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Força Aérea Portuguesa / Re: O Super Tucano em Portugal
« Última mensagem por goncalobmartins em Hoje às 02:06:51 pm »
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A Base Aérea N.º 11 recebeu, no dia 29 de janeiro de 2026, o quinto A-29 Super Tucano, reforçando a capacidade operacional da Força Aérea Portuguesa. ✈️🇵🇹

A chegada desta aeronave marca mais um passo importante na modernização dos meios aéreos e no fortalecimento das missões de formação, vigilância e apoio aéreo. Desde o toque na pista até aos procedimentos pós-voo, este momento foi vivido com orgulho por todos os militares envolvidos.

Cada nova aeronave representa mais do que tecnologia, representa confiança, preparação e compromisso com a segurança do país.

Na BA11, continuamos focados na missão, prontos para responder aos desafios de hoje e do futuro.✈️

#forcaaerea #airforce #basebeja

https://www.instagram.com/p/DUawnGVjEPI/?img_index=1
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Força Aérea Brasileira / Re: SAAB JAS 39 Gripen E/F (F-39)
« Última mensagem por Vitor Santos em Hoje às 02:01:39 pm »
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FAB e Saab testam a capacidade do F-39 Gripen de lançar bombas


Durante a Operação Thor, foram coletados dados essenciais para o desenvolvimento das funcionalidades ar-solo da aeronave


A Base Aérea de Natal (BANT) testemunhou mais um capítulo da história de desenvolvimento do F-39 Gripen. Nas últimas duas semanas, a aeronave foi submetida a intensivos ensaios para validação da separação segura de bombas, garantindo um desprendimento previsível, estável e sem interferências na integridade do vetor.

 :arrow:  https://www.aereo.jor.br/2026/02/06/fab-e-saab-testam-a-capacidade-do-f-39-gripen-de-lancar-bombas




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Exército Português / Re: Substituição dos M113
« Última mensagem por dc em Hoje às 01:50:44 pm »
Torre RCT30 com opção Spike eu conheço, o que não sabemos é se todos os Boxer RCT30 virão com Spike? Como falam em APCs e IFVs, estou a imaginar que cada Pel At Mec terá um Boxer IFV RCT30 com Spike LR2,  e 3 Box APC com RW 12,7mm.  Talvez outro Boxer IFV RCT30 e um APC no comando de cada CAtMec, ficando cada CAtMEc com 14 Boxer? Assim o BIMEC ficava com 12 IFV RCT30, 9 com Spike, mais 30 Boxer APC.  Para o ERec Boxer mais 14 Boxer IFV RCT30 com Spike LR2.

Eu não sei como vai ficar, nem sequer temos confirmação das variantes que realmente vêm.

O importante, é que todos os RCT30 deviam vir equipados com os lançadores Spike, até para promover a ideia de letalidade distribuída.

Excepção seria para uma eventual versão C-UAS, ou mesmo caso haja a possibilidade de integrar MANPADS no lugar dos Spike (que desconheço se é ou não possível).

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Uma "bateria"  de 6 Spike NLOS por brigada dava uma capacidade de medium range precision strike de jeito contra alvos terrestres e navais.  c56x1

Isto já é tema para o seu próprio tópico, para os GAC ou se preferirem, para uma unidade de fogos indirectos, que no caso da Brigada Média deveria incluir 5 "camadas".

-Caesar
-PM120 em Boxer
-MLRS
-Spike NLOS em blindado 4x4 ou 6x6 (ST5 ou novo modelo escolhido)
-Hero 400, 900 ou 1250 em lançadores múltiplos viatura táctica media de cabine blindada

Destas 5 "camadas", pelo menos 2 delas (3 se o MLRS escolhido integrasse mísseis capazes de atingir alvos móveis no mar), conseguiam ser usadas para funções anti-superfície, como parte da estratégia A2/AD.
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por PTWolf em Hoje às 01:50:15 pm »
A tal mão de obra que o Partido Socialista importou às carradas.


Para o Duarte é culpa do Chega

Enquanto forem acertando contas só entre eles ainda não tá mau....
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Força Aérea Portuguesa / Re: Força Aérea Portuguesa: Album de Fotografias
« Última mensagem por Lusitano89 em Hoje às 01:50:02 pm »
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Armadas/Sistemas de Armas / Re: Marinha Real Canadiana
« Última mensagem por P44 em Hoje às 12:19:57 pm »
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The scale of what is happening at the Halifax Shipyard right now is difficult to wrap your head around. Canada is currently in the middle of the largest and most complex shipbuilding project in our country's history since the Second World War. This $80 billion mission aims to build 15 next-generation River-class destroyers to replace our aging fleet and ensure we can protect our interests across three different oceans.

Full-rate production on the very first ship, the future HMCS Fraser, officially kicked off in April 2025. These vessels are being built in massive structural units that are eventually lifted and flipped into place to create the final hull. Construction is also underway on a brand new Land-Based Test Facility at Hartlen Point to help our sailors master the high-tech systems before the ships even hit the water.

The "brain" of these destroyers is the world-renowned Aegis Combat System. This system is paired with the SPY-7 solid-state radar, which is capable of tracking targets from the surface of the sea all the way into low-earth orbit. For the first time, our navy will have a Vertical Launch System deck with 24 cells. This gives us the ability to launch long-range Tomahawk cruise missiles to defend against distant threats.

Beyond the firepower, this project is a massive engine for our national economy. It is expected to inject over $719 million into the Canadian GDP every single year through 2039. The work supports 5,250 high-value jobs annually across the country. More than 700 Canadian companies are already involved in the supply chain, providing everything from specialized steel to advanced cybersecurity software.

#canada #novascotia

(Source: Government of Canada, Naval News, Irving Shipbuilding, Naval Technology)


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Raider



Defiant



Saudações

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Marinha Portuguesa / Re: Plataforma Naval Multifuncional
« Última mensagem por P44 em Hoje às 10:27:57 am »
Desculpe doutor
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Área Livre-Outras Temáticas de Defesa / Re: Vandalismo & Criminalidade em Portugal
« Última mensagem por P44 em Hoje às 10:27:31 am »
A tal mão de obra que o Partido Socialista importou às carradas.


Para o Duarte é culpa do Chega
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