Unir os Pontos

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #105 em: Setembro 30, 2011, 12:08:31 am »
Voltando ao tópico, Já pus este link, mas aqui tive o trabalho de traduzir em Português a primeira parte. Não está excelentemente traduzido...

Dialéctica Hegeliana e Conspiração

Existe uma relação entre as Finanças, a centralização, e a hegemonia mundial. Até à eclosão da Primeira Guerra Mundial, o dinheiro parecia ser um mero mecanismo. Mas as medidas tomadas para financiar a guerra revelam que o sistema monetário foi de facto o veículo de uma política, política essa que foi a centralização do poder, conduzindo progressivamente a um Governo Mundial.

Antes da eclosão da guerra, a Grã-Bretanha foi o CENTRO (mas não o SER) de controlo financeiro do mundo, com a guerra, o controlo financeiro foi transferido para Nova Iorque e de lá usada para desmantelar o Império Britânico que, por força das tradições britânicas e o carácter anglo-saxónico, tinha sido a grande barreira para o domínio do mundo por aqueles que operam através do sistema financeiro mundial. A queda do império britânico foi uma realização financeira, e não uma militar. Mas os termos de "paz" impostos à "vitoriosa" Grã-Bretanha são aqueles que se poderia esperar após a derrota militar.

Mas o Poder que surgiu na abertura deste século teve o seu nascimento muito antes disso. Foi incubado (mas não concebido) nas Sociedades Secretas da Europa, apareceu brevemente na Revolução Francesa, e espalhou-se para a Inglaterra na forma do Fabianismo, e para os Estados Unidos na forma de diversas sociedades socialistas. Após a primeira fase da guerra, tomou conta da Rússia, e desde então tem-se visivelmente espalhado como Comunismo Internacional, até que assumiu controlo da maior parte do globo.

A história actual, que parece feita de episódios, é de facto a culminação de etapas de uma política de longo prazo que se move internacionalmente, mas apenas visível na perspectiva do tempo.

O que nós pensamos que vemos é muitas vezes uma ilusão intencionalmente apresentada, como o ilusionista que te faria acreditar que ele tem uma laranja na mão direita, quando na verdade é na mão esquerda. Cidadãos do mundo, quer as suas simpatias sejam de esquerda ou de direita, monarquistas ou republicanas, têm sido usados como peões no seu jogo de psicologia hegeliana pela mão escondida que rege.

Na realidade, a laranja nem está na mão esquerda nem na direita. O processo da dialéctica hegeliana é a noção de que o conflicto cria história. (Vê http://www.biblebelievers.org.au/brain2 ... SCIOUSNESS "Brainwash").

A partir deste axioma, segue-se que um conflicto controlado pode criar uma história predeterminada. Por exemplo, quando a Comissão Trilateral discute "conflicto conduzido", como faz extensivamente na sua literatura, que implica o uso gerenciado de conflictos de longo prazo para fins pré-determinados  - não apenas para o mero exercício de controlo aleatório de manipulação para resolver um problema.

A dialética leva este processo Trilateral de "conflicto conduzido"  um passo adiante. Em termos hegelianos, uma força existente (a tese) gera uma força contrária (a antítese). Conflicto entre as duas forças resulta na formação de uma síntese. Em seguida, o processo começa todo de novo: Tese x antítese resulta em síntese.

É como duas empresas com accionistas comuns não revelados, a apresentar propostas competitivas para um projecto num sitio para o qual os seus acionistas tem planos completamente diferentes. Independentemente do resultado, os accionistas estão no controlo em beneficio.

Aqui estão algumas ilustrações do processo de dialética hegeliana: -

                                                        A Elite Globalista

                                                |                                        |

                                              Tese                              Anti-tese

                                                |                                        |

                                     Rússia Marxista                  Alemanha Nazi

                                                |     Conflito da Segunda  |

                                                |       Guerra Mundial        |

                      1917 Revolução Bolchevique            1933 Ascensão de Hitler ao poder

                      EUA Constrói e subsidia                    EUA Constrói e subsidia

               União Soviética 1920 -- presente            o Socialismo Nacional

                                                  |                                    |

                                                                Lucro

                                                                   |

                                                              Síntese

                                                                   |

    Pós II Guerra Mundial das Nações Unidas, um passo a caminho da Nova Ordem Mundial

Primeira parte, http://www.biblebelievers.org.au/bb970219.htm
O esquema no fim não ficou bem, vejam o link original, tem vários esquemas do processo dialetico.
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #106 em: Outubro 02, 2011, 02:03:03 pm »
As sociedades secretas e o hitler
http://poorrichards-blog.blogspot.com/2 ... m-and.html

Uma coisa que não está correcta é que não foi o hitler que escreveu " a luta dele" , esse livro foi escrito por um padre jesuíta chamado Bernard Staempfle.
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Unir os Pontos
« Responder #107 em: Outubro 02, 2011, 04:05:26 pm »
Citação de: "Oziris"
Escândalo de venda de armas dos EUA a traficantes mexicanos abala governo Obama





O objetivo era investigar o tráfico de armas dos Estados Unidos para organizações criminosas mexicanas. Mas a operação “Fast and Furious” (Velozes e Furiosos), orquestrada pelo ATF (Departamento de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo dos EUA, na sigla em inglês), em 2009, acabou sendo um enorme fracasso. E, após recentes revelações de congressistas norte-americanos, tem potencial para se tornar um dos maiores escândalos da administração de Barack Obama.

A ideia era vender, de forma controlada, armas norte-americanas de alto calibre a membros de cartéis de drogas. Com isso, os agentes de segurança dos EUA esperavam rastrear o armamento no México até os chefões do tráfico e desarticular as sofisticadas redes de criminosos. Só que o plano não saiu como o esperado: cerca de duas mil armas sumiram do radar dos EUA e hoje circulam livremente em território mexicano.

Grande parte das armas oriundas da operação da ATF, instituição cujas ligações com o lobby de produtores de armas norte-americanos são investigadas, foi vinculada com mais de 200 delitos no México, entre eles o assassinato do agente da Patrulha da Fronteira Brian Terry, em 14 de dezembro de 2010, morto com um AK-47.

A pergunta que as autoridades nos EUA e no México agora se fazem é: de quem é a culpa? Com o passar dos meses, seguem saindo elementos cada vez mais assombrosos, que revelam aspectos inquietantes da operação. Agentes da ATF admitiram a periculosidade da falha, acusando superiores de terem tomado decisões incorretas. Porém, nesta terça-feira (27/09), o tema ganhou novo fôlego com revelações feitas por uma comissão investigadora do Congresso dos EUA sobre o caos entre a ATF e a DEA (Força Administrativa de Narcóticos, na sigla em inglês) e o FBI.

Segundo as investigações dos congressistas, a falta de comunicação entre as agências federais aconteceu e foi documentada. A DEA e o FBI, em particular, haviam ocultado da ATF a identidade do mais importante comprador de armas em Ciudad Juarez – um dos principais alvos da operação – e de um dos principais informantes das duas agências, cujo nome em código era CI #1 (Informante Confidencial Número 1).

O agente John Dodson foi instruído a comprar quatro unidades de AK-47 em dinheiro e ainda recebeu uma carta do supervisor, David Voth, o autorizando a vendê-las para criminosos mexicanos. Essencialmente, os contribuintes norte-americanos pagaram pelo armamento de traficantes mexicanos.



Acordo com traficantes?



A notícia chega justamente depois da declaração, da emissora Fox News,  de que há documentos que atestam que o governo dos EUA, utilizando dinheiro público, comprou armas no arsenal Lone Wolf, no estado do Arizona, que foram entregues a traficantes mexicanos e acabaram nas mãos de integrantes do Cartel de Sinaloa, liderado por Joaquín “El Chapo” Guzmán.

Segundo declarações de Vicente Jesús Zambada Niebla, filho do número dois do Cartel de Sinaloa, Ismael El Mayo Zambada, e atualmente preso nos EUA, a situação é muito mais complexa e teria características ainda mais obscuras. Através de seu advogado, Vicente disse que a operação “Velozes e Furiosos” seria parte de um acordo mais amplo, com a DEA e o FBI como protagonistas e com a aprovação do Departamento de Justiça, que teria oferecido imunidade aos integrantes do Cartel de Sinaloa em troca de informações sobre outros cartéis.

A defesa de Vicente, ex-encarregado da logística do cartel, se baseia na afirmação de que ele atuava como agente dos EUA quando cometeu os delitos pelos quais é acusado, em nome do Departamento de Justiça dos EUA, da DEA, da Segurança Nacional e do FBI. Washington não negou que o filho de Mayo Zambada foi apoiado pelo Departamento de Justiça.

Com as novas revelações, o governo Obama enfrenta uma avalanche de críticas direcionadas a uma história que parece ainda não ter mostrado todas as facetas. Articulistas de jornais e intelectuais norte-americanos exigem que a opinião pública saiba quais são as verdadeiras relações  relações entre o gabinete presidencial e os cartéis, considerando também a batalha declarada pela Secretário de Estado, Hillary Clinton, contra o “narcoterrorismo” e “narcoinsurreição”.

Certo é que os parentes de Brian Terry querem justiça e pretendem ir quem é responsável pela morte do policial.

Fonte: OperaMundi

[]'s

Esta noticia já é velha e quem primeiro disse o que se estava a acontecer foi o Alex Jones, depois disso até os media mais "convencionais" divulgaram o mesmo.

Este video é de 2009

 :twisted:  [003]




E o "damage control":

http://townhall.com/columnists/katiepav ... ion_of_atf
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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vmpsm

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Re: Unir os Pontos
« Responder #108 em: Outubro 04, 2011, 12:27:23 pm »
French history erased in new wave of revisionism

Parents and teachers across France are up in arms over new textbooks which carry accounts of French history revised to avoid insulting ethnic minority pupils. They say common sense has been sacrificed to political correctness in French schools.

­Natives of France now fear their identity will soon disappear along with their history.

A modern French history textbook now boasts no less than 20 pages on the history of black slavery while devoting a mere six pages to the achievements of Napoleon – shown here sitting on a toilet.

France's new history textbooks are enraging parents and teachers who call it political correctness gone mad.

Dimitri Casali, history professor and best-selling author on the newly-banished giants of France warns of dire consequences of the new educational policy.

“If we don't teach our minorities the history of their adopted country, they won't feel French. We're already seeing riots on our streets,” Casali exclaims.

In the new textbook, the Crusades are now called insulting to Muslims, the Sun King Louis 14th is labeled imperialist and Napoleon is mocked as the Colonel Gaddafi of his day. The star of the new school books is  Mali's previously little-known King Kankou Musa  who ruled over the West African country in the 13th century.

The purge even extends to literary giants like Victor Hugo, author of the world classic, Les Miserables.

France is already breaking up, believes Professor Casali, because its young people have no sense of identity. Parents are deeply concerned too.

Father-of-three Jean-Noel Villemin from Paris says, “We need to study even the worst pages of our history because you cannot understand politics today if you don't understand history, if they want to understand and vote properly.”

Legal action is seen as the only way to stop the erasure of France’s national history.

“Schools now give 10 per cent of their schedule to the medieval African Mali Empire. I've studied it, and what exactly is its contribution to world development?” asks Parisian lawyer Marcel Ceccaldi.

Thousands signed a petition after lessons on the French Revolution were replaced by study of the African kingdom of Monomotapah, which many say they have never heard of. The Ministry of Education refused to be interviewed, but gave RT this statement:

“We are changing the school curriculum to reflect globalization. Monomotapah is being taught because it is important to have a view on other world cultures such as Egypt, China and India,” the statement reads.

A new European Parliament report has backed compulsory school lessons on the benefits of the EU, from “a very young age.” Critics say pupils are learning less and less about their own countries and warn that states which stop teaching their past will simply consign themselves to history.

http://rt.com/news/french-history-revisionism-political-correctness-889/
 

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Luso

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Re: Unir os Pontos
« Responder #109 em: Outubro 07, 2011, 05:29:11 pm »
E a corroborar ou melhor, a complementar o importante postal do vmpsm, fica aqui um "testemunho" correlacionado, enunciado por uma das muitas prostitutas que por aqui (Portugal) polulam:

sexta-feira, 7 de Outubro de 2011 | 13:24
 
Populismos nacionalistas são «único risco verdadeiro» na UE

O antigo ministro das Finanças Luís Campos e Cunha alertou hoje para os «populismos nacionalistas» na União Europeia, que são «o único risco verdadeiro» que o projeto europeu enfrenta, mesmo para lá da zona euro.
«As economias da União Europeia (UE) são política e economicamente tão interligadas que o fim da UE é um custo muito maior do que qualquer populismo à volta do problema do euro nalgum país. E este é o único risco verdadeiro que nós corremos, mas é o risco da UE», disse Campos e Cunha durante a sua intervenção sob o título «Economia portuguesa numa encruzilhada», no primeiro dia do Fórum de Bolsa organizado pela NYSE Euronext no Porto.
Para o professor universitário, o euro não está em risco, nem Portugal coloca nenhuma ameaça à moeda única, comparando a economia nacional a metade da cidade de Paris: «Se metade de Paris estivesse em crise financeira alguém ia dizer que o euro estava em crise?»

Diário Digital / Lusa


http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_d ... ews=167401


Lentamente, o pessoal está a tirar-lhes a pinta e a ver ao que eles andam.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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fagulhas

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Re: Unir os Pontos
« Responder #110 em: Outubro 07, 2011, 07:55:27 pm »
Concordo em muito com aquilo que escreves (anteriormente, não neste post).

Acredito ter, uma linha de pensamento com a mesma directriz que a tua, mas, permite discordar deste teu ultimo texto. Parece-me, que estás a 'meter' tudo no mesmo 'saco' (não que esteja a defender este elemento), apenas e só, que o personagem em causa sempre se mostrou contras as actuais e anterior medidas.
Como em tudo, é apenas a minha simples opinião, que poderá estar errada.
- É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro.
 

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Luso

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Re: Unir os Pontos
« Responder #111 em: Outubro 07, 2011, 10:11:46 pm »
Fagulhas, é claro que pode discordar. :wink:

Este personagem, na posição em que está, faz passar a ideia que "populismos nacionalistas" são motivos para preocupação.
Resta saber o significado que LCC atribui a esse conceito: serão, por exemplo, "populistas nacionalistas" os que aqui, neste espaço, defendem a ideia de um país digno, consciente da sua história, da sua identidade e da necessidade de manter, respeitar e fazer-se respeitar a sua identidade e existência?
Podemos considerar LCC, pelo que diz, em dois prismas:

1.º a do "idiota útil" (http://en.wikipedia.org/wiki/Useful_idiot), em que o personagem, ingénuamente faz passar um conceito que serve interesses ou um objectivo que não contempla, certamente tendo em vista uma ideia nebulosa de uma união de países "bonzinhos" que se unem em torno de um ideal "comum";

2.º a do agente a serviço de interesse internacionalistas que querem e trabalham objectivamente para o desaparecimento dos Estados-Nação.

Pessoalmente, inclino-me para o primeiro, até porque tenho preconceito contra este tipo de gente, que considero utilitaristas e meros especialistas na sua "ciência" e quase sempre ignorantes da Historia, cultura e ciência.
Seja como for, objectivamente contribuem para o mesmo efeito.

Repare, se tiver algum conhecimento acima da média e contactar com instituições de ensino superior, verificará que muitas mentiras são vendidas como verdades "verdadinhas" por professores bem intencionados mas mal informados que ignoram boa parte da realidade. Ou seja, anda por aí muita caixa de ressonância que, ou por ignorância, ou por moda, ou pressão dos colegas, de conselhos científicos, ou medo de perder o emprego ou promoção, alinham no esquema.

Assim se faz subversão cultural e científica de forma eficaz. Basta promover em grande meia-dúzia de cabeças (dar-lhes ums prémios, uns "nobéis", umas capas de revista, umas entrevistas bem conduzidas na TV, um marketing associado bem conduzido) e muitas cabeças pensantes - e muitas cabeças decisoras (nem sempre pensantes) e a coisa faz-se.

Portanto, a mim tanto se me dá: de boas intenções está o inferno cheio.
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #112 em: Outubro 08, 2011, 11:07:38 pm »
Os políticos são pessoas com uma grande lavagem cerebral, e são escolhidos mesmo por isso.
Ouçam com atenção, isto é o que se passa duas horas a Norte de avião.
 

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Re: Unir os Pontos
« Responder #113 em: Outubro 09, 2011, 01:21:29 am »
Excelente video. Desconhecia completamente este senhor.
Espanta-me a velocidade com que as coisas estão a avançar.
Uma coisa me parece clara: não vai ser com falinhas mansas que isto "vai lá".
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Re: Unir os Pontos
« Responder #114 em: Outubro 09, 2011, 11:00:34 am »
Começo a suspeitar da existência de um (mais um) cavalo de Tróia desta subversão civilizacional em Portugal.

Parecendo absurdo, esta notícia estará relacionada com o vídeo acima mencionado: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/falo- ... -4071.html

As coisas começam a fazer sentido.
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Re: Unir os Pontos
« Responder #115 em: Outubro 09, 2011, 01:57:36 pm »
Em relação com parte do conteúdo do vídeo do Linergy, a revista suplemento do Público de domingo (a "Pública") dedica 12 páginas (13 com a capa) - a Carlos Cruz e seu eventual regresso à televisão.
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Re: Unir os Pontos
« Responder #116 em: Outubro 09, 2011, 02:32:57 pm »
Temas "interessantes": http://www.demos.co.uk/projects
O logo também o é. :wink:
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Cabeça de Martelo

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Re: Unir os Pontos
« Responder #117 em: Outubro 09, 2011, 10:20:34 pm »
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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linergy

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Re: Unir os Pontos
« Responder #118 em: Outubro 10, 2011, 04:17:38 pm »
Claro que este é só um palhaço, mas foi assim que o ensinaram, e para Portugal os políticos também querem trazer este cag....., e dar-lhe prémios...
 

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Luso

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Re: Unir os Pontos
« Responder #119 em: Outubro 11, 2011, 09:41:46 am »
Alienação, impunidade, irresponsabilidade: Ministério Público, um cancro.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/notic ... sa-justica
http://desporto.sapo.pt/futebol/primeir ... tista.html


Pelos vistos, a investigação ao Socas deve ter estado parada para permitir a investigação aos "acontecimentos do túnel" (que não é do Marão).
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...