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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por Tikuna em Hoje às 12:57:36 pm »

Não valia a pena porque? Se por acaso estivessem em estado mais avançado fazia todo o sentido, até porque não se sabe quando vão ser usadas. Além disso, com o upgrade dos ST da Fab, bem como com a carteira de encomendas de JSC, a lógica seria adiantar as entregas com o uso, pelo menos de parte, da linha de montagem de Sierra Nevada.

Saudações
É simples fazer os cálculos de re-importação pelo Brasil. 50% de taxas além das outras. É mais fácil produzir do que exportar. Digo isso pois tenho conhecimento de causa!

São fuselagens novas assim como você pode comprovar nas entregues anteriormente.

 

Estamos a falar de coisas diferentes. Claro que fica mais barato produzir, além de ser novo. Agora temos de contar com o tempo de produção (diferente do tempo de adaptação), além de que mesmo fuselagens que não sejam novas desde que estejam estruturalmente a 100% são tão usadas e capazes como as fabricadas no momento. Temos o caso da Força Aérea Russa que durante os anos 90 e na primeira década do século XXI, usou muitas fuselagens já fabricadas em aviões novos que colocou em serviço.

https://www.historyofwar.org/articles/weapons_russianarmy1990.html#google_vignette



Saudações

Sim mas as de Portugal não são usadas nem são as estocadas. È o tempo de produção normal do A-29.

Saudações
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Mundo / Re: Transnístria
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 12:02:55 pm »
Transnístria, Catalunha, País Vasco, Norlin Airlann, Padania, Balcãs, Alto Carabaque, etc, etc... sempre algum independentismo/separatismo/anexação.

Nunca deixa de causar-me espanto a incapacidade milenar dos europeus em lidar com os problemas regionais. Territórios que não passam de quadrados ou tripinhas de um ou dois pares de centenas de quilômetros e populações, mais das vezes, de uns milhões que dariam para contar nos dedos de uma mão e sobra: equivalentes a alguma cidade media algures.

Realmente o continente nunca deixou a mentalidade feudal.

 :o
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Conflitos do Presente / Re: Invasão da Ucrânia
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 11:25:50 am »

Quantos recrutas foram "libertados" com 1 M em relógios de luxo, alguns que custam mais 100 mil?

Muitos, sem dúvida!
Mas não apaga o facto de que o outro bando também o faça.
Aliás isso é característico do recrutamento obrigatório/forçado em qualquer país.

Sds
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Espaço
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 11:15:47 am »
NASA deve levar SLS para a plataforma em breve!


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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por P44 em Hoje às 10:04:46 am »
No fim vai ser um programa em cada quintal

A competição é coisa má?

Numa altura em que anda tudo a correr atrás do prejuízo é capaz de ser, digo eu
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Conflitos do Presente / Re: Guerra na Síria
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:59:57 am »
Então mas agora a Síria não era presidida por um homem honrado e de Bem?

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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por P44 em Hoje às 09:58:38 am »
Para que não haja dúvidas

Citar
O Artigo 5.º da NATO não se aplica a conflitos armados entre países aliados da própria NATO.
Porquê?
O Artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte prevê a defesa coletiva apenas quando um Estado-membro é alvo de um ataque armado externo — ou seja, por um país que não pertence à NATO.
O texto do tratado é claro ao referir um “ataque armado contra uma ou mais Partes”, partindo do princípio de que esse ataque vem de fora da Aliança.
Se dois aliados da NATO entrarem em conflito:
❌ O Artigo 5.º não pode ser invocado
❌ A NATO não é obrigada a intervir militarmente
⚠️ A situação seria considerada uma crise interna da Aliança
O que a NATO pode fazer nesse caso?
Em vez do Artigo 5.º, podem ser usados outros mecanismos:
Artigo 4.º – consultas entre aliados quando a segurança de um deles é ameaçada
Mediação política e diplomática
Pressão política para cessar hostilidades
Em casos extremos, sanções internas ou isolamento político do aliado agressor
Exemplo histórico relevante
Grécia e Turquia (ambas membros da NATO) tiveram confrontos militares, nomeadamente em Chipre.
→ O Artigo 5.º nunca foi aplicado, e a NATO atuou apenas como mediadora.


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