51
Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por JohnM em Fevereiro 09, 2026, 08:05:48 pm »Já agora, uma curiosidade minha ...O mesmo se aplica aos mísseis de cruzeiro para ataque ao solo… a se confirmar a instalação de um módulo Sylver A70 nas FEMM Evo, acho que não faz muito sentido comprar MdCN e sim ir diretamente para o Stratus LO.
As fragatas italianas FREMM são uma plataforma que, ainda que não ultra-moderna, tem capacidade para colocar a marinha num patamar completamente diferente do atual.
Não sabemos quais serão as opções dos futuros governos, mas as futuras fragatas terão um custo de manutenção estratosfericamente alto, quando comparadas com a atual situação.
Estou especialmente curioso por causa das opções da marinha italiana, para a substituição do missil anti-navio TESEO
Nas marinhas europeias os mísseis como Exocet ou Harpoon estão a ser vistos como armas completamente obsoletas.
Com o aumento da capacidade para interceptar mísseis e os desenvolvimentos nos últimos anos (as industrias europeias estão a absorver rapidamente ensinamentos da guerra na Ucrânia) os misseis subsonicos são vistos como pouco fiáveis.
Há neste momento dois grandes projetos em estudo e a marinha da Itália fez aparentemente uma escolha ao decidir aderir ao programa Stratus (França e Reino Unido), que na prática são dois mísseis. Um subsonico Stealth e o outro supersonico.
Do outro lado está o sistema "3SM Tyrfing" em desenvolvimento pelos noruegueses e alemães.
As opções dos italianos acabam agora sendo importantes para as futuras decisões portuguesas. Sem este tipo de míssil, as futuras fragatas por muito sofisticadas que sejam, não vão ter dentes.
Creio que nem é preciso lembrar, o que poderia implicar ter uma bateria de mísseis anti-navio deste tipo nos Açores...
.

Mensagens recentes