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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por LM em Janeiro 13, 2026, 06:14:33 pm »
Mas achas que as "estruturas que representam os trabalhadores do Arsenal do Alfeite" estão preocupadas com clientes, pagamentos da Marinha...? Para eles poucos clientes é até melhor - desde que parte de uma organização que não vá à falência, como a Marinha.  ;)
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 13, 2026, 06:11:56 pm »
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Estruturas dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite defendem integração na Marinha
Lusa
13 de janeiro de 2026 às 17:41

As estruturas que representam os trabalhadores do Arsenal do Alfeite defenderam esta terça-feira no parlamento que o estaleiro naval volte a ser reintegrado na Marinha, considerando que "é necessário a admissão de mais trabalhadores" e de mais investimento. "De uma vez por todas, e nós achamos que este é o momento ideal, que se devia tomar uma posição sobre o Arsenal do Alfeite. Uma das posições que concordamos e sempre o dissemos, é a integração na Marinha", disse aos deputados da Comissão de Defesa Nacional António Pereira, da Comissão de Trabalhadores do Arsenal do Alfeite. Também Alexandre Plácido, da direção do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e Empresas de Defesa (STEFFAs), considerou que o Arsenal do Alfeite deve continuar "100% público", sustentando que "evidentemente a reintegração na Marinha seria uma solução bem recebida".

A questão da integração do Arsenal do Alfeite na Marinha foi levantada pelos deputados do Chega, Bernardo Pessanha, e do PCP, Alfredo, que defenderam que o estaleiro devia voltar a ser um serviço da Marinha. O Arsenal do Alfeite deixou de ser um serviço da Marinha e passou a ser uma Sociedade Anónima em 2019, altura em que os estatutos dos estaleiros navais foram alterados. "Com esta mudança de estatuto, uma das consequências mais graves foi a redução drástica do número de trabalhadores, de 1.200 para 684. Este número ficou aquém da previsão inicial e nunca foi corrigido. Presentemente são 412 trabalhadores, com uma média de idade de 50 anos", precisou o representante da comissão de trabalhadores, sublinhando que "esta redução levou a uma perda de conhecimento enorme, pois saíram trabalhadores dos mais experientes".

Segundo António Pereira, a admissão de novos trabalhadores tem sido feita "a conta-gotas", sendo por isso necessário a entrada de mais funcionários. O representante dos trabalhadores salientou que "a falta de investimento no estaleiro, em todos estes anos, teve um impacto enorme nas suas atuais capacidades". Por sua vez, o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e Empresas de Defesa lamentou que, desde 2009, "nada tenha sido feito para resolver os problemas que aquele estaleiro tem e, sobretudo, não foi canalizado o investimento que é necessário".

Alexandre Plácido acrescentou que espera que alguma parte das verbas que vão ser disponibilizadas para a defesa por Bruxelas sejam "canalizada para aquilo que é necessário, que é modernizar, reequipar e reforçar o quadro pessoal do Arsenal do Alfeite". "O que falta ali [Arsenal do Alfeite] é que se cumpram, no fundo, as premissas que nunca foram cumpridas aquando da passagem à sociedade anónima, e é que haja vontade política por parte do Governo em fazer o investimento necessário", disse ainda o sindicalista, dando conta que "a situação do Arsenal já não era a melhor em 2009 e agravou-se exponencialmente desde a passagem à sociedade anónima". Os órgãos representativos dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite foram ouvidos na Comissão de Defesa Nacional para darem conhecimento aos deputados sore a situação atual e perspetivas futuras.

https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/estruturas-dos-trabalhadores-do-arsenal-do-alfeite-defendem-integracao-na-marinha

Começa a choldra.... por que carga d'água o AA teria de ser reintegrado na Marinha??? Tem é de ter clientes e uma gestão eficiente e, acrescento, independente do poder político. Ah, e de deizar de fazer borlas à Marinha ou aceitar pagamentos a 2 e 3 anos, como consta.
Aliás, e tenho em conta a sua dimensão e a futura dimensão da Marinha, trabalho não lhe faltará, assim a Marinha institua a boa práticas das acções de manutenção atempadas, coisa que como sabemos não é um dado adquirido...

Agora deixem-se ficar pelo privado que até ficam muito melhor....

PS. a AA está de certa forma para a Marinha como a OGMA está para a FAP ou a nova fábrica de produção e reparação de blindados (projecto ainda por confirmar) estará para o Exército. E assim até poderão conquistar e produzir para novos clientes que não as FA's nacionais
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Janeiro 13, 2026, 06:10:08 pm »
Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

É isto mesmo.


Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

Primeiro, convém olhar para a cronologia. As decisões dinamarquesas de reforçar a frota de F-35 não foram tomadas após as ameaças recentes do Trump, nem muito menos depois da situação na Venezuela. Essas intenções foram anunciadas em julho e formalizadas politicamente em outubro.

Quanto aos P-8A, a aprovação norte-americana da venda ocorreu em dezembro, o que significa que o pedido dinamarquês já estava em curso há bastante tempo. O mesmo se aplica aos mísseis Hellfire. Estes processos são longos, planeados com muito tempo de antecedência, e não reações impulsivas a acontecimentos recentes. Não existe, portanto, uma comparação válida entre esses casos e o ainda está a ser discutido noutros países.

Relativamente à Gronelândia, o futuro dirá se os Estados Unidos vão ou não invadir a Ilha. No entanto, o simples facto de ameaças deste tipo serem feitas colocando em causa alianças e a estabilidade europeia é suficiente para gerar desconfiança e só por si abalar a aliança. Felizmente, os responsáveis políticos dinamarqueses levam as declarações muito a sério e, pelo que se observa, a maioria dos países europeus está a fazer o mesmo, com algumas exceções.
É precisamente por isso que considero essencial que a Europa reduza, de forma firme, a sua dependência estratégica dos Estados Unidos. Só assim será possível limitar a influência externa e reforçar a autonomia europeia em matéria de defesa e segurança e asua influência no mundo.

Sei que aqui no Forum haja quem queira um “brinquedo novo (F35)”, custe o que custar. Mas quando esse custo pode ter impactos directos na nossa independência é preciso agir com muito mais prudência.

Por fim, um ponto essencial que não deveria ser preciso dizer a Gronelândia não é uma colónia da Dinamarca. É um território autónomo do Reino da Dinamarca, tal como as Ilhas Faroé, com governo próprio, parlamento eleito e direito legal à autodeterminação. Compará-la ao colonialismo português dos séculos passados é simplesmente errado.

Hoje, ninguém “pode” ter colónias. O que existe são heranças históricas distintas, enquadradas por estatutos jurídicos específicos e, sobretudo, pela vontade expressa das populações locais. A França, por exemplo, realizou referendos em grande parte (se não mesmo todos) dos seus territórios há cerca de 20 anos; alguns optaram pela independência, como as Ilhas Comoros; outros escolheram permanecer, como Mayotte.

Portugal não foi “impedido” de nada tomou uma decisão política num determinado contexto histórico, tal como outros países europeus.
Transformar tudo isto numa narrativa de “uns podem e nós não” não esclarece nada, não reforça argumento nenhum e apenas substitui análise estratégica por ressentimento identitário. Mas quando o major ainda se agarra a ressentimentos coloniais de quem apoiou quem isso diz tudo. Desde 1965 a Dinamarca já teve 27 governos diferentes por isso deixe-se de ressentimentos históricos irrelevantes para o contexto actual.

Aqui eu tenho que colocar reservas. Mesmo que o plano de aquisição de aeronaves seja a longo prazo, por outro lado o cancelamento por motivo de força maior seria relativamente rápido. Neste caso uma hipotética ameaça nacional seria mais que motivo para cancelar de imediato qualquer aquisição do agressor. A Dinamarca não fez isto. Eles não são estúpidos para  colocar contratos de compra acima da segurança nacional. Logo a minha leitura é que a Dinamarca sabe o que está a fazer melhor que nós relativamente á seriedade da Ameaça do Homem laranja.

Mas os Dinamarqueses podiam dar um murro na mesa (à Rui Costa) e afirmar que desistiam dessas encomendas, e depois que fossem para tribunal

Basicamente era o que eu estou a dizer acima.


O mundo não são só F35's...

Mesmo após ter jato abatido pelo Paquistão, Índia deverá fazer mega encomenda de mais 100 caças Rafale https://share.google/Jenbny0PhP4deejnQ

A India nunca recebeu nenhuma proposta via FMS para o F-35 em nenhum dos seus concursos, isto apesar deo F-35 ter lá aparecido para participar em eventos aeronáuticos. O F-35 nunca foi concorrente portanto não perdeu para o Rafale se é que estava a insinuar isso.

Alguem aqui pode garantir que os F35 vão operar "normalmente" se o inimigo for os EUA?

Alguem pode garantir que um missel vai bloquear num alvo norte americano e cumprir o seu objetivo?

Porquê? achas que haveria melhor taxa de sucesso se fosse um gripen VS F-22 ou F-35?  :mrgreen:




percebo a mensagem subliminar  :mrgreen: mas para isso mais valia ir para EF com radar CAPTOR-E. Nenhum dos 2 é furtivo e pelo menos o Ultimo está equipado com um radar AESA de raiz para superioridade aerea.


Eu pessoalmente preferia 36/40 EF.
Uma esquadra de imediato com usados T2, e outra até 2032/5 com T5 novos.  Não acredito que existam T3A disponíveis por agora.
Nessa altura, migrar a primeira esquadra para T3A ou T4, usados novamente, até à chegada do G6.
No caso de atrasos no G6, migrar essa esquadra para a versão mais evoluída disponível.
Tudo isto na base de não virem F35's.
A questão do GRIPEN poderá por-se (para além das vertentes política/económica) como segundo caça com custos operacionais menores, desde logo por ser monomotor.
Ainda assim...

O plano mantem-se com a frota mista, mas se o Trump atacar militarmente a GRON, esqueçam o F-35...

Se a própria Dinamarca, já muito depois das ameaças de Trump em relação à Gronelândia. Reforçou a encomenda dos F-35, adquiriu uma quantidade significativa de mísseis Hellfire e na semana passada encomendou 3 P-8A.

Porquê que nós, mesmo assim, haveríamos de não adquirir o F-35? Essa coisa do "bom aluno" ou ser mais papista que o papa, é mais uma idiotíce à tuga. Algo que já é cultural.

Os EUA não vão invadir a ilha. E por absurdo, se invadissem. Os dinamarqueses que se forniquem. Toda a gente na Europa (UK, França, Holanda) podem ter colónias, inclusive os dinamarqueses, uma situada na América do Norte. Só nós é que não podemos.
E não podemos esquecer-nos que a Dinamarca também apoiou os grupos terroristas proxis de Moscovo contra os portugueses no Ultramar.
Apesar de jamais acontecer uma invasão da colónia dinamarquesa por parte dos EUA. Se houvesse, estariam só a provar do próprio veneno.

O melo, o tipo rural de espinho e o bêbado. São saloios o suficiente para fazer uma estupidez dessas só para mostrar serviço à Van der Loyen.

O que a Dinamarca está a fazer chama-se "suborno"...
Teriamos de ser completamente imbecis para não pausarmos a aquisição do substituto do F-16 (que vai ser o maior investimento nas Forças Armadas durante as próximas décadas) durante um ano ou dois para ver como é que param as modas nos Estados Unidos.
Quanto a "os Dinamarqueses que se forniquem"! Epá, a sério?
Vocês estão mesmo desejosos de ver a maior corrida a armas nucleares que o planeta já assistiu?!!

Haja noção, se agora uma potência militar pode ocupar territórios dos seus ALIADOS apenas porque "sim" então não só a NATO acabou como Portugal é um País minusculo! Era aparecer Petróleo nos Açores ou o Rei Espanhol achar piada ás Selvagens...

Suborno?  ::) Dinamarca não é Portugal.  :mrgreen: Pela natureza da compra que é , a compra de material militar é de longo prazo e nunca se faz ao sabor da politiquice do dia, muito menos para apaziguar algum louco (que hsitoricamente nunca resulta e eles sabem isso melhor que nós). Por outro lado cancelar dá sempre desde que haja uma força maior justificavel. Uma invasão acho que se enquadraria... ::) mas não aconteceu.

Acho que a malta está a falar com o coração mais que a razão.
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Marinha Portuguesa / Re: Mísseis anti-navio futuros na Marinha
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 13, 2026, 06:00:33 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Janeiro 13, 2026, 05:59:33 pm »
E depois foi casar com aquele artolas do francês... :bang:
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LightningBolt em Janeiro 13, 2026, 05:55:51 pm »
É a Meloni a cá vir assinar o contrato... etc!  :mrgreen:





...

 ufx29

Atualmente está mais para GILF que outra coisa.  :mrgreen:

Há precisamente 30 anos era uma valente febra ou, como ela é petite, uma bela petinga...  c56x1



Gostos não se discutem mas concordando contigo caro Charlie, chamo a atenção para " A italiana" The one... the special one versão italiana. Beleza, elegância, sensualidade numa só pessoa... obviamente existem mulheres bonitas em todos os cantos do mundo, mas das figuras públicas que todos conhecemos, para mim enquanto homem e aqui neste quesito posso falar de igual para igual com vocês pois é assunto que tal como vocês domino e sei do que falo.

Para mim uma das mais belas mulheres, por todo o seu conjunto... a mulher que todo o homem casava e constituía família, apresentava aos amigos com orgulho e levava aos  eventos formais da Marinha e não passava vergonha,  porque a Mónica sempre foi uma mulher culta, com eloquência no falar, no saber exprimir-se ou não fosse também ela uma diva das artes e cultura.

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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Janeiro 13, 2026, 05:53:39 pm »
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Estruturas dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite defendem integração na Marinha
Lusa
13 de janeiro de 2026 às 17:41

As estruturas que representam os trabalhadores do Arsenal do Alfeite defenderam esta terça-feira no parlamento que o estaleiro naval volte a ser reintegrado na Marinha, considerando que "é necessário a admissão de mais trabalhadores" e de mais investimento. "De uma vez por todas, e nós achamos que este é o momento ideal, que se devia tomar uma posição sobre o Arsenal do Alfeite. Uma das posições que concordamos e sempre o dissemos, é a integração na Marinha", disse aos deputados da Comissão de Defesa Nacional António Pereira, da Comissão de Trabalhadores do Arsenal do Alfeite. Também Alexandre Plácido, da direção do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e Empresas de Defesa (STEFFAs), considerou que o Arsenal do Alfeite deve continuar "100% público", sustentando que "evidentemente a reintegração na Marinha seria uma solução bem recebida".

A questão da integração do Arsenal do Alfeite na Marinha foi levantada pelos deputados do Chega, Bernardo Pessanha, e do PCP, Alfredo, que defenderam que o estaleiro devia voltar a ser um serviço da Marinha. O Arsenal do Alfeite deixou de ser um serviço da Marinha e passou a ser uma Sociedade Anónima em 2019, altura em que os estatutos dos estaleiros navais foram alterados. "Com esta mudança de estatuto, uma das consequências mais graves foi a redução drástica do número de trabalhadores, de 1.200 para 684. Este número ficou aquém da previsão inicial e nunca foi corrigido. Presentemente são 412 trabalhadores, com uma média de idade de 50 anos", precisou o representante da comissão de trabalhadores, sublinhando que "esta redução levou a uma perda de conhecimento enorme, pois saíram trabalhadores dos mais experientes".

Segundo António Pereira, a admissão de novos trabalhadores tem sido feita "a conta-gotas", sendo por isso necessário a entrada de mais funcionários. O representante dos trabalhadores salientou que "a falta de investimento no estaleiro, em todos estes anos, teve um impacto enorme nas suas atuais capacidades". Por sua vez, o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e Empresas de Defesa lamentou que, desde 2009, "nada tenha sido feito para resolver os problemas que aquele estaleiro tem e, sobretudo, não foi canalizado o investimento que é necessário".

Alexandre Plácido acrescentou que espera que alguma parte das verbas que vão ser disponibilizadas para a defesa por Bruxelas sejam "canalizada para aquilo que é necessário, que é modernizar, reequipar e reforçar o quadro pessoal do Arsenal do Alfeite". "O que falta ali [Arsenal do Alfeite] é que se cumpram, no fundo, as premissas que nunca foram cumpridas aquando da passagem à sociedade anónima, e é que haja vontade política por parte do Governo em fazer o investimento necessário", disse ainda o sindicalista, dando conta que "a situação do Arsenal já não era a melhor em 2009 e agravou-se exponencialmente desde a passagem à sociedade anónima". Os órgãos representativos dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite foram ouvidos na Comissão de Defesa Nacional para darem conhecimento aos deputados sore a situação atual e perspetivas futuras.

https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/estruturas-dos-trabalhadores-do-arsenal-do-alfeite-defendem-integracao-na-marinha
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Projecto Embraer KC-390
« Última mensagem por MMaria em Janeiro 13, 2026, 05:49:58 pm »
Modern naval missions aren’t about one solution, they’re about systems working as one.
That’s exactly where Elbit’s maritime portfolio comes in.

On a single vessel, we integrate a full set of surface and underwater capabilities that work as one, dominating the visual and electromagnetic spectrum, enabling comprehensive situational awareness and defense, thus ensuring mission completion and crew safety.

The value isn’t just in each system - it’s in the combined capability: a ship that is more aware, more protected, and better prepared to handle whatever comes its way.

This is what integrated maritime defense looks like.
This is what we deliver.


https://x.com/ElbitSystemsLtd/status/2010987250343878978

Sds

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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Janeiro 13, 2026, 05:46:41 pm »
O nosso "verde vómito", presumo, tem uma razão de ser? qual a história para a utilização?

Em tempos alguém disse que era um variante do British Sky da Royal navy, usado em alguns aviões e helicópteros, nos anos 50 e 60, mas não sei se será verdade:

Antigamente sei que era um "Medium" qualquer da Hempel (provavelmente "Medium Grey"), mas hoje em dia não tenho a certeza.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 13, 2026, 05:45:32 pm »
É a Meloni a cá vir assinar o contrato... etc!  :mrgreen:





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Atualmente está mais para GILF que outra coisa.  :mrgreen:

Há precisamente 30 anos era uma valente febra ou, como ela é petite, uma bela petinga...  c56x1




Ah, faneca!!!!!! (refiro-me à foto de há 30 anos.... )  c56x1 ;D
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