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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 31, 2026, 04:34:58 pm »
Talvez custo? Um ST5 com RapidRanger custa muito menos e faz o mesmo, e acompanha os Boxer, se calhar até com mais autonomia e capacidade  todo-o-terreno?

O ST5 não acompanha os Boxer em todo o terreno, e muito menos os Leopard.

Se uma viatura blindada 4x4 pudesse fazê-lo com eficácia, nenhum pais optava por sistemas VSHORAD montados em viaturas muito mais caras.

E neste momento tens ainda o problema grave da falta de radares de aviso local. Vais ter 2 grandes radares de médio alcance montados em camiões, que não acompanham nem os ST5 nem os meios da Brigada Média.

Citar
Sem dúvida, mas com muito maior custo que uma viatura mais barata. Já sabemos que a primeira Bat AA será equipada com RapidRanger em ST5. Na entrevista o CEME fala em "duplicar" a AA, para equipar as duas brigadas NATO. Esta duplicação poderá ser uma bateria idêntica de RapidRanger em ST5... ou em Boxer. Ou com ambos RapidRanger em ST5 + 3-4 SkyRanger?

Pode ser muita coisa.

A única certeza que temos são os RapidRanger, que provavelmente vão servir de pau para toda a obra durante uns tempos.

Mas a solução definitiva para a Brigada Média não pode ser com ST5.

Mesmo para a Brigada Ligeira, eram precisos uns 12 RapidRanger, e uns 4 radares de aviso local (montados em ST5).
Isto sem contar com as necessidades da ZMM e ZMA.

Caso o 4x4 blindado escolhido fosse o Eagle V, havia o argumento de adquirir mais tarde uns 6 Eagle V 6x6 com IRIS-T SLS. Quiçá pudesse ser escolhido para os arquipélagos ao invés dos RapidRanger.

Na Brigada Média falta tudo.
Mas, se o dinheiro não fosse tão limitado como costuma ser, provavelmente propunha algo assim:
-8-12 Skyranger 30
-6 Boxer RCT30 + MANPADS
-6-8 Boxer IRIS-T SLS ou mais Eagle V 6x6 IRIS-T
-4-6 sistemas Leonidas em Boxer

Isto assumindo que se mantém a doutrina com MANPADS.

Não dava para uns Boxer CRV?
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Mundo / Re: Mobilidade
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 31, 2026, 04:32:05 pm »
TGV-M: A Nova Geração de Alta Velocidade da França


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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 31, 2026, 04:27:36 pm »

O ST5 não acompanha os Boxer em todo o terreno, e muito menos os Leopard.

Se uma viatura blindada 4x4 pudesse fazê-lo com eficácia, nenhum pais optava por sistemas VSHORAD montados em viaturas muito mais caras.

E neste momento tens ainda o problema grave da falta de radares de aviso local. Vais ter 2 grandes radares de médio alcance montados em camiões, que não acompanham nem os ST5 nem os meios da Brigada Média.

A Holanda usa Fennek 4x4 com SWP (Stinger) e Alemanha usa Ozelot LeFlaSys (Stinger), este em VB lagartas Wiesel 2. A Lituânia, outro país NATO com brigada média com Boxer, usa RBS‑70 em M-113 e  Boxer APCs.
Misturar viaturas com capacidades diferentes parece não ser coisa inédita na NATO. Se é o ideal, é outra história. E a Alemanha já encomendou SkyRanger. A Holanda parece que vai fazer o mesmo. A Lituânia também.

Mais uns pontos a favor da solução SkyRanger para Portugal.


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Sem dúvida, mas com muito maior custo que uma viatura mais barata. Já sabemos que a primeira Bat AA será equipada com RapidRanger em ST5. Na entrevista o CEME fala em "duplicar" a AA, para equipar as duas brigadas NATO. Esta duplicação poderá ser uma bateria idêntica de RapidRanger em ST5... ou em Boxer. Ou com ambos RapidRanger em ST5 + 3-4 SkyRanger?

Pode ser muita coisa.

A única certeza que temos são os RapidRanger, que provavelmente vão servir de pau para toda a obra durante uns tempos.

Mas a solução definitiva para a Brigada Média não pode ser com ST5.

Mesmo para a Brigada Ligeira, eram precisos uns 12 RapidRanger, e uns 4 radares de aviso local (montados em ST5).
Isto sem contar com as necessidades da ZMM e ZMA.

Caso o 4x4 blindado escolhido fosse o Eagle V, havia o argumento de adquirir mais tarde uns 6 Eagle V 6x6 com IRIS-T SLS. Quiçá pudesse ser escolhido para os arquipélagos ao invés dos RapidRanger.

Na Brigada Média falta tudo.
Mas, se o dinheiro não fosse tão limitado como costuma ser, provavelmente propunha algo assim:
-8-12 Skyranger 30
-6 Boxer RCT30 + MANPADS
-6-8 Boxer IRIS-T SLS ou mais Eagle V 6x6 IRIS-T
-4-6 sistemas Leonidas em Boxer

Isto assumindo que se mantém a doutrina com MANPADS.

É vermos como estavam/ estão equipadas e organizadas as baterias AA das brigadas Boxer NATO. E mais importante, como irão estar equipadas e organizadas.
Quanto aos MANPADs,(e C-UAS) foi referido aqui, no tópica da defesa AA, que segundo um artigo  (Revista de Artilharia?) o Exército pretende manter estes meios na AA. Vamos ter Btr AA com 200 ou mais elementos? Não me admirava se a NATO passasse a exigir uma UEB de defesa aérea nas brigadas no futuro, fruto das lições da Ucrânia. A Lituânia já tem.

Citar
Estas três nações constituem a *principal referência prática* para a defesa aérea das brigadas Boxer da NATO.
---

# 🇩🇪 **ALEMANHA – Brigadas Boxer (Jägerbrigade 37 / 41)**
As brigadas Boxer da Alemanha **ainda não possuem baterias SHORAD orgânicas**. Em vez disso, são apoiadas pelas **unidades de
Defesa Aérea Terrestre (GBAD) da Luftwaffe**.

## **1. Equipamento**
### **A. Canhão/C-UAS**
- **Ainda nenhum implantado no Boxer**
- A Alemanha selecionou o **Skyranger 30** (30 mm AHEAD) para o futuro SHORAD de brigada

- 19 sistemas encomendados (2023–2024)

- Serão montados no **Boxer**

- Capacidade Operacional Inicial (COI) prevista para ~2026–2027

### **B. SHORAD de Míssil**
Fornecido por unidades da Luftwaffe:
- **Ozelot LeFlaSys (Stinger)**
- Alcance: 4,5 km
- Muito móvel, mas **não tem o mesmo nível de proteção do Boxer**

### **C. SHORAD Médio**
- **IRIS‑T SLM** (40 km)
- Radar TRML‑4D
- Não é orgânico à brigada; destacado conforme necessário

### **D. Contra-UAS**
- Sistemas de interferência eletrónica e sensores ao nível de batalhão/brigada
- Ainda não existem veículos Boxer dedicados à contra-UAS

### **E. Radares**
- A brigada depende dos radares da Luftwaffe (TRML-4D, Hensoldt Spexer)

---

## **2. Organização**
A Alemanha utiliza atualmente um **modelo centralizado de defesa aérea**:

### **Nível de Brigada**
- Sem bateria orgânica
- Apoiada por destacamentos GBAD da Luftwaffe

### **Futuro (pós-2027)**
Uma típica brigada Boxer alemã terá:
- **1 pelotão Skyranger (6 viaturas)**
- **1 pelotão SHORAD (IRIS-T SLS ou sucessor)**
- **1 pelotão C-UAS/EW**
---

# 🇳🇱 **PAÍSES BAIXOS – 13ª Brigada Ligeira (Boxer)**
A brigada Boxer holandesa possui a **estrutura de defesa aérea mais avançada e integrada** de qualquer
força da NATO equipada com Boxer.

## **1. Equipamento**
### **A. Armas/C-UAS**
- **Nenhum no Boxer**
- Os Países Baixos estão a avaliar o **Skyranger 30**, mas ainda não o adquiriram

### **B. Defesa Aérea de Curto Alcance (SHORAD) com Mísseis**
- **Plataforma de Armas Fennek Stinger (SWP)**
- 4 mísseis Stinger
- Alcance: 4,5 km


- Altamente móvel, mas com uma proteção ligeira

### **C. Defesa Aérea de Curto Alcance (SHORAD) Média**

- **NASAMS** (AMRAAM)
- Alcance: 25–40 km
- Cobertura ao nível de brigada
- Operado pelo **Comando de Defesa Aérea Terrestre (DGLC)**

### **D. C-UAS**
- **Pelotões C-UAS multissensor**
- Detecção por radiofrequência (RF)
- EO/IR
- Jammers
- Destruição direta com Stinger ou armas ligeiras

### **E. Radares**
- **Thales GM200 MM/C**
- **Thales Squire**
- **Sensores de mastro EO/IR**

---

## **2. Organização**

A estrutura holandesa é **modular e altamente integrada**.

### **Companhia de Defesa Aérea de Brigada**
- **1× Pelotão Stinger (Fennek SWP)**
- **1× Pelotão C-UAS**
- **1× Pelotão de Sensores (GM200 + EO/IR)**
- **1× Pelotão C2**

### A **bateria NASAMS** é destacada a partir do DGLC quando necessário.

Esta é a analogia mais próxima, no mundo real, de uma moderna unidade de defesa aérea de brigada Boxer da NATO.

---

# 🇱🇹 **LITUÂNIA – Brigada Mecanizada “Iron Wolf” (Boxer Vilkas)**
A Lituânia possui o **pacote de defesa antiaérea de curto alcance (SHORAD) mais preparado para o combate**
entre as nações da Brigada Boxer, graças à modernização urgente realizada após 2014.

## **1. Equipamento**
### **A. Canhão/VANT de Combate**
- **Nenhum nos veículos da Brigada Boxer**
- A Lituânia está a avaliar o **Skyranger 30** e o **Skynex** para futuros sistemas de defesa antiaérea de combate (VANT de combate)

### **B. Míssil SHORAD**
- **RBS-70 / RBS-70 NG**
- Guiado por feixe laser
- Alcance: 8–9 km
- Alta precisão
- Montado em M-113 ou desmontado
- Transportado por APC Boxer

### **C. Sistema de Defesa Aérea de Curto Alcance Médio**
- **NASAMS**
- Alcance: 25–40 km
- Proporciona cobertura ao nível de brigada
- Operado pela Força Aérea Lituana

### **D. C-UAS**
- Interferência eletrónica (EW)
- Detecção de radiofrequência (RF)
- Sensores eletro-ópticos/infravermelhos (EO/IR)
- Desativação direta via RBS-70 ou armas ligeiras

### **E. Radares**
- **Giraffe AMB**
- **Giraffe 1X**
- **Sensores EO/IR móveis**

---

## **2. Organização**
A Lituânia utiliza um **modelo híbrido de brigada + força aérea**.

### **Batalhão de Defesa Aérea de Brigada**
- **1 bateria RBS-70**
- **1 pelotão de sensores (Giraffe AMB + 1X)**
- **1 pelotão C-UAS/EW**
- **1 pelotão C2**

### A **bateria NASAMS** é proveniente da Força Aérea.

| País | Canhão/C-UAS | SHORAD | SHORAD Médio | C-UAS | Radares | Organização |
| Alemanha | Skyranger 30 (futuro) | Ozelot (Stinger) | IRIS‑T SLM | Apenas EW | TRML‑4D, Spexer | Sem bateria orgânica; apoio da Luftwaffe |
| Holanda | Nenhum | Fennek Stinger | NASAMS | Pelotão completo de C-UAS | GM200, Escudeiro | Companhia de defesa aérea de brigada completa |
| Lituânia | Nenhum | RBS‑70 NG | NASAMS | EW + sensores | Girafe AMB/1X | Batalhão de defesa aérea de brigada |

Nenhum dos 3 opera atualmente sistemas de canhão Boxer Skyranger em serviço operacional, Alemanha será a primeira por volta de 2026–2027.

Podemos especular que a nossa Batr AA da brigada média poderá ser parecida com a da Alemanha ou da Holanda (com RapidRanger em vez dos Fennek, claro)?
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 31, 2026, 04:02:18 pm »
Agora percebo porque Portugal só compra meia dúzia de mísseis.

https://www.facebook.com/reel/1550486139596855

Já sabia de longa data que misseis precisam de sofrer manutenção, revisões e mudança de componentes com limite de vida para restaurar potencial em asa mas mesmo assim não compreendo porque Portugal compra meia dúzia de munições de cada vez, dado que paises como Belgica e Holanda, e Dinamarca com a mesma dimensão demográfica que Portugal têm centenas.

Mas estes, há muito que assumem os gastos com a Defesa.
Já nós,  parece que temos vergonha em fazê-lo.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 31, 2026, 03:58:11 pm »
Mais uma vez, a questão é perceber o que queremos nesta fase. Defender o território ou projectar forças?
Porque se for para a primeira opção, penso que deveriam optar por outras prioridades.
Para operação de UCAV's temos as Bases do continente,  da Madeira e dos Açores que cobrem melhor do que qualquer navio toda a nossa área geográfica,  com múltiplas vantagens e  provavelmente de forma mais económica.
Reforcem as fragatas e os submarinos, assim como as defesas aéreas e cobertura de radar.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 03:56:51 pm »
Agora percebo porque Portugal só compra meia dúzia de mísseis.

https://www.facebook.com/reel/1550486139596855

A solução passa por comprar as munições em lotes ao longo de vários anos, ao invés de adquirir centenas de uma vez.

Isto é literalmente a mesma lógica de alguém que compra comida. Como existem prazos de validade, ninguém compra 100kg de carne para durar o ano todo.

Comprando lotes de por exemplo 40 mísseis de 5 em 5 anos, estás a espaçar as validade dos mísseis de cada lote em 5 anos.

Se Portugal tivesse comprado lotes de 20 AMRAAM de 5 em 5 anos desde 2003-2005 até hoje, a FAP teria no seu inventário um lote de 100 AMRAAM.

O problema é quando compras só um pequeno lote, e mais nada.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 31, 2026, 03:52:29 pm »
Do que entendi,  no máximo pode ter 3x8A50.
O outro contentor ou é A70 ou nada.
De "série" 2x8A50. As tais 16VLS.
Curioso para perceber se mantemos esta configuração ou adicionamos alguma coisa já de início.
Ou deixamos essa possibilidade para mais tarde.
Há muita informação/confusão neste momento, inclusivamente na que será a configuração da Marinha Italiana.
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Marinha Portuguesa / Re: O Reapetrechamento da Marinha
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 03:42:57 pm »
Vou inventar um bocado.

Gostava de ter um D.João II, com doca para levar lanchas de desembarque que possam desembarcar veículos, hangar para uns 4(?) Black Hawk e a pista de drones também dar para Black Hawk, para assim poderem operar vários Black Hawk em simultâneo.

Talvez o PNM de 9.000 ton desse para isto?

Se não estou em erro a versão de 9000 toneladas apenas torna o navio mais longo (no que diz respeito a dimensões), a largura do convés de voo não é aumentada.

A ilha é igual em ambos os modelos, logo em termos de hangar deve ser igual.

Para acomodar 3/4 helis no hangar era preciso alterar muita coisa, ou na ilha, ou instalando elevadores capazes de mover helis desses. Nem sei se o espaço interno permitia tal coisa, já que não foi concebido para acomodar helicópteros, à excepção daquele hangar próprio.

Com esse trabalho todo, compravas um Dokdo, que fazia tudo muito melhor, por um preço decente. O único defeito é a guarnição enorme para o que estamos habituados.

Quanto mais penso, mais gosto de um certo navio italiano, mas penso que seria demasiado para a nossa realidade.

https://en.wikipedia.org/wiki/Qatari_amphibious_transport_dock_Al_Fulk

Defensivamente o navio é muito bom. Mas só pode operar 2 helis em simultâneo, e é limitado no lançamento de UAVs. É mais um LPD musculado, do que um LHD.

Se o debate fosse entre construir esse, ou um LPD estilo Rotterdam, também preferia esse.

Quando o debate é esse, ou um navio capaz de transportar UCAVs mais robustos, um navio com convés de voo maior é preferível.

Nesse aspecto a classe Dokdo ou um Anadolu seriam mais adequados. Preferencialmente com uma variante de guarnição mais reduzida, ao invés dos 330 e 371 respectivamente.

Não havendo possibilidade disto, olha, é desenrascar, nem que fosse com uma variante militarizada do MPSS, que se limita a drones de reconhecimento e VTOL, e só usar 2 helicópteros.
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituiçao dos F-16's
« Última mensagem por Pilotasso em Janeiro 31, 2026, 03:36:57 pm »
Agora percebo porque Portugal só compra meia dúzia de mísseis.

https://www.facebook.com/reel/1550486139596855

Já sabia de longa data que misseis precisam de sofrer manutenção, revisões e mudança de componentes com limite de vida para restaurar potencial em asa mas mesmo assim não compreendo porque Portugal compra meia dúzia de munições de cada vez, dado que paises como Belgica e Holanda, e Dinamarca com a mesma dimensão demográfica que Portugal têm centenas.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Janeiro 31, 2026, 03:09:20 pm »
Ora bem... temos novidades no site.

https://www.fincantieri.com/en/business/products/naval-vessels/frigates/thaon-de-revel-class

Desde logo chamo a atenção para as configurações VLS.
2x8 A50 + opção 1x 8 A50 + 1x 8A70

Bom estudo... :mrgreen:

3 Sylver A50 + 1 A70
Ou simplesmente 4x A50.

Entretanto, parece que não estará fácil a integração do SCALP NAVAL nas EVO.

Se não der para integrar o MdCN/Scalp Naval nos navios, nem vale a pena ter o A70, sendo preferível tudo A50. A não ser que o A70 permita mais tarde usar os Stratus.
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