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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por goncalobmartins em Janeiro 27, 2026, 06:05:59 pm »
Why Poland Is Looking at Super Tucano After Russian Drones Breached Its Airspace

https://united24media.com/latest-news/why-poland-is-looking-at-super-tucano-after-russian-drones-breached-its-airspace-15360

Don't shoot the messenger...  :-P
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Exércitos/Sistemas de Armas / Re: Exército Canadiano
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 27, 2026, 06:01:14 pm »
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por LM em Janeiro 27, 2026, 05:08:03 pm »
O CEMFA disse na entrevista que espera uma decisão do governo até ao fim do ano, eu interpreto isso como uma espera para as eleições americanas, se os resultados  não forem uma derrota histórica do movimento MAGA acho podem ir por outro caminho...


Desconfio que este ano não haverá decisões "F-35" seja qual for o resultado das eleições intercalares - até porque a Presidência continuará e com muito poder.

Podes ter decisão de comprar "Eurofighter Typhoon" usados... se, pelos vistos, (maioria?) dos F-16 estarem "por arames"
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por LightningBolt em Janeiro 27, 2026, 05:03:32 pm »
Gostaria que fossem 7 (novas se possível) e 3 Submarinos KSS-III ou HDS-2300.


:mrgreen: :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por LightningBolt em Janeiro 27, 2026, 05:01:00 pm »
 :mrgreen:
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 27, 2026, 04:57:33 pm »
Caro Dc, já estás a divagar demais... pra mim chega.

Ainda por cima, no fim, não vais ter razão em nada.

Mas também não vais admitir...

Abraço.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por Lampuka em Janeiro 27, 2026, 04:55:22 pm »
Vou repetir-me... não comparem a posição de quem já tinha contratos assinados (ou concursos e negociações já decididas) com quem (nós!) estava a começar o processo; e não comparem um avião ter motores, parafusos, alguns sensores de empresas americanas com a "dependência" do F-35 em "ligar-se" aos servidores do fabricante (e ser 5G, com o desconhecimento da "dependência" que isso acarreta).

Para quem fomenta o intelectualmente desonesto, é  igual.

Por isso sente necessidade de utilizar 10k caracteres de cada vez que posta alguma, divaga, baralha... mas não admite o óbvio.  Está errado e tem estado quase sempre errado. Ainda bem...
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Janeiro 27, 2026, 04:52:48 pm »
Vou repetir-me... não comparem a posição de quem já tinha contratos assinados (ou concursos e negociações já decididas) com quem (nós!) estava a começar o processo; e não comparem um avião ter motores, parafusos, alguns sensores de empresas americanas com a "dependência" do F-35 em "ligar-se" aos servidores do fabricante (e ser 5G, com o desconhecimento da "dependência" que isso acarreta).

Não comparem as capacidades operacionais do F-35, com as dos 4.5G, que custam o mesmo mas não cumprem o mesmo.

Não comparem a compra de 4.5G europeus com a compra de 6G europeus, nem assumam ao comprar um 4.5G europeu, vamos automaticamente comprar um 6G.

Não comparem a realidade da FAP com F-35, que atingiria um novo patamar tecnológico, de igualdade ou mesmo superioridade face a potenciais adversários, mesmo que tenham o ponto negativo da dependência americana;
Com a realidade da FAP com Eurocanards, que continuariam e, desvantagem numérica e tecnológico face a potenciais adversários, e que em cima disso seriam completamente inúteis face à materializade uma ameaça americana.


Não comparem também o pragmatismo de aguentar os F-16 até perceber o que acontece do outro lado do Atlântico e/ou como correm os programas 6G, com o "pragmatismo" de estourar milhares de milhões em caças 4.5G que apenas vão garantir a obsolescência da FAP durante 30/40 anos.
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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por Duarte em Janeiro 27, 2026, 04:43:00 pm »
A NATO não publica uma tabela fixa pública que diga: “Um batalhão de infantaria mecanizada médio deve ter x IFV ou y APC.”
Mas, e esta é a parte que importa aqui, a NATO impõe requisitos de capacidade que obrigam todos os batalhões médios a convergir para a mesma estrutura.

Embora a NATO não divulgue um número, as regras de capacidade tornam os números quase idênticos em todos os exércitos da NATO.

A NATO NÃO especifica a quantidade exata de veículos. Não existe nenhum documento público da NATO que diga: “Um batalhão médio deve ter 42 VCI” ou “Um batalhão médio deve ter 3 companhias × 14 veículos”.

Os documentos de planeamento classificados da NATO (MCR, Minimum Capability Requirements- Metas de Capacidade) definem as capacidades, e não a estrutura organizacional.

MAS os requisitos de capacidade da NATO impõem uma estrutura padrão. A NATO exige que um batalhão mecanizado médio tenha:

Mínimo de 3 companhias de manobra

Cada companhia capaz de ação mecanizada independente
Cada pelotão capaz de disparar e manobrar
Capacidade antitanque orgânica
Fogo indireto orgânico (morteiros)
Comando e Controlo totalmente digital
Mobilidade protegida para todos os soldados apeados

Estes requisitos ditam implicitamente o número de veículos. O resultado: todos os batalhões médios da NATO convergem para os mesmos números
Na Alemanha, Holanda, Lituânia, Itália, Reino Unido (futuro) e Noruega, a estrutura é quase idêntica.

Contagem padrão de veículos para um batalhão médio da NATO
36–42 IFV/APC nas companhias de manobra
3 companhias × 12–14 veículos cada

 + 6–12 veículos de apoio: porta-morteiros, veículos posto de comando, ambulâncias, recuperação, logística

Total: 42–54 veículos da classe Boxer por batalhão
Isto não está escrito num manual da NATO, mas é o padrão de facto da NATO porque é a única forma de satisfazer os requisitos de capacidade.

Porque é que o número é sempre de 12 a 14 por companhia?
Porque a doutrina mecanizada da NATO assenta em:

3 pelotões por companhia
4 veículos por pelotão

1 a 2 viaturas no comando da companhia

Isto resulta em:

3 × 4 = 12
3 x 4 +1 comando =13
ou
12 + 2 comando = 14
Isto é válido para: Alemanha (VCI Boxer), Países Baixos (Veículo Blindado de Transporte de Pessoal Boxer), Lituânia (VCI Boxer), Itália (Freccia), França (VBCI), Reino Unido (futuro Boxer MIV), Noruega (CV90), Dinamarca (Piranha V).

É universal na NATO. Nenhum batalhão de infantaria da NATO equipado com o Boxer possui algo próximo de 90 veículos Boxer. Em todos os exércitos que utilizam o Boxer o número de veículos por batalhão varia entre 40 e 55, nunca 90. Nem sequer a França, que antes da reforma “Au Contact”  tinha quatro companhias de manobra nos regimentos de infantaria, com 52 VBCI, chegou aos 90 IFVs por batalhão. Na atualidade os RI Franceses têm apenas  3 companhias de manobra. 90 veículos Boxer corresponde à frota inteira de IFVs de uma brigada, e não de um único batalhão. Mesmo na Alemanha, que tem alguns BI com 4 companhias de manobra, não chega a 90 IFVs. Um batalhão alemão com quatro companhias de manobra dispõe de aproximadamente 52 a 56 IFVs se equipados com os Puma, e de 48 a 52 APC/IFVs se equipados com Boxer.

O que isto significa para Portugal: os batalhões Boxer de Portugal seguirão a mesma estrutura:

36–42 IFV/APC Boxer por batalhão, mais 6–12 Boxers de apoio
Total: 42–54 Boxers por batalhão

Dizer que uma M-113 transporta mais que uma Boxer and daí precisamos 90 Boxer para substituir 50 M-113 não faz sentido. Se assim fosse todos os exércitos que substituíram M-113 também teriam 90 Boxer nos seus BI. Não é o caso.

Com 90 Boxers, Portugal pode formar dois batalhões médios completos, de acordo com o padrão da NATO, Mais as variantes de apoio para a brigada.
Será o que a FT-2045 prevê?

Se for mesmo para equipar um BIMec (-) do Agrup. mecanizado + ERec e VB de apoio (recuperação, especialmente teriam que ser Boxer também, ou na mesma categoria de peso e capacidades). Já ambulâncias e posto de comando, engenharia, etc.. podem bem ser Pandur (ou outra). Seriam necessários apenas 45 -50 Boxer, portanto 90 não faz sentido nesta tese.

Vejamos:
BIMec (-). 2 CAt x 14 + apoio,  4 morteiros, 2 posto comando, 2 recup. 2 amb. etc..  = 38 a 40 Boxer. Mesmo que fosse um BI completo a 3 CAt, acrescenta apenas 12-14 Boxer e restam 16 ou mais...
ERec. 17-19 máximo de  Boxer - 3 Pel Rec com 4 Boxer cada (RCT30 or Schakal), 1 posto comando, 1 recup. 1 amb. e talvez 2-4 morteiro

Onde ficam as restantes 30 Boxer?  :conf:

Se os extra são para equipar as unidades de Engenharia, AA, transmissões, etc. da brigada, serão todos IFV RCT30 como sugeriste?

Sendo o caso de os Boxer serem para os 2 BIMec, em que fica o tal Agrup. Mecanizado? 1 ECC Leopard 2A6 ou MLU vers. A7, 1 ERec, 1 ou 2 CAt.Mec , com M-113 na mesma? Até virem mais Boxer ou Bradley a preço de amigos, ou Marder usados doados? CV90 ou outra IFV lagartas nova? Vou supor que serão mais Boxer e abandonamos os IFV lagarta de vez.
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por dc em Janeiro 27, 2026, 04:41:35 pm »
Nem de propósito...

EUA pressionam Canadá e ameaçam rever acordo do NORAD caso compra do F-35 seja reduzida - Poder Aéreo https://share.google/0dKP43u2fUDoHpOFG

Essa ameaça tem 1 par de dias, se tanto. A Força Aérea do Canadá anda há meses reticente em decidir abdicar do F-35, por razões operacionais.

Não custa muito perceber que quem só quer operar um modelo de caça, não quer um 4.5G.

Citar
Mas estamos a desviar-nos do tópico porque,  graças a Deus,  o G6 não será americano.

Venha ele depressa, não vá o pateta laranja deixar descendência...

Se queres um 6G, por mim tudo bem.

Mas para teres um 6G, não podes estourar 5000M ou mais num 4.5G novo.

Nenhum Governo vai pagar esse dinheiro por caças na década de 30, para depois na década de 40 os substituir por 6G no valor de 6000M ou mais, fora os custos de entrar/participar no programa.

Mesmo com um SAFE 2.0 ou 3.0, vais estar a pagar os empréstimos todos nessa altura, o que inviabiliza a compra de 6G e de vários outros programas pensados para essa altura.

Eurocanards em segunda-mão também não te ficam assim tão baratos, com estimativas a rondar os 2500-3000M, que pode ser ligeiramente abaixo ou acima dependendo das variantes, quantidade, necessidade de modernização ou não, etc.
E em segunda-mão não são elegíveis para o SAFE que eu saiba.

Se queres 6G, manter os F-16 ou eventualmente arranjar F-16 mais recentes que aguentem até 2040, é de longe a opção que te permite sonhar com a existência de verba para os 6G.
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