Guiné-Bissau

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GI Jorge

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #195 em: Agosto 04, 2010, 01:58:33 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Citação de: "Cabecinhas"
Caro Cabeça não gostaria de ver os seus páras novamente a abrir caminho de mg como fizeram em Timor...  :twisted:  c34x

Agora a estes? Não obrigado, ainda no ano passado foi-se buscar os únicos Páras mortos em combate que não foram repatriados. Se houvesse por parte deles uma vontade genuina para mudar, se houvesse uma vontade genuina para uma tal missão eu seria o primeiro a dizer para se enviar tropas.

Caro Cabeça de Martelo, peço desculpa por me estar a intrometer, mas acho que se esqueceu de um ponto importante. Imagine que você é pobre (mesmo muito pobre, sem o que comer nem casa minimamente decente, esse tipo de miséria), não tem acesso a água potavel, nem cuidados de saúde nem nada. E de repente aparecem uns tipos que lhe oferecem uns trocos se você os ajudar a traficar droga. O que acha que faria? Embora você talvez dissesse que não neste momento, aquelas pessoas não têm mesmo nada, e provavelmente nem têm informação sobre o que  a droga faz a longo prazo, e se puderem ganhar uns trocos, já estão como o outro "Porreiro, pá". Enquanto não lhes mostrar-mos que existem outros caminhos, eles não vão mudar porque eventualmente têm mais apoio por parte dos traficantes do que por parte do governo.
Confunde-se em Portugal tantas vezes a justiça com a violência que é vulgar não haver reacções contra o crime e haver reacções contra a pena.

Oliveira Salazar
 

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Cabeça de Martelo

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #196 em: Agosto 04, 2010, 02:23:50 pm »
A questão é esta Jorge, tu mandas para lá tropa, quandos dias é que pensas que vais ter antes da primeira baixa? Tu podes dizer que estás lá para ajudá-los, que vens por bem, etc.; sabes o que acontece em dois segundos? É veres populaça a dizer mata que é Tuga.

É tão simples quanto isso.

Ok, se a NT for constituida essencialmente por Comandos comandada pelo Marcelino da Mata até que aceito, desde que as ordens sejam: façam o que ele manda...

Aposto que a Guiné ficava em dois tempos com a reputação do país mais sossegado em áfrica... :twisted:
7. Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros.

 

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GI Jorge

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #197 em: Agosto 04, 2010, 02:47:29 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
A questão é esta Jorge, tu mandas para lá tropa, quandos dias é que pensas que vais ter antes da primeira baixa? Tu podes dizer que estás lá para ajudá-los, que vens por bem, etc.; sabes o que acontece em dois segundos? É veres populaça a dizer mata que é Tuga.

É tão simples quanto isso.

Ok, se a NT for constituida essencialmente por Comandos comandada pelo Marcelino da Mata até que aceito, desde que as ordens sejam: façam o que ele manda...

Aposto que a Guiné ficava em dois tempos com a reputação do país mais sossegado em áfrica... :twisted:

Realmente bem visto... Mas depois Portugal fcava com a reputação de "Novos EUA". E isso eu não quero  c34x
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Cabeça de Martelo

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #198 em: Agosto 04, 2010, 03:10:20 pm »
Novos EUA? Deves estar a brincar, temos muito feijão para comer antes de sermos chamados isso. Tu sabes o que os Franceses fizeram e fazem em áfrica? Pensa apenas numa coisa, porque é que eles precisam de ter milhares de militares em áfrica, para quê terem bases aéreas, bases navais, etc?
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Re: Guiné-Bissau
« Responder #199 em: Agosto 04, 2010, 05:12:28 pm »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
Novos EUA? Deves estar a brincar, temos muito feijão para comer antes de sermos chamados isso. Tu sabes o que os Franceses fizeram e fazem em áfrica? Pensa apenas numa coisa, porque é que eles precisam de ter milhares de militares em áfrica, para quê terem bases aéreas, bases navais, etc?

estava-me a referir a matar tudo o que mexe por sermos "trigger happy". E os  EUA são a policia do mundo, por isso podem ter bases onde bem quiserem... (Ironia)
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Cabeça de Martelo

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #200 em: Agosto 04, 2010, 05:49:05 pm »
I M P O S S I V E L!!! Não temos dinheiro para as munições.  :oops:  :roll:
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Re: Guiné-Bissau
« Responder #201 em: Agosto 05, 2010, 01:18:38 am »
Citação de: "Cabeça de Martelo"
I M P O S S I V E L!!! Não temos dinheiro para as munições.  :oops:  :lol:  :lol:  :lol:  :lol:

(já agora, eu vi no Future Wepons que uma bala 12.7 custa à volta de 1,5euros. Quanto custa uma munição de g3,a 7.62, se alguém sabe? E para comparar, porque não uma 5.56?)
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Snowmeow

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #202 em: Agosto 05, 2010, 01:35:15 pm »
Essa questão poderia ser resolvida se grande parte do efetivo fosse de brasileiros, atuando sob a bandeira da CPLP. São Tomé & príncipe também poderia colaborar com alguns homens (Inclusive, muitos lá tem experiência como forças mercenárias, por terem trabalhado para a sul-africana Executive Outcome), e Angola com o suporte de base. Portugal poderia organizar as coisas por trás da cortina, para os guineenses não se sentirem ofendidos.

O Brasil teve sucesso no Haiti, por que não teria em Bissau?
"Não corte uma árvore no Inverno; pois sentirás falta dela no Verão." Jairo Navarro Dias
 

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PereiraMarques

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #203 em: Agosto 05, 2010, 03:45:22 pm »
Citação de: "Snowmeow"
Portugal poderia organizar as coisas por trás da cortina, para os guineenses não se sentirem ofendidos.

Isso é aliás a "tradição" portuguesas nas intervenções "pós-coloniais" em África.

Em Moçambique, na ONUMOZ (1992-1994) participou com um Batalhão de Trasmissões (BTm4).

Em Angola, na UNAVEM III (1995-1997) e na MONUA (1997-1998) participou com uma Companhia de Transmissões (CTm5), uma Companhia Logística (CLog6) e um Destacamento Sanitário (DSan 7).
 

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Lusitano89

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #204 em: Agosto 15, 2010, 08:56:49 pm »
Almirante causa conflito nas altas esferas políticas[/b]


Presidente e primeiro-ministro divergem sobre a recondução do chefe da Armada

O Presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanhá, é o único obstáculo à recondução do almirante José Américo Bubu Na Tchuto como chefe do Estado-Maior da Armada da Guiné-Bissau.

O Governo de Carlos Gomes Júnior e as chefias militares já estão disponíveis para reconduzir Bubu Na Tchuto nas funções que exercia antes do suposto golpe de Estado de Agosto de 2008. Mas a movimentação de homens de confiança do Presidente da República junto do chefe do Estado-Maior, major-general António Indjai, impediram o regresso de Na Tchuto. O que está a causar dores de cabeça às autoridades de Bissau.

Os analistas locais são unamines em afirmar que o almirante é agora uma pedra no sapato do Presidente da República e do primeiro-ministro: os dois estão em rota de colisão quanto à sua reintegração na chefia das Forças Armadas Revolucionárias do Povo (FARP).

Bubu Na Tchuto, que em Abril passado declarara que Malam Bacai Sanhá seria o melhor Presidente da República da Guiné-Bissau, agora não tem a mesma opinião em relação ao Chefe do Estado, com quem mantém um diferendo aberto.

Malam Bacai Sanhá não está disposto a reconduzir o almirante para não ter problemas com a comunidade internacional, que não vê com bons olhos o regresso de Na Tchuto à chefia da marinha de guerra da Guiné-Bissau.

Malam Bacai Sanhá preferia que Bubu Na Tchuto aceitasse o cargo de inspector-geral das Forças Armadas ou de chefe do Estado-Maior do Exército, passando o actual chefe do Estado-Maior do Exército, Mamadu N´Krumah, a vice-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.

O almirante não aceitou essas funções e entende que, sendo um homem com formação na área da marinha da guerra, só aí poderá ser útil para a Guiné-Bissau.

Perante este cenário, o Chefe do Estado convocou um encontro com o almirante, na presença da ministra da Presidência do Conselho de Ministros, Adiato Nadingna, para questionar os motivos de um anterior encontro entre Carlos Gomes Júnior e Bubu Na Tchuto. Malam Bacai Sanhá ficou a saber que os dois discutiram questões de pagamento da dívida do Governo para com o almirante. Dívida em relação à qual o primeiro-ministro terá já autorizado o pagamento de 50%.

Todavia, desconhece-se ainda o valor total do montante que o Governo terá já pago.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #205 em: Agosto 23, 2010, 01:36:38 pm »
Brasil analisa pedido para envio de militares


O Brasil está aberto para analisar um eventual pedido de participação das Forças Armadas brasileiras, numa missão ou força de paz na Guiné-Bissau, disse à Lusa fonte diplomática.

Este pedido pode ser feito durante a visita do Presidente Malai Bacai Sanhá a Brasília, no próximo dia 25.

«Será um desafio para os militares brasileiros. Já estamos no Haiti e poderemos estar na Guiné-Bissau, mas isto depende da formalização interna desse pedido», afirmou à Lusa um diplomata brasileiro.

"Este é um processo que está em andamento na CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) e na CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). A visita do Presidente guineense pode adicionar um elemento a mais neste processo em construção", admitiu.

Em meados de setembro, de acordo com anúncio feito pelo Presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, os líderes da CEDEAO terão uma reunião de emergência para discutir o possível envio de tropas para a Guiné-Bissau.

Jonathan, que preside atualmente a CEDEAO, acredita que são necessárias medidas urgentes para evitar a deterioração da situação em Bissau.

A CEDEAO tem uma missão de paz própria, formada por Benin, Burkina Faso, Cabo Verde, Costa do Marfim, Gâmbia, Gana, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau, Libéria, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Serra Leoa e Togo.

Para a diplomacia brasileira, a paz é uma condição 'sine qua non' para a estabilidade institucional da Guiné-Bissau e, portanto, o Brasil vai reforçar o compromisso assumido de apoiar a reforma do setor de segurança e defesa do país e fortalecer a cooperação nas mais diversas áreas.

"O Brasil, ao contrário de alguns outros países, é flexível quanto às dificuldades operacionais do Governo guineense e tem o firme propósito de ampliar a cooperação com o país", salientou o diplomata do Itamaraty, sede do Ministério brasileiro das Relações Exteriores.

"Não temos a meta, entretanto, de fazer qualquer pressão para a libertação dos militares detidos no dia 01 de abril", acrescentou.

Se houver, porém, algum pedido de apoio por parte dos guineenses para o andamento dos inquéritos ou eventuais investigações, considerou o diplomata, o Brasil pode estudar esta possibilidade.

"Para nós, é importante que a legalidade seja preservada", acrescentou.

O diplomata admitiu à Lusa que a aprovação de um eventual pedido de envio de forças brasileiras para a Guiné-Bissau poderia ser prejudicada pelo facto de este ser um ano eleitoral no Brasil.

"O Congresso está virtualmente parado e, num primeiro momento, após um pedido formal de envio de militares brasileiros, teríamos dificuldades na aprovação. Mas nada que não pudesse ser superado", reconheceu a fonte do Itamaraty.

Durante a visita de Bacai Sanhá ao Brasil, que inicialmente estava programada para o ano passado, serão assinados acordos nas áreas de agricultura e de saúde. Um deles diz respeito à capacitação dos guineenses para atendimento às mulheres vítimas de violência.

Lusa
 

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Snowmeow

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #206 em: Agosto 23, 2010, 02:46:00 pm »
Agora sim tô vendo que a coisa vai andar pra frente!
O Exército brasileiro precisa de um pouco mais de ação, e a pacificação da Guiné-Bissau pode comprovar a qualidade já demonstrada no Haiti.
Pena que a bagaça tinha que ser em ano eleitoral. :evil:
Agora, o nome do nigeriano, Goodluck... Vai precisar mesmo XD
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Lusitano89

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #207 em: Agosto 31, 2010, 03:52:10 pm »
«Estamos longe de missão de estabilização» diz Ministro da Defesa da Guiné-Bissau


O ministro da Defesa da Guiné-Bissau, Aristides Ocante da Silva, defendeu esta terça-feira que o governo aguarda os relatórios de instituições internacionais para se pronunciar sobre a pertinência ou não da vinda de uma missão de estabilização ao país.

«Estamos ainda longe de falar da vinda de uma missão de estabilização. O Conselho de Ministros ainda não se pronunciou sobre a vinda dessa missão, aceitou o princípio, tal como lhe foi mandatado pelo PAIGC, que é o partido que sustenta o governo», declarou Ocante da Silva.

O conselho de ministros mandatou o ministro da Defesa guineense para recolher e preparar o dossier relativo às posições das organizações internacionais, nomeadamente CPLP e CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) sobre a possibilidade da vinda de uma missão à Guiné-Bissau.

Lusa
 

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Lusitano89

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #208 em: Setembro 04, 2010, 07:19:46 pm »
Chefe das Forças Armadas pede apoio a Angola para combater narcotráfico


O chefe de estado-maior general das Forças Armadas guineenses disse hoje, à chegada a Luanda, que vai pedir o apoio de Angola no combate ao narcotráfico na Guiné-Bissau.

“A Guiné-Bissau não tem meios, não tem aviões, helicópteros, barcos para controlar as suas fronteiras, e é bem provável que, dada a extensão do território, alguns indivíduos aproveitem o espaço guineense para utilizar como rota do tráfico de droga”, afirmou António Indjai aos jornalistas à chegada à capital angolana para uma visita de cinco dias.

Nesse sentido, o militar solicitou o apoio de Angola na disponibilização de meios para ajudar a Guiné-Bissau a controlar as águas territoriais e os espaços aéreo e terrestre, combatendo o narcotráfico e a emigração clandestina.

Relativamente à criação de uma missão de estabilização de paz para a Guiné-Bissau e do apoio que espera de Angola, António Indjai disse que as forças armadas não têm poder de decisão sobre isso, cabendo ao poder político a ida ou não de militares estrangeiros para o país.

“As forças armadas da Guiné-Bissau não decidem sobre a vinda ou não dos militares estrangeiros, tenham eles a natureza que tiverem. Quem tem competência nessa matéria é o poder político, que deve decidir e se achar por conveniente que a vinda de militares estrangeiros pode estabilizar o país”, considerou.

De acordo com o chefe de estado-maior general das forças armadas da Guiné-Bissau, a situação no seu país atualmente é de normalidade, segurança e estabilidade.

Nas declarações à imprensa, o militar guineense disse que a sua visita a Angola tem ainda como objetivo reforçar as relações existentes entre os dois exércitos.

Relativamente à criação de uma missão de estabilização de paz para a Guiné-Bissau e do apoio que espera de Angola, o general António Indjai disse que as forças armadas não têm poder de decisão sobre isso, cabendo ao poder político a ida ou não de militares estrangeiros para a Guiné-Bissau.

“As forças armadas da Guiné-Bissau não decidem sobre a vinda ou não dos militares estrangeiros, tenham eles a natureza que tiverem. Quem tem competência nessa matéria é o poder político, que deve decidir e se achar por conveniente que a vinda de militares estrangeiros pode estabilizar o país. As forças armadas não podem dizer nem que sim nem que não, porque apenas se subordinam à lei”, considerou.

De acordo com o chefe de estado-maior general das forças armadas da Guiné-Bissau, a situação no seu país atualmente é de "normalidade, segurança e estabilidade".

Sobre a situação do seu antecessor no cargo, general almirante Zamora Induta, deposto em abril do cargo por uma intervenção militar, disse que continua detido sob jurisdição militar porque o Ministério Público e o tribunal, que são os responsáveis pelo processo, “não garantem a sua segurança”.

“Zamora continua detido nas instalações militares porque o Ministério Público não garante a segurança do Zamora”, afirmou, acrescentando: “Ele está bem de saúde porque ninguém o mantém encurralado, ele sai, faz o seu exercício, é visitado pela família e além do mais tem acesso a cuidados médicos”.

Ionline
 

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sergio21699

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Re: Guiné-Bissau
« Responder #209 em: Dezembro 26, 2011, 01:42:01 pm »
Bissau está em estado de sítio
26-12-2011 12:08
Rebelião terá sido orquestrada pelo chefe de Estado-Maior da Armada, Bubo na Tchuto.

Bissau está em estado de sítio e há registo de troca de tiros na zona do Quartel-General das Forças Armadas. Segundo a "Portuguese News Network", é mais um caso ligado ao tráfico de droga que envolve altas patentes militares.

Há alguns aterrou dias uma avioneta, perto de Mansoa, suspeita de transportar estupefacientes. Desde então o Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, António Indjai, e o Chefe de Estado Maior da Armada, Bubo Na Tchuto, acusando-se mutuamente de tráfico de droga.

O primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior está em lugar seguro, juntamente com o chefe de Estado-Maior General, António Indjai, avança o site do jornal “A Nação”. A mesma fonte adianta que esta rebelião terá sido orquestrada pelo chefe de Estado-maior da Armada, Bubo na Tchuto.

Segundo o “Portuguese News Network”, as tropas de Mansoa - fiéis ao General António Indjai - estão a dirigir-se para Bissau, numa tentativa de evitar um banho de sangue aquando da detenção de Bubo na Tchuto, a qual pode ocorrer a qualquer momento.

Nas ruas da capital, o ambiente está tenso, estando a população a evitar circular.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=44118
-Meu General, estamos cercados...
-Óptimo! Isso quer dizer que podemos atacar em qualquer direcção!
 

 

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