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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 12:06:17 pm »
Mesmo que haja um SAFE 2.0, ou que a próxima LPM aumente brutalmente os gastos em Defesa, não estou a ver, com muita pena minha, que sejam disponibilizados mais 3000 Milhões para fragatas novas.

Um cenário realista, que não custaria mais de 2000 milhões,  e que resultaria numa frota de superfície equilibrada seria:

1. Irmos buscar duas FREMM usadas e com MLU feito para substituirmos as BD. A Grécia vai pagar 300 milhões por fragata em 2029, sem MLU, por isso 250-300 milhões por navio em 2035, já com MLU, seria realista.

2. Substituirmos os NPO 1S e 2S por 4 EPC LRM, com a possibilidade de adicionar módulos ASW (USVs e TAS contentorizado, por exemplo) e com propulsão elétrica até aos 15-20 nós. O custo seria provavelmente de 1200 a 1600 milhões pelos quatro navios, dependendo do equipamento.
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Brasil / Re: Economia do Brasil
« Última mensagem por MMaria em Hoje às 11:54:43 am »
Brasil entra no top 5 global de uso de stablecoins; mercado movimenta US$ 4 trilhões
...O país consolidou sua posição entre os cinco mercados com maior adoção do mundo, ao lado de potências e emergentes como Índia, Estados Unidos, Paquistão e Filipinas...

o atual crescimento é impulsionado por casos de uso prático: pagamentos internacionais, remessas e proteção contra a inflação.


https://www.infomoney.com.br/onde-investir/brasil-entra-no-top-5-global-de-uso-de-stablecoins-mercado-movimenta-us-4-trilhoes/

Sds
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 11:52:11 am »
Uma coisa é certa... estão confirmadas. 😉

"11:10 – The construction of the new Portuguese Navy frigates as an opportunity for cooperation, Mario Mattioli, President, Federazione del Mare"
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por miguelbud em Hoje às 11:50:46 am »
É vender os npo series 1 e 2 e substituir por 4 EPCs long range patrol.
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Marinha Portuguesa / Re: Substituição das Fragatas Classe Vasco da Gama
« Última mensagem por Lampuka em Hoje às 11:50:02 am »
Será que por aqui vai "transpirar" alguma coisa do estado do processo?

https://x.com/search?q=portuguese%20navy
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Força Aérea Portuguesa / Re: 6ª Geração
« Última mensagem por JohnM em Hoje às 11:44:19 am »
Para quem acha que qualquer um pode produzir aviões 6G, a Itália acaba de submeter a sua mais recente estimativa de investimento, 18.6 Bi€, o que dá um custo estimado ATUAL de quase 56 Bi€ (sim, eu sei que oficialmente são milhares de milhões…).

https://www.defensenews.com/global/europe/2026/01/20/italy-faces-gcap-warplane-price-tag-topping-21-billion/

Várias observações se me levantam assim de depender…

1. Nada mau para um avião que só faz umas cenas a mais que um 5G.

2. Boa sorte à França para conseguir desenvolver algo competitivo e verdadeiramente 6G, sem a vaca leiteira alemã. Mesmo que eventualmente convençam os Indianos, alguém está a ver estes últimos a investirem este tipo de dinheiro? Na minha humilde opinião a, se a Alemanha sair do FCAS, a França está absolutamente fecundada…

3. A Alemanha e a Suécia juntarem-se pode ser a única alternativa realista ao GCAP para a Europa produzir um segundo 6G. Resta ver se a Suécia está disposta a investir os €€ necessários… eles estão habituados a fazer coisas “on the cheap”…
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Indústrias de Defesa / Re: Empresas de Defesa Portuguesas
« Última mensagem por yuwanko em Hoje às 11:34:50 am »
Empresa portuguesa vai produzir proteção balística

https://www.rtp.pt/noticias/economia/empresa-portuguesa-vai-produzir-protecao-balistica_v1711140

ao minuto 0:46 alguém consegue identificar que veiculo blindado de 8 rodas, esta na imagem do computador?

Parece um CM-32/33 "Clouded Leopard"
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 11:22:41 am »
Alemanha diz que Trump ultrapassou limites com a ameaça à Gronelândia

Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus devido à oposição ao controlo dos EUA sobre a Gronelândia.



 O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, considera que a ameaça do Presidente norte-americano, Donald Trump, de anexar a Gronelândia constitui uma linha vermelha para a União Europeia (UE) e que o bloco dos 27 deve equacionar recorrer ao mecanismo legal concebido para repelir a coerção económica.

"Estamos constantemente a enfrentar novas provocações, estamos constantemente a enfrentar novos antagonismos, que o Presidente Trump procura, e aqui nós, europeus, devemos deixar claro que o limite foi atingido", afirmou Klingbeil esta segunda-feira em Berlim, ao lado do seu homólogo francês, Roland Lescure.

"Existe um conjunto de ferramentas europeias legalmente estabelecidas que podem responder à chantagem económica com medidas muito sensíveis, e devemos agora analisar o seu uso", acrescentou Klingbeil, que é também vice do chanceler Friedrich Merz, em declarações reproduzidas pela Bloomberg.

O instrumento anti-coerção da UE, cuja ativação requer maioria qualificada, foi adotado em junho de 2023, mas nunca foi utilizado, permite, por exemplo, impor limites às importações de um país ou ao acesso a determinados mercados.

 No sábado, Trump anunciou uma tarifa de 10% sobre os produtos de oito países europeus (Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia) a partir de 1 de Fevereiro devido à oposição ao controlo dos Estados Unidos sobre a Gronelândia. A taxa de 10% será elevada para 25% a 1 de junho, se não for assinado um acordo para a "compra completa e total da Gronelândia" pelos Estados Unidos.

Em resposta, a UE está em negociações para potencialmente impor tarifas sobre 93 mil milhões de euros (108 mil milhões de dólares) em produtos americanos caso Trump leve avante as suas intenções, segundo avançavam vários meios de comunicação social.

"Os limites foram atingidos e ao ver a ameaça à integridade e soberania da Gronelândia e à Dinamarca notei nas negociações que as pessoas esperam que não cedamos à chantagem e que tomemos medidas contra ela", declarou Klingbeil.

"Para mim, deve ser claro a todo o momento que a Europa precisa estar pronta para agir - e isso não pode ser preparado no último minuto", acrescentou. "Esses preparativos devem ser feitos agora", rematou.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao-europeia/detalhe/alemanha-diz-que-trump-ultrapassou-limites-com-a-ameaca-a-gronelandia?ref=DET_Recomendadas
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 11:13:31 am »
EUA reafirmam intenção de controlar Gronelândia: "Os europeus projetam fraqueza"

Numa entrevista à NBC, o secretário do Tesouro disse que os europeus vão acabar por ceder na sua postura em relação à Gronelândia e "perceber que têm de estar sob a proteção dos EUA".



 Os Estados Unidos não vão recuar na sua intenção de controlar a Gronelândia e dizem mesmo que a Europa é demasiado fraca para garantir a sua própria segurança. Apesar de a União Europeia ter dito que será firme na defesa do direito internacional do seu território, o secretário do Tesouro norte-americano desvalorizou a capacidade do bloco evitar as tarifas adicionais anunciadas por Donald Trump contra oito países europeus.

"Os europeus projetam fraqueza, os EUA projetam força. O Presidente acredita que a segurança reforçada não é possível sem a Gronelândia ser parte dos EUA", afirmou Scott Bessent, numa entrevista à NBC.

No sábado, Trump anunciou tarifas de 10% sobre os bens de oito países europeus, a começar a 1 de fevereiro, que serão elevadas para 25% em junho, caso não haja um acordo para a "compra na Gronelândia". Segundo o Financial Times, a União Europeia estará a considerar uma retaliação avaliada em 93 mil milhões de euros.

O Presidente francês já classificou estas taxas alfandegárias como "inaceitáveis" e prometeu que pedirá "a ativação do instrumento anti-coerção" da UE se as ameaças  forem executadas - esta ferramenta, cuja implementação requer a maioria qualificada dos países da União Europeia, permite, entre outras medidas, o congelamento do acesso aos mercados públicos europeus ou o bloqueio de certos investimentos.

 Bessent disse acreditar que os líderes europeus vão acabar por ceder: "Os líderes europeus vão reconsiderar e vão perceber que têm de estar sob a proteção dos EUA".

 Em causa estão, neste momento, estão a Dinamarca, a Noruega, a Suécia, a França, a Alemanha, o Reino Unido, os Países Baixos e a Finlândia.

Trump insiste há meses que os Estados Unidos devem controlar a Gronelândia, um território semiautónomo da Dinamarca, membro da NATO, e disse no início desta semana que qualquer coisa menos do que a ilha ártica estar em mãos americanas seria inaceitável.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/eua-reafirmam-intencao-de-controlar-gronelandia-os-europeus-projetam-fraqueza?ref=DET_Recomendadas

Acho que os líderes europeus só devem ter 1 tipo de resposta que é convidar os americanos a abandonarem todas as bases militares que têem na Europa!!!!
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Conflitos do Presente / Re: Gronelândia: Apetites Laranjas
« Última mensagem por Viajante em Hoje às 11:08:55 am »
Dinamarca reforça contingente militar na Gronelândia e abdica de ir a Davos

Com as tensões entre Copenhaga e Washington a escalarem, o governo dinamarquês enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia. Os representantes do país nórdico cancelaram também a presença no Forum Económico Mundial, em Davos.



 A Dinamarca enviou esta segunda-feira mais uma centena de militares para a Gronelândia, numa altura em que o Presidente dos EUA, Donald Trump, insiste em assumir o controlo da região. Além dos 100 militares que já se encontravam na capital da Gronelândia, Nuuk, foram destacados hoje mais cerca de uma centena de militares dinamarqueses para Kangerlussuaq.

O envio do reforço militar foi confirmada pelas Forças Armadas da Dinamarca à estação televisiva dinamarquesa TV 2.

Os soldados destacados para a Gronelândia deverão participar no exercício "Arctic Endurance", que foi acelerado e intensificado após recentes declarações de Trump, em que admitia o uso de força militar para assumir o controlo do território.

A organização do Forum Económico Mundial, em Davos, indicou à Bloomberg que "representantes do governo dinamarquês foram convidados para estar presentes, mas que o Executivo do país nórdico decidiu que não marcará presença na reunião", onde Trump é um dos convidados.

A escalada nas tensões entre Copenhaga e Washington aumentaram durante o fim de semana depois de Trump ter ameaçado aplicar tarifas em bens de oito países da NATO - Alemanha, Dinamarca, França, Finlândia, Países Baixos, Noruega, Suécia e Reino Unido - que irão participar nos exercícios militares da NATO a realizar na Gronelândia.

https://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/detalhe/dinamarca-reforca-contingente-militar-na-gronelandia-e-abdica-de-ir-a-davos?ref=DET_Recomendadas#loadComments
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