Desembarque Anfibio em Portugal

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Spectral

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« Responder #30 em: Maio 01, 2004, 11:06:14 am »
Eheh, JQT isto é só vontade de invadir Portugal  :wink:

Como disse, a sobrevivência dos submarinos seria essencial, mas por outro lado as VdG, (caso sobrevivessem) teriam alguma utilidade tb na interdição do mar ( mas por outro lado são muito mais vulneráveis a um ataque aéreo).

E também há que rezar que a FAP não chegasse ao zero absoluto, porque em caso contrário, o cenário do JQT ficaria bem mais possível...

Emarqes: Os Bofors 40mm L/70 dos CV-90 suecos podem perfurar a blindagem lateral de um T-72 ou até de tanques mais modernos. Dá que pensar...

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emarques

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« Responder #31 em: Maio 01, 2004, 01:15:12 pm »
Então era dar uma de Rommel e usar as peças AA como armamento anti-carro. Eu vi para aí uma lista que incluía L/60 na artilharia AA armazenada. Como anti-aérea não deve servir de muito, sem artilheiros treinados para as usar. Mas para fazer umas emboscadas aos blindados inimigos... Os MILAN para os T-72, Bofors para tudo o resto.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Ricardo Nunes

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« Responder #32 em: Maio 01, 2004, 02:19:25 pm »
2 observações:

- Os marroquinos mal conseguem ter 1/4 da sua frota de caça operacional, duvido muito que conseguissem por todos os mirage e F-5 operacionais. O mesmo se aplica à frota helitransportada.
Mal os F-5 ou mirage cruzassem o espaço aéreo nacional ( digamos a mach 1.2 ) estes seriam detectados pelo centro de defesa aérea nacional, as informações seriam transmitidas para Monsanto e num espaço de 4 minutos da detecção os telefones tocariam em Monte Real. Em 5 ( ou 15 minutos, dependendo do alerta previsto ) estariam no ar os 2 F-16´s completamente armados, descolando ou de Monte Real ou de Ovar. Posso dizer com toda a confiança que face aos F-5 e Mirage marroquinos os nossos F-16s ( mesmo os Block15 ) não teriam muitos problemas. Isso daria tempo para a activação de mais aeronaves,  já a marinha estaria também alertada e os sistemas de defesa aérea das MEKO actividados.

- Mal a invasão tivesse sido detectada ( e isto já partindo do pressuposto que a concentração de forças marroquinas tinha passado despercebida aos olhos de todos, o que acho difícil ) a NATO seria alertada e caíriam em cima dos marroquinos, logo nas primeiras horas a frota espanhola e os F-18s dariam uma ajudinha. Passado uma semana, chegaria um grupo de batalha vindo do atlântico, da US navy.

Eu sei que foi uma situação hipotética JQT, mas vi-me compelido a estas observações. Não me leve a mal!!!  :twisted:
Ricardo Nunes
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emarques

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« Responder #33 em: Maio 01, 2004, 03:02:32 pm »
Eu também tinha pensado no que os nossos aliados espanhóis estariam a fazer enquanto Marrocos nos invadia, mas achei que era interessante explorar a ideia de o que poderia ser tentado apenas com os meios portugueses. Imagine-se que a Espanha está ocupada com outra coisa (ou que está zangada por causa dos comentários idiotas do nosso querido primeiro-ministro)

Agora por falar em primeiro-ministro, que espetáculo indecente o debate na AR com o Barroso a atacar a legitimidade da presença do grupo parlamentar do PEV. Aquilo é daquelas coisas que ele pode pensar, mas não dizer, especialmente enquanto representante máximo do governo. E o Mota Amaral ainda foi pior, não só admitiu um insulto à dignidade da AR na pessoa da deputada, como ainda se fez desentendido quando ela pediu defesa da honra da bancada.
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fgomes

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« Responder #34 em: Maio 01, 2004, 10:33:19 pm »
A propósito de desembarques, o cenário descrito apesar de interessante, parece-me pouco provável. Mas o cenário que descrevo a seguir parece-me menos improvável.

O desembarque de umas dezenas de terroristas islâmicos a partir de embarcações civis, em Julho ou Agosto na costa do Algarve, apinhada de turistas poderia gerar o caos. Equipados com armas ligeiras, RPG's, SAM's portáteis e dispostos ao suicídio poderiam antes de haver qualquer reacção matar centenas ou milhares de pessoas.
 

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papatango

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« Responder #35 em: Maio 01, 2004, 10:51:56 pm »
Citação de: "Emarques"
Eu também tinha pensado no que os nossos aliados espanhóis estariam a fazer enquanto Marrocos nos invadia
Provavelmente estariam a decidir como é que devem dialogar. Estão agora numa de uma coisa que chamam "TALANTE" e que eu não entendo o que quer dizer, mas que deve ser qualquer coisa parecida com o dialogo do Toneca Guterres. Ou seja: Vamos fazer uma reunião entre todos, somos todos amigos, apertemos a mão, etc... :D :twisted:  :twisted:

Naturalmente que consideramos apenas situações académicas. Todos nós sabemos que a nossa maior defesa é a NATO. Ou melhor, são os americanos, que a NATO, não é obrigada a apoiar ninguém, os países podem ajudar, dentro das suas possibilidades.

Vão perguntar a um Estónio o que é que ele deve fazer se Portugal for invadido por Marrocos... Ele vái responder "...Isso não é com a gente, são terras que ficam muito longe, e a proposito, qual é a diferença entre um Marroquino e um Português? isso não será uma guerra civil ? Deixem-nos resolver as coisas entre eles..."

A NATO é hoje totalmente irrelevante.

Cumprimentos.
 

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JNSA

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« Responder #36 em: Maio 01, 2004, 11:49:23 pm »
Vocês querem mesmo que os marroquinos nos dêem uma tareia à força toda!!!  :lol:

Nós estamos mal, mas não tanto... Tenho a certeza que conseguíamos dar conta de uma invasão marroquina.

Em primeiro lugar era impossível que eles nos apanhassem desprevenidos, o que quer dizer que todos os ramos das forças armadas estariam em prevenção.

Assim, no plano naval, teríamos pelo menos 2 VdG (com sorte 3), pelo menos um submarino, e todas as João Belo, João Coutinho e Baptista de Andrade que conseguíssem flutuar. Ora, a Marinha marroquina, segundo o Haze Gray, tem, em unidades de combate:

Citar
Mohammed V (Floreal) class small patrol frigates
Displacement: 2,950 tons full load
Dimensions: 93.5 x 14 x 4.3 meters (307 x 46 x 14 feet)
Propulsion: 4 diesels, 2 shafts, 8,800 bhp, 20 knots
Crew: 80
Aviation: Aft helicopter deck and hangar for 1 Panther helicopter
Troops: 24 special forces
Radar: DRBV 25 air/surface search
EW: ARBR 17 intercept, 2 Dagaie decoy
Armament: 2 Exocet SSM, 1 76mm OTO DP, 2 20 mm
   Two patrol frigates built in France.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
[??   Mohammed V         2002?   trials]   
[??   Hassan II         2003?   building]

Lt. Col. Errhamani (Descubierta class) light ASW frigate
Displacement: 1,479 tons full load
Dimensions: 88.9 x 10.4 x 3.7 meters (291.5 x 34 x 12 feet)
Propulsion: 4 diesels, 2 shafts, 18,000 shp, 26 knots
Crew: 100
Sonar: DE-1160B hull
Fire Control: WM-25
EW: ELT 715 intercept/jammer, 2 Dagaie decoy
Armament: 8-cell Albatros SAM (24 Aspide missiles), 1 76 mm OTO,
   2 40 mm/70 AA, 1 375 mm Bofors ASW RL, 2 triple 12.75 inch torpedo tubes  
   Spanish-built.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
501   Lieutenant Colonel Errhamani   1983
Patrol Craft
Rais Bargach class (OPV 64 type) patrol corvettes
Displacement: 650 tons
Dimensions: 64 x 11.4 x 3 meters (210 x 37.4 x 9.8 feet)
Propulsion: 2 diesels, 2 shafts, 10,000 bhp, 25 knots
Crew: 24 + 30 transients
   French-built.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
318   Rais Bargach         1995
319   Rais Britel         1996
320   Rais Charkaoui         1996
321   Rais Maaninou         1997
322   Rais Al Mounasrtiri      1997
               
El Lahiq (Osprey 55) class large patrol boats
Displacement: 500 tons full load
Dimensions: 55 x 8.08 x 2.75 meters (180.5 x 26.5 x 9 feet)
Propulsion: 2 diesels, 2 shafts, 4,960 bhp, 18 knots
Crew: 15 + 16 passengers
Armament: 1 40 mm/70 AA, 2 20 mm
   Danish-built.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
308   El Lahiq         1987
309   El Tawfiq         1988   
316   El Hamiss         1990
317   El Karib         1990

Okba class (PR-72 type) large patrol boats
Displacement: 440 tons full load
Dimensions: 57 x 7.6  2.5 meters (187 x 25 x 8 feet)
Propulsion: 4 diesels, 2 shafts, 11,040 bhp, 28 knots
Crew: 53
Armament: 1 76 mm OTO DP, 1 40mm/70 AA
   French-built.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
302   Okba            1976
303   Triki            1977
               
Lt. De Vaisseau Rabhi (Vigilance) class large patrol boats
Displacement: 425 tons full load
Dimensions: 58.1 x 7.6 x 2.7 meters (190.5 x 25 x 9 feet)
Propulsion: 2 diesels, 2 shafts, 7,600 bhp, 22 knots
Crew: 36 + 15 passengers
Armament: 1 40 mmm/70 AA, 2 20 mm
   Spanish built.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
310   Lieutenant De Vaisseau Rabhi   1988
311   Errachiq         1988
312   El Akid            1989
313   El Maher         1989
314   El Majid         1989
315   El Bachir         1989

Commandant Al Khattabi class large patrol boats
Displacement: 420 tons full load
Dimensions: 57.4 x 7.6 x 2.7 meters (188 x 25 x 9 feet)
Propulsion: 2 diesels, 2 shafts, 7,780 bhp, 29.6 knots
Crew: 41
Fire Control: WM-25
Armament: 1 76 mm OTO DP, 1 40mm/70 AA, 2 20 mm
   Spanish-built.

Number   Name            Year    Homeport   Notes
304   Commandant Al Khattabi      1981
305   Commandant Boutouba      1981
306   Commandant El Harti      1982
307   Commandant Azouggarh      1982


Não sei quanto deste material é que tem tripulação e armamento, e está em condições de navegar, mas de qualquer maneira, tenho a certeza que chegamos para eles... Aliás, com um submarino bem pré-posicionado, as Mohamed V e as Errhamani, que são as únicas unidades relevantes, mal sairiam do porto...

Quanto ao vector aéreo, o Ricardo já disse o essencial... Mas queria acrescentar que, num cenário destes, a vantagem seria nossa:
- as VdG, e provavelmente, algum P3, serviriam de alerta avançado
- os nossos pilotos são mais bem treinados
- os nossos aviões têm mais armas inteligentes, particularmente, de ataque ao solo. Sem estas, dificilmente os marroquinos conseguiriam destruir as nossas pistas de aterragem, e outros alvos relevantes
- as nossas tripulações de terra têm provavelmente mais treino, o que se traduz num maior ratio de saídas, sem contar com o facto de estarmos a operar mais perto da base.

Portanto aqui, também acredito que seria possível aguentar.

Finalmente, no vector terrestre... Eu sei que nós somos lentos e mal equipados, mas com um alerta de 1 ou 2 dias, seria possível juntar um número razoável de forças para lutar contra as unidades marroquinas que conseguíssem desembarcar (se o conseguissem, o que duvido...). Entre as unidades próximas do Algarve (Infantaria 3 e 8, Cavalaria 3 e EPC), mais a BAI e, pelo menos parte da BMI, alguma coisa conseguiríamos juntar, não concordam??  :wink:
 

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Spectral

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« Responder #37 em: Maio 01, 2004, 11:52:58 pm »
Claro que as nossas hipóteses seriam razoáveis...

Pelo menos melhores do que a invasão da Mauritânia, para os que se lembram dessa guerra virtual no FA  :wink:
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dremanu

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« Responder #38 em: Maio 02, 2004, 10:02:01 pm »
Se eu fosse Marroquino, antes de atacar Portugal, procurava encontrar uma forma de fazer o seguinte:

- Sabotar uma das principais usinas elétricas para esta explodir, e lançar o pánico na populacão, e distrair a atenção das pessoas

- Incendiar as matas Portuguêsas para ocupar os meio áereos, e de novo distrair a atenção da população

- Sabotar as plantas de tratamento de águas Portuguêsas para que estas não conseguissem funcionar corretamente, ou até que deixassem de funcionar.

- Dinamitar todas as torres de transmissão de rádio e televisão que estam distribuidas pelo país. E se possível dinamitar as barragens mais importantes do país.

- Assasinar todos os membros do Estado Maior das Forças Armadas, e se possível todos os principaís comandantes das FA.

- Por bombas em todas as principais estações de comboio e de camionetas, para que quando estas rebentassem se instalar o pánico geral no meio da população

Depois então atacava com exército...

O problema mais difícil:

- Como fazer entrar os explosivos no país?
"Esta é a ditosa pátria minha amada."
 

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emarques

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« Responder #39 em: Maio 02, 2004, 10:38:35 pm »
Citação de: "dremanu"
- Incendiar as matas Portuguêsas para ocupar os meio áereos, e de novo distrair a atenção da população

Mas será que empatar os meios aéreos marroquinos era assim tão útil à invasão? :)

Citar
- Sabotar as plantas de tratamento de águas Portuguêsas para que estas não conseguissem funcionar corretamente, ou até que deixassem de funcionar.

Mas elas funcionam?!

Citar
- Assasinar todos os membros do Estado Maior das Forças Armadas, e se possível todos os principaís comandantes das FA.


Não há problema, nomeiam-se o Nuno Rogeiro e o Marcelo Rebelo de Sousa comandantes. Eles dominam todos os assuntos, devem estar à vontade no comando. :D


Dremanu, não leve a mal, estou de bom humor.
Ai que eco que há aqui!
Que eco é?
É o eco que há cá.
Há cá eco, é?!
Há cá eco, há.
 

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Luso

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« Responder #40 em: Maio 02, 2004, 10:55:17 pm »
"Mas será que empatar os meios aéreos marroquinos era assim tão útil à invasão?"

Que maroto!

"Aí é que nós tinhamos padeiras de Aljubarrota a querer desancar os invasores. Nem imagino o que as mulheres que conheço fariam aos marroquinos se eles as impossibilitassem de ver o "Chocolate com Pimenta".

- O que EU não faria! Ninguém me impedirá de apreciar a deliciosa Mariana Ximenes! "Que boa, oube lá!"  :wink:
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Luso

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« Responder #41 em: Maio 02, 2004, 10:57:02 pm »
"Se eu fosse Marroquino"

Caramba! Já nos bastam os benfiquistas!

(mais um copo...)  :D
Ai de ti Lusitânia, que dominarás em todas as nações...
 

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Rui Elias

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« Responder #42 em: Maio 03, 2004, 01:13:49 pm »
Claro quer estamos a falar de cenários puramente académicos.

Quanto a uma eventual invasão a partir de Marrocos, isso seria motivo para invocar o Artigo V da NATO e esta resolvia o problema e punha Marrocos na ordem (esperemos).

Claro que enquanto a NATO não ragisse, estes poderiam provocar estragos.

Mas em contrapartida, talvês a nossa FAP pudesse atrasar o avanço das forças marítimas marroquinas e neutralizar algumas.

Mas para issso, insisto, necessitariamos de ter capacidade de reabastecimento aéreo, e não há horizontes para isso.

As fragatas Meko e as futuras americanas também poderia dar alguma conta do recado, enquanto o velho Bérrio lá ia distribuindo gasóleo e munições pelas embarcações ( o problema é se os aviões marroquinos fizessem o Bérrio ir fazer companhia ao S. Miguel) :oops:

Quanto a uma invasão espanhola, a coisa piava mais fino.

Li com atenção o texto do DREMANU e do JNSA e também do PapaTango.

Mas na minha opinião, e perante um ataque, o que teriamos que fazer seria deslocar toda a nossa força aérea para os Açores para não ser destruída, e preparar planos de contingência para uma guerra de guerrilha desgastante para o ocupante, enquanto internacionalmente não se arranjasse uma solução para o problema criado.

Mas o DREMANU disse uma coisa acertada.

Antes da invasão, haveria um crescendo de tensão e preparação militar.

Então, e como estamos na era das "guerras preventivas" porque não nessa altura, Portugal tentar um "golpe de mão" e de surpresa, com audácia, bombardear umas bases militares e concentrações de armamento espanhol, para desarticular a força em preparação?

Seria a nossa única hipótese.

Diz-se que "A sorte protege os audazes".

Agora se nos deixássemos estar à espera, em termos convencionais, não haveria capacidade de resistência.

E não eram em semanas ou meses que poderíamos investir em armamento e po-lo operacional, e formar homens em número suficiente para o operar.

Por isso é que disse quer mais valia rezar para que Allah nos acudisse!!
 

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Guilherme

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« Responder #43 em: Maio 03, 2004, 02:09:02 pm »
Citação de: "emarques"
Citar
- Dinamitar todas as torres de transmissão de rádio e televisão que estam distribuidas pelo país. E se possível dinamitar as barragens mais importantes do país.

Aí é que nós tinhamos padeiras de Aljubarrota a querer desancar os invasores. Nem imagino o que as mulheres que conheço fariam aos marroquinos se eles as impossibilitassem de ver o "Chocolate com Pimenta". :)


Chocolate com Pimenta! hahahaha
Essa porcaria está na TV de Portugal também?
Bom, pelo menos é uma novela engraçadinha. Não é novela de homossexuais como Kubanacan (todos aqueles gajos sem camisa, que nojo, hahaha), nem uma putariada como Celebridade.
 

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Guilherme

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« Responder #44 em: Maio 03, 2004, 02:10:48 pm »
Citação de: "emarques"
Então era dar uma de Rommel e usar as peças AA como armamento anti-carro. Eu vi para aí uma lista que incluía L/60 na artilharia AA armazenada. Como anti-aérea não deve servir de muito, sem artilheiros treinados para as usar. Mas para fazer umas emboscadas aos blindados inimigos... Os MILAN para os T-72, Bofors para tudo o resto.


Míssil Superfície-Superfície MSS 1.2 AC

- Sistema portátil, para a defesa anticarro, usando autoguiamento a laser indireto.
- Constituição:
- Subsistema Modo Emprego: unidade de tiro e munição.
- Subsistema Modo Apoio: equipamento de teste e simulador.
- Alcance entre 500 e 2000m.
- Origem: Brasil
Obs.: Em desenvolvimento no âmbito da Secretaria de Ciência e Tecnologia.



Espero que terminem logo esse projeto, e que haja interesse por ele no mercado internacional também.
 

 

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