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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 01:05:44 am »
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Ai existe mais duvidas embora assinamos um memorando com os coreanos têm existido muito pouca noticia por cá.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por sivispacem em Hoje às 12:42:50 am »
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Ghidra em Hoje às 12:33:42 am »
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Duarte em Fevereiro 04, 2026, 11:57:40 pm »
Vocês não podem ter um cartão de crédito... :feliz:

Com tolerância de pagamento do empréstimo de 10 anos, e um prazo de 45 anos, e juros baixos. Onde assino?  :mrgreen:
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por Subsea7 em Fevereiro 04, 2026, 11:53:53 pm »
Citar
2-Passamos para de 1 plano que incluía 17 navies e os substitutos das fragatas seriam vários "porta drones " desarmados 

Só discordo disto.

Essa foi a leitura enviezada de alguns aqui do fórum.

O PNM nunca quis ser uma fragata.
O anterior CEMAH nunca disse que não queria fragatas,  mas sim que as fragatas nos moldes actuais iam deixar de existir.  Se reparares, uma das principais características das novas fragatas (todas) é poderem operar com qualquer tipo de drone...

O antigo CEMA deixou bem explícito que na sua perspectiva, as fragatas iam dar lugar a navios como o PNM. E deixou bem explícito que acreditava que este novo conceito ia oferecer navios muito mais baratos que fragatas.

Ele chegou até a mencionar que o futuro da MGP passava por apenas 3 tipos de navio.

Com o tempo, ele viu-se obrigado a mudar o raciocínio. Chegámos até a ter uma entrevista de um contra-almirante, que falava do PNM, e que falava que o futuro da MGP devia passar por ter navios combatentes de 100M em vez de de fragatas de 1000M.


O CEMA na altura, não queria dizer que as fragatas iam evoluir para operar drones.
Até porque drones a partir de navios combatentes, é algo que já acontece há mais de 30 anos, como por exemplo o USS Iowa a operar os RQ-2 no início dos anos 90.

Antes do GeM ser CEMA, já os turcos falavam em UAVs no Anadolu. Já os EUA tinham MQ-8 a operar embarcados.

No fim, o conceito de fragata pouco mudou. O que mudou sim, é o conceito de LPD/LHD, em que se começa a tirar proveito do convés de voo maior para operar drones.

Mudou particularmente nos LPDs, em que construir um LPD estilo Rotterdam faz cada vez menos sentido, quando por um preço idêntico, constróis um navio com convés corrido que consegue operar UAVs/UCAVs de asa fixa maiores.

Daí o renovado interesse no Mistral 140....
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Subsea7 em Fevereiro 04, 2026, 11:52:59 pm »
Não vejo problema de virem as 3 FREEM e 3 ou 4 MEKO A200, ou mesmo as EPC...
3,5 % do PIB permite isso...
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por sivispacem em Fevereiro 04, 2026, 11:48:50 pm »
14.000 t de deslocamento??? Mas isso passa no canal do Alfeite?!?!?!  :mrgreen:
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: Expansão portuguesa
« Última mensagem por HSMW em Fevereiro 04, 2026, 11:02:40 pm »
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Conflitos do Passado e História Militar / Re: O melhor caça da Luftwaffe em 1944?
« Última mensagem por Apone em Fevereiro 04, 2026, 11:01:24 pm »
Focke-Wulf Fw 190 “Dora” – Opiniões dos pilotos (Episódio 3)

Em Setembro de 1944 a Jagdwaffe atravessava um ponto crucial da sua existência, sob pressão de uma enorme lista de prioridades e enfraquecida por deficiências fora do seu controlo.  Sem alternativas, os pilotos de caça alemães continuaram a batalhar com determinação, geralmente de aeródromos rudimentares com escasso apoio de manutenção, contra um inimigo significativamente mais poderoso e com reservas e recursos que a Luftwaffe apenas podia sonhar.  O Major Hans-Ekkehard Bob, que comandava na altura o segundo gruppe da JG 3 em Evreux, equipada com o venerável Messerschmitt Bf 109G, relembra a constante presença de caças inimigos;

“Por vezes éramos atacados logo na descolagem, o que acabava por bloquear completamente a pista.  A nossa situação era péssima.  Calculávamos que o adversário gozava de uma vantagem de 10-para-1 em caças.  As nossas operações eram, sem exagero, um mero exercício de auto-preservação.”

Outro experiente piloto de Bf 109G, o Sargento Herbert Kaiser, que serviu na JG 1, recorda;

“Éramos obrigados a descolar em pequenas formações, geralmente dois ou quatro aviões, para fugir aos caças Aliados que patrulhavam directamente sobre os nossos aeródromos.  Para atingirmos o alvo tínhamos de voar por entre montes e vales aproveitando qualquer cobertura disponível.  Ao voar a apenas uns metros do chão evitávamos o radar inimigo mas também aumentavam as hipóteses de nos espetarmos contra uma montanha.  Só ganhávamos alguma altitude ao atingir o ponto de ataque.  As probabilidades de sobrevivência eram fracas, podíamos contar pelos dedos de uma mão quantos dias poderíamos durar.” 

Extraordinária foto de um Focke-Wulf Fw 190D-9 em pleno mergulho a alta velocidade após um ataque a um bombardeiro médio Martin B-26 Marauder da Nona Força Aérea, poucos instantes após a largada de bombas, durante uma intercepção em 1944.     


O quarto gruppe da JG 3 começou a receber os “Dora” em Fevereiro de 1945, pouco depois do Tenente Oscar Romm ser promovido a comandante;

“A primeira vez que vi o “Dora-9” foi em Dezembro de 1944 em Stargard, perto de Stettin, tinha acabado de ser entregue da fábrica da Focke-Wulf em Marienburg.  Eu estava ansioso de receber estes aviões porque era óbvio que muito brevemente estaríamos a lutar em duas frentes; por um lado contra os Russos e, no outro, os Ingleses e Americanos.  E o “Dora” seria o avião ideal para os enfrentar.  Consegui equipar um staffel completo (cerca de 12 caças) e uns poucos mais de reserva.  Salvamos alguns aviões de bases prestes a ser conquistadas pelo inimigo, apesar dos riscos envolvidos.  Todos os nossos “Dora” estavam equipados com o motor Jumo 213A e injecção de água-metanol MW 50, capaz de atingir 2240cv.  Como caça de superioridade aérea manobrava melhor que o Fw 190A e era mais rápido em todos os regimes.  Durante combates entre os 3000-7300 metros, usual contra os Russos, o “Dora” conseguia manter curvas apertadas em potência sem perder velocidade.  No anterior Fw 190A era necessário reduzir a velocidade para “puxar” melhor em curva.  No mergulho, a aceleração do motor Jumo do “Dora” era muito superior á do “190A”; podia deixar os Yakovlev Yak-3 e Yak-9 Russos literalmente “pendurados”.”

Outro piloto com vasta experiência, o Tenente Hans Hartings, descreveu assim as dificuldades em combater o P-51 Mustang:

“Atacar um P-47 era uma coisa, mas o P-51 era um problema muito diferente.  Mesmo um piloto fenomenal não conseguia fugir de um Mustang em curva com o ‘190’.  Está fora de questão.  Eu tentei.  Fora de questão.”

O piloto Heinz Gehrke da JG 26 elogia a velocidade e o avançado sistema eléctrico do Fw 190 embora continuasse a preferir o Messerschmitt Bf 109;

“O “Dora” era um pássaro selvagem.  Tudo era eléctrico.  Trem de aterragem, flaps, compensadores, tudo accionado por simples interruptores ou botões.  Ah, e o pássaro era veloz!  No Bf 109, totalmente armado e equipado, conseguia atingir 500-520km/h a baixa altitude – o D-9 era uns bons 50-60km/h mais rápido.  Mesmo assim, em termos de prazer de pilotagem preferia o Messerschmitt, apesar de todos os problemas na descolagem e aterrarem.”   

Durante Agosto o Terceiro Exército do General Patton irrompeu pela França e perseguiu os sobreviventes da Werhmacht até às fronteiras do Reich enquanto o Sexto Exército se aproximava pelo Sul, seguindo a fronteira da Suíça.  E com o enorme sucesso da ofensiva Soviética em Julho-Agosto na Operação Bagration, os Alemães viam-se completamente cercados e com poucas opções.


Terminamos com o relato do Tenente Karl-Heinz Ossenkop, um jovem piloto destacado para a elite JG 26 em Agosto de 1944, “fresco” da unidade de treino operacional JG 103.  Ossenkop representava o típico jovem piloto da Jagdwaffe, obrigado a aprender rapidamente, e em condições desfavoráveis, a melhor forma de defender os céus da Alemanha – e sobreviver.  Em inferioridade numérica e com constantes mudanças de base, era um período desmoralizante, com poucas razões para celebrar ou manter o optimismo.  Assim que chegou á JG 26, Ossenkop foi destacado como “asa” de um piloto veterano que o aconselhou a manter-se sempre bem colado a ele, olhar constantemente para trás e nem sequer pensar em atacar o inimigo durante as primeiras seis semanas.  Ganhar experiência era a chave da sobrevivência, não a busca de glória.  Sensatamente, Ossenkop prestou atenção.  Em Dezembro a JG 26 recebeu os primeiros “Dora-9”, conforme o próprio relembra;

“Fiquei impressionado com a qualidade de construção dos novos aviões.  As junções dos painéis de alumínio eram muito lisas, o que ajudava a reduzir o arrasto aerodinâmico.  Os aviões construídos na fábrica em Sorau eram, na minha opinião, os melhores.  O meu “Preto 8” (Schwarz-8), com o sistema MW 50 e sem nenhuma carga externa, atingia 600km/h a 20-30 metros do altitude.  Comparado com o Fw 190A-8, o “Dora”; 1) era mais rápido e atingia maior altitude; 2) usufruía de melhor visibilidade, devido á canópia em “bolha”; 3) era mais silencioso – o motor Jumo vibrava muito menos do que o radial BMW 801; 4) manobrava melhor no plano horizontal e em ângulos de ataque elevados; 5) sofria menor efeito de “torque”; e 6) a autonomia era superior.

“Sim, inicialmente tínhamos as nossas dúvidas mas assim que ganhamos confiança no Fw 190D sentimos que podíamos lutar de igual-para-igual contra os Aliados e até, em certas situações, superiorizarmo-nos em combate.  Por exemplo, frente ao Hawker Tempest, o “Dora” subia e acelerava melhor, era praticamente igual em manobras a baixa altitude mas no mergulho o Tempest era superior.  Acontecia o mesmo contra o enorme P-47 Thunderbolt; o nosso “Dora” era superior em curva, subida e velocidade em voo nivelado mas totalmente batido em voo de mergulho.  Nunca tentem fugir de um P-47 em mergulho.  Nunca.”


O Tenente Karl-Heinz Ossenkop da JG 26 voou com o Fw 190 “Dora” durante os últimos meses da guerra, incluindo na malfadada Operação Bodenplatte, a última cartada ofensiva da Luftwaffe.  Nessa missão o leme e estabilizador horizontal do “Dora” de Ossenkop ficou em farrapos após um “encontro imediato” com a hélice…. de outro “Dora”!  Conseguiu regressar, a muito custo, á base em Twenthe onde fez uma aterragem de emergência. 


Com a produção a bom ritmo e a recepção entusiástica dos pilotos garantida, restava agora ao Fw 190D demonstrar real capacidade em acção.  Mas como seria o dia-a-dia operacional de uma unidade de caça da Luftwaffe em finais de 1944?
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Mundo / Re: Metais Preciosos e Terras Raras
« Última mensagem por MMaria em Fevereiro 04, 2026, 10:55:01 pm »
Brasil avalia planos dos EUA para aliança de minerais críticos

País participou de reunião em Washington em que J.D. Vance apresentou plano para reunir aliados; governo diz estar aberto, mas quer contrapartidas e valor agregado.
...
Sem responder diretamente sobre a reunião nesta quarta-feira, a pasta [Min. Minas e Energia] afirmou ainda que a atuação brasileira é pautada pelo fortalecimento da cooperação ​internacional, pela atração de investimentos, ⁠pelo desenvolvimento tecnológico e ⁠industrial no país e pela inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, em diálogo com diferentes ‌parceiros, incluindo Estados Unidos, União Europeia, China e outros atores estratégicos.
...
https://www.infomoney.com.br/mundo/brasil-avalia-planos-dos-eua-para-alianca-de-minerais-criticos/

Sds
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