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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 20, 2026, 05:44:10 pm »
É um facto que umas fremm usadas era a melhor solução mas não deve existir tripulações. As EPC vão ter vários "sabores" no nosso caso só fará sentido umas bem equipadas porque já temos os NPOS...
Em 2035, os NPO mais recentes 1S e 2S, terão quase 20 anos e os mais antigos quase 30… seria recomendável vendê-los enquanto valem alguma coisa e substituí-los por 4 EPC em configuração de patrulha.

Quanto à questão das tripulações, é um problema em 2026, só o será em 2036 se quiserem, i.e., não investirem em RH qualificados e devidamente remunerados.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 20, 2026, 05:37:42 pm »
É um facto que umas fremm usadas era a melhor solução mas não deve existir tripulações. As EPC vão ter vários "sabores" no nosso caso só fará sentido umas bem equipadas porque já temos os NPOS...
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por Ghidra em Janeiro 20, 2026, 05:24:26 pm »
Já aqui existe boas ideias vou só juntar algumas penso serem positivas

Exército:

- Comprar a licença da Scar e produzir em portugal substituição de todas G3 com estas serem reservas de guerra.

-Continuar com o Programa do boxer com a compra de mais variantes incluindo o Skyranger.

- Reservas de munição de artilharia, mísseis anti aéreos,  anticarro,  etc em quantidade industrial!


Força aérea:

- compra de um caça europeu me parece inevitável dado os episódios recentes estamos a falar de chantagem o que se nos torna um alvo  mais fácil se dependemos de fornecimento de manutenção de um único caça...

- Continuação com o projecto dos satélites aumentando a ambição do programa.

- Defesas anti aéreas e electrónicas para todas as bases importantes.

- Reservas de mísseis europeus.


Marinha

- EPCs ( sem aumento dos efectivos da marinha é a solução mais racional e se for necessário reduzir os NPOs)

- Submarinos (existe a possibilidade para o safe2 mais países entrarem nesse programa a Coreia é um deles...)

- Veículos anfíbios para os fuzileiros para juntar ao futuro navio anfíbio aqui falado...
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Janeiro 20, 2026, 05:23:42 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.
Vai ser muito difícil o GCAP falhar… se fossem só europeus, talvez, mas com o Japão e, possivelmente, Canadá e Austrália ao barulho, duvido… quanto aos outros, concordo que se corre o risco de a montanha parir um rato…
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Portugal / Re: O (hipotético) SAFE 2.0 - O que incluir?
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 20, 2026, 04:56:45 pm »
Força Aérea:
- caças Rafale/Gripen (se divórcio definitivo com os EUA e o governo disser à FAP que é impossível adquirir F-35).
- radares de defesa aérea (Açores)
- radares de defesa aérea novos para o continente (se os actuais foram antigos)
- baterias SAM para as bases aéreas
- A400M? (Mas se quisermos mesmo talvez se arranje a bom preço quase novos da Alemanha ou Espanha)

Marinha
- dois submarinos (se possível parecidos aos U209PN)
- um PNM militarizado (tínhamos de ter mais um país a querer)
- EPC para o lugar dos NPO1 e NPO2
- material para os fuzileiros

Exército
- material para a Brigada Ligeira
- C2
- plataformas terrestres de mísseis anti-navio?

Esqueci-me de uma coisa que é muito necessária em caso de conflito na Europa: guerra de minas!

Precisamos de minas, de equipamentos de lançamento de campos de minas e, claro está, de desminagem.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por dc em Janeiro 20, 2026, 04:52:46 pm »
É, de facto, um dos grandes mistérios da MdG… qual o plano para a duas VdG “modernizadas”? Vão sair de serviço (presumivelmente sendo vendidas enquanto ainda lhes resta alguma vida útil) em 2031, depois das FREMM entrarem ao serviço, ou só em 2035? Se for esta este o caso, então substituir as VdG e as BD por 4 EPC FC e os NPO 1S e 2S por outras 4 LRfaz sentido, embora eu ache um erro porque as EPC não são combatentes de primeira linha. Preferia 2-3 FREMM usadas a 3 EPC FC, mas isso sou eu…

Eis a dúvida.
Chegou a ser falado aqui que a MGP ia ficar reduzida a 3 fragatas, complementadas por EPC. Fica a dúvida da veracidade disto.

Eu não tenho preferência definida.

Até porque primeiro precisava de saber a configuração das nossas EVO, particularmente na questão dos VLS.
Vêm com apenas 16 Sylver A50, com 32 A50, com 16 A50 + 16 A70 ou com 24 A50 + 8 A70? Dependendo da configuração, as necessidades da segunda classe de navios muda drasticamente.

Depois precisava de saber do número final de navios que se pretende, e qual a capacidade de os guarnecer.

Depois precisava de saber se no caso das EPC, seriam construída em Portugal ou não, e quais a opções na configuração Full.

Depois precisava de saber se sempre compramos mais submarinos ou não, e que tipo de subs seriam.
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por sivispacem em Janeiro 20, 2026, 04:37:56 pm »
https://x.com/i/status/1906776259780399517

Alguém tem infos acerca do estado de construção em que se encontra?

Pois.......
Além da moeda da sorte, não é??
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Red Baron em Janeiro 20, 2026, 04:34:26 pm »
Eu acho que tanto um programa franco-espanhol, como um sueco-alemão, podem ter problemas de custos, face ao número de aeronaves que os membros podem encomendar. Com um volume de produção relativamente reduzido, os custos unitários de cada aeronave serão estratosféricos.

A inclusão da Índia seria crucial, não só na parte do investimento no programa, mas também na parte em que fariam uma encomenda considerável.

Sem a Índia, e se a Espanha sair, aí é que estão tramados. Mas parece-me demasiado apelativo para a Índia a ideia de ter acesso (e participar) a um caça 6G, capaz de igualar ou até superar qualquer equivalente chinês/paquistanês.

Relembrar também que tanto a Espanha como a Índia têm ambições de porta-aviões CATOBAR. Juntamente com a França, são 3 nações com interesse numa variante embarcada, o que reforça a ideia de trabalharem em conjunto.


De notar que no fim de 2025, tanto o Canadá como a Austrália foram associados ao GCAP.

Actualmente, um programa sueco-alemão parece-me o mais difícil de avançar, se não arranjarem mais ninguém para se juntar. Os suecos estão habituados a modelos monomotor, já os alemães querem um bimotor.

Não sei se vão a tempo de cativar o interesse da Áustria, que pretende substituir os seus Typhoon no fim da década de 30.
Não sei se haveria interesse da República da Irlanda em entrar num programa destes.


Não me surpreendia que no fim, víssemos o FCAS dividido em 2 sub-programas, com um design liderado pelos franceses, e outro liderado pelos alemães, em que ambos partilhassem determinadas tecnologias/equipamento, como motores, radar, etc.

Existe a probabilidade grande de nenhum chegar ao fim. Se os EUA se mostrarem hostis a Europa pode levar a comprar de mais caças eurocanards e adiar a compra de 6G umas décadas.

O NGWS vai passar para a fase de prototipo, disso não tenho duvidas. Se vai para produção é mais difícil.
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Forças Aéreas/Sistemas de Armas / Re: Fotos de aeronaves antigas — vintage aircraft
« Última mensagem por Lusitano89 em Janeiro 20, 2026, 04:22:02 pm »
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Marinha Portuguesa / Re: Classe Viana do Castelo Melhorias ao Projecto Inicial
« Última mensagem por P44 em Janeiro 20, 2026, 03:49:22 pm »
https://x.com/i/status/1906776259780399517

Alguém tem infos acerca do estado de construção em que se encontra?
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