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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 03, 2026, 03:33:32 pm »
Nem mais.
Aproveitar essa possibilidade em países com uma posição geográfica importante,  ainda por cima carentes de meios de fiscalização e defesa.
Sendo militar e economicamente de dimensão reduzida em relação a Portugal,  não me parece complicado este tipo de parceria.
E seria a forma mais económica e rápida de termos presença e algum controlo sobre esta importante zona.
Um destino perfeito para os primeiros NPO's, por exemplo.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 03, 2026, 03:22:15 pm »
Já disse aqui uma vez e volto a repetir quais são as nossas mais valias podemos contribuir para as alianças seja ela nato, UE ou futuramente outra qualquer?

Defensivamente faz sentido apostar no nosso território mas será que o perigo vem só de leste? Mesmo olhando só para o nosso umbigo grande parte do gás e petróleo que consumimos  vem do golfo da Guiné. É muito bonito dizer que só precisamos x para nos defendemos mas dependemos de fornecimento externo.
Não  podemos abdicar de ter uma presença no golfo da Guiné para defender os nossos interesses bem como conter avanços inimigos...

A questão é atingir o ponto de equilíbrio, em que tens capacidades defensivas e ofensivas para todas essas variáveis.

Umas FA estritamente defensivas terão limitações, umas FA excessivamente ofensivas exigem enormes investimentos, ou cortes em determinadas capacidades para financiar outras.

Neste contexto, o ideal seria sempre um LHD com helis e UCAVs de asa fixa. Mas sabendo que isto requer forte investimento, pode-se sempre procurar uma alternativa mais compacta, mesmo que mais limitada.

Dependendo do preço, o MPSS9000 (ou uma versão ligeiramente maior) pode ser suficiente para esse fim, mesmo que limitado a UAVs mais pequenos e UAVs VTOL armados.

No caso do Golfo da Guiné, e costa Ocidental de África em geral, a prioridade devia ser boas relações e acordos de defesa com Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Ambos os países funcionam quase como porta-aviões permanentes, e também como FOB e ponto de apoio naval no exterior.

E esta presença/projecção de poder divide-se em 2 etapas:
-Infraestruturas - era preciso investir para transformar pelo menos um aeroporto em cada um dos países em Base Aérea/Aeródromo Militar, e transformar/construir um cais para atracar e reabastecer navios da Marinha;

-Meios militares - que incluem caças modernos e capazes (nada de 4.5G), armamento, MPA, capacidade AAR, capacidade de transporte estratégico (própria ou consórcio SAC), UAVs/UCAVs, USVs e UUVs, baterias AA para defender os aeródromos, fragatas modernas (a somar às 3 FREMM), mais 2 submarinos, navio/s com capacidade de desembarque anfíbio, helicópteros, capacidade logística em geral, equipamento contentorizado para os NPO, etc. Exército e Fuzileiros modernos.

Algums meios já temos ou estão em vias de ser adquiridos, outros precisamos de mais quantidade, outros não temos nada.

Preferencialmente estes meios teriam uso tanto a nível da defesa do país, como para missões na Europa, como para projecção de força, evitando ter equipamento "mono-missão".

O objectivo seria ter capacidade de escalar a presença, consoante a ameaça.
Pode começar com um NPO em luta contra a pirataria, passando para um NPO em funções ASuW contra embarcações pequenas recorrendo a Spike NLOS e/ou módulos contentorizados de loitering munitions (ex. Hero 400), indo até 1 submarino com capacidade land-attack e uma força tarefa com 2/3 fragatas e navio anfíbio.
Meios aéreos era igual, desde presença ocasional de um C-295 ou Lus-222, passando por UCAVs estacionados, culminando em destacamentos robustos com caças, MPAs, baterias AA...

Mas isto só se faz com o devido investimento, e sem dinheiro mal gasto.
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Notícias (Exércitos/Sistemas de Armas)
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 03, 2026, 03:10:46 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Fotos de Navios de Guerra Portugueses
« Última mensagem por mafets em Fevereiro 03, 2026, 03:01:05 pm »




Saudações
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Força Aérea Portuguesa / Re: Força Aérea Portuguesa: Album de Fotografias
« Última mensagem por mafets em Fevereiro 03, 2026, 02:53:20 pm »
https://bestaimunda.blogspot.com/2015/12/fiat-aeritalia-g91-r4-r3-e-t3-ao.html


Citar
Pilotos da Esq. 303 "Tigres" na BA4, Lajes, em 1982; em fundo os últimos G91 R/4


Citar
Última missão da Esq. 301 em Fiat G91 R/3 em 15 de Junho de 1993 (foto, MIAS)

Saudações
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por LM em Fevereiro 03, 2026, 02:47:18 pm »
Skyranger 30 (preferencialmente com MBDA DefendAir) é muitíssimo "aconselhável" ter.

Há outra versão de defesa arérea, a "Counter UAV (BOXER IFV RCT30)" => https://www.artec-boxer.com/vehicles/air-defence/
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Fevereiro 03, 2026, 02:32:57 pm »
3× FREMM EVO e 3× MEKO A-200 e 2× VdG, 6× NPOs, 2× SSKs seria um pesadelo logístico.

Porque carga de água é que estás a incluir nessa lista as 2 VdG?  ???

Comprando 3 A200, a MGP ficaria com 3 FREMM EVO e 3 A200, mais os 10 NPO que não contam para a estatística.

Depois a questão seria perceber se sempre substituímos os NPO1S e 2S já na década de 30, e se sim por que navios (EPC, mais Meko A200, mais NPO3S ou uma hipotética variante 4S), ou se continuariam ao serviço até fazerem 35/40 anos.


Também fico confuso é com a parte em que ter 2 modelos de fragata é um problema a nível logístico, mas operar 2 modelos de caças não seria.

Eu concordo que, visto de fora, fazia mais sentido encomendar mais FREMM EVO, mas também era bom que a malta fosse coerente.

É que neste caso, 3 FREMM EVO + 3 A200 provavelmente sairia mais barato do que comprar 6 FREMM EVO. Já na questão dos caças, comprar 2 modelos sai mais caro do que comprar um só modelo (se o n⁰ de aviões for igual).


Agora, suponho que este alegado interesse nas A200, possa ter outras motivações que não estão à vista. Tanto pode ser a questão do preço de cada navio, como pode ser uma avaliação feita às A200 em comparação com as EPC no que respeita ao comportamento em alto mar, como pode ser algum negócio "governo a governo" com algum tipo de vantagem, como pode ser isto tudo somado.

Tanto quanto sabemos, a MGP podia receber um proposta para 3 A200 mais 1 submarino pelo preço de 3 FREMM EVO. Ou 3 A200 pelo preço de 2 FREMM EVO, e as A200 construídas em Portugal ou algo assim.


Apesar de não fazer grande sentido do ponto de vista prático, é prematuro fazer julgamentos face a essa opção, sem saber detalhes. Suponho que não tenha sido uma invenção caída do céu.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 03, 2026, 02:17:01 pm »
Só não temos por sermos burros...
O potencial está lá,  mas insistimos em papéis "menores". 😉
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 03, 2026, 02:14:57 pm »
Diz-me tu, sff, que se passou no Irão?

E, já agora,  tens dúvidas de que o futuro é esse ou problemas por ter sido ele a afirmar?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Red Baron em Fevereiro 03, 2026, 02:06:02 pm »
No fim ainda vamos dar razão ao Musk... o futuro serão caças não tripulados.

E os desenvolvimentos nessa área estão a aparecer rapidamente.

Penso que deveríamos considerar essa possibilidade de imediato para estarmos na linha da frente, desde o inicio, algo que nos tem faltado historicamente.

Não é desistir do resto, mas adaptar e aproveitar capacidades que, no nosso caso, até poderão ser muito vantajosas.

A eventual entrada num projecto  pode trazer retornos interesantes, sobretudo por ainda estarmos no início do desenvolvimento de tecnologias e produção, onde a aquisição de uma esquadra completa deste tipo de arma teria significado substancial.

Se eu tivesse empresas que vendessem o sistema que permitiria operar remotamente caças não tripulados, tambem tinha interesse em que o governo americano investisse nisso.

Mas pergunta lá ao Musk o que aconteceu a Starlink no Irão...
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