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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Vintage Tanks
« Última mensagem por mafets em Hoje às 01:29:31 pm »
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Saudações
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 01:27:58 pm »
Portugal vai enviar algum contigente para a Gronelandia e contribuir para o esforço Europeu?
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Lightning em Hoje às 01:06:48 pm »
Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"

"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump

https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html

 ::)

A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia

A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!

A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!

Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!

Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!

Acho que com 20 submarinos pomos qualquer carrier Battle group em sentido, e aqueles LHD todos bonitos cheios de V-22 e uns milhares de rapazes dos Marines não se atrevem a aproximar.
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Mundo / Re: União Europeia
« Última mensagem por Cabeça de Martelo em Hoje às 12:53:30 pm »
Seeing the whole picture: a new way to track Russian FIMI
By EUvsDisinfo

Russian disinformation campaigns are not random but organised, persistent, and designed to manipulate how people think, vote, and trust institutions. Despite years of research and monitoring, responses to these operations remain fragmented. The lack of coordinated reporting and a shared framework leads to duplication of efforts and limits the impact of counter-FIMI measures.

That is why EU DisinfoLab, together with its partners the European External Action Service (EEAS), Viginum, DFRLab, CheckFirst, Cassini, and the Auswärtiges Amt published Building a Common Operational Picture of FIMI. The report proposes a clear terminology and a new model for defining, detecting, describing, and disrupting FIMI operations.

Why FIMI is often ‘lost in translation’

One major problem is terminology. Reports often mix words like incidents, operations, campaigns or a threat actor as if they mean the same thing. This creates ‘conceptual noise’: duplication of effort, confusion over who is behind what, and missed opportunities to respond effectively.

To address this, the report builds on the Information Manipulation Set (IMS) model developed by the French agency Viginum. An IMS captures the identifiable pattern of behaviour used by a specific disinformation actor, including their tools, methods, platforms, and tactics over time. Using this approach, the framework was applied to four well-documented operations: Doppelganger, Storm-1516, Undercut, and Overload.

From labels to behaviour

Take the well-known label ‘Doppelganger’, that has often been used as a catch-all for many pro-Kremlin influence activities. But the IMS approach shows that these operations are not identical. Some of them impersonate real media outlets. Others create fake ‘alternative’ news brands from scratch. Some rely heavily on video, others on cloned websites or paid advertising. By looking at how these operations work – not just what they say – analysts can distinguish between them and trace them back to specific networks, including EU sanctioned Russian entities such as the Social Design Agency.

Overall, an IMS can be understood as a threat actor’s ‘digital fingerprint’. It brings together the behaviours, tools, tactics, techniques, procedures, and resources used by the same actor – whether that actor is already known or not. A threat actor controls an IMS, and through it runs information campaigns, which can then be broken down into individual operations or incidents.

Seeing the whole supply chain

The IMS model shifts attention away from isolated posts or fake articles towards the disinformation supply chain. It helps identify who produces the content, who amplifies it, which platforms and services enable it, and where vulnerabilities exist.

As a result, this enables the following capabilities:

• collective and credible attribution,
• detection of vulnerabilities in FIMI operations,
• assessment of the effectiveness of countermeasures against FIMI campaigns.

Key conclusions from the expert group

The IMS approach is not without limits. Its main challenge is cooperation. Public authorities and private organisations work under different mandates and priorities, which makes sustained collaboration hard to maintain. While the IMS model improves how disinformation is analysed, its full potential depends on stronger and more consistent cooperation between researchers and analysts.

The expert group reached three main conclusions. First, the IMS makes it possible to attribute information operations collectively rather than in isolation. Second, disinformation networks run by Russia or other any other actor rely on financial and operational intermediaries, including on those based inside the EU. Third, the model can strengthen both the design and enforcement of sanctions by improving the identification of networks, intermediaries, and enabling structures behind FIMI operations. By providing a clearer picture of how these networks function, the IMS model supports more targeted, evidence-based sanctions that are better aligned with the operational realities of disinformation campaigns.

Using the Cassini mapping tool, experts tracked campaigns linked to the Social Design Agency across Europe. Their analysis showed that sanctions have not stopped these networks from using technical intermediaries, cloaking services, hosting providers, and advertising infrastructure in several EU member states. The report concludes that this ongoing activity points to weaknesses in enforcement rather than a lack of evidence.

From tools to action: strengthening cooperation and enforcement

The report is clear: better tools alone are not enough without stronger cooperation and enforcement.

It recommends:

stable funding for long-term cooperation between public and private actors,
greater transparency from platforms on how disinformation networks operate,
tagging IMSs in takedown databases to improve shared awareness.
To improve the impact of sanctions it advocates for:

strengthening the evidentiary value of open-source investigations,
improving coordination of sanctions enforcement,
tailoring sanctions to disrupt FIMI networks more effectively.
Disinformation is a coordinated threat. Countering it requires a shared picture, shared responsibility, and the political will to act on what is already known.

https://euvsdisinfo.eu/seeing-the-whole-picture-a-new-way-to-track-russian-fimi/
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Mundo / Re: Alemanha
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 12:37:44 pm »
Citar
Germany's Merz admits:

It was a serious strategic mistake to exit nuclear energy.

We are now undertaking the most expensive energy transition in the entire world.

I know of no other country that makes things so difficult and expensive as Germany.

https://x.com/clashreport/status/2011687275340726587

Para quem não é fundamentalista ambiental, é evidente que é um enorme disparate!!!!! Conseguiram para a ser dos países europeus com a energia mais cara!!!!!
Podem continuar a confiar nos fundamentalistas ambientais que eles estão-se a borrifar para o facto de estarmos a destruir a nossa indústria!!!!!!!
57
J20 Biplace



Saudações
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 12:33:08 pm »
Rússia com "séria preocupação" face ao envio de tropas de países da NATO para a Gronelândia

Os russos condenam o caminho da "militarização" que está a ser escolhido para reforçar a segurança da ilha.



 A diplomacia russa expressou esta quinta-feira "séria preocupação" face ao anúncio do envio de tropas adicionais de países da Aliança Atlântica para a Gronelândia, após uma reunião na Casa Branca entre líderes dinamarqueses e norte-americanos.

A embaixada russa em Bruxelas disse, em comunicado, que "em vez de trabalhar construtivamente" no quadro das instituições existentes, a NATO "escolheu o caminho da militarização acelerada do Norte e está a reforçar a sua presença militar na região sob o pretexto fabricado de uma crescente ameaça de Moscovo e Pequim".

O vice-primeiro-ministro da região autónoma dinamarquesa da Gronelândia disse na quarta-feira, após uma reunião em Washington entre líderes dinamarqueses e norte-americanos, que tropas adicionais de países da NATO vão deslocar-se para a região nos próximos dias.

"A presença de soldados da NATO na Gronelândia vai aumentar a partir de hoje (quarta-feira) e vai continuar nos próximos dias. Espera-se um aumento do número de voos e de navios militares", disse Mute Egede numa conferência de imprensa, referindo-se à realização de manobras militares.

 Militares franceses, alemães e nórdicos vão participar numa missão militar europeia na ilha, que está sob soberania dinamarquesa e é cobiçada pelo chefe de Estado norte-americano Donald Trump.

A França, Suécia, Alemanha e Noruega anunciaram na quarta-feira o envio de militares para o território ártico para uma missão de reconhecimento que, segundo fonte do Ministério das Forças Armadas de Paris, vai decorrer no quadro do exercício militar dinamarquês "Arctic Endurance".

O Presidente francês afirmou que os primeiros militares franceses "já estão a caminho".

O Ministério da Defesa alemão justificou disse que o envio de forças visa reforçar a contribuição militar para apoiar a Dinamarca, sobretudo na vigilância marítima.

Peritos independentes, mandatados pelas Nações Unidas, manifestaram na quarta-feira "grave preocupação" face às aspirações do Presidente norte-americano de controlar a Gronelândia pela força, descrevendo-as como lógica de dominação colonial.

 Um alto funcionário dinamarquês afirmou na quarta-feira que persiste um "desacordo fundamental" sobre a Gronelândia com o presidente Donald Trump, após as conversações em Washington com o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio.

Os dois lados, contudo, concordaram em criar um grupo de trabalho para discutir formas de superar as divergências, enquanto Trump continua a defender a anexação do território autónomo da Dinamarca, membro da NATO, pelos Estados Unidos.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/russia-com-seria-preocupacao-face-ao-envio-de-tropas-de-paises-da-nato-para-a-gronelandia

Isto sim é de louvar! Um país pacífico a apelar à razão e a opor-se ao aumento da escalada militar. Muito bem um país que se preocupa com a saúde dos vizinhos  :mrgreen:
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 12:30:29 pm »
Dinamarca califica de "franca y constructiva" su reunión con EEUU pero advierte: "Es evidente que el presidente Trump desea conquistar Groenlandia"

"Estados Unidos necesita Groenlandia para su seguridad nacional. Es vital y la OTAN debería liderar el camino para que la consigamos, si no, Rusia o China lo harán" amenaza de nuevo Trump

https://www.elmundo.es/internacional/2026/01/14/6967eca2fc6c83cf018b45b1.html

 ::)

A Europa pode convocar uma parada gay para defender a Gronelândia

A questão nem é essa.
Obviamente a Europa devia apostar sempre na sua própria defesa! Pelo menos o anormal do Trump vai provocar o abrir de olhos a todos os europeus, da esquerda à direita!!!!

A verdadeira questão é, imagine o caso de Portugal que até podia ter 20 fragatas FREMM EVO + 20 U214 +........ se o Trump decidir ficar com os Açores, nós conseguimos ter alguma hipótese de defesa contra os EUA? É isso que está em causa! Quem é mais forte é quem manda, querem lá saber das leis internacionais para alguma coisa!!!!!!

Voltamos a 1938, mas desta vez em vez do Hitler, temos Trump e Putin!

Quanto à Europa, se a França e o RU forem pressionados, ainda conseguem fazer muitos estragos a qualquer país deste planeta!!!!!!

A França e o RU atuais são mais experts a causar estragos a eles próprios  c56x1

O RU basta enviar o Starmer a fazer cara de mau e o Trump baixa logo a bolinha!  :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: Substituição dos Falcon 50
« Última mensagem por mafets em Hoje às 12:28:00 pm »
Estranho a Embraer e o Governo não se chegarem à frente tipo KC e A29N.  ::)

https://fity.club/lists/suggestions/jatos-executivos-embraer/



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