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Força Aérea Portuguesa / Re: F-35A Lightning II na FAP
« Última mensagem por dc em Novembro 29, 2025, 02:37:05 pm »
2 esquadras de F-35 seria o plano normal. Até começarem a inventar, com 2 modelos diferentes, que mais depressa levam a FAP a ter que gramar com 2 esquadras de euro-doritos e mai nada.
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Força Aérea Portuguesa / Re: P-3 Orion na Força Aérea Portuguesa
« Última mensagem por dc em Novembro 29, 2025, 02:31:56 pm »
Faz sentido fazer o mesmo com as tripulações do C295 versão maritime patrol para os P3?

Penso que não, os C295 de vigilância marítima não vão acabar...

E no caso dos pilotos, eles podem voar nos C295 tácticos, não existem pilotos só de C295 vigilância marítima.

Na minha opinião, uma modernização dos VIMAR para padrão MPA podia ter as suas vantagens.

Particularmente na medida em que ao terem custos de operação e tripulação muito mais reduzida que um P-3, permitiria criar mais facilmente um destacamento nos Açores.
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Força Aérea Portuguesa / Re: UAVs na FAP
« Última mensagem por dc em Novembro 29, 2025, 02:21:15 pm »
Não confundir o serviço prestado pela Tekever, com uma venda típica.

A Tekever tanto oferece os serviços, como oferece os produtos em si.

Imaginem se a Tekever crescesse ao ponto de ter largas dezenas de clientes, vários deles com 3/4/5 sistemas? A empresa precisava de um autêntico exército para conseguir operar os drones de toda a gente.

Numa missão militar, por exemplo uma FND, em que queiras usar o AR5, não vais enviar para o TO pessoal civil da Tekever.

O core deles é serviços e não vender drones.

Citar
TEKEVER offers a surveillance-as-a-service solution, delivering actionable real-time intelligence to make oceans safer and save more lives.

Provavelmente é onde eles fazem mais dinheiro, pois representam os contratos mais consistentes.

Mas também vendem drones.
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Marinha Portuguesa / Re: Novos SSK da Marinha
« Última mensagem por dc em Novembro 29, 2025, 02:18:28 pm »
A nova rede de satélites PT pode contribuir para designar tais alvos para os submarinos?

Não sei quais são as capacidades dos satélites. Mas não era suposto terem capacidade de vigiar as nossas águas? Se sim, terão capacidade de detectar a presença de navios adversários, e em teoria deveriam ter capacidade de indicar as coordenadas da frota ao submarino (ou a combatentes de superfície ou baterias costeiras), para que este lance os mísseis (com radar activo) para a área onde foram detectados.

Não sei é até que ponto haveria capacidade de actualizar a localização dos alvos para os mísseis já em voo, usando informação dos ditos satélites.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Novembro 29, 2025, 02:09:38 pm »
Essa conversa do VLS é estéril a única coisa importante é capacidade de produção/ compra de mísseis o resto até o d João II pode lançar VLS em contentores... Na guerra actual o que interessa é deteção e comunicação entre unidades. O lançamento de mísseis tanto pode ser de fragatas, submarinos, aviões, navios auxiliares ou sistemas autónomos... Quanto custa encher dois ou três sistemas de VLS? Até podia levar 200 mísseis se só tens capacidade de comprar 32 é um não assunto...

Errado.

O número de VLS numa fragata é importante, pois é o que permite que esta fique em combate durante mais tempo. Se estás a comprar fragatas de 1000M (ou 1500M), não optar por 32 VLS para poupar uns trocos (para depois compensar gastando mais dinheiro em VLS montados em contentores), é só burrice.

Se é para comprar fragatas com apenas 16 VLS, mais valia então optar por modelos mais baratos, tipo Meko A200, e ter nelas 16 Mk-41. Por 3000M, compravas no mínimo 4.

A ideia dos sistemas contentorizados, é reforçar as capacidades existentes. Não é para servir de pretexto para não se investir em navios com mais capacidade.

Usar a desculpa de que vamos comprar poucos mísseis, para dizer que o número de VLS nas fragatas não importa, para depois dizer que se podem usar VLS contentorizados noutros navios (para lançar mísseis que não vão ser adquiridas), é o pico das contradições.

Falar de preços, quando instalar mais 16 VLS quando a fragata está a ser construída sai mais barato do que comprar o mesmo VLS num contentor, não faz sentido nenhum.

Se não temos dinheiro para encher 32 VLS Sylver em fragatas, também não temos para adquirir contentores VLS + mísseis para espetar noutros navios.

Já os USVs, até hoje não vimos nenhum plano para a MGP construir USVs capazes de receber contentores de mísseis. Por outras palavras, poderão não ser uma realidade nos próximos 30 anos.

No fim, preferem uma MGP com fragatas fraquinhas e caras, cuja defesa aérea está dependente de um monte de navios civis? É isso?
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Novembro 29, 2025, 02:04:52 pm »
O pior é que se nem o número é divulgado, quer dizer que há muita informação que não está a ser dita.

Afinal quais são os programas que entram no SAFE? Que quantidade de equipamentos/armamentos vão ser adquiridos?

Provavelmente só vamos saber quando a UE libertar alguma informação ou começarem a cair os contratos na net.
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Marinha Portuguesa / Escola Naval - Eng. Eletrotécncica
« Última mensagem por Rui Miguel em Novembro 29, 2025, 01:41:50 pm »
Boa tarde a Todos!

Estou a pensar ingressar na Escola Naval ou na Força Aérea. Estou a terminar a licenciatura em Engenharia Eletrotécnica no Porto. Desde o início do curso, sempre me fascinaram armas, sistemas militares, radares e mísseis teleguiados, por isso escolhi este percurso.

No entanto, não sei qual a abordagem mais adequada para entrar nessa área depois de terminar: seguir pela via civil e tentar trabalhar numa empresa que colabore com as Forças Armadas (onde pudesse trabalhar diretamente com esses sistemas), ou entrar por carreira militar como engenheiro eletrotécnico na Marinha ou na Força Aérea.

Procuro opiniões de quem já passou pelo mesmo percurso , sobre salários, rotina diária, missões internacionais, etc.
Além disso, gostaria de encontrar um trabalho prático, onde se use ferramentas e se resolvam problemas técnicos reais.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Charlie Jaguar em Novembro 29, 2025, 12:41:51 pm »
No DN escrevem que podem ser 2 fragatas apenas.

Citar
(...) Novos sistemas terrestres, incluindo os Pandur, para o Exército; drones e satélites para a Força Aérea; e novos navios (podem ser duas fragatas) para a Marinha, estão entre as novas aquisições. Este programa europeu permite exclusivamente a compra de produtos e plataformas já existentes no mercado, não contemplando o investimento em desenvolvimento de novas soluções militares. (...)

https://www.dn.pt/sociedade/conselho-de-ministros-aprovou-plano-da-defesa-para-financiamento-europeu-de-58-mil-milhes-nas-foras-armadas
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por MMaria em Novembro 29, 2025, 12:29:37 pm »
Vladimir Putin y Víktor Orbán acordaron que Budapest sea la sede para las negociaciones de paz con Ucrania

Ambos mandatarios se reunieron se reunieron este viernes en la sede del gobierno ruso. La propuesta de llevar adelante las conversaciones en la capital húngara había sido acercada por el presidente estadounidense, Donald Trump.

https://www.ambito.com/mundo/vladimir-putin-y-viktor-orban-acordaron-que-budapest-sea-la-sede-las-negociaciones-paz-ucrania-n6218774

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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos Internacionais (Forças Aéreas/Sistemas de Armas)
« Última mensagem por Lusitano89 em Novembro 29, 2025, 12:26:32 pm »
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