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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por JohnM em Fevereiro 09, 2026, 08:05:48 pm »
Já agora, uma curiosidade minha ...

As fragatas italianas FREMM são uma plataforma que, ainda que não ultra-moderna, tem capacidade para colocar a marinha num patamar completamente diferente do atual.
Não sabemos quais serão as opções dos futuros governos, mas as futuras fragatas terão um custo de manutenção estratosfericamente alto, quando comparadas com a atual situação.

Estou especialmente curioso por causa das opções da marinha italiana, para a substituição do missil anti-navio TESEO

Nas marinhas europeias os mísseis como Exocet ou Harpoon estão a ser vistos como armas completamente obsoletas.
Com o aumento da capacidade para interceptar mísseis e os desenvolvimentos nos últimos anos (as industrias europeias estão a absorver rapidamente ensinamentos da guerra na Ucrânia)  os misseis subsonicos são vistos como pouco fiáveis.

Há neste momento dois grandes projetos em estudo e a marinha da Itália fez aparentemente uma escolha ao decidir aderir ao programa Stratus (França e Reino Unido), que na prática são dois mísseis. Um subsonico Stealth e o outro supersonico.
Do outro lado está o sistema "3SM Tyrfing" em desenvolvimento pelos noruegueses e alemães.

As opções dos italianos acabam agora sendo importantes para as futuras decisões portuguesas. Sem este tipo de míssil, as futuras fragatas por muito sofisticadas que sejam, não vão ter dentes.

Creio que nem é preciso lembrar, o que poderia implicar ter uma bateria de mísseis anti-navio deste tipo nos Açores...


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O mesmo se aplica aos mísseis de cruzeiro para ataque ao solo… a se confirmar a instalação de um módulo Sylver A70 nas FEMM Evo, acho que não faz muito sentido comprar MdCN e sim ir diretamente para o Stratus LO.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por papatango em Fevereiro 09, 2026, 07:59:59 pm »
Já agora, uma curiosidade minha ...

As fragatas italianas FREMM são uma plataforma que, ainda que não ultra-moderna, tem capacidade para colocar a marinha num patamar completamente diferente do atual.
Não sabemos quais serão as opções dos futuros governos, mas as futuras fragatas terão um custo de manutenção estratosfericamente alto, quando comparadas com a atual situação.

Estou especialmente curioso por causa das opções da marinha italiana, para a substituição do missil anti-navio TESEO

Nas marinhas europeias os mísseis como Exocet ou Harpoon estão a ser vistos como armas completamente obsoletas.
Com o aumento da capacidade para interceptar mísseis e os desenvolvimentos nos últimos anos (as industrias europeias estão a absorver rapidamente ensinamentos da guerra na Ucrânia)  os misseis subsonicos são vistos como pouco fiáveis.

Há neste momento dois grandes projetos em estudo e a marinha da Itália fez aparentemente uma escolha ao decidir aderir ao programa Stratus (França e Reino Unido), que na prática são dois mísseis. Um subsonico Stealth e o outro supersonico.
Do outro lado está o sistema "3SM Tyrfing" em desenvolvimento pelos noruegueses e alemães.

As opções dos italianos acabam agora sendo importantes para as futuras decisões portuguesas. Sem este tipo de míssil, as futuras fragatas por muito sofisticadas que sejam, não vão ter dentes.

Creio que nem é preciso lembrar, o que poderia implicar ter uma bateria de mísseis anti-navio deste tipo nos Açores...


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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por papatango em Fevereiro 09, 2026, 07:40:35 pm »
Os dados eleitorais podem ser manipulados de mil maneiras...

As eleições de ontem são as mais favoráveis para o extremista Ventura, porque são as únicas em que ele podia sem qualquer pejo, afirmar que era o lider da direita.
A mesma direita, que se repartiu em 15% a 20% dos votos para Ventura e 80% a 85% dos votos para António José Seguro.
Quem aqui quisesse dar uma de Venturinha também podia afirmar que afinal, António José Seguro é agora o lider da direita tradicional em Portugal.

André Ventura deu a Portugal um presidente socialista...
Toda a gente sabia que a percentagem de rejeição de André Ventura é extraordinariamente elevada.
Se tivesse concorrido contra um candidato de direita ou centro, como o Cotrim de Figueiredo ou o Rui Rio, alguém acredita que teria tido maior percentagem de votos ?

Ontem, André recebeu votos de gente que não gosta dele, mas que não quis votar num candidato de esquerda.
Mas a maioria, foi votar no Seguro, porque não votará no Ventura, nem que ele concorra contra o rato Mickey.

Há um quarto dos portugueses que quer votar numa espécie de D.Sebastião...
Não importa o que ele diz, nem o absurdo de dizer uma coisa e o seu contrário na mesma frase, nada importa.
Foi o candidato das pessoas com o mais baixo nível cultural, que afirmam que são os outros que na realidade não sabem o que fazem...

mas enfim ... la nave vá ... :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 09, 2026, 07:10:53 pm »
Subentendo que a instalação no primeiro NPC estará prevista para um prazo relativamente próximo aos das restantes unidades onde irão ser instalados estes sistemas. 
Mas que os restantes NPC terão também o mesmo sistema.
Sendo o concurso agora, não fazia sentido adjudicar/pagar imediatamente a integração nos restantes 7 NPC que virão mais tarde. Provavelmente depois de 2030...
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 09, 2026, 07:02:16 pm »
Minuto 9.23 a 9.53. O principal.

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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Presidênciais 2026 (2ª volta)
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 09, 2026, 07:01:52 pm »


No entanto o Chega cresce cerca de 400 000 votos em relação à 1ª volta e cerca de 290 000 votos em relação às legislativas de 2025.


Por outro lado, caso o Ventura fosse eleito seria praticamente o fim do Chega.
Arrumado fora do Parlamento, não tem um substituto ao mesmo nível.

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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Drecas em Fevereiro 09, 2026, 06:51:08 pm »
sim o caderno de encargos do concurso incluía 1 ICS para 1 NPC, e não 8 para 8 navios como dá a entender o artigo

perguntei à autora sobre o que o porta voz da marinha terá dito mas ainda não me respondeu
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Portugal / Re: Sector Florestal/Mobiliario
« Última mensagem por Lusitano89 em Fevereiro 09, 2026, 06:50:37 pm »
Reportagem Faça Chuva Faça Sol sobre a floresta portuguesa


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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Fevereiro 09, 2026, 06:45:20 pm »
O primeiro F35 voou ainda em 2006... e depois foi o que se viu.
Espero que a lição sirva para que não desistam do (ou dos) G6 europeus.
Porque foi essa decisão (errada/precipitada) há 20 anos que nos colocou na posição de não existir alternativa G5 europeia actualmente.
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