Mensagens recentes

Páginas: 1 2 3 4 5 6 [7] 8 9 10
61
Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 18, 2026, 08:09:23 pm »
Está situação da Gronelândia dá para ir refletindo e conclui que só fica chocado quem não é português nem sabe de história. É que todo este caso me faz lembrar no caso do ultimato inglês, do mapa cor-de-rosa em 1890.

Uma super potência, então se for hegemónica, vai fazer o que quiser, até a aliados, se calhar é algo natural, sentem-se tão intocáveis. Se querem algo tomam, o aliado tem o "previlegio" de continuar a existir pacificamente, se não fosse aliado até corria o risco de ser destruído.

A grande diferença aqui é que a UE está a tomar o lado da Dinamarca, e a UE não é o pequenino Portugal de 1890.

Vamos ver o resultado.
62
Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 18, 2026, 07:34:14 pm »
Então a Europa agora tem de se preparar para o exército russo, e a US Navy, é tranquilo   :mrgreen: :o

Vamos ter um século XXI interessante...
63
Portugal / Re: Preparar as FA para um conflito no curto prazo
« Última mensagem por Lightning em Janeiro 18, 2026, 07:28:19 pm »
Dada a actual situação geoestratégica (ameaças de invasão à Gronelândia, chamar "governador" ao pm do Canadá, etc) espero que o governo português esteja a desenvolver planos que levem ao rápido reforço do dispositivo nas ilhas e nos Açores/Lajes em particular.

IMHO deveriam ser estacionados já alguns P-3, F-16 e uma parelha de UH 60, reforço dos meios de segurança da BA 4 e aumentar-se a guarnição do Exército nas ilhas

Submarinos amigo, submarinos é o pesadelo de qualquer frota.

Por alguma razão um americano qualquer (acho que era embaixador cá), não gostou que Portugal tivesse comprado os U209PN, eram "brinquedos caros".

O que ele não disse, é que são brinquedos que dão muita dor de cabeça para quem quer andar a mandar porta-avioes e LHD cheios de Marines de um lado para o outro.

Se tivéssemos uns 4, eles nem se aproximavam, passavam bem ao largo.

O nível seguinte deveria ser, misseis anti-navio em caças, radares de defesa aérea e capacidade anti-aerea por camadas.

No fundo aquilo que se anda a estudar dos chineses, o A2/AD, negação do uso do mar, pelo menos do mar próximo, para eles pensarem "Nem nos vamos aproximar dos Açores, dá menos trabalho dar a volta!".
64
Exército Espanhol / Re: Fotos e Vídeos do Exército Espanhol
« Última mensagem por goldfinger em Janeiro 18, 2026, 06:18:07 pm »
65
Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 18, 2026, 06:11:46 pm »
66
Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por nelson38899 em Janeiro 18, 2026, 05:47:59 pm »
Quando vieram os leopard as criticas foram similares, quando vieram os pandures a mesma coisa, e posso continuar para quase todas as armas que vieram nos últimos anos.
67
Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 18, 2026, 05:16:56 pm »
Eu o preço não sei até porque o submarino coreano que se fala ainda não está acabado mas tendo em conta que o cliente de lançamento é o Peru e vai construir lo parcialmente localmente o preço não deve ser muito elevado...
68
Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 18, 2026, 05:02:00 pm »
Força Aérea: Os cinco aviões Super Tucano adquiridos à Embraer estão em terra. Um por questão técnica e quatro sem pilotos que estão em formação

https://lidadornoticias.pt/forca-aerea-os-cinco-avioes-super-tucano-adquiridos-a-embraer-estao-em-terra-um-por-questao-tecnica-e-quatro-sem-pilotos/

Notícia completa sem paywall…

69
Marinha Portuguesa / Re: U209PN
« Última mensagem por Bubas em Janeiro 18, 2026, 05:01:09 pm »
Consegue colocar aqui a fonte original do preço dos submarinos coreanos?
Ligações para os valores associados ao 212CD - (https://www.navalnews.com/naval-news/2021/07/tkms-to-build-six-type-212cd-submarines-for-german-and-norwegian-navies/)
e ao A26 - (https://www.reuters.com/business/aerospace-defense/poland-chooses-sweden-supply-it-with-three-submarines-2025-11-26/)

A única informação que encontro de cálculo de preços do KSS-III é de 2018 para 900M€.
(https://thediplomat.com/2018/09/south-korea-launches-first-of-class-3000-ton-kss-iii-diesel-electric-attack-submarine/)

E valerá a pena trocar VLSs por capacidade de sobrevivência?

Mantenho que adoraria ver 3 a 4 KSS-III Batch II ao serviço da MdG. Só perguntaria de antemão se a integração de Teseo Mk2/E nos VLS seria possível.

Estou muito longe de ser um especialista em submarinos.
Dito isto, não conheço razões pelas quais a capacidade VLS anula ou é trocada por capacidade de sobrevivência.

A minha preferência pessoal prende-se com 3 fatores:
- Parceria/tech transfer com a RoK.
- Falta de capacidade de slots para construção de subs europeus nos anos vindouros.
- Flexibilidade operacional/capacidade de disuassão oferecida por submarinos com VLS.

O factor mais importante para preferir subs sul-coreanos a europeus, é essencialmente o preço.

Ainda para mais quando os subs sul-coreanos com VLS, são ainda assim mais baratos que subs europeus mais pequenos e sem VLS.


Agora, a questão dos VLS em submarinos tem que ser debatida com base na globalidade da MGP, isto é, se o ramo vai ter VLS suficientes nas fragatas para AAW e ainda land-attack.

Se as FREMM EVO vierem com 32 VLS, 8 dos quais forem Sylver A70, então deixa de ser estritamente necessário ter submarinos com VLS para land-attack.
Se as FREMM EVO não tiverem capacidade land-attack de longo alcance, nem as supostas EPC, seria necessário usar submarinos para esse fim, com os VLS.

Também é possível que no futuro se arranjem sistemas contentorizados de lançamento dos ditos mísseis, mas é preciso força de vontade e navios com espaço.
70
Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 18, 2026, 04:58:15 pm »
Como melhorar a mobilidade militar na UE?

Citar
Para melhorar a mobilidade militar, prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Conheça as principais medidas.

AComissão Europeia aprovou na quarta-feira, 14 de janeiro, o plano para Portugal aceder a 5,8 mil milhões de euros em empréstimos a condições favoráveis para investir em capacidades de defesa, sendo um dos oito países com aval preliminar — em paralelo com a Roménia, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Espanha e Croácia — no âmbito do Instrumento de Ação para a Segurança da Europa (SAFE). Mas a aposta na defesa tem sido crescente, tendo em conta os desafios criadas pela guerra na Ucrânia e, mais recentemente, as ameaças do Presidente dos EUA, Donald Trump, dirigidas à Gronelândia e ao Irão.

“No ano passado, ao nível europeu, fizemos mais investimento em defesa do que nas décadas anteriores […] e isso inclui os 150 mil milhões de euros do programa SAFE”, sublinhou a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen.

E para permitir a movimentação militar rápida e em grande escala, a Comissão Europeia propôs uma abordagem semelhante a um “Espaço Schengen militar”. Um conjunto de medidas que visam melhorar a mobilidade militar em toda a Europa, a prontidão de defesa e resposta rápida a ameaças.

O objetivo é criar uma área de mobilidade militar à escala da UE, onde as tropas, o equipamento e os recursos militares poderão deslocar-se de forma rápida e eficiente. Mas, para isso, é necessário eliminar barreiras burocráticas e de infraestrutura, através de um quadro regulamentar, focado na adaptação dos transportes e na digitalização, que deverá estar pronto até 2027.

As principais medidas são:

Mobilidade mais rápida: um procedimento único de autorização para a movimentação de equipamento militar para todos os 27 países da UE, procedimentos acelerados e acesso prioritário às infraestruturas.

Partilha de capacidades de transporte e logística.

Melhorar percursos: modernização dos principais corredores de mobilidade militar da UE para os padrões civis e militares.

Uma autoridade única: designação de um coordenador nacional para o transporte militar em cada Estado-membro e simplificação da governação a nível da UE.

https://eco.sapo.pt/2026/01/18/como-melhorar-a-mobilidade-militar-na-ue/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Páginas: 1 2 3 4 5 6 [7] 8 9 10