Aliança estratégica entre Portugal e Israel

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dremanu

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« Responder #60 em: Maio 10, 2004, 05:34:07 pm »
Citação de: "Fábio G."
Merkava IV em perigo ???

"Fuerzas Armadas del Mundo"

" Os planos de recorte do orçamento em Israel incluem a
suspenção do desenvolvimento do programa do carro de
combate Merkava IV. Esta suspenção significaria uma pou-
pança de 400M $ ao ano. O Chefe do Estado Maior da Defesa
, Tenente General Moshe Ya´alon e o Comando das Forças
Terrestres opõem-se a tal redução de orçamento que , em
geral, propõe um recorte de mais de 600M $ para 2004 e
uma quantidade maior para o orçamento de 2005. "

Aqui está uma notícia que mostra uma oportunidade. Um país que precisa de reduzir os custos, sem querer perder o projeto, com certeza estariam mais recetivos a uma proposta de parceria.

Citar
Portugal nunca teve relações preferênciais com Israel, no entanto recordo-me de uma curiosidade.


Que estória interessante PT, uma nação pária(Portugal naquela altura), a ajudar a outra. Mais uma vez se re-afirma que uma aliança estratégica entre Portugal-Israel seria benéfico ao nosso país. Muita gente acredita que os nossos "aliados" europeus são uns grandes amigos para Portugal, mas acredito que isso não corresponde por inteiro à realidade. Os Europeus sempre foram competidores diretos de Portugal, porque razão teriam eles algum interesse em ver o nosso país a desenvolver novas capacidades técnicas, capazes de competir diretamento com o que é feito noutros países Europeus.

Talvez um outro benefício, indireto, a se ganhar de uma parceria com Israel, seria obter o suporte do lobby Judeu nos E.U.A., que deve ser dos mais poderosos que existe naquela terra, quando Portugal necessitasse de obter alguma concessão por parte dos E.U..
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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emarques

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« Responder #61 em: Maio 10, 2004, 05:54:40 pm »
Por outro lado, vamos que o Bin Laden se chateia? :) E quem reclamava de certeza eram o Carvalhas e o Louçã.

Mas afinal o que é que nós quereríamos da tal parceria? E, o que é que eles quereriam dela? Dinheiro? Tecnologia?
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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dremanu

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« Responder #62 em: Maio 10, 2004, 06:21:33 pm »
Citação de: "emarques"
Mas afinal o que é que nós quereríamos da tal parceria? E, o que é que eles quereriam dela? Dinheiro? Tecnologia?


Haviam de querer $$$$, com certeza....tal qual nós!

Benefícios para Israel:
- Dinheiro
- Aliado estratégico numa região onde poucos, ou nenhuns têm.
- Redução dos custos nos programas militares onde tivessem uma parceria com os Portuguêses.

Beneficios para Portugal:
- Melhoramento, ou crescimento do "know-how" técnologico Português em certas áreas de fábrico de materiais militares
- Redução dos custos dos programas militares onde tivessem uma parceria com os Israelitas.
- Dinheiro para Portugal, através de vendas de material militar a outros países

São alguns dos benefícios, mas com certeza outros se poderiam encontrar...

- Portugal comprar material aos Israelitas, e estes comprarem material à nós
- Mandar estudantes Portuguêses para estudar em universidades Israelitas, e vice-versa, de forma a que se possa compartilhar custos de I&D em programas patrocionados por ambos governos.
- Aumento de trocas comerciais em outros setores da ecónomia

Etc, etc, etc.....
« Última modificação: Maio 10, 2004, 10:43:29 pm por dremanu »
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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komet

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« Responder #63 em: Maio 10, 2004, 06:33:42 pm »
E a derrradeira... mais uma desculpa para um atentado terrorista em territorio portugues ou contra interesses portugueses.  :wink:
"History is always written by who wins the war..."
 

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Fábio G.

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« Responder #64 em: Maio 10, 2004, 08:44:24 pm »
Excelente elucidação Dremanu. Para não falar que teriamos material militar de alta qualidade  8) . Mas não gostaria de ser um desses estudantes portugueses em Israel com a possibilidade de morrer a cada passo na rua. :wink:
 

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dremanu

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« Responder #65 em: Maio 19, 2004, 06:41:02 pm »
Informação sobre o programa Merkava
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Merkava Mk 4

The Israeli Ministry of Defence held the roll out ceremony of the new main battle tank Merkava, Merkava 4, on 24 June 2002. The 65t Merkava 4 main battle tank entered full production in 2001 and will be in service with the Israel Defence Forces by 2004. The Ministry of Defence will manufacture between 50 and 70 Merkava 4 tanks per year and initial estimates indicate that up to 400 tanks will be manufactured. The Merkava 4 has been extensively improved and features new armour protection and gun and electronics systems.

The Merkava 4 is slightly larger than the Merkava 3 Baz, which has been in service with the IDF since 1990. The Merkava 3 is offered for export by SIBAT based in Tel Aviv. The Merkava 4 is not offered for export but the systems and components are exported.

The tank is capable of carrying eight infantry soldiers, a Command Group or three litter patients (stretcher casualties) in addition to the tank crew of commander, loader, gunner and driver. The tank is capable of firing on the move at moving targets and has demonstrated high hit probability in firing against attack helicopters using conventional anti-tank munitions.

Major contractors include: the El Op Electro-Optic Industries subsidiary of Elbit Systems which is responsible for the fire control system; the Israel Defence Force which carries out main construction and system integration and testing; Israel Military Industries for the supply of the main gun, ballistic protection and munitions; Imco Industries for the electrical systems; Urdan Industries for the hull, main turret and castings; and IAI Ramta for protection components.

The main part of the tank production, the construction of the hull and integration of all the systems is carried out in the Israel Defence Force Workshop.


Tank Weaponry

The Merkava 4 has a new all electric turret developed by Elbit and subsidiary El-Op. Only one hatch is installed in the turret, the commander's hatch.

The improved 120mm smooth bore gun has been developed by Israel Military Industries. The new gun is an advanced generation of the gun developed for the Merkava 3. A Vidco thermal shroud on the gun reduces bending of the barrel resulting from environmental and firing conditions. The gun can fire higher power munitions including new 120mm high penetration projectiles and guided shells. The loader can select semi-automatically the ammunition type. The tank carries 48 rounds of ammunition each stored in a protective container. An electrically operated revolving magazine contains 10 ready-to-fire rounds.

The range of ammunition includes APFSDS-T M711 (CL 3254), the HEAT-MP-T M325 (CL 3105) and the TPCSDS-T M324 (CL 3139) supplied by the Ammunition Group of Israel Military Industries. The gun is also capable of firing French, German or US 120mm rounds.

The tank is fitted with 7.62mm machine guns and an internally operated 60mm mortar system developed by Soltam Ltd. The mortar can fire explosive and illumination rounds to a range of 2,700m.

The protection suite includes an advanced electromagnetic threat identification and warning system.


10P Revolving Magazine of the Merkava Mk 4

A microprocessor controlled, fully automated, electrically driven, 120 mm rounds magazine. The system is located in an isolated space of the turret and is designed to protect the crew in case of ammunition explosion. The system is easy to operate from the crew compartment. The loader can select proper ammunition out of four different types and 10 rounds total.

El Op Fire Control

The new fire control system, developed by El Op, includes very advanced features including the capability to acquire and lock onto moving targets, even airborne helicopters, while the tank itself is on the move.
The computer controlled fire control system includes line of sight stabilisation in two axes, a second-generation television sight and automatic thermal target tracker, a laser range finder, an improved thermal night vision system and a dynamic cant angle indicator. The commander's station is fitted with a stabilised panoramic day and night sight. The integrated operating system includes advanced data communications and battle management. Tadiran developed the Merkava's communications system, the inter communication system and the VRC 120 vehicular transceiver radio with embedded auxiliary receivers

GD 883 V-12 Diesel Engine

The Merkava 4 is powered by a V-12 diesel engine rated at 1,500hp. The engine compartment and one fuel tank are at the front of the tank and two fuel tanks are at the back. The new engine represents a 25% increase in power compared to the 1,200hp powerpack installed on the Merkava 3.

The German company MTU manufactures the engine components and the GD 883 engine is manufactured under licensed production by General Dynamics Land Systems in the USA. The engine is transferred to Israel for installation and integration with the automatic transmission and with the engine computer control system. The tank has automatic five-gear transmission rather than four gears as in the Merkava 3. The transmission system is manufactured by Renk. The single position rotary shock absorbers are installed externally.


Hull

The redesign of the hull around the installation of the new powerpack has provided improved frontal armour protection and improvement to the driver's field of view. For improved reverse driving the driver uses a camera.

A new feature of the tank is that the fitted modular special armour covers the turret. The tank is protected against a range of threats, including air launched precision guided missiles and advanced and top attack anti-tank weapons. Automatic fire detection and suppression has been installed. The underside of the hull has been fitted with additional armour protection against mines. The driver and crew compartments are equipped with heating and cooling air conditioning and a Shalon Chemical Industries combined individual and overpressure protection systems against contamination by NBC warfare.

Economic Aspects

Acquisition and manufacturing

About 200 factories take part in the manufacturing of the tank (main contractors and subcontractors). The major manufacturers include: Elbit - El Op (control systems), the IDF (main construction, assembly and testing), IMI (main gun, protection components and transmission) Urdan (armor castings), IAI-Ramta (protection components). The majority of the manufacturing is performed by the private sector. The rest is performed by the IDF and state-owned industries.

Economic advantage

The production of the Merkava tank has proved itself throughout its generations as economically preferable to foreign tanks of the same technological generation. This advantage continues with the new Merkava Mk-4 who's cost is considerably lower than that of comparable tanks in the world.



IDF Armor School Preparing To Train The First "Merkava Mark 4" Tank Crew

March 13, 2003
Instructors at the IDF Armor School are preparing to train the first IDF "Merkava Mark 4" tank crew members.

The "Merkava Mark 4" crew will undergo standard basic training, followed by a specialized tank course to acquire a proficiency in the following areas: communications, driving, and artillery.

After completing the above-mentioned courses, the crew enters the final phase of training, during which they will learn how to function as a team, platoon, and company.

Key Data

Crew 4, driver, commander, gunner, loader
Dimensions
Length with gun forward 9.04m
Width without skirts 3.72m
Height to turret roof 2.66m
Weight 65t
Engines
V-12 diesel engine 1,500hp
Performance
Maximum speed over 60km/h
Cross country speed up to 55km/h
Range 500km
Weapons
Main gun 120mm
Ammunition on board 48 rounds
Ready to fire rounds 10
Machine gun 7.62mm
Mortar 60mm
Mortar range 2,700m
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typhonman

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« Responder #66 em: Dezembro 26, 2004, 08:31:31 pm »
A cooperação com Israel devia ser reforçada.. Merkavas Tavor uavs Treino conjunto... misseis..
Artigo 308º

Traição à Pátria

Quem, por meio de violência, ameaça de violência, usurpação ou abuso de funções de soberania:

a) Tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro ou submeter à soberania estrangeira, todo o território português ou parte dele
 

 

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