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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 03:25:09 pm »
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao-europeia/detalhe/concluimos-a-mae-de-todos-os-acordos-ue-e-india-fecham-acordo-comercial

Concluímos a mãe de todos os acordos". É desta forma que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirma que a União Europeia (UE) e a Índia finalizaram um mega-acordo comercial. "A Europa e a Índia estão a fazer história", referiu numa mensagem publicada na rede social X.

Este acordo cria um mercado de quase dois mil milhões de pessoas e que representa um quarto do produto interno bruto de todo o mundo. Os detalhes do acordo só serão conhecidos durante o desenrolar do dia, mas sabe-se à partida que o setor automóvel, a agricultura, a indústria vitivinícola e acordos na defesa deverão destacar-se no acordo comercial

"Criámos uma zona de comércio livre com dois mil milhões de pessoas, da qual ambas as partes irão beneficiar. Isto é apenas o começo", acrescentou a líder europeia.


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"Concluímos a mãe de todos os acordos". É desta forma que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirma que a União Europeia (UE) e a Índia finalizaram um mega-acordo comercial. "A Europa e a Índia estão a fazer história", referiu numa mensagem publicada na rede social X.

Este acordo cria um mercado de quase dois mil milhões de pessoas e que representa um quarto do produto interno bruto de todo o mundo. Os detalhes do acordo só serão conhecidos durante o desenrolar do dia, mas sabe-se à partida que o setor automóvel, a agricultura, a indústria vitivinícola e acordos na defesa deverão destacar-se no acordo comercial.

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UE e Índia chegam a acordo histórico com tarifas dos EUA na sombra
"Criámos uma zona de comércio livre com dois mil milhões de pessoas, da qual ambas as partes irão beneficiar. Isto é apenas o começo", acrescentou a líder europeia.


O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, confirmou também nesta terça-feira de manhã que o acordo comercial entre o país asiático e a União Europeia está finalizado. "Este acordo comercial vai fortalecer a confiança dos investidores e dos negócios na Índia", disse o líder indiano.

Numa mensagem publicada na rede social X, também o presidente do Conselho Europeu, António Costa saudou o acordo e disse que o entendimento entre os dois blocos económicos é sobre "gerir benefícios concretos para os nossos cidadãos, trabalhar em conjunto para a nossa prosperidade e segurança e demonstrar liderança em questões globais".


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"Concluímos a mãe de todos os acordos". É desta forma que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirma que a União Europeia (UE) e a Índia finalizaram um mega-acordo comercial. "A Europa e a Índia estão a fazer história", referiu numa mensagem publicada na rede social X.

Este acordo cria um mercado de quase dois mil milhões de pessoas e que representa um quarto do produto interno bruto de todo o mundo. Os detalhes do acordo só serão conhecidos durante o desenrolar do dia, mas sabe-se à partida que o setor automóvel, a agricultura, a indústria vitivinícola e acordos na defesa deverão destacar-se no acordo comercial.

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"Criámos uma zona de comércio livre com dois mil milhões de pessoas, da qual ambas as partes irão beneficiar. Isto é apenas o começo", acrescentou a líder europeia.


O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, confirmou também nesta terça-feira de manhã que o acordo comercial entre o país asiático e a União Europeia está finalizado. "Este acordo comercial vai fortalecer a confiança dos investidores e dos negócios na Índia", disse o líder indiano.

Numa mensagem publicada na rede social X, também o presidente do Conselho Europeu, António Costa saudou o acordo e disse que o entendimento entre os dois blocos económicos é sobre "gerir benefícios concretos para os nossos cidadãos, trabalhar em conjunto para a nossa prosperidade e segurança e demonstrar liderança em questões globais".

A agência de notícias financeiras Bloomberg sublinha que as exportações da Índia para a União Europeia podem atingir os 42 mil milhões de euros já em 2031.

O acordo comercial entre a União Europeia e a Índia esteve a ser negociado durante quase duas décadas. Mas a recente agressividade norte-americana relativamente ao comércio internacional, através da aplicação de tarifas aos produtos oriundos de diferentes regiões do mundo, serviu como catalisador para o finalizar de acordos que estiveram em negociação durante longos períodos de tempo.

Além do acordo com a Índia, a UE fechou recentemente o acordo com os países da Mercosul. Já do lado indiano, Narendra Modi fechou novos acordos comerciais com o Reino Unido e a Nova Zelândia

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Exército Português / Re: URO Vamtac ST5 no Exército
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:49:23 pm »
Sim, esses problemas também foram abordados pelos entrevistados

Questão 1: No desempenho das funções com recurso à VTLB URO  VAMTAC ST5 quais as principais limitações que encontra?

1º Sargento Capelo: A VTLB URO VAMTAC ST5 é uma viatura muito capaz, que veio dar novas capacidades às forças que com elas operam. Sendo uma viatura moderna, potente, segura e bem concebida na sua generalidade, tem, a meu ver, uma limitação que se destaca e que já é bem conhecida por todos os que a utilizam.

A correia que opera a ventoinha de refrigeração do motor parte, obrigando a imobilizar a viatura no local, correndo o risco de atingir a temperatura máxima de funcionamento, caso continue o deslocamento.  Embora já tenham sido intervencionadas para prevenir esse acontecimento, nem sempre resultou.

As fechaduras das portas, tendem a falhar com o tempo, bem como o sistema hidráulico de abertura e fecho das mesmas. A caixa de velocidades automática de 6 velocidades Allison S2100, não dispõe de uma posição que lhe permita “trancar” a caixa, engatando a viatura (conhecida por posição “Park”), o que obriga à utilização dos calços, a fim de garantir a completa imobilização da mesma. Mesmo com o travão de mão na posição máxima, este nem sempre é suficiente para imobilizar a viatura.

Tenente Francisco: A principal limitação da viatura é alta necessidade de CLASSE III, combustível, que para nós comandantes, é uma restrição no planeamento. Existe uma fraca proteção do apontador da viatura e o sistema de guincho para auto-desastacamento é de fraca capacidade, mas que é facilmente alterado.

Tenente Mota: Num terreno que seja de difícil travessia como o da RCA, a quilometragem que é conseguida é manifestamente reduzida. Outra limitação, é a capacidade de carga da viatura, sendo que isto se prende com os eixos da mesma, não tendo sido concebidos para uma tonelagem tão grande, estes partem e têm um tempo de substituição relativamente elevado, onde a viatura e a força que a acompanha ficam vulneráveis.

As correias do radiador e o próprio radiador estão em posições que não conseguem ser eficazes na refrigeração da viatura quando esta se encontra em todo-o-terreno durante um longo período de tempo.

Tenente Cardoso: esta viatura não tem blindagem no compartimento do motor, logo facilmente pode ficar inoperacional caso o compartimento do motor seja comprometido.

Tenente Pinho: Um dos problemas que o meu grupo de combate verificou foi a quebra do semi-eixo, que foi bastante frequente, e gerou alguns problemas durante os deslocamentos.

Tenente Silva: Baterias desapropriadas para climas quentes e húmidos;
                         O macaco da viatura não é o mais adequado;
                         Sistema guincho desapropriado.

A minha questão é, com tanto problema identificado com a viatura, qual é o plano a curto, médio e longo prazo para a frota?

Com tantos problemas, numa viatura que ainda tem poucos anos de uso (e agora estou curioso para saber como se comportaria em ambientes extremamente frios), faz sentido continuar a adquirir mais?

Não fará sentido começar já a planear a sua substituição, com estas eventualmente a transitarem para a PE, PA e outras unidades para operarem em território nacional?

Serão estas limitações um dos motivos pelo suposto interesse há uns anos em 250 L-ATV?

Serão as limitações agora conhedidas, parte da razão para se ter comecado a entreter a ideia de Pandur na Brigada Ligeira?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Avistamentos de aeronaves militares
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 02:40:50 pm »
 Não consegui ainda qualquer  informação além que  coincide com a realização do exercício Joint Warrior 26, um dos maiores exercícios militares da NATO na Europa. Várias unidades navais e aéreas de países aliados começaram a deslocar-se para as bases britânicas na última semana de janeiro para o início das operações.
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Portugal / Re: LPM 2023-2034
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 02:31:59 pm »
Lei da Programação Militar. Exército quase quintuplicou investimento em 2025
O ano termina com um reforço de 221 milhões de euros, o que corresponde a uma subida de quase 400% face à dotação inicial da Lei da Programação Militar.

O Exército termina 2025 com um reforço de 221 milhões de euros, o que representa uma subida de quase 400% face à dotação inicial da Lei da Programação Militar (LPM), tendo quase quintuplicado o que estava previsto, informou esta quarta-feira, 31 de dezembro, o ramo militar das Forças Armadas.

Dados do Exército indicam que a dotação da LPM era de 55,9 milhões de euros, em janeiro, passando para 276,6 milhões, em dezembro, ou seja um reforço de 220,7 milhões de euros. Trata-se de um aumento de 395% face à dotação inicial, "o que significa que a LPM de 2025 ficou perto de cinco vezes acima do valor com que começou o ano". Uma evolução que permite acelerar o programa Força Terrestre 2045.

O Exército refere, em comunicado, que a maior fatia do reforço foi assegurada pelo investimento em Defesa associado ao objetivo dos 2% do PIB, no montante de 177 milhões de euros, representando cerca de 64% da dotação total e aproximadamente 80% do reforço registado em 2025.

"A este montante somam-se verbas provenientes do apoio à Ucrânia (15,194 milhões de euros), a transição de saldos (17,765 milhões de euros) e receitas próprias do Exército, incluindo retornos de IVA (6,683 milhões de euros) e alienação de equipamento (4,056 milhões de euros)", lê-se na nota.

A modernização da viatura blindada de rodas PANDUR (100 milhões de euros), a Defesa Antiaérea de Curto Alcance (45 milhões), o reforço de comunicações e comando e controlo para módulos de Sistema de Informação e Comunicações Tático (17 milhões ) e para o Sistema de Gestão de Quartéis-Generais (5 milhões) estão entre os principais investimentos financiados. O reforço da verba inclui ainda 10 milhões de euros para o projeto Anticarro, "permitindo redimensionar o nível de ambição e preparar a aquisição", indica o Exército.

No que se refere às verbas provenientes do apoio à Ucrânia, a dotação adicional teve como destino áreas de mobilidade e proteção, incluindo investimento em Viaturas Táticas Médias, ciberdefesa, assim como a "continuidade de modernização, assegurando cobertura financeira em processos aquisitivos e acelerando a execução".

"As receitas próprias do Exército permitiram ainda reforçar capacidades de elevada utilidade operacional, incluindo a aquisição de micro UAV [drones], viabilizando a concretização do investimento previsto para 40 sistemas e reforçando a vigilância, reconhecimento e compreensão situacional em apoio às forças no terreno", refere o ramo das Forças Armadas.

Ainda de acordo com o Exército, a evolução da dotação da LPM representa um “'acelerador de capacidade' alinhado com a Força Terrestre 2045, sustentando prioridades como a modernização de plataformas, defesa antiaérea, digitalização do comando e controlo, comunicações táticas, cibe resiliência e sistemas não tripulados, em coerência com requisitos de interoperabilidade e metas operacionais no quadro aliado".
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Exército Português / Re: Notícias do Exército Português
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 02:29:11 pm »
https://www.dn.pt/sociedade/peloto-de-atiradores-do-exrcito-refora-flanco-leste-da-nato-na-eslovquia?utm_source=website&utm_medium=related-stories

Pelotão de atiradores do Exército reforça flanco leste da NATO na Eslováquia
A 4.ª Força Nacional Destacada é composta por 120 militares e irá participar em exercícios e atividades de treino integrada num Batalhão Espanhol, num quadro multinacional.

Um pelotão de atiradores do Exército português vai reforçar o flanco leste da NATO "na próxima rotação para a Eslováquia", anunciou este ramo das Forças Armadas.

A informação foi anunciada na segunda-feira, 26 de janeiro, no Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, na cerimónia de Outorga do Estandarte Nacional à 4.ª Força Nacional Destacada, que irá integrar o Battlegroup Multinacional Eslováquia, no âmbito da operação enhanced Vigilance Activities da Aliança Atlântica.

A presidir à cerimónia, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Eduardo Mendes Ferrão, enquadrou a missão no atual contexto geopolítico e de segurança europeia, referindo-se, nomeadamente, à guerra na Ucrânia. Realçou que, desde o início do conflito, a fronteira leste da NATO tem sido alvo de um reforço multinacional, que conta com Portugal “desde o primeiro dia”, salientou o responsável, citado em comunicado do Exército.

O General Mendes Ferrão recordou, durante o seu discurso, a evolução do contributo nacional, que passou de um pelotão de carros de combate para um subagrupamento, sendo que na próxima rotação contará com “ainda um efetivo maior, com mais um Pelotão de Atiradores”. Este contributo português pretende reforçar a capacidade de dissuasão e defesa e a prontidão da Aliança com forças no terreno, segundo o Exército.



Na cerimónia, o chefe do Estado-Maior do Exército enfatizou o significado da entrega do Estandarte Nacional, “o mais sagrado símbolo da nossa Pátria”. Para o General Mendes Ferrão, a guarda do Estandarte Nacional representa a soberania, a independência e a continuidade histórica do País. Confiar o estandarte a uma força em missão no estrangeiro traduz “um gesto de enorme significado”, por representar Portugal numa frente avançada da defesa coletiva da Aliança Atlântica, refere a nota.

Ao dirigir-se aos militares, o General Mendes Ferrão manifestou confiança no aprontamento e no profissionalismo da força, apelando à disciplina, lucidez, coragem e entreajuda. Sublinhou ainda que o cumprimento da missão assenta no desempenho coletivo. Já aos familiares e amigos, o responsável do Exército valorizou o apoio dado aos militares, tendo garantido a ligação permanente à Brigada Mecanizada durante o período de missão.

Explica o Exército que a 4.ª Força Nacional Destacada é composta por 120 militares e irá participar em exercícios e atividades de treino integrada num Batalhão Espanhol, num quadro multinacional. A missão visa aumentar a interoperabilidade e a consolidação de procedimentos operacionais conjuntos entre as forças da Aliança Atlântica.

Esta força está equipada com carros de combate Leopard 2A6, viaturas blindadas de rodas PANDUR 8x8, viaturas táticas ligeiras URU VAMTAC e viaturas táticas médias, refere ainda o Exército portuguê
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Portugal / Re: Novo MDN
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 02:25:50 pm »
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Hoje às 02:23:22 pm »
Faz tanto sentido como um oficial general e uma publicação da defesa confundirem IFV e APC. Se fosse a CNN ou SIC ou um jornal qualquer talvez...

A barreira linguística é mais que suficiente para se confundir siglas. Dada a falta de outras notícias acerca do assunto, provavelmente foi uma conversa verbal.

Citar
Pois pode ser uma ou outra a intenção do general e jornalista. Ambos fazerem o mesmo erro/ lapso é o menos provável acho eu.. O tempo dirá quem tem razão.
O segundo artigo parece ampliar o erro, ou confirma a minha tese. Comprarmos APC e IFV ao mesmo tempo não faz muito sentido. Os Pel.At. Mec terão 1 APC e 3 IFV? ou 2 IFV e 2 APC? Acho muito improvável. Talvez a viatura do comando do Pel. At. Mec seja um APC e as 3 restantes IFV? Só mesmo para poupar uns tostões? Parece cosia plausível cá no burgo.  ::)

Mas não há "ambos" neste caso. O erro pode ter sido do General, e o jornalista apenas colocou na notícia. O erro pode ter sido do jornalista, e o General não ter dito aquilo.

Agora o que não faz sentido nenhum, é usar o termo APC para representar as restantes versões. Quanto muito o termo AFV, este sim um termo mais genérico.

Ou podia simplesmente dizer "IFV and support variants".

O segundo artigo parece ser uma cópia do primeiro, e adiciona o dado dos 15M/veículo, que é o valor que aparece numa pesquisa Google.

Se for uma cópia do artigo original, com uma suposição do valor, não tem valor para o debate.
Se for um artigo com fundo de verdade, então sabe o valor e as 2 variantes em causa.

Citar
Ter um BIMec equipado exclusivamente com 90 Boxer na versão RCT30 também é improvável, e coisa inédita na NATO. Mas o preço unitário a ser igual `a compra alemã e holandesa confirmaria a tua tese, mas estes países estão a comprar a versão mais cara do RCT30, Schakal, €4,5MM por 222 boxer são €20M por viatura, um pouco mais caro.

Esse artigo ainda diz isto:
Citar
Furthermore, it covers optional additional services such as protection against anti-tank hand weapons, firing attack detection and firing attack identification as well as drone defence.

Não sei se isto implica sistemas Trophy ou não, nem o que vai fazer defesa contra drones. Mas certamente que isto aumenta o preço face aos 15M por viatura.

Citar
Se vierem 14 na versão Schakal para o ERec seria ideal.
Teremos que aguardar, é só. Eu prefiro que todos os Boxer para as Sec. At. Mec. sejam RCT30, claro.
Sendo mesmo 90 Boxer RCT30, só pode ser para equipar 2 BIMec, 2 com 45 Boxer cada, completando-se as versões de apoio mais tarde e usando Pandur até lá.

Não existe nenhum indicativo de que vamos ter 2 BIMec Boxer. Teria que ser uma mudança de última hora do Exército para a Brigada Média, porque até agora só mencionavam 1 Batalhão Boxer (-).

Não vejo problema nenhum que:
-face à menor capacidade de transporte de pessoal dos Boxer IFV face aos M-113/Pandur APC;
-face à capacidade ACar destas viaturas se equipadas com Spike;
-por serem numa versão IFV mais adequada à missão de reconhecimento;
-juntando o aumento do grau de conforto destas viaturas e à necessidade de descaracterizar as viaturas de comando.

Uns hipotéticos 90 Boxer RCT30 absorvessem 3 ou 4 missões que outrora teriam versões dedicadas - APC, IFV, ACar e PC.


Também não acharia estranho a tal ideia de ter os 90 RCT30 dividido entre BIMec, ERec e AgrMec com Leopard.


Também não me surpreendia que dos 90 Boxer, viessem 45/50 RCT30, e os restantes nas variantes de apoio... mas neste caso lá está, não se percebe o porquê da menção ao APC no artigo.
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Mundo / Re: China
« Última mensagem por Malagueta em Hoje às 02:09:43 pm »
https://cnnportugal.iol.pt/zhang-youxia/china/ninguem-se-pode-sentir-seguro-na-china-nem-os-mais-proximos-de-xi-como-a-queda-de-um-general-esta-a-abalar-as-elites-em-pequim/20260126/69776083d34e0ec52ec2b4d0

Queda do general Zhang Youxia abalou as elites em Pequim que juram lealdade ao regime de Xi Jinping. O presidente chinês virou-se contra o homem que, até agora, atuava como os "olhos e ouvidos" de Xi nas Forças Armadas
Confiante, seguro e sem “medo de falar com estrangeiros”. É assim que o general Zhang Youxia é descrito por quem privou com ele, inclusive Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional dos EUA, que se reuniu recentemente com aquele que era, até há pouco tempo, um dos aliados mais próximos do presidente Xi Jinping.

Hoje, porém, Zhang Youxia é o rosto de um dos maiores escândalos de corrupção das últimas décadas do exército chinês, sendo acusado de “desrespeitar” a autoridade do chefe militar, Xi Jinping, e de “minar gravemente a liderança absoluta do partido sobre as Forças Armadas” - acusações feitas num editorial sobre o general Zhang no Diário do Exército de Libertação, publicado no domingo.

A notícia surpreendeu tudo e todos, inclusive aqueles que pensavam compreender o pensamento de Xi Jinping. Shanshan Mei, politólogo da RAND, uma organização que estuda as Forças Armadas chinesas, afirmou ao New York Times que, apesar da menção à corrupção, “a essência da acusação é muito política: trair Xi”.

Além do editorial, surgiram, entretanto, outras acusações contra Zhang. De acordo com o Wall Street Journal, Zhang também é acusado de vender segredos nucleares aos Estados Unidos.

Jack Sullivan, que se reuniu em Pequim com o general Zhang, em 2024, na presença de mais 20 outros oficiais militares chineses, para discutir questões nucleares, adiantou que, durante a reunião, que durou cerca de uma hora, o general mencionou as armas nucleares no contexto do fortalecimento militar geral da China, mas não disse nada de sensível ou sequer substancial sobre o assunto. “Esse não foi um dos principais tópicos da discussão”, sublinhou Sullivan, citado pelo New York Times.

Segundo Deng Yumen, antigo editor de um jornal do Partido Comunista Chinês, que vive agora nos EUA, a queda do general Zhang vai ter “um grande impacto na elite do poder em Pequim, uma vez que elimina uma das suas barreiras de segurança”. “Nem mesmo a relação pessoal de Zhang Youxia com Xi Jinping garantia a sua segurança, pelo que ninguém se pode sentir seguro."

Jack Sullivan descreve a queda de Zhang como “um evento sísmico”, sobretudo tendo em conta que o presidente chinês está “a eliminar alguém com quem tinha uma longa história”

A relação entre Xi Jinping e o general Zhang remonta a vários anos. Ambos são príncipes herdeiros, filhos de revolucionários que serviram sob o comando de Mao Tsé-Tung. O pai de Zhang serviu ao lado do pai de Xi, Xi Zhongxun, na China. Não se sabe se Zhang e Xi eram próximos na infância, mas, segundo Joseph Torigian, autor de uma biografia de Xi Jinping, este ponto em comum pode ter ajudado a fortalecer o vínculo entre ambos.

De acordo com o New York Times, o general Zhang entrou no exército chinês no final de 1968, tendo-se destacado posteriormente como oficial da linha da frente durante a guerra da China com o Vietname, a partir de 1979.

Quando Xi chegou ao poder, em 2012, decidiu promover uma reestruturação das Forças Armadas, que estavam “mergulhadas na corrupção e presas ao passado”, descreve o New York Times. O general Zhang foi precisamente um dos comandantes escolhidos por Xi Jinping para liderar essa reforma do Exército de Libertação Popular.

Em 2012, o general Zhang, então chefe de uma região militar na China, integrou uma delegação de altos oficiais militares chineses numa visita aos EUA. Drew Thompson, que trabalhava na altura no Pentágono e ajudou a organizar a visita, recorda como Zhang se apresentou surpreendentemente confiante e seguro.

“Ele não tinha medo de falar com estrangeiros, ao contrário de alguns oficiais superiores que muitas vezes tinham medo ou eram incapazes de interagir”, escreveu Thompson, num artigo em que se diz “genuinamente surpreendido” com o anúncio da detenção do general Zhang.

Ainda em 2012, Zhang foi promovido a chefe do departamento de armamento das Forças Armadas da China, organismo responsável pela compra de armas - cargo que ocupou até 2017. Daniel Mattingly, professor da Universidade de Yale que estuda a política militar chinesa, explica ao New York Times que aquele departamento tinha tudo para ser “um verdadeiro foco de corrupção”, “perfeito para receber subornos”.

Tanto assim é que, de acordo com o jornal norte-americano, outros oficiais superiores que trabalhavam naquele departamento acabaram por ser afastados na sequência de investigações de combate à corrupção. O general Zhang, por sua vez, parece ter passado pelos pingos da chuva.

Aos 75 anos, Zhang, em teoria, já estaria reformado. Xi Jinping decidiu mantê-lo no cargo mesmo após a sua reforma e nomeou-o o seu principal vice-presidente da Comissão Militar Central. Na prática, explica o New York Times, Zhang atuava como “os olhos e os ouvidos de Xi na gestão diárias das forças do Exército de Libertação Popular”.

As teorias e o impacto da queda do general Zhang para os EUA e Taiwan
Sabendo de tudo isto, muitos procuram agora perceber os motivos que levaram à queda do general Zhang - alguns analistas acreditam que Xi o começou a achar demasiado poderoso; outros admitem que o presidente chinês quer acabar com a corrupção sistémica nas Forças Armadas e promover uma reestruturação com uma nova geração de comandantes.

A queda do general Zhang pode ter impactos a nível geopolítico, adverte Drew Thompson, que esperava, “pelo bem das relações militares estáveis entre os EUA e a China e da estabilidade entre os dois lados do Estreito”, que Zhang Youxia continuasse a ser o conselheiro militar mais próximo de Xi

“Acredito que ele era o único oficial do Exército de Libertação Popular no ativo capaz de dar a Xi os melhores e mais objetivos conselhos sobre as capacidades militares do Exército de Libertação Popular, incluindo as suas deficiências e, fundamentalmente, o custo humano de um conflito militar”, notou o antigo funcionário do Pentágono.

Além disso, acrescentou Drew Thompson, Zhang era capaz de “avaliar objetivamente as capacidades militares dos EUA e de Taiwan e explicar a Xi Jinping quais seriam os riscos e custos militares de uma operação para tomar Taiwan”. “Preocupo-me com as consequências de alguém que não seja Zhang Youxia fornecer conselhos militares a Xi Jinping”, admite Thompson.
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Mundo / Re: Notícias sobre a OTAN
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 01:57:17 pm »
Um verdadeiro "saco sem fundo"...


Europa não consegue se defender sem EUA, diz chefe da Otan: "Pode sonhar"


Mark Rutte voltou a elogiar Donald
Trump e afirmou que nações europeias precisam aumentar gastos com defesa para 10% do PIB

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/europa-nao-consegue-se-defender-sem-eua-diz-chefe-da-otan-pode-sonhar/

E um verdadeiro "puxa saco".

 :mrgreen:

Começa a ser tempo da Europa deixar de ser o menino bonito e tornar-se Homem e mandar os EUA irem tomar na 5ª pata do Cavalo. Já que o Trump gosta de criar organizações paralelas (Conselho da Paz), então é tempo da Europa e outros paises formarem um nova aliança paralela à NATO. Ontem é tarde
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: U. S. Navy
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 01:47:57 pm »
Faz lembrar os antigo couraçados
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