

Cumprimentos,
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: perdadetempo em Dezembro 12, 2017, 11:26:16 pm
O PESCO responsável pela ultima barraca do MDN já foi assinado

http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/189131/25-states-sign-eu-defense-pact%2C-agree-to-launch-first-17-joint-projects.html (http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/189131/25-states-sign-eu-defense-pact%2C-agree-to-launch-first-17-joint-projects.html)

E mais importante os 17 projectos que estão para já incluídos (pág 2)

http://www.consilium.europa.eu/media/32020/draft-pesco-declaration-clean-10122017.pdf (http://www.consilium.europa.eu/media/32020/draft-pesco-declaration-clean-10122017.pdf)

Cumprimentos,
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Janeiro 10, 2018, 11:03:57 pm
Briefing sobre a Atividade Operacional das Forças Armadas durante 2017 e projeção para 2018

Título: Re: Novo MDN
Enviado por: paraquedista em Janeiro 11, 2018, 09:12:40 pm
Alguem reparou que o General CEMFA anunciou aos 1:27:40 que o Contrato dos Helicopteros para substituir os AL III ja foi assinado ?  ;)

O CEME e mesmo um brugencio, uma anedota...mais um mau exemplo da Academia do Militar  ::)
Em contraste com o grande nivel do Almirante CEME e do General CEMFA
Oucam com atencao aos 2 primeiros minutos da sua intervecao...comeca aos 1:01:00   "Pedia que pusessem os pes em terra"  :o :N-icon-Axe:  Sera que ele sabe que Comanda Paraquedistas  ;)
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: Lightning em Janeiro 30, 2018, 09:05:44 pm
Conferência de Imprensa do Ministro da Defesa e do Secretário-Geral da NATO

Título: Re: Novo MDN
Enviado por: P44 em Outubro 14, 2018, 11:37:35 am
João Cravinho é o novo MDN

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.tsf.pt%2Fpolitica%2Finterior%2Fremodelacao-no-governo-nao-mudou-so-o-ministro-da-defesa-9998584.html&h=AT3a9_3EEmeezrxq8xSMY45G62juyItCiuNbaVGA7hUhyQPqu30k8BsbgwJPubhlav2-SMvKtYu_Lojr1Oi3wUs4zeuiei3N86JeQghd3Tc23Wd0yPHInLYwWNnwk0W2-JQm9w
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: typhonman em Outubro 14, 2018, 05:03:27 pm
João Cravinho é o novo MDN

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.tsf.pt%2Fpolitica%2Finterior%2Fremodelacao-no-governo-nao-mudou-so-o-ministro-da-defesa-9998584.html&h=AT3a9_3EEmeezrxq8xSMY45G62juyItCiuNbaVGA7hUhyQPqu30k8BsbgwJPubhlav2-SMvKtYu_Lojr1Oi3wUs4zeuiei3N86JeQghd3Tc23Wd0yPHInLYwWNnwk0W2-JQm9w

Mais um boy ? Ou poderá aportar algo positivo ?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: PereiraMarques em Outubro 14, 2018, 05:58:29 pm
Inner circle do Costa... Mais do que fazer alguma coisa, a um ano das eleições, é não fazer mais m*rda...

Ainda pensei que o Costa fosse buscar o seu "bombeiro" para assuntos de "fardas", o TGEN Mourato Nunes.
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: zocuni em Fevereiro 11, 2019, 02:56:41 pm
Ministro da Defesa destaca convergência com França na estabilização da África Central
5/2/2019, 11:56
2
Portugal participa na missão militar da ONU de estabilização da República Centro Africana depois de um pedido da França, que ativou a cláusula de "assistência mútua" após os atentados em 2015.

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O ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, considerou "particularmente útil e pertinente" a realização do I Seminário de Defesa Nacional numa altura em que se discute no parlamento a Lei de Programação Militar
MIGUEL A. LOPES/LUSA

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Agência Lusa
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O ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, assinalou esta terça-feira os “laços de cooperação estreita” e a “convergência” com a França em matéria de Defesa, em particular na segurança marítima e na estabilização da África Central.

Intervindo na abertura do I Seminário de Defesa Nacional, que decorre esta terça-feira na Gulbenkian, João Gomes Cravinho considerou “particularmente feliz” a presença da ministra francesa das Forças Armadas, Florence Parly, tendo em conta os “laços de cooperação muito estreita” que os dois países têm mantido no domínio da Defesa.



O ministro português sustentou que Portugal e França “têm vindo a aprofundar” a cooperação para a segurança marítima no Golfo da Guiné e para a estabilização da África Central: “continuaremos a fazê-lo refletindo a sobreposição e a convergência dos nossos interesses”, disse Gomes Cravinho.

Portugal participa na missão militar das Nações Unidas de estabilização da República Centro Africana na sequência de um pedido da França, que ativou a cláusula de “assistência mútua” do Tratado da União Europeia depois dos atentados terroristas de 2015.

O ministro da Defesa Nacional considerou “particularmente útil e pertinente” a realização do I Seminário de Defesa Nacional numa altura em que se discute no parlamento a Lei de Programação Militar, que prevê um “aumento muito considerável do investimento nas Forças Armadas”, num total de 4,7 mil milhões de euros até 2030.

Comentario:Alguém sabe de algo sobre essa clausula de assistencia mutua que existe entre Portugal e França desde 2015;O que seria isso?
Título: Re: Novo MDN
Enviado por: zocuni em Fevereiro 11, 2019, 03:25:07 pm
Pelo que pesquisei realmente existe esse acordo mas e dai os países fracofonos da França sao países independentes então a notícia que postei anteriormente não tem sentido algum.

Inédito na UE: 28 aprovam pedido de defesa mútua francês
Paris diz não poder atuar sozinha contra jihadistas do Estado Islâmico na Síria e no Iraque e ministros europeus aprovam assistência militar



Ministros da Defesa da França e de Portugal, Jean Yves Le Drian e José Pedro Aguiar-Branco, durante o Conselho de Ministros europeus, que ontem decorreu em Bruxelas©  EPA/OLIVIER HOSLET

Patrícia Viegas
18 Novembro 2015 — 10:43

Perante aquele que foi o pior atentado terrorista de sempre em França, o país ativou pela primeira vez a cláusula de solidariedade europeia em matéria de defesa, prevista no Tratado de Lisboa.

"Em Bruxelas acabo de invocar o artigo 42.7 em nome da França", escreveu, na sua conta de Twitter, o ministro da Defesa francês. Jean-Yves Le Drian participou ontem no Conselho de Ministros da Defesa da União Europeia.

O pedido de assistência militar foi aprovado por unanimidade pelos ministros da UE. "Hoje [ontem] a França pede a ajuda e a assistência de toda a Europa. E toda a Europa, unida, responde sim", disse em conferência de imprensa a alta representante da UE para a Política Externa e de Segurança, Federica Mogherini.

O que diz o Tratado de Lisboa

O artigo 42.7 invocado pela França diz que "se um Estado membro vier a ser alvo de uma agressão armada no seu território, os outros Estados membros devem prestar-lhe auxílio e assistência por todos os meios ao seu alcance, em conformidade com o artigo 51.º da Carta das Nações Unidas". Ressalva-se, porém, que "tal não afeta o carácter específico da política de segurança e defesa de determinados Estados membros". E que "os compromissos e a cooperação neste domínio respeitam os compromissos assumidos no quadro da NATO, que, para os Estados que são membros desta organização, continua a ser o fundamento da sua defesa coletiva e a instância apropriada para a concretizar".

Portugal: pedido é justificável

A maioria dos ministros da Defesa ontem presentes na reunião de Bruxelas limitaram o seu apoio à França a uma maior troca de informações entre os serviços secretos dos vários países, para melhor seguir o rasto dos movimentos radicais islâmicos na origem de atentados como o que na sexta-feira matou 129 pessoas em Paris.

"Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para dar ajuda e apoio à França", declarou em Bruxelas a ministra da Defesa alemã, Ursula von der Leyen, enquanto o seu homólogo da República Checa, Martin Stropnicky, defendeu troca de informações entre as secretas da UE, mas ressalvou: "Não espero nenhum contributo em termos de tropas para a França", pois "é um país poderoso que tem as suas próprias capacidades".

Não será nisso, porém, que o governo francês acredita. "A França não pode agir sozinha neste tipo de teatros", disse Le Drian aos seus parceiros europeus, segundo um assessor seu citado pela AFP. Este tipo de teatros são o Iraque e a Síria, onde o Estado Islâmico controla grandes partes de território, treina terroristas e organiza ataques contra interesses ocidentais. Os assessores do ministro francês indicaram que os outros países poderão ajudar "com aviões de transporte, mantimentos ou armas", podendo inclusivamente partilhar o fardo da intensificação de operações levadas a cabo na Síria.

A Espanha, referiu a Europa Press, citando fontes da Defesa, "não tem intenção de se juntar aos bombardeamentos", participando na coligação internacional contra o Estado Islâmico com 300 instrutores que formam forças no Iraque. Portugal, por seu lado, considera que o pedido de auxílio francês "é perfeitamente justificável", disse o ministro Aguiar-Branco, lembrando que o país também participa com formadores na coligação. O ministro adiantou ainda que a UE está disponível para prestar "todo o tipo de ajuda", esclarecendo que o apoio a dar por cada país será negociado bilateralmente.

Kerry e Hollande no Eliseu

O secretário de Estado dos EUA esteve ontem reunido no Eliseu, com o presidente francês. "Devemos aumentar os nossos esforços de troca de informações", declarou John Kerry, que esteve 45 minutos com François Hollande.

O chefe do Estado francês declarara na véspera que o seu país está em guerra com o Estado Islâmico e trabalha agora para unir Estados Unidos e Rússia nessa mesma luta contra os jihadistas. Em entrevista ontem à MSNBC, John Kerry confessou sobre os ataques de Paris: "Fiquei chocado, mas não surpreendido".